Maxi (Conto Gay)

Em 2010, eu estava trabalhando com um grupo de professores e professoras numa piscina duas tardes por semana, e chegavam a cada hora crianças de 10 a 12 anos. O grupo era formado por uma professora e quatro professores. Em idade e tempo de carreira, eu era o mais velho, tinha 51 anos. A professora era casada, uns 35 anos, um cara uns dois anos mais novo que eu, outro com uns 40 e o mais jovem com 30 ou 31. A questão é que nunca acontecia nada fora do normal...

Das 13h às 17h, os grupos de alunos iam se revezando nos vários horários, e cada um de nós ficava com as crianças de acordo com as habilidades e aprendizados delas. No fim do expediente, nós quatro homens íamos para o vestiário, tomávamos banho pra tirar o cloro, nos vestíamos e cada um seguia com suas obrigações. Todos iam pra outro trabalho, ou eu era o único que voltava pra casa. Isso fazia com que muitas vezes, principalmente no inverno, eu ficasse mais tempo no banho quente que os outros e geralmente fosse o último a sair...

Um dia, no começo de agosto, aconteceu de Maximiliano (era o nome do professor de 30 anos) começar a ficar além da conta também. No primeiro dia que ele fez isso, eu perguntei:

— "Não vai se atrasar pro outro trampo...?"

— "Não, pedi demissão porque discuti com o dono da academia..."

Até aí tudo normal. O setor de chuveiros tinha 4 cabines de um lado e outras 4 chuveiros de frente. Sempre, por costume, a gente tomava banho nos mesmos chuveiros, todos do mesmo lado. Quando Maximiliano começou a ficar até mais tarde, ele decidiu mudar e a partir daquele dia usava o chuveiro que ficava de frente pro meu...

No começo eu não prestava muita atenção, mas depois comecei a observar e percebia que enquanto ele se ensaboava não parava de olhar pro meu pau e ainda me mostrava a bunda de um jeito provocante. Eu tentava não dar muita importância, mas a verdade é que Maximiliano tinha uma... Bunda muito gostosa. Parecia o cu de uma mulher, tão redondinho e empinado que era. Nunca tinha passado pela minha cabeça fazer nada a respeito, mas ao mesmo tempo que me deixava desconfortável, ficava muito excitado pensando que ele estava tentando me seduzir...

Assim foi durante os dois dias da semana seguinte, e quando íamos para o vestiário, ele sempre tentava se trocar perto de mim e descaradamente me mostrava a bunda. Era muito claro que ele não parava de olhar pro meu pau, e não ligava se eu percebesse que ele estava me observando. Claro, eu tentava fazer de bobo. O problema era que, no caminho pra casa de carro, não parava de pensar no que acontecia no chuveiro e no vestiário, e sempre descia do carro com uma semiereção que tentava disfarçar da minha esposa. Tava tão excitado com o que vinha acontecendo que, nesses dias, sempre acabava transando com ela à noite. Ela nunca quis dar o cu (a gente tentou várias vezes no começo do casamento, mas ela nunca gostou), e eu comecei a ficar obcecado com a ideia de enfiar meu pau no cu do Maximiliano. Na verdade, só fantasiava com a ideia...

Na semana seguinte, enquanto eu estava no chuveiro, fechei os olhos pra sentir a água escorrendo pelo corpo e relaxar um pouco, e senti alguém pegando no meu pau. Abri os olhos e era o Maximiliano segurando meu pau na mão direita. Eu reclamei e disse:

- "Você tá louco, vão nos expulsar do clube..."

- "Sim, tô louco por você. Faz tempo que quero engolir seu pau, faz tempo que quero que você me dê uma boa fodida..."

- "Para com essa bobagem. Talvez você não ligue de ser expulso, já que é relativamente jovem, mas eu não posso fazer loucuras e ficar sem trabalho na minha idade..."

- "Vamos transar em outro lugar..."

- "Não me enche, não quero problemas..."

- "Seu pau não diz o mesmo, olha como ele tá duro, e eu já soltei ele da minha mão faz tempo..."

Eu morria de vergonha. Era evidente que meu pau me entregava, que realmente estava com vontade de que ele chupasse e de transar. Começamos a nos vestir e ele, descaradamente, me apalpava o volume sempre que podia sem que ninguém percebesse. Saímos juntos e cada um entrou no seu carro. Quando tento dar partida, ele aparece na minha janela e me diz:
- "Na próxima aula vou vir sem meu carro, aí vou com você para minha casa e você me come bem comido..."
- "E que desculpa vou dar para minha esposa pelo meu atraso...? Não, de jeito nenhum, se vamos tentar algo, faremos tomando todos os cuidados necessários tanto no profissional quanto no pessoal..."
- "Ok, como você disser..."

Passaram 10 dias e aconteceu algo inesperado. Chegamos para trabalhar como sempre por volta das 12h30 e descobrimos que havia um problema com a caldeira da piscina e a temperatura da água estava fria, portanto, as aulas daquela tarde estariam suspensas. Percebi que os olhos do Maximiliano brilharam e entendi o que ele estava tramando. Todos os professores saímos exatamente na hora em que a primeira aula começaria (13h00). Nos despedimos até a próxima e trocamos olhares com Maximiliano, e sem dizer nada, já havíamos dito tudo. Ele ligou o carro e eu o segui no meu até chegarmos ao seu apartamento de solteiro...

Subimos no elevador até o 10º andar e ele logo começou a apalpar meu pau através da calça. Mal entramos no apartamento dele (2 ambientes com varanda), e assim que ele fechou a porta, me deu um beijo tentando enfiar a língua na minha boca, eu estava morrendo de vontade de corresponder, mas o segurei e perguntei:
- "O que foi que você viu em mim, já que não sou jovem e com certeza conhece gente com paus melhores e maiores que o meu..."
- Sempre gostei de maduros grisalhos como você e, além do tamanho do seu pau, me interessa sua experiência...

Esclarecimento necessário: meu pau não tem mais de 15/16 cm em plena ereção...

- "Aí você está realmente ferrado, nunca estive com outro homem, pra mim vai ser minha primeira vez..."
- "Me interessa sua experiência como amante, se faz quase 25 anos que você é casado, sabe muito bem o que é foder..."
- "Sim, mas minha esposa sempre recusou sexo anal, então minha experiência nesse aspecto é quase nula..."
- "Eu vou te ensinar como me comer..."

E ele fechou minha boca com um beijo que, claro, eu retribuí, e nossas línguas se enrolaram por minutos intermináveis, durante os quais meu pau ficou duro de um jeito que eu não lembrava há tempos. Nos acomodamos num sofá de dois lugares da sala de jantar e continuamos nos beijando, enquanto ele desesperadamente tentava não só apalpar meu pau, mas abrir o zíper da calça pra libertar meu pau da prisão. Quando conseguiu, agarrou meu pau e, ao notar que estava suficientemente duro, enfiou ele inteiro dentro da boca. Tenho que confessar que ele sabia muito bem o que estava fazendo. Eu curtia muito mais do que quando minha esposa me chupa o pau. Ele brincava com minha rola dentro da boca, usando a língua e o palato de um jeito que eu avisei:
- "Se continuar assim, não vou aguentar muito mais sem gozar..."

Ele tirou meu pau da boca e disse:
- "Tô esperando todo seu gozo pra beber até a última gota..."

E engoliu de novo. Não passaram mais de dois minutos e eu jorrei todo meu gozo dentro da boca dele, que ele engoliu sem desperdiçar nada. Foi tanto meu gozo que meu pau ficou tão mole que parecia bem difícil a ideia de conseguir comer o cu do Maximiliano. Ele percebeu e perguntou:
- "O que aconteceu com seu pau...?"
- "Vamos ter que esperar um pouco até ele recuperar as forças..."
- "Não se preocupa, ainda temos umas duas horas, vamos pro quarto..."

Nos deitamos na cama de casal que tinha lá e eu deixei ele fazer. Enquanto me acariciava e beijava todo o meu corpo, ele foi me despindo ao mesmo tempo que também se despia. O pau dele pulsava e eu me animei a tocá-lo e segurá-lo com a mão esquerda. Era a primeira vez que eu tinha na minha mão uma pica que não era a minha. Comecei a fazer uma masturbação suave, a pica dele era alguns centímetros mais longa que a minha. Enquanto batia uma punheta pra ele, perguntei:
- "Você usa ela pra comer...?"
- "Não, sou 100% passivo..."

Continuei punhetando e como se fosse mágica, enquanto a pica dele endurecia, a minha voltava a crescer. Quando ele viu que meu pau estava duro de novo, se jogou pra chupar e então eu pedi:
- "Vai com calma na boca, porque na minha idade e depois da gozada anterior, se eu gozar de novo, vai ser missão impossível ele ficar duro pela terceira vez em tão pouco tempo..."
- "Não se preocupa, só quero a dureza necessária pra você me enfiar no cu..."

E ele completou:
- "Solta meu pau agora, porque o meu não vai baixar assim não, quero que você me masturbe enquanto me come..."

Quando ele considerou que meu pau estava pronto, se colocou de quatro perto da beirada da cama pra que eu o penetrasse por trás, em pé no chão. Ele foi guiando meu pau até que conseguiu fazer a cabeça entrar toda. Foi uma sensação única e maravilhosa sentir o esfíncter apertando pra não deixar meu pau escapar. Devagar, fui metendo mais e mais até que meus 16 cm desapareceram dentro do cu dele. Perguntei:
- "Tá confortável...?"
- "Tá..."
- "Começa quando quiser e não para até inundar meu cu com sua porra..."
- "Olha que depois de como você me fez gozar há pouco, vai demorar bastante pra minha porra sair pela segunda vez..."
- "Melhor ainda, assim você me come por muito tempo..."

E comecei a meter. Devagar até que ambos encontramos o ritmo que foi mais confortável. Minha mão esquerda estava apoiada no quadril dele e com a direita agarrei o pau dele e comecei a masturbar no ritmo das minhas enfiadas. Duramos um tempão. Aos 5 minutos Maximiliano gozou e minha mão ficou toda melada, mas eu não queria soltar o pau dele porque mesmo tendo gozado, a O pau dele continuava duro. Ele me pede, quase implorando:
- "Continua me punhetando, por favor..."

A verdade é que com a porra derramada por ele, tinha a rola tão lubrificada que me foi até mais fácil continuar punhetando. Foram entre 10 e 15 minutos até que pude gozar pela segunda vez e sentir minha porra inundando as tripas dele. Quase ao mesmo tempo ele goza pela segunda vez...

Nem preciso dizer que meu pau já não aguentava mais, embora tenha sido uma das melhores fodas da minha vida. Me recosto na cama para me recuperar e ele chupa meu pau com a ideia de deixá-lo limpo e brilhante. Até pega minha mão direita cheia da porra dele e lambe até tomar tudo. Digo a ele:
- "Você é um guloso e um glutão..."
- "Por isso gosto de maduros, porque gozam abundantemente e a porra geralmente é grossa como a sua..."

Ele me permitiu tomar um banho e esperou que eu saísse do banheiro para nos vestirmos um ao outro, tomamos um café e entre conversa e conversa chegou a hora em que normalmente saímos do clube para ir cada um para suas respectivas casas. Ele me acompanhou até a rua e no elevador nos fundimos em um beijo de língua interminável durante os 10 andares que durou a viagem, enquanto ele continuava apalpando meu pau através da calça. Quando estou para entrar no meu carro ele me diz:
- "Isso a gente tem que repetir..."
- "Veremos, hoje tivemos a sorte das aulas serem suspensas, nem sempre será assim e te aviso: não tente nada nos chuveiros e no vestiário porque aí sim não vou mais querer seu cu..."

Perto do fim do ano surgiu outra oportunidade. As aulas de natação com a piscina coberta terminaram em novembro porque o clube preparava a piscina para a temporada de verão que começaria em meados de dezembro. Temos uma reunião de avaliação de toda a equipe de trabalho com as autoridades do clube e nos informam que a mesma teria horário de início, às 13h, mas não de finalização; já que até que não fôssemos todos primeiro foram avaliados em grupo e depois individualmente, ninguém poderia sair. Ligo no celular para minha esposa e aviso que não saberia a que horas voltaria, mas que provavelmente estaria em casa na hora do jantar (21h)...

A avaliação em grupo durou no máximo 45 minutos e a individual seria por ordem alfabética de sobrenomes para que ninguém se sentisse ofendido, Maximiliano seria o primeiro e eu o segundo. Nos informaram que depois da avaliação individual poderíamos ir embora. Quando termina minha avaliação e vou buscar meu carro no estacionamento, vejo Maximiliano encostado na porta do lado do motorista do meu veículo. Segue-se o diálogo:

- "O que você faz aqui, ainda não foi embora...?"
- "Imaginei que sairíamos cedo e então não trouxe meu carro, me leva para casa...?"
- "Você é um filho da puta, há quanto tempo planejou tudo isso...?"
- "Quando soube que a avaliação seria em ordem alfabética..."
- "Você já estava sabendo...?"
- "Eu sugeri isso ao Presidente da Subcomissão, te incomoda...?"
- "Não, mas você é um sacana; entra e vamos logo embora..."

Mal saio do estacionamento, ele diz:

- "Enquanto você usa a alavanca de câmbio do carro, deixa eu usar essa outra alavanca..."

E tira meu pau para fora da calça e começa a me masturbar. Respondo:

- "Lembra que no melhor dos casos tenho só duas descargas..."
- "Então vamos usá-las na minha casa..."

O que aconteceu na casa dele foi bem parecido com nosso primeiro encontro, com a diferença que, apesar de ele ter chupado meu pau montes de vezes, todas as minhas descargas foram dentro do seu cu. Ele pergunta:

- "Até que horas você vai ficar...?"
- "Não além das 20h30..."
- "Perfeito, são 15h30, temos 5 horas..."

Eu o comi duas vezes, enchendo seu cu de muita porra. Ele chupou meu pau infinitas vezes para endurecer, para limpar, porque estava com vontade, porque eu pedia, etc. Me despedi dele e voltei para minha casa...

Apesar de a gente se ver em algumas reuniões de professores que rolam durante o ano, no ano seguinte não voltamos a trabalhar juntos. Eu fui trabalhar em outro clube como Coordenador de Natação e ele continuou lá como professor...

3 comentários - Maxi (Conto Gay)

muy bueno....!! ahora se lo coge otro......
manbi33 +1
Muy bueno tu relato! Me dejaste con la pija parada!