Tudo começou quando comecei a trabalhar numa metalúrgica, onde a gente fazia todo tipo de serviço relacionado à construção de galpões, esquadrias metálicas, etc.
Eu tava sem trampo há um tempão, dois filhos, uma esposa, aluguel, depressão, caminhada noturna pensando na vida, enfim, peguei a oportunidade e, coisas da vida, uma semana depois de entrar na empresa, me passaram a responsabilidade de começar o galpão de uma concessionária, montar tudo do zero.
Enfim, depois que a estrutura de ferro ficou pronta, fui montar na cidade de Villaguay....
Imagina, trampo bem pesado, dia longo, no meio do inverno, 7 caras convivendo... uma merda!
A única diversão, por assim dizer, era ir fazer as compras pra cozinhar. Cidade pequena, poucas opções pra passar o tempo, então nossa diversão era ir no mercado.
Um dia indo no Dia, outro no Yaguane, e nesse último encontrei minha "válvula de escape".
Ir todo dia faz com que te reconheçam, pelo menos de vista, ainda mais com o ditado "cidade pequena...", enfim, a gente puxou papo com a padeira do mercado, uma ruiva com cara de ser bem putinha, carinhosa, nos tratava de "meu bem", enfim, uma bagaceira, mas quando a fome aperta, não tem pão duro, a gente já tava dando em cima. Mas quem me chamou a atenção foi uma caixa, a Paula.
Uma magrinha bem torneada, feinha de rosto, mas a melhor bunda que já vi, peito pequeno, mas a bunda compensava. A gente sempre batia papo no caixa, coisas do dia a dia, nada demais, até porque nunca fui de me mostrar desesperado, sem noção, porque sou convicto de que se a gostosa gosta de você, não precisa de muito, é só ela fazer a parte dela.
Então, através da padeira, consegui o telefone da Paula, depois de jurar que consegui por artes mágicas. Assim começou a troca de mensagens besta de sempre, que eu era separado, sozinho, com dois filhos mas sem compromisso, até que perguntei pra gostosa o que ela queria: só se divertir!!!
Combinamos de eu passar buscá-la na saída do mercado, 10 e meia da Noite, depois da conferência do caixa, a gatinha saiu. Caminhamos até a casa dela, batendo papo, se conhecendo, ela me conta dos gêmeos de 4 anos que tinha, do pai que sumiu, etc.
Aquela noite foi só um transe, e caminhar até a casa onde ela morava com a pica dura igual aço e pronta pra ação.
No dia seguinte, mensagem vai e vem:
- Vem me buscar?
- Claro, lógico, falei, às dez e meia tô aí.
De novo caminhando e conversando, mas dessa vez ela fala:
- Vai comer alguma coisa?
- Bora, do jeito que você quiser.
Entramos, ela me apresenta a mãe, uma mulher nova, corpão, tão feita quanto a filha, mas no fim, comível.
Jantamos, os moleques brincavam insuportáveis, mas sempre me dei bem com criança, então já conquistei eles.
Paula me observa com cuidado.
Depois de uns mates depois da janta, quase meia-noite, ela fala:
- Vamos dormir?
Juro que fiquei chocado... não pelo convite, mas pela liberalidade sem frescura, a mãe se despediu e até amanhã e entrou no quarto dela. Paula me chamou pro quarto dela, amplo, cama de casal (não posso chamar de matrimonial), e do lado, as camas de solteiro dos gêmeos, sobrava um espaço gigante. Ela fala:
- Deita na da ponta, a mais longe da de casal, assim os meninos dormem.
Tive que fazer um esforço sobre-humano pra não dormir, tava moído, acordando às 6 todo dia, sem soneca, é mortal! Até que ela me chama, baixinho:
- Vem!
Nisso o telefone toca, atendo com voz rouca:
- Oi amor, como cê tá? Já tava dormindo?
- Bem vida, sim, já tava, você como tá?
- Bem amor, aqui te sentindo falta, te quero na minha cama!
- Segura até sexta mãe, chego e fico em dia! hahaha
- Tá bem meu amor, vou deixar você dormir, me liga amanhã.
- Beijos, te amo...
Juro que não acreditava, passei a mão nela toda, bem limpinha e depilada (juro que até agora nisso tenho sorte), foi incrível abrir aquela buceta com a língua, apesar dos gêmeos, ela continuava fechadinha normal! Minha pica explodia contra ela. colchão, mas não conseguia parar de lamber, até que acabou com uns gemidinhos contidos. Aí fui subindo, comendo o peito dela, as tetas, devagar fui subindo, beijando suavemente a pele, percorri toda a barriga dela com minha língua molhada e ela gemia, pedia mais, por favor... Cheguei nos peitos dela, lambi, mordi de leve, ela se contorcia de prazer. Peguei as mãos dela e juntei com as minhas, deixando ela toda aberta, era incrível aquela visão, nunca vi um corpo tão excitado!
Continuei lambendo as tetas dela, bem durinhas, mamilos marrons mas bem eretos. Nos beijamos, ela soltou uma mão e pegou na minha rola e ficou esfregando na pussy dela, que já tava toda molhada. Passava de cima pra baixo até chegar no monte de vênus e eu sentia umas descargas elétricas de prazer. Ela brincava, aos poucos abria os lábios e punhetava, e voltava a esfregar. Eu deixava, aproveitando ao máximo aquele momento, até que ela não aguentou mais...
Ficamos de mete e tira uns 15 minutos, eu suava pra caralho, tava exausto mas tinha que render! Tava banhado de suor até que ela fala: "vem". Levantou da cama, se apoiou na parede como se tivesse sendo revistada pela polícia, e eu entrei de pé na pussy dela! Eu delirava, voava, não queria gozar, a mina não parava, mesmo de costas, entrava até o saco!
Até que não aguentei mais e gozei enchendo a pussy dela!
Foi uma foda como poucas que já curti, e não dava pra ir embora na hora, então coloquei o celular pra despertar às 5 e meia e rezei pra todos os santos não dormir... Suspeito que meu subconsciente funciona bem, porque se tem uma coisa que não escuto é o despertador!
Caminhei até a casa, cheguei bem na hora, 6 horas, acordei os colegas, não entendiam nada!!!!
E o clássico:
— Como foi?
E eu, como todo cavalheiro, não lembrava de nada...
E assim começou uma rotina diária: trabalho, compras, cozinhar e às 10 e 15, sair pra buscar a Paula!
Fodíamos como namorados de primeira viagem, em todas as posições, e sempre no pelo!
Rotina incansável, de Ejaculações eternas, fode e fode, às vezes eu montava nela, às vezes de papai e mamãe, mas ela nunca quis me dar a bunda!
Continua...
Eu tava sem trampo há um tempão, dois filhos, uma esposa, aluguel, depressão, caminhada noturna pensando na vida, enfim, peguei a oportunidade e, coisas da vida, uma semana depois de entrar na empresa, me passaram a responsabilidade de começar o galpão de uma concessionária, montar tudo do zero.
Enfim, depois que a estrutura de ferro ficou pronta, fui montar na cidade de Villaguay....
Imagina, trampo bem pesado, dia longo, no meio do inverno, 7 caras convivendo... uma merda!
A única diversão, por assim dizer, era ir fazer as compras pra cozinhar. Cidade pequena, poucas opções pra passar o tempo, então nossa diversão era ir no mercado.
Um dia indo no Dia, outro no Yaguane, e nesse último encontrei minha "válvula de escape".
Ir todo dia faz com que te reconheçam, pelo menos de vista, ainda mais com o ditado "cidade pequena...", enfim, a gente puxou papo com a padeira do mercado, uma ruiva com cara de ser bem putinha, carinhosa, nos tratava de "meu bem", enfim, uma bagaceira, mas quando a fome aperta, não tem pão duro, a gente já tava dando em cima. Mas quem me chamou a atenção foi uma caixa, a Paula.
Uma magrinha bem torneada, feinha de rosto, mas a melhor bunda que já vi, peito pequeno, mas a bunda compensava. A gente sempre batia papo no caixa, coisas do dia a dia, nada demais, até porque nunca fui de me mostrar desesperado, sem noção, porque sou convicto de que se a gostosa gosta de você, não precisa de muito, é só ela fazer a parte dela.
Então, através da padeira, consegui o telefone da Paula, depois de jurar que consegui por artes mágicas. Assim começou a troca de mensagens besta de sempre, que eu era separado, sozinho, com dois filhos mas sem compromisso, até que perguntei pra gostosa o que ela queria: só se divertir!!!
Combinamos de eu passar buscá-la na saída do mercado, 10 e meia da Noite, depois da conferência do caixa, a gatinha saiu. Caminhamos até a casa dela, batendo papo, se conhecendo, ela me conta dos gêmeos de 4 anos que tinha, do pai que sumiu, etc.
Aquela noite foi só um transe, e caminhar até a casa onde ela morava com a pica dura igual aço e pronta pra ação.
No dia seguinte, mensagem vai e vem:
- Vem me buscar?
- Claro, lógico, falei, às dez e meia tô aí.
De novo caminhando e conversando, mas dessa vez ela fala:
- Vai comer alguma coisa?
- Bora, do jeito que você quiser.
Entramos, ela me apresenta a mãe, uma mulher nova, corpão, tão feita quanto a filha, mas no fim, comível.
Jantamos, os moleques brincavam insuportáveis, mas sempre me dei bem com criança, então já conquistei eles.
Paula me observa com cuidado.
Depois de uns mates depois da janta, quase meia-noite, ela fala:
- Vamos dormir?
Juro que fiquei chocado... não pelo convite, mas pela liberalidade sem frescura, a mãe se despediu e até amanhã e entrou no quarto dela. Paula me chamou pro quarto dela, amplo, cama de casal (não posso chamar de matrimonial), e do lado, as camas de solteiro dos gêmeos, sobrava um espaço gigante. Ela fala:
- Deita na da ponta, a mais longe da de casal, assim os meninos dormem.
Tive que fazer um esforço sobre-humano pra não dormir, tava moído, acordando às 6 todo dia, sem soneca, é mortal! Até que ela me chama, baixinho:
- Vem!
Nisso o telefone toca, atendo com voz rouca:
- Oi amor, como cê tá? Já tava dormindo?
- Bem vida, sim, já tava, você como tá?
- Bem amor, aqui te sentindo falta, te quero na minha cama!
- Segura até sexta mãe, chego e fico em dia! hahaha
- Tá bem meu amor, vou deixar você dormir, me liga amanhã.
- Beijos, te amo...
Juro que não acreditava, passei a mão nela toda, bem limpinha e depilada (juro que até agora nisso tenho sorte), foi incrível abrir aquela buceta com a língua, apesar dos gêmeos, ela continuava fechadinha normal! Minha pica explodia contra ela. colchão, mas não conseguia parar de lamber, até que acabou com uns gemidinhos contidos. Aí fui subindo, comendo o peito dela, as tetas, devagar fui subindo, beijando suavemente a pele, percorri toda a barriga dela com minha língua molhada e ela gemia, pedia mais, por favor... Cheguei nos peitos dela, lambi, mordi de leve, ela se contorcia de prazer. Peguei as mãos dela e juntei com as minhas, deixando ela toda aberta, era incrível aquela visão, nunca vi um corpo tão excitado!
Continuei lambendo as tetas dela, bem durinhas, mamilos marrons mas bem eretos. Nos beijamos, ela soltou uma mão e pegou na minha rola e ficou esfregando na pussy dela, que já tava toda molhada. Passava de cima pra baixo até chegar no monte de vênus e eu sentia umas descargas elétricas de prazer. Ela brincava, aos poucos abria os lábios e punhetava, e voltava a esfregar. Eu deixava, aproveitando ao máximo aquele momento, até que ela não aguentou mais...
Ficamos de mete e tira uns 15 minutos, eu suava pra caralho, tava exausto mas tinha que render! Tava banhado de suor até que ela fala: "vem". Levantou da cama, se apoiou na parede como se tivesse sendo revistada pela polícia, e eu entrei de pé na pussy dela! Eu delirava, voava, não queria gozar, a mina não parava, mesmo de costas, entrava até o saco!
Até que não aguentei mais e gozei enchendo a pussy dela!
Foi uma foda como poucas que já curti, e não dava pra ir embora na hora, então coloquei o celular pra despertar às 5 e meia e rezei pra todos os santos não dormir... Suspeito que meu subconsciente funciona bem, porque se tem uma coisa que não escuto é o despertador!
Caminhei até a casa, cheguei bem na hora, 6 horas, acordei os colegas, não entendiam nada!!!!
E o clássico:
— Como foi?
E eu, como todo cavalheiro, não lembrava de nada...
E assim começou uma rotina diária: trabalho, compras, cozinhar e às 10 e 15, sair pra buscar a Paula!
Fodíamos como namorados de primeira viagem, em todas as posições, e sempre no pelo!
Rotina incansável, de Ejaculações eternas, fode e fode, às vezes eu montava nela, às vezes de papai e mamãe, mas ela nunca quis me dar a bunda!
Continua...
8 comentários - Villaguay, cidade de encontros gostosos