Depois de sair do apartamento do Leo e começar a voltar pra nossa cidade, a gente vinha no carro relembrando cada detalhe dos momentos daquela trepada que o Leo deu na Ale. A viagem inteira ela ficou me dizendo como tinha sido bom e o quanto adorou ser comida por um cara daqueles, dono de uma pica gigante.
Quando chegamos em casa, a gente ainda tava muito excitado e com vontade de transar. A gente se jogou na cama e, mal eu coloquei, a Ale começou a reclamar e pedir pra eu tirar. Falou que a buceta dela tava doendo muito, ardendo tudo. Só deixou eu chupar ela, enquanto eu me masturbava. Aí ela começou a falar, me deixando ainda mais tesudo. Ela dizia como tinha sido bom, que a pica do Leo tinha preenchido ela toda, que chegava em lugares onde a minha nunca ia chegar, que adorou me ver batendo punheta enquanto ela tinha a rola do Leo dentro. Que gostava que eu visse ela me fazendo de corno. E o que me fez gozar foi quando ela falou: “Você gosta de chupar aí onde entrou uma pica de verdade?? Viu como ele deixou a minha buceta, esse filho da puta?? E a rabeta?? Toda arrombada, viu? Você nunca vai conseguir isso com sua piquinha, meu amor” …………“Aiii meu amor!!!............... Você gozouuuu….. Como você gosta de ser corno, pelo amor de deus!!!!”
Passamos aquela semana toda, entre Natal e Ano Novo, transando feito coelhos, e a Ale pedia pra eu repetir a experiência no Ano Novo. Ela tava louca pra sentir a pica do Leo de novo, pedia enquanto a gente transava e também quando conversava de boa tomando mate. Tava queimando de tesão. Queria repetir e ficava extremamente excitada em me ver gozar com um cara superdotado. Ela adora que eu veja enquanto ela me faz de corno. Também perguntei se ela aguentaria ser comida pelo Leo e por mais um cara (bem dotado também) enquanto eu assistia. A resposta dela, com a voz, com a cara (e com a buceta também, toda molhada), era clara. Ela desejava profundamente. Sem ela saber, liguei pro Leo uma tarde e combinei o encontro. Perguntei se ele tinha algum mano, gostoso e bem dotado. Queríamos repetir, mas com o adicional de que ele e um amigo comessem a Ale. Tinha um amigo stripper, com uma rola de 22x6, Maurício, combinamos para o dia 1º de janeiro no fim da tarde.
Contei pra Ale que tava tudo certo com o Leo pro dia 1º no fim da tarde, mas não falei nada do Maurício (seria uma surpresa). Dia 31 ela passou o dia todo se arrumando, se depilando toda, escolhendo a roupa que usaria no encontro.
Dia 1º repetimos o ritual do dia 25. Fomos pra casa-sítio do irmão de manhã, comemos, ficamos na piscina e ela me esquentava muito, falando um monte de coisas que me deixavam de pau duro.
— "Vamo, love, que quero chegar cedo igual no outro dia."
— "Tem certeza? Não quer "aproveitar" mais um pouco a piscina?"
— "NÃO, você sabe que eu curto outras coisas, não a piscina, além disso tô com um pouco de frio, quero me esquentar."
Essas palavras me faziam ferver, ouvindo o duplo sentido dela. Juntamos nossas coisas e partimos pra Rosário. No caminho de carro ela foi se trocando e se maquiando. Olhos bem delineados, lábios bem marcados de vermelho fogo. Minissaia turquesa com babados e sem calcinha, bem larga e super curta, regata justa de alcinha, branca sem sutiã, que deixava tudo transparente, e sandálias de salto agulha bem fino e alto. Era uma puta. Quando estacionamos na garagem perto do apto. do Leo, o cara que cobrava olhava pra ela sem vergonha e ela empinava a bunda ainda mais.
— "Se esse cara soubesse que você é um corno e que agora vai ver como eu como uma rola gigante, acho que me estupraria aqui mesmo."
— "Queria comer o frentista também?"
— "Se tivesse grande igual ao Leo, sem dúvida."
Chegamos no apto., tocamos a campainha e daqui a pouco o Leo desceu do elevador. O cara tava com um short de futebol tipo Copa de 78 bem curtinho, branco, e dava pra ver um pouco da rola que tava duríssima, não tava usando nada por baixo do short, o filho da puta. Pega a Ale pela cintura e dá um baita chupão na boca dela. A porta do prédio que me deixou louco. Agora ela se comportava como uma puta completa também na rua. Entramos rápido no elevador e a Ale passava a mão no volume dele na minha frente, enquanto ele me agradecia pela chance de comer aquela puta no cio de novo, e me disse:
— "Tenho uma surpresa pra vocês. Espero que gostem"
— "Qual? Fala aí" (eu me fazendo de idiota)
— "Tá no apê. Um amigo que veio tomar uma cerveja, também é stripper. Se quiserem, ele pode entrar, senão mando ele embora, de boa"
— "Não sei, amor, o que você acha? Você topa?" (perguntei pra Ale)
— "Hmm, que delícia... não sei... será que vou agradar ele?? Ele tem uma rola grande igual essa?" (ela disse enquanto apertava forte a rola do Leo)
— "É um pouco mais curta que a minha, mas mais grossa, e ele adora comer puta na frente dos maridos"
— "Amor... você gostaria de ver eu comer duas rolas bem grandes?"
— "Sim, minha vida... não era isso que você queria?"
— "SIIIM, fala Leo, me apresenta pro seu amigo"
Entramos no apê, Leo nos apresenta ao Maurício, alto, gostoso, musculoso, também de short e chinelo. Tomamos uma cerveja enquanto Leo colocava música (reggaeton) e começou a dançar com a Ale e se esfregar nela, a coisa começou a esquentar e o Maurício se juntou atrás da minha mulher, deixando ela no meio de um sanduíche onde os dois, sem cerimônia nenhuma, passavam a mão nela toda, enquanto ela beijava os dois e apalpava os volumes deles. Sentaram a Ale num sofá e os dois ficaram de pé ao lado dela pra ela ir descobrindo aquelas rolas duras do caralho e começar a chupar com muita paixão.
— "Valeu, meu amor, por realizar mais uma fantasia minha. Agora olha bem como vou te fazer de corno, do jeito que você gosta, com essas duas picas do caralho"
Dito isso, ela começou a saborear a do Leo, de baixo pra cima, as bolas dele, brincava com a ponta da língua na cabeça dela pra depois começar a engolir tudo, enquanto com a outra mão punhetava o Maurício.
— "Vamos ver como é que essa rola vai ficar nessa buceta" (ela disse pro Maurício) enquanto repetia a ação, mas trocando os atores…
Chupava com muita vontade as duas picas, alternando uma e outra na boquinha vermelha dela que ia perdendo a maquiagem tentando enfiar até o fundo da garganta. Até tentava chupar as duas ao mesmo tempo, metendo ambas as cabeças na boquinha de puta dela. Assim como estava, com as sandálias nos pés, a blusinha arregaçada na cintura e a saia toda levantada, levaram ela pro quarto e eu ia atrás, como se tivesse cuidando da situação, sem perder nenhum detalhe.
“Quero ver você chupando minha buceta, Mauri” enquanto Leo se sentava na cabeceira da cama, Ale deitada entre as pernas dele, chupando aquela pica que tinha dado tanto prazer uma semana antes, empinando a bundinha dela pra que Maurício, por trás, fizesse ela delirar de prazer com a língua dele, que alternava entre a buceta e a bundinha dela.
“Dá pra ver que meu amigo te fez de puta de rabo, ainda tá dilatada” disse Maurício
“É, viu? E hoje quero mais ainda” ela conseguiu falar, tirando a pica do Leo da boca pra voltar a chupar com muita paixão e saliva.
“Vem, puta, senta aqui, monta em mim” Ale obedeceu sem reclamar, montou no Leo oferecendo os peitos pra ele chupar com vontade enquanto Maurício passou a oferecer a pica dele pra minha mulher chupar, deixando assim a buceta e a boca dela ocupadas com duas picas grandes.
Enquanto Ale cavalgava o Leo e enchia a boca com a pica do Maurício, ele babava os dedos e brincava com a bundinha da minha mulher, com a ajuda do Leo que separava as nádegas enquanto aumentava o ritmo das estocadas.
Leo comia ela sem parar e Mauri enfiava a pica na boca dela pra abafar os gritos. Era só sexo e prazer naquele quarto.
“Assim, gurias, assiiiiim… encham minha buceta de pica, por favor”
Mudaram de posição, agora deitaram a Ale de barriga pra cima enquanto Mauri foi meter nela pela buceta e Leo, do lado, dava um puta chupão de carne nela pra ela se entreter com a boquinha.
Maurício comia ela com muita força, num ritmo Bestial, os peitinhos dela balançavam sem parar, os olhos revirados em branco e a pica do Leo saía da boca dela por causa das fortes metidas que o amigo dele dava nela.
"Assim, garotos, assim... Não parem, por favor" "Você não faz ideia de como eu tô gozando, meu corno... Que prazerrrr"
Eles diminuíram o ritmo e propuseram pra Ale começar o tratamento anal. Claro que ela aceitou sem hesitar, com um sorriso enorme.
Assim, deitada de barriga pra cima, colocaram um travesseiro debaixo das costas dela e da bunda pra levantar bem...
"Olha, amor, os garotos agora vão fazer a minha bundinha... Vão enterrar tudo em mim"
Aí foi o Leo, depois de lubrificar bem a área, começou devagar mas firme, fazendo entrar primeiro a cabeça e, quando o esfíncter dilatou e se acostumou, começou a meter o resto do tronco. Ale revirava os olhos enquanto se agarrava na pica do Mauri como um náufrago numa tábua no meio do oceano.
A pica do Leo ganhava cada vez mais terreno dentro da bunda da minha mulher, assim como a do Maurício dentro da boca dela. Se uma semana antes eu já tinha ficado surpreso ao ver minha mulher sendo fodida pelo Leo, agora eu tava estupefato com duas picas totalmente pra ela sozinha.
Diante dos gritos dela, perguntei se tava doendo e se queria que os garotos parassem.
"Não seja idiota, não tá vendo que eu tô gozando como nunca gozei? Eles me fazem sentir a maior puta do mundo. Quero que você enterre tudo em mim, Leo, sem piedade, mostra pra ele como eu gosto"
E ela ficou de quatro no colchão com a bunda bem empinada, enquanto o Mauri foi de frente pra ela chupar a pica dele à vontade, e o Leo, depois de lubrificar ela de novo, apontou aquela pica pro cu da minha mulher pra enterrar tudo até o fundo do ser dela. A ponto dos ovos baterem nas nádegas dela. Finalmente ele tinha tudo dentro da bunda dela. Depois que enfiou bem firme, começou o vai-e-vem, aumentando a velocidade até foder sem piedade, parecia que queria desmontar a minha boneca.
"Aiii, boceta, como eu sinto ela toda Quanto prazer, me come, vai, arrebenta toda minha buceta... Que puta você me faz sentir, meu deus... Vai, vai!!!!
Assim como estava enfiando nela, ele pegou ela pela cintura e sem tirar da buceta, Leo deitou de barriga pra cima e com o pau dela, Ale montou pra cavalgar com a buceta dele aquele mastro de carne, de costas pra ele.
Ale não aguentava mais e deixou cair as costas no peito de Leo, e agora ele marcava o ritmo e a penetração bem fundo na buceta dela... Ela estava tão possuída, minha princesa, que Leo não conseguia mais segurá-la, deixou ela cair no colchão e sem tirar da buceta, pegou ela de conchinha enquanto Mauri enchia a boca dela com a pica bem grossa dele. Nisso, Leo enfiava fundo no cu dela e com a mão empurrava a cabeça da minha mulher pra ela engolir até o fundo a vara do Mauricio.
"Era isso que você queria ver, corno??? Viu como eu faço ela gozar? Acho que ela não vai querer mais transar com você" enquanto se ouvia o barulho dos ovos de Leo cada vez que a pica chegava no fundo do cu dela, batendo na buceta encharcada...
Resolveram mudar de posição. Agora ela queria sentir o Mauricio, então deitou de barriga pra cima e decidiu montar nele e cavalgar com a buceta dele...
"Que bom que lembraram que eu tenho uma buceta, mas quero a do Leo no cu, quero os dois buracos cheios de picas grandes"
Foi aí que Leo deu o gosto pra ela e enfiou no cu dilatado enquanto Ale transbordava de prazer.
"Você gosta, meu amor?? Tão te fazendo uma dupla penetração como a gente fez outro dia"
"Nada a ver, amor, agora são duas picas grandes, sinto muito as duas. Outro dia a sua eu nem sentia. Prefiro isso, amor, obrigada por me deixar ser tão puta e você querer ser tão corno"
Ela tinha encontrado o prazer extremo na dupla penetração e não queria abrir mão. Agora decidiu cavalgar o Mauri com a buceta, de costas pra ele, e se recostar no peito dele pra permitir que Leo enfiasse na buceta dela.
Assim que teve toda a pica do Mauri Enterrada na bunda dela, se ajeitou pra que o Leo, pela buceta dela, começasse um mete e tira violento que sacudia ela toda. Até que os garanhões não aguentaram mais. E foi ela quem pediu pra encherem a boquinha dela de porra.
"Quero a porra. Quero que me encham toda. Vamos, me dêem toda a porra na minha boquinha."
Aí foram os dois, primeiro um e depois o outro, que gozaram na cara da minha mulher. Ela se esforçava pra engolir tudo que podia enquanto cada um usava a pica como pincel pra catar os restos de porra do rosto dela e levar até a boca dela, enquanto ela limpava cada uma dessas rolas, deixando elas sem resto de porra, mas cheias de saliva.
"Valeu, amor, por tanto prazer e tanta chifrada. TE AMO!!!
Quando chegamos em casa, a gente ainda tava muito excitado e com vontade de transar. A gente se jogou na cama e, mal eu coloquei, a Ale começou a reclamar e pedir pra eu tirar. Falou que a buceta dela tava doendo muito, ardendo tudo. Só deixou eu chupar ela, enquanto eu me masturbava. Aí ela começou a falar, me deixando ainda mais tesudo. Ela dizia como tinha sido bom, que a pica do Leo tinha preenchido ela toda, que chegava em lugares onde a minha nunca ia chegar, que adorou me ver batendo punheta enquanto ela tinha a rola do Leo dentro. Que gostava que eu visse ela me fazendo de corno. E o que me fez gozar foi quando ela falou: “Você gosta de chupar aí onde entrou uma pica de verdade?? Viu como ele deixou a minha buceta, esse filho da puta?? E a rabeta?? Toda arrombada, viu? Você nunca vai conseguir isso com sua piquinha, meu amor” …………“Aiii meu amor!!!............... Você gozouuuu….. Como você gosta de ser corno, pelo amor de deus!!!!”
Passamos aquela semana toda, entre Natal e Ano Novo, transando feito coelhos, e a Ale pedia pra eu repetir a experiência no Ano Novo. Ela tava louca pra sentir a pica do Leo de novo, pedia enquanto a gente transava e também quando conversava de boa tomando mate. Tava queimando de tesão. Queria repetir e ficava extremamente excitada em me ver gozar com um cara superdotado. Ela adora que eu veja enquanto ela me faz de corno. Também perguntei se ela aguentaria ser comida pelo Leo e por mais um cara (bem dotado também) enquanto eu assistia. A resposta dela, com a voz, com a cara (e com a buceta também, toda molhada), era clara. Ela desejava profundamente. Sem ela saber, liguei pro Leo uma tarde e combinei o encontro. Perguntei se ele tinha algum mano, gostoso e bem dotado. Queríamos repetir, mas com o adicional de que ele e um amigo comessem a Ale. Tinha um amigo stripper, com uma rola de 22x6, Maurício, combinamos para o dia 1º de janeiro no fim da tarde.
Contei pra Ale que tava tudo certo com o Leo pro dia 1º no fim da tarde, mas não falei nada do Maurício (seria uma surpresa). Dia 31 ela passou o dia todo se arrumando, se depilando toda, escolhendo a roupa que usaria no encontro.
Dia 1º repetimos o ritual do dia 25. Fomos pra casa-sítio do irmão de manhã, comemos, ficamos na piscina e ela me esquentava muito, falando um monte de coisas que me deixavam de pau duro.
— "Vamo, love, que quero chegar cedo igual no outro dia."
— "Tem certeza? Não quer "aproveitar" mais um pouco a piscina?"
— "NÃO, você sabe que eu curto outras coisas, não a piscina, além disso tô com um pouco de frio, quero me esquentar."
Essas palavras me faziam ferver, ouvindo o duplo sentido dela. Juntamos nossas coisas e partimos pra Rosário. No caminho de carro ela foi se trocando e se maquiando. Olhos bem delineados, lábios bem marcados de vermelho fogo. Minissaia turquesa com babados e sem calcinha, bem larga e super curta, regata justa de alcinha, branca sem sutiã, que deixava tudo transparente, e sandálias de salto agulha bem fino e alto. Era uma puta. Quando estacionamos na garagem perto do apto. do Leo, o cara que cobrava olhava pra ela sem vergonha e ela empinava a bunda ainda mais.
— "Se esse cara soubesse que você é um corno e que agora vai ver como eu como uma rola gigante, acho que me estupraria aqui mesmo."
— "Queria comer o frentista também?"
— "Se tivesse grande igual ao Leo, sem dúvida."
Chegamos no apto., tocamos a campainha e daqui a pouco o Leo desceu do elevador. O cara tava com um short de futebol tipo Copa de 78 bem curtinho, branco, e dava pra ver um pouco da rola que tava duríssima, não tava usando nada por baixo do short, o filho da puta. Pega a Ale pela cintura e dá um baita chupão na boca dela. A porta do prédio que me deixou louco. Agora ela se comportava como uma puta completa também na rua. Entramos rápido no elevador e a Ale passava a mão no volume dele na minha frente, enquanto ele me agradecia pela chance de comer aquela puta no cio de novo, e me disse:
— "Tenho uma surpresa pra vocês. Espero que gostem"
— "Qual? Fala aí" (eu me fazendo de idiota)
— "Tá no apê. Um amigo que veio tomar uma cerveja, também é stripper. Se quiserem, ele pode entrar, senão mando ele embora, de boa"
— "Não sei, amor, o que você acha? Você topa?" (perguntei pra Ale)
— "Hmm, que delícia... não sei... será que vou agradar ele?? Ele tem uma rola grande igual essa?" (ela disse enquanto apertava forte a rola do Leo)
— "É um pouco mais curta que a minha, mas mais grossa, e ele adora comer puta na frente dos maridos"
— "Amor... você gostaria de ver eu comer duas rolas bem grandes?"
— "Sim, minha vida... não era isso que você queria?"
— "SIIIM, fala Leo, me apresenta pro seu amigo"
Entramos no apê, Leo nos apresenta ao Maurício, alto, gostoso, musculoso, também de short e chinelo. Tomamos uma cerveja enquanto Leo colocava música (reggaeton) e começou a dançar com a Ale e se esfregar nela, a coisa começou a esquentar e o Maurício se juntou atrás da minha mulher, deixando ela no meio de um sanduíche onde os dois, sem cerimônia nenhuma, passavam a mão nela toda, enquanto ela beijava os dois e apalpava os volumes deles. Sentaram a Ale num sofá e os dois ficaram de pé ao lado dela pra ela ir descobrindo aquelas rolas duras do caralho e começar a chupar com muita paixão.
— "Valeu, meu amor, por realizar mais uma fantasia minha. Agora olha bem como vou te fazer de corno, do jeito que você gosta, com essas duas picas do caralho"
Dito isso, ela começou a saborear a do Leo, de baixo pra cima, as bolas dele, brincava com a ponta da língua na cabeça dela pra depois começar a engolir tudo, enquanto com a outra mão punhetava o Maurício.
— "Vamos ver como é que essa rola vai ficar nessa buceta" (ela disse pro Maurício) enquanto repetia a ação, mas trocando os atores…
Chupava com muita vontade as duas picas, alternando uma e outra na boquinha vermelha dela que ia perdendo a maquiagem tentando enfiar até o fundo da garganta. Até tentava chupar as duas ao mesmo tempo, metendo ambas as cabeças na boquinha de puta dela. Assim como estava, com as sandálias nos pés, a blusinha arregaçada na cintura e a saia toda levantada, levaram ela pro quarto e eu ia atrás, como se tivesse cuidando da situação, sem perder nenhum detalhe.
“Quero ver você chupando minha buceta, Mauri” enquanto Leo se sentava na cabeceira da cama, Ale deitada entre as pernas dele, chupando aquela pica que tinha dado tanto prazer uma semana antes, empinando a bundinha dela pra que Maurício, por trás, fizesse ela delirar de prazer com a língua dele, que alternava entre a buceta e a bundinha dela.
“Dá pra ver que meu amigo te fez de puta de rabo, ainda tá dilatada” disse Maurício
“É, viu? E hoje quero mais ainda” ela conseguiu falar, tirando a pica do Leo da boca pra voltar a chupar com muita paixão e saliva.
“Vem, puta, senta aqui, monta em mim” Ale obedeceu sem reclamar, montou no Leo oferecendo os peitos pra ele chupar com vontade enquanto Maurício passou a oferecer a pica dele pra minha mulher chupar, deixando assim a buceta e a boca dela ocupadas com duas picas grandes.
Enquanto Ale cavalgava o Leo e enchia a boca com a pica do Maurício, ele babava os dedos e brincava com a bundinha da minha mulher, com a ajuda do Leo que separava as nádegas enquanto aumentava o ritmo das estocadas.
Leo comia ela sem parar e Mauri enfiava a pica na boca dela pra abafar os gritos. Era só sexo e prazer naquele quarto.
“Assim, gurias, assiiiiim… encham minha buceta de pica, por favor”
Mudaram de posição, agora deitaram a Ale de barriga pra cima enquanto Mauri foi meter nela pela buceta e Leo, do lado, dava um puta chupão de carne nela pra ela se entreter com a boquinha.
Maurício comia ela com muita força, num ritmo Bestial, os peitinhos dela balançavam sem parar, os olhos revirados em branco e a pica do Leo saía da boca dela por causa das fortes metidas que o amigo dele dava nela.
"Assim, garotos, assim... Não parem, por favor" "Você não faz ideia de como eu tô gozando, meu corno... Que prazerrrr"
Eles diminuíram o ritmo e propuseram pra Ale começar o tratamento anal. Claro que ela aceitou sem hesitar, com um sorriso enorme.
Assim, deitada de barriga pra cima, colocaram um travesseiro debaixo das costas dela e da bunda pra levantar bem...
"Olha, amor, os garotos agora vão fazer a minha bundinha... Vão enterrar tudo em mim"
Aí foi o Leo, depois de lubrificar bem a área, começou devagar mas firme, fazendo entrar primeiro a cabeça e, quando o esfíncter dilatou e se acostumou, começou a meter o resto do tronco. Ale revirava os olhos enquanto se agarrava na pica do Mauri como um náufrago numa tábua no meio do oceano.
A pica do Leo ganhava cada vez mais terreno dentro da bunda da minha mulher, assim como a do Maurício dentro da boca dela. Se uma semana antes eu já tinha ficado surpreso ao ver minha mulher sendo fodida pelo Leo, agora eu tava estupefato com duas picas totalmente pra ela sozinha.
Diante dos gritos dela, perguntei se tava doendo e se queria que os garotos parassem.
"Não seja idiota, não tá vendo que eu tô gozando como nunca gozei? Eles me fazem sentir a maior puta do mundo. Quero que você enterre tudo em mim, Leo, sem piedade, mostra pra ele como eu gosto"
E ela ficou de quatro no colchão com a bunda bem empinada, enquanto o Mauri foi de frente pra ela chupar a pica dele à vontade, e o Leo, depois de lubrificar ela de novo, apontou aquela pica pro cu da minha mulher pra enterrar tudo até o fundo do ser dela. A ponto dos ovos baterem nas nádegas dela. Finalmente ele tinha tudo dentro da bunda dela. Depois que enfiou bem firme, começou o vai-e-vem, aumentando a velocidade até foder sem piedade, parecia que queria desmontar a minha boneca.
"Aiii, boceta, como eu sinto ela toda Quanto prazer, me come, vai, arrebenta toda minha buceta... Que puta você me faz sentir, meu deus... Vai, vai!!!!
Assim como estava enfiando nela, ele pegou ela pela cintura e sem tirar da buceta, Leo deitou de barriga pra cima e com o pau dela, Ale montou pra cavalgar com a buceta dele aquele mastro de carne, de costas pra ele.
Ale não aguentava mais e deixou cair as costas no peito de Leo, e agora ele marcava o ritmo e a penetração bem fundo na buceta dela... Ela estava tão possuída, minha princesa, que Leo não conseguia mais segurá-la, deixou ela cair no colchão e sem tirar da buceta, pegou ela de conchinha enquanto Mauri enchia a boca dela com a pica bem grossa dele. Nisso, Leo enfiava fundo no cu dela e com a mão empurrava a cabeça da minha mulher pra ela engolir até o fundo a vara do Mauricio.
"Era isso que você queria ver, corno??? Viu como eu faço ela gozar? Acho que ela não vai querer mais transar com você" enquanto se ouvia o barulho dos ovos de Leo cada vez que a pica chegava no fundo do cu dela, batendo na buceta encharcada...
Resolveram mudar de posição. Agora ela queria sentir o Mauricio, então deitou de barriga pra cima e decidiu montar nele e cavalgar com a buceta dele...
"Que bom que lembraram que eu tenho uma buceta, mas quero a do Leo no cu, quero os dois buracos cheios de picas grandes"
Foi aí que Leo deu o gosto pra ela e enfiou no cu dilatado enquanto Ale transbordava de prazer.
"Você gosta, meu amor?? Tão te fazendo uma dupla penetração como a gente fez outro dia"
"Nada a ver, amor, agora são duas picas grandes, sinto muito as duas. Outro dia a sua eu nem sentia. Prefiro isso, amor, obrigada por me deixar ser tão puta e você querer ser tão corno"
Ela tinha encontrado o prazer extremo na dupla penetração e não queria abrir mão. Agora decidiu cavalgar o Mauri com a buceta, de costas pra ele, e se recostar no peito dele pra permitir que Leo enfiasse na buceta dela.
Assim que teve toda a pica do Mauri Enterrada na bunda dela, se ajeitou pra que o Leo, pela buceta dela, começasse um mete e tira violento que sacudia ela toda. Até que os garanhões não aguentaram mais. E foi ela quem pediu pra encherem a boquinha dela de porra.
"Quero a porra. Quero que me encham toda. Vamos, me dêem toda a porra na minha boquinha."
Aí foram os dois, primeiro um e depois o outro, que gozaram na cara da minha mulher. Ela se esforçava pra engolir tudo que podia enquanto cada um usava a pica como pincel pra catar os restos de porra do rosto dela e levar até a boca dela, enquanto ela limpava cada uma dessas rolas, deixando elas sem resto de porra, mas cheias de saliva.
"Valeu, amor, por tanto prazer e tanta chifrada. TE AMO!!!
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