Como todo dia no início do meu trampo, tenho que dar uma revisada no meu departamento pra garantir que todos os artigostosos estão em ordem e nada fora do lugar. Passando pelos corredores, não tinha reparado que minha colega "Mariana" — vou chamar ela assim — já tinha chegado antes de mim com um decote lindo. Tenho que mencionar que ela tem uma bunda redonda e gostosa, e uns peitos muito bons, dá pra descrever como os da atriz "Jessica Jaymes" — ah, sim, são lindos. Ela é de pele clara, cabelo castanho, muito bonita, pra falar a verdade. Enfim, naquele momento ela tava com um decote maravilhoso que faria qualquer cliente querer ser atendido por ela.
Passei o resto do dia e ela tava agindo bem provocante, se abaixava e deixava a gente ver aquele decote gostoso, ou se abaixava de costas, de um jeito que a bunda linda dela ficava na altura perfeita pra dar uns amassos. Me certifiquei de que ninguém tava olhando e me encostei, esfregando meu volume na bunda dela. Ela tava adorando, rebolava de um lado pro outro pra se esfregar mais. Levantou e só me olhou com um olhar safado, sem falar nada.
Mais tarde, a gente tinha que fazer a limpeza, porque é pra dar uma boa aparência pros clientes. Ela continuava se abaixando, me deixando ver aqueles peitos lindos pendurados como dois brincos. Eu me segurava pra não chupar eles, mas meu pau não aguentava e comecei a roçar nela com meu volume enorme. Terminamos de limpar e fomos jogar a água no refeitório. Por sorte, todo mundo já tinha descido pro primeiro andar, só restávamos eu e ela, e mais uns poucos do banco. Então aproveitei a solidão pra dar o passo que me levaria ao paraíso. Ela tava abaixada, jogando a água e limpando os baldes. Passei a mão na bunda gostosa dela e fui acariciando de boa. Ela se virou rápido — pensei "ela vai me matar" — mas NÃO!!!!!! Ela falou: "Poxa, parece que você não aguenta mais esperar. Vou te dar uma coisa pra te acalmar, seu tarado." Na hora, ela abaixou meu zíper e começou a fazer um boquete gostoso, tipo... Ninguém de vocês poderia imaginar, ela chupava como se fosse a última rola que fosse provar na vida. Gozei na hora, uff, tava super feliz, ela me disse: "Com isso você aguenta até amanhã, por hoje já deu." Virou-se e, antes que saísse, peguei ela pelo braço e puxei de volta, dizendo: "Não, putinha, já me esquentou, agora vai me satisfazer direito." Beijei ela, meti a mão dentro da calça dela, por dentro da calcinha, e comecei a dedar ela. Ela gemia na minha boca, não se segurava, se contorcia de prazer sem limites.
Infelizmente, tive que deixar ela de lado uns passos, ouviram barulho e era nosso gerente. Ele estava nos procurando porque iam fechar a loja, e sem jeito tivemos que ir embora. Os dias continuaram, e o nosso rolo também, até que um dia todo mundo já tinha ido embora. No AFORE ainda tinha gente e as luzes se apagaram, era minha chance. Tudo ou nada, rapidamente beijei ela, abri a blusa dela sem fazer barulho e comecei a chupar aqueles peitos gloriosos que apontavam pra mim como o escolhido pra mamar neles. O biquinho rosadinho dela, era glória, era gostoso. Ela mordia o lábio pra não soltar os gemidos. Virei ela, abaixei a calça dela como pude, ia penetrar ela. Ela sussurrou: "Coloca camisinha." Puxei o cabelo dela e falei: "Não, putinha, é do meu jeito." E *puff*, entrei. Era tão quentinho, o entra e sai, entra e sai. Eu puxava os biquinhos dela e tampava a boca dela com a mão. Ela queria gritar de tanto que tava gostando.
Passei o resto do dia e ela tava agindo bem provocante, se abaixava e deixava a gente ver aquele decote gostoso, ou se abaixava de costas, de um jeito que a bunda linda dela ficava na altura perfeita pra dar uns amassos. Me certifiquei de que ninguém tava olhando e me encostei, esfregando meu volume na bunda dela. Ela tava adorando, rebolava de um lado pro outro pra se esfregar mais. Levantou e só me olhou com um olhar safado, sem falar nada.
Mais tarde, a gente tinha que fazer a limpeza, porque é pra dar uma boa aparência pros clientes. Ela continuava se abaixando, me deixando ver aqueles peitos lindos pendurados como dois brincos. Eu me segurava pra não chupar eles, mas meu pau não aguentava e comecei a roçar nela com meu volume enorme. Terminamos de limpar e fomos jogar a água no refeitório. Por sorte, todo mundo já tinha descido pro primeiro andar, só restávamos eu e ela, e mais uns poucos do banco. Então aproveitei a solidão pra dar o passo que me levaria ao paraíso. Ela tava abaixada, jogando a água e limpando os baldes. Passei a mão na bunda gostosa dela e fui acariciando de boa. Ela se virou rápido — pensei "ela vai me matar" — mas NÃO!!!!!! Ela falou: "Poxa, parece que você não aguenta mais esperar. Vou te dar uma coisa pra te acalmar, seu tarado." Na hora, ela abaixou meu zíper e começou a fazer um boquete gostoso, tipo... Ninguém de vocês poderia imaginar, ela chupava como se fosse a última rola que fosse provar na vida. Gozei na hora, uff, tava super feliz, ela me disse: "Com isso você aguenta até amanhã, por hoje já deu." Virou-se e, antes que saísse, peguei ela pelo braço e puxei de volta, dizendo: "Não, putinha, já me esquentou, agora vai me satisfazer direito." Beijei ela, meti a mão dentro da calça dela, por dentro da calcinha, e comecei a dedar ela. Ela gemia na minha boca, não se segurava, se contorcia de prazer sem limites.
Infelizmente, tive que deixar ela de lado uns passos, ouviram barulho e era nosso gerente. Ele estava nos procurando porque iam fechar a loja, e sem jeito tivemos que ir embora. Os dias continuaram, e o nosso rolo também, até que um dia todo mundo já tinha ido embora. No AFORE ainda tinha gente e as luzes se apagaram, era minha chance. Tudo ou nada, rapidamente beijei ela, abri a blusa dela sem fazer barulho e comecei a chupar aqueles peitos gloriosos que apontavam pra mim como o escolhido pra mamar neles. O biquinho rosadinho dela, era glória, era gostoso. Ela mordia o lábio pra não soltar os gemidos. Virei ela, abaixei a calça dela como pude, ia penetrar ela. Ela sussurrou: "Coloca camisinha." Puxei o cabelo dela e falei: "Não, putinha, é do meu jeito." E *puff*, entrei. Era tão quentinho, o entra e sai, entra e sai. Eu puxava os biquinhos dela e tampava a boca dela com a mão. Ela queria gritar de tanto que tava gostando.
0 comentários - Mi Colega del trabajo es una Tremenda Puta