Mi Esposa Preñada Por Un Mulato 2

Quando vimos que a menstruação dela não descia, preocupados os dois, compramos três testes de farmácia para gravidez para ter certeza total. Janine fez o teste três dias seguidos e todos deram positivo. Já era uma certeza que ela tinha engravidado do Modou Mousa. Quando terminamos de fazer o último teste, nos sentamos na sala em completo silêncio. Janine parecia mais distraída e introspectiva do que preocupada. Ficamos imersos numa meia-luz, um de frente pro outro, sem dizer uma palavra por pelo menos uma hora. Depois Janine se levantou de repente e foi fazer a comida como se fosse qualquer outro momento normal da vida dela. Não tocamos no assunto de novo por três ou quatro dias.

Eu tava extremamente preocupado, tenho que confessar, pelo fato terrível de que minha mulher não só tava grávida de outro homem, mas que esse homem era enorme e preto como carvão. Nem preciso dizer que todos os conhecidos, amigos e parentes iam perceber na hora a escapada da Janine. E os desconhecidos iam dar risada pra caralho de mim, pelas minhas costas, ao nos ver, tão brancos, carregando uma criança pretíssima como a noite como filho. Então, esperei o momento certo, quando a gente tava sozinho e mais tranquilo em casa, e numa sexta à noite, como quem não quer nada, falei de repente:

— Quando a gente faz?
— Quando a gente faz o quê? — Ela respondeu na hora, sabendo perfeitamente do que eu tava falando.
— O que vai ser, Janine… o aborto.
— Não vou fazer nenhum aborto.
— Mas Janine! — falei exasperado. — Você tá louca? Como é que a gente vai explicar pros seus pais, pros meus pais, pros nossos amigos, que a gente teve um filho preto?
— Olha, eu não sei o que você vai dizer pra eles, mas razões morais e religiosas me impedem de abortar.
— Mas Janine! Por que você não vai pra puta que pariu?

Completamente fora de mim, peguei umas roupas, um dinheiro, joguei tudo numa bolsa e saí de casa. Tava com uma raiva tão grande que quase não lembro como cheguei na rua. Razões morais e religiosas! Janine não… Eu não tinha pisado numa igreja desde o nosso casamento. E quanto à moral: como pode falar de moral uma mulher que leva para casa um negro enorme que acabou de conhecer naquela mesma noite, com uma pica do tamanho do antebraço, que se deixa foder em todas as posições possíveis na própria cama do casal, e ainda fica bem prenha dele, além de terminar com a buceta totalmente destruída? Totalmente transtornado, aluguei um quarto num hotel barato. Não queria ir para a casa dos meus pais para não ter que dar explicações. Naquela noite, tive um pesadelo, que com pequenas variações se repetiu duas noites depois.
Janine e Modou estavam transando de pé, no nosso quarto. Janine estava em cima de um estrado de madeira que permitia compensar a diferença de altura. Ela estava apoiada na cabeceira da nossa cama, levemente inclinada para frente, enquanto o negro tinha todo o seu instrumento imenso enterrado na sua buceta, que estava terrivelmente dilatada devido à grossura enorme do pau que ela estava engolindo. Era abismal o contraste entre a pele branca da minha mulher e a negritude total de Modou.
O negro entrava e tirava violentamente o seu enorme tronco, rosnando de satisfação, fazendo os seus imensos testículos baterem nas coxas da Janine, e a minha mulher ofegava, não de dor como quando ficou prenha, mas ambos pareciam muito perto de chegar ao orgasmo. Cada vez que o negro avançava, Janine ficava na ponta dos pés, como para aguentar melhor a investida. Ambos estavam totalmente nus, exceto por um sutiã preto com aro, que Janine estava usando. Enquanto Modou a enfiava, acariciava com as suas mãos enormes todo o corpo dela, e às vezes, no meio do êxtase, eles davam as mãos onde brilhava a nossa aliança de casamento, e Janine rebolava o quadril, enfiando-se mais na pica dele.
De repente, o negro rugiu com uma vozarrão terrível, finalmente chegando ao orgasmo, e começou a gozar dentro do útero receptivo da minha mulher. Foi aí que começou o estranho. A cada jorrada do fértil sêmen do negro, o corpo de Janine começou a se modificar. Primeiro, os seios começaram a crescer, começando a sobressair do sutiã justo, até que uma das taças se tornou impotente para contê-lo e, com o alça se rompendo devido ao grande aumento de peso e tamanho, caiu, deixando o seio duro, ereto e cheio de porra, à vista. A outra taça teve mais sorte, com o seio saindo por cima, e o sutiã ficou reduzido a uma espécie de cinta, que separava o já enorme busto de futura mãe da barriga grávida. Esta crescia a cada descarga do negro em um ritmo vertiginoso, ficando primeiro a pele brilhante, e depois o umbigo saltando para fora. Enquanto isso, Janine tinha alcançado seu orgasmo e gritava obscenidades em voz alta para Modou.

—Olha como você está me deixando com seu pauzão! — ela dizia. — Você é um touro e me deixou feita uma vaca prenha! Meu marido com seu pintinho adoraria ter me deixado assim!

O tamanho da barriga era tão imponente, e seu peso tão grande, que ela teve que cruzar as mãos por baixo da enorme pança para manter a posição. Finalmente, nas últimas jorradas, Modou teve que ajudá-la, com suas mãos grandes, a segurá-la, pois ela já não conseguia mais ficar em pé. Quando o negro terminou de encher minha mulher com seu sêmen branco e fértil, e com seu filho, que estava estourando Janine com seu tamanho, ele começou a retirar seu poste, o que levou cerca de um minuto. Era incrível pensar que aquele monstro enorme tinha cabido dentro da minha mulher. Ao removê-lo completamente, um rio grosso de sêmen espesso saiu de sua vulva.

Assim que Modou se separou de Janine, ela, ainda ofegante e agora sem suporte, caiu de costas na cama com a barriga apontando para o teto e as pernas abertas, o que me permitiu ver sua vagina, enormemente dilatada e avermelhada pelo tronco que tinha suportado. No fundo do grande buraco, algo negro fez sua aparição. Era a cria. de Modou, que lutava para sair do corpo da minha mulher. De repente, os gemidos de prazer de Janine se transformaram em gritos de dor, gemidos dilacerantes de parturiente, enquanto com ambas as mãos tentava, como para aliviar a dor, acariciar a extremidade da barriga, sem conseguir, devido ao seu tamanho descomunal.
- Modou, filho da puta! O que você me fez? Como você me deformou assim? - E você, John, reverendo babaca! Como deixou que ele me fizesse isso?

Pouco a pouco, no meio dos uivos e insultos que dirigia a Modou e a mim, sua buceta foi aumentando de tamanho, dilatando-se gradualmente, podendo-se ver cada vez um pouco mais a cabeça negra do monstro, até que de repente, a cabeça e o pescoço saíram para fora, ficando o corpo retido dentro da minha mulher, que continuava gritando.

Então, depois de alguns segundos que pareceram horas, o filho de Modou abriu os olhos, ainda com seu corpo enfiado em Janine, e olhou para mim, que estava bem na sua frente, e sorriu ironicamente. Sorriu com o mesmo sorriso malicioso que eu já conhecia de seu pai. – Aqui estou – parecia dizer – ocupando e deformando completamente o corpo da sua linda esposa.

Aqui a pesadelo se interrompe, como acontece muitas vezes com esses sonhos violentos, mas não acordei, e sim continuou, parecendo um daqueles filmes aos quais falta uma cena no meio.

O que segue continuava pouco depois do anterior: Janine estava de costas no meio da nossa cama matrimonial, ainda com o corpete preto como cinto, e com o negríssimo filho de Modou já parido à sua direita, que agarrado ao seu peito grande e branquíssimo, mamava com avidez. O contraste de cores era incrível.

Do lado esquerdo, deitado de lado olhando para ela, estava o próprio Modou, que emulando sua prole, tinha na boca a outra teta da minha mulher, e chupava dela com total descaramento. Pai e filho tinham o queixo atravessado por fios brancos da porra da minha esposa que se podiam ver perfeitamente contra a pele escura de fundo.
Minha mulher, extasiada de prazer pela dupla amamentação, movia sensual as cadeiras contra a cama, e acariciava com a mão esquerda, onde se via claramente nossa aliança de casamento no dedo anelar, o enorme falo do negro, que totalmente desenrolado devido à excitação produzida, havia adquirido proporções prodigiosas.
Curiosamente, a barriga da minha mulher continuava como antes do parto, completamente inchada e deforme, embora sua buceta estivesse agora mais fechada. Como às vezes acontece nos sonhos, algo ou alguém me fez saber, sem que eu perguntasse e sem que me respondessem realmente, que Modou era tão potente, viril e fértil, que as mulheres que se deitavam com ele, ficavam grávidas, e continuavam estando mesmo quando já tivessem dado à luz seus filhos.
Parados em ambos os lados da cama e por trás da cabeceira, uma grande quantidade de pessoas conhecidas por mim observavam embasbacados a cena anterior, com os olhos fixos no corpo da minha mulher. Entre eles estavam meus pais e meus sogros, meu irmão José com toda sua família, meu amigo Antonio e sua namorada, Laura e duas ou três amigas a mais de Janine, e até o avô Enrique e a avó Estela, que morreram há mais de dez anos.
Até aquele momento, eu tinha estado como ausente no sonho. Como quando a gente sonha coisas que acontecem com outros, mas na verdade nunca aparece no próprio sonho. No entanto, em certo momento, todas essas pessoas levantaram em uníssono o olhar que tinham cravado na minha mulher, e o puseram em mim, que observava tudo como de fora, mudando a expressão de levemente sorridente, para dura e inquisitiva. Depois, todos levantaram o braço direito e estendendo o indicador, o apontaram para mim. Ao me saber descoberto, comecei a transpirar e a dar alguns passos para trás. Então, primeiro um, depois outro, mais tarde vários e finalmente todos os presentes, estouraram em uma sonora e uma gargalhada estrondosa...
Naquele exato momento, ao passar a mão no rosto para enxugar o suor, toquei minha testa e encontrei duas enormes protuberâncias...

Acordei todo suado e com a cama completamente bagunçada. Fiquei muito abalado. Passei aqueles poucos dias vagando sem rumo durante o dia para matar o tempo, e à noite, cheio de medo ao fechar os olhos, temendo que o pesadelo da primeira noite se repetisse.

Finalmente, meu amor por Janine e o desejo de ver meu filhinho David novamente me fizeram decidir voltar para casa.

Janine me recebeu com um sorriso, como se eu nunca tivesse ido embora. Sem saber nem um pouco o que o futuro nos reservava, comecei a me comportar como se dentro da minha esposa estivesse crescendo um filho meu, em vez da cria negra de Modou Mousa. Nas semanas seguintes, como um marido devoto, a acompanhei para fazer os exames de rotina, que, claro, confirmaram a gravidez. O assunto do aborto nunca mais foi tocado.

Algumas semanas se passaram, e os primeiros ultrassons nos trouxeram uma grande surpresa. Modou Mousa não havia plantado no útero fértil da minha mulher apenas uma criança negra enorme. Ele havia plantado duas. Minha mulher estava grávida de gêmeos.

Quando recebemos a notícia, durante o ultrassom, parecia que o mundo desabava sobre mim. Já tinha um cenário complicadíssimo com um filho negro. O que faria com dois? Um calafrio terrível percorreu minha espinha. Olhei para Janine. Ela estava absorta, olhando para o monitor do ultrassom, e eu juraria que, apesar do choque, um leve sorriso invadia seus lábios. A técnica que fazia o ultrassom, a nosso pedido (na verdade, a pedido de Janine, porque eu estava incapaz de pronunciar uma palavra), nos deu uma grande certeza – mais tarde confirmada por outros ultrassons – de que minha mulher estava grávida de dois meninos.

Quando fomos ao obstetra com os resultados do ultrassom, entre orientações, suplementos vitamínicos... e minerais, ele nos disse antes de irmos, que como a gravidez seria muito volumosa e Janine era muito pequena, ele aconselhava para o futuro próximo e até o parto, o uso de um sutiã reforçado, mesmo à noite, para evitar a deformação dos seios que cresceriam muito, e de uma cinta para grávidas que também deveria usar de forma permanente. Sair do consultório e ir a uma loja de lingerie para comprar três ou quatro sutiãs reforçados foi algo sem solução de continuidade. Imediatamente depois ela me arrastou para uma loja de futuras mamães, onde conseguiu também três ou quatro cintas para grávidas, e além disso comprou alguns vestidos. As cintas para grávidas, que eu não conhecia porque minha esposa não as havia usado em sua gravidez anterior, são como uma calcinha curta bem justa ao corpo, com uma zona muito flexível na parte da frente para poder acomodar a enorme barriga, e um suporte elástico que fica na parte inferior dela para ajudar a sustentá-la. Tem um zíper lateral do lado direito para poder tirá-la, principalmente quando a gravidez está avançada (ficaria muito difícil do contrário removê-la devido à grande barriga), e um zíper inferior que permite à mulher urinar, ou até mesmo fazer sexo sem precisar tirá-la. E aqui é na verdade onde começa nossa história. Porque ao chegar em casa, ela tirou a roupa de rua que trazia, e ficando nua colocou primeiro o sutiã reforçado, depois a cinta, e finalmente um dos vestidos para grávida que havia comprado. Este vestido, assim como todos os que havia adquirido, que vi depois, e os que obteria mais tarde, marcavam muito claramente seu estado. Em particular, este era azul-claro, e tinha uma fita azul, que a modo de cinto alto dava volta por baixo do busto, e terminava em um grande laço que ficava sob os seios, e que acabava caindo sobre a barriga. Como é de todos sabido, quando uma mulher fica grávida de forma irregular, seja porque não está do seu marido, mas de outro, ou porque é solteira e não tem parceiro, ou porque foi estuprada ou foi vítima de incesto e ficou grávida, tenta adiar o máximo possível o momento de comunicar ao mundo sua condição. Assim, há mulheres que apertam firmemente os seios e a barriga com faixas, para disfarçar pelo maior tempo possível, e até houve casos de mulheres que deram à luz sem que ninguém sequer percebesse que estavam grávidas. Esse extremo teria sido, claro, impossível no caso de Janine, devido ao tamanho enorme que sua barriga atingiria, o que teria tornado impossível escondê-la além do quarto mês; de qualquer forma, minha esposa não seguiu esses padrões. Desde aquele dia, ela começou a usar roupas de grávida, o que me obrigou a adiantar a notícia para parentes e conhecidos. Tive que suportar com estoicismo os parabéns de todo mundo, e em particular os do meu amigo Antonio, que me soltou quando estávamos sozinhos:
- Parabéns, velho. Você é um baita macho. Que pica enorme deve ter para engravidar uma mulher com dois gêmeos homens!

O fato é que, a partir daquele dia, surgiu um estranho ritual diário. Por volta das quatro da tarde, todos os dias, aproveitando a soneca do nosso filho David, minha mulher reservava entre quarenta e cinco minutos e uma hora para observar as mudanças no corpo dela, num grande espelho que temos no nosso quarto. Assim, ela ficava na frente dele, primeiro de frente e depois de perfil, acariciando primeiro os seios e depois a barriga, com enorme prazer. Depois trocava de vestido, colocando outros, para ver como ficavam conforme seu corpo ia se deformando. Por fim, ficava nua – exceto durante o banho, esse era o único momento em que ela fazia isso – e com uma fita métrica de costureira media o diâmetro do busto e da barriga, medidas essas que anotava meticulosamente num papel, que tinha uma tabelinha onde dia após dia ela ia acrescentando linhas.

Essa tabelinha ficava sempre convenientemente ao alcance da minha mão, onde eu podia apreciar claramente (cada vez mais claramente com o passar do tempo) o esmero dos filhos negros que Modou havia plantado nas entranhas da minha mulher, por crescer, ocupar seu ventre por completo e chegar a este mundo. Por fim, ainda nua, passava um creme especial nos seios, e outro diferente no ventre. Depois se vestia novamente. Tudo isso ela fazia sempre com a porta do quarto entreaberta para que eu pudesse vê-la desde o cômodo contíguo, uma espécie de quarto-biblioteca que temos.

Havia adquirido ainda nestes dias –coisa muito incomum nela- o hábito de se maquiar profusamente. Antes nunca se maquiava quando estava em casa, apenas para sair, e só se arrumava um pouco mais para ir a alguma festa. Agora se maquiava tanto que havia dias em que parecia uma verdadeira puta.

Ainda lembro do dia que mudou tudo. Mudou nossa vida (já bastante complicada por sinal), nossa relação de casal, e cada um de nós mesmos, de uma maneira complexa e brutal. Como todos os dias até aquele momento, ela estava se olhando no espelho de frente e de perfil, tocando todo o corpo, experimentando o quinto ou sexto vestido do dia, que aparentemente gostava mais, posto que lhe insinuava mais o proeminente ventre, e eu como sempre, olhava através da porta entreaberta, quando de repente, ela cravou seus olhos em mim através do espelho –habitualmente me ignorava- , se virou, abriu a porta completamente, me tomou pelos dois pulsos, colocou uma de minhas mãos sobre seus seios já bastante aumentados, e a outra sobre seu ventre inchado, e fazendo com esta última movimentos circulares muito lentos e amplos, me obrigou a acariciá-lo completamente enquanto me dizia:

-Olha meu corno, como aquele bruto garanhão negro está inflando sua linda mulherzinha.

Não sei o que outros homens teriam feito no meu lugar. Muitos, talvez a maioria lhe teriam dado um soco, ou no mínimo um tapa, e teriam saído de casa. Alguns teriam feito ignorando o tapa ou o soco. O meu caso foi completamente diferente. Eu tive uma tremenda ereção. Bom, dizer tremenda no meu caso é exagerar muito, mas a questão é que fazia muito tempo que eu não me sentia tão excitado. Segurando-a pelo braço, joguei-a, vestida como estava, sobre a cama – ela deixou fazer com um sorriso no rosto – desabotoei como pude o zíper inferior da cinta de grávida e a penetrei.

E foi nesse momento que recebi uma nova surpresa. Eu não tinha relações com a Janine há mais de três meses (desde antes do que aconteceu com o Modou), mas como comentei em algum momento, embora antes mantivéssemos apenas duas ou três relações por mês, elas eram bastante intensas, já que, embora eu tenha um membro mínimo, a vagina da Janine era muito apertada e ambos costumávamos gozar muito. Aqueles que escreveram livros de anatomia nos quais dizem que, depois de uma relação sexual, a vagina de uma mulher volta ao estado anterior, não conheciam o imenso, o bestial membro do Modou. Ele tinha arruinado a minha mulher para sempre. Mal conseguia agora, me esforçando muito, tocar ao mesmo tempo todas as paredes do interior dela com o meu pau. A partir de agora, a Janine só gozaria com um Extra Large. E eu era apenas um Infra Small.

– Você não acha que depois de ter recebido aquele monstro negro eu vou conseguir sentir alguma coisa com você, né? – Ela me disse com um sorriso enquanto eu bombava como podia. Não respondi.

Alguns minutos depois, apesar de tudo, eu estava ejaculando algumas gotas de sêmen dentro da minha mulher. Deitei ao lado dela enquanto me acalmava, e ela aproveitou o momento para abotoar o zíper da cinta novamente.

– Por que você me chamou de corno? – perguntei de supetão. Ela me olhou como uma mãe olha para uma criança pequena quando faz uma travessura ou diz uma bobagem. – Você se lembra, John – começou, me encarando fixamente – quando eu ainda estava estudando psicologia, e um dia te contei sobre sádicos e masoquistas? Respondi que não me lembrava, mas que se ela dizia, devia ser assim. Te lembro, – continuou – que um sádico é uma pessoa que sente prazer em causar dor ao outro (muitas vezes seu parceiro), e um masoquista é aquele que sente prazer em sofrer, ou seja, sentir dor física. Então, pelo menos sexualmente falando, os casais compostos por um sádico e um masoquista costumam ser um sucesso.
– Sim. Eu sabia. – disse a ele.
– E é aqui que entra o cuck. O cuck é um tipo especial de masoquista, geralmente aplicado aos homens, que não sente prazer com dor física, mas com dor moral. Dói nele ver sua mulher com um homem muito mais potente e dotado sexualmente do que ele, dói muito mais vê-los na cama enquanto o macho a perfura e chega a lugares dentro de sua mulher onde ele só chegaria com a imaginação, fazendo-a gozar como uma égua, e, como extremo, dói se ela ficar grávida dele, porque isso vai lembrá-lo do relacionamento adúltero enquanto viver. E como dói, e ele é no fundo um masoquista, é isso que lhe produz um imenso prazer. Não sei se o que acabei de descrever te soa familiar…
– … – No dia que conheci Modou no African Food, eu quase mandei ele definitivamente passear quando só tínhamos trocado duas ou três frases, e de repente te vejo desajeitadamente escondido atrás de uma coluna. O que qualquer marido que se preze teria feito? Teria se aproximado, esclarecido a situação e tudo teria terminado ali. Mas você não. No fundo você queria que algo acontecesse, e por isso não interrompeu a coisa. E deixou que eu fosse dançar com ele, e que ele me apalpasse. E a verdade é que você gostou que acontecesse. E quando o animal do Modou me levou para casa porque Laura me deixou na mão, eu não conseguia acreditar que você continuasse se escondendo para ver como tudo continuava. Que você se escondesse em casa porque estava certo de que eu ia entrar com o negro. E sabe de uma coisa? Eu entrei com ele totalmente decidida. Claro, estava certa de que se ele chegasse a me penetrar naquele dia, semelhante besta me engravidaria, mas continuei supondo que você ia interromper a ação em algum momento. Mas não. Você gozou com tudo que aconteceu e por isso não quis aparecer. E sabe outra coisa? Eu estava decidida a ficar prenha do negro se você não interviesse. Sabe por quê? Porque te amo com toda a alma e quero te fazer gozar na sua dor. Sim. Adivinhou. Você é corno. E eu sou sádica. Então enganei o Modou o tempo todo. Não ia dizer pra ele: – Vai, me engravida, seu bruto garanhão negro, que é o que eu quero. – Claro que não. Fingi ser a coitadinha da mulher casada que é seduzida, destruída e depois abandonada, com a barriga bem cheia de sêmen pro marido sustentar o filho dessa relação. Até rasguei sua camisinha com minhas unhas bem na frente dele e ele nem percebeu! (Confesso que mesmo assim ia ser impossível colocar; já vi postes telefônicos menores). Se você parasse a ação, então era porque não estava disposto a chegar a esse ponto, e hoje eu estaria com a barriga lisa, e não inchada que nem uma buceta, igual você me vê, prenha com o que serão dois filhos negros enormes. Mas não. Deixou que ele me comesse em todas as posições que quis, e que finalmente me enchesse com seu sêmen fértil de negro. E sabe mais uma coisa? Eu queria ficar prenha. Adoro ficar prenha depois de ter sido penetrada e destruída por um garanhão daqueles, assim como vou adorar xingar o Modou enquanto arrebento parindo os filhos dele! – Mas Janine! – protestei. – Se você queria engravidar, por que não me pediu pra te engravidar? Por que a gente não teve outro filho? Ela me olhou então com os olhos mais doces que já tinha visto nela e disse: – Pra começar, te disse que adorava que aquele animal me penetrasse, me destruísse, e me deixasse prenha. Disse que queria parir os filhos dele enquanto xingava ele, não disse nada de cuidar de criança. – Eu a olhei com curiosidade. Pra mim todas essas coisas vinham juntas. De qualquer forma eu via que a Janine estava gozando, soltando seu sadismo, guardado talvez durante muito tempo. – Você lembra, John, Lembra que ficamos cinco anos fazendo tratamento para ela engravidar? -Sim. Claro que me lembro. -Lembra que no final fizeram um exame bem complicado na gente? -Sim, claro. -Lembra que fui eu buscar o resultado um dia depois do trabalho? -Não. Disso não me lembro. -Pois é. Pra resumir, o exame dizia que você era mais estéril que uma pedra. Que não conseguiria me engravidar, nem nenhuma outra mulher desse planeta, por mais que tentasse.
Um calafrio percorreu minhas costas.
-Mas eu queria desesperadamente um filho. E nada de inseminação artificial com sêmen de frasco. Isso é pra gado. Lembra que pouco depois eu tive um congresso de psicologia numa cidade longe (não lembro qual te falei), que duraria uma semana? -Hmmm, acho que lembro...
-Menti. Naquela mesma noite fui a um bar de solteiros, e lá conheci um tal de Pedro, um cara bem parecido com você. Altura parecida, cor da pele e dos olhos parecidos, físico parecido... até bonito era. Fomos pra um hotel e ficamos cinco dias sem sair. Sorte do Pedro que o parecido com você acabava onde eu falei. Ah não. Claro que ele não tinha um membro descomunal como o do Modou. Não. Também não era sua miniatura. Era um pênis normal. Mas o cara era absolutamente incansável. Perdi a conta de quantas vezes ele me comia por dia. Além disso, era um mestre na cama. Me fez gozar que nem uma louca em todas as posições, mesmo que no começo eu não quisesse fazer. Foi impossível não ter vários orgasmos em cada encontro.
Pra você ter uma ideia, ele empurrava pra dentro da minha buceta, com o pau dele, a porra que tinha depositado lá poucos minutos antes, na transa anterior, e que tinha escorrido pra fora. Tive sorte. Era daqueles caras que não botam camisinha nem se pagarem. Eu disse, claro, que tomava cuidado, e que não tinha problema. Em algum momento ele quis fazer anal e eu recusei. Claro, não queria desperdiçar esperma. Quando a gente se despediu, ele confessou com certa culpa por ter cinco filhos, e a mulher grávida do sexto, de sete meses, de cama, em repouso. Ele não aguentou e saiu para procurar uma mulher… eu. Não o culpo. Um macho como ele se mostrou ser, não consegue ficar tanto tempo sem uma mulher. Nos despedimos e nunca mais nos vimos. Mas eu voltei para casa com minha buceta terrivelmente dolorida pela surra que levei e com David nas minhas entranhas… Depois veio a mentira de fazer você usar camisinha para não me “engravidar” de novo…

Muitas crônicas policiais começaram assim. O marido traído descobre que a mulher está grávida de outro, e para piorar, seu querido filhinho de dois anos não é dele, mas que sua mulher o concebeu rolando na cama com outro cara, e que ele nunca terá filhos com ninguém, já que é totalmente estéril. Então, pega uma arma de uma gaveta e dá cinco tiros à queima-roupa na mulher – a maioria na barriga – e depois de matá-la, se suicida. Ou pegando uma faca de cozinha grande, atravessa sua barriga a facadas, como se quisesse eliminar primeiro o pecado que cresce dentro dela, antes de matá-la. Ou em países nórdicos, que são mais frios, e os homens menos temperamentais e mais fleumáticos, talvez um bom tapa ou um lenço na cara da mulher, um belo portão batido ao ir embora para sempre, e na manhã seguinte a carta documento com o início do processo de divórcio por adultério…

Nada disso aconteceu comigo. Tive outra ereção, o que no meu caso, duas com poucos minutos de diferença é uma grande notícia. Deitei Janine novamente na cama, o que ela deixou fazer sem resistência, desabotoei novamente a cinta, penetrei-a de novo, e alguns minutos depois depositei minhas quatro gotas de sêmen de praxe, dentro dela. Sem conseguir que ela gozasse nada, é claro. No entanto, ela parecia muito feliz.

A partir daquele dia nossa relação mudou completamente. Cada um de nós conheceu perfeitamente bem o papel que tinha no casal e nos nos adaptamos e nos moldamos perfeitamente. Não exagero se digo que foi quase como nascer de novo. Ou pelo menos começar com um parceiro totalmente novo. Meu amor por Janine e David não só não diminuiu, como ficou muito mais intenso a partir daí, porque sei que tudo o que foi feito foi por amor a mim. Como era de se esperar, a partir daquele dia, ela sempre tomou a dianteira, menosprezando minha masculinidade sempre que podia e me comparando sexualmente com Modou e às vezes com outros homens, comparação na qual eu sempre perdia por vários corpos. Isso nos fazia gozar intensamente, e às vezes terminava em uma relação sexual. Um momento geralmente propício para isso era o do famoso ritual. Essa prática não só não desapareceu, como eu comecei a participar ativamente dela, levando em conta, pelas palavras dela, que eu era o principal responsável pelo estado dela. Assim, a partir daquele dia, eu ficava com ela na frente do espelho, dando minha opinião sobre as roupas que ela ia experimentando, as cores, os laços, tudo.
- Olha, Janine, esse vestidinho marca perfeitamente bem sua barriga e seus peitos. Olha como fica bem em você. - E eu me adiantava para alisar uma ruga formada sobre a barriga, que já estava proeminente, ou para sugerir encurtar mais as alças do sutiã, para levantar mais o busto e destacá-lo, ou usar tal ou qual número de cinta para grávidas, número que estava aumentando cada vez mais rápido, à medida que as semanas passavam.
- Logo não vai ter roupa que me sirva, grávida como estou de Modou. Olha. Essa cinta já quase não me serve, e olha que comprei há duas semanas. E o vestido? Olha como faz uma campanha na frente! Já não tem tecido que dê conta! Quando vi uma rola preta daquelas e aqueles testículos enormes, devia imaginar que ia acabar nesse estado… - E ela acariciava bem devagar a barriga e os peitos, enquanto eu ficava de pau duro. Então eu a jogava na cama e a penetrava. Ao terminar, a despia. Me custava cada Cada vez dava mais trabalho tirar a cinta dela. Teria sido impossível sem o fecho lateral, mas mesmo assim era difícil.
— O que você acha, hein? — ela me dizia então. — Olha que barriga enfiaram na sua esposa da sua alma! Quase não consegue me despir, hein? Corno impotente!
Então, eu pegava a fita métrica e media o busto dela, a barriga, e anotava na tabelinha. Os números cresciam dia após dia, e cada vez mais rápido.
— Logo você vai ter que me medir com aquelas fitas que usam na construção, porque essa fita métrica tá acabando! Já não dá pra muito mais! —
Então eu começava a passar o creme nela, primeiro nos peitos, devagar, e depois na barriga, com movimentos circulares, o que levava mais tempo e mais creme a cada dia.
— John, da próxima vez que comprar o creme pra barriga, traz o que vem em baldes de cinco quilos!
Depois, bem devagar, eu começava a vesti-la de novo.
— Pensar que debaixo dessa pele tão branca — ela dizia, apontando para a própria barriga enquanto eu colocava o sutiã — tem dois monstros tão negros e tão maus quanto o pai deles. Quase consigo vê-los, se agitando por aí, engravidando mulheres casadas.

Nossos passeios a pé pelo bairro eram habituais. Andávamos algumas quadras até o parque e depois voltávamos. No início, íamos de mãos dadas, como dois adolescentes. Mais pra frente, a partir do sexto mês, comecei a levá-la pela cintura — ou pelo que restava dela — porque ela começou a andar com as duas mãos cruzadas sob a barriga, para conseguir segurá-la melhor, apesar da cinta, que ela obviamente usava.
Em algumas ocasiões, eu ouvia sem querer os comentários que alguns vizinhos faziam quando passávamos. Por exemplo, uma vez, depois de um dos nossos passeios habituais, estávamos voltando para casa e passamos na frente de umas vizinhas de uns treze ou catorze anos que brincavam na calçada.
— Que pica enorme esse cara deve ter! Olha como ele deixou a mulher! — disse uma para a outra, quase num sussurro, impressionadíssima, olhando a barriga da Janine. — Você tá ficando famoso no o bairro graças ao Modou. – minha mulher sussurrou no meu ouvido. Mal chegamos, já transamos.
A partir do sétimo mês, ela começou a fazer roupas sob medida com uma costureira. Dizia que não havia vestido em lojas de grávida que ficasse bem nela. Tenho que concordar. A barriga dela, abrigando as duas bestas negras do Modou, já não cabia em vestidos de grávida convencionais. A partir desse mês, comecei a ter outros problemas. A barriga dela era tão grande que, quando íamos transar – sempre de frente, porque era a única posição em que eu conseguia tocar todas as paredes da buceta dela ao mesmo tempo –, eu quase não conseguia chegar nela, por causa do tamanho pequeno do meu pau e da distância que eu tinha que manter do corpo dela.
– Os filhos do Modou não querem mais que você me penetre. – Ela me dizia. – Já estão grandes e acho que estão sentindo falta do pai. E eu também sinto falta dele. Ou pelo menos sinto falta de uma parte dele. – Disse com ironia. – Vamos ter que arrumar algo novo pra você, John. Assim não dá pra continuar. – Ela me falou.
Alguns dias depois, ela me chamou no nosso quarto. Estava totalmente pelada, o que me surpreendeu muito, porque tirar a roupa dela era minha tarefa. Agora, vendo ela de pé e de longe, sem nada de roupa, até eu, que estava acostumado a vê-la todo dia, fiquei impressionado. Os peitos dela eram enormes, duros e empinados, certamente já cheios de leite. O tamanho dos sutiãs tinha aumentado tanto durante a gravidez que eu já tinha perdido a conta. Mesmo assim, os seios dela eram duas pequenas protuberâncias ao lado da barriga imensa, que ela apoiava num banquinho pra não cair pra frente. Parecia que ia estourar a qualquer momento.
– John, tenho dois presentes pra você. – Ela disse. – Como nós dois já sabemos, minha buceta não é mais pra você. Ficou grande demais pra você, e vou deixar ela para machos de verdade, que me façam gozar e que me engravidem se eu quiser. Além disso, você também quase não consegue gozar com ela. Então, te dou minha outra entrada, – disse, com um Um gesto mais do que expressivo - que vai ser exclusividade sua. – Há anos eu tinha tentado convencê-la disso e ela nunca tinha aceitado, então foi um momento de grande felicidade para mim. – Esse presente você vai poder aproveitar já. – Ela disse isso, deitando de lado na cama (não tinha outra posição possível por causa da enorme barriga). Devo dizer que, pela primeira vez na minha vida, o tamanho do meu pau foi uma vantagem para mim. Dizem que as primeiras relações anais são duras e difíceis, e que custa gozar com elas. Não foi esse o caso. Nós dois conseguimos chegar ao orgasmo na primeira. Estávamos felicíssimos.

– O segundo presente – ela disse alguns minutos depois, quando terminamos –, é que eu decidi procurar o Modou, porque como te falei, nós três precisamos do pai. E o presente é que quando ele me penetrar, você vai poder ficar do lado olhando. Talvez até eu me anime a uma dupla penetração, assim você não precisa ficar se masturbando. O que acha? – Mas Janine! Olha o estado em que você está! Você acha que a rola daquele cara vai caber em você agora? Você não tem espaço dentro! Ele vai te rebentar! – Deixa comigo. – Ela disse, muito segura de si. – Amanhã vamos ao African Food. Vou deixar o David com meus pais.

No dia seguinte, pela primeira vez em muito tempo, ela se vestiu sozinha sem que eu estivesse presente, e depois me chamou. Quase caí de susto. Ela tinha colocado um dos vestidos feitos sob medida. Era totalmente branco, exceto por um pequeno laço azul celeste abaixo do busto que terminava caindo sobre a barriga, mas o que mais impactava era que, perto da parte da frente da barriga, ele era finalizado por dois enormes laços pretos, um de cada lado, que cobriam boa parte da extremidade da sua barriga gigante. Além disso, ela tinha se maquiado com muito esmero. Havia muito rímel ao redor dos olhos dela. Se não fosse pelo estado dela, qualquer um teria achado que ela se dedicava a vender seus encantos em hotéis baratos.

– Fica claro o que os laços representam, né? – ele perguntou.
- Para mim está bem claro.
- Por enquanto é nosso segredo. Logo vamos compartilhar com Modou.

Seguimos de carro até o African Food. Assim que chegamos, foi fácil encontrar Modou. O tamanho absurdo daquele animal fazia com que ele não passasse despercebido. Ele estava em um intervalo musical e estava no bar, conversando intimamente com uma loira esbelta e escultural. Modou falava coisas no ouvido dela e a loira sorria. Não tive mais dúvidas sobre as intenções do negro quando vi brilhar um anel de casada no dedo anular da mulher. Minha esposa se aproximou decidida dos dois – eu fiquei um pouco para trás – e disse:
- Modou!

O negro e a loira se separaram, e minha mulher aproveitou para enfiar sua enorme barriga entre eles. Os dois olharam para ela surpresos.
- Olha só – disse minha mulher, se dirigindo à loira e acariciando a própria pança – se eu não tivesse dado bola para esse cara há alguns meses, hoje teria a barriga chapada, e não estaria convertida na baleia encalhada que você vê.

A mulher ficou toda vermelha e, sem dizer uma palavra, se afastou dali. Modou olhou para Janine com a testa franzida. Claramente não se lembrava dela.
- Eu seria a sua número dezessete, mas na verdade sou sua número dezessete e dezoito, porque você me engravidou de gêmeos, e este aqui é meu marido. – Ela moveu o corpo imponente que estava entre o negro e eu, e pela primeira vez Modou reparou em mim. De repente, ele deu um salto para trás, achando que eu vinha cobrar satisfações, e esperou que eu sacasse um revólver ou uma faca para atacá-lo.
- Fica tranquilo. Meu marido é um corno reverendo, e tem curtido essa gravidez muito mais do que eu, que sou quem carrego essa barriga há meses, e também muito mais do que você curtiu no dia que se encarregou de me deixar assim. Ele não vai te fazer mal nenhum. Só queremos relembrar os velhos tempos, especialmente o dia em que você me encheu por dentro, mas dessa vez meu marido quer participar. O que você acha?
Cinco minutos depois estávamos no carro, voltando para casa. Chegamos pouco depois, e dez minutos mais tarde estávamos no quarto. Janine sentou-se com dificuldade na cama, abriu a braguilha de Modou e tirou o espetacular pedaço de carne moreno. Ao começar a acariciá-lo, o sabre ficou ereto e começou a se estender. Minha mulher colocou-o na boca e começou um boquete. O membro incrível não parava de crescer; não só apenas a ponta cabia na boca de Janine, mas ela tinha que fazer um enorme esforço separando as mandíbulas para que tamanha grossura passasse por sua boca. Naquele momento, já tinha o comprimento do antebraço da minha esposa.

Em determinado momento, ela o tirou da boca e, pegando do criado-mudo um frasco de vaselina, começou a untá-lo da ponta até a raiz, o que levou um tempinho, a julgar pelo tamanho do membro.

— Desta vez quero gozar. Não que me destrua. — Você, corno — disse, dirigindo-se a mim. — Me monta por trás.

Assim, ela deitou de lado na cama, como tínhamos feito no dia anterior, e eu, que com toda essa preparação já estava excitado, a penetrei. Depois fomos nos movendo com grande dificuldade devido à gravidez dela, até que eu fiquei embaixo e ela em cima, penetrada por mim por trás, e com sua buceta exposta ao negro, que tinha seu membro enorme e brilhante por causa da vaselina que Janine havia passado. Devo dizer que, vendo uma ferramenta daquelas, nunca teria acreditado possível que aquela besta pudesse ter possuído minha esposa, se não fosse porque os resultados saltavam à vista e tinham deixado minha mulher bem deformada. O negro apontou seu sabre para a buceta de Janine (eu já não via, pois ela tapava minha visão), e em determinado momento ouviu-se:

— Aaahhhhggggg! — gritou minha esposa como se estivesse desmaiando.

O negro começou sua lenta, mas imparável, entrada no corpo da minha mulher.

— Ooohhh! — Modou avançava inexoravelmente.

Eu não via nada, mas comecei a sentir o monstro com meu próprio pau. À medida que... que entrava, fazia mais pressão no meu pau, já que preenchia o pouco espaço que ainda restava dentro da minha esposa. Finalmente a pressão ficou tão grande que me expulsou do cu da minha mulher. Fiquei então de lado, depois que consegui sair de debaixo dela, e observei, já de fora, toda a operação. O negro já tinha enfiado tudo, e estava bombando cada vez mais rápido. A pele da barriga da Janine brilhava muito, estava esticadíssima, parecia um balão prestes a estourar. As bolas do negro eram duas imensas bolas de sinuca que batiam a cada enfiada contra as coxas da minha mulher.

- Vai! Mostra pro corno impotente do meu maridinho como se faz pra engravidar uma mulher. Como se deixa ela transformada numa vaca bem prenha. Claro, ele não tem muito o que balançar entre as pernas pra poder aprender muito! – E enquanto o negro a fodia selvagemente, ela pegou minha mão e começou a passá-la pela barriga, me obrigando a acariciá-la. – Olha como crescem os males que o Modou plantou nas minhas entranhas! Aprende, corno, porque você também é responsável por eu estar assim!

À medida que a frequência das bombadas aumentava, mais excitados eles ficavam. Graças à vaselina, minha esposa estava gozando horrores e não sofria tantas dores como da primeira vez. É verdade também que da primeira vez o negro a tinha desflorado (eu, como antecedente sexual da Janine, obviamente não conto), e como já tinha adaptado ela ao tamanho dele, mesmo que parcialmente, agora para minha esposa era mais prazer do que sofrimento.

- Vai, cavalo! Vai! Continua inflando sua gostosa! Me engravida tanto que eu não consiga mais andar até parir seus filhos! Que o meu maridinho corno se encarregue de me levar de um lado pro outro! Se não serve pra outra coisa! Se prepara, corno, pra me ajudar a carregar a barriga que o Modou está me fazendo!

Finalmente, o negro chegou ao orgasmo e começou a gozar dentro da minha esposa. Janine chegou ao dela durante as primeiras jorradas do negro.
- Quando der à luz seus filhos, quero que me engravide de novo e me deixe ainda mais gorda!! Mostre pro meu maridinho o que é um macho de verdade!! Me mantenha sempre bem rechonchuda, que o corno esqueça completamente a época em que tinha uma mulherzinha com cinturinha de pilão e peitos de Barbie! Quero ter sempre uma barriga e seios de mulher cheia do seu homem, do seu garanhão!

Isso e outras coisas Janine disse durante o clímax, até ir se acalmando. Modou começou a retirar seu portento da vagina da minha esposa, o que foi muito mais rápido do que quando a engravidou, devido à lubrificação intensa. Finalmente, poucos minutos depois, os três estávamos de costas na cama (eu com um espaço bem pequeno, pra ser sincero).

- Modou, quero que reconheça essas crianças que vou parir como seus filhos. Eu não quero criar mais crianças. Só gosto de ficar grávida. Pode mandá-las pra Nigéria com algum parente seu…
O negro teve um momento de dúvida e pouco depois sorriu com a expressão maliciosa que todos conhecíamos.
- Tá bom – disse com sua voz grossa. – Eu cuido disso.

Não quis pensar muito sobre onde essas crianças iriam parar aos cuidados de algum “parente” do Modou, mas tive a sensação de que ele acabara de ter uma ideia de negócio magnífica e que, a partir daquele momento, multiplicaria seus esforços para engravidar mulheres brancas e depois cuidar do “produto” gerado. O que também ficou claro pra mim é que eu teria que convencer nossos pais, parentes e amigos de que as crianças haviam nascido mortas por algum problema no parto.

Escolhi uma clínica longe da nossa cidade para Janine dar à luz os filhos de Modou, sem nenhum conhecido por perto durante os nascimentos. Usei como desculpa algum problema burocrático com o plano de saúde que me impedia de buscar uma opção mais adequada. O último mês foi bem complicado. Janine praticamente não conseguia se mover. Tinha que ficar deitada longas horas do dia… de costas na cama. Seus movimentos eram lentos, e só dentro de casa para comer ou ir ao banheiro. Eu, como marido devoto, continuava passando os cremes nos seios e na barriga. Era um grande trabalho conseguir tirar a cinta de grávida para deixá-la nua. E muito mais difícil era colocá-la de volta. Era quase impossível encaixar os dois lados do fecho lateral, simplesmente porque minha mulher já não cabia mais ali. Nas últimas duas semanas, o ritual do espelho também foi interrompido, não tanto porque ela quase não conseguia mais ficar de pé, mas porque não havia mais vestido que servisse nela.

– Isso é incrível – ela me dizia. – Nunca na vida pensei que poderia ocupar tanto espaço. Estou feita um balão enorme. – E acariciava a própria barriga até onde conseguia alcançar. – Esse filho da puta preto do Modou Moussa é um garanhão incomparável.

Quando começaram as primeiras dores, corremos para a clínica. É notável a sensação de respeito pelo marido que o tamanho da barriga da esposa prestes a dar à luz causa nos outros. Ou pelo menos, foi assim que me pareceu. As enfermeiras se desdobravam para me atender. Quando a levaram para a sala de parto, dei um grande beijo nela e desejei boa sorte. Apesar da porta dupla, dava para ouvir o tempo todo os xingamentos da minha esposa contra Modou e, muito raramente, contra mim.

– Modou!! Reverendo filho da puta!! Olha as bolas de carne preta que eu tenho dentro por causa do seu pau!! Elas estão me destruindo ao sair!! Não aguento mais!! John, otário e corno!!! Por que você deixou o negro me fazer isso??

Depois do parto, claramente marcado pelo choro forte dos filhos de Modou, um primeiro e o outro minutos depois, duas enfermeiras saíram para me comunicar que minha esposa “e seus filhos, senhor”, estavam bem. As duas trocavam olhares de cumplicidade e não conseguiam evitar o riso. Elas pronunciaram bem devagar as palavras “seus filhos”.

Quando finalmente vi Janine de novo, já aliviada de sua carga impressionante, ela me recebeu com um sorriso. Cuckold, não se preocupe, logo estarei prenha de novo. - Foi tudo o que ela me disse. Depois, entregaram as crianças, uma após a outra, para ela amamentar. Acho que eram mais escuras que o pai e, para mim, indistinguíveis. Quando perguntaram a Janine o nome dos dois, ela disse que "o pai decidiria quando os visse". Comigo presente, a situação foi hilária para as enfermeiras, que saíram antes que suas risadas explodissem no quarto. De dentro, eu as ouvia rindo no corredor.

- É a primeira vez que vejo isso em todos os meus anos aqui! - disse uma - Esse cara é um idiota.
- Não. É um corno manso daqueles. - completou a outra.

Ficaram assim, vários minutos aos gritos, sem decidir em que categoria eu me encaixava, até que, de repente, Modou apareceu com um buquê de flores, e ambas se calaram. Durante o tempo que ele esteve presente, se desdobraram para atendê-lo, como haviam feito comigo antes do parto. Comigo, me ignoraram completamente. Modou deu um beijo na boca da minha mulher, a parabenizou calorosamente e, depois de um tempo, disse que iria iniciar os trâmites para reconhecê-los. Dois ou três dias depois, quando estávamos saindo da clínica, ele veio com uma mulher negra imensa, de uns trinta anos, que nos apresentou como sua irmã, e, tendo já reconhecido seus filhos, minha mulher aceitou a entrega legal, que foi feita sem nenhum problema. Foi tudo tão rápido e fácil que me faz pensar que essa situação não deve ser tão estranha, apesar do que as enfermeiras disseram. Pelo visto, o mundo está cheio de cornos felizes.

Já se passaram seis meses desde o nascimento dos filhos de Modou e minha esposa. Janine já se recuperou da gravidez e do parto. Apesar de o médico ter dito que é melhor esperar pelo menos um ano a um ano e meio para ter outro, minha mulher mal pode esperar para ficar prenha novamente. Eu também não. Sentimos saudades da sua enorme barriga, do ritual em frente ao espelho, dos passeios no parque sob o olhar inquisitivo dos Vizinhos, as experiências novas dia após dia enquanto o corpo dela se deforma, os vestidos novos para futura mamãe e aqueles que já não servem mais. Os sutiãs reforçados e as cintas para grávidas. Os laços enormes. Enfim, tudo. Esta noite temos um convidado para jantar. Bom, não só para jantar. Modou não se contenta apenas com uma boa refeição. Ele gosta especialmente da sobremesa. E como Janine está ovulando neste momento, é o bolinho que faltava.

- Olha como estou agora – ela me dizia à tarde enquanto estava de roupa íntima; um lindo conjunto branco de renda que comprou especialmente para a ocasião. – porque daqui a alguns meses, desta cinturinha e deste busto você só vai se lembrar pelas fotos. Esta noite o negro Modou Mousa vai estrear este conjuntinho, e amanhã já estarei engordando, bem grávidinha, como deve ser.

Eu, mal posso esperar para que o ato se consuma, para que o sêmen fértil e grosso do negro se encontre dentro da minha mulher, engravidando-a, deformando-a, transformando-a numa vaca, numa sexy girl, numa baleia, ou no que ela quiser ser. E eu, sou o homem mais feliz do mundo. Porque sei que tudo o que acontece, é por amor a mim.

4 comentários - Mi Esposa Preñada Por Un Mulato 2

Eres el tipo más Hp en la vida . . Mereces la muerte ojala qué sea mentira xq de panaqué eres un pendejo y un hp de los grande
Ese texto está inspirado en mucho racismo...
Muy racista, no tiene nada de especial una cosa como estas. Da asco leer esto.
en donde vez algun texto racista no hay ningun parametro de racismo es sexo interracial esta hasta en las pelis y comics porno