Fantasias, prazeres e infidelidade.
INTRODUÇÃO
Alan (25) e Paola (24) tinham acabado de completar um ano de casados há um tempo. Viviam muito felizes num apartamento que alugavam há dois anos, num bairro bonito da região metropolitana de Buenos Aires. Ele dava aulas de ginástica em várias escolas da área, enquanto ela trabalhava num banco. Há alguns meses, ela tinha sido promovida para uma agência um pouco mais perto de casa, com um salário melhor, então a parte financeira não era problema na vida deles. Eram realmente felizes e pareciam um casal ideal, embora cada um guardasse seus segredos.
Paola era uma garota muito tranquila, muito doce, boa, educada, também submissa, raramente gostava de confrontos, era a garota ideal. O rosto era muito bonito, cabelo na altura dos ombros, traços de menina, um pouco magra, media 1,60, com peitos proporcionais ao corpo e uma bunda muito gostosa. Alan frequentava a academia há muitos anos, era forte, 1,80, corpo muito bom, bonitão, de temperamento calmo, alegre, inteligente. Eram o casal ideal, aparentemente.
A vida sexual deles era muito ativa, transavam quase toda noite, adoravam experimentar posições e ir adicionando temperos à relação sempre que precisavam. Alan era muito punheteiro, aproveitava cada momento de solidão para bater uma escondido da namorada, já que ela não via motivo para ele fazer isso.
CAPÍTULO I
O despertador tinha tocado, Alan não estava na cama. Para surpresa de Paola, ele trouxe o café da manhã para ela — era seu aniversário de 24 anos. Deram um baita beijo, uns carinhos, e ela aproveitou o café da manhã enquanto ele se trocava para ir dar aulas. Na noite anterior, Pao tinha deixado a roupa dela preparada no closet. Algo chamou a atenção dele: a calcinha que ela usaria para trabalhar. Era uma fio-dental minúscula, nova, ou pelo menos para ele.
Alan: Amor, e isso? (apontando para a fio-dental)
Paola: Você não devia ter visto, queria te dar a surpresa quando voltasse do trabalho, deixa aí…
Alan: Ok, que Linda, mas olha hein! Que não marque com a saia senão vou no banco e mato todo mundo!!
Alan era extremamente ciumento, e achava que os colegas do banco, que ele não conhecia, poderiam dar em cima dela, mesmo ela negando. Pao não era uma garota mentirosa, nem de esconder coisas, mas ele acreditava que, pra não criar problema, ela omitiria alguns detalhes da relação com certos colegas.
Foi assim que Alan foi pro trabalho, e umas horas depois, Pao fez o mesmo. Naquele dia, Alan terminava ao meio-dia, então por volta das 2 da tarde já tava em casa. Passou a manhã inteira pensando na namorada, e em como ficaria a calcinha fio-dental preta nela, além de estar rodeado de colegiais a manhã toda, o que o estimulou ainda mais. Aos poucos foi esquentando e começou a acariciar o pacote, mas pra sua própria surpresa, a cabeça começou a viajar no que os colegas de trabalho da Pao pensariam ao vê-la, o que diriam e até fariam. Sem perceber, já tava na cama pelado, batendo uma com muito tesão, imaginando como os outros olhariam a raba da Pao. Depois de um tempo, não aguentou mais, e gozou tudo, o leite espirrou quase até o peito, tinha curtido muito aquela punheta, e era a primeira vez que imaginava algo assim.
Algo nele tinha surgido pela primeira vez, e era a fantasia de ver ou imaginar a namorada com outros caras. Tentou tirar a ideia da cabeça, mas não conseguiu, foi mais forte que ele. Depois de ir ao banheiro e limpar a barriga e o peito, passou pela escrivaninha onde tava o computador da Pao. Quase sem pensar, ligou ele. Nunca tinha fuçado nada dela, mas o tesão de encontrar, talvez, alguma coisa era muito forte, e aos poucos foi esquentando de novo.
Ficou um tempão fuçando, parecia não ter nada, tudo ficaria só na fantasia, até que bem no fundo de umas pastas, quase sem sentido, encontrou umas fotos da Pao, posando de lingerie, bem gostosa. Nunca tinha visto aquelas fotos. Enquanto com uma mão mexia o mouse pra passar uma por uma, com a outra se masturbava devagar. O tesão era extremo, o corpo tremia, as batidas do coração estavam a mil. Tava super nervoso, mas não conseguia parar de bater punheta. O que seriam aquelas fotos da Pao? Pra quem ela teria tirado? Acabou gozando tudo de novo. Mas agora a parada era diferente, já com o tesão baixando, ele tinha que descobrir se era possível que ela tivesse mandado essas fotos pra outra pessoa.
Finalmente chegou o horário que a Pao devia voltar, mas só foi duas horas depois que ela chegou em casa. Já tava quase de noite, ela não tinha respondido nenhuma mensagem que o Alan mandou, se desculpou dizendo que o celular não tava funcionando direito e que teve que ficar no banco porque tinha um monte de trabalho. Ele acreditou pela metade, ela tava linda, com a saia, os sapatos, a camiseta branca, mas parecia meio cansada. O Alan logo se aproximou devagar pra beijar ela, mas ela se esquivou, falando que tava com dor de cabeça, que tinha trabalhado muito e queria tomar um banho e cair na cama. Não era o aniversário ideal, mas o Alan aceitou todos os pedidos da esposa.
Assim passou o aniversário da Pao, um dia atípico em muitos sentidos. O Alan não tinha conseguido dormir a noite toda, pensando nas fotos, e de certo modo fantasiava com a chegada tarde dela.
Passaram-se vários dias sem que o Alan conseguisse descobrir algo sobre as fotos. Então, pesquisando na internet, baixou uns programas que serviam pra hackear senhas do Facebook e do Hotmail, e foi assim que instalou eles no PC.
Chegou sexta-feira, ele não trabalhava, então esperou a Pao sair pro trabalho pra levantar e ver se os programas que tinha instalado tinham dado a informação que ele queria.
Conseguiu as duas senhas, tanto do Facebook quanto do Hotmail. O coração batia muito acelerado, uma mistura de nervosismo e excitação. Decidiu fuçar o Face, revisando mensagem por mensagem sem achar nada. Parecia limpa, até que entrou na parte de mensagens arquivadas e encontrou conversas com vários caras — uns tentavam chegar nela e morriam ali, outros pareciam papos intermináveis.
Uma das conversas chamou muito a atenção dele, porque o cara chamava ela de Bebê. O pau dele começou a subir, a fantasia daqueles dias tava se tornando realidade. Pra surpresa dele, não sentiu ciúme, raiva, nada — só uma excitação do caralho, e cada vez que avançava na conversa, ficava mais tesudo. Ela realmente tava traindo ele com um tal de Ricardo, bem mais velho que ela, e tinha sido ele quem recebeu as fotos que estavam no computador. Tavam conversando fazia uns meses.
Ricardo: Oi Paola, como cê tá? Dá pra conversar?
Pao: Sssim, o Alan saiu pra jogar bola com os amigos, então tô sozinha.
Ricardo: Hmm, como eu queria estar aí, pensei que nunca ia me aceitar no Face.
Pao: Eu também, mas relaxa, ele confia cegamente em mim. E no pior dos casos, falo que você é o pai de uma das meninas, hahaha, ele não conhece todas mesmo.
Ricardo: Ótimo, tava vendo suas fotos da lua de mel, que gostosa você tava naquelas praias, fiquei de pau duro vendo elas…
Pao: Quer que eu tire umas e mande pra você? Só pra você, hein!
Ricardo: Sim, bebê, manda, enquanto eu bato uma.
Pao: 😉 Sssim, adoraria estar aí com você! E chupar essa pica toda, papai! Sentir seu gozo no meu corpo me deixa louca!
O Alan não aguentou mais e gozou na hora, sujou o teclado do computador, espirrou pra todo lado. Não podia acreditar, a namorada dele era uma puta completa, e com um cara quase cinquentão. Não parecia ser ela, ele achava que satisfazia ela na cama, mas pelo visto não era bem assim… A conversa continuava…
Ricardo: Que fotos lindas, garota, como fica bem nessa calcinha fio dental. Quando a gente se vê? Passo aí te buscar quinta?
Pao: Fechou, gato, sssim, falo pra ele que vou fazer umas horas extras e a gente vai pro seu apê. beleza?
Ricardo: perfeito! Vou deixar você, vou limpar a bagunça que fiz vendo suas fotos. Se prepara que quinta-feira eu te como toda, gostosa!
Naquela tarde, Pao se atrasou de novo, tinha mandado uma mensagem dizendo que precisava fazer hora extra. Ele já sabia o que estava rolando, então resolveu esperar por ela com uma única ideia queimando na cabeça!...
(Continua)... se vocês gostarem, haha
INTRODUÇÃO
Alan (25) e Paola (24) tinham acabado de completar um ano de casados há um tempo. Viviam muito felizes num apartamento que alugavam há dois anos, num bairro bonito da região metropolitana de Buenos Aires. Ele dava aulas de ginástica em várias escolas da área, enquanto ela trabalhava num banco. Há alguns meses, ela tinha sido promovida para uma agência um pouco mais perto de casa, com um salário melhor, então a parte financeira não era problema na vida deles. Eram realmente felizes e pareciam um casal ideal, embora cada um guardasse seus segredos.
Paola era uma garota muito tranquila, muito doce, boa, educada, também submissa, raramente gostava de confrontos, era a garota ideal. O rosto era muito bonito, cabelo na altura dos ombros, traços de menina, um pouco magra, media 1,60, com peitos proporcionais ao corpo e uma bunda muito gostosa. Alan frequentava a academia há muitos anos, era forte, 1,80, corpo muito bom, bonitão, de temperamento calmo, alegre, inteligente. Eram o casal ideal, aparentemente.
A vida sexual deles era muito ativa, transavam quase toda noite, adoravam experimentar posições e ir adicionando temperos à relação sempre que precisavam. Alan era muito punheteiro, aproveitava cada momento de solidão para bater uma escondido da namorada, já que ela não via motivo para ele fazer isso.
CAPÍTULO I
O despertador tinha tocado, Alan não estava na cama. Para surpresa de Paola, ele trouxe o café da manhã para ela — era seu aniversário de 24 anos. Deram um baita beijo, uns carinhos, e ela aproveitou o café da manhã enquanto ele se trocava para ir dar aulas. Na noite anterior, Pao tinha deixado a roupa dela preparada no closet. Algo chamou a atenção dele: a calcinha que ela usaria para trabalhar. Era uma fio-dental minúscula, nova, ou pelo menos para ele.
Alan: Amor, e isso? (apontando para a fio-dental)
Paola: Você não devia ter visto, queria te dar a surpresa quando voltasse do trabalho, deixa aí…
Alan: Ok, que Linda, mas olha hein! Que não marque com a saia senão vou no banco e mato todo mundo!!
Alan era extremamente ciumento, e achava que os colegas do banco, que ele não conhecia, poderiam dar em cima dela, mesmo ela negando. Pao não era uma garota mentirosa, nem de esconder coisas, mas ele acreditava que, pra não criar problema, ela omitiria alguns detalhes da relação com certos colegas.
Foi assim que Alan foi pro trabalho, e umas horas depois, Pao fez o mesmo. Naquele dia, Alan terminava ao meio-dia, então por volta das 2 da tarde já tava em casa. Passou a manhã inteira pensando na namorada, e em como ficaria a calcinha fio-dental preta nela, além de estar rodeado de colegiais a manhã toda, o que o estimulou ainda mais. Aos poucos foi esquentando e começou a acariciar o pacote, mas pra sua própria surpresa, a cabeça começou a viajar no que os colegas de trabalho da Pao pensariam ao vê-la, o que diriam e até fariam. Sem perceber, já tava na cama pelado, batendo uma com muito tesão, imaginando como os outros olhariam a raba da Pao. Depois de um tempo, não aguentou mais, e gozou tudo, o leite espirrou quase até o peito, tinha curtido muito aquela punheta, e era a primeira vez que imaginava algo assim.
Algo nele tinha surgido pela primeira vez, e era a fantasia de ver ou imaginar a namorada com outros caras. Tentou tirar a ideia da cabeça, mas não conseguiu, foi mais forte que ele. Depois de ir ao banheiro e limpar a barriga e o peito, passou pela escrivaninha onde tava o computador da Pao. Quase sem pensar, ligou ele. Nunca tinha fuçado nada dela, mas o tesão de encontrar, talvez, alguma coisa era muito forte, e aos poucos foi esquentando de novo.
Ficou um tempão fuçando, parecia não ter nada, tudo ficaria só na fantasia, até que bem no fundo de umas pastas, quase sem sentido, encontrou umas fotos da Pao, posando de lingerie, bem gostosa. Nunca tinha visto aquelas fotos. Enquanto com uma mão mexia o mouse pra passar uma por uma, com a outra se masturbava devagar. O tesão era extremo, o corpo tremia, as batidas do coração estavam a mil. Tava super nervoso, mas não conseguia parar de bater punheta. O que seriam aquelas fotos da Pao? Pra quem ela teria tirado? Acabou gozando tudo de novo. Mas agora a parada era diferente, já com o tesão baixando, ele tinha que descobrir se era possível que ela tivesse mandado essas fotos pra outra pessoa.
Finalmente chegou o horário que a Pao devia voltar, mas só foi duas horas depois que ela chegou em casa. Já tava quase de noite, ela não tinha respondido nenhuma mensagem que o Alan mandou, se desculpou dizendo que o celular não tava funcionando direito e que teve que ficar no banco porque tinha um monte de trabalho. Ele acreditou pela metade, ela tava linda, com a saia, os sapatos, a camiseta branca, mas parecia meio cansada. O Alan logo se aproximou devagar pra beijar ela, mas ela se esquivou, falando que tava com dor de cabeça, que tinha trabalhado muito e queria tomar um banho e cair na cama. Não era o aniversário ideal, mas o Alan aceitou todos os pedidos da esposa.
Assim passou o aniversário da Pao, um dia atípico em muitos sentidos. O Alan não tinha conseguido dormir a noite toda, pensando nas fotos, e de certo modo fantasiava com a chegada tarde dela.
Passaram-se vários dias sem que o Alan conseguisse descobrir algo sobre as fotos. Então, pesquisando na internet, baixou uns programas que serviam pra hackear senhas do Facebook e do Hotmail, e foi assim que instalou eles no PC.
Chegou sexta-feira, ele não trabalhava, então esperou a Pao sair pro trabalho pra levantar e ver se os programas que tinha instalado tinham dado a informação que ele queria.
Conseguiu as duas senhas, tanto do Facebook quanto do Hotmail. O coração batia muito acelerado, uma mistura de nervosismo e excitação. Decidiu fuçar o Face, revisando mensagem por mensagem sem achar nada. Parecia limpa, até que entrou na parte de mensagens arquivadas e encontrou conversas com vários caras — uns tentavam chegar nela e morriam ali, outros pareciam papos intermináveis.
Uma das conversas chamou muito a atenção dele, porque o cara chamava ela de Bebê. O pau dele começou a subir, a fantasia daqueles dias tava se tornando realidade. Pra surpresa dele, não sentiu ciúme, raiva, nada — só uma excitação do caralho, e cada vez que avançava na conversa, ficava mais tesudo. Ela realmente tava traindo ele com um tal de Ricardo, bem mais velho que ela, e tinha sido ele quem recebeu as fotos que estavam no computador. Tavam conversando fazia uns meses.
Ricardo: Oi Paola, como cê tá? Dá pra conversar?
Pao: Sssim, o Alan saiu pra jogar bola com os amigos, então tô sozinha.
Ricardo: Hmm, como eu queria estar aí, pensei que nunca ia me aceitar no Face.
Pao: Eu também, mas relaxa, ele confia cegamente em mim. E no pior dos casos, falo que você é o pai de uma das meninas, hahaha, ele não conhece todas mesmo.
Ricardo: Ótimo, tava vendo suas fotos da lua de mel, que gostosa você tava naquelas praias, fiquei de pau duro vendo elas…
Pao: Quer que eu tire umas e mande pra você? Só pra você, hein!
Ricardo: Sim, bebê, manda, enquanto eu bato uma.
Pao: 😉 Sssim, adoraria estar aí com você! E chupar essa pica toda, papai! Sentir seu gozo no meu corpo me deixa louca!
O Alan não aguentou mais e gozou na hora, sujou o teclado do computador, espirrou pra todo lado. Não podia acreditar, a namorada dele era uma puta completa, e com um cara quase cinquentão. Não parecia ser ela, ele achava que satisfazia ela na cama, mas pelo visto não era bem assim… A conversa continuava…
Ricardo: Que fotos lindas, garota, como fica bem nessa calcinha fio dental. Quando a gente se vê? Passo aí te buscar quinta?
Pao: Fechou, gato, sssim, falo pra ele que vou fazer umas horas extras e a gente vai pro seu apê. beleza?
Ricardo: perfeito! Vou deixar você, vou limpar a bagunça que fiz vendo suas fotos. Se prepara que quinta-feira eu te como toda, gostosa!
Naquela tarde, Pao se atrasou de novo, tinha mandado uma mensagem dizendo que precisava fazer hora extra. Ele já sabia o que estava rolando, então resolveu esperar por ela com uma única ideia queimando na cabeça!...
(Continua)... se vocês gostarem, haha
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