Meu nome é Brian. Sou um universitário de 20 anos com uma namorada estranha, Kayla, há 3 anos, mas isso é outra história.
É férias de primavera e, em vez de encher a cara e usar um monte de drogas, resolvi ir pra casa ver minha mãe. Claro, me chamam de filhinho da mamãe, mas não tô nem aí. Nunca fui muito de festa e nem pretendo ser.
Deixa eu te contar um pouco mais sobre mim. Tenho cabelo castanho escuro e olhos cinza-azulados. Não sou gordo, mas também não sou sarado (uns 86 quilos). Só transei com 2 mulheres na minha vida. A mina do baile de formatura do ensino médio, mas aquela puta não merece ser nomeada, e minha namorada Kayla. Chega de falar de mim, porém, você provavelmente quer saber sobre minha mãe.
Minha mãe é uma mulher de coração quente. Sempre se vira pra ajudar com os problemas dos outros.
Ela tem 37 anos. Ficou grávida de mim quando tinha 16. Meu pai largou ela quando soube que ela tava grávida. Ela sempre teve o apoio da família e dos amigos.
Os olhos dela são lindos. Olhos verdes-esmeralda que combinam perfeitamente com o cabelo castanho. Sempre me elogiava por como ela era linda toda vez que eu olhava nos olhos dela.
Ela tem uns peitões 38DD e sempre se cuida com exercícios. Ela investiu em montar uma academia em casa pra não ter que continuar aguentando os olhares dos caras jovens na academia.
Depois de dirigir uns 480 quilômetros pra casa, fiquei feliz em ver minha mãe e descansar um pouco. Enquanto eu chegava em casa, vi um carro que não lembrava de ter visto antes. Imaginei que minha mãe tava fazendo amizades. Fiquei orgulhoso dela. Ela não era muito do tipo social, bem tímida. Decidi estacionar na rua.
Quando cheguei perto da porta, a vizinha da minha mãe, a Sra. Shreyden, divorciada há 15 anos. O cabelo loiro dela brilhando na luz do dia. Ela veio até mim.
"Querido Brian! Ela veio até mim de braços abertos. Conforme se aproximava, notei que seu corpo parecia ainda mais incrível para uma mulher de 39 anos. Um belo par de peitos, eu diria que uns 36D, e um corpo bem definido que claramente ela tem cuidado enquanto estive fora.
— Sra. Shreyden! Que bom te ver! — Abracei ela enquanto sentia seus lindos e enormes peitos pressionarem contra meu peito. Olhei por cima do ombro para ver aquela bunda gostosa que sempre lembrava de admirar quando era adolescente.
— Ah, querido, por favor, te conheço há quase toda a sua vida. Já pode me chamar de Tina.
— Desculpa, Sra. Shr... quer dizer, Tina. É que não te vejo há tanto tempo. Fiquei meio nervoso. — Flertei com ela. Sempre tivemos uma amizade próxima onde eu podia brincar e sabia que estávamos só zoando.
— Ah, Brian. Que fofo. — Ela disse enquanto dava um tapinha na minha bunda. Me olhou como se estivesse esperando eu voltar para casa só para ela.
— Vamos, Tina, cuidado com as mãos. Haha. Adoraria tomar um café com você um dia, pra colocar o papo em dia.
— Eu também adoraria. Mas vai ver sua mãe. Não vou te segurar. Sei que faz tempo e ela está com saudades.
— Valeu, Tina. Você não é um incômodo. — Falei enquanto a puxava para outro abraço. — Vou passar aqui sim, se não for muito tarde quando eu acordar. — Quando me soltei, fiz questão de dar um tapinha na bunda dela.
— Agora não me provoca, garoto.
Nos despedimos e ela voltou andando para casa. Enquanto eu saía, tive uma visão melhor daquela bunda maravilhosa. Ia ter que tentar alguma coisa enquanto estivesse aqui.
Entrei. — Mãe? — Gritei. — Mãe? Oi? — Deixei minha voz sumir enquanto terminava de falar alto. — Cadê ela? — Pensei. Andei pelo térreo procurando minha mãe, mas não a encontrei. Subi as escadas e, conforme chegava mais perto do topo, comecei a ouvir barulhos vindos do quarto dela. quarto de audição. "Claro que quero beber! Que tipo de puta eu seria se não quisesse?" Ouvi do quarto dela. Que porra estava acontecendo? O que eu estava ouvindo? Espiei pela esquina do quarto da minha mãe e vi ela, de joelhos, nua, com um homem alto e forte na frente dela. Ele estava jorrando urina na cara toda dela e na boca dela.
"Ah, isso mesmo, puta! Bebe minha urina. Qual é o gosto? Melhor que da última vez?" O homem gritou, meio que gemendo.
Minha mãe balançou a cabeça. Enquanto balançava, vi o mijo entrar no olho direito dela, o olho mais perto de mim.
"Deus, que puta nojenta", o mijo dele parou.
"Ah, por favor, me dá mais. Por favor, me borrifa com mais do seu líquido dourado!"
"Calma, sua puta suja", enquanto ele dizia isso, deu uns tapas na cara da minha mãe com o pau grande e carnudo dele. "Você vai ganhar mais dessa rola na próxima vez."
Achei que ele já tinha gozado, porque começou a pegar as roupas dele. Comecei a descer, querendo me afastar do que tinha acabado de acontecer.
Enquanto descia as escadas, ouvi o homem gritar: "Deus, você é uma puta. Como seu filho ainda não te comeu?" Quando ele disse isso, ouvi o som de cuspe, acho que na minha mãe.
"Fica aí com minha saliva e urina toda em você, sua puta nojenta."
Fiquei puto. Saí pela porta, entrei no carro e fui embora. Não queria ficar em casa.
Umas horas depois, cheguei em casa e tanto o carro da minha mãe quanto o carro do homem — baseado no que aconteceu, tenho certeza que era o dele — tinham ido embora. Cansado, entrei. Não ouvi nada. Nada embaixo, nada em cima.
Decidi ir na casa da Tina ver como ela estava. Saí, atravessei o gramado até a casa dela. Toquei a campainha e, um segundo depois, ela abriu a porta, muito feliz em me ver.
"Brian!" Ela exclamou enquanto me abraçava, os peitos dela pressionando contra o meu peito de novo. "Você tá bem? Parece que você viu um fantasma. Muita coisa na cabeça dela.”
Ela tem uns peitos realmente bons, quer ver também?
(Continua)
Muito obrigado pela leitura. Qualquer crítica construtiva é bem-vinda. Me conta qualquer ideia que tiver pra próxima parte. Desculpa não ter tido muita coisa no capítulo. É só uma introdução e não quero me apressar. Valeu por ler.
http://www.darporno.com/mi-mami-tiene-buenos-pechos/
É férias de primavera e, em vez de encher a cara e usar um monte de drogas, resolvi ir pra casa ver minha mãe. Claro, me chamam de filhinho da mamãe, mas não tô nem aí. Nunca fui muito de festa e nem pretendo ser.
Deixa eu te contar um pouco mais sobre mim. Tenho cabelo castanho escuro e olhos cinza-azulados. Não sou gordo, mas também não sou sarado (uns 86 quilos). Só transei com 2 mulheres na minha vida. A mina do baile de formatura do ensino médio, mas aquela puta não merece ser nomeada, e minha namorada Kayla. Chega de falar de mim, porém, você provavelmente quer saber sobre minha mãe.
Minha mãe é uma mulher de coração quente. Sempre se vira pra ajudar com os problemas dos outros.
Ela tem 37 anos. Ficou grávida de mim quando tinha 16. Meu pai largou ela quando soube que ela tava grávida. Ela sempre teve o apoio da família e dos amigos.
Os olhos dela são lindos. Olhos verdes-esmeralda que combinam perfeitamente com o cabelo castanho. Sempre me elogiava por como ela era linda toda vez que eu olhava nos olhos dela.
Ela tem uns peitões 38DD e sempre se cuida com exercícios. Ela investiu em montar uma academia em casa pra não ter que continuar aguentando os olhares dos caras jovens na academia.
Depois de dirigir uns 480 quilômetros pra casa, fiquei feliz em ver minha mãe e descansar um pouco. Enquanto eu chegava em casa, vi um carro que não lembrava de ter visto antes. Imaginei que minha mãe tava fazendo amizades. Fiquei orgulhoso dela. Ela não era muito do tipo social, bem tímida. Decidi estacionar na rua.
Quando cheguei perto da porta, a vizinha da minha mãe, a Sra. Shreyden, divorciada há 15 anos. O cabelo loiro dela brilhando na luz do dia. Ela veio até mim.
"Querido Brian! Ela veio até mim de braços abertos. Conforme se aproximava, notei que seu corpo parecia ainda mais incrível para uma mulher de 39 anos. Um belo par de peitos, eu diria que uns 36D, e um corpo bem definido que claramente ela tem cuidado enquanto estive fora.
— Sra. Shreyden! Que bom te ver! — Abracei ela enquanto sentia seus lindos e enormes peitos pressionarem contra meu peito. Olhei por cima do ombro para ver aquela bunda gostosa que sempre lembrava de admirar quando era adolescente.
— Ah, querido, por favor, te conheço há quase toda a sua vida. Já pode me chamar de Tina.
— Desculpa, Sra. Shr... quer dizer, Tina. É que não te vejo há tanto tempo. Fiquei meio nervoso. — Flertei com ela. Sempre tivemos uma amizade próxima onde eu podia brincar e sabia que estávamos só zoando.
— Ah, Brian. Que fofo. — Ela disse enquanto dava um tapinha na minha bunda. Me olhou como se estivesse esperando eu voltar para casa só para ela.
— Vamos, Tina, cuidado com as mãos. Haha. Adoraria tomar um café com você um dia, pra colocar o papo em dia.
— Eu também adoraria. Mas vai ver sua mãe. Não vou te segurar. Sei que faz tempo e ela está com saudades.
— Valeu, Tina. Você não é um incômodo. — Falei enquanto a puxava para outro abraço. — Vou passar aqui sim, se não for muito tarde quando eu acordar. — Quando me soltei, fiz questão de dar um tapinha na bunda dela.
— Agora não me provoca, garoto.
Nos despedimos e ela voltou andando para casa. Enquanto eu saía, tive uma visão melhor daquela bunda maravilhosa. Ia ter que tentar alguma coisa enquanto estivesse aqui.
Entrei. — Mãe? — Gritei. — Mãe? Oi? — Deixei minha voz sumir enquanto terminava de falar alto. — Cadê ela? — Pensei. Andei pelo térreo procurando minha mãe, mas não a encontrei. Subi as escadas e, conforme chegava mais perto do topo, comecei a ouvir barulhos vindos do quarto dela. quarto de audição. "Claro que quero beber! Que tipo de puta eu seria se não quisesse?" Ouvi do quarto dela. Que porra estava acontecendo? O que eu estava ouvindo? Espiei pela esquina do quarto da minha mãe e vi ela, de joelhos, nua, com um homem alto e forte na frente dela. Ele estava jorrando urina na cara toda dela e na boca dela.
"Ah, isso mesmo, puta! Bebe minha urina. Qual é o gosto? Melhor que da última vez?" O homem gritou, meio que gemendo.
Minha mãe balançou a cabeça. Enquanto balançava, vi o mijo entrar no olho direito dela, o olho mais perto de mim.
"Deus, que puta nojenta", o mijo dele parou.
"Ah, por favor, me dá mais. Por favor, me borrifa com mais do seu líquido dourado!"
"Calma, sua puta suja", enquanto ele dizia isso, deu uns tapas na cara da minha mãe com o pau grande e carnudo dele. "Você vai ganhar mais dessa rola na próxima vez."
Achei que ele já tinha gozado, porque começou a pegar as roupas dele. Comecei a descer, querendo me afastar do que tinha acabado de acontecer.
Enquanto descia as escadas, ouvi o homem gritar: "Deus, você é uma puta. Como seu filho ainda não te comeu?" Quando ele disse isso, ouvi o som de cuspe, acho que na minha mãe.
"Fica aí com minha saliva e urina toda em você, sua puta nojenta."
Fiquei puto. Saí pela porta, entrei no carro e fui embora. Não queria ficar em casa.
Umas horas depois, cheguei em casa e tanto o carro da minha mãe quanto o carro do homem — baseado no que aconteceu, tenho certeza que era o dele — tinham ido embora. Cansado, entrei. Não ouvi nada. Nada embaixo, nada em cima.
Decidi ir na casa da Tina ver como ela estava. Saí, atravessei o gramado até a casa dela. Toquei a campainha e, um segundo depois, ela abriu a porta, muito feliz em me ver.
"Brian!" Ela exclamou enquanto me abraçava, os peitos dela pressionando contra o meu peito de novo. "Você tá bem? Parece que você viu um fantasma. Muita coisa na cabeça dela.”
Ela tem uns peitos realmente bons, quer ver também?
(Continua)
Muito obrigado pela leitura. Qualquer crítica construtiva é bem-vinda. Me conta qualquer ideia que tiver pra próxima parte. Desculpa não ter tido muita coisa no capítulo. É só uma introdução e não quero me apressar. Valeu por ler.
http://www.darporno.com/mi-mami-tiene-buenos-pechos/
4 comentários - mama tiene buenos pechos