Secretária Gostosa e Atenta 3.2

Uma Secretária Muito Atenta 3.2

(Juan): – Pode entrar, Débora, bem-vinda à minha humilde morada. Como vê, não precisei aceitar as humilhações daquele filho da puta pra me dar bem na vida. Na verdade, saí ganhando.

Disse Juan num tom irônico e sarcástico em direção à sua mãe. Débora percebeu o tom um tanto hostil do filho e notou que ele ainda estava irritado com ela por tudo o que aconteceu com Marcos.

(Juan): – Entra, Débora, senta aí, fica à vontade. Quer alguma coisa pra beber?

(Débora): – Não, obrigada, está bom, filho. Disse Débora sentando-se na sala da luxuosa casa do filho.

(Juan): – Bom, Débora, você queria conversar, aqui estamos. Estou te ouvindo.

Disse-lhe Juan num tom sério e frio.

(Débora): – Bom, filho, eu queria falar com você pra que você volte pra casa e não abandone sua família. Eu preciso de você, sempre na hora do jantar, quando preparo pro seu pai e pra mim, sirvo seu prato também. Não me acostumo com sua ausência e não quero me acostumar. Eu te amo e preciso de você.

Disse Débora quase segurando o choro. Juan ficou em silêncio por um momento e depois disse:

(Juan): – Eu abandonar minha família? Se foram vocês que me abandonaram por dinheiro e sexo sujo e vil.

Respondeu o jovem com ressentimento.

(Débora): – O que você está dizendo, filho? Isso já passou, vamos deixar pra trás. Eu já pedi demissão no mesmo dia que você foi embora. Não aguentei que por causa desse filho da puta eu te perdi, que você é o que mais quero no mundo.

Voltou a dizer ela.

(Juan): – Você não pensava assim quando Marcos fazia você me humilhar. Parecia até curtir com ele a minha humilhação. E com certeza você não sabe o que aquela merda me fez viver em toda a minha vida até agora.

(Débora): – Não, filho, eu também não sabia quem ele era de verdade.

(Juan): – Bom, vou te descrever, assim você vê o estrago que fez e não sei se consegue consertar.

(Débora): – Bom, vamos ver, filho, me conta. Libera esse peito. Respondeu-lhe Débora.

(Juan): – Eu te peço, por favor, que não me chame assim. Me chame de Juan. (Debora): – Por favor, filho, não me trate assim, não me despreze me tratando como uma estranha.

Disse ela, chorando desconsolada ao sentir o tratamento frio de Juan desde que chegou em casa.

(Juan): – Bom, começo pelo seguinte: cada mulher que eu desejava ou me envolvia emocionalmente, ele se metia, usando seus luxos para arrancar de mim a mulher que eu queria ou amava. Como no dia antes de você começar a trabalhar, eu tinha ido na casa da minha namorada, lembra? Eu pensava em passar a noite lá. Bom, quando chego, a primeira coisa que vejo é o carro luxuoso do Marcos estacionado na calçada da entrada da casa dela. E agora tive que viver a pior de todas as humilhações que ele me fez sentir na vida, quando a pessoa que eu mais amava e em quem confiava cegamente, meu amor platônico desde os 12 anos, a musa de todas as minhas fantasias, a que desenvolveu o desejo sexual na minha mente e no meu ser, não só me virou as costas indo com o Marcos, como me humilhou junto com ele e parecia curtir isso ao lado dele.

Debora ficou em silêncio ao ouvir o breve relato de Juan, que era só o começo do que ele sofreu por culpa do Marcos, e ficou sem saber o que dizer. Juan tinha toda razão de estar furioso com ela, mas também se surpreendeu que seu filho sentisse coisas por ela e a desejasse carnalmente, a ponto de ser a musa dos seus sonhos molhados e eróticos. E ao que parecia, esses desejos e sentimentos não foram embora depois da puberdade, mas continuavam no seu coração e corpo. E ela se sentiu vil e repugnante ao saber como machucou o ser que mais amava no mundo.

(Debora): – Não sei o que dizer, filho. Sei que o que fiz te machucou muito, mas se estou aqui é porque quero reparar esse dano, para que você não sofra e me culpe pelo resto das nossas vidas.

Respondeu Debora depois do longo silêncio.

(Juan): – Como te disse, Debora, não sei se você pode curar as feridas que me causou.

Disse Juan firme em sua posição.

(Debora): – Mas eu vou... Vou tentar, filho. Vou fazer o impossível para curar suas feridas.

Ela respondeu, e um breve silêncio se fez, parecendo a calmaria que precede o furacão.

(Juan): – Bom, vamos ver. O que você faria para curar minhas feridas?

Disse Juan.

(Débora): – Me diga o que você quer que eu faça.

Respondeu Débora. Outro breve silêncio, e então Juan, já decidido a descontar na mãe antes de perdoá-la, disse:

(Juan): – Bom, a partir de agora você vai ter que ser minha putinha e ser tão servil, ou mais, do que era com o Marcos.

Débora ficou petrificada, de boca aberta de espanto, e então baixou a cabeça, sabendo que se conseguir o perdão do filho, não será de graça. Ela responde:

(Débora): – Ah, então sua vingança contra mim é me humilhar como o Marcos fez? E depois que você se divertir me humilhando e me machucando, o que vai acontecer?

(Juan): – Primeiro, Débora, baixa o tom e os sumos, porque aqui quem manda sou eu. E segundo, Débora, você vai notar a enorme diferença entre eu e aquele lixo miserável, cuja única coisa que o destaca é o dinheiro. E terceiro, tome como quiser. Se acha que é uma vingança minha contra você, a grande diferença é que você vai ser minha putinha, e só minha. A única condição inegociável que eu imponho é que você só pode transar comigo ou com o papai, se eu desejar. E se você violar essa condição, não só vai me perder e nunca mais me ver, como você e o papai vão ficar arruinados, e você vai terminar sozinha, como a puta que é. Porque eu penso em contar toda a verdade pro papai, e também vou dizer que ele perdeu o emprego por sua culpa. Me diz uma coisa: por que, o que você acha que fizeram com o Marcos e o Pedro quando souberam da sua demissão?

– Não sei, filho, não sei. – Respondeu Débora.

– Ok, você vai descobrir quando voltar pra casa.

Respondeu Juan.

(Débora): – Ok, filho, eu aceito. E juro que vai ser como você pediu.

(Juan): – Ok, Débora. E a partir deste momento, você está terminantemente proibida de me chamar de 'filho'. Além disso, quando... veja se posso confiar realmente em você, você vai conhecer algumas coisas minhas e de como vai meu plano e como cheguei a esta casa.

(Débora): –Ok, Juan, mas você precisa confiar em mim, juro que vou fazer de tudo para curar suas feridas.

Disse Débora à beira das lágrimas.

(Juan): –Ok, se eu puder confiar em você e você não me decepcionar nisso, eu prometo que o papai não vai sofrer nada e vai ter outro emprego melhor, com gente que o trate muito melhor do que esses infelizes.

O rosto de Débora se iluminou ao ouvir isso da boca do filho, mesmo que fosse difícil para ela ser a putinha do próprio filho.

(Débora): –Sério, filho? Desculpa, Juan, você poderia fazer isso por nós?

(Juan): –Faria pelo papai, ele não tem culpa e é alheio a todo o dano que você me causou. Ele só foi um pouco permissivo com Pedro e Marcos.

(Débora): –Ok, Juan, vejo que você continua assim, tão hostil comigo. Posso te perguntar uma coisa?

Respondeu ela.

(Juan): –Sim, o que quiser, Débora. Estamos aqui para conversar.

Respondeu Juan.

(Débora): –Bem, Juan, tem razão. O que queria perguntar é se você me odeia por tudo o que aconteceu.

(Juan): –Não, Débora, não te odeio. Só estou muito magoado e quero fazer você sentir a dor que me causou.

Respondeu Juan com sinceridade.

(Débora): –Bem, fico feliz em ouvir que não me odeia e saber que tenho uma chance de reparar esse dano que te causei.

Disse Débora.

(Juan): –Uma só. Se perder essa chance, me perde para sempre.

Disse Juan.

(Débora): –Bem, ok, Juan.

(Juan): –Pronto, já ficou tudo conversado e esclarecido. Pode começar agora a me fazer um boquete.

Disse Juan, completamente seguro de si, com atitude dominante. Débora ficou calada e depois disse:

(Débora): –Aqui?

(Juan): –Sim, aqui. Algum problema? Ou já se arrependeu? Acho que para o Marcos você não fez tanto drama.

(Débora): –Não, não me arrependi.

Disse Débora, levantando-se do sofá onde Ela estava sentada e se levantou para caminar até onde Juan estava sentado. Quando chegou até ele, colocou um dedo na boca de maneira muito sensual e perguntou:

(Débora): — Então, Juan, como você gosta de mamadas? Tô perguntando porque quero fazer um bom trabalhito, jijijiji.

Disse Débora, toda cheia de manha.

(Juan): — Com vontade e com sentimento, com desejo, não que nem uma vadia vazia que só quer dar uma rapidinha. Minha pica tem que te provocar algo lá no seu íntimo.

Respondeu ele.

(Juan): — Com uns joguinhos antes, tudo bem sensual.

Acrescentou Juan.

(Débora): — Mmmm, bom, vou ver o que posso fazer.

Disse Débora, sem saber com o que ia se encontrar entre as pernas do seu Juan. Ela se pôs de pé, caminhou até Juan, que estava sentado no sofá, e quando chegou bem na frente dele, se ajoelhou na sua entreperna. Quando passou a mão pelo volume que a pica ereta de Juan formava, ela só disse:

(Débora): — Uau, o que temos aqui, papi? Isso parece uma pica mais que interessante.

Disse Débora, passando a mão por todo o contorno daquele volume. Débora estava fascinada com a pica do seu Juan e não fazia tudo como fazia com Marcos, por obrigação. No seu rosto, a cada movimento da mão, se destacava o desejo carnal. E nenhum dos dois percebeu que, depois de consumar esse ato carnal, as duas vidas e corpos ficariam entrelaçados para sempre. Ela olhava com uma expressão de excitação o volume proeminente que se formava entre as pernas de Juan, lambendo os lábios enquanto encarava aquele volume que lhe dizia que, por trás daquela calça, havia uma pica descomunal. Débora continuou esfregando a pica por cima da calça até que não aguentou mais de excitação e, mordendo o lábio, esticou as mãos para afrouxar o cinto, depois desabotoar o botão, para terminar abaixando o zíper da braguilha da calça de Juan. Meteu uma de suas mãos delicadas e sensuais dentro da cueca do seu Juan, em busca daquela grande rola. Agarrou-a pelo tronco e sentiu que era enorme. e quando eu puxei pra fora, a expressão dela foi de boca bem aberta de espanto

(Débora): –Uaaaal, meu Deeeus, João, tudo isso é seu? Mmmmm.

Diante dos olhos dela estava um pauzão enorme de 24cm de comprimento por 8cm de largura, era imenso. Ela olhava com admiração e desejo extremo, e disse em voz alta:

(Débora): –Mmmmm, quanto tempo perdi com aqueles infelizes, tendo em casa uma tranca dessas pra me saciar até não aguentar mais. Uy, desculpa, João, pelo dano que te causei. Sei que posso remediar isso engolindo seu pau até você gozar na minha boquinha de putinha.

Disse dando um beijo no contorno do tronco do pau, pra depois botar a língua pra fora e lamber todo o tronco da base até a ponta, pra dar outro beijo, mas dessa vez na ponta do pau.

(Débora): –Mmmm, João, e ainda por cima tá uma delícia. João, posso te pedir uma coisa?

Perguntou Débora a João.

(João): –O quê? Fala, Débora.

Respondeu ele.

(Débora): –Bom, eu queria saber se você estaria disposto a me saciar com essa maravilha sempre. Eu te ajudaria a recompor tudo e a se vingar de quem nos machucou tanto.

(João): –Trato feito, Débora. Agora sacia essa fome e tira todo o leite com essa boca de puta.

Respondeu João. Ela, em silêncio, sem dizer nada, abriu a boca o máximo que pôde e engoliu o pau do seu João, começando uma mamada de campeonato. Mamava como se fosse seu marido, ou muito melhor que seu marido. Mal cabia dentro da boca dela, e João pegou a nuca dela e empurrou, tentando fazer a mãe devorar mais do seu falo enorme. E quando o pau chegou na garganta de Débora, ela engasgou, e João continuou fazendo pressão, como querendo atravessar. E ao dar um último empurrão mais forte, a garganta da mãe cedeu, e o pau de João a atravessou, e o queixo de Débora bateu na pelve do seu João, que, sem conseguir resistir aquele prazer enorme, começou a esvaziar as bolas dentro da boca de Débora, que, sem conseguir engolir toda aquela descarga abundante, tossiu e o gozo começou a escorrer pelos cantos de seus lábios como cataratas de porra quente e grossa, e ela vai retirando lentamente o pau da sua boca. Quando só a cabeça ainda está dentro, ela volta a enfiar por completo e então pega com uma mão e continua chupando. Ficou alguns minutos assim até conseguir fazer seu Juan gozar de novo dentro da sua boca. Dessa vez, como o pau não estava tão enfiado na boca, a porra transbordou toda sua cavidade oral e jatos longos saíam dela, enquanto ela continuava chupando. Ela limpa bem e, olhando nos olhos dele, diz:

(Débora): – Mmmm, amor, quanta carga armazenada a gente tinha nesses ovinhos de garanhão.

Disse e deu um beijo no pau, continuando a chupar mais um pouco. Depois se levantou, ficando de pé, e foi sentar no colo do seu Juan.

(Débora): – Juan, quero ficar para você me comer.

(Juan): – Não, Débora. Amanhã a gente vê. Se você se comportar bem, talvez eu te recompense.

Respondeu Juan.

(Juan): – Além disso, papai não sabe que você está aqui. Se demorar ou não for para casa, ele vai desconfiar de você e te seguir quando vier aqui ou comentar algo com Marcos ou Pedro.

(Débora): – Tá, Juan. Tem razão. Amanhã te ligo no celular.

Disse Débora, pegando o rosto de Juan e dando um beijo sensual, metendo a língua e encontrando a dele.

(Juan): – Beleza, Débora. Você vai de táxi ou eu te levo até em casa?

(Débora): – Não, Juan, não se incomoda. Vou pegar um táxi.

(Juan): – Ok, Débora. Outra coisa: quero que me informe tudo o que acontecer com você com o papai, se eles tomaram represálias com ele ou com você por causa da nossa decisão.

(Débora): – Tá, Juan.

Disse, deu outro beijo e se levantou. Ajeitou a roupa, e o mais sexy foi quando ajeitou a calcinha que tinha deixado de lado para se tocar enquanto chupava o pauzão do seu Juan, com intenções de transar, mas não deu. Também arrumou um pouco o cabelo e a maquiagem, pegou sua bolsinha e saiu. a porta em direção à sua casa, onde o abatido Esteban aguarda com as terríveis notícias que Débora ainda não conhecia, e ele se torturava por não saber como pagar as contas, a hipoteca e como sobreviver o maldito mês inteiro.

Na hora certa, Esteban sente a porta de casa se abrir e Débora entra radiante e feliz. Ao chegar na sala, encontra seu marido emocionalmente destruído, sentado no sofá.

(Débora): — O que aconteceu, amor? Por que está assim? — embora ela já suspeitasse do que havia ocorrido.

(Esteban): — Olá, meu amor. Me suspenderam por 15 dias e vou perder metade do meu salário. Não vamos conseguir arcar com as despesas do dia a dia e com a hipoteca. Estamos arruinados.

Disse seu marido e se pôs a chorar como uma criança. Débora corre até ele e o abraça para consolá-lo, dizendo:

(Débora): — Já, já passa, meu Corn… digo, meu amor.

E lhe dá um beijo terno e diz:

(Débora): — Me deixa que eu cuido disso?

(Esteban): — Você? Como vai fazer?

(Débora): — Não se preocupa. Além disso, te trago boas notícias.

(Esteban): — Que notícias? Uma boa, pelo menos.

(Débora): — Sim, uma bem boa. Olha, acabo de vir do Juan e estivemos conversando, e consegui um reaproximamento.

(Esteban): — O quê? Que reaproximamento?

"Estava chupando aquele pauzão que você não tem, corno. Chupei até secar as bolas dele, engoli toda a porra e faltou um triz para ele me foder. Quero o pau do meu Juan, o seu já não serve nem para fazer cócegas, cornooooo! Hahahaha", pensou Débora maquiavelicamente. Parecia que a humilhação de Marcos e Pedro, e o prazer que descobriu ao se tornar a putinha do filho com aquela trolha, tinham causado uma mudança radical em sua personalidade, pensamentos e sentimentos. Mas, no final, ela disse:

(Débora): — Bom, a gente alisou as arestas e há uma pequena chance de reconciliação. E não se preocupe com o dinheiro, eu cuido disso. Vou falar com minha família e ver o que posso fazer. Agora, vou tomar um banho e preparar o jantar. cena.

Débora disse, subindo para seu quarto. Quando chegou ao seu quarto, pegou o celular e entrou nas mensagens para mandar uma mensagem para Juan contando o que aconteceu, e se deparou com uma mensagem de Marcos que dizia:

(Mensagem de Marcos): “Olha aqui, sua puta, agora por causa do que você e aquele fracassado do seu filho fizeram, você vai ver o que eu vou fazer. Olha seu email e vai entender.” Débora tremeu e, já no quarto, trancou a porta com chave, pegou seu laptop e abriu seu email. Encontrou o de Marcos e viu que ele tinha enviado, junto com o email, um arquivo anexado: era o vídeo completo de quando ela chupou o pau dele e ele a comeu no escritório. E no email estava escrito o seguinte:

(Email de Marcos): “Olha aqui, se você não entrar em contato comigo logo, isso vai circular na internet e você vai ficar mundial. Você decide o que fazer, sua putinha mimada.”

Débora ficou branca de medo e rapidamente entrou no banheiro e discou diretamente o número de Juan para contar o que aconteceu. Ligou e Juan atendeu.

(Débora): – Juan, meu amor, preciso te ver urgente. Preciso que você me ajude, estou apavorada.

(Juan): – O que aconteceu?

(Débora): – Chegou o que tanto temíamos. Começaram as represálias contra seu pai e contra mim.

(Juan): – Ok, Débora, vamos resolver isso. Vê como consegue escapar do papai e vem pra cá. Diz que vai passar a noite aqui, que vamos conversar até tarde sobre nossos problemas e amanhã você volta.

(Débora): – Ok, Juan, já me arrumo e vou praí.

Assim que desligou, abriu seu guarda-roupa e procurou roupas. Tirou um conjunto de lingerie minúsculo e pegou um vestido justo de corpo inteiro, com a saia solta e bem curta, na cor laranja com detalhes de flores brancas. Pegou as peças e entrou no banheiro pensando:

“Juan, essa noite você me come, sim ou com certeza. De um jeito ou de outro, eu vou dar essa buceta pra você.”

E entrou no banheiro. Depois de 15 minutos, saiu banhada, perfumada e vestida com a roupa escolhida. No seu quarto, pegou a bolsa e saiu. rápido até a porta e na sala encontra seu marido (Esteban):
– Aonde você vai, Débora, a essa hora? – perguntou seu marido surpreso.

(Débora):
– Vou ver o Juan. Ele me ligou e disse que queria me ver.

– Que bom, amor. Vê se convence ele a voltar, sinto muita falta dele e nesse momento tão difícil você não imagina como faz falta ter meu Juan perto para me consolar.

(Débora):
– Não se preocupa, amor, hoje eu convenço. – disse ela com um sorriso radiante e saiu.

Passou pela porta, foi até a esquina e esperou um táxi. Quando um livre chegou, ela parou, entrou e partiu para a casa do Juan. Cerca de meia hora, quase 40 minutos depois, chegou na entrada da casa do Juan, pagou e saiu do táxi rumo ao portão de acesso. Lá estava seu Juan. Juan abriu e ela entrou na casa, depois foram para a sala.

(Débora):
– Juan, minha vida, o que eu mais temia aconteceu, meu Deus, estou com muito medo.

Disse ela aterrorizada.

(Juan):
– Tudo bem, Débora, senta e me conta tudo sem esconder nada.

(Débora):
– Tá, Juan, acontece que quando eu trabalhava como secretária do Marcos, ele me obrigou a fazer várias coisas como boquetes e me comeu, e tudo isso ficou filmado no sistema de monitoramento da empresa. Agora ele está me ameaçando com publicar esses vídeos na internet.

(Juan):
– Tá, Débora, espero que você tenha deixado isso no passado.

(Débora):
– Sim, claro, Juan, agora estou à sua disposição, como combinamos há pouco.

Respondeu ela.

(Juan):
– Certo, Débora, deixa eu fazer umas ligações e vejo como a gente resolve isso.

(Débora):
– Tá, Juan. Ah, quase esqueci: suspenderam seu pai, pelo que me disseram é por um erro nas faturas dele que gerou prejuízo pra empresa.

(Juan):
– Malditos filhos da puta! Meu pai pode errar em qualquer coisa, mas em algo que ele é muito cuidadoso é com números.

Disse Juan furioso, porque conhecia bem o pai.

(Débora):
– Foi o que pensei também.

(Juan):
– Tá, deixa eu ver e eu resolvo isso também.

Juan se levantou do sofá e pegou seu celular com uma segurança de si mesmo que cativava Débora. Fez umas ligações e voltou a sentar, dizendo:

(Juan): –Ok, Débora. Já está, em alguns minutos vem alguém que vai nos ajudar e vou te colocar a par de algumas coisas que estou planejando.

(Débora): –Ok, Juan.

(Juan): –Quer algo fresco ou algo mais forte para beber?

(Débora): –Bom, vendo a situação, sim, me dá um copo de rum com gelo.

Disse ela. Juan se dirigiu ao frigobar e serviu a bebida para sua mãe. Pouco depois, a campainha toca. Juan entrega o copo à mãe e vai até a porta atender.

(Juan): –Ah, olá! Obrigado por vir. Pode entrar, quer beber alguma coisa?

(Belén): –Não, obrigada. Mais tarde pode ser.

(Juan): –Ok, como quiser. Pode entrar, fique à vontade.

Disse Juan, chegando à sala acompanhado de Belén. A cara fechada de Débora se fez notar ao ver a jovem de rosto agradável, cabelos dourados e um corpo voluptuoso esculpido à perfeição.

(Juan): –Belén, esta é Débora. Débora, esta é Belén.

Disse Juan, apresentando as duas damas.

(Juan): –Não sei se você está a par de tudo que aconteceu hoje, mas vou detalhar um problema – e a raiz você já conhece: é Marcos.

(Belén): –Imaginei. Conta, o que foi que esse miserável fez?

Disse Belén.

(Juan): –Ela é Débora, era a antiga secretária de Pedro e Marcos e, bom, você já sabe a que eles submetem elas. E a questão é que eles têm isso filmado no servidor das câmeras. E bom, ele acabou de ligar para obrigá-la a voltar à empresa – ela pediu demissão – e como ameaça disse que publicaria esses vídeos na internet.

(Belén): –Maldito filho da puta! Se eu entendi onde você quer chegar, acho que posso te ajudar. Vem comigo que vou fazer umas ligações.

(Juan): –Ok, mas você não sabe se Marcos ou Pedro já tiveram acesso a esses vídeos?

(Belén): –Acho que não, ainda não. E hoje ele não esteve pela zona, então ainda estamos em tempo. Embora não esteja muito segura se ele mandou um e-mail com o vídeo, acho que… ele deve ter uma cópia editada em algum computador pessoal ou laptop, mas olha, isso é muito arriscado e não vai ser de graça.

disse a jovem

(Juan): –O que você quer em troca.

(Belén): –Bom, você vai ver, faz mais de um mês que briguei com meu namorado e bem, você sabe.

disse ela, tirando uma camisinha da bolsinha

(Juan): –Entendo, acho que não será difícil.

Ela chamou um amigo fiel dela que também estava infiltrado na empresa e está responsável pela parte de informática e combinou com ele para apagar todas as gravações de um terminal remoto

(Belén): –Pronto, já está e esse cara vai entrar em todos os computadores que o Marcos tiver e apagar tudo. E agora é hora do pagamento.

Belén disse, pegando Juan pela camiseta e levando-o até o banheiro principal, tudo à vista de Debora, que ardendo de raiva e ciúmes. Os dois entraram no banheiro e a porta se fechou. Debora estava explodindo de raiva e se aproximou da porta, olhando pela fechadura para ver se conseguia ver algo, mas não conseguiu. Teve que se contentar em apoiar a orelha na porta e escutar. E ouviu a voz do seu Juan suspirar e dizer: –Uhhhhh! Deus, sim, como você chupa, puta! Siiii! Ahhhhhh! Ela ouvia o prazer do seu Juan e estava se estourando de raiva e ciúmes, porque sabia que aquela jovem estava chupando ele. (Debora): –Ela está chupando ele, a vadia! Deus, que raiva! Nunca estive tão irritada na minha vida. E de repente ouve novamente a voz de Juan dizendo: –Espera, agora sobe na pia, sobe que agora vou te foder, seu pagamento, puta. Depois de ouvir seu Juan, ela sente Belén gritar:

(Belén): –Ayyyyyyyyyy! Ayyyyyyyyyy! Ayyyyyyyyyy! Deeeus, é enormeee e grossaaaa! Ayyyyyyyyyy! Ayyyyyyyyyy! Ayyyyyyyyyy! Ayyyyyyyyyy!

–Você gosta, puta? Gosta da minha pica, sua putinha de merda?

(Belén): –Ayyyyyyyyyy! Ayyyyyyyyyy! Ayyyyyyyyyy! Deeeus, não tão forte! Tá doendooo, mas tá me esquentando, sua pijaaaa! Me comeee! Siii, me comeee! ¡Ayyyyyyyyyy! ¡Ayyyyyyyyyy! ¡Ayyyyyyyyyy! ¡Ayyyyyyyyyy!.

Gritava a garota, embora Débora tenha ficado surpresa com o quão mal Juan começou a tratar as mulheres e pensou que talvez fosse por causa do que ela fez que ele adotou uma atitude de desprezo em relação às mulheres.

(Belén): -¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh! Deusss Siii Assimmm Minha buceta já está acostumada com seu pauzão, papi agora me come bem gostoso Me come que eu gozo, papi Me come como sua putinha ¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh!.

(Débora): -Meu Deus, que puta do caralho Se dar com meu Juan antes de mim, maldita puta filha da puta. Dizia Débora consumida pelos ciúmes e sua fúria irada.

(Juan): -¡Ahhhhhhhh! Deusss Eu vou gozar, putaaa Tomaaa, putaaa de merdaaaa Tomaaaaa ¡Ahhhhhhhh!.

Gemía Juan descontrolado, à beira do orgasmo. Débora estava muito furiosa porque, além de ouvir os gritos e gemidos, também podia escutar o som do choque das pélvis quando seu Juan investia com fúria naquela jovem.

(Belén): -¡Ahhhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhhh! Siiiii Papiiii Sinto Como Você Vem Me dá, me dá seu leite ¡Ahhhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhhh!.

(Juan): -¡Uhhhhhh! Vadiaaa Tomaaa Aí vai meu leite, putaaa ¡Ahhhhhhhhh!.

(Belén): -¡Ahhhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhhh! Siiii Siii Assimmm Siii Me enche Assim Papiiii Siii Me reaqueceee ¡Ahhhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhhh!.

Ambos os orgasmos foram cessando e aquele banheiro foi ficando em silêncio. Dentro de uns 15 minutos, sai Juan já vestido e atrás sai Belén, arrumando o vestido, abotoando a parte que cobre seus seios. O olhar de punhal de Débora se cravou nela e, pela primeira vez, ela pôde sentir a ira assassina que aquela mulher sentia por ela. Termina de se arrumar e, indo em direção à porta, se vira olhando para Débora e lhe diz com voz zombeteira, sentindo-se dona da situação. situação

(Belén): – Querida, pode ficar tranquila, seus problemas vão ser só um trago amargo pro esquecimento.

E se aproxima de Debora e diz no ouvido

(Belén): – Não se preocupe, não vou roubar ele de você. Só queria dar uma trepada, nada mais. Então agora, quando eu for embora, pode pegar ele se quiser. E não faça essa cara de ódio, sei que tá com ciúmes porque eu comi seu garotinho antes de você. Mas você tem que entender que precisa pagar por toda a humilhação que fez ele passar. Hihihihi.

Ri na cara dela e se afasta de Debora e, virando-se, diz

(Belén): – E você, Juan, é a última vez que nos vemos aqui, é muito perigoso.

Disse fazendo sinais com o olhar em direção a Debora para que ele visse como ela estava ardendo de raiva. Juan percebe a fúria da mãe e ri, entendendo que ela estava com ciúmes, e disse

(Juan): – Não se preocupa, Belu, eu resolvo isso num instante com ela, não se preocupa.

(Belén): – Bom, ok, te ligo durante a semana pra combinar a primeira entrega daquele pacote que o chefe falou.

Disse Belén

(Juan): – Ok, beleza, te espero, Bombom.

Disse Juan, dando um beijo nos lábios que a jovem correspondeu, para depois subir no carro e ir embora. Juan fechou a porta e foi até Debora e, quando a teve de frente, disse

(Juan): – Pode me dizer que porra é essa com você? Disse Juan num tom muito forte e imperativo.

(Debora): – Primeiro, não levanta a voz comigo, Juan, e segundo, não fala comigo nesse tom.

Disse Debora num tom sério.

(Juan): – Eu falo como quiser, sua puta. Ou você esquece quem manda aqui, ou tenho que refrescar sua memória? Pra ver se você enxerga e analisa a quem deve lealdade e a quem humilhou, se submetendo às humilhações daquele filho da puta. Disse Juan num tom irritado. As lágrimas começaram a correr pelo rosto de Debora ao ver como seu Juan a tratou, totalmente furioso.

(Debora): – Juan, não grita comigo nem me insulta, que eu sou sua...

(Juan): – Sua o quê? Sua mãe? Agora você é minha mãe você não foi quando se ofereceu que nem uma puta barata pras humilhações que aquele infeliz me dava ali não era seu Juan era seu brinquedo seu e do Marcos, não foi?

Disse Juan irritado e ainda com a alma ferida por aquela mulher que um dia o trouxe ao mundo

(Juan): Escuta aqui, sua puta maldita, agora entra no banheiro e toma um banho que vou preparar o jantar antes de ceiar e liga pro papai e diz que vai passar a noite aqui a última coisa que ele precisa é ficar preocupado com você depois de tudo que aqueles filhos da puta fizeram.

Débora, com a cabeça baixa e lágrimas nos olhos, entrou no banheiro e fechou a porta atrás de si com um golpe se despiu e entrou no chuveiro pra se lavar já nua no banho enquanto a água caía sobre seu corpo entendeu que seu Juan ainda estava muito magoado pelo que ela tinha feito com Marcos e não ia dar sossego até se vingar

(Débora): –por que, puta que pariu, por que, Deus, tudo é culpa minha e ainda por cima tô desesperada pra receber o pauzão dele na minha buceta.

E ao dizer isso começou a bater na parede do box com raiva e impotência de repente sente a campainha da porta

(Débora): –Ah, e agora quem será? Alguma puta pra tirar todo o leite das bolas dele.

Disse pra si mesma depois sai do chuveiro e se veste seu Juan tinha deixado um conjunto de roupa íntima no banheiro e ela enquanto colocava pensava “será que comprou pra mim?” Depois sai e vai pra sala e não encontra Juan e então segue o caminho pra cozinha e uma grande sala de jantar ali encontra seu Juan que a recebe com a mesa posta numa mesa iluminada com velas e Débora não conseguiu conter um grande sorriso que iluminou seu rosto triste Débora e Juan se sentaram e jantaram à luz das velas e depois de jantar ele recolheu as coisas e então se jogou no sofá de dois lugares e Débora se sentou numa poltrona individual de repente Juan vira a cabeça e olhando pra ela diz

(Juan): –Débora, vem aqui comigo. (Débora): –Não, Juan, não tô a fim, não tô no clima. Ela respondeu (Juan): –Que venha, caralho. (Débora): –Não, Juan, eu disse que não. (Juan): –Perfeito. Vou ligar pra Belu e dizer pra cancelar tudo, e você vai virar a putinha porca da internet. Ele disse sério (Débora): –O quê? Agora você me chantageia, seu vil? Parece que você não é tão diferente do Marcos, afinal. (Juan): –Perfeito. Quer bancar a durona agora, vai, sua putinha rebelde. (Débora): –Não me insulte, Juan, já tô cansada. Juan olhou pra ela com desprezo, tirou o celular do bolso e Débora viu que ele começou a procurar na agenda. (Débora): –Tá bom, seu porco chantagista. Só falta você me expor como uma putinha vulgar pra todo mundo. Você é igualzinho ao Marcos. Disse irritada, se levantou, foi até ele e se recostou ao seu lado. (Juan): –Pode me dizer que merda tá acontecendo com você? (Débora): –Nada que vá acontecer. Disse ela. (Juan): –Como assim nada? Você tá uma fúria desde que a Belém chegou aqui. Tá com ciúmes? Perguntou Juan. (Débora): –Ciúmes, eu? De quem? Daquela putinha? Por favor, ela não chega nem aos meus pés. Disse ela, desafiante. (Juan): –Claro, você se formou na grande academia, mas vamos ver, demonstre. (Débora): O quê? Demonstre o quê? Disse ela, se fazendo de idiota. (Juan): –Demonstrar que ela não chega aos seus pés. Disse Juan, metendo a mão dentro do vestido e acariciando sua buceta por cima da calcinha, que já começava a ficar molhada. (Juan): Vamos, Débora, diga. Você tá com ciúmes da Belém. Vamos, confesse. Disse Juan. (Débora): –O quê? Não, claro que não! Eu sei que posso te ter quando eu quiser e quando você quiser. Disse Débora, segura de si, como se o tivesse na mão e pudesse pegá-lo quando ela ou ele quisesse. (Juan): –Vamos, Débora. Eu sei muito bem que você me quer só pra você. Por isso tá fazendo toda essa birra de adolescente. então você me quer só pra você e só pra você, me prove que está à altura de saciar meus desejos. (Débora): – Bom, se meu garoto quer a sua puta, vai ter a sua puta, e essa puta vai deixar esses enormes ovos dele como duas uvas passas. Disse Débora para concluir, passando uma perna e depois a outra por ambos os lados do corpo de João até ficar montada de cavalinho sobre ele, com a bunda levantada sem fazer contato com seu corpo. E no espaço que deixou entre seu corpo e o de João, levou uma de suas mãos e começou a desabotoar a calça, depois baixou o zíper e meteu a mão dentro da cueca de João, tirando a enorme pica dele completamente ereta. Balançou-a por alguns instantes e então começou a descer lentamente seu corpo até que a cabeça grossa colidiu contra sua buceta coberta pela calcinha de seda – a mesma que seu João tinha comprado e deixado no banheiro quando disse para ela tomar banho. E Débora, ao sentir o toque de sua vagina úmida com a cabeça grossa da pica de seu João, fez uma leve pressão e se surpreendeu ao sentir a calcinha ceder e a pica de João começar a penetrar sua vulva. E com a enorme excitação que isso provocou, se deixou levar e continuou descendo, enfiando cada vez mais a grande pica de seu João dentro de sua vulva faminta. Quando faltavam alguns centímetros de pica, ela se deixou cair, enterrando-a completamente com todo o peso de seu corpo, soltando um grito profundo de prazer extremo nunca antes experimentado por ela.

(Débora): -¡Ayyyyyy! ¡Ayyyyyy! ¡Ayyyyyy! Deeeus Siiim Todooo Siiim Mimmm Aaa Comeeei Todaaa ¡Ayyyyyy! ¡Ayyyyyy! ¡Ayyyyyy! ¡Ayyyyyy! ¡Ahhhhhh! ¡Ahhhhhh! ¡Ahhhhhh! ¡Ahhhhhh! Deeeus Siiim Assimmm Me Fodeee João Me Fodeeee Assimmm Siiim Maaais Siii Me Dáaaa Maaaais Piicaa Faaz De Mim Suaa Puta Encheee Minhaa Bocetaa Deee Porraaa ¡Ahhhhhh! ¡Ahhhhhh! ¡Ahhhhhh! ¡Ahhhhhh!

Gritava entre gemidos Débora, desbordada pelo prazer que seu corpo ardente estava experimentando ao sentir algo que nunca ela nunca tinha sentido antes, em nenhuma vez que a foderam, aquela pica, a pica do seu Juan chegou até o mais profundo do seu ser. Ela até sentia a ponta daquela pica batendo contra o colo do útero, dando-lhe um prazer indescritível. Já estavam há 10 minutos fodendo e ela já tinha tido 4 orgasmos com aquela pica enorme, em completo estado de ereção. Ele não perdeu nem um pingo de dureza, se mantinha firme enquanto entrava e saía de sua buceta ardente, que não parava de explodir em orgasmo atrás de orgasmo. Ficaram mais 25 minutos fodendo assim, com ela dando sobes e lentos sentadas na pica descomunal de Juan, até que sentiu como ela começava a inchar e palpitar dentro de sua buceta gulosa, sinal de que Juan ia gozar e Débora começou a gemer sem parar.

(Débora): -¡Ahhhhhh! ¡Ahhhhhh! ¡Ahhhhhh! ¡Ahhhhhh! Diooos Siii Juaaaan Siiii Me fodeee Continuaaa Me fodendo Que Já Vem Eu Posso Sentir Que Vem Seu gozo Me enche Papai Enche A buceta Da Mamãe Fode Sua puta ¡Ahhhhhh! ¡Ahhhhhh! ¡Ahhhhhh! ¡Ahhhhhh!.

(Juan): -¡Ahhhhhh! Dioos Siii Deboraaa Jáaa Acabei Acabei Diooos Acabei ¡Ahhhhhh! ¡Ahhhhhh! Tomaaa Meu leitooo Putaaa Tomaaa ¡Ahhhhhh! ¡Ahhhhhh!.

Gritou Juan e um abundante jato de esperma atingiu o fundo da buceta de Débora, produzindo um último orgasmo muito mais intenso que os outros. Depois daquele jato veio outro e outro, e assim foram uns 5 ou 6 disparos de sêmen dentro de Débora, enquanto ela continuava saltando naquela pica até que desabou sobre seu Juan e começou a beijá-lo apaixonadamente, sem parar de enfiar aquela pica mais fundo em sua vulva para que aquele gozo chegasse bem dentro dela. Depois de minutos de orgasmos, Débora ficou desabada sobre o corpo de Juan e, olhando em seus olhos, disse: (Débora): –Sabe, Juan, ninguém me fez sentir o que você me fez sentir hoje. A verdade é que você esteve incrível. (Juan): –Olha, Débora, tem uma coisa que eu tenho que te dizer para deixar tudo claro. (Débora): -O que é? (Juan): –Olha, por enquanto... Até que tudo isso acabe, não posso ser só seu, você tem que entender que talvez tenha que me compartilhar com algumas mulheres, tá de acordo? (Debora): – Ok, Juan, tudo bem, eu vou aguentar. (Juan): – Bom, então vou te contar tudo e espero que você saiba ser leal comigo.

(Debora): – Ok, Juan, pode confiar em mim, conta pra mim, vai, conta tudo, papi.

Ela disse num tom muito melado

(Juan): – Olha, depois que saí de casa, estava chegando num hostel onde ia passar uns dias, quando desci do táxi na porta, um carro luxuoso me aborda e descem dois caras grandões, um me leva pra dentro do carro e o outro põe minhas coisas no porta-malas. E aí apareceu um homem de meia-idade, quase 50 anos, e me propôs uma coisa que não pude recusar.

(Debora): – O que foi que ele te ofereceu?

Ela me perguntou, e aí contei tudo com riqueza de detalhes, todo meu plano de vingança. E ela, não sei porquê, pareceu que tudo que contei a excitou demais, porque, me olhando com uma cara de felina no cio, começou a mexer no meu pau bem devagar, até que com uma voz muito sensual me disse (Debora): – Meu menino, que astuto você é, merece um prêmio. Sei que vai fazer eles pagarem por todo o dano que fizeram. Seu esforço e inteligência merecem um prêmio, e mamãe vai te chupar, e essa vai ser uma das tantas vezes que vou comer esse seu pauzão. Você vai poder meter esse monumento de pau em qualquer buraco da mamãe que quiser, essa puta tá à sua inteira disposição. Ao terminar de dizer isso, baixou a cabeça até a virilha do Juan e começou a comer o pau dele completamente entregue. Começou a dar lambidinhas suaves e chupadinhas na ponta do pau, como se fosse um ritual preparatório para o que estava por vir. Ela puxa a pele do pau bem pra baixo, liberando completamente a cabeça grossa e, olhando fixamente para o pau, diz (Debora): – Chegou a hora de comer esse pau gostoso, vamos ver quanta porra ainda tem nesses ovinhos de macho. E a Debora abriu a boca o máximo que pôde e começou a devorar o pau, começando por a ponta e com muita força começou a empurrar seu rosto para baixo, engolindo aos poucos vários centímetros do pau. Mal começou e já tinha metido na boca três quartos da vergalhona do Juan. Continuou descendo até que deu um forte empuxão para baixo e conseguiu engolir, já com muita dificuldade, metade daquele pau grosso e enorme. Como se tivesse desistido de chegar mais fundo, começou a chupá-lo com uma mamada de campeonato. Juan está nas nuvens, alucinando de prazer ao ser vítima de uma mamada daquelas por parte de Débora. E enquanto ela continuava chupando sem parar de melhorar seu desempenho de chupadora, e à medida que seguia chupando o pau do seu Juan, Débora percebeu que o pau estava muito mais lubrificado pela sua saliva e pelo líquido pré-ejaculatório. Então decidiu avançar para ver se conseguia engolir um pouco mais daquele pau. Mas ela estava muito ansiosa para engolir o pau do seu Juan e não se controlou, e ao avançar o fez muito rápido e com força, confiante pela lubrificação daquela vergalhona. Sem perceber, engoliu quase completamente e quando se deu conta, metade do pau já tinha passado pela sua garganta, chegando ao esôfago. E aí sentiu como uma corrente elétrica que percorreu todo o seu corpo curvilíneo, fazendo com que quase perdesse o equilíbrio. Estava tendo um orgasmo fortíssimo ao conseguir engolir o enorme pau do Juan. Se movia, rebolando seu belo corpo maduro como se estivesse transando, sentindo sua buceta se contrair, sentindo a linda e prazerosa sensação do orgasmo. E não era a única, pois ela mesma sentiu o pau do Juan começar a inchar e a pulsar dentro da sua boca, sinal de que Juan também estava prestes a gozar dentro da sua boca. Então ela, com muita ansiedade, começou a chupar o pau sem parar e enterrou seu rosto contra a pelve do Juan e conseguiu seu objetivo: engoliu o pau completamente, batendo contra o tapete de pelos pubianos do Juan. E aí, naquele exato momento em que o pau do seu Juan chegou quase embaixo do seu pescoço, ela sentiu um jato forte e potente de sêmen que saiu da cabeça do pau do seu Juan direto para o estômago, mas o mais excitante foi que quando ela tirou o pau de Juan de dentro da boca, o pau dele continuou disparando jatos e mais jatos de porra, banhando o rosto e todo o torso dela, manchando o vestido com o leite do seu macho "seu Juan". Depois de ambos os orgasmos, ela se recostou no sofá junto ao seu Juan e começou uma conversa safada entre eles.

(Debora): –Mmmm Juan, isso foi incrível e você goza mais e melhor que o corno do seu pai.

(Juan): –Nossa, Debora, já é oficialmente corno? Ou não era antes, quando você se entregava aos caprichos do Marcos?

(Debora): –Meu Deus, Juan, quanto tempo mais você vai ficar me jogando na cara o que eu fiz? Sei que errei, te machuquei muito, mas estou aqui ao seu lado tentando curar as feridas que causei. Aquilo foi sob pressão de um chantagista, não conta como traição. Isso aqui sim, porque me entreguei a você, te chupei e te comi porque quis e adorei fazer. E vamos continuar transando, porque aqui começa algo mais intenso entre nós, e penso em ficar ao seu lado em cada decisão que tomar e ver se posso ajudar em algumas delas.

(Juan): –O que você quer dizer com isso, Debora?

(Debora): –Que estou disposta a te ajudar em tudo e que vou estar disponível para você na cama, se for necessário. Não me deixo tocar pelo corno do seu pai.

(Juan): –Que bom ouvir isso de você, Debora.

(Debora): –Bom, Juan, também estava pensando no que você me propôs, de que talvez você tenha que se deitar com outras mulheres. Pensando nisso, decidi que aceito esse ponto, mesmo não gostando e morrendo de ciúmes, mas concordo com uma condição.

(Juan): –O quê? Qual?

(Debora): –Que depois de transar com qualquer uma, você me coma, para poder comparar os dois desempenhos.

(Juan): –Ok, Debora. Me parece justo, está bem, será assim.

(Debora): –Ok, então tudo acertado. Só falta começar a primeira fase.

Diz Debora, dando-lhe um beijo. apaixonado nos lábios de Juan e recostando-se nele, apoiando o rosto no peito de Juan

(Juan): –É. Só falta a Belu vir trazer os papéis que faltam pra começar o primeiro ataque, mas antes tenho que conversar umas coisinhas com o seu Ernesto.

(Débora): –Tá bom, Juan. Mas toma cuidado com o seu Ernesto, ele é um homem muito poderoso. Mesmo que esses imbecis subestimem ele, é um homem muito poderoso. Se você tiver ele como aliado, não só vai conseguir sua vingança, como pode conseguir muito mais.

(Juan): –Tá bom, Débora. Obrigado pelo seu apoio. Disse Juan, dando um beijo nos lábios de sua mãe.

Continua…

3 comentários - Secretária Gostosa e Atenta 3.2

Excelente relato espero ansioso el siguiente capitulo