CONTINUAÇÃO.
Este capítulo da nossa história vamos dedicar a como fomos assimilando, consolidando e, principalmente, construindo uma vida sexual em torno dessa maneira de transar que tanto a gente gostava. Achamos muito importante que vocês saibam exatamente como foi a nossa história, e não temos necessidade de mudar os fatos, mesmo sabendo que os leitores buscam outra coisa. Aquela noite de sábado relatada no capítulo anterior terminou com uma conversa entre nós três depois que a Juli tomou outro banho. Talvez isso não seja o que os seguidores mais querem ler, mas também não vamos inventar nada. Essa conversa daquele sábado girou em torno dos grandes medos, principalmente da Juli, de que o Rober pudesse contar alguma coisa, ainda mais sabendo que ele tinha um rolo com a amiga dela, a Lorena. A conversa terminou com uma promessa quase angustiante de sigilo por parte do nosso amigo.
Com a Juli, a gente falava até cansar do assunto, conversas muito longas e que não vêm ao caso para não encher o saco de vocês, mas nas quais fomos totalmente sinceros sobre o tema. E o que sempre dava no final é que nós dois gostávamos daquilo, e cada vez mais. A gente era direto ao falar, não tinha que esconder nada. Achávamos que era o melhor, já que nosso relacionamento estava começando, a gente ainda era adolescente, e esse começo sexual era meio extraordinário. Foi quase sem querer que a gente chegou naquele ponto em tão pouco tempo, mas de uma coisa a gente tinha certeza: a gente já estava apaixonado um pelo outro. É por isso que a gente conversava tanto. Um pouco de culpa e sensações estranhas nos envolviam depois de cada suruba, não vamos mentir.
A Juli me jurava pelos pais dela que não sentia o menor sentimento ou atração pelo nosso amigo, mas que, dentro das quatro paredes, ela o via como mais um ingrediente para alimentar a nossa sacanagem. Ela adorava se sentir uma verdadeira puta entre dois homens... para ela. Rober era só mais um pau, ou seja, ela reconhecia o prazer dela em brincar com dois paus, adorava, mas tanto fazia se era o Rober ou outro homem, só que descartava a ideia de um desconhecido por medo. Também me deixava claro o tempo todo que nossas relações não precisavam ser sempre assim, ela dizia que amava a parada do ménage, mas só até aí, porque o que realmente deixava ela louca era transar comigo a toda hora, coisa que posso confirmar pelos comportamentos felinos dela, sempre era eu quem sugeria a brincadeira com nosso amigo, ela nunca fez isso até hoje. E o mais importante de tudo que ela reconhecia era que o jogo dela só ia até o sexo oral, que de jeito nenhum queria que o Rober penetrasse ela, e me pediu por favor que eu nunca insistisse nisso porque a resposta dela ia continuar a mesma. Quem ia sempre penetrar ela no jogo era eu. Ela era muito direta, e acho que se não fosse assim, isso nunca teria acontecido.
Eu, por minha vez, reconheci esse fetiche estranho escondido dentro de mim, que nunca, mas nunca mesmo, pensei que pudesse gostar tanto, não me cansei de confessar pra ela meu amor, que era e é realmente verdadeiro e transparente, estava deslumbrado e apaixonado por ela, mas tinha vezes que meu tesão era tão grande que sentia uma vontade imensa de ver ela nas mãos de outros, não sei por quê... sinceramente, incompreensível pra qualquer mortal, nos meus momentos de solidão também me perguntava como podia gostar disso, ver a mulher que eu estava começando a amar com outro homem... mas meu pau me confirmava cada vez mais meus gostos e preferências em cada ato, ficava duro que nem ferro. Essa situação me levou a pesquisar sobre o assunto, googlei... horas e horas de informação consumida até chegar na palavra CUCKOLD, que eu já tinha lido milhões de vezes em vídeos pornô mas não sabia o que significava, li muito sobre o assunto e percebi que cada descrição e característica desse tipo de prática me descrevia, e que eu não estava sozinho nesse barco. Não Não havia nada que me deixasse tão tesudo quanto aquela imagem da boca da Júlia chupando o pau do meu amigo, tinha ficado gravada na minha retina. Contei tudo isso pra ela, e juro que, em vez de se assustar com o assunto, ela continuou levando numa boa, como sempre. Inacreditável, sim, mas foi exatamente assim que tudo começou, e eu não sabia qual era o meu limite. O que a gente sabia era que nosso amor já tinha nascido.
Aquele ano seria de grandes mudanças pra mim, primeiro por causa do meu relacionamento com a Júlia, que ficou tão sério que nossos pais se conheceram. Os jantares com os sogros se repetiram várias vezes, e, apesar dos meus pais serem bem mais velhos que os dela, eles se davam super bem. Os pais dela eram e são duas pessoas incríveis, mesmo tendo uma situação financeira muito boa, eram simples e humildes, o que tornava a relação ainda mais gostosa e fortalecia a nossa. Meus pais adoravam a Júlia... ela era a princesinha lá em casa, e eu, na casa dos meus sogros, era o filhão que eles sempre quiseram ter. Digo que foi um ano de grandes mudanças porque, pra minha sorte, meu sogro me levou pra trabalhar com ele, como tinha prometido, e de cara já me tratou como se eu fosse o braço direito dele no trampo. Ficava o dia todo do lado dele, num comércio de venda de bancadas de mármore e granito, mas que era gigante, uma loja de quase um quarto de quarteirão, com um galpão enorme nos fundos onde preparavam os cortes e pedidos. Quando entrei, não entendia porra nenhuma, mas meu sogro foi me explicando detalhadamente como funcionava o negócio, e com o tempo virei uma espécie de secretário dele, vestido até de camisa e gravata, responsável por compras e vendas, lidando com quantias de dinheiro que na minha vida inteira nunca tinha mexido. Tudo isso com o grande bônus de ele ter me dado um salário que dobrava o que eu ganhava no meu emprego antigo, o que me permitiu, com uma ajudinha do meu sogro, comprar meu primeiro carrinho, um lindo Fiat. Um modelo 94 em estado impecável. Repito que sentia que tinha ganhado na loteria, nada podia ser melhor. Juli me visitava todo dia no meu trabalho, só pra ficar do meu lado, coisa que o pai dela adorava, já que antes ela nunca ia no negócio.
Entrando no assunto taboo, as relações com o Rober não foram tão frequentes quanto o leitor gostaria. Durante aquele ano todo, só repetimos o jogo a três em quatro oportunidades, e a primeira vez depois daquele fim de semana dos dois capítulos anteriores só rolou dois meses depois, outra no inverno daquele ano e mais duas chegando em novembro e dezembro. Com isso quero explicar que a gente curtia muito o lance a três, mas também não era coisa de fazer todo fim de semana, a gente gostava, mas não era obsessão de nenhum dos dois. O sexo a sós com Juli cada vez era mais hot, a gente costumava ir pra motéis e adorava, embora ela não entregasse a buceta todo dia, dava pra experimentar essa penetração com mais frequência com meus pedidos insistentes, até chegar num ponto que ela pelo cu gozava mais do que sofria. O esperma na cara ou na boca dela era figurinha repetida em cada ato sexual, raramente a gente fazia de modo romântico, não éramos esse tipo de pessoa na hora de foder, éramos mais selvagens, e ela se superava em cada ato. Uma verdadeira amante da pica.
Era um assunto importante também a relação da Lorena com o Rober, embora não fossem um casal, eles se juntavam pra transar, a gente sabia pelos dois, e ela parecia bem agarrada com ele. A gente costumava sair de quatro bem frequentemente, então imaginem que encontrar oportunidades pra fazer o nosso não era tão fácil, e o que menos queríamos era levantar suspeitas.
As situações eram sempre parecidas, o Rober participava de sexo oral dando e recebendo, o único que comia a Juli era eu, ela só deixava meu amigo tocar nas partes íntimas dela com a língua e as mãos dele, depois ela retribuía as gentilezas, e preciso deixar claro que o Rober tinha superado de longe o que havia prometido, se comportava muito bem, nunca fazia nenhum gesto suspeito, jamais tocava no assunto... só esperava o convite. Embora durante o sexo dissesse que queria comer ela, nunca passou dos limites nem tentou fazer mais do que permitíamos. Depois de cada encontro, era um cavalheiro inglês, quase não mencionávamos nada do que tinha rolado, e pouco tempo depois de terminar, ele nos deixava sozinhos a nosso pedido. Estávamos levando adiante o que tanto havíamos conversado de um jeito cirurgicamente preciso, nós três, uma precisão estranha porque éramos adolescentes, mas foi assim mesmo por quase um ano. Três episódios sexuais rolaram na minha casa ou na casa do Rober, quando nossos respectivos pais estavam fora por vários motivos... festas, saídas ou aniversários, e só vou relatar explicitamente o seguinte, que na minha opinião foi o mais quente dos quatro porque fomos a um motel.
Quase no começo de dezembro, saímos pra dançar com a Juli. O esquema de encontrar o Rober na balada já tinha sido tramado durante a semana. Meu amigo ia se encontrar com a Lore à noite, mas dizendo que não sairiam de madrugada naquele sábado, sei lá que desculpas ele dava pra não fazer isso. Ele iria pra casa e depois a gente se encontraria de noite. Preciso esclarecer que, como esses jogos de três já estavam totalmente na cara, o esquema era sempre o mesmo, não tinha muita enrolação. Eu propunha a ideia pra Juli e, se ela topasse, eu falava pessoalmente com o Rober pra evitar mensagens de texto que pudessem deixar pistas. Depois, minha cabeça começava a planejar tudo pra ser o mais cauteloso possível, e eu realmente mandava muito bem, com o tempero extra de agora ter carro e mais grana disponível. Naqueles dias anteriores, tive a ideia de ir a algum motel pra ficarmos bem tranquilos, o que me deu o trabalho de pesquisar no Google e telefonar. vários hotéis que fossem meio afastados do raio das nossas casas, e que tivessem a particularidade de permitir três pessoas num quarto, coisa que nem todos aceitavam. O destino foi encontrado, e assim como eu procurava o hotel, também procurava uma balada perto dele, pra não ter que dirigir longos trajetos de um lado pro outro. Pode parecer meio complicado o que eu tô contando, mas era assim que eu tramava pra tentar não encontrar conhecidos na noite. O destino escolhido foi a zona sul, uma balada bem chique e que ficava a menos de vinte quarteirões do hotel selecionado. A gente ia ficar com a Juli um tempinho na balada, o Rober já tinha o endereço exato dela, mas a minha ideia era que ele não entrasse no lugar, tanto eu quanto a Juli não queríamos que nos vissem os três juntos, então o Rober, enquanto a gente tava na balada bebendo alguma coisa e matando um pouco o tempo, tinha que esperar a gente a uns quarteirões do local, na mesma rua onde ficava a balada, num ponto exato. Os leitores devem achar que minha ideia foi muito rebuscada, e pode ser, mas o assunto merecia estratégia, o Rober aceitava e a gente queria assim, tínhamos muito medo de que nos vissem os três juntos, principalmente porque a Lorena tava muito apaixonada pelo Rober. Entramos bem cedo na balada e só ficamos um tempinho, tomamos dois drinques cada um e fomos esquentando, sentados um do lado do outro nuns reservados... Eu tava de camisa e jeans, a Juli tinha vestido um jeans bem justinho preto, uns sapatos de salto que levantavam ainda mais aquela bunda e uma espécie de camiseta justa, meio decotada e o cabelo solto e perfeitamente liso, e pra esclarecer, ela tinha cortado com franja, tava muito puta.
Eu - Amor... por que a gente não vai indo... cê quer..? Já quero vazar daqui...
Juli - Já..? Agora são uma e quinze... haha... (ela disse olhando pro relógio)... tão apressadinho assim..? (e me deu um beijo na boca)...
Eu - Sim.... tô ansioso haha...e meio nervoso...quero que tudo dê certo...
Juli- E como a gente vai fazer pra entrar os três no hotel..? (ela disse me olhando nos olhos)
Eu- Esse hotel permite entrada de três...já liguei, mas vamos colocar o Rober no banco de trás e ele se esconde, com os vidros escuros não dá pra ver nada...pensei em tudo, amor... (dei outro beijo nela)
Juli- haha...você é terrível...então tá, bora...vamos saindo... (ela toda animada)
Em minutos saímos do lugar, fomos pro estacionamento, partimos em busca do nosso amigo e ao chegar no ponto combinado vimos ele na calçada do outro lado esperando de boa numa esquina, penso agora na cena e acho engraçado, mas na hora era puro nervoso, buzinei e fiz sinal, ele se aproximou e eu desci pra ele entrar no banco de trás, o carro era de duas portas, dei as instruções pra ele se deitar no banco traseiro e cobrir a cabeça com uma jaqueta, as risadas e piadas dos três pela situação não demoraram, parecia que a gente tava sequestrando ele, apesar do hotel permitir entrada de três pessoas juntas, a gente queria evitar essa exposição, em menos de dez minutos estávamos na entrada do hotel, e como era muito cedo não tinha fila de carros, freiei um pouco antes da janelinha da recepção pra não dar pra ver o carro, era puro cagaço, mas a situação foi bem tranquila, o cara que me atendeu pela janelinha nem olhava pra mim, tava vidrado numa TV que passava um filme e me atendia quase sem me encarar, pedi um quarto dos mais caros pro turno de duas horas, entramos e os quartos eram todos no andar de cima porque tinham entrada de carros e portão com lona, então entrando e fechando o portão ninguém via quem entrava ou saía do carro, é um hotel muito conhecido daquela região e acho que tô dando detalhe demais, a questão é que descemos os três na correria e entramos no quarto subindo as escadas. Eu— Caralho... que quarto bonito... (olhando pra todo lado, o quarto tinha cama, hidromassagem, mesas e cadeiras, uma salinha, frigobar com champanhe, e tudo decorado de um jeito bem delicado em tons de branco e preto, muito chique, parecia a casa da Juli em miniatura)
Rober— Sinto que acabei de entrar no paraíso... hahaha... vamos pedir algo pra beber, tô com sede... (ele levantou o telefone e na recepção disseram que a gente podia escolher do frigobar e pagava tudo na saída, se quisesse mais ou outra coisa pra beber era só ligar de novo, na geladeirinha tinha quatro garrafas)...
Juli se aproximou da sala, deixou a bolsa numa mesinha...
Juli— Aiii... esse lugar é muito gostoso haha... tô amando... (cruzou as pernas e pegou o controle da TV, ligou, e um filme pornô pesado apareceu na tela, um negão de cock enorme sentado e uma loira gostosa chupando a cock dele)... aiiii... hahaha... que negão... hahaha (Juli já tava super animada)...
Eu— Filho da puta... que pedaço hahaha... (falei sentando do lado dela, abraçando e enchendo ela de beijos, Rober chegava com uma garrafa de champanhe e três taças)...
Rober— hahaha... anã, tá babando hahahaha...
Juli— hahaha... idiota... haha... não... grande demais pro meu gosto... (pegou uma taça e começou a beber)...
Aí a gente ficou os três sentados, tomando champanhe e vendo a loira chupar o negão, fazendo piada sobre o tamanho da cock e rindo pra caralho, mas cês vão entender que a situação de estar os três num hotel, vendo pornô, passou de cômico pra quente, minhas mãos já tavam em tudo no corpo da Juli e ela correspondia de vez em quando com beijos de língua, cada vez mais safados, Rober olhava e comentava umas coisas que nem lembro, a temperatura subiu e subiu... Juli pegou a bolsa e levantou...
Juli— Vou no banheiro... já volto volto, é... (se afastando)....
Eu – Não demora, love... (olhamos ela ir embora até entrar no banheiro, vendo como ela mexia aquele rabo de forma sensual ao andar, verdade que ela sabia andar muito bem de salto)....
Rober – Uff... Javi, não sei você... mas eu já tô de pau duro... (segurando a pica por cima da calça e olhando a cena na televisão)
Eu – Eu também, Rober... por que a gente não espera ela de cueca?... (coisa que nem pensamos duas vezes, e num instante estávamos os dois sentados tomando champanhe de cueca boxer, ambos combinando na cor branca, e com nossas picas bem duras)....
Passaram uns cinco minutos e Juli sai do banheiro, quase nos fez gozar, saiu com uma lingerie preta, salto... meia liga que onde terminava tinha uns 10 centímetros de renda enfeitando o topo das coxas... a calcinha fio dental e o sutiã eram de um tecido de gaze... bem transparente... cabelo solto e aquela franja deixava ela mais puta do que já era... foi se aproximando de nós sem falar, diante do nosso silêncio e olhar, pegou o controle remoto e desligou a TV, virando de costas pra gente, era uma calcinha fio dental bem fina enterrada na bunda, ela se vira de novo e fica de frente, dava pra ver toda a buceta linda e depilada através do tecido daquela calcinha, pegou uma taça de champanhe e tomou tudo de uma vez, nós sem nos mexer, ela a menos de um metro de nós, já tinha aquela cara que passou de divertida pra séria e com uma cara de safada que nós dois já conhecíamos, ela controlava essa situação perfeitamente, nada de vergonha, muito pelo contrário, encheu a taça de novo e virou tudo de uma vez de novo... deixou a taça na mesinha de centro, de pé, abriu levemente as pernas e a mão direita foi entrando na calcinha fio dental, que começou a acariciar, ela se masturbava na frente dos nossos corpos imóveis e picas estourando, naquele momento, olhando pra ela, fui tirando a cueca boxer até ficar completamente nu, Rober me olhou e copiou meu movimento, nossas picas apontavam para o teto com uma rigidez impressionante, nós dois começamos uma masturbação lenta enquanto assistíamos ao espetáculo que ela nos dava, ela fazia devagar e de frente, de vez em quando virava de costas e acariciava aquela bunda redonda, empinada e safada que tinha, era uma mina de pele branca com a bunda de uma mulata, ela se acariciava e abria, de repente a gente via por trás o dedo dela brincando na buceta... isso se repetiu por minutos... ninguém falava... era sempre assim no começo, enquanto a gente ia esquentando o clima, de repente a gente vê ela pegar a mesinha de centro, arrastando pra ganhar espaço entre a gente... de pé ela olhou pra gente e se aproximou, a surpresa foi que dessa vez ela chegou primeiro no meu amigo, o que deixou minha pica ainda mais dura, nunca tinha começado assim, ela se colocou quase entre as pernas abertas dele e virou, deu as costas e bem devagarinho foi se abaixando até sentar completamente na pica dele enquanto apoiava as mãos nas pernas dele, o Rober se deixava fazer, não tocava nela, tinha as mãos apoiadas no sofá enquanto a Juli esfregava a bunda nua na pica dele...
Rober - ahhhh... por favor, anã... que pedaço de bunda você tem... sente... sente como você me deixa com a pica dura... (ela enquanto se apoiava me olhava nos olhos franzindo o narizinho)
Juli - ahhh... amorrrr... ele tá muito duro hoje... sinto ele muito duro na minha bunda... sinto ele muito grande... (e não parava de apertar cada vez com mais pressão)
Eu - Você gosta, amor...? que puta que você tá hoje... adoro... continua... continua assim que eu gosto de te ver... (eu quase nem me masturbava de tão devagar que fazia, sem perder nenhum detalhe)...
Rober - Como eu queria comer essa sua bunda... você não faz ideia, Javi, como eu comeria a bunda da sua namorada... (a excitação do Rober já aumentava, porque as mãos dele se apoiaram nas nádegas da minha namorada e acompanhavam o movimento da Juli)...
Juli - ahhhh... me apoia... me toca um pouco na buceta... (e aí eu vejo a Juli parar de me olhar, esticar a mão...) corpo, e as costas dela foram se aproximando do torso do meu amigo, ficando apoiada nele. Rober pegou ela pelas pernas e abriu elas por cima das dele, de modo que a Juli ficou com as costas no torso dele e a cabeça virada pro lado na minha direção, de pernas abertas e com a buceta ainda na pica do meu amigo.
Eu me masturbava devagar olhando aquela cena cada vez mais pornográfica...
Rober - mmmm... anã, você tá encharcada... tá muito gostosa hoje... me parece que essa buceta quer minha pica... Javi... ela tá com a buceta toda molhada... (Rober tinha enfiado a mão direita dentro da calcinha fio dental dela e tava batendo uma punheta nela enquanto ela se esfregava na pica dele, ela fazia tudo sem parar de me olhar, assim ficou por um tempo diante do meu silêncio, ela não parava de gemer)...
O apalpamento do meu amigo na minha namorada era cada vez mais pesado, ele foi tocando a buceta dela tanto que ela já gemia e gemia sem parar, a mina tava muito gostosa, de repente as duas mãos dele foram pro sutiã e puxaram pra baixo de uma vez, deixando os dois peitos dela no ar, duas bolinhas de tênis, ele agarrou com as duas mãos e apertou, enquanto fazia isso a Juli me mostrava febre nos olhos, e Rober começou a empurrar ela pra cima muito mais rápido do que antes, quase levantando ela e repetindo aquela investida cada vez mais forte...
Rober - ahhaha... hahaha... assim anã... assim que eu quero te comer... assim que eu quero meter a pica... bem fundo (enquanto falava isso tava levantando e levantando ela com muita força na pica que tava apoiada nela)...
Juli - ahaha... para... para... mais devagar... (era evidente que os peitos dela tavam doendo porque a corrente dele tava escapando e apertando eles com muita força, aí Rober voltava a se comportar e ser mais suave)
Rober - ahhh... me desculpa anã mas você me deixa muito louco... ahh... olha como tá minha pica... já tá doendo... (disse isso separando ela um pouco e parando a fricção, ela se levantou com isso, virou de novo na frente dele e voltou a) Coloca cada perna por cima das pernas do meu amigo, dessa vez ela ficou de frente, pegou a pica dele com a mão e, sentando bem contra a pélvis dele, a pica do Rober ficou na racha da bunda da Juli por cima da calcinha fio dental, ela aproximou o corpo dela do dele e a cabeça dela de novo na minha direção)
Eu - Uff... meu amor... você vai matar ele com isso... como eu adoro te ver assim... que puta que você tá... (eu me masturbava bem devagar)...
O Rober colocou cada mão na bunda da minha namorada, abrindo pra que a pica dele ficasse entre a racha das nádegas dela, enfiou um dos peitos dela na boca, e assim foi movendo a pélvis dele de baixo pra cima, se masturbando com a bunda da Juli enquanto chupava um peito e amassava a bunda dela, eu quase não via a cena porque tava de lado, mas olhava o olhar quase perdido dela de tesão que dava fazer isso, o Rober não parava de amassar a bunda dela, aí eu levantei e fui pra trás dela pra ver melhor a cena, podia ver a pica grande do Rober bem dura e grossa entre as bandas da bunda dela, via como ele apertava as nádegas abrindo elas enquanto a masturbação dele ia e vinha, juro que tava com vontade que ele comesse ela de verdade, ver aquela pica entrar na buceta da minha namorada...
Rober - Como eu te faria gritar de loucura anã... pergunta pra Lore como eu fodo ela e rasgo a buceta dela... a puta da sua amiga adora... assim que eu quero fazer com você também... e que você fique louca igual ela fica louca... (tirando o peito da boca dele, a Juli não respondia mas era ela já que mexia a bunda contra aquela pica gemendo cada vez mais ao ouvir o que o Rober dizia pra ela)...
Eu - Princesa... para de mexer a bunda que você vai fazer ele gozar... (eu de pé me masturbando vendo a cena)...
Ela parou os movimentos dela, uns instantes em que se via ela gemer e respirar acelerado, ficou parada uns segundos... saiu da posição que tava e ficou de pé me olhando quase colada em mim e de costas pro Rober que continuava sentado, peguei ela pelo queixo e me aproximei, comecei a beijar ela bem frenético enquanto amassava a bunda dela, sentia os gemidos e o tesão na minha boca, meti a mão na buceta dela e tava molhada como nunca, bem lubrificada, passei a mão na buceta inteira enquanto beijava ela...ela se separou de repente...
Juli- Tô com sede...me dá um gole...(tava meio descabelada e corada, servi outra taça de champagne terminando a garrafa, ela virou de uma vez, tava ofegante, nisso vejo o rober levantar, encosta por trás nela e beijando o ombro dela falou..)
Rober- Tá com sede anã?...vou pegar outra garrafa...me deixou com a pica dura...(e se soltou indo até o frigobar pegar outro champagne)...
Assim que ela terminou a taça e o rober se afastou, peguei a calcinha fio dental dela e fui puxando pra baixo enquanto ela continuava de pé, ela tirou os saltos, levantei de novo, peguei ela pela mão e guiei até o sofá, coloquei ela de quatro em cima, ela assim que entendeu apoiou os braços no encosto e os joelhos no assento, levantou bem a bunda, que era morbidamente decorada pela lingerie dela, vejo o rober se aproximar e deixar a garrafa na mesinha de centro...nós dois ficamos atrás dela
Eu- Olha rober...olha essa bunda...(minha mão acariciou as nádegas dela e passei na buceta de leve, a outra mão na minha pica)...
Rober- Tem a melhor bunda que já vi na vida, me deixa louco javi...a bunda da sua mina me deixa louco...anã me deixa louco a rabeta linda que você tem...(esticou a mão na outra nádega e assim ficamos apalpando a bunda dela entre os dois)
Ficamos atrás dela apalpando ela toda enquanto ela gemia e gemia, tocávamos, acariciávamos e apertávamos devagar, revezávamos pra passar os dedos na buceta, rober tocava a buceta molhada dela e levava os dedos na boca...assim fomos apalpando ela os dois enquanto batíamos uma devagar...ela ficava quieta e Gemia... uma puta entregue...
Juli - ahahah... siiiim... me toquem toda... aaaai... não parem por favor... adoro... (e levantava mais a raba)...
Eu fiquei bem atrás dela, me inclinei um pouco pra minha cara ficar na altura da bunda nua dela, abri com as duas mãos e comecei a chupar, chupava devagar a buceta dela que ficava exposta de tanto que ela empinava a raba, metia a buceta dela inteira na minha boca e babava ela toda...
Rober - Assim Javi... chupa ela toda amigo... chupa a buceta dela também... chupa o cuzinho dela... (ele dizia isso só parado do meu lado, e se masturbava devagar)
Juli - Aaaai... me chupa devagar amor... vai que tô muito quente...
Abri bem as nádegas dela, minha língua em ponta começou a brincar no buraquinho anal dela, em círculos chupava, sentia o esfíncter dela relaxar e ceder, minha língua cada vez mais fundo naquela buceta, e mais, tirava ela inteira e metia de novo o máximo que podia, comia a bunda dela com a língua...
Rober - Uuuuuuu... filho da puta como você chupa a buceta dela... quer pica anã..? (disse isso enquanto subia no sofá, sentou no encosto do lado dela e ofereceu a pica)
Ela virou a cabeça, pegou a pica dele com a mão e meteu na boca enquanto eu abria a buceta dela com a língua, de vez em quando levantava a vista pra ver ela chupando a pica do rober, fazia devagar e por toda a pica...
Rober - Ahahah... nunca senti tanto prazer... como você chupa minha pica juli... como você gosta da minha pica na boca... vai chupa ela toda... é toda sua... chupa ela toda vai... assim... (e segurava a cabeça dela marcando o ritmo da chupada, mas não selvagem, só acompanhava o movimento)
Juli - ahah... continua amor... me chupa toda... eu tô comendo essa pica grossa... tá bem dura... chup chup chup... me chupa toda enquanto eu chupo a pica do seu amigo... aai aai... chup chup chup... vou te chupar toda essa pijota....cê gosta, cara..? mmm...que pau gostosooo (tava devorando a rola dele)
Aquela sessão de boquete durou um tempão, enquanto eu ia enlouquecendo ela por trás, comi a buceta dela e a raba inteira enquanto ela chupava o pau do rober.....tudo a gente fazia devagar, curtindo a tranquilidade e privacidade do lugar, até que o rober tirou o pau da boca dela, claro que se continuasse ia encher a boca dela de porra e ainda faltava mais de uma hora......
Rober- ahh....para, anã, que se a gente continuar vou gozar......deixa eu chupar ela, javi....vem cá você...
Na hora a gente trocou de posição, o rober pegou a camisa dele que tava no chão e passou um pouco na raba e na buceta da minha mina, que se deixava fazer imóvel, limpando a saliva toda que eu tinha deixado, ninguém mandou, ele só fez bem rápido....e agora a juli enfiava meu pau na boca dela chupando devagar enquanto o rober tava atrás dela comendo a bunda dela, via a cabeça dele enfiada entre as nádegas dela, e ele mexia mais rápido do que eu tava fazendo antes....
Juli- ahahah.....hahaha....pelo amor de deuuuus......chupa minha buceta, filho da puuuuta..(a juli tava se descontrolado)...
Eu continuava vendo como o boquete que ele dava nela tava cada vez mais intenso, e tava morrendo de vontade de ver de mais perto, então tirei o pau da boca da juli e fui ver a cena....
Eu- Uuuu...amo como tão chupando você toda.....a bundinha.....chupa a raba dela, rober....
Juli- siiiim.....a raba chupa eu....vaiii....
Rober levantou a cara, vi o cu da minha mina todo babado, ele abria as nádegas dela com as mãos...
Rober- Que raba gostosa que sua mina tem, irmão.....me deixa louco....passaria a noite inteira chupando ela.....amo demais.....olha como eu como...(e na hora vejo ele abrir bem e meter a língua dentro do cu dela)
Juli- Ahhhhhhh.....filho da puuuuta.....cê tá metendo a Línguaaa......paara.... (ela quieta, só gemendo e falando)
Rober — Cê gosta, anãzinha....fala....tá morrendo de vontade de levar dessa Booty aqui.... (e disse isso tirando a língua e enfiando devagar um dedo no cu dela).......assim....assim que cê quer que eu meta a pica.... (tirava o dedo e passava a língua de novo, até que tirava a língua e enfiava o dedo de volta, metendo e tirando devagar).....como vou comer essa bunda....vou abrir ela toda com a pica até encher de porra.... (e repetia a dilatação que tava dando com a língua e os dedos, que cada vez pegavam mais a Booty da minha mina)...
Juro pra vocês que eu tava num transe doentio vendo o Rober fazer de tudo na Booty da Juli, tava com a pica dura igual um cacete e não me tocava, só olhava impressionado como a Juli cada vez dava mais avanço no assunto....
Eu — Apoia ela, Rober....passa a pica na Booty dela.... (comecei a bater punheta)..
Rober nem respondeu, se levantou e pegou na pica que tava reta, bem dura, a cabeça vermelha....apoiou ela na fenda dela e, segurando a cintura dela, começou a deslizar por toda a racha....devagar....de baixo pra cima...
Rober — Olha aqui, irmão....é assim que eu quero comer ela....sonho em comer essa rabuda....um dia vocês têm que me deixar.... (falava isso enquanto eu batia punheta olhando e ela gemia)...
Juli — ah ah ah....continua....faz....me apoia.... (ela já tava fora de si)...
De repente vejo o Rober pegar na pica com a mão, sobrava meia pica livre, com a outra ele abriu a Booty dela e devagar apoiou a cabeça da pica bem no buraco do cu, a Juli ao sentir se assustou....mas não se mexeu....e disse como se caísse na real...
Juli — Paara....que cê tá fazendo...? Javi....não quero....cê sabe....isso nãooo.... (falou sério, mas também não tinha saído da posição, o Rober ao ouvir tirou a pica dali)
Eu — Calma, amor....ele não vai meter....só tá apoiando um pouco... não fica assim... aproveita... eu sei que tu não quer... só encosta ela, rober... ouviu?... não sai do assunto porque tu esquece da gente... (pra falar a verdade, com a tesão que eu tava, queria que ele arrombasse a bunda dela, mas sabia que ela não queria e também não ia estragar tudo que a gente tinha conseguido)
Juli- Não exagera, rober... só encosta...
Rober- calma, anã... só vou encostar ela... assim... só um pouquinho assiiim... tu gosta?... (ele disse isso encostando de novo a cabeça da pica no buraco do cu, encostava e esfregava no esfíncter, eu tava quase gozando só de ver a cabeça daquela pica brincando no cu da minha mina)... sente... sente minha pica no teu cuzinho... tu não sabe a vontade que eu tenho de meter ela... mas eu me comporto bem pra tu aproveitar... olha... sente a pica... (e ele encostava bem no buraquinho)
De repente, ela foi deixando o corpo cair todo no sofá, apoiando a cara e o peito quase no assento, de um jeito que deixou a bunda bem pra cima e toda a buceta na altura da pica do rober...
Juli- ahahah... passa ela na minha buceta... devagar... só passa ela...
Rober mudou de alvo, e pegando a pica com a mão direita começou a passar a cabeça da pica por toda a extensão dos lábios da buceta da minha mina, como se fosse um pincel que subia e descia, fazia devagar e eu podia ver como os lábios dela se separavam conforme a cabeça da pica do rober deslizava por toda a buceta hiper lubrificada dela, a cada passada a cabeça da pica ficava brilhosa, o atrito fazia um barulho que era extremamente pornográfico, subia e descia passando a cabeça da pica pela buceta inteira da minha mina, e de repente fazia pressão na região do clitóris dela... aí ela enlouquecia...
Juli- ahahahaha... filho da putaaaaaa... (a juli não era uma garota de falar palavrão, mas a situação transformava ela)... continuuuua... eu amoooo... (assim o rober passou ela) pau cada vez mais rápido por toda a buceta, mas obviamente isso não era só prazer da juli, o rober tava acelerando aquela fricção, a velocidade era considerável... e a sensibilidade do pau dele não ia aguentar muito)...
Vejo ele se grudar nela, deixando a porra do pau apoiado em toda extensão sobre a buceta da minha mina, ao longo dos lábios vaginais dela, tive que me abaixar um pouco pra ver melhor a imagem, o pau do rober era grande, então quando ficou apoiado assim a cabeça do pau ficou quase no clitóris da juli, ele tomou a posição como se montasse nela e agarrando os peitos dela com as duas mãos por trás começou a se mover pra frente e pra trás como se estivesse comendo ela, mas muito rápido... eu podia ver como o pau dele se esfregava por toda a buceta dela... os lábios vaginais dela estavam muito lubrificados e eu via como se abriam e fechavam a cada passada daquele pau... cada vez mais rápido... olhando eles de lado... era uma verdadeira fodida... os corpos deles estavam colados e ele se movia cada vez mais rápido sobre ela... pareciam um cachorro e uma puta... os cabelos da juli balançavam pra todo lado... ele ficou apoiado direto na vagina dela por vários minutos... o rober metia tão forte que meu medo era que numa dessas sacudidas ele enfiasse o pau no fundo da buceta dela...
Juli- ahahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Rober- Tomaaaaa... anã tomaaaaa... goza toda putinhaaaa... aseee... vou te comer todaaaa... (ele apertava forte os peitos dela enquanto metia)
Juli- ahaha... paraaaaaaa... ahahahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Rober- Ahhhh... vou gozar... não aguento mais
Eu- Na cara... dá na cara dela... vira amor...
Vejo que o rober abandona a posição esperando por segundos pra ver o que a juli fazia, ela continuava de quatro tremendo, não sabia se tava gozando da tremenda fricção que tinha tido na vagina por vários minutos Rober parou e começou a bater uma bem rápido, olhando pra bunda dela. Dois ou três segundos, Juli não se mexeu... ele não aguentava mais... Rober encostou a pica dele na buceta dela e a rola explodiu... mais de seis jatos de porra grossa e branca acertaram a buceta e o cu da minha mina, ele tava sujando ela toda... a buceta dela tava ficando toda branca... impregnada de porra alheia... ele sujou ela inteira... mas muito... a buceta dela tava toda banhada de porra...
Rober — Ahahah tomaaa anã... olha como enchi essa buceta de porra... sente toda a minha porra...
Eu — Filho da putaaa... banhou ela toda... foda... amor, você tá cheia de porra... impressionante...
Juli — Ahhh... Javi, por favor, me come que eu não gozeiiii... por favor, enfia logoooo...
Preciso deixar claro que eu tava num dos meus dias de maior tesão, tava quase estourando a pica, mas nem fodendo que ia meter com toda aquela porra ali... peguei a camisa do meu amigo e limpei rápido como pude até ver que não deixei vestígio, ela continuava implorando pra ser comida, sem se mexer... peguei ela pelo braço e levei pra cama... joguei ela de bruços... subi em cima dela e fiz pressão com a pica no cu dela, ela não falou nada, tava alucinada, entrou a cabeça e bem rápido o tronco inteiro até ter ela toda dentro do cu dela... o cu dela tava bem lubrificado pelas chupadas anteriores... deitei em cima dela... tava tão tarado que comecei uma foda acelerada, comecei a comer ela forte pelo rabo, ela era uma mistura de gemidos, gritos e palavras que eu não entendia porque ela tava com a cara na cama... mas não se mexia, só levantava a bunda contra mim... e não vou mentir... essa penetração não durou mais de cinco minutos, já tava quase gozando, mas foram cinco minutos que eu praticamente arrebentei o rabo dela... bati bem forte... picaço e mais picaço no cu da minha mina que não parava de falar contra o Lençóis... sacudia o corpo inteiro dela contra a cama... ela levantou a cabeça...
Juli- Javiiiiiii... tô gozandooooo ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh (tava tendo um orgasmo do caralho com meu pau enterrado na bunda dela, e eu também não aguentei mais)
Eu- ahahahahaha... tomaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa (esvaziei tudo dentro do cu dela, tremendo e dando duas ou três sacudidas fortes pra terminar de deixar toda minha porra dentro daquele rabo)...
Ficamos na cama nos recuperando enquanto vimos que o Rober ia tomar banho. Ela me pediu pra estender o turno por uma hora pra poder tomar um banho e se recuperar da trepada. Ainda faltavam quarenta minutos do primeiro turno, mas eu peguei o telefone pra solicitar a extensão. Tive que combinar mais duas horas, já que não faziam por uma hora só. Nessas quase duas horas e meia, a gente também tomou banho. Eu fui o último. E enquanto íamos nos lavando, fomos bebendo mais champanhe. Tomamos as quatro garrafas da geladeira e pedimos mais uma. Nesse tempo que bebíamos, transamos vestidos, colocamos música no som do lugar e conversamos sobre tudo enquanto íamos bebendo: sobre sexo... sobre a Lore... tocamos no assunto das nossas férias... e conforme o clima foi descontraindo, a gente ria pra caralho de qualquer coisa. Era assim que a gente era... passava do tesão pra conversar os três, e isso era o bom do comportamento do Rober: ele participava sexualmente com a gente, mas daqui a pouco falava de qualquer coisa como se nada tivesse acontecido. Pra falar a verdade, as garrafas eles tomaram sozinhos... já que eu tinha que dirigir e ainda tava lúcido pra isso. O Rober teve que vestir a jaqueta sem a camisa, porque ela tava toda suja de porra, e a Juli já tava bem bêbada, pra não dizer que tava muito bêbada. Ria pra caralho e falava um monte de besteira, me dava beijos e essas coisas. Olhei o relógio e ainda faltava meia hora pro turno acabar. Já tinham passado mais de duas horas que a gente dedicou a... Tomar champanhe e falar sobre qualquer coisa, tentei tirar a roupa dela de novo, mas na bebedeira dela ela não deixou... mas eu tava meio excitado de novo... fiquei de pé do lado dela...
Eu - Então chupa ele... vai, amor... chupa ele como despedida e a gente vai embora... (Rober meio bêbado também, olhava enquanto bebia do copo dele, eu tirei a pica meio dura e ela com os olhinhos semiabertos olhou pra minha pica e abriu a boca)
Ela começou a chupar antes da gente ir embora, minutos da minha pica na boca quente dela pra deixar ela bem dura, ela chupou com língua e lábios, ação que foi suficiente pra me deixar como um touro de novo, vejo meu amigo e ele tava se masturbando, também dava pra ver a pica dele meio dura, ela deixava a cabecinha quieta e eu pegava a boquinha dela praticamente, devagar... adorava ver ela assim meio bêbada e vestida, sentada e com a boca aberta cheia de pica, não demorou muito pra eu sentir vontade de gozar de novo, olho novamente pro meu amigo que se levantou do nosso lado, também procurando um pouco de carinho, ela tava bem bêbada e chupava e ria, mas eu tava excitado, queria ter continuado por mais duas horas naquele lugar, a gozada se fez sentir na minha porra... peguei ela pelo rosto depois daqueles minutos de chupada e mais chupada...
Eu - ahaha... tomaaaa linda... toma a porra... aaaahhhhh... (ela fechou a boca enquanto eu gozava dentro, via um movimento na garganta dela porque tava engolindo a porra)...
Terminei de gozar na boca dela, ela olhou pra mim e abriu a boca mostrando que não tinha mais resto de sêmen, riu ao me olhar... a mina tava muito bêbada...
Rober - Posso...? (disse me olhando e com a pica também dura, eu concordei, ela virou o rosto pra ele e riu de novo)
Rober imitou cada movimento meu, ela chupou a pica do meu amigo como despedida de uma noite incrível, chupava e ria de tão bêbada que tava, a pica dele entrava e saía da boca da minha mina... devagar mas... constante... sem parar... vi os lábios dela bem apertados na pica do meu amigo... minutos foram suficientes pra ouvir...
Rober- ahahahah... siiiim... boludão... toma anã... toma tudo... (ela fechou a boca de novo, prendendo a pica dele, e fez novos movimentos com a garganta, tinha a barriga cheia de porra de dois caras diferentes em questão de minutos, tinha engolido toda a gozada do Rober também)...
Depois que acabou, ela abriu a boca de novo e riu do que tinha nos presenteado. Naquela noite, a Juli dormiu em casa por causa do grau de bebedeira. Deixei o Rober a umas quadras da casa dele. Tinha sido a noite mais tarada do ano pra mim, embora tivesse adorado ver meu amigo comendo ela na minha frente.
Chegando janeiro, no negócio do meu sogro, meu trampo, todo mundo já sabia o período de férias, a segunda quinzena, quando o comércio fechava por quinze dias. Os pais da Juli iam veranear em Villa Carlos Paz, com um casal de amigos, por dez dias. A Juli sempre ia com os pais todo verão, mas dessa vez a ideia era outra, a gente tava negociando a permissão pra ir sozinhos desde dezembro, o que me custou umas conversas com meu sogro. Ele era muito gente boa, mas também cuidava demais da filha, vivia em cima dela. Deixar ela veranear sozinha comigo era um assunto sério, mesmo me querendo como filho, ele não disse sim de cara. A filha tinha 19 anos e ele ainda a via como uma menininha. Me fez saber os medos dele e o que eu tinha que prometer, cuidados e mais cuidados, mas acabou aceitando nosso pedido, principalmente por causa da pressão psicológica diária da filha, era um passarinho louco bicando a cabeça dele.
Nada que interesse ao leitor aconteceu nas festas de Natal, e a gente só esperava aquela quinzena tão desejada. Até aí sou sincero que esse era o plano: passar dez dias juntos na Costa Atlântica. San Bernardo foi o destino. selecionado por nós, muita farra e noite, praia de jovens, a ideia de ficar dez dias sozinhos nos deixava loucos, mas nunca passou pela cabeça o tesão até aí. Mas acho que vocês, depois de dez capítulos lidos, já conhecem um pouco a minha cabeça. Era uma tarde em que faltavam só dois dias para eu ir com a Juli veranear, e me encontrei com o Rober depois do trampo na praça onde a gente costumava tomar umas cervejas no verão, perto de casa... sentados na grama, bermuda, havaianas, regata e cerveja na mão...
Rober - E aí, mano..? Já tá quase no busão, né..? ....que massa isso....
Eu - Não vejo a hora de vazar....já quero estar lá....imagina dez dias....tô super ansioso...
Rober - haha....me imagino demais....não cabe um lugar na mochila pra mim..? haha (gole de cerveja)
Eu - haha.....e quem sabe....você viria num fim de semana..?....(cerveja e olhando pra ele)
Rober - Tô meio duro de grana.....mas se você me chamar, já compro a passagem....haha....mas teria que enrolar um pouco a Lore.....ela tá meio chata....mas dou um jeito haha....
Eu - tô falando sério, viu..? pela grana, esquece.....onde comem dois, comem três haha....não falei nada pra Juli....mas vou sondar ela lá....se rolar uns dias...te mando uma mensagem....depois você se vira pra enrolar a Lore.....
Rober - Javi......você me conhece, né....se você mandar uma mensagem, na hora eu vazo pra lá....claro, pergunta pra baixinha se dá pra interromper as férias dela....não quero atrapalhar também....você me avisa e manda a mensagem no horário de trampo....
Eu - beleza....vejo como é que fica....ia ser foda....combinado assim....(gole de cerveja)
Minha cabeça já tava maquinando a possibilidade de ficarmos os três juntos um fim de semana inteiro e confesso que me masturbei imaginando situações. O assunto me enroscava a cabeça de um jeito impressionante. Chegou o tão esperado dia, como era de se esperar, meus pais e os da Juli se despedindo da gente na Rodoviária. Eu levei só uma mochila e as duas cadeiras de praia, a Juli levou Uma mala com roupa pra um mês, já era de se esperar, ela tinha comprado um biquíni diferente pra cada dia, parecia. Eu não dirigia meu carro há muito tempo, então, por inexperiência, decidimos ir de ônibus. A gente tava doidão de feliz com essa aventura juntos. Preciso deixar claro que meu sogro foi quem alugou o lugar pra gente, ele ficava mais tranquilo assim. Ele contatou uma imobiliária de lá, fez a reserva por depósito bancário. O destino era uma casinha, pequena, mas bem perto da praia e do centro — La Rioja e Garay, pra ser exato, pra quem conhece.
Chegamos no destino numa segunda-feira de manhã e tínhamos que sair da casa na quinta da outra semana, também de manhã. Fomos na imobiliária, pagamos e pegaram a chave. Uma casa muito foda, com quintal, churrasqueira e bem equipada. A gente se instalou em umas horas, a Juli explodiu o armário de roupa e, perto do meio-dia, desesperados, fomos pra praia. Passamos um dia infernal de praia, muito calor, a Juli arrancando olhares pra todo lado por causa da loucura dos biquínis dela — todos enfiados exageradamente na bunda. Chinelos tipo brasileiros com plataforma. A gente foi pra uma praia que era só de jovens, música nos quiosques, bebida alcoólica, estávamos realmente nos divertindo pra caralho, e meu pau não parava de mexer toda vez que eu percebia que olhavam pra bunda da minha namorada. Coisa que a gente fazia quando ela se oferecia pra ir comprar seja milho, bebidas e tal. Às vezes ela passava entre grupos de jovens... todos bebendo mais e mais álcool... e falavam praticamente de tudo pra ela — cantavam em vários idiomas. Eu via também pais de família se fazendo de desentendidos pra olhar a bunda da minha mina, que, não vou mentir, era mais uma fio dental do que um biquíni. Tudo isso me encantava e eu curtia da minha cadeira de praia. Uma lombra e uma bunda do caralho desfilando sob cada olhar — era o tesão que alimentava minhas bolas.
Naquela noite, a gente jantou numa pizzaria muito conhecida do lugar. depois fomos a um pub tomar algo, pra depois sair pra dançar. A avenida San Bernardo era cheia de baladas, a juventude explodia na rua. Era a segunda quinzena forte do verão e tinha um monte de gente pra todo lado. Já na balada, a gente fazia uns joguinhos que vocês já conhecem: deixar se engraçar, ir comprar no bar, uma ou outra encostada. A gente dançou e bebeu muito álcool. A gente adorava que não tinha visto ninguém, nem conhecido. Uma parada diferente rolou nessa balada: um cara que trabalhava lá, na hora que a Juli foi comprar, começou a conversar com ela. Falaram bastante e num momento ela me apontou e eu vi o cara me olhando. Daqui a pouco ela voltou e me contou que o cara tava engatando ela a todo vapor. Era um cara mais velho que a gente, tipo trinta e poucos anos. A parada é que ela me contou que falou educadamente com ele, mas depois disse que tava com o namorado, aí o cara pediu desculpa pelo assunto. Mas ela deu um beijo na bochecha dele, falando o nome dela. Ela me contando isso, juro que me deixou de pau duro na primeira saída das férias. A gente não comentou nada que pudesse rolar com ele, mas a situação tinha me deixado com tesão e muito excitado. Não era pra menos que o cara tinha ido pra cima dela quando viu, mesmo cheio de mina gostosa, a Juli tava com um vestido justo no corpo, verde, que explodia a bunda dela. Linda.
A noite chegou ao fim, e já de madrugada a gente voltou andando pra casa, bem alterados pelo álcool. Eu, verdadeiramente com tesão, passando a mão nela enquanto a gente caminhava. Ela, bem bebida, também tava carente. Assim que a gente entrou em casa, comecei a beijar ela ali mesmo na cozinha. Os amassos eram desesperados da minha parte. Ela, por sua vez, também desesperada, abrindo o zíper da minha calça muito rápido. A gente era muito tarado os dois... demais, acho. Ela abaixou o zíper e pegou na minha pica já dura... se agachou e começou a chupar ela... a gente não falava nada... eu Parado, e ela meteu a boca pra chupar e chupar minha pica, mas tava fazendo bem rápido, parecia meio descontroladinha... fiquei tão tesudo que levantei ela, virei ela de costas e coloquei contra a mesa, com o torso apoiado nela. Levantei o vestido dela até descobrir a bunda, puxei a calcinha fio dental de uma vez e enfiei na buceta, segurando ela pela cintura. A porrada era forte... quase violenta... foda atrás de foda... plas plas plas bem rápido na buceta... ela gemia feito uma putinha pedindo mais e mais.
Eu - Mmm... já tava na hora de te foder de novo, puta... você passou o dia inteiro esquentando geral e me deixou louco com isso... toma toma toma... (plas plas plas bem rápido na buceta)...
Juli - Ahaha... sim sim sim... dá dá dá... mais mais mais... me fode, meu amor... me fode toda...
Eu - Vou te comer esse cu... (tirei a pica da buceta dela, cuspi um pouco e apertei aquela bunda que me enlouquecia)
Juli - Ah... devagar, amor... tô sequinha... (cuspi mais um pouco nela e fui entrando devagar, bem devagar, fazendo pressão até encostar e meter inteira)
Comecei a bombar devagar, não tava muito lubrificado porque não fiz o trabalho prévio, tava com tanto tesão que não dava pra parar. Fui metendo e tirando devagar até o esfíncter dela começar a dilatar depois de uns minutos... comer a bunda dela tava virando um vício pra mim...
Eu - Ahaha... como eu adoro te comer essa bunda, meu amor... adoro te foder... (acelerando um pouco)...
Juli - Ahaha... siiiim... eu gosto... devagar... mais um pouco e você me faz gozar...
Eu - Ahha... vou comer esse cu todinho... vou foder ele inteiro... muitos devem tar batendo punheta com o que você mostrou hoje... devem bater punheta pra essa bunda e eu tô comendo ela... você gosta, amor? Gosta do jeito que eu como seu cu? Gosta que todo mundo queira te foder, né?
Juli - Ahaha... siiiim... me fode... me come a bunda... sim... adoro que todo mundo queira me foder... esquenta... quero que todo mundo me coma...assim...quero que todo mundo coma minha bunda...
Eu - uuu...que puta você ficou...toma...(e acelerava a fodida)...e eu quero ver outro te foder a bunda...igual eu tô te dando agora...(e enfiava bem fundo na bunda dela)...assim...quero que outro te coma enquanto eu olho...você quer dar pra outro pra mim? Responde...
Juli - ahaha...siim...me come amor me come...(não respondia minha pergunta)...
Eu - Vou chamar o rober pra ele vir arrebentar sua bunda...você quer...?(aí passei a mão na buceta dela pra masturbar enquanto enfiava na bunda, ela ficou toda tesuda com isso, jogava a raba pra trás)..
Juli - ahahah...por favor...to quase gozandooo...não para...chama eleee...chama eleee e deixa ele comer minha bunda toda...é isso que você quer?...chama ele então e deixa ele me comer na sua frente...(continuava jogando a raba)...ahahahha...gozeiiiiii...aaaaahhhhhh...(ficou toda tensa e começou o tremedeira clássica dela)
Eu - ahaha...toma toma...que puta você é...vou encher sua bunda de porra puta...você quer que eu chame ele pra te comer...(aí minha mão se mexia muito rápido no clitóris dela e eu não parava de foder ela)...toma toma toma...vou chamar ele pra comer sua bunda toda...tomaaaaaaa (meu pau bem dentro do cu e aí deixei lá enquanto o reto dela se enchia do meu leite)
Juli - siiiiiiiii...gozeiiiiiiii...ahahahhahahaahhhhhhhhhhhhhhhh...
CONTINUA.
Este capítulo da nossa história vamos dedicar a como fomos assimilando, consolidando e, principalmente, construindo uma vida sexual em torno dessa maneira de transar que tanto a gente gostava. Achamos muito importante que vocês saibam exatamente como foi a nossa história, e não temos necessidade de mudar os fatos, mesmo sabendo que os leitores buscam outra coisa. Aquela noite de sábado relatada no capítulo anterior terminou com uma conversa entre nós três depois que a Juli tomou outro banho. Talvez isso não seja o que os seguidores mais querem ler, mas também não vamos inventar nada. Essa conversa daquele sábado girou em torno dos grandes medos, principalmente da Juli, de que o Rober pudesse contar alguma coisa, ainda mais sabendo que ele tinha um rolo com a amiga dela, a Lorena. A conversa terminou com uma promessa quase angustiante de sigilo por parte do nosso amigo.
Com a Juli, a gente falava até cansar do assunto, conversas muito longas e que não vêm ao caso para não encher o saco de vocês, mas nas quais fomos totalmente sinceros sobre o tema. E o que sempre dava no final é que nós dois gostávamos daquilo, e cada vez mais. A gente era direto ao falar, não tinha que esconder nada. Achávamos que era o melhor, já que nosso relacionamento estava começando, a gente ainda era adolescente, e esse começo sexual era meio extraordinário. Foi quase sem querer que a gente chegou naquele ponto em tão pouco tempo, mas de uma coisa a gente tinha certeza: a gente já estava apaixonado um pelo outro. É por isso que a gente conversava tanto. Um pouco de culpa e sensações estranhas nos envolviam depois de cada suruba, não vamos mentir.
A Juli me jurava pelos pais dela que não sentia o menor sentimento ou atração pelo nosso amigo, mas que, dentro das quatro paredes, ela o via como mais um ingrediente para alimentar a nossa sacanagem. Ela adorava se sentir uma verdadeira puta entre dois homens... para ela. Rober era só mais um pau, ou seja, ela reconhecia o prazer dela em brincar com dois paus, adorava, mas tanto fazia se era o Rober ou outro homem, só que descartava a ideia de um desconhecido por medo. Também me deixava claro o tempo todo que nossas relações não precisavam ser sempre assim, ela dizia que amava a parada do ménage, mas só até aí, porque o que realmente deixava ela louca era transar comigo a toda hora, coisa que posso confirmar pelos comportamentos felinos dela, sempre era eu quem sugeria a brincadeira com nosso amigo, ela nunca fez isso até hoje. E o mais importante de tudo que ela reconhecia era que o jogo dela só ia até o sexo oral, que de jeito nenhum queria que o Rober penetrasse ela, e me pediu por favor que eu nunca insistisse nisso porque a resposta dela ia continuar a mesma. Quem ia sempre penetrar ela no jogo era eu. Ela era muito direta, e acho que se não fosse assim, isso nunca teria acontecido.
Eu, por minha vez, reconheci esse fetiche estranho escondido dentro de mim, que nunca, mas nunca mesmo, pensei que pudesse gostar tanto, não me cansei de confessar pra ela meu amor, que era e é realmente verdadeiro e transparente, estava deslumbrado e apaixonado por ela, mas tinha vezes que meu tesão era tão grande que sentia uma vontade imensa de ver ela nas mãos de outros, não sei por quê... sinceramente, incompreensível pra qualquer mortal, nos meus momentos de solidão também me perguntava como podia gostar disso, ver a mulher que eu estava começando a amar com outro homem... mas meu pau me confirmava cada vez mais meus gostos e preferências em cada ato, ficava duro que nem ferro. Essa situação me levou a pesquisar sobre o assunto, googlei... horas e horas de informação consumida até chegar na palavra CUCKOLD, que eu já tinha lido milhões de vezes em vídeos pornô mas não sabia o que significava, li muito sobre o assunto e percebi que cada descrição e característica desse tipo de prática me descrevia, e que eu não estava sozinho nesse barco. Não Não havia nada que me deixasse tão tesudo quanto aquela imagem da boca da Júlia chupando o pau do meu amigo, tinha ficado gravada na minha retina. Contei tudo isso pra ela, e juro que, em vez de se assustar com o assunto, ela continuou levando numa boa, como sempre. Inacreditável, sim, mas foi exatamente assim que tudo começou, e eu não sabia qual era o meu limite. O que a gente sabia era que nosso amor já tinha nascido.
Aquele ano seria de grandes mudanças pra mim, primeiro por causa do meu relacionamento com a Júlia, que ficou tão sério que nossos pais se conheceram. Os jantares com os sogros se repetiram várias vezes, e, apesar dos meus pais serem bem mais velhos que os dela, eles se davam super bem. Os pais dela eram e são duas pessoas incríveis, mesmo tendo uma situação financeira muito boa, eram simples e humildes, o que tornava a relação ainda mais gostosa e fortalecia a nossa. Meus pais adoravam a Júlia... ela era a princesinha lá em casa, e eu, na casa dos meus sogros, era o filhão que eles sempre quiseram ter. Digo que foi um ano de grandes mudanças porque, pra minha sorte, meu sogro me levou pra trabalhar com ele, como tinha prometido, e de cara já me tratou como se eu fosse o braço direito dele no trampo. Ficava o dia todo do lado dele, num comércio de venda de bancadas de mármore e granito, mas que era gigante, uma loja de quase um quarto de quarteirão, com um galpão enorme nos fundos onde preparavam os cortes e pedidos. Quando entrei, não entendia porra nenhuma, mas meu sogro foi me explicando detalhadamente como funcionava o negócio, e com o tempo virei uma espécie de secretário dele, vestido até de camisa e gravata, responsável por compras e vendas, lidando com quantias de dinheiro que na minha vida inteira nunca tinha mexido. Tudo isso com o grande bônus de ele ter me dado um salário que dobrava o que eu ganhava no meu emprego antigo, o que me permitiu, com uma ajudinha do meu sogro, comprar meu primeiro carrinho, um lindo Fiat. Um modelo 94 em estado impecável. Repito que sentia que tinha ganhado na loteria, nada podia ser melhor. Juli me visitava todo dia no meu trabalho, só pra ficar do meu lado, coisa que o pai dela adorava, já que antes ela nunca ia no negócio.
Entrando no assunto taboo, as relações com o Rober não foram tão frequentes quanto o leitor gostaria. Durante aquele ano todo, só repetimos o jogo a três em quatro oportunidades, e a primeira vez depois daquele fim de semana dos dois capítulos anteriores só rolou dois meses depois, outra no inverno daquele ano e mais duas chegando em novembro e dezembro. Com isso quero explicar que a gente curtia muito o lance a três, mas também não era coisa de fazer todo fim de semana, a gente gostava, mas não era obsessão de nenhum dos dois. O sexo a sós com Juli cada vez era mais hot, a gente costumava ir pra motéis e adorava, embora ela não entregasse a buceta todo dia, dava pra experimentar essa penetração com mais frequência com meus pedidos insistentes, até chegar num ponto que ela pelo cu gozava mais do que sofria. O esperma na cara ou na boca dela era figurinha repetida em cada ato sexual, raramente a gente fazia de modo romântico, não éramos esse tipo de pessoa na hora de foder, éramos mais selvagens, e ela se superava em cada ato. Uma verdadeira amante da pica.
Era um assunto importante também a relação da Lorena com o Rober, embora não fossem um casal, eles se juntavam pra transar, a gente sabia pelos dois, e ela parecia bem agarrada com ele. A gente costumava sair de quatro bem frequentemente, então imaginem que encontrar oportunidades pra fazer o nosso não era tão fácil, e o que menos queríamos era levantar suspeitas.
As situações eram sempre parecidas, o Rober participava de sexo oral dando e recebendo, o único que comia a Juli era eu, ela só deixava meu amigo tocar nas partes íntimas dela com a língua e as mãos dele, depois ela retribuía as gentilezas, e preciso deixar claro que o Rober tinha superado de longe o que havia prometido, se comportava muito bem, nunca fazia nenhum gesto suspeito, jamais tocava no assunto... só esperava o convite. Embora durante o sexo dissesse que queria comer ela, nunca passou dos limites nem tentou fazer mais do que permitíamos. Depois de cada encontro, era um cavalheiro inglês, quase não mencionávamos nada do que tinha rolado, e pouco tempo depois de terminar, ele nos deixava sozinhos a nosso pedido. Estávamos levando adiante o que tanto havíamos conversado de um jeito cirurgicamente preciso, nós três, uma precisão estranha porque éramos adolescentes, mas foi assim mesmo por quase um ano. Três episódios sexuais rolaram na minha casa ou na casa do Rober, quando nossos respectivos pais estavam fora por vários motivos... festas, saídas ou aniversários, e só vou relatar explicitamente o seguinte, que na minha opinião foi o mais quente dos quatro porque fomos a um motel.
Quase no começo de dezembro, saímos pra dançar com a Juli. O esquema de encontrar o Rober na balada já tinha sido tramado durante a semana. Meu amigo ia se encontrar com a Lore à noite, mas dizendo que não sairiam de madrugada naquele sábado, sei lá que desculpas ele dava pra não fazer isso. Ele iria pra casa e depois a gente se encontraria de noite. Preciso esclarecer que, como esses jogos de três já estavam totalmente na cara, o esquema era sempre o mesmo, não tinha muita enrolação. Eu propunha a ideia pra Juli e, se ela topasse, eu falava pessoalmente com o Rober pra evitar mensagens de texto que pudessem deixar pistas. Depois, minha cabeça começava a planejar tudo pra ser o mais cauteloso possível, e eu realmente mandava muito bem, com o tempero extra de agora ter carro e mais grana disponível. Naqueles dias anteriores, tive a ideia de ir a algum motel pra ficarmos bem tranquilos, o que me deu o trabalho de pesquisar no Google e telefonar. vários hotéis que fossem meio afastados do raio das nossas casas, e que tivessem a particularidade de permitir três pessoas num quarto, coisa que nem todos aceitavam. O destino foi encontrado, e assim como eu procurava o hotel, também procurava uma balada perto dele, pra não ter que dirigir longos trajetos de um lado pro outro. Pode parecer meio complicado o que eu tô contando, mas era assim que eu tramava pra tentar não encontrar conhecidos na noite. O destino escolhido foi a zona sul, uma balada bem chique e que ficava a menos de vinte quarteirões do hotel selecionado. A gente ia ficar com a Juli um tempinho na balada, o Rober já tinha o endereço exato dela, mas a minha ideia era que ele não entrasse no lugar, tanto eu quanto a Juli não queríamos que nos vissem os três juntos, então o Rober, enquanto a gente tava na balada bebendo alguma coisa e matando um pouco o tempo, tinha que esperar a gente a uns quarteirões do local, na mesma rua onde ficava a balada, num ponto exato. Os leitores devem achar que minha ideia foi muito rebuscada, e pode ser, mas o assunto merecia estratégia, o Rober aceitava e a gente queria assim, tínhamos muito medo de que nos vissem os três juntos, principalmente porque a Lorena tava muito apaixonada pelo Rober. Entramos bem cedo na balada e só ficamos um tempinho, tomamos dois drinques cada um e fomos esquentando, sentados um do lado do outro nuns reservados... Eu tava de camisa e jeans, a Juli tinha vestido um jeans bem justinho preto, uns sapatos de salto que levantavam ainda mais aquela bunda e uma espécie de camiseta justa, meio decotada e o cabelo solto e perfeitamente liso, e pra esclarecer, ela tinha cortado com franja, tava muito puta.
Eu - Amor... por que a gente não vai indo... cê quer..? Já quero vazar daqui...
Juli - Já..? Agora são uma e quinze... haha... (ela disse olhando pro relógio)... tão apressadinho assim..? (e me deu um beijo na boca)...
Eu - Sim.... tô ansioso haha...e meio nervoso...quero que tudo dê certo...
Juli- E como a gente vai fazer pra entrar os três no hotel..? (ela disse me olhando nos olhos)
Eu- Esse hotel permite entrada de três...já liguei, mas vamos colocar o Rober no banco de trás e ele se esconde, com os vidros escuros não dá pra ver nada...pensei em tudo, amor... (dei outro beijo nela)
Juli- haha...você é terrível...então tá, bora...vamos saindo... (ela toda animada)
Em minutos saímos do lugar, fomos pro estacionamento, partimos em busca do nosso amigo e ao chegar no ponto combinado vimos ele na calçada do outro lado esperando de boa numa esquina, penso agora na cena e acho engraçado, mas na hora era puro nervoso, buzinei e fiz sinal, ele se aproximou e eu desci pra ele entrar no banco de trás, o carro era de duas portas, dei as instruções pra ele se deitar no banco traseiro e cobrir a cabeça com uma jaqueta, as risadas e piadas dos três pela situação não demoraram, parecia que a gente tava sequestrando ele, apesar do hotel permitir entrada de três pessoas juntas, a gente queria evitar essa exposição, em menos de dez minutos estávamos na entrada do hotel, e como era muito cedo não tinha fila de carros, freiei um pouco antes da janelinha da recepção pra não dar pra ver o carro, era puro cagaço, mas a situação foi bem tranquila, o cara que me atendeu pela janelinha nem olhava pra mim, tava vidrado numa TV que passava um filme e me atendia quase sem me encarar, pedi um quarto dos mais caros pro turno de duas horas, entramos e os quartos eram todos no andar de cima porque tinham entrada de carros e portão com lona, então entrando e fechando o portão ninguém via quem entrava ou saía do carro, é um hotel muito conhecido daquela região e acho que tô dando detalhe demais, a questão é que descemos os três na correria e entramos no quarto subindo as escadas. Eu— Caralho... que quarto bonito... (olhando pra todo lado, o quarto tinha cama, hidromassagem, mesas e cadeiras, uma salinha, frigobar com champanhe, e tudo decorado de um jeito bem delicado em tons de branco e preto, muito chique, parecia a casa da Juli em miniatura)
Rober— Sinto que acabei de entrar no paraíso... hahaha... vamos pedir algo pra beber, tô com sede... (ele levantou o telefone e na recepção disseram que a gente podia escolher do frigobar e pagava tudo na saída, se quisesse mais ou outra coisa pra beber era só ligar de novo, na geladeirinha tinha quatro garrafas)...
Juli se aproximou da sala, deixou a bolsa numa mesinha...
Juli— Aiii... esse lugar é muito gostoso haha... tô amando... (cruzou as pernas e pegou o controle da TV, ligou, e um filme pornô pesado apareceu na tela, um negão de cock enorme sentado e uma loira gostosa chupando a cock dele)... aiiii... hahaha... que negão... hahaha (Juli já tava super animada)...
Eu— Filho da puta... que pedaço hahaha... (falei sentando do lado dela, abraçando e enchendo ela de beijos, Rober chegava com uma garrafa de champanhe e três taças)...
Rober— hahaha... anã, tá babando hahahaha...
Juli— hahaha... idiota... haha... não... grande demais pro meu gosto... (pegou uma taça e começou a beber)...
Aí a gente ficou os três sentados, tomando champanhe e vendo a loira chupar o negão, fazendo piada sobre o tamanho da cock e rindo pra caralho, mas cês vão entender que a situação de estar os três num hotel, vendo pornô, passou de cômico pra quente, minhas mãos já tavam em tudo no corpo da Juli e ela correspondia de vez em quando com beijos de língua, cada vez mais safados, Rober olhava e comentava umas coisas que nem lembro, a temperatura subiu e subiu... Juli pegou a bolsa e levantou...
Juli— Vou no banheiro... já volto volto, é... (se afastando)....
Eu – Não demora, love... (olhamos ela ir embora até entrar no banheiro, vendo como ela mexia aquele rabo de forma sensual ao andar, verdade que ela sabia andar muito bem de salto)....
Rober – Uff... Javi, não sei você... mas eu já tô de pau duro... (segurando a pica por cima da calça e olhando a cena na televisão)
Eu – Eu também, Rober... por que a gente não espera ela de cueca?... (coisa que nem pensamos duas vezes, e num instante estávamos os dois sentados tomando champanhe de cueca boxer, ambos combinando na cor branca, e com nossas picas bem duras)....
Passaram uns cinco minutos e Juli sai do banheiro, quase nos fez gozar, saiu com uma lingerie preta, salto... meia liga que onde terminava tinha uns 10 centímetros de renda enfeitando o topo das coxas... a calcinha fio dental e o sutiã eram de um tecido de gaze... bem transparente... cabelo solto e aquela franja deixava ela mais puta do que já era... foi se aproximando de nós sem falar, diante do nosso silêncio e olhar, pegou o controle remoto e desligou a TV, virando de costas pra gente, era uma calcinha fio dental bem fina enterrada na bunda, ela se vira de novo e fica de frente, dava pra ver toda a buceta linda e depilada através do tecido daquela calcinha, pegou uma taça de champanhe e tomou tudo de uma vez, nós sem nos mexer, ela a menos de um metro de nós, já tinha aquela cara que passou de divertida pra séria e com uma cara de safada que nós dois já conhecíamos, ela controlava essa situação perfeitamente, nada de vergonha, muito pelo contrário, encheu a taça de novo e virou tudo de uma vez de novo... deixou a taça na mesinha de centro, de pé, abriu levemente as pernas e a mão direita foi entrando na calcinha fio dental, que começou a acariciar, ela se masturbava na frente dos nossos corpos imóveis e picas estourando, naquele momento, olhando pra ela, fui tirando a cueca boxer até ficar completamente nu, Rober me olhou e copiou meu movimento, nossas picas apontavam para o teto com uma rigidez impressionante, nós dois começamos uma masturbação lenta enquanto assistíamos ao espetáculo que ela nos dava, ela fazia devagar e de frente, de vez em quando virava de costas e acariciava aquela bunda redonda, empinada e safada que tinha, era uma mina de pele branca com a bunda de uma mulata, ela se acariciava e abria, de repente a gente via por trás o dedo dela brincando na buceta... isso se repetiu por minutos... ninguém falava... era sempre assim no começo, enquanto a gente ia esquentando o clima, de repente a gente vê ela pegar a mesinha de centro, arrastando pra ganhar espaço entre a gente... de pé ela olhou pra gente e se aproximou, a surpresa foi que dessa vez ela chegou primeiro no meu amigo, o que deixou minha pica ainda mais dura, nunca tinha começado assim, ela se colocou quase entre as pernas abertas dele e virou, deu as costas e bem devagarinho foi se abaixando até sentar completamente na pica dele enquanto apoiava as mãos nas pernas dele, o Rober se deixava fazer, não tocava nela, tinha as mãos apoiadas no sofá enquanto a Juli esfregava a bunda nua na pica dele...
Rober - ahhhh... por favor, anã... que pedaço de bunda você tem... sente... sente como você me deixa com a pica dura... (ela enquanto se apoiava me olhava nos olhos franzindo o narizinho)
Juli - ahhh... amorrrr... ele tá muito duro hoje... sinto ele muito duro na minha bunda... sinto ele muito grande... (e não parava de apertar cada vez com mais pressão)
Eu - Você gosta, amor...? que puta que você tá hoje... adoro... continua... continua assim que eu gosto de te ver... (eu quase nem me masturbava de tão devagar que fazia, sem perder nenhum detalhe)...
Rober - Como eu queria comer essa sua bunda... você não faz ideia, Javi, como eu comeria a bunda da sua namorada... (a excitação do Rober já aumentava, porque as mãos dele se apoiaram nas nádegas da minha namorada e acompanhavam o movimento da Juli)...
Juli - ahhhh... me apoia... me toca um pouco na buceta... (e aí eu vejo a Juli parar de me olhar, esticar a mão...) corpo, e as costas dela foram se aproximando do torso do meu amigo, ficando apoiada nele. Rober pegou ela pelas pernas e abriu elas por cima das dele, de modo que a Juli ficou com as costas no torso dele e a cabeça virada pro lado na minha direção, de pernas abertas e com a buceta ainda na pica do meu amigo.
Eu me masturbava devagar olhando aquela cena cada vez mais pornográfica...
Rober - mmmm... anã, você tá encharcada... tá muito gostosa hoje... me parece que essa buceta quer minha pica... Javi... ela tá com a buceta toda molhada... (Rober tinha enfiado a mão direita dentro da calcinha fio dental dela e tava batendo uma punheta nela enquanto ela se esfregava na pica dele, ela fazia tudo sem parar de me olhar, assim ficou por um tempo diante do meu silêncio, ela não parava de gemer)...
O apalpamento do meu amigo na minha namorada era cada vez mais pesado, ele foi tocando a buceta dela tanto que ela já gemia e gemia sem parar, a mina tava muito gostosa, de repente as duas mãos dele foram pro sutiã e puxaram pra baixo de uma vez, deixando os dois peitos dela no ar, duas bolinhas de tênis, ele agarrou com as duas mãos e apertou, enquanto fazia isso a Juli me mostrava febre nos olhos, e Rober começou a empurrar ela pra cima muito mais rápido do que antes, quase levantando ela e repetindo aquela investida cada vez mais forte...
Rober - ahhaha... hahaha... assim anã... assim que eu quero te comer... assim que eu quero meter a pica... bem fundo (enquanto falava isso tava levantando e levantando ela com muita força na pica que tava apoiada nela)...
Juli - ahaha... para... para... mais devagar... (era evidente que os peitos dela tavam doendo porque a corrente dele tava escapando e apertando eles com muita força, aí Rober voltava a se comportar e ser mais suave)
Rober - ahhh... me desculpa anã mas você me deixa muito louco... ahh... olha como tá minha pica... já tá doendo... (disse isso separando ela um pouco e parando a fricção, ela se levantou com isso, virou de novo na frente dele e voltou a) Coloca cada perna por cima das pernas do meu amigo, dessa vez ela ficou de frente, pegou a pica dele com a mão e, sentando bem contra a pélvis dele, a pica do Rober ficou na racha da bunda da Juli por cima da calcinha fio dental, ela aproximou o corpo dela do dele e a cabeça dela de novo na minha direção)
Eu - Uff... meu amor... você vai matar ele com isso... como eu adoro te ver assim... que puta que você tá... (eu me masturbava bem devagar)...
O Rober colocou cada mão na bunda da minha namorada, abrindo pra que a pica dele ficasse entre a racha das nádegas dela, enfiou um dos peitos dela na boca, e assim foi movendo a pélvis dele de baixo pra cima, se masturbando com a bunda da Juli enquanto chupava um peito e amassava a bunda dela, eu quase não via a cena porque tava de lado, mas olhava o olhar quase perdido dela de tesão que dava fazer isso, o Rober não parava de amassar a bunda dela, aí eu levantei e fui pra trás dela pra ver melhor a cena, podia ver a pica grande do Rober bem dura e grossa entre as bandas da bunda dela, via como ele apertava as nádegas abrindo elas enquanto a masturbação dele ia e vinha, juro que tava com vontade que ele comesse ela de verdade, ver aquela pica entrar na buceta da minha namorada...
Rober - Como eu te faria gritar de loucura anã... pergunta pra Lore como eu fodo ela e rasgo a buceta dela... a puta da sua amiga adora... assim que eu quero fazer com você também... e que você fique louca igual ela fica louca... (tirando o peito da boca dele, a Juli não respondia mas era ela já que mexia a bunda contra aquela pica gemendo cada vez mais ao ouvir o que o Rober dizia pra ela)...
Eu - Princesa... para de mexer a bunda que você vai fazer ele gozar... (eu de pé me masturbando vendo a cena)...
Ela parou os movimentos dela, uns instantes em que se via ela gemer e respirar acelerado, ficou parada uns segundos... saiu da posição que tava e ficou de pé me olhando quase colada em mim e de costas pro Rober que continuava sentado, peguei ela pelo queixo e me aproximei, comecei a beijar ela bem frenético enquanto amassava a bunda dela, sentia os gemidos e o tesão na minha boca, meti a mão na buceta dela e tava molhada como nunca, bem lubrificada, passei a mão na buceta inteira enquanto beijava ela...ela se separou de repente...
Juli- Tô com sede...me dá um gole...(tava meio descabelada e corada, servi outra taça de champagne terminando a garrafa, ela virou de uma vez, tava ofegante, nisso vejo o rober levantar, encosta por trás nela e beijando o ombro dela falou..)
Rober- Tá com sede anã?...vou pegar outra garrafa...me deixou com a pica dura...(e se soltou indo até o frigobar pegar outro champagne)...
Assim que ela terminou a taça e o rober se afastou, peguei a calcinha fio dental dela e fui puxando pra baixo enquanto ela continuava de pé, ela tirou os saltos, levantei de novo, peguei ela pela mão e guiei até o sofá, coloquei ela de quatro em cima, ela assim que entendeu apoiou os braços no encosto e os joelhos no assento, levantou bem a bunda, que era morbidamente decorada pela lingerie dela, vejo o rober se aproximar e deixar a garrafa na mesinha de centro...nós dois ficamos atrás dela
Eu- Olha rober...olha essa bunda...(minha mão acariciou as nádegas dela e passei na buceta de leve, a outra mão na minha pica)...
Rober- Tem a melhor bunda que já vi na vida, me deixa louco javi...a bunda da sua mina me deixa louco...anã me deixa louco a rabeta linda que você tem...(esticou a mão na outra nádega e assim ficamos apalpando a bunda dela entre os dois)
Ficamos atrás dela apalpando ela toda enquanto ela gemia e gemia, tocávamos, acariciávamos e apertávamos devagar, revezávamos pra passar os dedos na buceta, rober tocava a buceta molhada dela e levava os dedos na boca...assim fomos apalpando ela os dois enquanto batíamos uma devagar...ela ficava quieta e Gemia... uma puta entregue...
Juli - ahahah... siiiim... me toquem toda... aaaai... não parem por favor... adoro... (e levantava mais a raba)...
Eu fiquei bem atrás dela, me inclinei um pouco pra minha cara ficar na altura da bunda nua dela, abri com as duas mãos e comecei a chupar, chupava devagar a buceta dela que ficava exposta de tanto que ela empinava a raba, metia a buceta dela inteira na minha boca e babava ela toda...
Rober - Assim Javi... chupa ela toda amigo... chupa a buceta dela também... chupa o cuzinho dela... (ele dizia isso só parado do meu lado, e se masturbava devagar)
Juli - Aaaai... me chupa devagar amor... vai que tô muito quente...
Abri bem as nádegas dela, minha língua em ponta começou a brincar no buraquinho anal dela, em círculos chupava, sentia o esfíncter dela relaxar e ceder, minha língua cada vez mais fundo naquela buceta, e mais, tirava ela inteira e metia de novo o máximo que podia, comia a bunda dela com a língua...
Rober - Uuuuuuu... filho da puta como você chupa a buceta dela... quer pica anã..? (disse isso enquanto subia no sofá, sentou no encosto do lado dela e ofereceu a pica)
Ela virou a cabeça, pegou a pica dele com a mão e meteu na boca enquanto eu abria a buceta dela com a língua, de vez em quando levantava a vista pra ver ela chupando a pica do rober, fazia devagar e por toda a pica...
Rober - Ahahah... nunca senti tanto prazer... como você chupa minha pica juli... como você gosta da minha pica na boca... vai chupa ela toda... é toda sua... chupa ela toda vai... assim... (e segurava a cabeça dela marcando o ritmo da chupada, mas não selvagem, só acompanhava o movimento)
Juli - ahah... continua amor... me chupa toda... eu tô comendo essa pica grossa... tá bem dura... chup chup chup... me chupa toda enquanto eu chupo a pica do seu amigo... aai aai... chup chup chup... vou te chupar toda essa pijota....cê gosta, cara..? mmm...que pau gostosooo (tava devorando a rola dele)
Aquela sessão de boquete durou um tempão, enquanto eu ia enlouquecendo ela por trás, comi a buceta dela e a raba inteira enquanto ela chupava o pau do rober.....tudo a gente fazia devagar, curtindo a tranquilidade e privacidade do lugar, até que o rober tirou o pau da boca dela, claro que se continuasse ia encher a boca dela de porra e ainda faltava mais de uma hora......
Rober- ahh....para, anã, que se a gente continuar vou gozar......deixa eu chupar ela, javi....vem cá você...
Na hora a gente trocou de posição, o rober pegou a camisa dele que tava no chão e passou um pouco na raba e na buceta da minha mina, que se deixava fazer imóvel, limpando a saliva toda que eu tinha deixado, ninguém mandou, ele só fez bem rápido....e agora a juli enfiava meu pau na boca dela chupando devagar enquanto o rober tava atrás dela comendo a bunda dela, via a cabeça dele enfiada entre as nádegas dela, e ele mexia mais rápido do que eu tava fazendo antes....
Juli- ahahah.....hahaha....pelo amor de deuuuus......chupa minha buceta, filho da puuuuta..(a juli tava se descontrolado)...
Eu continuava vendo como o boquete que ele dava nela tava cada vez mais intenso, e tava morrendo de vontade de ver de mais perto, então tirei o pau da boca da juli e fui ver a cena....
Eu- Uuuu...amo como tão chupando você toda.....a bundinha.....chupa a raba dela, rober....
Juli- siiiim.....a raba chupa eu....vaiii....
Rober levantou a cara, vi o cu da minha mina todo babado, ele abria as nádegas dela com as mãos...
Rober- Que raba gostosa que sua mina tem, irmão.....me deixa louco....passaria a noite inteira chupando ela.....amo demais.....olha como eu como...(e na hora vejo ele abrir bem e meter a língua dentro do cu dela)
Juli- Ahhhhhhh.....filho da puuuuta.....cê tá metendo a Línguaaa......paara.... (ela quieta, só gemendo e falando)
Rober — Cê gosta, anãzinha....fala....tá morrendo de vontade de levar dessa Booty aqui.... (e disse isso tirando a língua e enfiando devagar um dedo no cu dela).......assim....assim que cê quer que eu meta a pica.... (tirava o dedo e passava a língua de novo, até que tirava a língua e enfiava o dedo de volta, metendo e tirando devagar).....como vou comer essa bunda....vou abrir ela toda com a pica até encher de porra.... (e repetia a dilatação que tava dando com a língua e os dedos, que cada vez pegavam mais a Booty da minha mina)...
Juro pra vocês que eu tava num transe doentio vendo o Rober fazer de tudo na Booty da Juli, tava com a pica dura igual um cacete e não me tocava, só olhava impressionado como a Juli cada vez dava mais avanço no assunto....
Eu — Apoia ela, Rober....passa a pica na Booty dela.... (comecei a bater punheta)..
Rober nem respondeu, se levantou e pegou na pica que tava reta, bem dura, a cabeça vermelha....apoiou ela na fenda dela e, segurando a cintura dela, começou a deslizar por toda a racha....devagar....de baixo pra cima...
Rober — Olha aqui, irmão....é assim que eu quero comer ela....sonho em comer essa rabuda....um dia vocês têm que me deixar.... (falava isso enquanto eu batia punheta olhando e ela gemia)...
Juli — ah ah ah....continua....faz....me apoia.... (ela já tava fora de si)...
De repente vejo o Rober pegar na pica com a mão, sobrava meia pica livre, com a outra ele abriu a Booty dela e devagar apoiou a cabeça da pica bem no buraco do cu, a Juli ao sentir se assustou....mas não se mexeu....e disse como se caísse na real...
Juli — Paara....que cê tá fazendo...? Javi....não quero....cê sabe....isso nãooo.... (falou sério, mas também não tinha saído da posição, o Rober ao ouvir tirou a pica dali)
Eu — Calma, amor....ele não vai meter....só tá apoiando um pouco... não fica assim... aproveita... eu sei que tu não quer... só encosta ela, rober... ouviu?... não sai do assunto porque tu esquece da gente... (pra falar a verdade, com a tesão que eu tava, queria que ele arrombasse a bunda dela, mas sabia que ela não queria e também não ia estragar tudo que a gente tinha conseguido)
Juli- Não exagera, rober... só encosta...
Rober- calma, anã... só vou encostar ela... assim... só um pouquinho assiiim... tu gosta?... (ele disse isso encostando de novo a cabeça da pica no buraco do cu, encostava e esfregava no esfíncter, eu tava quase gozando só de ver a cabeça daquela pica brincando no cu da minha mina)... sente... sente minha pica no teu cuzinho... tu não sabe a vontade que eu tenho de meter ela... mas eu me comporto bem pra tu aproveitar... olha... sente a pica... (e ele encostava bem no buraquinho)
De repente, ela foi deixando o corpo cair todo no sofá, apoiando a cara e o peito quase no assento, de um jeito que deixou a bunda bem pra cima e toda a buceta na altura da pica do rober...
Juli- ahahah... passa ela na minha buceta... devagar... só passa ela...
Rober mudou de alvo, e pegando a pica com a mão direita começou a passar a cabeça da pica por toda a extensão dos lábios da buceta da minha mina, como se fosse um pincel que subia e descia, fazia devagar e eu podia ver como os lábios dela se separavam conforme a cabeça da pica do rober deslizava por toda a buceta hiper lubrificada dela, a cada passada a cabeça da pica ficava brilhosa, o atrito fazia um barulho que era extremamente pornográfico, subia e descia passando a cabeça da pica pela buceta inteira da minha mina, e de repente fazia pressão na região do clitóris dela... aí ela enlouquecia...
Juli- ahahahaha... filho da putaaaaaa... (a juli não era uma garota de falar palavrão, mas a situação transformava ela)... continuuuua... eu amoooo... (assim o rober passou ela) pau cada vez mais rápido por toda a buceta, mas obviamente isso não era só prazer da juli, o rober tava acelerando aquela fricção, a velocidade era considerável... e a sensibilidade do pau dele não ia aguentar muito)...
Vejo ele se grudar nela, deixando a porra do pau apoiado em toda extensão sobre a buceta da minha mina, ao longo dos lábios vaginais dela, tive que me abaixar um pouco pra ver melhor a imagem, o pau do rober era grande, então quando ficou apoiado assim a cabeça do pau ficou quase no clitóris da juli, ele tomou a posição como se montasse nela e agarrando os peitos dela com as duas mãos por trás começou a se mover pra frente e pra trás como se estivesse comendo ela, mas muito rápido... eu podia ver como o pau dele se esfregava por toda a buceta dela... os lábios vaginais dela estavam muito lubrificados e eu via como se abriam e fechavam a cada passada daquele pau... cada vez mais rápido... olhando eles de lado... era uma verdadeira fodida... os corpos deles estavam colados e ele se movia cada vez mais rápido sobre ela... pareciam um cachorro e uma puta... os cabelos da juli balançavam pra todo lado... ele ficou apoiado direto na vagina dela por vários minutos... o rober metia tão forte que meu medo era que numa dessas sacudidas ele enfiasse o pau no fundo da buceta dela...
Juli- ahahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Rober- Tomaaaaa... anã tomaaaaa... goza toda putinhaaaa... aseee... vou te comer todaaaa... (ele apertava forte os peitos dela enquanto metia)
Juli- ahaha... paraaaaaaa... ahahahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Rober- Ahhhh... vou gozar... não aguento mais
Eu- Na cara... dá na cara dela... vira amor...
Vejo que o rober abandona a posição esperando por segundos pra ver o que a juli fazia, ela continuava de quatro tremendo, não sabia se tava gozando da tremenda fricção que tinha tido na vagina por vários minutos Rober parou e começou a bater uma bem rápido, olhando pra bunda dela. Dois ou três segundos, Juli não se mexeu... ele não aguentava mais... Rober encostou a pica dele na buceta dela e a rola explodiu... mais de seis jatos de porra grossa e branca acertaram a buceta e o cu da minha mina, ele tava sujando ela toda... a buceta dela tava ficando toda branca... impregnada de porra alheia... ele sujou ela inteira... mas muito... a buceta dela tava toda banhada de porra...
Rober — Ahahah tomaaa anã... olha como enchi essa buceta de porra... sente toda a minha porra...
Eu — Filho da putaaa... banhou ela toda... foda... amor, você tá cheia de porra... impressionante...
Juli — Ahhh... Javi, por favor, me come que eu não gozeiiii... por favor, enfia logoooo...
Preciso deixar claro que eu tava num dos meus dias de maior tesão, tava quase estourando a pica, mas nem fodendo que ia meter com toda aquela porra ali... peguei a camisa do meu amigo e limpei rápido como pude até ver que não deixei vestígio, ela continuava implorando pra ser comida, sem se mexer... peguei ela pelo braço e levei pra cama... joguei ela de bruços... subi em cima dela e fiz pressão com a pica no cu dela, ela não falou nada, tava alucinada, entrou a cabeça e bem rápido o tronco inteiro até ter ela toda dentro do cu dela... o cu dela tava bem lubrificado pelas chupadas anteriores... deitei em cima dela... tava tão tarado que comecei uma foda acelerada, comecei a comer ela forte pelo rabo, ela era uma mistura de gemidos, gritos e palavras que eu não entendia porque ela tava com a cara na cama... mas não se mexia, só levantava a bunda contra mim... e não vou mentir... essa penetração não durou mais de cinco minutos, já tava quase gozando, mas foram cinco minutos que eu praticamente arrebentei o rabo dela... bati bem forte... picaço e mais picaço no cu da minha mina que não parava de falar contra o Lençóis... sacudia o corpo inteiro dela contra a cama... ela levantou a cabeça...
Juli- Javiiiiiii... tô gozandooooo ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh (tava tendo um orgasmo do caralho com meu pau enterrado na bunda dela, e eu também não aguentei mais)
Eu- ahahahahaha... tomaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa (esvaziei tudo dentro do cu dela, tremendo e dando duas ou três sacudidas fortes pra terminar de deixar toda minha porra dentro daquele rabo)...
Ficamos na cama nos recuperando enquanto vimos que o Rober ia tomar banho. Ela me pediu pra estender o turno por uma hora pra poder tomar um banho e se recuperar da trepada. Ainda faltavam quarenta minutos do primeiro turno, mas eu peguei o telefone pra solicitar a extensão. Tive que combinar mais duas horas, já que não faziam por uma hora só. Nessas quase duas horas e meia, a gente também tomou banho. Eu fui o último. E enquanto íamos nos lavando, fomos bebendo mais champanhe. Tomamos as quatro garrafas da geladeira e pedimos mais uma. Nesse tempo que bebíamos, transamos vestidos, colocamos música no som do lugar e conversamos sobre tudo enquanto íamos bebendo: sobre sexo... sobre a Lore... tocamos no assunto das nossas férias... e conforme o clima foi descontraindo, a gente ria pra caralho de qualquer coisa. Era assim que a gente era... passava do tesão pra conversar os três, e isso era o bom do comportamento do Rober: ele participava sexualmente com a gente, mas daqui a pouco falava de qualquer coisa como se nada tivesse acontecido. Pra falar a verdade, as garrafas eles tomaram sozinhos... já que eu tinha que dirigir e ainda tava lúcido pra isso. O Rober teve que vestir a jaqueta sem a camisa, porque ela tava toda suja de porra, e a Juli já tava bem bêbada, pra não dizer que tava muito bêbada. Ria pra caralho e falava um monte de besteira, me dava beijos e essas coisas. Olhei o relógio e ainda faltava meia hora pro turno acabar. Já tinham passado mais de duas horas que a gente dedicou a... Tomar champanhe e falar sobre qualquer coisa, tentei tirar a roupa dela de novo, mas na bebedeira dela ela não deixou... mas eu tava meio excitado de novo... fiquei de pé do lado dela...
Eu - Então chupa ele... vai, amor... chupa ele como despedida e a gente vai embora... (Rober meio bêbado também, olhava enquanto bebia do copo dele, eu tirei a pica meio dura e ela com os olhinhos semiabertos olhou pra minha pica e abriu a boca)
Ela começou a chupar antes da gente ir embora, minutos da minha pica na boca quente dela pra deixar ela bem dura, ela chupou com língua e lábios, ação que foi suficiente pra me deixar como um touro de novo, vejo meu amigo e ele tava se masturbando, também dava pra ver a pica dele meio dura, ela deixava a cabecinha quieta e eu pegava a boquinha dela praticamente, devagar... adorava ver ela assim meio bêbada e vestida, sentada e com a boca aberta cheia de pica, não demorou muito pra eu sentir vontade de gozar de novo, olho novamente pro meu amigo que se levantou do nosso lado, também procurando um pouco de carinho, ela tava bem bêbada e chupava e ria, mas eu tava excitado, queria ter continuado por mais duas horas naquele lugar, a gozada se fez sentir na minha porra... peguei ela pelo rosto depois daqueles minutos de chupada e mais chupada...
Eu - ahaha... tomaaaa linda... toma a porra... aaaahhhhh... (ela fechou a boca enquanto eu gozava dentro, via um movimento na garganta dela porque tava engolindo a porra)...
Terminei de gozar na boca dela, ela olhou pra mim e abriu a boca mostrando que não tinha mais resto de sêmen, riu ao me olhar... a mina tava muito bêbada...
Rober - Posso...? (disse me olhando e com a pica também dura, eu concordei, ela virou o rosto pra ele e riu de novo)
Rober imitou cada movimento meu, ela chupou a pica do meu amigo como despedida de uma noite incrível, chupava e ria de tão bêbada que tava, a pica dele entrava e saía da boca da minha mina... devagar mas... constante... sem parar... vi os lábios dela bem apertados na pica do meu amigo... minutos foram suficientes pra ouvir...
Rober- ahahahah... siiiim... boludão... toma anã... toma tudo... (ela fechou a boca de novo, prendendo a pica dele, e fez novos movimentos com a garganta, tinha a barriga cheia de porra de dois caras diferentes em questão de minutos, tinha engolido toda a gozada do Rober também)...
Depois que acabou, ela abriu a boca de novo e riu do que tinha nos presenteado. Naquela noite, a Juli dormiu em casa por causa do grau de bebedeira. Deixei o Rober a umas quadras da casa dele. Tinha sido a noite mais tarada do ano pra mim, embora tivesse adorado ver meu amigo comendo ela na minha frente.
Chegando janeiro, no negócio do meu sogro, meu trampo, todo mundo já sabia o período de férias, a segunda quinzena, quando o comércio fechava por quinze dias. Os pais da Juli iam veranear em Villa Carlos Paz, com um casal de amigos, por dez dias. A Juli sempre ia com os pais todo verão, mas dessa vez a ideia era outra, a gente tava negociando a permissão pra ir sozinhos desde dezembro, o que me custou umas conversas com meu sogro. Ele era muito gente boa, mas também cuidava demais da filha, vivia em cima dela. Deixar ela veranear sozinha comigo era um assunto sério, mesmo me querendo como filho, ele não disse sim de cara. A filha tinha 19 anos e ele ainda a via como uma menininha. Me fez saber os medos dele e o que eu tinha que prometer, cuidados e mais cuidados, mas acabou aceitando nosso pedido, principalmente por causa da pressão psicológica diária da filha, era um passarinho louco bicando a cabeça dele.
Nada que interesse ao leitor aconteceu nas festas de Natal, e a gente só esperava aquela quinzena tão desejada. Até aí sou sincero que esse era o plano: passar dez dias juntos na Costa Atlântica. San Bernardo foi o destino. selecionado por nós, muita farra e noite, praia de jovens, a ideia de ficar dez dias sozinhos nos deixava loucos, mas nunca passou pela cabeça o tesão até aí. Mas acho que vocês, depois de dez capítulos lidos, já conhecem um pouco a minha cabeça. Era uma tarde em que faltavam só dois dias para eu ir com a Juli veranear, e me encontrei com o Rober depois do trampo na praça onde a gente costumava tomar umas cervejas no verão, perto de casa... sentados na grama, bermuda, havaianas, regata e cerveja na mão...
Rober - E aí, mano..? Já tá quase no busão, né..? ....que massa isso....
Eu - Não vejo a hora de vazar....já quero estar lá....imagina dez dias....tô super ansioso...
Rober - haha....me imagino demais....não cabe um lugar na mochila pra mim..? haha (gole de cerveja)
Eu - haha.....e quem sabe....você viria num fim de semana..?....(cerveja e olhando pra ele)
Rober - Tô meio duro de grana.....mas se você me chamar, já compro a passagem....haha....mas teria que enrolar um pouco a Lore.....ela tá meio chata....mas dou um jeito haha....
Eu - tô falando sério, viu..? pela grana, esquece.....onde comem dois, comem três haha....não falei nada pra Juli....mas vou sondar ela lá....se rolar uns dias...te mando uma mensagem....depois você se vira pra enrolar a Lore.....
Rober - Javi......você me conhece, né....se você mandar uma mensagem, na hora eu vazo pra lá....claro, pergunta pra baixinha se dá pra interromper as férias dela....não quero atrapalhar também....você me avisa e manda a mensagem no horário de trampo....
Eu - beleza....vejo como é que fica....ia ser foda....combinado assim....(gole de cerveja)
Minha cabeça já tava maquinando a possibilidade de ficarmos os três juntos um fim de semana inteiro e confesso que me masturbei imaginando situações. O assunto me enroscava a cabeça de um jeito impressionante. Chegou o tão esperado dia, como era de se esperar, meus pais e os da Juli se despedindo da gente na Rodoviária. Eu levei só uma mochila e as duas cadeiras de praia, a Juli levou Uma mala com roupa pra um mês, já era de se esperar, ela tinha comprado um biquíni diferente pra cada dia, parecia. Eu não dirigia meu carro há muito tempo, então, por inexperiência, decidimos ir de ônibus. A gente tava doidão de feliz com essa aventura juntos. Preciso deixar claro que meu sogro foi quem alugou o lugar pra gente, ele ficava mais tranquilo assim. Ele contatou uma imobiliária de lá, fez a reserva por depósito bancário. O destino era uma casinha, pequena, mas bem perto da praia e do centro — La Rioja e Garay, pra ser exato, pra quem conhece.
Chegamos no destino numa segunda-feira de manhã e tínhamos que sair da casa na quinta da outra semana, também de manhã. Fomos na imobiliária, pagamos e pegaram a chave. Uma casa muito foda, com quintal, churrasqueira e bem equipada. A gente se instalou em umas horas, a Juli explodiu o armário de roupa e, perto do meio-dia, desesperados, fomos pra praia. Passamos um dia infernal de praia, muito calor, a Juli arrancando olhares pra todo lado por causa da loucura dos biquínis dela — todos enfiados exageradamente na bunda. Chinelos tipo brasileiros com plataforma. A gente foi pra uma praia que era só de jovens, música nos quiosques, bebida alcoólica, estávamos realmente nos divertindo pra caralho, e meu pau não parava de mexer toda vez que eu percebia que olhavam pra bunda da minha namorada. Coisa que a gente fazia quando ela se oferecia pra ir comprar seja milho, bebidas e tal. Às vezes ela passava entre grupos de jovens... todos bebendo mais e mais álcool... e falavam praticamente de tudo pra ela — cantavam em vários idiomas. Eu via também pais de família se fazendo de desentendidos pra olhar a bunda da minha mina, que, não vou mentir, era mais uma fio dental do que um biquíni. Tudo isso me encantava e eu curtia da minha cadeira de praia. Uma lombra e uma bunda do caralho desfilando sob cada olhar — era o tesão que alimentava minhas bolas.
Naquela noite, a gente jantou numa pizzaria muito conhecida do lugar. depois fomos a um pub tomar algo, pra depois sair pra dançar. A avenida San Bernardo era cheia de baladas, a juventude explodia na rua. Era a segunda quinzena forte do verão e tinha um monte de gente pra todo lado. Já na balada, a gente fazia uns joguinhos que vocês já conhecem: deixar se engraçar, ir comprar no bar, uma ou outra encostada. A gente dançou e bebeu muito álcool. A gente adorava que não tinha visto ninguém, nem conhecido. Uma parada diferente rolou nessa balada: um cara que trabalhava lá, na hora que a Juli foi comprar, começou a conversar com ela. Falaram bastante e num momento ela me apontou e eu vi o cara me olhando. Daqui a pouco ela voltou e me contou que o cara tava engatando ela a todo vapor. Era um cara mais velho que a gente, tipo trinta e poucos anos. A parada é que ela me contou que falou educadamente com ele, mas depois disse que tava com o namorado, aí o cara pediu desculpa pelo assunto. Mas ela deu um beijo na bochecha dele, falando o nome dela. Ela me contando isso, juro que me deixou de pau duro na primeira saída das férias. A gente não comentou nada que pudesse rolar com ele, mas a situação tinha me deixado com tesão e muito excitado. Não era pra menos que o cara tinha ido pra cima dela quando viu, mesmo cheio de mina gostosa, a Juli tava com um vestido justo no corpo, verde, que explodia a bunda dela. Linda.
A noite chegou ao fim, e já de madrugada a gente voltou andando pra casa, bem alterados pelo álcool. Eu, verdadeiramente com tesão, passando a mão nela enquanto a gente caminhava. Ela, bem bebida, também tava carente. Assim que a gente entrou em casa, comecei a beijar ela ali mesmo na cozinha. Os amassos eram desesperados da minha parte. Ela, por sua vez, também desesperada, abrindo o zíper da minha calça muito rápido. A gente era muito tarado os dois... demais, acho. Ela abaixou o zíper e pegou na minha pica já dura... se agachou e começou a chupar ela... a gente não falava nada... eu Parado, e ela meteu a boca pra chupar e chupar minha pica, mas tava fazendo bem rápido, parecia meio descontroladinha... fiquei tão tesudo que levantei ela, virei ela de costas e coloquei contra a mesa, com o torso apoiado nela. Levantei o vestido dela até descobrir a bunda, puxei a calcinha fio dental de uma vez e enfiei na buceta, segurando ela pela cintura. A porrada era forte... quase violenta... foda atrás de foda... plas plas plas bem rápido na buceta... ela gemia feito uma putinha pedindo mais e mais.
Eu - Mmm... já tava na hora de te foder de novo, puta... você passou o dia inteiro esquentando geral e me deixou louco com isso... toma toma toma... (plas plas plas bem rápido na buceta)...
Juli - Ahaha... sim sim sim... dá dá dá... mais mais mais... me fode, meu amor... me fode toda...
Eu - Vou te comer esse cu... (tirei a pica da buceta dela, cuspi um pouco e apertei aquela bunda que me enlouquecia)
Juli - Ah... devagar, amor... tô sequinha... (cuspi mais um pouco nela e fui entrando devagar, bem devagar, fazendo pressão até encostar e meter inteira)
Comecei a bombar devagar, não tava muito lubrificado porque não fiz o trabalho prévio, tava com tanto tesão que não dava pra parar. Fui metendo e tirando devagar até o esfíncter dela começar a dilatar depois de uns minutos... comer a bunda dela tava virando um vício pra mim...
Eu - Ahaha... como eu adoro te comer essa bunda, meu amor... adoro te foder... (acelerando um pouco)...
Juli - Ahaha... siiiim... eu gosto... devagar... mais um pouco e você me faz gozar...
Eu - Ahha... vou comer esse cu todinho... vou foder ele inteiro... muitos devem tar batendo punheta com o que você mostrou hoje... devem bater punheta pra essa bunda e eu tô comendo ela... você gosta, amor? Gosta do jeito que eu como seu cu? Gosta que todo mundo queira te foder, né?
Juli - Ahaha... siiiim... me fode... me come a bunda... sim... adoro que todo mundo queira me foder... esquenta... quero que todo mundo me coma...assim...quero que todo mundo coma minha bunda...
Eu - uuu...que puta você ficou...toma...(e acelerava a fodida)...e eu quero ver outro te foder a bunda...igual eu tô te dando agora...(e enfiava bem fundo na bunda dela)...assim...quero que outro te coma enquanto eu olho...você quer dar pra outro pra mim? Responde...
Juli - ahaha...siim...me come amor me come...(não respondia minha pergunta)...
Eu - Vou chamar o rober pra ele vir arrebentar sua bunda...você quer...?(aí passei a mão na buceta dela pra masturbar enquanto enfiava na bunda, ela ficou toda tesuda com isso, jogava a raba pra trás)..
Juli - ahahah...por favor...to quase gozandooo...não para...chama eleee...chama eleee e deixa ele comer minha bunda toda...é isso que você quer?...chama ele então e deixa ele me comer na sua frente...(continuava jogando a raba)...ahahahha...gozeiiiiii...aaaaahhhhhh...(ficou toda tensa e começou o tremedeira clássica dela)
Eu - ahaha...toma toma...que puta você é...vou encher sua bunda de porra puta...você quer que eu chame ele pra te comer...(aí minha mão se mexia muito rápido no clitóris dela e eu não parava de foder ela)...toma toma toma...vou chamar ele pra comer sua bunda toda...tomaaaaaaa (meu pau bem dentro do cu e aí deixei lá enquanto o reto dela se enchia do meu leite)
Juli - siiiiiiiii...gozeiiiiiiii...ahahahhahahaahhhhhhhhhhhhhhhh...
CONTINUA.
47 comentários - Cuck. A Origem XI. Avanço.
pd fotos de juli por dios
+10
ESPERO MAS TUS RELATOS QUE CAPITULOS DE TWD JAJAJA. +10!
Espero ansioso la continuación!!!
Felicitaciones!!!
gracias. van puntitos!!