Entupindo minha nora. Parte 1

A situação foi estranha desde o começo.
Meu filho mais velho arrumou uma namorada e resolveu ir morar com ela. Depois de alguns meses, as coisas não deram certo e ele quis voltar pra casa com a mina.
Passou um tempo, como tava se dando mal com ela, ele foi morar de novo na casa de uns amigos. Como a garota tava brigada com a família e não tinha pra onde ir, acabou ficando morando aqui.
Ela tem 20 anos, altura média, bem magrinha, loira, uma bunda bonita e peito meio pequeno. Rosto bonito, mas o que estraga é que ela tem uns modos ruins e atitudes meio grosseiras. Fisicamente, é o oposto do que eu curto — prefiro as morenas gordinhas.
Naquela manhã, resolvi ficar de bobeira, não tava afim de ir trabalhar.
Todo mundo em casa saía cedo pra cumprir suas obrigações e a casa ficava só pra mim até a tarde.
Acordei cedo, como sempre, mas fiquei deitado na cama curtindo o silêncio e a tranquilidade, tinha tempo pra decidir o que fazer durante o dia.
No momento em que peguei o celular pra ver mensagens e outras coisas, a porta do meu quarto abre e entra a minha nora, de peitos de fora e só uma calcinha fio dental preta minúscula, e vai direto pro móvel onde minha esposa guarda as coisas dela. Na penumbra do quarto, ela nem olhou pra cama e não me viu.
Acendi a luz ao mesmo tempo que falei: — O que a gente tá fazendo???
Surpresa, ela reagiu como qualquer mulher, cobrindo os peitos com as mãos. Fez cara de nojo e disse: — O que cê tá fazendo aqui?? Não foi trabalhar??
— Tô no meu quarto, a pergunta é o que cê tá fazendo aqui...
— Queria pegar umas maquiagens da ***, por isso entrei.
Não sei por que agi do jeito que agi, mas fazendo um gesto com a mão pra ela se descobrir, falei: — Quero ver...
Ela me olhou com raiva e disse: — Sou sua nora, porra!!!
— Sim, a que acabei de fotografar com o celular, semi-nua no meu quarto. Pra quem você vai reclamar? Então quero ver — falei, já cheio de coragem. Totalmente vermelha de raiva e vergonha, ela aceitou fazer o que eu mandava e deixou ver seus peitinhos, pequenos e com os bicos duros. Ver ela assim me excitou e eu fiquei de pau duro. Naquele momento, com aquela má vontade de sempre, ela disse: — Agora eu também quero ver — e puxou o lençol, me deixando pelado e de pau duro.
— Tá gostando do que vê? — perguntei.
— Não tem nada a invejar do seu filho — respondeu com cara de ódio.
A situação era tensa. Eu ali, largado pelado na cama, com o celular na mão, e ela parada aos pés da cama, se olhando sem saber como ia continuar a parada. Foda-se, já que tava perdido, me joguei e, apontando pro lado da cama, falei: — Vem...
— Mas eu sou sua nora, cê não tem código, não?
— Vamos ver... Vamos redefinir a situação, nora... era. Meu filho vazou e te largou aqui sem te dar mais bola. Que código que cê tá falando? Tamo sozinhos, de boa... Vem... — falei enquanto mostrava o celular.
O argumento funcionou e, com a pior cara de ódio, ela se deitou do meu lado, com uma atitude de "cê não vai tirar nada de mim". Ficou assim, com os braços ao lado do corpo e os olhos fechados, como se tivesse se resignado a eu fazer o que quisesse. E foi o que fiz.
Comecei a acariciar devagar os peitos dela, sentindo os biquinhos duros debaixo da minha mão, passava a mão no pescoço e nas orelhas, tentando ver se ela tinha alguma reação que me mostrasse que rumo a coisa ia tomar. Aos poucos, fui descendo a mão, acariciando a barriga e as coxas dela, e senti a respiração acelerar, sinal de que ela tava começando a curtir o momento.
Me levantei um pouco e comecei a beijar devagar o pescoço dela enquanto continuava com as carícias, e ela começou a dar sinais de que a excitação tava crescendo. Me levantei de vez e comecei a chupar os bicos dos peitos dela enquanto tirava a calcinha fio-dental e acariciava a parte interna das coxas, perto da buceta dela, mas sem tocar. Mesmo ela ainda sem fazer nada, a respiração ofegante e uns leves tremores mostravam que... Ela gostava do que sentia e não estava passando mal.
Me acomodei melhor e, separando as pernas dela, comecei a beijar suas coxas, me aproximando da buceta dela.
– Sai daí, não seja idio... – Não deixei ela terminar a frase, abri suas pernas e enfiei a língua o mais fundo que pude na buceta dela, e ela se arqueou num gemido. Sem dar tempo pra ela protestar, continuei brincando com minha língua no clitóris dela. Ela gemia e se contorcia, me mostrando que tinha esquecido da situação e estava aproveitando o momento tanto quanto eu.

Molhei um dedo com saliva e comecei a brincar com o cu dela enquanto continuava com a língua na buceta, que já estava toda ensopada. No começo, ela tentou evitar a brincadeira, mas depois se deixou levar e começou a mexer a pélvis no ritmo das minhas lambidas, deixando eu enfiar a ponta do dedo naquele rabo.

Os gemidos dela foram aumentando de tom, e o ritmo da pélvis ficou mais rápido. Com as mãos, ela ora tentava afastar minha cabeça, ora a apertava contra si, até que gozou num espasmo, com as unhas cravadas na minha cabeça.

O cheiro da buceta adolescente dela me deixava louco, então continuei a brincadeira com minha língua e minhas mãos, tentando evitar que o tesão passasse.

Depois de um tempo nessa brincadeira, o ritmo dela acelerou de novo. Então subi e enfiei meu pau na buceta suculenta e quente dela, me encaixando nos movimentos dela.

Tentava controlar meu tesão, porque queria aproveitar o momento o máximo possível. Passei uma mão por trás, levantando aquele rabo, e enfiei um dedo no cu dela. Assim, eu comia ela enquanto chupava seus peitos e brincava com o dedo naquele bumbum apertado, até que ela explodiu de novo num orgasmo.

Deixei ela descansar um momento. A manhã estava só começando, e eu tinha mais umas coisas em mente.

Continua...

12 comentários - Entupindo minha nora. Parte 1

Ja ja cero códigos,muy putita la nena,me encanto...
Entupindo minha nora. Parte 1


Muy buena historia y muy bien relatada, me pusiste a mil 🔥

Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...