Fala aí, pessoal! Tô escrevendo meu terceiro post aqui, e lembrando que tudo é história real.
Há três anos, troquei de trampo e fui parar numa firma onde sentava do lado de uma contadora. Ela casada, dois anos mais velha que eu, eu também casado.
A gente se deu bem e virou amigo de trabalho, tudo numa boa até aí, porque eu sempre fui daqueles que acha que pegação no serviço é encrenca, então não tinha segunda intenção com ela.
O tempo passou e, no meio do ano passado, ela começou a dar umas indiretas e uns duplos sentidos, mas eu me fazia de sonso e não dava corda.
Um dia, a gente tava trocando ideia no zap e ela mandou uma música bem na cara. Eu nem respondi, e ela mesma disse: "Desculpa, viajei na maionese".
Aí eu comecei a brincar e falei: "Pra que agitar se depois você murcha?" e tal, e a conversa foi esquentando.
Duas semanas depois, a gente tava arrumando umas coisas numa sala vazia, só nós dois, e eu vazei. Na hora, chegou uma mensagem dela: "Aí, agora quem murchou fui eu..."
Resumo da ópera: isso foi o empurrão final pra essa história desandar...
Daí em diante, a gente se esquentou e se pegou várias vezes numa salinha dos fundos, com a desculpa de que tava organizando uns documentos da empresa.
Até que chegou o dia do primeiro encontro: fomos pra um motel no horário de expediente e, puta merda, foi foda. Ela é uma magrinha, sem muito peito, mas tem uma raba gostosa... tinha ido com uma fio dental pequenininha.
Tava toda depilada e a buceta bem apertadinha quando eu metia. Passamos duas horas nos matando e depois voltamos pro escritório como se nada tivesse acontecido.
Depois disso, a gente se viu várias vezes na casa dela e umas outras no escritório do trampo que tenho à tarde... e cada vez foi melhorando. A última foi quinta-feira passada, na casa dela, e ela já tá soltando cada vez mais, então se eu tiver sorte, na próxima eu meto no cuzinho dela...
Valeu, espero que que elas tenham gostado..
Há três anos, troquei de trampo e fui parar numa firma onde sentava do lado de uma contadora. Ela casada, dois anos mais velha que eu, eu também casado.
A gente se deu bem e virou amigo de trabalho, tudo numa boa até aí, porque eu sempre fui daqueles que acha que pegação no serviço é encrenca, então não tinha segunda intenção com ela.
O tempo passou e, no meio do ano passado, ela começou a dar umas indiretas e uns duplos sentidos, mas eu me fazia de sonso e não dava corda.
Um dia, a gente tava trocando ideia no zap e ela mandou uma música bem na cara. Eu nem respondi, e ela mesma disse: "Desculpa, viajei na maionese".
Aí eu comecei a brincar e falei: "Pra que agitar se depois você murcha?" e tal, e a conversa foi esquentando.
Duas semanas depois, a gente tava arrumando umas coisas numa sala vazia, só nós dois, e eu vazei. Na hora, chegou uma mensagem dela: "Aí, agora quem murchou fui eu..."
Resumo da ópera: isso foi o empurrão final pra essa história desandar...
Daí em diante, a gente se esquentou e se pegou várias vezes numa salinha dos fundos, com a desculpa de que tava organizando uns documentos da empresa.
Até que chegou o dia do primeiro encontro: fomos pra um motel no horário de expediente e, puta merda, foi foda. Ela é uma magrinha, sem muito peito, mas tem uma raba gostosa... tinha ido com uma fio dental pequenininha.
Tava toda depilada e a buceta bem apertadinha quando eu metia. Passamos duas horas nos matando e depois voltamos pro escritório como se nada tivesse acontecido.
Depois disso, a gente se viu várias vezes na casa dela e umas outras no escritório do trampo que tenho à tarde... e cada vez foi melhorando. A última foi quinta-feira passada, na casa dela, e ela já tá soltando cada vez mais, então se eu tiver sorte, na próxima eu meto no cuzinho dela...
Valeu, espero que que elas tenham gostado..
1 comentários - Compañera de Trabajo