Na sexta-feira, eu vinha passeando por Belgrano e, na Cabildo e Monroe, vejo um cara muito parecido com o José, o primo do meu ex-marido. Ele me vê e sorri. "Oi, Marité, como você está? Lembra de mim?" "Siiiiim, oi, José, como vai? Tanto tempo, o que você anda fazendo por aqui?" "A empresa me mandou, na segunda eu volto. E você? O que tem feito da vida? Vamos tomar um café e bater um papo, você tem tempo?" "Sim, vamos."
Tomamos um café, conversamos muito, contei sobre o Jorge, etc., etc.
Saímos do bar, já era noite. "Onde você está hospedado?" "Num hotel no centro, mas se quiser, te acompanho até sua casa." "Fechou, e a gente come algo."
Fomos até o carro e saímos pra casa, conversando e rindo muito. Num momento, lembrei daquela pica enorme do José e fiquei louca, sentia como me molhava toda.
Ao chegar no apê, subimos e, quando entrei em casa, ele me abraçou por trás e senti aquela pica enorme encostada na minha cintura. Me virei e beijei ele de boca aberta, sem mais, levei ele pro sofá e nos beijamos muito sem dizer nada, só nos beijando. Num momento, desci a mão pra tocar aquela verga por cima da calça dele — uhhhhh, não sei quando ele tinha tirado ela, tava no ar, era impressionante, do jeito que eu lembrava. "Não sabe como eu senti falta dessa pica pobre e como sinto falta da sua bunda, uma das poucas que comeu ela toda pelo cu." Abracei ele e beijei, depois baixei a cabeça pra beijar aquele monstro. Ele foi tirando minha regata, beijava minhas costas enquanto eu beijava aquela pica linda. Ele levantou minha cabeça, me beijou bem fundo e me virou pra um 69. Me deixei fazer, ele tirou minha calça e a calcinha fio dental, e me ajeitei pra chupar aquele pedaço.
Ele lambia minha virilha bem devagar, bem perto dos lábios, me deixava louca e me dava raiva não poder comer aquela pica toda, mas por mais que eu quisesse, não cabia na minha boca. Então, meti a língua, lambia o tronco, a cabeça, as bolas e brincava ao redor do cu dele. Ele ficava doido e me comia com a língua, metia o dedo na minha use the word: buceta e língua no cu, ela tava meio perdida, me deixava louca e o filho da puta não parava, eu metia a língua direto no cu dele e ele respondia com um dedo no meu cu, ufffffffffffff que delícia ser comida por dois dedos, brincando na buceta e no cu, me animei e enfiei um dedinho no cu dele, ufff, ele se contorceu, mas não falou nada, eu metia língua e dedo no cu dele e ele respondia com mais um dedo no meu cu, Que lindoooooooooo, ele fala, parece que quer brincar pesado hoje, né? Não, quero ser toda sua, tooodaaaaaa.
Continuamos brincando, eu tava encharcada, tentava enfiar um terceiro dedo mas complicava, eu tirei o dedo dele e enfiei a língua fundo no cu dele e apertava os ovos dele, me ajoelhei pra poder lamber mais forte e brincar com os dedos dele como quisesse, me deixava louca, eu gemia como a melhor das putas, ele tirava os dedos, metia a língua, enfiava os dedos de novo, meu cu tava estourando, ele enfiou uns dedos na use the word: buceta, depois mais um e eu explodi, Ahhhhhhhhhhhhgggggggggggg UFFFFFFFFFFF, siiiiiiiiiiiiiiii asiiiiiiiiiii, e o filho da puta chupava meu cu que nem um bicho, eu pulsava sem parar, queria aquela cock já dentro de mim, não aguentava mais, por favor, enfia ela toda, quero essa cock já dentro de mim!!!
Ele tirou os dedos da minha use the word: buceta beeem quente, me virou, fiquei de frente pra ele, ele me beijava e apertava os peitos, a gente se beijava e eu me mexia procurando a cock dele, até que senti ela perto da minha use the word: buceta, ele continuava me beijando e colocou uma mão atrás de mim e deslizou um dedo dentro do meu cu e mais outro, uffffffff, continuei me mexendo até sentir a cabeçona na entrada da minha caverna super quente e molhada, fui me sentando naquela cabeçona, ahhhhhhhhhhhhhh siiiiiiiiiiiiiiiii siiiiiiiiiiii asiiiiiiiiiii que delícia sentir que você quer que ela se perca dentro de você e sentir que não entra de uma vez, o filho da puta tira os dedos do meu cu e enfia de novo, só que agora são três beija, brincamos com as línguas na minha boca e eu forço pra entrar, não aguentoooooooo maissssssssssss, aí ele enfiou a cabeça e começou a empurrar pra entrar mais e mais e mais, eu queria ela toda bem dentro e sim, quem procura acha, AHHHHHHHHHHHHHHHHH SIIIIIIIIIIII DENTROOOOOOO, explodi aos gritos, me dá duro vagabundoooooo, siiiiiiiiiiii assim assim maissssssssssss e ele enfiava até o fundo, e tirava tudo e de novo até o fundo outra vez e o cu continuava ocupado com os dedos, eu tava cheia de carne, ele me beijava como um louco, chupava meus peitos e eu gozava uma vez atrás da outra, era uma loucura aquilo, ele tirou os dedos do meu cu, me levantou pra tirar a pica e foi tudo tão rápido que nem percebi que ele colocou na porta do meu cu e eu tava tão perdida que segui o movimento que vinha fazendo e me empalei sozinha, AHHHHHHHHGGGGGG UFFFFFFFFFFFFF VOCÊ TÁ ME MATANDO!!!!, mas ele me agarrou pelas cadeiras e me empurrou suave mas bem firme até a metade da pica, gritei como uma louca, mas já tava dentro, então ele continuou com o jogo dele, eu afrouxava, tentava sair e ele me empurrava de novo sobre a pica dele, como meu cu ardia, mas a verdade é que eu queria mais, tava como uma louca e sim, sabia que não demoraria muito pra enfiar tudo, queria apertar a pica dele com o cu, mas não tinha forças, doía, ele percebeu e quando tentei apertar de novo ele me abraçou forte, me beijou bem fundo e me sentou até o fundo da pica dele, porra que doeu, mas ao mesmo tempo foi lindo sentir os jatos de porra tão fundo e sentir que te abraçam tão forte, foi lindo, gozei como uma gostosa, escorria líquido por todo lado e ele continuava me apertando sobre a pica dele bem dentro, essa sensação é única.
Fiquei sentadinha sentindo os ovos dele se contraírem e relaxarem soltando as últimas gotas de porra no meu cu.
Quando senti que a dureza da pica dele afrouxou um pouco, beijei ele e fui me levantando, era impressionante sentir que não termina de sair. nunca vi um pau desse tamanho dentro de mim. Depois disso, ficamos nos amassando, uns beijos gostosos, ele falava. Você tava muito quente, Mari, é lindo ver como você curte na cama. Como não vou curtir esse pau lindo, você me enlouquece, José. Mais uns beijos e levantei pra ir no banheiro, o leite escorrendo pelas pernas. Sentei no bidê e sentir a água fresca na bunda e na buceta foi um alívio. Ele entrou com o pau morcillão, é lindo, sempre esse filho da puta!!! Ele foi tomar banho, eu me sequei e falei que preparava algo pra comer. Ok, algo leve, assim depois a gente continua, hahaha. Tava na cozinha preparando uma salada boa, uma taça de vinho. Ele veio por trás, me abraçou e beijava meu pescoço, minhas costas, e senti o pau endurecendo. Pra que comer um pouquinho e continuar? Ele não me dava bola, então pensei: relaxa e goza. E foi assim, ele beijava minhas costas, meu pescoço, acariciava minha buceta, e ninguém é de ferro. EU ME MOLHEI PRA CARALHO e ele continuava brincando com os dedos na minha buceta. Já queria ele dentro de novo, então abri bem as pernas, apoiei os cotovelos na bancada e esperei ele me enfiar. E foi assim, bem devagarzinho entrando como quem pede permissão. Desde que começou a entrar até chegar no fundo, gozei três vezes e ele me serrou bem forte, tão forte que sentia que ia desmaiar, mas tava muito feliz. Num momento, ele me pegou pela cintura e foi me virando pra ficar de frente pra ele, uma manobra meio complicada, mas com um pedaço desse tamanho enfiado dentro é mais fácil. Então fiquei sentada na bancada, bem encaixada, e ele me beijava, chupava, apertava os peitos, e eu continuava perdida, gozando uma atrás da outra. Ele meteu uns dez minutos mas não gozou, eu gozei pelos dois. Ele tirou, me abraçou forte, me de uns beijos de louco. Terminei de preparar a salada e fomos pra mesa. Brindamos, uns beijos, eu zoava ele: cê tá molinho, Zé, não gozou, jijiji. Eu simmmmmmm. me mordiscava os bicos dos peitos, eu ficava apalpando a rola dele enquanto comíamos um pouco, ele me beija bem forte e eu falo: "Posso fazer uma coisa?" "Claro, Sweetie, o que você quiser." Sentei no colo dele e continuamos comendo assim, até que senti a besta acordar. Sem pensar duas vezes, encaixei ele na minha buceta e pra dentro, foi fácil, já que não tava durasso, foi lindo sentir ele crescendo dentro de mim. Então seguimos comendo, eu bem empalada e feliz.
Ele me perguntou se eu tinha uns lenços grandes e se eu topava brincar amarrada e de olhos vendados.
"Sim, claro, por que não?" "Ok, depois a gente continua assim."
"Sem problema, um pouco cada um amarradinho, né?" "Fechou."
Daqui a pouco conto como a festinha continuou.
Tomamos um café, conversamos muito, contei sobre o Jorge, etc., etc.
Saímos do bar, já era noite. "Onde você está hospedado?" "Num hotel no centro, mas se quiser, te acompanho até sua casa." "Fechou, e a gente come algo."
Fomos até o carro e saímos pra casa, conversando e rindo muito. Num momento, lembrei daquela pica enorme do José e fiquei louca, sentia como me molhava toda.
Ao chegar no apê, subimos e, quando entrei em casa, ele me abraçou por trás e senti aquela pica enorme encostada na minha cintura. Me virei e beijei ele de boca aberta, sem mais, levei ele pro sofá e nos beijamos muito sem dizer nada, só nos beijando. Num momento, desci a mão pra tocar aquela verga por cima da calça dele — uhhhhh, não sei quando ele tinha tirado ela, tava no ar, era impressionante, do jeito que eu lembrava. "Não sabe como eu senti falta dessa pica pobre e como sinto falta da sua bunda, uma das poucas que comeu ela toda pelo cu." Abracei ele e beijei, depois baixei a cabeça pra beijar aquele monstro. Ele foi tirando minha regata, beijava minhas costas enquanto eu beijava aquela pica linda. Ele levantou minha cabeça, me beijou bem fundo e me virou pra um 69. Me deixei fazer, ele tirou minha calça e a calcinha fio dental, e me ajeitei pra chupar aquele pedaço.
Ele lambia minha virilha bem devagar, bem perto dos lábios, me deixava louca e me dava raiva não poder comer aquela pica toda, mas por mais que eu quisesse, não cabia na minha boca. Então, meti a língua, lambia o tronco, a cabeça, as bolas e brincava ao redor do cu dele. Ele ficava doido e me comia com a língua, metia o dedo na minha use the word: buceta e língua no cu, ela tava meio perdida, me deixava louca e o filho da puta não parava, eu metia a língua direto no cu dele e ele respondia com um dedo no meu cu, ufffffffffffff que delícia ser comida por dois dedos, brincando na buceta e no cu, me animei e enfiei um dedinho no cu dele, ufff, ele se contorceu, mas não falou nada, eu metia língua e dedo no cu dele e ele respondia com mais um dedo no meu cu, Que lindoooooooooo, ele fala, parece que quer brincar pesado hoje, né? Não, quero ser toda sua, tooodaaaaaa.
Continuamos brincando, eu tava encharcada, tentava enfiar um terceiro dedo mas complicava, eu tirei o dedo dele e enfiei a língua fundo no cu dele e apertava os ovos dele, me ajoelhei pra poder lamber mais forte e brincar com os dedos dele como quisesse, me deixava louca, eu gemia como a melhor das putas, ele tirava os dedos, metia a língua, enfiava os dedos de novo, meu cu tava estourando, ele enfiou uns dedos na use the word: buceta, depois mais um e eu explodi, Ahhhhhhhhhhhhgggggggggggg UFFFFFFFFFFF, siiiiiiiiiiiiiiii asiiiiiiiiiii, e o filho da puta chupava meu cu que nem um bicho, eu pulsava sem parar, queria aquela cock já dentro de mim, não aguentava mais, por favor, enfia ela toda, quero essa cock já dentro de mim!!!
Ele tirou os dedos da minha use the word: buceta beeem quente, me virou, fiquei de frente pra ele, ele me beijava e apertava os peitos, a gente se beijava e eu me mexia procurando a cock dele, até que senti ela perto da minha use the word: buceta, ele continuava me beijando e colocou uma mão atrás de mim e deslizou um dedo dentro do meu cu e mais outro, uffffffff, continuei me mexendo até sentir a cabeçona na entrada da minha caverna super quente e molhada, fui me sentando naquela cabeçona, ahhhhhhhhhhhhhh siiiiiiiiiiiiiiiii siiiiiiiiiiii asiiiiiiiiiii que delícia sentir que você quer que ela se perca dentro de você e sentir que não entra de uma vez, o filho da puta tira os dedos do meu cu e enfia de novo, só que agora são três beija, brincamos com as línguas na minha boca e eu forço pra entrar, não aguentoooooooo maissssssssssss, aí ele enfiou a cabeça e começou a empurrar pra entrar mais e mais e mais, eu queria ela toda bem dentro e sim, quem procura acha, AHHHHHHHHHHHHHHHHH SIIIIIIIIIIII DENTROOOOOOO, explodi aos gritos, me dá duro vagabundoooooo, siiiiiiiiiiii assim assim maissssssssssss e ele enfiava até o fundo, e tirava tudo e de novo até o fundo outra vez e o cu continuava ocupado com os dedos, eu tava cheia de carne, ele me beijava como um louco, chupava meus peitos e eu gozava uma vez atrás da outra, era uma loucura aquilo, ele tirou os dedos do meu cu, me levantou pra tirar a pica e foi tudo tão rápido que nem percebi que ele colocou na porta do meu cu e eu tava tão perdida que segui o movimento que vinha fazendo e me empalei sozinha, AHHHHHHHHGGGGGG UFFFFFFFFFFFFF VOCÊ TÁ ME MATANDO!!!!, mas ele me agarrou pelas cadeiras e me empurrou suave mas bem firme até a metade da pica, gritei como uma louca, mas já tava dentro, então ele continuou com o jogo dele, eu afrouxava, tentava sair e ele me empurrava de novo sobre a pica dele, como meu cu ardia, mas a verdade é que eu queria mais, tava como uma louca e sim, sabia que não demoraria muito pra enfiar tudo, queria apertar a pica dele com o cu, mas não tinha forças, doía, ele percebeu e quando tentei apertar de novo ele me abraçou forte, me beijou bem fundo e me sentou até o fundo da pica dele, porra que doeu, mas ao mesmo tempo foi lindo sentir os jatos de porra tão fundo e sentir que te abraçam tão forte, foi lindo, gozei como uma gostosa, escorria líquido por todo lado e ele continuava me apertando sobre a pica dele bem dentro, essa sensação é única.
Fiquei sentadinha sentindo os ovos dele se contraírem e relaxarem soltando as últimas gotas de porra no meu cu.
Quando senti que a dureza da pica dele afrouxou um pouco, beijei ele e fui me levantando, era impressionante sentir que não termina de sair. nunca vi um pau desse tamanho dentro de mim. Depois disso, ficamos nos amassando, uns beijos gostosos, ele falava. Você tava muito quente, Mari, é lindo ver como você curte na cama. Como não vou curtir esse pau lindo, você me enlouquece, José. Mais uns beijos e levantei pra ir no banheiro, o leite escorrendo pelas pernas. Sentei no bidê e sentir a água fresca na bunda e na buceta foi um alívio. Ele entrou com o pau morcillão, é lindo, sempre esse filho da puta!!! Ele foi tomar banho, eu me sequei e falei que preparava algo pra comer. Ok, algo leve, assim depois a gente continua, hahaha. Tava na cozinha preparando uma salada boa, uma taça de vinho. Ele veio por trás, me abraçou e beijava meu pescoço, minhas costas, e senti o pau endurecendo. Pra que comer um pouquinho e continuar? Ele não me dava bola, então pensei: relaxa e goza. E foi assim, ele beijava minhas costas, meu pescoço, acariciava minha buceta, e ninguém é de ferro. EU ME MOLHEI PRA CARALHO e ele continuava brincando com os dedos na minha buceta. Já queria ele dentro de novo, então abri bem as pernas, apoiei os cotovelos na bancada e esperei ele me enfiar. E foi assim, bem devagarzinho entrando como quem pede permissão. Desde que começou a entrar até chegar no fundo, gozei três vezes e ele me serrou bem forte, tão forte que sentia que ia desmaiar, mas tava muito feliz. Num momento, ele me pegou pela cintura e foi me virando pra ficar de frente pra ele, uma manobra meio complicada, mas com um pedaço desse tamanho enfiado dentro é mais fácil. Então fiquei sentada na bancada, bem encaixada, e ele me beijava, chupava, apertava os peitos, e eu continuava perdida, gozando uma atrás da outra. Ele meteu uns dez minutos mas não gozou, eu gozei pelos dois. Ele tirou, me abraçou forte, me de uns beijos de louco. Terminei de preparar a salada e fomos pra mesa. Brindamos, uns beijos, eu zoava ele: cê tá molinho, Zé, não gozou, jijiji. Eu simmmmmmm. me mordiscava os bicos dos peitos, eu ficava apalpando a rola dele enquanto comíamos um pouco, ele me beija bem forte e eu falo: "Posso fazer uma coisa?" "Claro, Sweetie, o que você quiser." Sentei no colo dele e continuamos comendo assim, até que senti a besta acordar. Sem pensar duas vezes, encaixei ele na minha buceta e pra dentro, foi fácil, já que não tava durasso, foi lindo sentir ele crescendo dentro de mim. Então seguimos comendo, eu bem empalada e feliz.
Ele me perguntou se eu tinha uns lenços grandes e se eu topava brincar amarrada e de olhos vendados.
"Sim, claro, por que não?" "Ok, depois a gente continua assim."
"Sem problema, um pouco cada um amarradinho, né?" "Fechou."
Daqui a pouco conto como a festinha continuou.
10 comentários - Reencontrei o Jose, primo da minha ex
Volveré con merecidos puntos...
Siempre me pone muy al palo leerte e imaginarte sentada en mi pija.
Van puntos