
Capítulo Catorze—Tá vendo? Já tô com a pica dura, cavalinho — disse ela apertando minha pica.
—É… — Eu não conseguia resistir.
—Faz uma semana que não te vejo, tava se escondendo de mim? Será que não gosta desse corpinho? — disse ela amassando as tetas enormes e gigantescas dela.
—Olha que você é uma puta com todas as letras, hein, não tem jeito… — falei pra Luciana. Ela tava ajoelhada na minha frente, segurando minha pica com a mão e me encarando. A gente tava no estacionamento de uma balada que fui com uns amigos depois de fazer umas provas. Ela me viu lá, do nada, me pegou pela mão e me arrastou pra lá. E não tem muito mais o que dizer… antes que eu pudesse fazer alguma coisa, ela já tava entre minhas pernas puxando minha pica…
—Fica dura à toa… — ela me fazia gemer, a putinha. Chupava com força, rápido. Eu tava encostado numa parede, os dois escondidos no escuro entre os carros. O que eu podia fazer? Vendo ela assim na balada, com uma minissaia tão curta e transparente que mal escondia a bunda linda e enorme dela. Uma blusinha com um decaimento foda que fazia as tetonas dela explodirem, umas botas de cano alto, maquiagem de pornstar… não dava pra fazer nada, só de olhar já fiquei duro…
—Você quem pediu — falei, mais que tarado. Agarrei ela pela cintura e virei ela de costas contra a parede, bruto. Baixei a calcinha dela e, sem dó, passei meus dedos na buceta dela. Tava toda molhada já. Mas não ia ser tão fácil. Molhei meus dedos nos fluidos dela e besuntei o cu dela. Apoiei a ponta da pica enquanto pressionava com meu corpo, deixando ela presa. Ela só ria. Enfiei a pica de uma vez só até o talo.
—Aaaahhh, seu filho da puta! Mete no meu cu! — gritou. Queria gritar? Comecei a bombar, agarrando as tetas dela. Tirei elas pra fora da blusa pelo decote. Não tinha jeito, peitão era minha obsessão, e a Luciana tinha um dos maiores que já vi na vida. Apertei eles enquanto minha pica entrava e saía do cu dela.
—Assim, puta!… ¡Assim!... Mais forte! Não consegue mais forte, seu filho da puta?!... Mais forte!! — Ela gemia fora de si. Deus... eu tava comendo ela com toda a raiva e ela pedia mais. Eu comia ela violento, esmagando ela contra a parede, não tinha piedade... e a Luciana tava curtindo como nunca. Gozei dentro do cu dela sem aguentar mais. Joguei jatos de porra dentro do reto dela sem parar. Apertei os peitos dela com força. Luciana soltou um grito que ecoou no estacionamento.
— Huuuff, caralho!!!... mmmm... você me fez gozar três vezes, seu arrombado — ela falou, arrumando o cabelo loiro. Eu tava ofegante, sem dizer nada.
— Depois a gente fala, foi gostoso, beijinhos — ela disse e saiu andando como se nada tivesse acontecido.
Saí da balada sem mais. Mesmo ainda com vontade de meter mais umas gozadas na Luciana, era melhor vazar. Ela tava certa, eu tava evitando ela. Fazia uma semana que eu evitava qualquer encontro com a Luciana ou a Jazmín, até com a Jessie. Desde o aniversário dela, eu tava com um medo do caralho de que a Jazmín soubesse das fotos.
Deixei passar uns dias por via das dúvidas, dando desculpa de trabalho e estudo. Mas a Jazmín também não deu sinal de que sabia delas. Ela me ligou duas vezes na semana e também falou que tava com muito estudo.
"Sinto falta daqueles momentos que a gente sempre tinha à tarde, quando você chegava cedo e a gente ficava só nós dois. Lembra? A gente conversava sobre tudo. Sinto sua falta..."
Mensagens assim que a Jessie mandava pro meu celular. Essas mensagens me enchiam de vida. Não sei como aguentei não ir no colégio dela. Tinha um encontro com ela no cinema, isso me enchia de esperança. A Jazmín não tinha falado nada, então achei que ela não sabia das fotos. Mas acho que era só uma desculpa que eu usava pra ver a Jessie e não pensar no resto.
Por sorte, naquele domingo, não tive notícias de ninguém até a noite. Passei o dia colocando o trabalho em dia e essas coisas. Essa relação com as três irmãs tava me consumindo vivo.
"Tô com tanta vontade de que já seja... amanhã..."
A Jessie me mandou uma mensagem por volta das 22h. Eu adorava ler ela, me enchia de energia e emoção só de ouvir que tinha chegado uma mensagem dela. Sem falta, toda noite ela me mandava um texto dizendo:
"Já vou dormir, te mando um milhão de beijos =D"
Era um amor… eu imaginava ela assim, tão linda dormindo de pijama, que destacava todo aquele corpaço… Deus… não conseguia parar de pensar nela! Por sorte, finalmente chegou o dia do cinema.
Me senti um adolescente enquanto caminhava até o colégio da Jessie. Sentia umas coisas no estômago e um pouco de nervoso. Esperei a umas quadras por 20 minutos que pareceram dias inteiros. Até que vi a Jessie virar a esquina. Fiquei olhando pra ela, besta. E se tinha algo que me obcecava era a Jessie… Ela realizava cada uma das minhas fantasias e qualquer outra que eu ainda nem tinha imaginado. Meu anjinho, desde que a conheci, estava mais solta (embora ainda fosse uma garota tímida, apesar de tudo). Apesar do uniforme folgado, dava pra ver o corpo atlético dela. A cinturinha fina… as pernas… Mesmo ainda tentando esconder aquele corpaço debaixo de roupas um número maior, não eram tão largas como antes. Ver as pernas dela se mexendo debaixo da saia era algo que deixava qualquer um besta… e nem preciso falar de olhar pro peito dela e ver como aqueles peitões enormes se destacavam debaixo da camisa, com a gravata caindo no meio deles.
A Jessie me viu e sorriu de um jeito que parecia que saía uma luz dela… Isso me deixou ainda mais bobo. Uma carinha doce e meiga, com olhos grandes cor de céu. O cabelo loiro dela estava bem mais comprido do que quando tudo começou, ela usava preso num rabo de cavalo. Lembro que quando vi a Jessie pela primeira vez, o cabelo dela batia no ombro. Quando ela chegou até mim, levantei do banco e ela, sem mais, me abraçou. Enfiou a cabeça no meu peito e se agarrou em mim com força.
— Senti sua falta… — ela disse. Levantou a cabeça e encontrei o olhar dela, daqueles olhares que fazem os homens fazerem qualquer coisa por Uma garota. Não me importei que nos vissem, beijei ela com doçura. Senti eletricidade ao tocar os lábios dela. Jessie levantou um pé ao me beijar. Foi um beijo perfeito.
Caminhamos em silêncio por algumas quadras. Eu estava com as mãos nos bolsos e Jessie segurava meu braço, colada em mim. Éramos um casal de apaixonados passeando. Andamos pelo centro até chegar no complexo de cinemas quase sem falar. O estranho e ao mesmo tempo muito reconfortante era que eu não me sentia nada desconfortável em ficar em silêncio com ela.
— É seu dia, você escolhe o que quer ver... — Jessie já não ficava mais vermelha (tanto) quando eu elogiava ela. Só me olhava com um sorrisão. Colocava o dedo na boca e olhava o cartaz do cinema, pensando qual escolher. Poderia ter passado horas vendo ela fazer isso. Esses pequenos detalhes nela me fascinavam...
— Podemos ver esse? Li críticas boas — Ela disse apontando para um filme dramático. Comprei os ingressos, um balde de pipoca e refrigerante. Jessie não parava de sorrir, se fosse menos tímida, estaria pulando pra todo lado com certeza. Eu olhava pra ela sem parar, quase não conseguia tirar os olhos dela. Era meu anjo da perfeição e queria que nunca mudasse, que ficasse assim pra sempre.
Quando entramos na sala, notei que estava vazia. Só entrou um casal que sentou quase na primeira fila e um senhor de uns 60 anos duas fileiras abaixo de nós, mas longe, num canto. Levei Jessie pra última fila, no meio. Ter Jessie sentada do meu lado de novo me fazia sentir os pés no ar. Ela se aninhava no assento, se recostando no meu ombro. Comia pipoca de uma em uma, bem devagar. Eu olhava e olhava pra ela.
— Ai... por que você fica me olhando tanto? — Ela perguntou rindo.
— Porque você é a coisa mais linda que eu já vi na vida — Falei, e ela ficou me olhando nos olhos, soltando um suspiro profundo. Me aproximei dela e beijei ela suavemente. Me enlouquecia sentir aqueles lábios carnudos e macios. Jessie tinha gosto de caramelo. Comecei a sentir calor... muito calor. calor. Beijar a Jessie me deixava louco. Mas não queria ser sempre o depravado sexual que acabava metendo nela em qualquer lugar. Essa era uma saída romântica que eu tinha prometido a ela. E também tinha prometido a mim mesmo ser um cavalheiro com ela.
– O filme vai começar – falei quando as luzes se apagaram. Jessie se acomodou e eu a envolvi com meus braços. Tinha que me controlar. Mas o filme, apesar de ser bom, me entediava. Então, quando meus olhos se acostumaram com a escuridão, comecei a olhar para Jessie de novo. Ela estava super concentrada no filme. Olhei para as pernas dela… cada dia que passava, Jessie ficava com um corpo mais gostoso, mais atlético. Olhei para os peitos dela, era incrível, pareciam maiores. Os dois enormes volumes que se formavam debaixo da camisa me enlouqueceram de ver os peitos dela… fazia dias que não os tocava… meu pau começou a pulsar dentro da calça. Desviei o olhar dos peitos dela… observei o rosto dela, Jessie bebia refrigerante pelo canudo. Era excitante vê-la… parecia que estava chupando meu… Deus, não conseguia parar de ficar com tesão olhando para ela. Olhasse para onde olhasse, tudo nela me fazia subir a temperatura, meu pau endurecia… minha mente se perdia… meu braço que a envolvia pelos ombros se moveu um pouco… lentamente, desci minha mão até o peito dela e comecei a acariciá-lo.
– Ai, para… – sussurrou Jessie, rindo baixinho. Ela gostava, e isso me deixava ainda mais louco de desejo. Era uma brincadeira para ela.
– Só um pouquinho… – sussurrei no ouvido dela e apertei o peito dela com a mão por cima da camisa. Jessie deu um pulinho. Comecei a fazer círculos com o dedo onde estava o mamilo dela… ele endureceu e dava para sentir através do tecido.
– Vão nos ver… – ela disse, rindo e olhando para mim. Quando virou o rosto na minha direção, os lábios dela encontraram os meus. Não foi mais um beijo suave, eu a beijei com paixão, puxei ela para perto e comecei a beijá-la, movendo nossas línguas. Jessie se perdia… eu sabia que aquilo a desmontava… Segurei a cintura dela com uma mão enquanto com a outra massageava os peitos dela. Peitos por cima da camisa. Comecei a beijar o pescoço dela, Jessie respirava mais forte.
—Nos... podem... ver... — Ela falava com a voz entrecortada...
—Estamos no escuro, ninguém nos vê... — Eu garantia sem parar de beijá-la. Jessie ia falar algo, mas minha mão enfiou entre as pernas dela apertando. Ela afundava a cabeça no meu peito suspirando forte. Empurrei pra cima o apoio de braço que atrapalhava. Peguei as pernas da Jessie e coloquei por cima das minhas. Ela, tímida, me abraçava. Minha mão fuçava entre as pernas dela e enfiava por baixo da saia. Minha língua brincava com a dela. Puxei pra um lado a calcinha de algodão dela e comecei a esfregar o clitóris. Jessie apoiou a cabeça no meu peito e se agarrou na minha camiseta com as mãos. Meus dedos se moviam rápido na buceta dela. Jessie mordia minha camiseta e mexia os quadris instintivamente.
—Mmmmmmmm... — Eu sentia ela gemer abafado. Enquanto um dos meus dedos esfregava o clitóris, outro entrava e saía. Jessie já tava perdida, super excitada, fora de si. Acariciei os cabelos dela ao sentir que tremia. Que cravava as unhas. Que mordia meu peito. Ela tava gozando na minha mão.
—Huummmmmmmm... — Gemeu longo e ficou parada. Respirava forte, ofegante. Me olhou toda corada. Beijei ela de novo e ela me beijou... Enquanto fazia isso, abaixei o zíper da minha calça e direcionei uma das mãos dela pra lá. Jessie ficou nervosa. Mas tinha aquele sorriso safado que eu amava. Olhou pra todos os lados.
—Ninguém nos vê, princesa... — Sussurrei no ouvido. Senti a mão dela entrar na minha calça e pegar meu pau. Me sentia no paraíso. Jessie não era mais nenhuma inexperiente... e não demorou muito pra tirar meu pau pra fora. Ela ria sozinha com a boca fechada olhando pro meu pau. Apertava ele com a mão e olhava em volta pra ver se alguém nos via. Eu beijava o pescoço dela e isso a excitava... a mão dela começou a se mover de cima pra baixo me masturbando. Era uma delícia... me recostei pra ficar confortável e curtir a punheta. Mas Jessie se separou de mim, olhou de novo pra todos os lados lados, e depois, rindo, ajoelhou-se no chão e, sem mais, deu uma lambida no meu pau. Deus... Aquela lambida me deu um choque elétrico. Ela lambeu várias vezes, me fazendo gozar de um jeito que só a Jessie conseguia. Depois, foi colocando ele na boca... sentia o calor dos lábios dela envolvendo meu pau e a língua se mexendo... Deixei ela fazer o que quisesse... Ela chupava meu pau devagar, saboreando, como se não provasse aquele doce há muito tempo. Enquanto ela continuava nessa, notei que o velho de 60 anos que estava longe da gente olhava pra nós. Sabia disso pelo reflexo dos óculos que ele usava. E eu tava tão pouco me lixando que o velho levantou e veio andando na nossa direção. Sentou uns 4 assentos da gente e ficou olhando fixo... olhava a Jessie chupar meu pau. Me excitava pra caralho ter aquele velho que nem em sonhos conseguiria uma mina como a Jessie mamando no pau dele. Me sentia poderoso. Antes da Jessie perceber, tirei ele da boca dela e puxei ela pra perto, beijando. Fui sentando ela em cima de mim, ficando de frente um pro outro. Puxei a calcinha dela pro lado e coloquei meu pau na entrada da buceta dela. Jessie me olhava fixo e não parou quando fui descendo ela até enfiar todo o meu pau nela. — Huuufff… Mmmmm… — Ela bufava, segurando todo gemido. Me abraçava forte. Peguei nas nádegas dela e levantei um pouco... pra depois deixar ela cair. Cada vez mais rápido, eu fazia ela subir quase até tirar todo o meu pau e enfiava de novo. Jessie tinha a cabeça apoiada no meu peito e não percebia o velho. Esse, quando olhei, tinha o pau pra fora da calça e tava se masturbando. O velhinho tava durasso! Ele tinha o olhar cravado na penetração. Se eu fosse o velho e visse aquela colegial gostosa enfiando um pau no meio de um cinema, também ia ficar desse jeito. — Mmmm!.. Mmmmm!.. — Comecei a levantar a Jessie e a descer ela tão rápido que ela começou a cravar as unhas nas minhas costas de novo. Ela tinha os joelhos em volta de mim. minha buceta praticamente pulava no meu pau. Ela tremia de novo em outro orgasmo... e enquanto isso, aproveitei pra virar ela, Jessie se deixava levar do jeito que eu quisesse... Coloquei ela de costas pra mim e sentei ela de novo.
-Aihhmmm... Meu... Deus... Mmmmmmm- Ela tentava falar alguma coisa, mas meu pau se enterrou de novo na buceta dela. Ela se recostou em mim e eu aproveitei pra abraçar ela. Com uma mão peguei nos peitos dela e apertei com força. A outra tava na virilha dela, esfregando o clitóris. Jessie já não tinha mais nada pra morder. Então ela apertava os dentes pra não fazer barulho.
O velho olhava de boca aberta e batia uma forte. Respirava de um jeito que parecia que ia ter um ataque cardíaco. Eu mexia minha cintura por baixo de Jessie e penetrava sem piedade. Ela se contorcia em cima de mim sem saber onde se segurar. Eu apertava os peitos dela por cima da camisa.
-Mmmmmmmm...- Jessie gemia, tentando se segurar pra não fazer barulho. Num momento, ela virou a cabeça pro lado e viu o velho. Jessie não disse nada, só ficou olhando pra ele. Meu pau continuava entrando e saindo dela. Jessie respirava pesado. Os peitos dela pareciam que iam explodir por baixo da camisa. O corpo dela se contorcia, começava a tremer num orgasmo violento. Ela não parava de olhar pro velho, de ver ele batendo uma pra ela.
-Huummmghhhhhhhh- Ela gemia apertando os dentes, gozando sem mais conseguir se controlar. Mas eu ainda não tinha gozado e ia dar pro velho o espetáculo da vida dele. Tirei Jessie de cima de mim e ela, como se lesse meus pensamentos, se ajoelhou no chão. Tava meio tonta. Sozinha, pegou meu pau com a mão e começou a bater uma pra mim. Eu já quase não aguentava mais a situação, tava perto de gozar. E quando Jessie deu uma lambida, não aguentei mais e comecei a gozar jorrando na cara dela. Jessie abria a boca e deixava meu gozo lambuzar ela toda. O velho segurou o peito e também gozou. Mal soltou uns jatos. Ficou olhando pra gente, quase sem fôlego, enquanto Jessie lambia meu Pau. Ela passou os dedos no rosto e engoliu minha porra… era incrível como ela tava excitada. Mas depois que terminou, ela olhou pra mim, olhou pro velho e ficou totalmente vermelha. Rapidamente sentou do meu lado, se escondendo do velho.
— Já acabou o show... — falei pro velho. Mas ele chegou mais perto, alguns assentos na nossa direção, e ofegante disse:
— Pago o que for pra ficar com ela, o que for, é só falar o preço, grana não é problema… — Jessie se escondia atrás de mim, com medo.
— Tenho que dizer que não… — falei rindo.
— Beleza, sei quando tão me dando um não… mas vou deixar meu cartão mesmo assim, o que for por ela… — ele disse e me deu o cartão. Depois se levantou meio cambaleando e saiu da sala. Ela olhou pra ele, escondendo a carinha de anjo no meu braço.
O casal que tava no cinema nem percebeu o que rolou. Quando saí com a Jessie da sala, ela se escondia no meu braço, com medo e envergonhada. Eu olhava pra ela, sorrindo. Jessie, mesmo assim, me olhava e ria, meio sem graça. Tava toda corada e com o cabelo bagunçado.
— Que vergonha… aquele senhor… — Jessie me disse quase sussurrando. Eu ri.
— Aquele senhor quase morreu de ataque cardíaco te olhando... — Jessie me olhou meio séria.
— Aquele senhor é meu… professor… de história… — A notícia caiu como um balde de água fria. Por isso Jessie tava tão envergonhada. Ela ficou me encarando séria por uns segundos. Mas não aguentou mais e soltou uma risada encantadora.
— Não foi tão ruim ter plateia, né?... — perguntei.
— Na real... não me incomodou... saber que tavam nos olhando... foi algo... explosivo, realmente explosivo — Jessie sempre me surpreendia de algum jeito. Eu beijei ela na hora.
— Cada dia te quero mais, se é que isso é possível — Jessie só me olhou e sorriu largamente, feliz. Saímos pra rua e caminhamos um pouco de mãos dadas. Jessie, como se nada tivesse acontecido, começou a me contar coisas da escola, que tava tirando notas muito boas em educação física e em desenho, que uns caras chegavam pra conversar com Ela. Isso me deixou com um pouco de ciúme, ao mesmo tempo que tava preocupado com o que ia acontecer com aquele professor que nos viu no cinema…
—Mas nunca vou dar importância pra isso… Eles são tão imaturos… — Ela disse, e era verdade. Se tinha uma coisa que eu tinha com a Jessie era confiança pra deixar ela fazer o que quisesse, sabendo que ela sempre ia me deixar satisfeito.
—Jessie, se aquele professor tentar fazer alguma coisa com você, corre, grita e chama alguém, ou me liga, ok? — Falei, já sem me segurar. Tinha ficado preocupado. E dessa vez foi a Jessie que me acalmou.
—Tá bem, mas acho que ele não vai fazer nada… — Ela disse com segurança. Naquele instante, ouvimos uma voz.
—Olá, olá — Olhei pra trás e, saindo de um bar, estava a Luciana. Ela nos olhou de cima a baixo com um sorriso malicioso.
—Tão se divertindo no cinema, pombinhos? — Ela disse, olhando pro celular.
—Foi o cinema que prometi pra Jessie — Respondi meio seco.
—Mmm… Bom, sinto estragar o rolê de vocês, mas tenho que bater um papo com minha irmãzinha. E agora é o momento ideal. — Disse Luciana, pegando a Jessie pela mão e puxando ela pra longe de mim. Jessie me olhou e baixou a cabeça. Eu ia pegar a Jessie pela mão e trazer ela de volta, mas a Luciana balançou a cabeça, dizendo que não. Entendi que ela tinha poder sobre mim e que eu tinha que ceder às loucuras dela.
—Bom, vou deixar você se despedir do seu namorado… Ah, desculpa se não for seu namorado! — Disse Luciana, rindo. —…Vai lá, dá um beijão gostoso nele, vai… — E empurrou a Jessie na minha direção. Olhando pra Luciana, a Jessie, que também tava submissa às ordens da irmã, ficou na ponta dos pés e me beijou.
—Assim que eu gosto! Que lindos que vocês são! — Continuou rindo a Luciana. —…Agora vamos, irmãzinha, temos um monte de coisa pra fazer, coisa de mulher — Disse e levou a Jessie pela mão. Porra, o que será que a Luciana tramava com a Jessie? Não podia fazer nada, a Luciana sabia de tudo e eu tava com medo dela falar com a Jazmín. Me senti impotente… com a Jessie não… mas não dava pra fazer nada. Então, arrastando os pés, fui embora. casa.Capítulo QuinzeJá fazia um tempão que eu não via a Jazmín… todos os sinais indicavam que ela tinha visto as fotos, não tinha outra opção. E desde aquele dia, a Jessie também tava meio estranha. Não me mandava mensagem no celular como sempre fazia. Alguma coisa tava rolando e eu não sabia o que era.
Será que um dia a gente vai poder ficar junto de verdade?
Essa era a última frase de um e-mail que a Jessie tinha me mandado. A frase não saía da minha cabeça. E se eu fugisse com ela pra nunca mais voltar? Que nem nos filmes. No fundo, só queria estar com ela… mas também tava namorando a irmã dela, tava pegando a mais velha e… sou um merda. Sim.
Olhei as fotos que a Luciana tinha tirado da gente naquela vez. Meu deus, se a Jazmín viu isso, não tem desculpa que preste. Eram as fotos mais pornográficas que já vi na vida. E a Jessie, porra, fiquei com tesão só de olhar. Não dava pra evitar. Fiquei olhando as fotos e bati uma punheta daquelas… mas enquanto fazia isso, passavam pela minha cabeça as imagens da Jazmín, da Jazmín com a Jessie… as duas comigo… a Luciana, a Jessie e a Jazmín… as três… Tava obcecado! Nem a Luciana aparecia naqueles dias pra me aliviar (ou pra ela se aliviar comigo)…
Uma vez por dia eu mandava uma mensagem pra Jessie, mas ela sempre respondia a mesma coisa.
"Valeu. Tô bem, beijos."
Era muito estranho. Perguntei se tinha rolado algo com as irmãs dela, ou se o velho professor do cinema tinha feito alguma merda, mas a Jessie respondia a mesma coisa.
"Não tem nada, tô bem, beijos."
Essas não eram as palavras da minha colegial… meu instinto dizia que algo ruim tava por vir. E pra piorar, meus horários também tinham complicado e eu não conseguia passar na saída da escola da Jessie, que seria uma boa chance de falar com ela.
Quando já não entendia mais nada e tava subindo pelas paredes, meu celular tocou… era a Jazmín.
— Oi, Javier… — A voz dela tava estranha. Me tratava bem, mas não como sempre. Mas se ela tinha visto as fotos, devia estar puta ou algo assim.
— Desculpa pela falta de tempo, vem aqui — um tempinho em casa, assim a gente se vê… — disse Jasmim. Ela tava estranha, mas cheguei à conclusão de que não tinha visto as fotos. Agiria de outro jeito, as fotos eram escandalosas! Então, sem mais, naquele dia fui pra casa da minha namorada. Por via das dúvidas, já me preparava pro pior, algo me dizia que as coisas não estavam lá muito certas, embora não soubesse explicar bem por quê.
— Hello, boy — me disse Luciana quando abriu a porta. A filha da puta tava vestindo só um topzinho e uns shorts jeans que mal tapavam as partes íntimas dela. Mas não, olhei nos olhos dela e cumprimentei normal, tinha que ir com cuidado.
— Oi — me cumprimentou Jasmim, me dando um beijinho nos lábios.
— Tô cozinhando, já volto — disse e entrou na cozinha. Tava linda, uma saia social preta e uma blusa clarinha. O cabelo preso pra trás num coque. Mas o avental dava um toque sexy. Respirei fundo, ela não tinha visto as fotos. Não tinha visto as fotos (ficava repetindo pra mim mesmo).
— Espero que a gente se divirta essa noite — disse Luciana passando do meu lado, sem antes tocar no meu volume. Que filha da puta, Jasmim tava de costas pra ela, mas Luciana, pelo que eu conhecia dela, não teria problema em fazer isso com a Jasmim olhando. Sentei na cozinha pra observar a Jasmim. Luciana ficou na sala vendo TV.
— E como vão as coisas na facul? — perguntei pra Jasmim, que tava preparando um molho.
— Bem, tão dando muito trabalho — disse sem se virar. Eu olhava pra porta, esperando ver o terceiro anjo, a princesinha. Mas a Jessie não aparecia.
— Tá bom o molho assim? — disse Jasmim, me dando pra provar com uma colher. Tava uma delícia. Jasmim me olhou e me deu um sorrisinho. Algo tava rolando, ela tava estranha. E se não eram as fotos, o que podia ser? Me aproximei dela e abracei por trás.
— Cê tá bem, Jasmim? — perguntei carinhoso. Ela ficou em silêncio uns segundos.
— Tô, só tive muitas dores de cabeça esses dias, já vai passar… — disse e continuou com a comida. Jasmim era mais enérgica, mas ativa. Tinha algo que ela não me contava. Mas eu sabia bem que não devia pressionar, ela contava as coisas quando achava que era hora de contar.
—Ai… oi… oi… —Ouvi aquela voz que tanto me fascinava. Me virei e lá estava a Jessie. Ela me olhou e desviou o olhar, envergonhada. Notei que a Jasmim nos observava de canto de olho.
—Oi, Jessie —falei sem me aproximar dela. Ela estava incrivelmente gostosa. Com roupa de casa, uma legging preta, tênis Converse e uma camiseta rosa… já não usava roupas tão largadas como antes… queria ir lá e abraçar ela e comer ela, mas tinha que me segurar.
—Nossa, como você tá crescida, irmãzinha! —A Luciana também apareceu na cozinha e abraçou a Jessie por trás. Pegou nos peitos da Jessie e apertou, rindo. Jessie só baixou o olhar, toda corada. A Jasmim, que via tudo, desviou o olhar e continuou com a comida.
—Ajuda a Jessie com a mesa, que meus pais já vão chegar —disse a Jasmim, e a Jessie se soltou da Luciana. Agora eu sentia o olhar das duas irmãs na minha nuca. A Luciana tinha sentado pra cortar pão, a Jasmim na cozinha. E eu e a Jessie arrumando os pratos. Ela me olhava um pouco, mas baixava o olhar, tímida. Eu olhava pra ela e sorria. A situação tava tensa com as outras duas irmãs de olho.
Mas, por sorte, foi só isso que rolou no jantar. Uns 10 minutos depois, os pais do trio de loiras chegaram e a tensão quebrou. Embora a Jasmim não parasse de olhar o que a Jessie e a Luciana faziam. A Jessie não falou comigo, só me olhava, e a Luciana só ria vendo tudo. A mãe falando sobre quando eu ia me comprometer com a Jasmim, e o pai fazendo comentários de como tava orgulhoso da menina da casa, a Jessie.
—A menina tem duas coisas que cresceram sem controle, cês não acham? —comentou a Luciana. A Jessie quase cuspiu o suco que tava tomando e ficou totalmente vermelha. O pai dela riu alto.
—Para, Lu, você deixa ela toda corada! —só falou, rindo. Olhei pra Jessie, a verdade é que já era inegável a beleza dela. Acima das irmãs mais velhas. Jessie tinha tudo na medida perfeita. Era um pouco mais alta que Luciana, mas sem chegar a ser alta como Jazmín. A caçula da família era, sem dúvida, a mais gostosa das três. E estava destinada a se tornar uma verdadeira deusa. A ginástica e a dança tinham tonificado seu corpo atlético, sua cintura era finíssima… uma bunda perfeita, Jazmín tinha pouca raba, é preciso admitir, Luciana tinha uma incrível, mas era enorme… Os peitos de Jessie eram simplesmente os mais perfeitos do universo, ideais para amassar, fazer um espanhol… sem chegar ao exagero de Luciana ou à falta de Jazmín… Tive que parar de pensar nisso porque estava ficando duro pra caralho.
—Já é tarde… vou indo pra casa— falei já eram 11 da noite. Os pais já estavam dormindo. No fim, tirando esses detalhes, tudo tinha corrido normal. Jessie tinha ido pro quarto dela e Luciana pro dela. Jazmín me acompanhou até a porta.
—Se eu tiver tempo esse fim de semana, a gente sai, beleza?— Ela disse me dando um beijo. Que estranho, o jeito dela. Fui andando devagar pra minha casa. Jazmín não tinha visto as fotos, mas já ia me explicar o que rolava, com certeza era algo da faculdade. Jessie… Luciana tinha feito alguma coisa com a Jessie, disso eu tinha certeza. A princesa estava muito estranha e isso me preocupava.
Sentei num banco pra esperar o ônibus. Meus pais estavam usando o carro essa noite, então tava a pé. Enquanto estava ali, pensava na Jessie. O que fazia ela agir daquele jeito, tão distante? Não sei quanto tempo fiquei sentado ali, mas quando percebi, o ônibus já tinha passado e eu deixei ele ir. E, sem nem pensar direito, comecei a andar de volta pra casa das três irmãs.
Já era quase uma da madrugada. Quando cheguei, a casa estava escura. Todo mundo devia estar dormindo. A casa era de dois andares, bem grande, rodeada por algumas árvores. Não tinha grade, então caminhei ao redor da casa. Já tinha feito isso antes, quando conhecia a Jazmín. Eu entrava de noite no quarto dela… quarto sem que ninguém percebesse. Olhei para a sacada que dava para o quarto da Jasmim… E se eu entrasse no quarto dela? Ia dar uma surpresa bem gostosa nela, talvez uma visita resolvesse tudo com ela. Mas será que eu queria resolver tudo com ela? Uns metros pro lado estava a sacada da Jessie… era ali que eu queria entrar… mas se me descobrissem, aí sim que ia dar merda. Não sei se foi uma desculpa esfarrapada, mas prometi pra mim mesmo que da próxima vez subiria pro quarto da Jasmim. Queria ver a Jessie, tinha que ver ela.
Subi devagar, sem fazer o menor barulho, pela trepadeira na parede até chegar na sacada que dava pra janela dela. Por sorte, não estava trancada. Abri e, com cuidado, me enfiei dentro do quarto. Só o perfume que tomava conta de tudo já tirou todo o medo e tensão que eu podia ter. Fiquei parado um tempinho esperando meus olhos se acostumarem com a escuridão. Só dava pra ouvir a respiração da Jessie. Ela estava encolhidinha na cama debaixo das cobertas. Só via a cabeça dela, com aqueles cabelos loiros.
Devagar, fui me aproximando dela. Sentia a adrenalina da situação me invadindo. Sabia que não estava no meu juízo perfeito. Tirei meus sapatos bem devagar, olhando pra ela. Sentei do lado dela na cama e acariciei os cabelos dela. Jessie continuava dormindo. Não se ouvia barulho nenhum na casa. Isso me deixava mais tranquilo, me fazia sentir que nada nem ninguém podia atrapalhar esse momento. Deslizei pra debaixo das cobertas. O calor humano que a Jessie soltava me enlouquecia. Passei minhas mãos pela cintura dela bem devagar pra não acordá-la ainda. Encostei meu corpo no dela, ficamos de conchinha. Sentir ela tão perto de mim, deitado com ela… Beijei o pescoço dela devagar. Jessie suspirou. Minhas mãos deslizaram pelo corpo dela. Acariciei os peitos dela por cima do pijama. Deus… como era bom… apertei um pouco… deslizei a outra mão mais pra baixo… passei pela barriguinha dela e enfiei por baixo da roupa. Meus dedos se meteram entre as pernas dela. Passei o dedo na virilha por cima da calcinha. Jessie suspirou mais forte. Ela se ajeitou, ainda dormindo. Peguei a bunda dela no meu volume… meu pau tava durasso, tudo isso me deixava excitado como poucas vezes fiquei.
Desabotoei minha calça jeans e tirei meu pau pra fora… com toda paciência do mundo, abaixei um pouco a calça do pijama dela. A bunda redonda e firme dela ficou na minha frente. Abaixei a calcinha dela… já tava doido pra meter, mas precisava esperar…
Apertando ela contra mim, comecei a acariciar o corpo todo dela. Jessie não acordava, só respirava mais forte. Meus dedos deslizaram por baixo da calcinha dela e acariciaram o clitóris. Jessie soltou um suspiro longo. Meus lábios beijavam o pescoço dela, e minha outra mão entrou por baixo do pijama e agarrou os peitões dela. Sem eu guiar meu pau nem nada, ele foi se enfiando sozinho entre as bandas da bunda da minha pequena. Tava perdido num mundo de prazer. Meu quadril empurrava, sentia a cabeça do meu pau na porta do cu dela. Jessie começou a gemer cada vez mais forte, acordando. Dessa vez aquela bunda seria minha…
Não sei se Jessie tava acordada ou não, só vi ela cravar as mãos no lençol e morder o travesseiro.
— De novo… Lu… — sussurrou Jessie, mas não dei importância. Precisava lubrificar o cu dela antes de continuar. Não queria que ela sofresse ou algo assim. Jessie se deixava fazer, comecei a beijar a orelha dela. Ajeitei meu pau entre os lábios da buceta dela e meti. Jessie virou o rosto pra trás e me olhou.
— Você é… Mmmm… Você é… — Beijei ela com paixão, começando a meter mais forte. Jessie me beijava com luxúria. Depois de um bom tempo nessa posição de conchinha, virei ela. Os olhos de Jessie brilhavam no escuro. Ela não dizia nada. Mas dava pra ver que tava sorrindo. Peguei as pernas dela e abri. Jessie não falava nada, as pernas não ofereciam resistência. Fiquei besta olhando pra ela quando percebi que as pernas de Jessie tavam completamente abertas, formando um T ao contrário. Caralho! Não sabia que ela tinha tanta flexibilidade! Jessie, vendo minha cara de espanto, riu safadamente.
— Desde quando você é contorcionista de circo? — sussurrei, beijando ela.
— Te falei que estudei balé… — disse ela. ela rindo.
Ajeitei as pernas dela juntas e coloquei nos meus ombros. Brinquei com meu pau passando pela buceta dela ou pela entrada do cuzinho. Jessie ria, se via que tava doida pra eu meter. Deitando em cima dela, agarrei os peitos dela com as mãos. A imagem era incrível, os peitões enormes dela tampavam a parte de baixo do rosto.
— Onde você gosta mais? Aqui? — falei passando meu pau pela rachinha dela.
— Ou aqui? — passando meu pau pelo cuzinho. Jessie mexeu a cabeça indicando a segunda opção.
— Nunca fizemos por aí... — Essa mina tava me deixando louco. Salivei bem meu pau e o cu dela. Encostei a cabeça na entrada e Jessie, ao sentir, fechou os olhos e apertou os dentes. Já era, só um empurrãozinho e aquele cu ia ser conquistado por mim.
— Bom… eu tinha pensado em algo pra essa noite… mas isso é melhor — ouvimos falar atrás da gente. Olhamos os dois. Lá parada estava Luciana, completamente pelada. Nem percebemos quando ela entrou no quarto.
— Continuem no que tão fazendo — ela disse, subindo na cama. Luciana se colocou atrás de mim. Senti os peitões enormes dela se esmagarem nas minhas costas.
— Então querendo entrar no cu da menina… a menina do papai — Luciana falou no meu ouvido, passando a língua. Me deixava louco, isso me enlouquecia. De repente, Luciana puxou e me tirou de cima da Jessie. Ela se deitou em cima da irmãzinha e beijou ela com paixão. Fiquei besta olhando a cena. E mais ainda quando vi que Jessie não resistia, pelo contrário, beijava com a mesma paixão que a Luciana.
— O que você tá fazendo aí, enfia no cu dela agora! — Luciana me ordenou, apertando os peitos da irmãzinha. Jessie me olhou, não sorriu nem nada. Só me encarava com os olhos brilhando de tesão. Não me fiz de rogado, me posicionei atrás dela, apontei meu pau praquele cu incrível e meti com força na Luciana, sem lubrificar nem nada.
— Huuufffmmm! — gemeu se segurando. Comecei a foder com força. Jessie ficava esmagada debaixo dos nossos corpos. Luciana beijava a Irmã e chupava os peitos dela. Jessie começou a gemer, Luciana enfiava os dedos na rachinha dela enquanto eu comia ela sem piedade. Tava com as duas irmãs ao mesmo tempo. Olhava pra elas bestificado, se alguém entrasse agora, o maior barraco ia rolar. Olhei pra porta, olhei pras duas irmãs. Olhei como meu pau entrava e saía daquele cuzão enorme. Olhei como Jessie gemia. Olhei como as duas irmãs se beijavam com paixão. Nossos três corpos se moviam na cama em uníssono.
— Mais... forte... — gemeu Luciana entre os dentes. Eu tirava meu pau quase todo da bunda dela e enfiava de novo com força até as bolas. Assim, uma e outra vez.
— Chupa... chupa meus peitos, Jessie... — falou pra irmã. Jessie não hesitou e saboreou aqueles peitões. Deus, a cena era incrível. Jessie abraçou a irmã e mordeu o ombro dela. Tava gozando. Eu não aguentava mais. Comecei a encher a bunda da Luciana sem me segurar.
— Seu namoradinho... tá enchendo minha bunda de porra... — dizia Luciana pra Jessie, rangendo os dentes. Luciana tremia enquanto recebia minhas descargas, gozando num orgasmo poderoso. Fiquei ofegante em cima dela. Depois de um tempo, Luciana me olhou com o cabelo bagunçado e falou:
— Agora você vai embora. — Fiquei olhando pra ela como se falasse outro idioma.
— Pega sua roupa e sai por onde entrou, tenho uns afazeres com minha irmãzinha, a mais puta da região... — Jessie só me olhou neutra.
— Mas... — protestei.
— Vaza ou sabe o que pode acontecer — disse Luciana com um sorriso perverso. Ainda estava em cima da Jessie. Enquanto me vestia, ela continuava deitada sobre Jessie, como um lobo em cima da presa. Saí pela janela e olhei pra trás. A última imagem que vi foi Luciana em cima de Jessie, prestes a beijá-la. Me senti um lixo quando senti meu pau endurecer de novo.
Continua!....
P.S.: Não esqueçam de comentar, seja crítica ou elogio. É o melhor incentivo pra continuar postando!Parte I
http://www.poringa.net/posts/relatos/2807958/La-nena-de-la-familia-Parte-1--Remasterizada.html
Parte II
http://www.poringa.net/posts/relatos/2809927/La-nena-de-la-familia-Parte-2--Remasterizada.html
Parte III
http://www.poringa.net/posts/relatos/2811360/La-nena-de-la-familia-Parte-3--Remasterizada.html
Parte IV
http://www.poringa.net/posts/relatos/2814524/La-nena-de-la-familia-Parte-4--Remasterizada.html
Parte V
http://www.poringa.net/posts/relatos/2815966/La-nena-de-la-familia-Parte-5--Remasterizada.html?notification
Parte VI
http://www.poringa.net/posts/relatos/2817343/La-nena-de-la-familia-Parte-6--Remasterizada.html
Parte VII
http://www.poringa.net/posts/relatos/2818592/La-nena-de-la-familia-Parte-7--Remasterizada.html?notification#last
Parte VIII
http://www.poringa.net/posts/relatos/2820391/La-nena-de-la-familia-Parte-8--Remasterizada.html
Parte IX
http://www.poringa.net/posts/relatos/2821502/La-nena-de-la-familia-Parte-9--Remasterizada.html
Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.
http://www.poringa.net/posts/relatos/2823134/La-nena-de-la-familia-Parte-10--Remasterizada.html
13 comentários - La nena de la familia Parte 7 -Remasterizada-