Entre Primos...

Desde moleque, sempre vivi rodeado de primas, todas mais velhas (sou o único homem). De todas elas, uma sempre me chamava a atenção, eu sabia que era putinha. Fui crescendo, e ela vivia falando: "como você tá bonito, primo", "tá um baita gostosão", sempre com um olhar meio estranho na hora. Quando eu tinha 19 anos (ela já passava dos 30), tive uma ideia na hora, e também por causa da educação perversa que sempre tive em casa.

Eu já tinha "decifrado" tudo que ela me dizia, e deduzi que minha prima tava afim de mim, mas não tinha certeza. Então bolei um plano pra confirmar. Adicionei ela num MSN diferente, me passando por outra pessoa, e mandei:

— Preciso de um conselho de alguém de fora da situação. Tenho uma prima que me dá um tesão, e sei que ela é meio rodada. Cê acha que se eu chegar nela, dá certo?
— Olha, se ela gosta de você, vai topar e vai cagar se é seu primo. E se falar não, você não perde nada.

Tentando ser sutil, falei:

— Nunca aconteceu com você de sentir atração por um parente e não saber o que fazer?
— Acontece, sim. Tenho um primo mais novo que eu, e tô afim dele...

(Isso confirmou de vez minhas suspeitas.)

Pra conversa não morrer ali, comecei a perguntar sobre a vida sexual dela. Ela me contou a primeira vez dela (bem perversa, por sinal), falou que adorava sexo anal, desde que o cara não tivesse um pau muito grande, senão doía. Também disse que era viciada em sexo oral e não tinha problema em engolir quando o cara gozava.

Tudo isso fodeu minha cabeça de um jeito. O tempo que esperei pra vê-la e chegar nela, falar como ela me deixava com tesão, como eu sonhava com aquilo, como me excitava só de pensar na situação, no tesão de transar com ela.

Finalmente ela veio visitar. Eu tava desesperado pra ficar sozinho com ela e contar tudo. Dois dias depois da chegada dela, ficamos a sós na casa da minha avó, e eu comecei a contar minhas experiências. sexuais, como eu gostava. Eu via como ela ia mudando a cara enquanto falava, sentia como aos poucos ela também ficava excitada.
Num momento houve um silêncio, ela me olhava fixo nos olhos como esperando a resposta. Criei coragem e falei:

Eu: - Olha prima, tenho que te contar uma coisa, espero que não fique brava.
Ela: - Imagina se vou ficar brava!! sabe que pode confiar em mim.
Eu: - Quando criança sempre me senti atraído por você, mas agora que cresci, você me excita, literalmente.
Ela: - Kkkk!! O que cê tá falando, primo?, Como pode uma coroa da minha idade te excitar?.
Eu: - Não é a idade, é teu corpo, tua bunda, teu jeito de ser, essa "cara" de putinha.
Ela: - Kkkk primo, como cê cresceu rápido, e que cara de pau pra falar as coisas. Mas também tenho que te contar uma coisa, por ser o único homem jovem na família, sempre gostava de cuidar de você, trocar sua fralda, te limpar e tal. Mas conforme você crescia e me deixava de lado, eu queria te dar banho como quando era pequeno, pra ver como você crescia, pra ver teu pau e ver que já é um homem.

Eu, surpreso com a sinceridade dela e os sentimentos, falei:

Eu: - Então não tem mais o que dizer, vamos deixar nossas emoções nos guiarem, e eu vou realizar sua vontade de me ver o pau, de brincar com ele, e fazer o que quiser comigo.
Ela: - Kkkk é uma boa proposta, como vou recusar?

Ela começou a tirar minha camiseta com uma mão, enquanto com a outra me tocava e acariciava o pau. Eu, quase sem entender direito o que tava rolando, comecei a beijar ela, a apertar a bunda dela e passar a mão na buceta dela.
Em poucos segundos já tava duro, e ela levou meu pau na boca dela. Senti como ela enfiava meu membro na boca dela bem devagar, e como a língua dela percorria toda a cabeça do meu pau. Ela sabia muito bem o que fazia, praticava um boquete delicioso. Eu tava explodindo, entre a excitação gerada pelo tesão e o boquete gostoso que MINHA PRIMA tava me dando, sentia que a qualquer momento ia gozar, tentava me controlar apertando e fazendo força com o pau, coisa que pelo visto ela percebeu, e diminuiu a intensidade, aí tirou da boca e ficou me masturbando enquanto diz:

Ela: - Cê tá um homem de verdade mesmo, primo, e que buceta deliciosa que você tem.

E soltou um sorrisão de felicidade.

Eu, que sempre ia preparado toda vez que via ela, tirei da mochila uma caixa de camisinha, ela olhou e falou: "Ah, olha só, então vinha preparado, tava confiante, hein, pequeno (com um sorriso safado)". Eu respondi com uma risadinha nervosa.

Ela colocou a camisinha em mim e começou a cavalgar, a gente tava sentado num sofá... ela cavalgava com muita intensidade e falava: "me come, gostoso, me come que eu adoro". Eu tava no céu, sentia ela gemer baixinho no meu ouvido, sentia ela ficar mais molhada aos poucos, com certeza ela tava curtindo tanto quanto eu.

Terminou a primeira transa, e a gente ficou conversando um pouco pra recuperar o fôlego. Depois de um tempo, começamos a nos tocar de novo, eu comecei a fazer sexo oral nela, ela me puxava pelos cabelos e os enroscava enquanto minha língua excitava o clitóris dela. Vendo que já tava no clima de novo, coloquei outra camisinha e virei ela de quatro, quando encostei a ponta do meu pau na buceta dela, ela falou:

"Nada de sexo vaginal por enquanto, faz o booty, primo, que você fica tão doido com o meu."

Uma onda de excitação subiu pelas minhas costas, junto com um arrepio... era exatamente o que eu mais gosto no sexo, sexo anal, e eu tava prestes a fazer com minha prima. Devagarzinho comecei a dilatar o cu dela e a enfiar meu pau, sentia ela tremer de prazer. Aos poucos fui aumentando o ritmo até que a gente tava transando sem controle, enquanto eu penetrava o cu dela, ela chupava meus dedos de uma mão, e eu com a outra acariciava a buceta dela, masturbando ela de leve. Isso fez ela gozar na hora, mas ela não parou. Ela continuou me pedindo pra "arrebentar esse cuzinho dela". Eu já não aguentava mais, e quando finalmente perguntei "onde você quer que eu goze, prima?", ela se virou, tirou a camisinha de mim, me encarou e disse: "manda na boquinha". Na mesma hora, pegou meu pau com as mãos e levou até a boca. Fez o melhor oral que já recebi na minha curta vida. Depois de alguns minutos, jorrei toda a minha porra na boca dela, ela gemia de prazer, adorava aquilo. Me olhou bem nos olhos e disse: "que porra gostosa, priminho", e engoliu tudo.

Eu tinha vivido a melhor experiência sexual da minha vida, tava realmente feliz e sentia que ela também tava. A gente ficou conversando um tempão sobre o que a gente tinha feito, ela confessou que nunca tinha sentido tanta excitação na vida, e ao mesmo tempo morria de medo de alguém ver a gente junto.

O tempo passou, sempre que a gente se vê trocamos olhares que queimam, e quando temos oportunidade, a gente se enrosca num sexo sem limites. Sempre tive a sensação de que minha prima sempre soube que era eu no MSN, mas mesmo assim nunca tive coragem de contar meu plano pra fazer ela confessar.

Espero que tenham gostado, e desculpa se passei algum erro de ortografia.

4 comentários - Entre Primos...

Esta bueno el relato siempre puede ese gusto a prohibido van puntos che