Já faz um bom tempo. Eu continuava meu relacionamento com Elisa e Esther, e tudo ia de vento em popa. Ninguém desconfiava de nada, e eu aprendia a fazer de tudo. O que uma me ensinava, eu fazia com a outra, e as duas diziam que eu aprendia rápido e já sabia pra caralho. Também concordavam numa coisa: me chamavam de “demônio”.
Eu também paquerava umas minas mais ou menos da minha idade, mas a real é que nada, mas nada mesmo, superava o que eu tinha com Elisa e Esther.
Por isso, eu ficava de olho nas mulheres milf que me rodeavam: amigas da minha mãe, conhecidas, vizinhas. Tinha umas que eram muito gostosas, mas depois do meu primeiro tropeço com a Esther, eu não me arriscava muito, com medo de dar merda e virar uma puta confusão.
Já era final do inverno, quase começando a primavera, quando um dia cinco amigas da minha mãe vieram visitá-la (ela tinha quebrado a perna). Abri a porta e, puta merda, que cinco… Elas entraram e sentaram na sala. Servi uma bebida pra elas e deixei elas à vontade, mas deixei a porta da sala aberta, caso minha mãe precisasse de mim.
Lá do meu quarto, eu ouvia elas conversando e rindo… até que percebo que elas baixam a voz mais do que o normal. “Algo tá rolando que elas não querem que eu saiba”, pensei, e agucei bem meus ouvidos.
Elas falavam de um casal que todas conheciam, mas como não diziam o nome, eu não sabia quem podia ser. O caso é que uma delas, a mulher misteriosa pra mim, tinha confessado que ela e o marido eram um casal liberal. Não sei se era verdade ou não, ou se era só fofoca, mas todas começaram a criticar com comentários pesados, até que a Lourdes, uma das presentes, cortou a conversa dizendo que, se os dois estavam de acordo, quem eram elas pra julgar. O resto deve ter ficado meio sem graça, porque todas começaram a se justificar.
O fato é que, quem quer que fosse o casal, tinham sido detonados, por causa do jeito que ela se vestia, que ele permitia, etc.
Mas o certo é que comecei a pensar quem poderia ser. Curiosidade que me deu foi tipo um choque de adrenalina. A primeira coisa que fiz foi fazer uma lista de todos os casais conhecidos e começar a descartar, mas a real é que sobravam muitos pra meu gosto e, depois de muito observar, não fazia ideia de quem poderia ser.
Outro dia, Lourdes passou sozinha, eu tava de olho e, num dado momento, ela "deu uma bronca" na minha mãe, dizendo que não era justo o que aconteceu no outro dia, sendo que eram tão amigas... mas de novo não falaram o nome. Só que minha mãe disse: "daqui a pouco ele vem, me ligou pra contar e agora tô com vergonha". Lourdes respondeu: "então não fica com vergonha e age como sempre".
Eu, na real, tava pensando em sair, mas quando ouvi que ela ia vir, não queria perder. Então liguei pro amigo com quem tinha combinado e falei que surgiu um imprevisto de última hora, que ligava depois. Lourdes foi embora e eu fiquei atento pra quando o interfone tocasse.
Mas tocou direto a campainha de casa. Fui com uma calma disfarçada e abri a porta. SURPRESÃO: era a Maite, uma vizinha do mesmo prédio. Era uma mulher de uns 1,70 mais ou menos, morena, olhos escuros, peito do jeito que eu gosto, grande — algumas más línguas diziam que era operado — e uma bunda boa. Sempre se vestia meio ousada, tinha uns 40 a 44 anos, falava sempre muito bem e com delicadeza. O marido, David, era um baita de um cara forte, bem conservado, com uns 50 anos certeza, porque quando fez aniversário deram uma festa daquelas. Ele era diretor de uma empresa importante. Então não sei por que, pensei que tinha um erro e que não podiam ser eles.
Fui pro meu quarto e fiquei de olho pra quando a que com certeza era chamasse. Porque pensando mais no David do que nela, achava estranho, não via o David dividindo a mulher com ninguém. Tava pensando nisso quando minha mãe me chamou e perguntou se eu não tinha que sair. Falei que não, e ela completou: "então vai pro teu quarto e fecha a porta da sala". Saí, mas não fechei ela de vez. Dava pra ouvir minha mãe contando pra ela o que Outro dia e ele pediu desculpas pelo que ela disse. Maite disse que não tinha problema, que além disso ela não ligava pra opinião dos outros.
Aí fui pro meu quarto surpreso com a descoberta e pensando como eu poderia... mesmo achando ela inalcançável. Porque embora ela fosse muito simpática e aberta, o marido era seco e sério demais.
Passei praticamente a primavera toda, aproveitando cada chance pra me aproximar do casal. Como o marido era o capitão do time de basquete da associação — aliás, ninguém tinha mais de 40 anos —, tava faltando gente. Eu já ia fazer 17, mas aparentava bem mais, media 1,85 na época. No final, um deles me chamou, mas eu falei que não tava afim... até que o David apareceu com meu pai e insistiram. Acabei me deixando convencer pelo David e, a partir daquele dia, a química entre a gente foi foda. Pros jogos eu ia sempre com ele, a mulher dele e os filhos de 10 e 8 anos.
Jogamos uma partida fora contra outra associação, na serra de Madrid. Quando acabou, fomos pra um chalé de um dos caras que tava lá. Eu, tirando os donos do chalé — que eram a Carmen e o José, também vizinhos —, o David e a Maite, não conhecia ninguém da comida, porque o resto do time foi embora. Tinha uma piscina grande e o David falou: "Vamos nadar". Eu disse que não tinha sunga, porque não sabia que ia ter piscina.
No final, me trouxeram uma sunga curta e eu vesti no banheiro. A verdade é que marcava tudo demais, mas agora não era como antes, eu tava pouco me fodendo. Queria ver a cara que a Maite ia fazer, principalmente. Saí como quem não quer nada e me joguei na água. Nadei um pouco e saí — a água tava fresquinha, mas gostosa. As mulheres tinham ido colocar seus biquínis, mas o que mais me surpreendeu foi ver a Maite de maiô, não de biquíni. Ela continuava muito gostosa, os peitos querendo pular pra fora do maiô, bem moderno o maiô, mas no fim das contas era maiô.
Algumas tocaram na água e disseram que... Ela estava muito fria, que iam pegar sol… No final, fiquei sozinho na água, os homens foram pra onde estava a churrasqueira, que era afastada, e começaram a beber enquanto preparavam o churrasco. As mulheres ficaram deitadas perto da piscina. Saí da água pelo lado delas, me enxuguei e fui ao banheiro, mas não vi a Maite reparar em mim. Que baita decepção, pensei.
Mas, estando no banheiro, tinha uma janelinha pequena aberta e ouço elas conversando. Uma das que eu não conhecia disse pra Maite: "Onde você arrumou esse homem? Porque quando vi ele saindo e vi o que ele tem entre as pernas, me deu vontade de…" A Carmen cortou e disse: "Não é um homem, é um moleque de 16 ou 17 anos, filho de uma amiga minha e da Maite." E a outra falou: "Bom, desculpa, então CARALHO com o moleque." Todas riram. Ela continuou falando e disse pra Maite: "Esse aí, onde você e eu sabemos, ia arrasar." Elas riram de novo.
Outra disse: "Ele deve ter 1,85, 1,90, né?" Maite e Carmen, que me conheciam, disseram que podia ser, que só sabiam que ele fazia muito esporte, muita academia, que dava pra ver que tinha um corpo bem definido e que, segundo minha mãe, ele era bem na dele. A primeira que falou perguntou de novo pra Maite: "E não passou pela sua cabeça…" Maite disse que aquilo seria tipo um incesto e que ela não era uma caçadora de novinhos. Todas riram de novo. E a tagarela perguntou: "E ele mediu?" A Carmen cortou o assunto de vez.
Voltei pra piscina como se nada tivesse acontecido e conversei um pouco com elas. Localizei pela voz a tagarela e, verdade seja dita, ela era uma gostosa. Mas o tempo todo não tirei o olho da Maite. E ficava pensando no que a amiga disse: "Esse aí, onde você e eu sabemos, ia arrasar." O que será que ela queria dizer?
Não aconteceu mais nada e fomos embora. Só faltava um jogo pra começar o verão. Não sei por que, comecei a achar o David estranho. Não acreditava que ele tinha percebido que eu gostava da mulher dele, porque não passei de nenhum limite. Mas ele estava cada vez mais… Gentil comigo ou parecia. Não confiava muito, ainda mais quando começou a se interessar pela minha vida "pessoal". Um dia me disse que tinha uma surpresa, não me alterei nada porque meus pais estavam lá. Ele sabia que eu gostava e tinha muitos jogos de PC e me disse que um cliente tinha trazido dos EUA o jogo Tomb Raider para PC, que estava bem anunciado o lançamento na Espanha para o fim do ano. Eu disse que ele me mostraria depois e ele marcou para o fim de semana, porque durante a semana tenho muito trabalho.
Na sexta de manhã encontrei a Maite e ela disse que David tinha pedido pra ela me avisar que se eu quisesse passar lá à tarde, que ele não trabalhava. Respondi que sim. Tava doido pra ver o jogo e, principalmente, se dava pra fazer uma cópia. Mais ou menos às 6 cheguei na casa dele e David abriu a porta, mandou eu entrar dizendo que já tava jogando. Fomos pra uma sala de estar onde tinha o computador e uma televisão ligada. Ele começou a partida de novo, o jogo era sexy e eu tava vidrado quando a Maite entra e me cumprimenta. Ela tava de minissaia jeans e uma camiseta que dava pra ver que não usava sutiã. Tentei disfarçar a cara de surpresa e não sei se consegui.
Pra quebrar o gelo, não me veio outra coisa na cabeça senão falar que achava que ela tava com os filhos na rua. Ela disse que às sextas à tarde os avós levavam as crianças pro fim de semana, geralmente até domingo, e que eles iam almoçar na casa dos pais e na volta já traziam os meninos.
Continuamos jogando e ela desligou a televisão. Pegou um livro e sentou de frente pra nós. Do jeito que estávamos todos sentados, eu tinha uma visão perfeita das pernas dela. E quando ela mexia, eu ficava louco. Porque dava pra ver a calcinha clarinha. Depois ela descruzou as pernas de vez, como quem não quer nada, apoiando a perna num banquinho pequeno. Aí a visão era total. É verdade que naquela época, embora eu achasse que já sabia de tudo e que era por acaso, um descuido, por estar tão entretida com o livro.
Mas a verdade é que eu estava preocupado, porque tava com uma ereção de cavalo e quando tivesse que levantar não sabia como disfarçar. Depois de brincar um bom tempo, falei que já ia embora. David disse: espera, vou te mostrar os jogos que tenho, e pegou um caderno grande muito bem encadernado por ele. A gente levantou, peguei o caderno e me tapei um pouco, vi todos os jogos que ele tinha e alguns eram muito bons. No final, tava tão nervoso que esqueci de perguntar sobre a cópia. Ele me perguntou o que ia fazer amanhã, falei que ia sair por aí, sem nada concreto, ele disse: vem aqui, a gente toma algo e joga. Falei que não achava que dava, e me despedi, dizendo que não precisavam me acompanhar, já que os dois fizeram menção de se levantar.
Maite disse pro David: você guarda tudo que eu acompanho ele até a porta. Ela, antes de abrir a porta, insistiu pra eu ir no dia seguinte, que com certeza eu ia me divertir mais lá e sem gastar dinheiro. Ia falar que não, quando ela disse: pensa bem e depois me fala, abriu a porta e me deu dois beijos de despedida bem perto da comissura dos meus lábios, isso acabou comigo. Fui embora quente que nem brasa.
Tive uns sonhos do caralho naquela noite, imaginando de tudo com ela. Então de manhã, fiz questão de encontrá-la e quando consegui, confirmei que iria, que já tinha resolvido com meus amigos o lance da noite. Ela sorriu pra mim e disse que oito e meia era uma boa hora.
Eu fui embora e só pensava em como jogar a isca pra ela à noite, pra outro dia partir pro ataque. Também pensava que o marido dormisse ou sei lá, o caso era ficar um tempinho com ela a sós e ver as possibilidades que tinha. Pensava de tudo. E como eu tava enganado.
Cheguei na hora prevista, David me abriu a porta, disse: fico feliz que você mudou de ideia. Perguntei pela Maite pra cumprimentá-la e ele disse: ela tá no quarto, já sai. Vi uma mesa preparada com petiscos, então imaginei que antes de jogar a gente ia comer algo. algo. De repente ouço um "oi, Carlos", me viro e lá está a Maite com um vestido preto decotado, soltinho e curtinho, que pouca coisa deixava pra imaginação, dava pra ver que ela tava sem sutiã de novo, pensei "essa mina quer me dar um infarto", percebi que ela tava com uns saltões impressionantes, dava pra ver umas pernas perfeitas, alta igual a gente e com um cheiro que me deixava atordoado. As coisas já tavam saindo totalmente diferentes do que eu imaginava. Sentamos na mesa, com ela no meio de nós dois, não entendi como colocaram tudo assim numa ponta da mesa, porque parecia que ia ficar meio apertado. Sentamos, me perguntaram o que queria beber e pedi uma cerveja, eles tomaram vinho. O jantar tava divertido e percebi que o David era mais legal e simpático do que o pessoal pensava, inclusive eu. De vez em quando eu olhava e via as coxas da Maite, e se ela descuidasse um pouco eu via tudo. Entre uma risada e outra, notei que a perna da Maite encostou em mim, logicamente pensei que foi sem querer, afastei a minha um pouco, não queria confusão. Depois de um tempo, de novo, várias vezes, até que decidi não afastar e percebo que ela mexe a perna roçando em mim, sem me olhar. Tô ficando igual ao dia anterior. Terminamos de jantar e eles falam pra sentar nos sofás, eu sento num individual, quando a Maite, que sentou num grande, me chama... "Não, Carlos, vem pra cá, o David sempre senta num sozinho e eu aqui sozinha", dá duas batidas no almofada e eu levanto e sento do lado dela. Além disso, ela senta de um jeito que fica olhando pra mim, de lado, e isso faz com que se veja mais do que devia, eu já não sei pra onde olhar e o David fica na minha frente, então tenho que me virar também e minhas pulsações já tão disparadas. Ela fica me tocando muito no braço, na perna, muitas risadas, até que ela fala... "David, por que você não tira tudo da mesa e coloca na lava-louças?", ele nem pensa, vai e volta. levando tudo pra cozinha, quando leva o último, dá pra ouvir ele mexendo nas coisas lá. Nisso, Maite chega perto de mim e me dá um beijo na boca, enfiando a língua. Quase me engasgo de susto e por não esperar aquilo, também, pra ser sincero, pelo medo do David aparecer e nos pegar.
Ela ri e me pergunta… "É que você não gosta de mim?" E eu digo que não é isso. Como ela vê que eu fico meio atrapalhado, ela pergunta… "É por causa do David?" Balanço a cabeça que sim, aí ela ri mais e me pergunta… "Você confia em mim?" Digo que sim. Ela faz outra pergunta… "Você sabe guardar segredo ou é um boca aberta?" Respondo que, quando quero, sou um túmulo.
Ela me dá um selinho, levanta, estende a mão e eu seguro.
"David", ela fala alto, e ele da cozinha pergunta o que ela quer. Ela, pra meu espanto, diz… "É que o Carlos e eu vamos tomar um banho juntos, já saímos." Nessa hora, eu surtei, mas surtei mais ainda quando o David responde "OK, sem pressa, que já preparo a bebida." Ela me olha e fala "Viu como não dá nada?" Ela disse "vem" e foi pro corredor, em direção ao quarto dela. Depois dos primeiros momentos de nervoso, fui atrás dela sem pensar, vendo como no corredor ela largava o vestidinho, ficando nua, só podendo ver a bunda tão gostosa que ela tinha, que com os saltos que usava formavam uma imagem perfeita. Não queria pensar em nada, já via como tudo ia se desenrolar.
Maite não tava nada nervosa, dava pra ver que não era a primeira vez dela, isso sim, ela tava muito excitada, imagino que o vinho ajudava. Ela entrou no chuveiro, deixou a porta aberta e finalmente vi ela de frente: uns peitos lindos, um pouco caídos mas maravilhosos, dava pra ver que eram naturais, não eram duros. Os bicos eram rosadinhos mas bem grandes. Quando entrei no chuveiro, ela disse "Nossa, que pauzão que você tem, já vai ver como o David vai ficar contente." Nessa hora, me cortou um pouco o clima, falei que com caras eu não queria nada. Ela ri e diz que não é por isso, que ele Adoro ver como me comem e adoro que ele me veja, mas além disso, nunca tive nada assim, amarrando minha pica. Desde que te vi na piscina, falei pra mim mesma que você seria meu.
Ela me viu meio pensativo e disse: "Não pensa, só aproveita e se deixa levar. Quando você for mais velho, vai entender melhor." Percebi que ela não estava nada nervosa, só com tesão e excitada, enquanto falava quase sussurrando no meu ouvido, não fazia nada além de tocar minha pica. Tomamos um banho rápido, e no começo ela não me deixava tocar nela, disse: "Lembra de uma coisa: SEM MEU MARIDO PRESENTE, NADA DE NADA." Nos secamos e fomos pra cama, ela enrolada numa toalha que cobria tudo e eu com uma toalha na cintura. Quando saímos do banheiro, lá estava o David sentado numa poltrona, com um copo na mão.
Isso me cortou o barato de novo. David me olhou e disse: "Carlos, sério, não se preocupa comigo, como se eu não estivesse aqui. Quem você tem que se preocupar é com ela, que é uma puta insaciável." Achei que ela fosse falar algo sobre o que o marido acabou de dizer, mas a única coisa que saiu da boca dela foi: "Pois quando você ver isso" (ela tirou a toalha) "vai ver a puta que vou ser." Naquele momento, eu não estava de pau duro por causa do nervosismo, mas ela se ajoelhou e começou a meter na boca, estávamos a pouca distância do David.
Ela me chupava com desespero, não parava por nada, já tava de pau duro de vez, ela tentava enfiar o máximo possível, eu sentia a garganta dela, deu uns engasgos, mas ela continuava na dela. Eu segurava a cabeça dela, o prazer que eu sentia era indescritível, e o David se tocava por cima da calça, dava pra ver uma cara de vício total. Já não ligava mais pra presença do David. Avisei ela que se continuasse assim, eu ia gozar. Ela tirou a boca e, sem soltar minha pica, disse pro marido: "Que beleza, né?" Ele não disse nada, só piscou um olho pra ela. Ela me olhou de baixo e falou: "Enche minha boca." Meteu de novo e mexia a língua mais rápido, enfiando mais fundo. Ela deve ter percebido que eu estava perto de gozar, porque não parava de olhar nos meus olhos. Comecei a gozar e enchi bem a boca dela. Ela limpou bem minha pica, se levantou e foi até o David, dando um beijo de língua bem quente.
Sinceramente, me chamou a atenção que com a boca cheia da minha porra ela desse um beijo, mas percebi que era o que ele esperava e, pelo que vi, ele gostou. Enquanto se beijavam, eu continuei tocando minha pica, que não perdeu muita ereção. O marido, ao me ver, tirou a toalha da Maite, deixando aquela bunda empinada na minha frente. Minha pica voltou a ficar dura pra caralho. Me ajoelhei na frente dela, tinha aquela bunda enorme, afastei as pernas dela, vi melhor a boceta dela, acariciei e meti minha boca, pra com minha língua lamber bem a boceta e o cu, que estavam escorrendo. Ela, enquanto continuava beijando o David, dava pra ouvir gemidos, cada vez mais altos. Ela saiu dali e se ajoelhou na beirada da cama. Fui até ela e continuei o que estava fazendo antes. Agora dava pra ouvir melhor, ela dizia como eu tava comendo bem, que língua boa o filho da puta tem. Me deu a sensação de que ela tava falando pro marido. De repente, ela disse: "Não para ou te mato". Entendi o que tava rolando, então comecei a estimular bem o clitóris dela sem parar de meter minha língua dentro da boceta. Ela gozou gritando, já não era mais a Maite contida quando falava, era outra.
Ela não mudou de posição e, depois de alguns segundos, com uma voz super safada, disse: "Precisa de um convite pra me foder?" A pica entrou com maior facilidade. Quando ela sentiu bem dentro, começou a rebolar e dizia pro marido: "Uhhhhhh, você não sabe como ele me preenche." O David, sem se despir, só se tocando por cima da calça, falava com a voz acelerada: "Muito bem, Carlos, continua fodendo essa puta, dá bem nessa boceta, destrói ela de porrada." Eu nunca tinha vivido nada igual, tava nas nuvens. Maite começou a gemir de verdade, a cravar mais minha pica, a dizer: "SIIIIM, ME FODE COMO UMA PUTA. vadia, ME DÁ FORTE e geme, enquanto eu falava isso, eu estava acariciando a entrada do cu dela com um dedo, percebia que ela gostava, então enfiei um dedo que entrou com muita facilidade, dava pra ver que já tinha sido usado, eu metia cada vez mais forte, quando senti a buceta dela se contrair no meu pau, gozando de novo que nem uma desesperada.
Mal terminou de gozar, a cabeça dela caiu no colchão, uns segundos depois, eu tirei meu pau, ela se levantou e me fez deitar na cama, ela virou de costas pra mim e sentou no meu pau, meus olhos estavam fixos em como meu pau entrava e saía da buceta dela, aquele rabão sentava no meu pau, tava claro que ela fazia isso pro David ver e pra eu brincar com o cu dela. Ela disse pro corno: "chega aqui e olha como tão fodendo a sua rabuda", David chegou perto e via entrando e saindo, a única coisa que ele dizia era: "que pau bom que você tem, Carlos, tá fodendo bem essa puta, ela fica louca quando vê um pau bom e igual ao seu ela nunca pegou um".
Ela, ronronando e com voz melosa, disse pro marido: "esse filho da puta tá fodendo meu cu com os dedos, isso com certeza quer me foder por aí, não sei se vai entrar..." O marido disse pra ela: "QUE VADIA QUE VOCÊ É, TÁ LOUCA PRA ELE TE FODER", ela só disse: "SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIM".
Ele chegou mais perto e começou a chupar os peitos dela, que só dizia: "você tá com tesão, corno, dá pra perceber". Ele dizia: "você gosta que eu morda, hein rabuda, enquanto outro te fode", ela dizia: "SIM, PRA CARALHO", ela gritava, então começou a gozar de novo e eu, mesmo sem ter me mexido, comecei a sentir que ia gozar com aquela buceta se mexendo, gozei junto com ela e enchi a buceta dela de porra. A gente tava todo suado, até o David, eu fui jogar água no rosto, no banheiro, só pensava no casal, nos papéis de cada um, então voltei pensando em dar o que eles queriam.
Quando entrei no quarto, vejo que o David tá comendo a buceta da Maite. Ela me olhava sorrindo e aí eu parti pra ação, me aproximei, ele tentou tirar a boca da buceta dela e eu agarrei o pescoço dele por trás e falei, limpa bem toda a porra, ela ao ouvir isso ficou com cara de mais safada e ele lambia com mais vontade. Eu me deitei do lado dela e a gente se beijava e ela me disse no ouvido que bom que você finalmente nos entendeu. Ela começou a me tocar a pica e a deixar ela dura de novo, enquanto a gente se pegava, parei um momento e falei… David, come bem a bunda dela e deixa ela preparada como um bom cuck, que eu vou foder ela agora mesmo.
Conforme eu aumentava o tom, percebia que os dois ficavam mais quentes, se é que isso era possível. Tava disposto a descobrir até onde ir com o casalzinho. Ela tava deitada de lado me olhando, enquanto David comia o cu dela, dava pra ver que ela tava adorando. Agarrei o cabelo dela e puxei pra baixo pra ela chupar minha pica, ela não reclamou do puxão, muito pelo contrário. Tirei o David e ela ficou deitada de bruços, mandei ela ficar de quatro, ela obedeceu e comecei a dar palmadas na bunda dela, falei sem alterar a voz, vejo que você gosta de levar palmada, foxy, e depois que uma pica boa foda essa bunda. Maite, como uma menininha apanhando, dizia que SIM, aí o David falou pra ela, nunca meteram nada tão grande por trás, mas disse pra ela hoje vão arrebentar você direitinho e ela respondeu então que não espere. Enquanto a gente conversava, eu já tinha enfiado três dedos no cu dela e ela dava gritinhos, e quando enfiei o quarto, ela tava em êxtase.
Já tá bom essa bunda pra entrar uma pica boa, fica na posição como uma boa puta, minha pica já tava dura de novo, eu passava a mão de vez em quando vendo tudo aquilo, Maite obediente se colocou como uma puta e me ofereceu a bunda, bem empinada, dava pra ver que ela já tava desesperada pra eu meter. Ela me pediu pra não ser assim, pra não fazer ela sofrer mais, a bunda dela tava toda vermelha das palmadas, eu Aproximei no ouvido dela e falei que o marido dela tinha que me pedir. Chamei o David, que se aproximou, e falei: "Faz de bom cuckold e pede pro Carlos me comer o cu". Ele não pensou duas vezes e me implorou pra meter nele. Não acreditei, os dois estavam tão submissos.
Quis ir além, mesmo achando arriscado na hora, e quando os dois estavam me olhando, falei pro David: "Enche bem minha pica de cuspe pra entrar melhor". Vi que deu uma tensão, uma dúvida no ar, ela estava na expectativa e com um tesão do caralho. Mas quando o David se abaixou e começou a babar minha pica, ela sorriu, me olhou e disse: "Não sabia que o promíscuo também sabia chupar". Falei que já tava bom, que era pra ela abrir bem a bunda da Maite pra facilitar. Ela fez isso e, aos poucos, comecei a enfiar a pica no cu dela. Entrava justinho, mas bem, não precisava forçar muito.
Meti no cu dela com força, ela se mexia com raiva, de vez em quando eu dava um tapinha e, se demorava, ela me provocava: "Perdeu a força?", "Já cansou?". Era muito puta, gostava de pancada. Então eu tirava e enfiava de uma vez, sem parar. Falei pro David, que já tinha se pelado e tinha uma pica normalzinha, quase pequena: "Para de bater punheta e enfia debaixo pra lamber a buceta da puta que você tem". Ele obedeceu na hora e começou a chupar a buceta dela. Ela gozou rapidinho, mais forte que das outras vezes. Eu não gozei, evitei.
Ficamos deitados, suados, na cama. Ainda tinha outra coisa na cabeça. Falei que ia tomar banho e vazar. Fui pro banheiro e, quando cheguei, perguntei pra Maite pela toalha. Ela trouxe e, quando me entregou, peguei na mão dela e puxei, enfiando ela no banheiro e tranquei a porta. Apoiei ela na pia pra se ver no espelho, enquanto, por trás, metia no cu dela de novo, forte e duro. Puxei o cabelo dela e falei: "Viu como eu posso te foder sem teu marido?" Ela só abriu a boca. e cada vez eu metia mais forte, ela pedia mais e mais, não parava de pedir, eu falei pra ela que a partir de agora ela seria minha putinha, ela não disse nada, aí eu parei, NÃO PARA CONTINUA E METE FORTE, VOU SER SUA PUTA SIM VOU SER, voltei a meter forte até gozarmos os dois.
Deixei ela, ela foi embora e eu tomei banho, quando saí, lá estava o casalzinho, ela de joelhos de quatro e ele chupando tudo bem chupado, limpando tudo. Quando me viram, ela levantou rápido, vestiu um roupão de seda curto e me acompanhou até a porta, ele ficou deitado. Já na porta, antes de abrir, a gente se pegou de língua e ela disse que tinha se divertido como nunca, que na próxima vez com certeza seria melhor, eu falei que com certeza.
Eu também paquerava umas minas mais ou menos da minha idade, mas a real é que nada, mas nada mesmo, superava o que eu tinha com Elisa e Esther.
Por isso, eu ficava de olho nas mulheres milf que me rodeavam: amigas da minha mãe, conhecidas, vizinhas. Tinha umas que eram muito gostosas, mas depois do meu primeiro tropeço com a Esther, eu não me arriscava muito, com medo de dar merda e virar uma puta confusão.
Já era final do inverno, quase começando a primavera, quando um dia cinco amigas da minha mãe vieram visitá-la (ela tinha quebrado a perna). Abri a porta e, puta merda, que cinco… Elas entraram e sentaram na sala. Servi uma bebida pra elas e deixei elas à vontade, mas deixei a porta da sala aberta, caso minha mãe precisasse de mim.
Lá do meu quarto, eu ouvia elas conversando e rindo… até que percebo que elas baixam a voz mais do que o normal. “Algo tá rolando que elas não querem que eu saiba”, pensei, e agucei bem meus ouvidos.
Elas falavam de um casal que todas conheciam, mas como não diziam o nome, eu não sabia quem podia ser. O caso é que uma delas, a mulher misteriosa pra mim, tinha confessado que ela e o marido eram um casal liberal. Não sei se era verdade ou não, ou se era só fofoca, mas todas começaram a criticar com comentários pesados, até que a Lourdes, uma das presentes, cortou a conversa dizendo que, se os dois estavam de acordo, quem eram elas pra julgar. O resto deve ter ficado meio sem graça, porque todas começaram a se justificar.
O fato é que, quem quer que fosse o casal, tinham sido detonados, por causa do jeito que ela se vestia, que ele permitia, etc.
Mas o certo é que comecei a pensar quem poderia ser. Curiosidade que me deu foi tipo um choque de adrenalina. A primeira coisa que fiz foi fazer uma lista de todos os casais conhecidos e começar a descartar, mas a real é que sobravam muitos pra meu gosto e, depois de muito observar, não fazia ideia de quem poderia ser.
Outro dia, Lourdes passou sozinha, eu tava de olho e, num dado momento, ela "deu uma bronca" na minha mãe, dizendo que não era justo o que aconteceu no outro dia, sendo que eram tão amigas... mas de novo não falaram o nome. Só que minha mãe disse: "daqui a pouco ele vem, me ligou pra contar e agora tô com vergonha". Lourdes respondeu: "então não fica com vergonha e age como sempre".
Eu, na real, tava pensando em sair, mas quando ouvi que ela ia vir, não queria perder. Então liguei pro amigo com quem tinha combinado e falei que surgiu um imprevisto de última hora, que ligava depois. Lourdes foi embora e eu fiquei atento pra quando o interfone tocasse.
Mas tocou direto a campainha de casa. Fui com uma calma disfarçada e abri a porta. SURPRESÃO: era a Maite, uma vizinha do mesmo prédio. Era uma mulher de uns 1,70 mais ou menos, morena, olhos escuros, peito do jeito que eu gosto, grande — algumas más línguas diziam que era operado — e uma bunda boa. Sempre se vestia meio ousada, tinha uns 40 a 44 anos, falava sempre muito bem e com delicadeza. O marido, David, era um baita de um cara forte, bem conservado, com uns 50 anos certeza, porque quando fez aniversário deram uma festa daquelas. Ele era diretor de uma empresa importante. Então não sei por que, pensei que tinha um erro e que não podiam ser eles.
Fui pro meu quarto e fiquei de olho pra quando a que com certeza era chamasse. Porque pensando mais no David do que nela, achava estranho, não via o David dividindo a mulher com ninguém. Tava pensando nisso quando minha mãe me chamou e perguntou se eu não tinha que sair. Falei que não, e ela completou: "então vai pro teu quarto e fecha a porta da sala". Saí, mas não fechei ela de vez. Dava pra ouvir minha mãe contando pra ela o que Outro dia e ele pediu desculpas pelo que ela disse. Maite disse que não tinha problema, que além disso ela não ligava pra opinião dos outros.
Aí fui pro meu quarto surpreso com a descoberta e pensando como eu poderia... mesmo achando ela inalcançável. Porque embora ela fosse muito simpática e aberta, o marido era seco e sério demais.
Passei praticamente a primavera toda, aproveitando cada chance pra me aproximar do casal. Como o marido era o capitão do time de basquete da associação — aliás, ninguém tinha mais de 40 anos —, tava faltando gente. Eu já ia fazer 17, mas aparentava bem mais, media 1,85 na época. No final, um deles me chamou, mas eu falei que não tava afim... até que o David apareceu com meu pai e insistiram. Acabei me deixando convencer pelo David e, a partir daquele dia, a química entre a gente foi foda. Pros jogos eu ia sempre com ele, a mulher dele e os filhos de 10 e 8 anos.
Jogamos uma partida fora contra outra associação, na serra de Madrid. Quando acabou, fomos pra um chalé de um dos caras que tava lá. Eu, tirando os donos do chalé — que eram a Carmen e o José, também vizinhos —, o David e a Maite, não conhecia ninguém da comida, porque o resto do time foi embora. Tinha uma piscina grande e o David falou: "Vamos nadar". Eu disse que não tinha sunga, porque não sabia que ia ter piscina.
No final, me trouxeram uma sunga curta e eu vesti no banheiro. A verdade é que marcava tudo demais, mas agora não era como antes, eu tava pouco me fodendo. Queria ver a cara que a Maite ia fazer, principalmente. Saí como quem não quer nada e me joguei na água. Nadei um pouco e saí — a água tava fresquinha, mas gostosa. As mulheres tinham ido colocar seus biquínis, mas o que mais me surpreendeu foi ver a Maite de maiô, não de biquíni. Ela continuava muito gostosa, os peitos querendo pular pra fora do maiô, bem moderno o maiô, mas no fim das contas era maiô.
Algumas tocaram na água e disseram que... Ela estava muito fria, que iam pegar sol… No final, fiquei sozinho na água, os homens foram pra onde estava a churrasqueira, que era afastada, e começaram a beber enquanto preparavam o churrasco. As mulheres ficaram deitadas perto da piscina. Saí da água pelo lado delas, me enxuguei e fui ao banheiro, mas não vi a Maite reparar em mim. Que baita decepção, pensei.
Mas, estando no banheiro, tinha uma janelinha pequena aberta e ouço elas conversando. Uma das que eu não conhecia disse pra Maite: "Onde você arrumou esse homem? Porque quando vi ele saindo e vi o que ele tem entre as pernas, me deu vontade de…" A Carmen cortou e disse: "Não é um homem, é um moleque de 16 ou 17 anos, filho de uma amiga minha e da Maite." E a outra falou: "Bom, desculpa, então CARALHO com o moleque." Todas riram. Ela continuou falando e disse pra Maite: "Esse aí, onde você e eu sabemos, ia arrasar." Elas riram de novo.
Outra disse: "Ele deve ter 1,85, 1,90, né?" Maite e Carmen, que me conheciam, disseram que podia ser, que só sabiam que ele fazia muito esporte, muita academia, que dava pra ver que tinha um corpo bem definido e que, segundo minha mãe, ele era bem na dele. A primeira que falou perguntou de novo pra Maite: "E não passou pela sua cabeça…" Maite disse que aquilo seria tipo um incesto e que ela não era uma caçadora de novinhos. Todas riram de novo. E a tagarela perguntou: "E ele mediu?" A Carmen cortou o assunto de vez.
Voltei pra piscina como se nada tivesse acontecido e conversei um pouco com elas. Localizei pela voz a tagarela e, verdade seja dita, ela era uma gostosa. Mas o tempo todo não tirei o olho da Maite. E ficava pensando no que a amiga disse: "Esse aí, onde você e eu sabemos, ia arrasar." O que será que ela queria dizer?
Não aconteceu mais nada e fomos embora. Só faltava um jogo pra começar o verão. Não sei por que, comecei a achar o David estranho. Não acreditava que ele tinha percebido que eu gostava da mulher dele, porque não passei de nenhum limite. Mas ele estava cada vez mais… Gentil comigo ou parecia. Não confiava muito, ainda mais quando começou a se interessar pela minha vida "pessoal". Um dia me disse que tinha uma surpresa, não me alterei nada porque meus pais estavam lá. Ele sabia que eu gostava e tinha muitos jogos de PC e me disse que um cliente tinha trazido dos EUA o jogo Tomb Raider para PC, que estava bem anunciado o lançamento na Espanha para o fim do ano. Eu disse que ele me mostraria depois e ele marcou para o fim de semana, porque durante a semana tenho muito trabalho.
Na sexta de manhã encontrei a Maite e ela disse que David tinha pedido pra ela me avisar que se eu quisesse passar lá à tarde, que ele não trabalhava. Respondi que sim. Tava doido pra ver o jogo e, principalmente, se dava pra fazer uma cópia. Mais ou menos às 6 cheguei na casa dele e David abriu a porta, mandou eu entrar dizendo que já tava jogando. Fomos pra uma sala de estar onde tinha o computador e uma televisão ligada. Ele começou a partida de novo, o jogo era sexy e eu tava vidrado quando a Maite entra e me cumprimenta. Ela tava de minissaia jeans e uma camiseta que dava pra ver que não usava sutiã. Tentei disfarçar a cara de surpresa e não sei se consegui.
Pra quebrar o gelo, não me veio outra coisa na cabeça senão falar que achava que ela tava com os filhos na rua. Ela disse que às sextas à tarde os avós levavam as crianças pro fim de semana, geralmente até domingo, e que eles iam almoçar na casa dos pais e na volta já traziam os meninos.
Continuamos jogando e ela desligou a televisão. Pegou um livro e sentou de frente pra nós. Do jeito que estávamos todos sentados, eu tinha uma visão perfeita das pernas dela. E quando ela mexia, eu ficava louco. Porque dava pra ver a calcinha clarinha. Depois ela descruzou as pernas de vez, como quem não quer nada, apoiando a perna num banquinho pequeno. Aí a visão era total. É verdade que naquela época, embora eu achasse que já sabia de tudo e que era por acaso, um descuido, por estar tão entretida com o livro.
Mas a verdade é que eu estava preocupado, porque tava com uma ereção de cavalo e quando tivesse que levantar não sabia como disfarçar. Depois de brincar um bom tempo, falei que já ia embora. David disse: espera, vou te mostrar os jogos que tenho, e pegou um caderno grande muito bem encadernado por ele. A gente levantou, peguei o caderno e me tapei um pouco, vi todos os jogos que ele tinha e alguns eram muito bons. No final, tava tão nervoso que esqueci de perguntar sobre a cópia. Ele me perguntou o que ia fazer amanhã, falei que ia sair por aí, sem nada concreto, ele disse: vem aqui, a gente toma algo e joga. Falei que não achava que dava, e me despedi, dizendo que não precisavam me acompanhar, já que os dois fizeram menção de se levantar.
Maite disse pro David: você guarda tudo que eu acompanho ele até a porta. Ela, antes de abrir a porta, insistiu pra eu ir no dia seguinte, que com certeza eu ia me divertir mais lá e sem gastar dinheiro. Ia falar que não, quando ela disse: pensa bem e depois me fala, abriu a porta e me deu dois beijos de despedida bem perto da comissura dos meus lábios, isso acabou comigo. Fui embora quente que nem brasa.
Tive uns sonhos do caralho naquela noite, imaginando de tudo com ela. Então de manhã, fiz questão de encontrá-la e quando consegui, confirmei que iria, que já tinha resolvido com meus amigos o lance da noite. Ela sorriu pra mim e disse que oito e meia era uma boa hora.
Eu fui embora e só pensava em como jogar a isca pra ela à noite, pra outro dia partir pro ataque. Também pensava que o marido dormisse ou sei lá, o caso era ficar um tempinho com ela a sós e ver as possibilidades que tinha. Pensava de tudo. E como eu tava enganado.
Cheguei na hora prevista, David me abriu a porta, disse: fico feliz que você mudou de ideia. Perguntei pela Maite pra cumprimentá-la e ele disse: ela tá no quarto, já sai. Vi uma mesa preparada com petiscos, então imaginei que antes de jogar a gente ia comer algo. algo. De repente ouço um "oi, Carlos", me viro e lá está a Maite com um vestido preto decotado, soltinho e curtinho, que pouca coisa deixava pra imaginação, dava pra ver que ela tava sem sutiã de novo, pensei "essa mina quer me dar um infarto", percebi que ela tava com uns saltões impressionantes, dava pra ver umas pernas perfeitas, alta igual a gente e com um cheiro que me deixava atordoado. As coisas já tavam saindo totalmente diferentes do que eu imaginava. Sentamos na mesa, com ela no meio de nós dois, não entendi como colocaram tudo assim numa ponta da mesa, porque parecia que ia ficar meio apertado. Sentamos, me perguntaram o que queria beber e pedi uma cerveja, eles tomaram vinho. O jantar tava divertido e percebi que o David era mais legal e simpático do que o pessoal pensava, inclusive eu. De vez em quando eu olhava e via as coxas da Maite, e se ela descuidasse um pouco eu via tudo. Entre uma risada e outra, notei que a perna da Maite encostou em mim, logicamente pensei que foi sem querer, afastei a minha um pouco, não queria confusão. Depois de um tempo, de novo, várias vezes, até que decidi não afastar e percebo que ela mexe a perna roçando em mim, sem me olhar. Tô ficando igual ao dia anterior. Terminamos de jantar e eles falam pra sentar nos sofás, eu sento num individual, quando a Maite, que sentou num grande, me chama... "Não, Carlos, vem pra cá, o David sempre senta num sozinho e eu aqui sozinha", dá duas batidas no almofada e eu levanto e sento do lado dela. Além disso, ela senta de um jeito que fica olhando pra mim, de lado, e isso faz com que se veja mais do que devia, eu já não sei pra onde olhar e o David fica na minha frente, então tenho que me virar também e minhas pulsações já tão disparadas. Ela fica me tocando muito no braço, na perna, muitas risadas, até que ela fala... "David, por que você não tira tudo da mesa e coloca na lava-louças?", ele nem pensa, vai e volta. levando tudo pra cozinha, quando leva o último, dá pra ouvir ele mexendo nas coisas lá. Nisso, Maite chega perto de mim e me dá um beijo na boca, enfiando a língua. Quase me engasgo de susto e por não esperar aquilo, também, pra ser sincero, pelo medo do David aparecer e nos pegar.
Ela ri e me pergunta… "É que você não gosta de mim?" E eu digo que não é isso. Como ela vê que eu fico meio atrapalhado, ela pergunta… "É por causa do David?" Balanço a cabeça que sim, aí ela ri mais e me pergunta… "Você confia em mim?" Digo que sim. Ela faz outra pergunta… "Você sabe guardar segredo ou é um boca aberta?" Respondo que, quando quero, sou um túmulo.
Ela me dá um selinho, levanta, estende a mão e eu seguro.
"David", ela fala alto, e ele da cozinha pergunta o que ela quer. Ela, pra meu espanto, diz… "É que o Carlos e eu vamos tomar um banho juntos, já saímos." Nessa hora, eu surtei, mas surtei mais ainda quando o David responde "OK, sem pressa, que já preparo a bebida." Ela me olha e fala "Viu como não dá nada?" Ela disse "vem" e foi pro corredor, em direção ao quarto dela. Depois dos primeiros momentos de nervoso, fui atrás dela sem pensar, vendo como no corredor ela largava o vestidinho, ficando nua, só podendo ver a bunda tão gostosa que ela tinha, que com os saltos que usava formavam uma imagem perfeita. Não queria pensar em nada, já via como tudo ia se desenrolar.
Maite não tava nada nervosa, dava pra ver que não era a primeira vez dela, isso sim, ela tava muito excitada, imagino que o vinho ajudava. Ela entrou no chuveiro, deixou a porta aberta e finalmente vi ela de frente: uns peitos lindos, um pouco caídos mas maravilhosos, dava pra ver que eram naturais, não eram duros. Os bicos eram rosadinhos mas bem grandes. Quando entrei no chuveiro, ela disse "Nossa, que pauzão que você tem, já vai ver como o David vai ficar contente." Nessa hora, me cortou um pouco o clima, falei que com caras eu não queria nada. Ela ri e diz que não é por isso, que ele Adoro ver como me comem e adoro que ele me veja, mas além disso, nunca tive nada assim, amarrando minha pica. Desde que te vi na piscina, falei pra mim mesma que você seria meu.
Ela me viu meio pensativo e disse: "Não pensa, só aproveita e se deixa levar. Quando você for mais velho, vai entender melhor." Percebi que ela não estava nada nervosa, só com tesão e excitada, enquanto falava quase sussurrando no meu ouvido, não fazia nada além de tocar minha pica. Tomamos um banho rápido, e no começo ela não me deixava tocar nela, disse: "Lembra de uma coisa: SEM MEU MARIDO PRESENTE, NADA DE NADA." Nos secamos e fomos pra cama, ela enrolada numa toalha que cobria tudo e eu com uma toalha na cintura. Quando saímos do banheiro, lá estava o David sentado numa poltrona, com um copo na mão.
Isso me cortou o barato de novo. David me olhou e disse: "Carlos, sério, não se preocupa comigo, como se eu não estivesse aqui. Quem você tem que se preocupar é com ela, que é uma puta insaciável." Achei que ela fosse falar algo sobre o que o marido acabou de dizer, mas a única coisa que saiu da boca dela foi: "Pois quando você ver isso" (ela tirou a toalha) "vai ver a puta que vou ser." Naquele momento, eu não estava de pau duro por causa do nervosismo, mas ela se ajoelhou e começou a meter na boca, estávamos a pouca distância do David.
Ela me chupava com desespero, não parava por nada, já tava de pau duro de vez, ela tentava enfiar o máximo possível, eu sentia a garganta dela, deu uns engasgos, mas ela continuava na dela. Eu segurava a cabeça dela, o prazer que eu sentia era indescritível, e o David se tocava por cima da calça, dava pra ver uma cara de vício total. Já não ligava mais pra presença do David. Avisei ela que se continuasse assim, eu ia gozar. Ela tirou a boca e, sem soltar minha pica, disse pro marido: "Que beleza, né?" Ele não disse nada, só piscou um olho pra ela. Ela me olhou de baixo e falou: "Enche minha boca." Meteu de novo e mexia a língua mais rápido, enfiando mais fundo. Ela deve ter percebido que eu estava perto de gozar, porque não parava de olhar nos meus olhos. Comecei a gozar e enchi bem a boca dela. Ela limpou bem minha pica, se levantou e foi até o David, dando um beijo de língua bem quente.
Sinceramente, me chamou a atenção que com a boca cheia da minha porra ela desse um beijo, mas percebi que era o que ele esperava e, pelo que vi, ele gostou. Enquanto se beijavam, eu continuei tocando minha pica, que não perdeu muita ereção. O marido, ao me ver, tirou a toalha da Maite, deixando aquela bunda empinada na minha frente. Minha pica voltou a ficar dura pra caralho. Me ajoelhei na frente dela, tinha aquela bunda enorme, afastei as pernas dela, vi melhor a boceta dela, acariciei e meti minha boca, pra com minha língua lamber bem a boceta e o cu, que estavam escorrendo. Ela, enquanto continuava beijando o David, dava pra ouvir gemidos, cada vez mais altos. Ela saiu dali e se ajoelhou na beirada da cama. Fui até ela e continuei o que estava fazendo antes. Agora dava pra ouvir melhor, ela dizia como eu tava comendo bem, que língua boa o filho da puta tem. Me deu a sensação de que ela tava falando pro marido. De repente, ela disse: "Não para ou te mato". Entendi o que tava rolando, então comecei a estimular bem o clitóris dela sem parar de meter minha língua dentro da boceta. Ela gozou gritando, já não era mais a Maite contida quando falava, era outra.
Ela não mudou de posição e, depois de alguns segundos, com uma voz super safada, disse: "Precisa de um convite pra me foder?" A pica entrou com maior facilidade. Quando ela sentiu bem dentro, começou a rebolar e dizia pro marido: "Uhhhhhh, você não sabe como ele me preenche." O David, sem se despir, só se tocando por cima da calça, falava com a voz acelerada: "Muito bem, Carlos, continua fodendo essa puta, dá bem nessa boceta, destrói ela de porrada." Eu nunca tinha vivido nada igual, tava nas nuvens. Maite começou a gemir de verdade, a cravar mais minha pica, a dizer: "SIIIIM, ME FODE COMO UMA PUTA. vadia, ME DÁ FORTE e geme, enquanto eu falava isso, eu estava acariciando a entrada do cu dela com um dedo, percebia que ela gostava, então enfiei um dedo que entrou com muita facilidade, dava pra ver que já tinha sido usado, eu metia cada vez mais forte, quando senti a buceta dela se contrair no meu pau, gozando de novo que nem uma desesperada.
Mal terminou de gozar, a cabeça dela caiu no colchão, uns segundos depois, eu tirei meu pau, ela se levantou e me fez deitar na cama, ela virou de costas pra mim e sentou no meu pau, meus olhos estavam fixos em como meu pau entrava e saía da buceta dela, aquele rabão sentava no meu pau, tava claro que ela fazia isso pro David ver e pra eu brincar com o cu dela. Ela disse pro corno: "chega aqui e olha como tão fodendo a sua rabuda", David chegou perto e via entrando e saindo, a única coisa que ele dizia era: "que pau bom que você tem, Carlos, tá fodendo bem essa puta, ela fica louca quando vê um pau bom e igual ao seu ela nunca pegou um".
Ela, ronronando e com voz melosa, disse pro marido: "esse filho da puta tá fodendo meu cu com os dedos, isso com certeza quer me foder por aí, não sei se vai entrar..." O marido disse pra ela: "QUE VADIA QUE VOCÊ É, TÁ LOUCA PRA ELE TE FODER", ela só disse: "SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIM".
Ele chegou mais perto e começou a chupar os peitos dela, que só dizia: "você tá com tesão, corno, dá pra perceber". Ele dizia: "você gosta que eu morda, hein rabuda, enquanto outro te fode", ela dizia: "SIM, PRA CARALHO", ela gritava, então começou a gozar de novo e eu, mesmo sem ter me mexido, comecei a sentir que ia gozar com aquela buceta se mexendo, gozei junto com ela e enchi a buceta dela de porra. A gente tava todo suado, até o David, eu fui jogar água no rosto, no banheiro, só pensava no casal, nos papéis de cada um, então voltei pensando em dar o que eles queriam.
Quando entrei no quarto, vejo que o David tá comendo a buceta da Maite. Ela me olhava sorrindo e aí eu parti pra ação, me aproximei, ele tentou tirar a boca da buceta dela e eu agarrei o pescoço dele por trás e falei, limpa bem toda a porra, ela ao ouvir isso ficou com cara de mais safada e ele lambia com mais vontade. Eu me deitei do lado dela e a gente se beijava e ela me disse no ouvido que bom que você finalmente nos entendeu. Ela começou a me tocar a pica e a deixar ela dura de novo, enquanto a gente se pegava, parei um momento e falei… David, come bem a bunda dela e deixa ela preparada como um bom cuck, que eu vou foder ela agora mesmo.
Conforme eu aumentava o tom, percebia que os dois ficavam mais quentes, se é que isso era possível. Tava disposto a descobrir até onde ir com o casalzinho. Ela tava deitada de lado me olhando, enquanto David comia o cu dela, dava pra ver que ela tava adorando. Agarrei o cabelo dela e puxei pra baixo pra ela chupar minha pica, ela não reclamou do puxão, muito pelo contrário. Tirei o David e ela ficou deitada de bruços, mandei ela ficar de quatro, ela obedeceu e comecei a dar palmadas na bunda dela, falei sem alterar a voz, vejo que você gosta de levar palmada, foxy, e depois que uma pica boa foda essa bunda. Maite, como uma menininha apanhando, dizia que SIM, aí o David falou pra ela, nunca meteram nada tão grande por trás, mas disse pra ela hoje vão arrebentar você direitinho e ela respondeu então que não espere. Enquanto a gente conversava, eu já tinha enfiado três dedos no cu dela e ela dava gritinhos, e quando enfiei o quarto, ela tava em êxtase.
Já tá bom essa bunda pra entrar uma pica boa, fica na posição como uma boa puta, minha pica já tava dura de novo, eu passava a mão de vez em quando vendo tudo aquilo, Maite obediente se colocou como uma puta e me ofereceu a bunda, bem empinada, dava pra ver que ela já tava desesperada pra eu meter. Ela me pediu pra não ser assim, pra não fazer ela sofrer mais, a bunda dela tava toda vermelha das palmadas, eu Aproximei no ouvido dela e falei que o marido dela tinha que me pedir. Chamei o David, que se aproximou, e falei: "Faz de bom cuckold e pede pro Carlos me comer o cu". Ele não pensou duas vezes e me implorou pra meter nele. Não acreditei, os dois estavam tão submissos.
Quis ir além, mesmo achando arriscado na hora, e quando os dois estavam me olhando, falei pro David: "Enche bem minha pica de cuspe pra entrar melhor". Vi que deu uma tensão, uma dúvida no ar, ela estava na expectativa e com um tesão do caralho. Mas quando o David se abaixou e começou a babar minha pica, ela sorriu, me olhou e disse: "Não sabia que o promíscuo também sabia chupar". Falei que já tava bom, que era pra ela abrir bem a bunda da Maite pra facilitar. Ela fez isso e, aos poucos, comecei a enfiar a pica no cu dela. Entrava justinho, mas bem, não precisava forçar muito.
Meti no cu dela com força, ela se mexia com raiva, de vez em quando eu dava um tapinha e, se demorava, ela me provocava: "Perdeu a força?", "Já cansou?". Era muito puta, gostava de pancada. Então eu tirava e enfiava de uma vez, sem parar. Falei pro David, que já tinha se pelado e tinha uma pica normalzinha, quase pequena: "Para de bater punheta e enfia debaixo pra lamber a buceta da puta que você tem". Ele obedeceu na hora e começou a chupar a buceta dela. Ela gozou rapidinho, mais forte que das outras vezes. Eu não gozei, evitei.
Ficamos deitados, suados, na cama. Ainda tinha outra coisa na cabeça. Falei que ia tomar banho e vazar. Fui pro banheiro e, quando cheguei, perguntei pra Maite pela toalha. Ela trouxe e, quando me entregou, peguei na mão dela e puxei, enfiando ela no banheiro e tranquei a porta. Apoiei ela na pia pra se ver no espelho, enquanto, por trás, metia no cu dela de novo, forte e duro. Puxei o cabelo dela e falei: "Viu como eu posso te foder sem teu marido?" Ela só abriu a boca. e cada vez eu metia mais forte, ela pedia mais e mais, não parava de pedir, eu falei pra ela que a partir de agora ela seria minha putinha, ela não disse nada, aí eu parei, NÃO PARA CONTINUA E METE FORTE, VOU SER SUA PUTA SIM VOU SER, voltei a meter forte até gozarmos os dois.
Deixei ela, ela foi embora e eu tomei banho, quando saí, lá estava o casalzinho, ela de joelhos de quatro e ele chupando tudo bem chupado, limpando tudo. Quando me viram, ela levantou rápido, vestiu um roupão de seda curto e me acompanhou até a porta, ele ficou deitado. Já na porta, antes de abrir, a gente se pegou de língua e ela disse que tinha se divertido como nunca, que na próxima vez com certeza seria melhor, eu falei que com certeza.
5 comentários - Surpresão com coroa gostosa