Minha filha Lourdes. Décima Quarta Parte

Olá, voltei depois de um tempo afastado por motivos de força maior deste espaço de catarse sexual. Pra quem não me conhece, meu nome é Alejo e dedico este espaço pra contar a série de eventos excitantes que rolaram na minha casa desde a chegada da minha filha Lourdes, uma gostosa de tirar o fôlego. Quem não acompanha a história ou quiser refrescar a memória, deixo o resto dos relatos a seguir.http://www.poringa.net/posts/relatos/2723179/Mi-hija-Lourdes-Primera-Parte.html

http://www.poringa.net/posts/relatos/2723417/Mi-hija-Lourdes-Segunda-Parte.html

http://www.poringa.net/posts/relatos/2723690/Mi-hija-Lourdes-Tercera-Parte.html

http://www.poringa.net/posts/relatos/2724346/Mi-hija-Lourdes-Cuarta-Parte.html

http://www.poringa.net/posts/relatos/2725152/Mi-hija-Lourdes-Quinta-Parte.html

http://www.poringa.net/posts/relatos/2727063/Mi-hija-Lourdes-Sexta-Parte.html

http://www.poringa.net/posts/relatos/2728754/Mi-hija-Lourdes-Septima-Parte.html

http://www.poringa.net/posts/relatos/2732594/Mi-hija-Lourdes-Octava-Parte.html

http://www.poringa.net/posts/relatos/2736011/Mi-hija-Lourdes-Novena-Parte.html

http://www.poringa.net/posts/relatos/2741906/Mi-hija-Lourdes-Decima-Parte.html

http://www.poringa.net/posts/relatos/2750247/Mi-hija-Lourdes-Onceaba-parte.html

http://www.poringa.net/posts/relatos/2753768/Mi-hija-Lourdes-Doceava-Parte.html

http://www.poringa.net/posts/relatos/2757408/Mi-hija-Lourdes-Treceava-Parte.htmlSe já estavam ligados na minha história ou acabaram de se atualizar, vamos continuar.

Nem preciso dizer que não conseguia parar de pensar na minha filha linda e putinha. Não parava de me surpreender como ela ia ficando astuta e manipuladora. Esses comportamentos só a tornavam mais gostosa e despertavam ainda mais curiosidade em mim. "Até onde ela tava disposta a ir com esse corpanzil?" era sem dúvida a pergunta que mais martelava na minha cabeça. Ela usava a sensualidade dela pra tirar vantagem de cada situação. Isso tava me agradando pra caralho. Eu tava cada vez mais ligado nos comportamentos dela, que mostravam ser calculados e pensados pra manter todo mundo no pico da excitação o tempo todo.

Enquanto preparava um café na maior solidão e tranquilidade da manhã, ouço os passos descalços da minha princesa. Me viro pra oferecer uma xícara e quase derrubo tudo no chão. Lourdes tava completamente nua com um daqueles sorrisos de gata safada que ela faz quando tá decidida. Fiquei paralisado com toda aquela carne jovem exibida pro papai.
- O que cê tá fazendo assim? Não dá, não aqui e não agora! - eu dizia, tentando na verdade me convencer a não agarrar ela e foder selvagemente ali mesmo, como queria.
- Bom dia, né? - Ela disse se aproximando com aqueles pezinhos rosados tomando conta do meu olhar. Continuei olhando pra baixo e aquela buceta apertada e totalmente depilada era um manjar pro café da manhã.

Quando ela ficou colada do meu lado e aqueles lábios de fogo se aproximaram dos meus, todas as minhas defesas caíram. No primeiro toque da boca carnuda dela na minha, peguei ela pela nuca e nos enroscamos num beijo dos mais apaixonados e excitantes, como só a língua da minha princesa consegue oferecer.

Meu pau tava fazendo uma pressão animal por baixo da calça e ela sabia disso, então sem largar o beijo molhado de bom dia, foi desabotoando minha calça e acariciando a ponta do meu pau com a ponta dos dedos. Ela sabia como fazer pra me fazer tremer de prazer. Esse Controle sobre mim a excita ela desde sempre. Parou de me beijar um segundo e me disse
- Agora quero tomar o leite, papai - e se abaixou, engolindo inteira minha pica inchada
- Ai sim, meu amor! Assim... mexe a linguinha - eu a incentivava, completamente louco por aquela boca sedenta
Ela não respondeu, mas sua resposta foi um movimento rápido por toda a cabeça da minha pica com aquela língua tremenda que sempre lambe perfeitamente.
Ela engoliu de novo inteira e eu curtia tanto o prazer daquele despertar pecaminoso que peguei ela com as duas mãos no cabelo e enfiei até a garganta. Tomei conta da situação e afoguei ela de pica como a puta viciada que é. Sentia os engasgos daquela voz doce e quase morria

- Ah, então! - ouvi entre o som dominante dos meus próprios gemidos. Era a voz do meu irmão, com Diego e Enzo atrás dele, com o mesmo grau de surpresa
Me senti exposto e totalmente vulnerável. Os olhares acusadores dos três queimavam em mim e me enchiam de vergonha. Senti uma angústia tremenda, mas Lou não parava de mamar com a mesma paixão e voracidade, como se nada tivesse acontecido.
Apesar de não querer, eu continuava curtindo e estava prestes a gozar. A puta da minha filha não me deixava pensar em nada além do prazer e sabia como aumentar isso aos poucos. Fechei os olhos de novo e me entreguei àquela deusa, sem me importar com nada.
De repente, sinto a boca dela largar o boquete supremo que me dedicava, fazendo aquele efeito de vácuo com aquele barulho tão característico. Abro os olhos depois de alguns segundos e, para minha surpresa, os outros três estavam com as picas pra fora, apresentadas ao redor da cabeça de Lourdes.

- Não sei em qual ficar! - disse com um tom brincalhão, mas com um olhar muito sensual que percorreu todos nós quatro. Olhou pra cima e, com um sorriso irresistível, ficou esperando. Como se tentasse fazê-la escolher, nós quatro começamos a roçar nossas picas na pele branca e linda do rosto dela, que contrastava com os pedaços. Aquela suavidade e beleza com quatro paus friccionando e molhando cada parte do rosto dela era sublime. Ela mexia a cabeça como em círculos pra gente passear por toda a cara dela. Cada vez que uma passava pela boca dela, ela esticava a língua e dava uma lambidinha sutil que era recebida como água no deserto. Essas lambidas foram ficando quase permanentes e não demorou muito pra ela começar a enfiar cada uma das cabeças na boca. Os gemidos eram generalizados e sem parar. Aqueles lábios gostosos faziam a gente delirar. Eu tava no limite do orgasmo com aquela mamada e aquela imagem digna de um pornô do mais alto nível quando uma pressão enorme na minha perna me fez perder o equilíbrio e cair pra trás.

Acho que de algum jeito eu adivinhei o que tava rolando, por isso me recusei a abrir os olhos depois da queda. Os gemidos tinham sumido e a única coisa que se ouvia eram umas vozes ao longe. Resignado, olhei ao redor e lá estava eu, caído do lado da cama com os lençóis enroscados na minha perna direita. Como acontecia muito, tinha tido outro sonho incestuoso e ardente com a minha linda Lourdes. A frustração era tão grande quanto a excitação, mas eu já vivia com aquilo com certa normalidade. O que não me pareceu nada normal foi aquela sensação horrível no sonho. Aquele momento de ser descoberto dificilmente terminaria resolvido tão fácil quanto aconteceu na fantasia do meu subconsciente. Aquela mistura de culpa e angústia voltou e me invadiu por completo. Não sou burro e percebia que tudo que eu tava fazendo era uma loucura que podia acabar em escândalo.

Todas essas coisas giravam na minha cabeça como um carrossel, enquanto eu me lavava no banheiro. Desci pra tomar café pensativo e preocupado. Pra minha surpresa, minha filha já não estava mais lá. Sim, o resto da família, incluindo o parasita do meu irmão. Comprimentei todo mundo e me servi de café, e de canto de olho vi um pote cheio de arroz com o celular do Diegote no meio. Pelo visto, ele não quis se arriscar a acusar a Lou sem provas e teve que engolir a raiva. Era isso ou aquele tremendo trio com a irmã dele tinha feito ele mudar de atitude. Era difícil saber sem ter os dois juntos.
- Lourdes, cadê? - perguntei no ar pra ver quem pegava a deixa
- Saiu cedo. Acho que minha cunhada chamou ela - disse com uma certa malícia o Enzo, que depois de ter se esbaldado com a loira sempre fazia algum gesto que entregava quando mencionava ela. Acho que sem a promiscuidade que rodeava a casa desde a chegada da irmã dele, esse mano continuaria virgem a vida toda com essa inocência quase boba que ele tem.

Aí lembrei que a Barbie queria vir visitar o Javi antes de ele ir embora, e pensar numa visita da platinada em casa era sinônimo de tesão pra todo mundo. Essa puta gosta de pica mais do que qualquer mulher que eu conheça. Todo mundo naquela mesa sabia disso e já tinha aproveitado ela. Aquela sensação angustiante que eu tinha ao acordar sumiu com a ideia de ver a Barbie.

Precisava de ar e saí de casa só com uns goles de café. O dia seguiu com aquela sensação enganosa de normalidade que me fazia esquecer o nível de provocação com que eu convivia. As horas escorreram como numa ampulheta e antes que eu percebesse já tava de volta em casa. Sem saber o que ia encontrar, entrei quieto como um ladrão,

- Ai Al, me assustou! Não te ouvi - disse entre risadas a amiga sensual da minha filha
- Desculpa! Não foi minha intenção. Oi, gostosa - falei e tentei dar um beijo na bochecha dela. A safada fez aquele beijo acabar sendo metade na boca.
- Cadê minha filha? Te deixou sozinha aqui - tentei continuar conversando
- Tô aqui, pai - disse enquanto vinha da cozinha com o mate e as bolachas, atrás dela vinha Javier com a chaleira e o resto das coisas do mate. Enquanto sentava, o careca se desculpou dizendo que não sabia se a água tava no ponto.
- Pergunta pra sua sobrinha, se tem uma coisa que ela sabe é esquentar a chaleira - disse a loira enquanto cruzava as pernas e deixava mais expostas aquelas pernas lindas debaixo de um vestido branco que ela estava infernal. Javier ficou vermelho com o comentário e olhou minha reação. Eu fingi não ter entendido pra passar o momento.
As duas garotas riram com aqueles olhares brincalhões e meio infantis que fazem quando querem me provocar, mas ao mesmo tempo cheios de sensualidade.

A Barbie convidou ele pra sentar do lado dela com a desculpa de ser a primeira a beber. Ficamos distribuídos assim: Bárbara, Javier, Lourdes e eu. Contra o vestido provocante da amiga, minha filha competia com uma calça tão apertada que parecia que ia rasgar e uma blusa super decotada. Aquelas tetas deliciosas queriam escapar por todo lado, dava pra ver um pedaço pelo lado e outro pelo meio do decote. Pra minha surpresa, ela parecia não estar usando sutiã. Algo incomum nela. Era um maná ter as duas melhores putinhas do mundo juntas em casa de novo, o fato de uma delas ser minha filha era só um detalhe quando a tesão me dominava.

Por mais que no fundo houvesse uma voz interna me dizendo que não devia, eu sentia um desejo incontrolável de ter as duas. Se meu irmão participasse, não me importava, eu não conseguia parar de olhar pra elas com vontade. Por cima da calça, uma tirinha rosa aparecia, me queimando a cabeça. Não sei bem quando começou, mas de repente notei que tava com uma ereção total. As garotas estavam mais interessadas em sorrir e celebrar cada comentário do meu irmão, então nenhuma das duas percebeu. Eu tava entre o ciúme e a excitação. Muito excitado, pra falar a verdade. Num momento, totalmente sem pensar, peguei a mão da Lou e coloquei em cima do meu volume inchado. Ela fez uma cara de surpresa por um instante, mas logo me olhou de lado com aquele sorriso safado e começou a mexer os dedos pra acariciar meu pau por cima da calça. Eu tentava me controlar pra disfarçar, mas as carícias da minha princesa são incrivelmente gostosas.

Pensei que ia gozar quando as carícias pararam e a Barbie me disse
- Ei, Al, tô falando com você! Vai tomar o mate? Eu vou pro jardim com o Javi dar uma olhada nas roseiras - Eu sabia que era uma desculpa pra ficar a sós com ele. Com certeza a putinha da minha filha contou pra ele a transa que tiveram na noite anterior e essa gostosa queria a dela.
- Sem problema - falei quando elas já estavam indo. A loira ia na frente, balançando aquela bunda espetacular pro meu irmão. Era de dar inveja, mas aí lembrei que da minha escrivaninha dava pra ver tudo. As roseiras ficam no centro do pátio. Eu teria saído correndo na hora, mas mal elas foram embora, a Lourdes começou a desabotoar minha calça.
- Vamos aproveitar, papai - disse ela enquanto tirava meu pau duro e molhado com as mãos delicadas. Ajeitei a cabeça no encosto e me preparei pra gozar. Minha menina não me decepcionou. Logo senti aqueles lábios lindos na ponta do meu pau. Depois aquela língua pornográfica começou a fazer das suas. Ela me deixa louco quando mexe, percorrendo cada ponto do meu pau. Logo ela tava toda deitada no sofá, subindo e descendo aquela cabecinha linda, e eu doido de prazer. Era impossível pensar em outra coisa com aquela deusa me dando o melhor boquete do mundo.

O que mais me excitava era quando ela tirava da boca pra lamber e me perguntava com aqueles olhos incendiários:
- Tá gostando, papai? - essa frase sempre me deixa à beira do orgasmo e a putinha sabe disso.
- Vem cá, meu amor, papai tem uma surpresa pra você - falei, peguei ela pelo braço e fomos pro escritório. Mal subi a calça. Não ia terminar ali. Meti ela quase correndo pro meu escritório. O mesmo onde a gente tinha fodido com a Ova. Acho que alguma lembrança veio à tona, porque assim que entramos ela sorriu e me olhou com aquela carinha de cúmplice que faz às vezes. Me aproximei da janela e, pela primeira vez, sabia o que ia encontrar. Meu irmão tava com a calça caída até os tornozelos e a putinha da Barbie tava agachada na frente dele, dando um boquete tão intenso quanto o que minha gata me deu. Aquela cabeleira dourada no... Sol se movendo suavemente e aquela boquinha pintada de rosa devorando como uma profissional era super erótico. Ela tinha um peito pra fora do vestido que meu irmão acariciava o tempo todo enquanto olhava de vez em quando pra porta do quintal. Minha linda Lou chegou por trás e me punhetava enquanto a gente via o show juntos. A língua dela subia e descia pelo meu pescoço enquanto a mão se movia num ritmo delicioso.

- Tá te deixando com tesão minha amiga, né? - ela falava no meu ouvido
- Sim, meu amor, vocês duas são umas putas do caralho - eu respondia com a voz quase sumindo
- Mas eu sou a neném do papai - ela disse virando e me beijando de boca aberta. Aqueles beijos que aquecem até geleira. Aquela língua me perde. Comecei a apalpar ela toda, especialmente aquela bunda linda que era tão apertada que me deixava louco de tesão. Com a ajuda dela, abri a calça justa e desci até a cintura. Deitei ela na escrivaninha e meti as mãos por baixo da blusa. Aqueles peitos estavam mais gostosos do que nunca. Como ela tava sem nada por baixo, aqueles bicos eram tão acessíveis que eu não conseguia parar de tocar. Ela mesma encaixou meu pau na buceta divina dela e eu penetrei com força.
- Isso, papai! Assim! Sim! Siim! - ela gritava pra me incentivar e eu ficava louco com aquele corpo incrível e a voz de menina safada. Aqueles quadris monumentais acompanhavam o movimento com maestria. Eu não conseguia soltar aqueles peitões enormes. Agora que eu tinha sentido a maravilha de gozar naquela buceta doce, queria repetir toda vez que pudesse.
- Quer gozar, meu amor? - falei no ouvido dela enquanto aumentava a velocidade
- Sim, pai, enche minha buceta de leite - ela respondeu e, aproveitando a proximidade, me deu outro beijo
Sem parar de beijar, continuei aumentando a força até sentir o inevitável e a explosão de prazer dentro da minha mina aconteceu. Os gemidos dos dois ao encher ela de porra foram sublimes e a gente ficou parado prolongando aquele prazer por uns segundos.

Como sempre, meu mundo se reduziu naquele momento ao corpo infernal da minha mina. do jeito que aquela putinha me dava tesão, superando os próprios limites a cada vez. Mas essa sensação só durou uns segundos. Os gemidos dos outros dois no quintal me lembraram do que tava rolando e a gente se olhou e foi quase correndo pra janela polarizada de novo. A vista era do caralho. A puta da Bárbara tava ajoelhada no meu irmão com as pernas abertas e os peitos totalmente nus. Javier deitado na grama via aquela boneca com mais de 20 anos a menos que ele se mexendo que nem uma ninfomaníaca. Tava toda descabelada e com os peitos vermelhos de tanto serem apalpados e chupados, com certeza. Eu sabia o tesão que era entrar naquela mulher e sentir os movimentos daquele corpanzil.

- É bom ver junto, né? - a Lou me falou com uma cara de puta
- Tudo que faço com você é bom, meu amor - falei acariciando o rosto dela

Me perdi olhando aquela cara angelical e perversa ao mesmo tempo até os gritos do Javier me distraírem de novo

- Vem, puta, engole tudo! - ele ordenou pra loira que sem hesitar se ajoelhou e engoliu a pica toda do meu irmão, ajudada pelas duas mãos na nuca. Os gemidos não demoraram e sem soltar a cabeça da Barbie, ele soltou várias vezes toda a porra que tinha dentro. Obediente como sempre, a novinha engoliu tudo e se lambuzou. Naquela hora percebi que iam entrar e apressei a Lourdes pra se arrumar e voltarmos pra sala.

Quando voltamos, tinha uma adrenalina contida, de todo mundo, que era difícil de controlar, mas ninguém saía do papel de disfarçar tudo que tinha rolado. Os olhares cruzados e os gestos cúmplices entre as garotas, que com certeza tinham planejado tudo pra gente encher elas de porra, tavam fervendo minha cabeça. Aquelas vadias iam cada vez mais longe. Se esse clima continuasse, acho que não ia me segurar mais e ia foder todas elas sem me importar com a presença do meu irmão. As garotas continuavam conversando e eu só escutava as vozes e via os lábios delas que tanto prazer costumam dar. mas não prestava atenção em nada do que diziam. Lou percebia que ele estava perdido e de vez em quando me olhava e sorria. No meio daquele flerte das gatas, chegaram Diego e Enzo, como sempre, falando alto demais desde a porta. A presença deles meio que cortou aquele clima de tensão sexual que ainda rolava. As minas começaram a zoar com eles assim que chegaram, e a loira, depois de ter passado por todos os homens da casa, já era super bem recebida por todo mundo.

Barbie insistiu com Diego pra ele sair com elas pra dançar, mas como meu filho vinha de vários dias de discussão com a Lourdes, ele resistiu pra caralho e não deu pra convencer ele a não ser.

- Por que não chama o Javi? - foi a resposta que ele deu pra jogar a bola pra outro.
- Ah, que ideia boa! Você vem com a gente? - pediu ela, fazendo cara de neném pedindo por favor, minha linda Lou. Ninguém em sã consciência conseguia resistir àquela gostosa.

O que eu não esperava, enquanto contemplava aquela cena de menina mimada e cheia de manha, era que eu mesmo ia acabar caindo na mesma armadilha na hora.

- Por que vocês dois não vêm? - sugeriu ela, se virando e me encarando com aqueles olhões lindos.
- Cê acha? O que eu vou fazer numa balada? Faz anos que não piso numa, tô enferrujado - falei, com toda razão. Dá pra contar nos dedos quantas vezes saí pra dançar em décadas de casamento. As duas começaram a fazer manha, insistindo igual criança.

Acho que os comentários do Diego nos dias anteriores sobre o comportamento da Lourdes quando saía me deixaram curioso pra caralho. Queria ver minha filha no território dela, na caça.

Resolvi aceitar o convite.

Como sempre acontecia quando eu me metia em enrascada por causa da minha filha, não parei de pensar nisso o dia inteiro. À noite, me preparei. Engraxei meus sapatos, vesti uma camisa bonita e, enquanto penteava o cabelo, vejo a luxúria em pessoa entrar no banheiro pra dividir o espelho. Lourdes tava pegando fogo. Realmente. Uma saia rosa bem chamativa, super curta e bem apertada. Aquelas pernas brancas como neve com uns saltos que as deixavam muito mais sensuais. Tudo isso era pouco perto do decote imponente da blusa dela. Ela parou do meu lado e começou a passar batom vermelho. Aquela imagem ficou martelando na minha cabeça pelo resto dos preparativos. Javier já estava pronto há um tempão com uma camiseta de dude que não combinava com a cabeça careca dele e os fios brancos da barba de alguns dias. Saímos de carro rumo à casa da Barbie. Quando chegamos, ela saiu com umas botas bem de puta e um short branco e uma camisetinha preta que parecia pintada na pele de tão justa. As duas gostosas arrasavam. Mal chegamos, as duas cumprimentaram os seguranças que as conheciam pelo nome. Ao entrar, o cenário foi parecido, pedimos uns drinks e enquanto eu me mexia o mínimo pra não passar vergonha do lado daquelas gatas que dançavam como possessas, via gente passando e cumprimentando a Lou e a Barbie toda hora. Elas eram tipo famosas, e eu imaginava por quê. Dançavam de um jeito muito provocante, mexiam os quadris suavemente mas com muita sensualidade e, por momentos, com uma intensidade que era impossível não olhar aqueles corpos se sacudindo no ritmo latino da música. Era quase a mesma coisa que vê-las transando. Só que aqui tinha centenas de caras excitados curtindo o espetáculo dos corpinho delas. Como de vez em quando algum valente passava pra tentar tirá-las pra dançar e saía humilhado pelos gestos de desprezo das duas, decidimos dançar em casal. A Barbie cruzou os braços no pescoço do careca e minha filha dançava pra mim. Ela me guiava e eu olhava as pernas dela pra tentar acompanhar. — Olha, parece que ficamos sozinhos — a Lou sussurra no meu ouvido. Me viro e o Javier estava encostado numa coluna próxima beijando a Bárbara como se fosse comer ela ali mesmo. Passava a mão na bunda toda dela e a puta se deixava na frente de todo mundo. Com tão pouco as duas conseguiam me excitar. — Vamos deixar eles. Um pouco sozinhos - minha filha me sugeriu. Ela colocou minhas mãos na cintura dela e se enfiou no meio da galera. Saímos da pista e chegamos a uma porta que eu pensei que fosse a saída dos fundos. Pra minha surpresa, quando abriu, tinha um corredor comprido e no fundo mais dois seguranças. Eu não tava entendendo nada. Instintivamente, eu parei, mas a Lou me pegou pela mão e acelerou o passo.

- Oi, rapazes, o Fran tá aí? - perguntou toda natural. Os dois caras balançaram a cabeça que sim, e o mais moreno abriu a porta pra ela.
- O senhor? - perguntou o mais gordo, que tinha uma barba bem fechada.
- Vem comigo, sem problema - respondeu minha filha entre risadas. Eu não tava sacando nada. Tava num cenário totalmente desconhecido e numa situação super confusa.

Quando atravessamos a porta, entramos numa sala não muito grande, com uns sofás em forma de U, um balcão no fundo e umas garçonetes com toda cara de putas. A gente se aproximou de um dos sofás onde tinha um cara magro com uma cara de mafioso que assustava. Ele tava conversando com uma dessas minas. Assim que nos viu, fez sinal pra ela se afastar, mandou a outra gatinha embora e mudou a cara.

- Mas olha só quem chegou! A alegria dos meus olhos! - disse ao ver a Lou se aproximar.
- Oi, Fran! - ela falou de longe e depois me apresentou - Ele é o dono desse lugar, pai - na sequência, o cara estendeu a mão pra me cumprimentar. Enquanto fazia isso, comentou:
- Veio cuidar da sua princesa? Aqui pode ficar tranquilo que ela tá segura. É amiga da casa - me disse enquanto ajeitava o cabelo da Lou atrás da orelha, e ela retribuiu com um sorriso.

Era óbvio como a Lourdes tinha conseguido aquele tratamento especial. Não queria pensar nisso, mas era inevitável. O cara não se segurava de olhar pra ela, mesmo comigo ali.
- Lugar bom, hein, parabéns - comentei só pra falar alguma coisa e pelo menos ele notar que eu ainda tava ali.
- Fico feliz que tenha gostado... principalmente do serviço, né? - me disse, apontando com o olhar pra uma das garçonetes voluptuosas que vinha com umas taças pra todo mundo.
- Jasmim, O cavalheiro é novo e queremos que ele tenha uma boa impressão — ela indicou. A young lady em questão era uma gostosa. Umas tetas realmente escandalosas, muito maiores que as da Lou, e uma bunda que competia de igual pra igual com a da minha mina. Como se isso não bastasse, ela tinha algo especial. Era uma morena tipo mulata, com uns lábios bem grossos que pareciam garantia de prazer.

Ela sentou do meu lado e começou a puxar papo. Eu já sabia como era esse esquema; de canto de olho, dava pra ver a outra moça no balcão cochichando com o barman e olhando como a morena me provocava. Num certo momento, esse tal Fran fez um sinal com a mão e as luzes baixaram. Ficamos iluminados só por umas luzes violetas. O sorriso da morena ganhou mais destaque. Eu tava hipnotizado com a boca dela. Tanto que, num instante, virei o olhar e vi que a Lourdes já tava enroscada num beijo super erótico com o amigo ricaço. Jazmín percebeu minha distração e se apressou pra me beijar. Aqueles lábios eram imponentes, e a língua dela enfiada no meio da minha boca me deixou louco. A gata era extremamente rápida. Em segundos, já tava ajoelhada em cima de mim, me beijando e rebolando no meu colo no ritmo da música.

Eu tentava espiar de lado, e a Lou já tava com a saia na barriga, sendo apalpada sem vergonha na bunda e nas pernas. A boca de fogo da minha mina tava ocupada beijando o pescoço do Fran.

Continuei curtindo a mulata linda. Eu acariciava ela e sentia aquelas pernas firmes e carnudas, mas queria mais, então apertei com força a bunda dela, que era das melhores. A gata nunca dizia não, então eu ia esquentando cada vez mais. Mergulhei no decote dela e, na hora, ela tirou um daqueles peitos, como se me convidasse pra chupar. Não pensei nem um segundo, comecei a passar a língua. Enquanto a garçonete tirava a regatinha minúscula e mostrava aqueles peitos gigantescos, eu perdi o pouco de sanidade que restava. Agarrei ela e joguei deitada no couro do sofá. Apalpei aquelas tetas pra todo lado. lados e chupava com loucura. A gostosa segurava minha cabeça pra eu continuar nos peitos dela, mas com a outra mão procurava meu cinto e começava a desabotoar em busca da rola. Nessa altura, eu já tava com uma ereção que queria escapar. Me endireitei no banco e a morena se ajoelhou na minha frente. Procurei a Lourdes, que tinha sumido do meu lado. A poucos metros tinha outro sofá e o que vi foi foda.

Minha filha, sem a camiseta e o sutiã, tava sendo penetrada de quatro como uma puta qualquer pelo dono do lugar, enquanto se revezava pra chupar o barman e um dos seguranças. Naquele instante, a boca da Jazmín começou a me dar um boquete sem igual. Aqueles lábios grossos apertavam e a língua inquieta tocava cada ponto de prazer. Isso somado ao que eu via me deixou à beira do orgasmo. No escuro, não sabia se eles me viam. Provavelmente se sentiam muito espertos por me distrair pra comer minha filha a poucos metros. A garçonete, nessa altura, já subia e descia a cabeça o tempo todo, e eu fazia força com o corpo todo pra não gozar. Enquanto isso, sinto atrás de mim alguém acariciar meu ombro. Ao virar, encontro a outra garçonete que, sem o barman, decidiu se juntar a nós. Ela deu a volta e sentou do meu lado.

— Tá se divertindo aqui? — perguntou com certa ironia, no meu ouvido.
— O atendimento é espetacular — respondi do mesmo jeito.
— Estamos aqui pra servir — disse e passou a língua na minha bochecha.

Essa outra gostosa era tão puta quanto a amiga, mas mandava melhor no jogo de sedução. Branca como leite, olhos claros e uma cabeleira laranja como uma labareda. Só parecia com a amiga nas curvas poderosas.

Enquanto brincava com essas duas vadias, lembrei da Lourdes e, ao virar pra ver, vi que tinha dois caras atrás, provavelmente metendo no cu e na buceta dela, e agora era o amigo Fran quem recebia os favores da boca dela em pleno êxtase. Mal consegui olhar uns segundos porque a ruiva buscou minha boca na hora com a língua dela que passeava pelo meu rosto e me esquentou pra caralho com o beijo dela. Enquanto a ruiva descia pra se juntar à amiga, vi um casal passar pra se acomodar em outro sofá sem nenhum espanto com tudo que tava rolando. Percebi que todo mundo tava ali pelo mesmo motivo. Naquele momento, as bocas das duas vadias se juntaram no meu pau e eu fiquei louco de prazer. Os lábios e as línguas delas, uma de cada lado do meu pau, faziam maravilhas. Com os dois casais novos que começaram a transar assim que chegaram, não dava mais pra ver a Lourdes e pensar no que ela tava fazendo me queimava a cabeça. Os quatro que eu tinha perto eram todos loiros e as gostosas eram mais velhas, mas com uns corpos do caralho. Nunca tinha visto tanta gente transando no mesmo lugar. Parecia que eram do estilo swingers, porque enquanto eu beijava a Jazmin de novo, uma das loiras chegou perto e falou algo no ouvido dela. Ela respondeu que sim com a cabeça e me disse:

— Vamos nos divertir muito essa noite — e continuou me beijando enquanto a ruiva seguia com o boquete que me deixava louco.

Não passou nem uns segundos e os gringos apareceram todos juntos. A pouca roupa que ainda tava em nós voou pelo ar. Isso já era uma orgia. A loira que tinha vindo antes subiu em cima de mim e, sem dizer nada, enfiou meu pau dentro dela. Não podia ser verdade. Eu olhava pra todo lado e via gente pelada se beijando e transando. Sentia os gemidos da Jazmin do meu lado, que tava sendo comida com tudo por um dos caras, enquanto a ruiva tava sendo comida em cima da mesa pelo outro e, ao mesmo tempo, chupava a buceta da loira que sobrou. Eu já tava metendo com tudo nessa completa estranha. Pra dar mais tesão na parada, peguei a Jazmin pelo cabelo e fiz ela beijar a loira. Nenhuma das duas hesitou. O cara que tava comendo ela também curtiu o show lésbico. As gostosas iam trocando de pau como se trocassem de roupa. Logo eu tinha a Ruiva de quatro e eu metia nela com o mesmo tesão. Passava a mão em alguma bunda e em algum peito de passagem enquanto as outras minas se ajeitavam. Foi sem dúvida a coisa mais excitante que já tinha acontecido na minha vida, o tempo todo algum peito à mão pra chupar. Fomos comendo as quatro, mas como era de se esperar, o físico já não aguentava mais. Enquanto eu penetrava o cu de uma das loiras, não aguentei mais e tirei. Os jatos de porra começaram a voar entre as minas, e as duas desconhecidas trataram de tirar até a última gota com a boca delas. Fiquei exausto vendo aquelas línguas percorrerem meu pau enquanto os amigos delas comiam as garçonetes.

De repente me levantei e a Lourdes não estava em lugar nenhum. O pai em mim ativou de novo e comecei a me preocupar. Enquanto me vestia pra sair procurar ela, as quatro gostosas agachadas recebiam as gozadas abundantes e potentes dos dois gringos. Com aquela última imagem, fechei o cinto e fui atrás da minha filha. Na porta estavam os dois seguranças grandões, até o que tinha comido a Lou. Perguntei por ela.
— Tava entretido, mestre. Saiu faz 15 minutos, de volta pra pista — respondeu o gordo.
— Ah, ok — respondi seco. Tava meio envergonhado pelo meu comportamento. Aquele não era eu. Comendo gente que não conheço, no meio de uma orgia num lugar desses. Não conseguia acreditar.
O engraçado é que pra todo mundo aquilo era normal. Comecei a entender o que o Diego quis dizer quando falou das "coisas que você faz quando sai" em referência à Lou. Provavelmente todo mundo que nos viu entrar lá já sabia o que a gente ia fazer.

Dei uma volta procurando minha filha e nisso vejo a Barbie e o Javier. Nós três procuramos minha filha até que a encontramos saindo de um banheiro. Ela tinha se maquiado como se tivesse acabado de chegar e era muito óbvio. Eu não aguentava mais. Tava morto entre o sexo e o nervosismo. Bárbara e Javier insistiram em ficar mais um tempo e assim foi. A viagem de poucas quadras da balada pra casa com minha filha pareceu uma eternidade. Eterno. No carro reinava um silêncio tão desconfortável que parecia uma parede entre nós dois. Não sabia se ela estava brava, ou talvez envergonhada, ou o que diabos estava acontecendo com ela. Quando eu olhava pra ela, ela desviava o olhar de forma violenta. A imagem que eu passei lá dentro com certeza não era o que ela esperava de mim. Me senti meio mal. A última coisa que eu queria era que a noite terminasse desse jeito. Não encontrava palavras e não falei nada o caminho inteiro. Quando chegamos em casa, ela desceu rápido e bateu a porta. Tava muito confuso e me sentia terrivelmente culpado.

"Isso é por se achar o garanhão", "Que necessidade de sair com sua filha" ou "Você não é pra isso, Alejo"
eram os pensamentos que não saíam da minha cabeça. Cheguei e a Lourdes já tinha ido pro quarto dela. Com o humor que ela tava, não quis me meter na boca do lobo e fui pro meu. Tava quase pegando no sono quando ouvi a porta e risadas. Vi o Javier, completamente bêbado, passar pro quarto improvisado que ele tinha quando meus filhos não estavam, acompanhado da Bárbara. Mal fecharam a porta, comecei a ouvir o barulho inconfundível da cama, seguido pelos gemidos suaves da loira infernal. Aquela gostosa era quente demais pra ficar na vontade. Tinha passado a noite inteira esperando por uma pica e tava recebendo de boa. Tinha quase certeza de que a Lou também tava ouvindo, e só por isso não me juntei ao festim que era transar com aquele caminhão. Com aqueles gemidos, eu fechava os olhos e lembrava da orgia no privê da balada. As duas loiras festeiras, a morena gostosa e a ruiva fogosa. Tudo voltava pra minha mente e a culpa sumia como se derretesse pelo meu tesão. Apesar do cansaço, meu pau subiu de novo. Tava prestes a me masturbar quando os gemidos pararam.

Fiquei meio decepcionado, mas não podia reclamar. Já tinha comido como um animal. Fiquei de barriga pra cima até a ereção dar uma trégua e fechei os olhos pra dormir. Nisso, sinto alguém puxando os lençóis. "Parece que alguém vem fazer as pazes" pensei, e a vontade me tomou. Abri os olhos e, para minha surpresa, era a puta da Barbie pelada.
— Shh, todo mundo tá dormindo — ela falou quase em segredo e começou um boquete espetacular, como de costume. Sentia falta daqueles lábios e daquela língua. A filha do meu amigo é uma mestra no oral. Além disso, aqueles olhos claros cravados nos meus enquanto devora minha rola me deixavam louco.
Enquanto me rendia aos prazeres dessa mulherão, passou pela minha cabeça por uns segundos a mesma coisa de sempre. Não sabia o que ia acontecer no dia seguinte, como acontecia toda noite desde que minha filha Lourdes pisou nessa casa.

P.S.: Se vocês conseguem resistir a isso, meus parabéns. Eu não consigo com a Barbie.Minha filha Lourdes. Décima Quarta Parte

41 comentários - Minha filha Lourdes. Décima Quarta Parte

Podes resubir las fotos de los posts anteriores que no se ven?
Ahora si. Creo que ya está solucionado ese tema
Caso contrario hacemelo saber
@alacranesnlaboca se volvieron a caer todas... por favor subilas, q estan terribles! y muy buen relatos!
no puedo esperar a que daniela se meta en todo el quilombo! muy buen relato, seguí así!
Muchas gracias!
Como siempre, ESPECTACULAR !!!

aunque me pone un poco triste, y lo dejo ahí xq tengo palabra.
Muchas gracias! Espero que el próximo termine más alegre
@alacranesnlaboca mi tristeza no tiene que ver con el final ni algo particular, sino con un protagonista, pero di mi palabra de no decir nada, y voy a cumplir.
@AlejandroMillo14 Ah ya veo. No te voy a poner en compromiso si es así
KARY3
hacete un post con todas las fotos de las nenas,ya me sacaste como 100 pajas,graciasssss
Muchas gracias!
De los mejores sin duda, tanto esperar a que vuelvas con tu hija, espero que el proximo.sea pronto kpo
Muchas gracias!
X fin volviste!!!! Sos un groso la verdad!!!! Te dejo merecidos puntos!!! Infernales las nenas!!!!
Muchas gracias!
espectacular relato, pero extraño ver fotos dela nena, me dejan loco las historias, quisiera conocerla en persona
Muchas gracias!
@alacranesnlaboca a vos por los relatos, me ponen loco
Gracias por los relatos. ¿Para cuando el próximo?
Muchas gracias! Pronto, estoy en eso
Estas cosas te pasaron últimamente o años atrás?
dmn94rp +2
Nos tenes abandonado, estoy esperando ancioso el 15 desde hace un monton!
simplemente sos un geniooo, cuando tenga una hija quiero que sea asi de puta, sos mi idolo.

PD: no puedo ver las fotos que dejas siempre a lo ultimo.
como siempre impresionante relato.. ojala tenga una suerte como la tuya algun dia
¿que habrá sido de la vida del autor del post? nos dejó con la intriga de saber que pasó después, pero nunca volvió a entrar 😞
Pense que nos habrias dejado para siempre 😢 pero haz vuelto!!
@LoquendoMAX691 de hecho ya hay otro más
GRANDE FLACOOOOO, GRACIAS POR TUS RELATOS, LOS TAMBOS QUE HABRÉ LLENADO CON ÉLLOS!!!