As salas de aula do ensino médio escondem muitas histórias de amor. E as das escolas de adultos não são diferentes. Na Argentina, existe um programa de conclusão de estudos chamado Fines II. Geralmente, começam muitos alunos e terminam apenas um punhado deles. Esse é o caso da turma sem número. No início, eram 25 homens — estranhamente, só havia homens nessa turma — e atualmente são doze. Mas, por questões de trabalho, a média de presença é de oito por aula.
Eles não estão numa escola tradicional, mas sim num local adaptado dentro de uma organização civil. As aulas são noturnas e normalmente não há mais ninguém além deles e seus professores no lugar.
No último semestre antes de se formarem, eles têm a matéria SIC (Sistema de Informação Contábil), e a professora dessa disciplina é uma morena linda, de olhos puxados num tom marrom bem próximo do amarelo. A garota tem uma cabeleira preta volumosa e uma pele de porcelana com um tom bronzeado natural. Não é muito alta, mas tem um corpo e uma voz que seduzem e encantam cada um de seus alunos.
As aulas avançam e a formatura está logo ali. Então, os alunos apaixonados decidem que não querem terminar o ensino médio sem que algum deles — ou por que não mais de um — "experimente" a profe de SIC.
Assim, toda aula eles se aproximam dela, falam no ouvido e tentam seduzi-la. É uma competição tácita entre eles. Mas nenhum consegue nada.
Na última aula do ano, decidem comemorar que finalmente as aulas terminaram. Levam coisas para compartilhar e algumas bebidas alcoólicas.
Treze homens e uma única mulher se encontram naquela sala improvisada, longe de olhares curiosos. Todos brindam várias vezes com a professora, na esperança de ser quem a leva para casa quando ela estiver bêbada.
Um deles coloca música no celular e a incentivam a dançar com ela.
A professora tinha notado cada uma das táticas dos seus alunos. Mas ela sempre manteve a raposa interior bem trancada. Porque aquele era seu local de trabalho.
Mas que lubrificante melhor para abrir as portas que trancamos a sete chaves do que o álcool? Então é isso. Depois de alguns drinks, ela já não sente que precisa manter as aparências. A partir daquele dia, aqueles homens não são mais seus alunos, e o contexto permite que ela realize uma de suas fantasias mais perversas.
Então, quando começam a dançar, ela começa a se esfregar contra seu parceiro ocasional de dança. Vendo que ela está receptiva, outro cavalheiro se junta ao par, e ela dança no meio deles com um sorriso.
As mãos começam a percorrê-la sutilmente, e ela olha com um sorriso.
Logo ela está cercada por todos os alunos, que se divertem acariciando seu corpo. Uma mão travessa desliza por baixo de sua blusa, e aí é o ponto sem retorno.
Não demora muito até ela estar nua. Os rapazes nunca tinham feito uma festa todos juntos com uma única mulher e não sabiam como se organizar, então a coisa fica um pouco fora de controle.
Um deles a empurra para baixo, fazendo-a ajoelhar-se e começar a chupar seu pau. Imediatamente, mais alguns se juntam, fazendo com que a linda morena de olhos amarelos chupe vários paus ao mesmo tempo, alternadamente. Outros se ajoelham ao redor dela e apertam seus seios, e um sortudo deita em seu colo para saborear a buceta daquela mulher tão exultante.
Logo, a garota não aguenta e pede ao rapaz que está lambendo com vontade que a penetre. Ele sente que está tocando o céu com as mãos. Se posiciona e a penetra fundo, enquanto ela cavalga sobre ele e continua chupando paus.
Outro se posiciona atrás dela e se prepara para penetrá-la analmente. Mas a garota está tão molhada que ele erra o buraco e acaba penetrando-a também pela vagina. Isso faz com que a garota pare de chupar para soltar um grito forte. Grito que é rapidamente abafado por um pau que entra em sua boca. Os dois cavalheiros que a penetram vaginalmente descarregam sua semente rápido demais, segundo eles. E são repreendidos pelos companheiros para que cedam seu lugar ao resto.
Um deles se senta numa cadeira e levam a garota para ser empalada por ele. Enquanto agora sim, um novo participante a penetra analmente, quase sem problema. E novamente enchem sua boca com uma suculenta rola.
Os treze alunos se revezam para desfrutar pelo menos uma vez cada um de todos os orifícios disponíveis da professora, e ela se deixa fazer.
Cansada após mais de três horas de trabalho duro, cai rendida e meio desmaiada. Entre todos, a arrumam um pouco e a vestem novamente. Para depois colocá-la num táxi com destino à sua casa.
Óbvio que o transporte eles pagam. Porque são uns cavalheiros.
Eles não estão numa escola tradicional, mas sim num local adaptado dentro de uma organização civil. As aulas são noturnas e normalmente não há mais ninguém além deles e seus professores no lugar.
No último semestre antes de se formarem, eles têm a matéria SIC (Sistema de Informação Contábil), e a professora dessa disciplina é uma morena linda, de olhos puxados num tom marrom bem próximo do amarelo. A garota tem uma cabeleira preta volumosa e uma pele de porcelana com um tom bronzeado natural. Não é muito alta, mas tem um corpo e uma voz que seduzem e encantam cada um de seus alunos.
As aulas avançam e a formatura está logo ali. Então, os alunos apaixonados decidem que não querem terminar o ensino médio sem que algum deles — ou por que não mais de um — "experimente" a profe de SIC.
Assim, toda aula eles se aproximam dela, falam no ouvido e tentam seduzi-la. É uma competição tácita entre eles. Mas nenhum consegue nada.
Na última aula do ano, decidem comemorar que finalmente as aulas terminaram. Levam coisas para compartilhar e algumas bebidas alcoólicas.
Treze homens e uma única mulher se encontram naquela sala improvisada, longe de olhares curiosos. Todos brindam várias vezes com a professora, na esperança de ser quem a leva para casa quando ela estiver bêbada.
Um deles coloca música no celular e a incentivam a dançar com ela.
A professora tinha notado cada uma das táticas dos seus alunos. Mas ela sempre manteve a raposa interior bem trancada. Porque aquele era seu local de trabalho.
Mas que lubrificante melhor para abrir as portas que trancamos a sete chaves do que o álcool? Então é isso. Depois de alguns drinks, ela já não sente que precisa manter as aparências. A partir daquele dia, aqueles homens não são mais seus alunos, e o contexto permite que ela realize uma de suas fantasias mais perversas.
Então, quando começam a dançar, ela começa a se esfregar contra seu parceiro ocasional de dança. Vendo que ela está receptiva, outro cavalheiro se junta ao par, e ela dança no meio deles com um sorriso.
As mãos começam a percorrê-la sutilmente, e ela olha com um sorriso.
Logo ela está cercada por todos os alunos, que se divertem acariciando seu corpo. Uma mão travessa desliza por baixo de sua blusa, e aí é o ponto sem retorno.
Não demora muito até ela estar nua. Os rapazes nunca tinham feito uma festa todos juntos com uma única mulher e não sabiam como se organizar, então a coisa fica um pouco fora de controle.
Um deles a empurra para baixo, fazendo-a ajoelhar-se e começar a chupar seu pau. Imediatamente, mais alguns se juntam, fazendo com que a linda morena de olhos amarelos chupe vários paus ao mesmo tempo, alternadamente. Outros se ajoelham ao redor dela e apertam seus seios, e um sortudo deita em seu colo para saborear a buceta daquela mulher tão exultante.
Logo, a garota não aguenta e pede ao rapaz que está lambendo com vontade que a penetre. Ele sente que está tocando o céu com as mãos. Se posiciona e a penetra fundo, enquanto ela cavalga sobre ele e continua chupando paus.
Outro se posiciona atrás dela e se prepara para penetrá-la analmente. Mas a garota está tão molhada que ele erra o buraco e acaba penetrando-a também pela vagina. Isso faz com que a garota pare de chupar para soltar um grito forte. Grito que é rapidamente abafado por um pau que entra em sua boca. Os dois cavalheiros que a penetram vaginalmente descarregam sua semente rápido demais, segundo eles. E são repreendidos pelos companheiros para que cedam seu lugar ao resto.
Um deles se senta numa cadeira e levam a garota para ser empalada por ele. Enquanto agora sim, um novo participante a penetra analmente, quase sem problema. E novamente enchem sua boca com uma suculenta rola.
Os treze alunos se revezam para desfrutar pelo menos uma vez cada um de todos os orifícios disponíveis da professora, e ela se deixa fazer.
Cansada após mais de três horas de trabalho duro, cai rendida e meio desmaiada. Entre todos, a arrumam um pouco e a vestem novamente. Para depois colocá-la num táxi com destino à sua casa.
Óbvio que o transporte eles pagam. Porque são uns cavalheiros.
4 comentários - Professora Safada