Chapeuzinho Vermelho e o Lobo 27
A mão do negão levantou um pouco o vestido e sentiu as nádegas nuas da Denisse, ficou doido, puxou ela pra perto dele, que tava apoiado na grade. As mãos dele agora apertavam com força a bunda da Denisse, enquanto se beijavam com paixão. As mãos da Denisse foram pro short branco, encontraram os botões e desabotoaram com as duas mãos: um, dois, três botões, eu contei, e vi as mãos dela descendo o short, enfiando a mão direita dentro da cueca e agarrando e soltando uma pica um pouco mais comprida que o normal, bem grossa, com uma cabeça bem grande, e principalmente muito dura. Ela foi se ajoelhando e começou a dar um boquete de joelhos na frente dele, olhando nos olhos dele com cara de puta. Ele se apoiava na grade, jogando o corpo pra trás, e com a mão direita segurando a nuca da Denisse, mas só acompanhando o movimento que ela mesma fazia, sem forçar nada. Eu comecei a me tocar por cima do short, tava muito excitado, e com uns dois movimentos já me sujei todo, gozei uma enormidade na cueca branca que tava usando. Por um momento, olhei pro salão: todos os jovens negros rodeados de garotas brancas entre vinte e poucos e trinta e poucos anos, eu o único cara branco observando, e pensei: isso só pode ser uma fantasia, não pode estar acontecendo uma parada dessas em Santa Teresita, isso é uma fantasia da minha mente doente. Voltei à realidade vendo o moreno levantar a Denisse e continuarem subindo pra um dos quartos. Entraram num dos quartos e eu atrás deles. Um negão tava debaixo da Carla, que subia e descia gemendo naquela pica bem grossa e comprida. Ele olhou pra porta e sorriu pra Denisse.
— Não pode perder essa, amiga... é uma experiência inesquecível... — enquanto o negão jogava a Denisse na cama e ia comer a buceta dela. Era impressionante como a Denisse gemia. Não sei quanto tempo passou, mas o negão comia ela com gosto. Num momento, ele Ele se levantou e tirou uma camisinha do bolso da calça, colocou e penetrou a Denisse devagar. Parecia que a Denisse tava gozando, ela se agarrava forte no negão pelas costas, cravando as unhas e cruzando as pernas atrás das coxas dele. O negão metia e tirava com violência, bem fundo. Eu tava com o pau duro de novo e me esfregava na calça, tinha virado o pau pro outro lado porque a roupa tava limpa. Agora o negão tava beijando a boca da Denisse enquanto comia ela, os dois pareciam ferver de tesão. Ele meteu mais um pouco e, saindo, arrumou ela como uma putinha na cama. Olhei pra Carla, que do lado também tava tendo um orgasmo forte. O negão levantou e fez ela ajoelhar na cama, tirou a camisinha e bateu uma na frente da cara da Carla, que abria a boca esperando o prêmio que não demorou. Ela engoliu quando ele gozou, e o pau saiu brilhando da boca dela. Depois ele veio até onde eu tava e me beijou com os restos de porra na boca. — Que bom que você trouxe a Nissi, cuck... masturbador... — e foi andando pro banheiro. O negão saiu do quarto. Eu virei o olhar pra Denisse, que gozava e gemia como uma puta fogosa. O negão brincava com o dedão da mão direita no cu dela, isso deixava ela mais louca ainda. Depois de um tempão comendo ela, cuspiu bastante no cu dela, o pau dele saiu e ele começou a se encaixar no buraco de trás. — Devagar, por favor... teu pau é muito grande... — E você vai engolir ele todinho — disse o negão no português mais ou menos dele. Denisse, de resposta, mexia a bunda provocando. Primeiro ele só passou a cabeça e ficou esperando ela se acostumar, depois foi entrando devagar, até perceber que a Denisse tava confortável e começou uma metida lenta que foi ganhando ritmo. Não sei quanto tempo passou, mas notei que num momento a Denisse gozou de novo. Eu acelerei a punheta e gozei quase ao mesmo tempo, tava tudo sujo. O negão depois saiu. Em cima dela, ele agarrou a bela melena preta dela pela cintura minúscula e puxou a camisinha, deixando o pau dele na cara dela.
—Você gosta desse pau preto... é todo seu se quiser, e exclusivo... quero que você seja minha mulher...
—Adoraria... mas sou casada...
—Seu marido tá aqui parado vendo tudo isso... sem problema com ele... —Ele virou pra mim, me olhou com toda seriedade.— Sua mulher é minha agora... ok...? —Me pegou de surpresa e eu não sabia o que responder naquela situação, e também não sabia o que significava pra ele ela ser a mulher dele. Improvisei:
—Minha mulher é adulta... ela decide a vida dela...
—Que bom então... eu ajudo ela a escolher...
Ele começou a se masturbar na frente do rosto da Denisse, ela olhava nos olhos dele. Quando ele gozou, enfiou o pau na boca dela enquanto segurava o cabelo dela. As mãos da Denisse estavam entre as pernas dela, se masturbando, e ela teve outro orgasmo enquanto engolia o leite dele. Depois ele disse que queria fazer um exame de HIV, no país dele era muito comum e não queria correr risco, assim depois podiam transar sem camisinha, não era mulher pra comer com camisinha. Denisse tava nas nuvens, sempre fantasiou em ficar com um preto, mas a experiência acho que superou as expectativas dela. Percebi que ela começou a ficar nervosa e queria ir embora, me pediu pra sairmos, vestiu o vestido, queria fugir daquela situação toda. O preto olhou pra ela sorrindo.
—Não tem pra onde fugir... você vai ser minha mulher agora... —Anotou o telefone dele pra ela.— Espero sua ligação...
No carro ficamos um tempão em silêncio, eu dirigia bem devagar. Denisse falou:
—Que experiência forte... o cheiro dele me deixava louca... queria engolir a saliva dele... queria que ele explodisse no fundo da minha buceta e me enchesse de leite... queria que ele fizesse um bebê negrinho em mim...
Meu pau ficou duro de novo.
—E você gozou...?
—Sim, duas vezes... parecia impossível que isso tava acontecendo... parecia um sonho...
—Você não sabe o quão real é o gosto e a grossura Esse pau... me enlouquece... -ela enfiou a mão dentro da minha braguilha.- como tá dura... e você tá todo melado... sujou a calcinha toda que te emprestei... hein, porquinha...
-Ainda não consigo acreditar...
-Temos tempo pra processar... Sergio só volta na segunda... não quero encontrar ele... amanhã à noite a gente vaza... mesmo assim, você ainda vai me pagar por ter comido aquela puta... tô pensando num castigo bem bom pra você... acho que vai gostar...
Eu continuei dirigindo enquanto Denisse me punhetava até eu gozar de novo dentro da calcinha.
-Vamos ter que jogar fora de tão manchada que você deixou... corna...
A mão do negão levantou um pouco o vestido e sentiu as nádegas nuas da Denisse, ficou doido, puxou ela pra perto dele, que tava apoiado na grade. As mãos dele agora apertavam com força a bunda da Denisse, enquanto se beijavam com paixão. As mãos da Denisse foram pro short branco, encontraram os botões e desabotoaram com as duas mãos: um, dois, três botões, eu contei, e vi as mãos dela descendo o short, enfiando a mão direita dentro da cueca e agarrando e soltando uma pica um pouco mais comprida que o normal, bem grossa, com uma cabeça bem grande, e principalmente muito dura. Ela foi se ajoelhando e começou a dar um boquete de joelhos na frente dele, olhando nos olhos dele com cara de puta. Ele se apoiava na grade, jogando o corpo pra trás, e com a mão direita segurando a nuca da Denisse, mas só acompanhando o movimento que ela mesma fazia, sem forçar nada. Eu comecei a me tocar por cima do short, tava muito excitado, e com uns dois movimentos já me sujei todo, gozei uma enormidade na cueca branca que tava usando. Por um momento, olhei pro salão: todos os jovens negros rodeados de garotas brancas entre vinte e poucos e trinta e poucos anos, eu o único cara branco observando, e pensei: isso só pode ser uma fantasia, não pode estar acontecendo uma parada dessas em Santa Teresita, isso é uma fantasia da minha mente doente. Voltei à realidade vendo o moreno levantar a Denisse e continuarem subindo pra um dos quartos. Entraram num dos quartos e eu atrás deles. Um negão tava debaixo da Carla, que subia e descia gemendo naquela pica bem grossa e comprida. Ele olhou pra porta e sorriu pra Denisse.
— Não pode perder essa, amiga... é uma experiência inesquecível... — enquanto o negão jogava a Denisse na cama e ia comer a buceta dela. Era impressionante como a Denisse gemia. Não sei quanto tempo passou, mas o negão comia ela com gosto. Num momento, ele Ele se levantou e tirou uma camisinha do bolso da calça, colocou e penetrou a Denisse devagar. Parecia que a Denisse tava gozando, ela se agarrava forte no negão pelas costas, cravando as unhas e cruzando as pernas atrás das coxas dele. O negão metia e tirava com violência, bem fundo. Eu tava com o pau duro de novo e me esfregava na calça, tinha virado o pau pro outro lado porque a roupa tava limpa. Agora o negão tava beijando a boca da Denisse enquanto comia ela, os dois pareciam ferver de tesão. Ele meteu mais um pouco e, saindo, arrumou ela como uma putinha na cama. Olhei pra Carla, que do lado também tava tendo um orgasmo forte. O negão levantou e fez ela ajoelhar na cama, tirou a camisinha e bateu uma na frente da cara da Carla, que abria a boca esperando o prêmio que não demorou. Ela engoliu quando ele gozou, e o pau saiu brilhando da boca dela. Depois ele veio até onde eu tava e me beijou com os restos de porra na boca. — Que bom que você trouxe a Nissi, cuck... masturbador... — e foi andando pro banheiro. O negão saiu do quarto. Eu virei o olhar pra Denisse, que gozava e gemia como uma puta fogosa. O negão brincava com o dedão da mão direita no cu dela, isso deixava ela mais louca ainda. Depois de um tempão comendo ela, cuspiu bastante no cu dela, o pau dele saiu e ele começou a se encaixar no buraco de trás. — Devagar, por favor... teu pau é muito grande... — E você vai engolir ele todinho — disse o negão no português mais ou menos dele. Denisse, de resposta, mexia a bunda provocando. Primeiro ele só passou a cabeça e ficou esperando ela se acostumar, depois foi entrando devagar, até perceber que a Denisse tava confortável e começou uma metida lenta que foi ganhando ritmo. Não sei quanto tempo passou, mas notei que num momento a Denisse gozou de novo. Eu acelerei a punheta e gozei quase ao mesmo tempo, tava tudo sujo. O negão depois saiu. Em cima dela, ele agarrou a bela melena preta dela pela cintura minúscula e puxou a camisinha, deixando o pau dele na cara dela.
—Você gosta desse pau preto... é todo seu se quiser, e exclusivo... quero que você seja minha mulher...
—Adoraria... mas sou casada...
—Seu marido tá aqui parado vendo tudo isso... sem problema com ele... —Ele virou pra mim, me olhou com toda seriedade.— Sua mulher é minha agora... ok...? —Me pegou de surpresa e eu não sabia o que responder naquela situação, e também não sabia o que significava pra ele ela ser a mulher dele. Improvisei:
—Minha mulher é adulta... ela decide a vida dela...
—Que bom então... eu ajudo ela a escolher...
Ele começou a se masturbar na frente do rosto da Denisse, ela olhava nos olhos dele. Quando ele gozou, enfiou o pau na boca dela enquanto segurava o cabelo dela. As mãos da Denisse estavam entre as pernas dela, se masturbando, e ela teve outro orgasmo enquanto engolia o leite dele. Depois ele disse que queria fazer um exame de HIV, no país dele era muito comum e não queria correr risco, assim depois podiam transar sem camisinha, não era mulher pra comer com camisinha. Denisse tava nas nuvens, sempre fantasiou em ficar com um preto, mas a experiência acho que superou as expectativas dela. Percebi que ela começou a ficar nervosa e queria ir embora, me pediu pra sairmos, vestiu o vestido, queria fugir daquela situação toda. O preto olhou pra ela sorrindo.
—Não tem pra onde fugir... você vai ser minha mulher agora... —Anotou o telefone dele pra ela.— Espero sua ligação...
No carro ficamos um tempão em silêncio, eu dirigia bem devagar. Denisse falou:
—Que experiência forte... o cheiro dele me deixava louca... queria engolir a saliva dele... queria que ele explodisse no fundo da minha buceta e me enchesse de leite... queria que ele fizesse um bebê negrinho em mim...
Meu pau ficou duro de novo.
—E você gozou...?
—Sim, duas vezes... parecia impossível que isso tava acontecendo... parecia um sonho...
—Você não sabe o quão real é o gosto e a grossura Esse pau... me enlouquece... -ela enfiou a mão dentro da minha braguilha.- como tá dura... e você tá todo melado... sujou a calcinha toda que te emprestei... hein, porquinha...
-Ainda não consigo acreditar...
-Temos tempo pra processar... Sergio só volta na segunda... não quero encontrar ele... amanhã à noite a gente vaza... mesmo assim, você ainda vai me pagar por ter comido aquela puta... tô pensando num castigo bem bom pra você... acho que vai gostar...
Eu continuei dirigindo enquanto Denisse me punhetava até eu gozar de novo dentro da calcinha.
-Vamos ter que jogar fora de tão manchada que você deixou... corna...
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