Apaixonado

Esta história saiu da minha cabeça, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência. Carlos tinha voltado pra Caracas, depois de servir nas forças especiais em vários lugares. A volta dele era esperada por vários amigos, um deles era Alejandro. Eles se conheceram na universidade: Alejandro era professor de uma matéria do curso de administração, e Carlos era um gênio virtuoso nos estudos, prova disso é que se formou com honras aos 16 anos.

Com o tempo, eles criaram uma grande amizade. Ale ficou muito feliz quando Carlos entrou pro exército. Agora ele já estava aposentado e precisava de um novo trampo. Durante a recepção, Ale falou com Carlos: — Meu amigo, preciso que me ajude com uma parada — disse meio seco. Carlos olhou estranho, já que Alejandro nunca tinha pedido nada. — Fala então — disse Carlos, curioso. — Lembra das minhas filhas? — perguntou Ale, com dúvida na cara.

— Claro, Luisana, Karina e Sabrina. Aconteceu alguma coisa com elas? — perguntou, mostrando interesse e nervosismo. — Então, tô preocupado com a Luisana. Às vezes chega tarde em casa, perde o apetite... me diz que tá na universidade, mas não tá! — falou num tom cheio de preocupação, tristeza e raiva. — Amigo, pode ser que ela esteja menstruada, passando por mudanças hormonais — disse Carlos, tentando acalmar o espírito. — Isso tá me deixando paranoico... Agora, o que quero te pedir é que vigie ela — disse um pouco mais calmo depois de soltar o pedido que tava na cabeça dele.

Carlos olhou com dúvida: — Sabe o que tá me pedindo? — perguntou. — Sei — disse Alejandro, sem mais. Então Carlos pensou por uns minutos antes de responder: — Tá bom, vou te ajudar, mas se eu achar algo que não me agrada, vou agir como achar melhor — falou sem rodeios. Ale aceitou a condição sem reclamar.

No dia seguinte, Carlos começou a seguir Luisana. A jovem tinha começado o dia com um sorrisão, já que tinha parado A chantagem que ela sofria de Ricardo, um homem de 45 anos, deixava a jovem com um medo danado. Além disso, aos poucos, ela estava desenvolvendo um vício em sexo. Ela saiu pra universidade, o dia dela tava normal, foi pra cafeteria comer com as amigas, quando o celular dela tocou — Alô? — perguntou ela, sem reconhecer o número — Oi, gostosa, como cê tá? — disse a voz do outro lado da linha.

A cara de Luisana ficou branca que nem papel. As amigas dela olharam — Luisi! Cê tá bem? — elas olhavam, sabendo que alguma coisa tava rolando, mas ela só escutava a voz no telefone — Vai pro estacionamento que a gente vai fuder e eu tenho pouco tempo... Te espero na frente da sua faculdade — falou e desligou na hora. Luisana levantou, se desculpou com as amigas e saiu. Quando chegou na entrada da universidade, uma Ford Escape tava estacionada na frente dela. Ela entrou e Ricardo esperava. Ela baixou a cabeça, envergonhada, e uma lágrima de tristeza escorreu pela bochecha dela.

— Cê tá pronta? — perguntou com um tom safado — Não, não quero que você volte nunca mais, nem quero que você me olhe — disse ela, criando coragem. O homem do lado dela ficou puto e pegou ela pelo cabelão, começando a puxar.

— Não! Chega. Deixo você fazer o que quiser — ela falou, resignada. Ele começou a dirigir pro estacionamento. Então ela abaixou o vidro pra pegar um ar, já que tava sufocada e enojada com o que ia fazer, com o que tava aceitando. Ela começou a olhar pela janela, que ainda tava aberta, quando viu uma caminhonete preta, pra ser mais específico, uma 4Runner com vidros espelhados.

Dentro da 4Runner, tava o Carlos com uma câmera, e ele começa a fotografar a caminhonete e a mina. Quando Ricardo começa a estacionar, ela sai da caminhonete pelada. Carlos não acredita: "Essa mina vai se deixar fuder no estacionamento."

— Vira de costas, se inclina, apoia as mãos na parede e abre bem as pernas. Nessa posição, Ricardo tinha uma visão perfeita das duas bundinhas dela. A bucetinha dela estava molhada e brilhante.

- Viu como no fundo você adora tudo isso, puta? Tá que é só fumaça.

A garota não disse nada. O homem cuspiu na mão várias vezes e passou junto com os sucos que pegou da garota pelo cu dela pra lubrificar o máximo possível. No fundo, ele não queria machucar ela, mas toda vez que olhava pra Luisana, lembrava uma puta de rua. Sem pensar mais, colocou a ponta do pau na entrada do cu dela e enfiou com força. A garota abafou o grito de dor mordendo o lábio. Ele comeu ela com força até que, aos poucos, a cavidade se adaptou ao invasor e os gritos da garota foram diminuindo. Ricardo fez ela gozar, porque os sucos dela molharam as bolas dele ao bater na buceta enquanto ele comia ela. Um minuto depois, o homem teve o prêmio dele, gozando dentro das entranhas da Luisana. Quando o homem tirou o pau sem nenhum cuidado, a Luisi mordeu o lábio de novo e sentiu a porra grossa do homem escorrendo pra fora, descendo pelas pernas dela. Ele vestiu a cueca e a calça depois de limpar o pau com um lenço de papel.

- Toma, se limpa um pouco e se veste, vamos embora – disse Ricardo, jogando o pacotinho de lenços pra ela.

A jovem se limpou o melhor que pôde e, quando pegou a calcinha pra começar a se vestir, Ricardo disse:

- Não coloca a calcinha nem o sutiã. Vai me dar eles.

Luisana não disse nada. O que ela podia dizer? O que ela podia fazer? Entregou as peças. Ele pegou e, fazendo uma bolinha com a calcinha na mão, levou até o nariz pra cheirar. Guardou o sutiã no bolso da jaqueta. Inspirou fundo o cheiro, guardou no bolso e subiu no carro. A garota vestiu a saia, a blusa e a jaqueta. Sentou do lado dele e esperou em silêncio até saírem do estacionamento.

Quando chegaram na saída, duas motos V-Strom prateadas estavam paradas esperando. A caminhonete, a 4Runner do Carlos, bloqueou a passagem pra Ricardo não conseguir dar ré. Os caronas das motos desceram, foram até a caminhonete e mostraram as credenciais, provando que eram homens da lei.

Ricardo abaixou o vidro do passageiro e do motorista. Luisana tava chorando e apavorada. Os oficiais viram o interior da caminhonete e perceberam que algo tava errado. O que tava do lado da mina se preparou pra falar: "A senhora tá bem, mocinha?" — perguntou o cara com um jeito amigável. Ela concordou com a cabeça, e Ricardo respondeu por ela: "Ela tá bem!" — falou com um tom meio raivoso. Um dos oficiais fez sinal pro Carlos, que desceu da 4Runner sacando a arma (na Venezuela é normal membros de organizações policiais terem pistolas com pente estendido e seletor).

Ricardo não percebeu a arma. Quando o jovem armado chegou perto do outro oficial, eles se cumprimentaram, e Carlos perguntou: "Aconteceu algo, oriente?" Na hora, o outro respondeu: "Nada que eu não possa resolver. Olha, cê tá nessa unidade?" — falou enquanto esperava resposta. Carlos colocou a arma na cabeça de Ricardo e depois olhou pra Luisana.

"Luisana, sai da caminhonete" — disse Carlos com um tom autoritário. A jovem obedeceu. "E você, resto de lixo, não quero te ver perto dela ou das irmãs dela, senão te mato" — falou Carlos num tom ameaçador antes de atirar nos pneus da caminhonete do Ricardo. Aí Carlos pegou Luisana pela mão, mas antes falou algo pros colegas: "Levem essa caminhonete apreendida e levem ele preso por tentativa de sequestro, extorsão e estupro de vulnerável" — disse e foi com Luisana pra 4Runner, colocando ela no banco do carona.

"Ele tem minha calcinha" — falou ela, vermelha e cheia de vergonha. Carlos voltou até onde tava Ricardo e os outros agentes. "Revista ele" — o agente revistou a roupa do homem que iam prender e achou a calcinha dela. Luisana, o Carlos tirou dela e aí na mesma hora o outro agente falou — "cachorro", a gente executa ele ou fica na tristeza? — Carlos virou de novo — as duas coisas.

Voltou pra 4Runner, ligou o carro e levou a Luisana pra longe dali. Ele tirou do bolso a roupa íntima dela e entregou — essas são suas — falou num tom calmo. Luisana pegou a calcinha e guardou na bolsa.

Continua..!

1 comentários - Apaixonado

buenisima trama, espero la continuacion.........
ya estoy trabajando en ella