Olá, como vocês estão? Esta história é a continuação da primeira, intituladaA Mamãe do meu exe cujo link é http://www.poringa.net/posts/relatos/2745530/La-mama-de-mi-ex.htmlRecomendo que leiam, é longo, mas vão entender como que tá o esquema, sem mais delongas, vou continuar...
Bom, se vocês leram o relato anterior, sabem que aquilo terminou naquele beijo doce de pré-adolescentes com a Lina, minha sogra na época, feito dois namoradinhos no primeiro beijo, mesmo que pareça mórbido por ser minha sogra e pela diferença de idade — foi assim que senti, e acho que ela também.
Logo depois de nos beijarmos, nos olhamos e, implicitamente, fizemos um pacto de silêncio. A situação ficou meio estranha, a gente se deixou levar, sensações confusas, desejo proibido, e tudo mais que vocês possam imaginar que estava rolando. O dia foi passando, quase nem nos olhávamos, acho que sentíamos um pouco de vergonha, e do mesmo jeito seguiram os poucos dias que ainda ficamos no apartamento da minha então namorada.
Voltamos nós dois sozinhos pra cidade, sem falar nada. Eu não queria deixar ela desconfortável, e ela com certeza também não queria me deixar. Ela me deixou em casa, me cumprimentou friamente e foi embora.
Chegou a hora de voltar pra cidade onde eu estudava. Era segunda-feira, a Lina sabia que eu viajava e me mandou uma mensagem desejando uma boa semana e boa viagem. Embora a mensagem soasse fria, pelo menos o gelo de não nos falarmos sobre nada já tinha quebrado.
Passaram-se alguns dias e, timidamente, voltamos a conversar, sobre vários assuntos, piadas e brincadeiras, como se nada tivesse acontecido. Eu sentia que a confiança ainda estava lá, e ficava muito curioso pra saber o que ela tinha sentido. Então, com comentários um tanto sutis e outros nem tanto, fui puxando o assunto...Eu—"Supõe que tá errado, quem é que diz o que é certo e o que não é?"
Lina—"Não se faz de bobo, você sabe como as coisas são."
Eu—"Eu gostei, e ninguém saiu ferido disso, além disso nunca me senti assim."
Lina—"Hahahaha, vou acreditar nessa!!! Mas chega, não é certo a gente falar dessas coisas."
Eu—"Qual é, relaxa, vai me dizer se eu já parei de ser um MOL E QUE?"
Lina—"Hahahaha, você é demais!! Claro que já não é mais um moleque, e eu também nunca me senti assim na vida, mas agora você tem que me mostrar que é um HOMEM e isso não sai daqui, por favor, pode ser? E vamos mudar de assunto."
Eu—"Pode deixar, adoro saber disso."
Lina—"Eu também, mas vamos mudar de assunto, tá bem?A conversa continuou e fomos mudando de assunto, aquela conversa foi muito necessária, me fez saber que ela tinha gostado que eu a beijasse, e que, embora fosse errado, o fato de termos um segredo entre nós dois ia nos unir ainda mais.
Passaram-se alguns meses, onde tudo seguia seu rumo normalmente, eu de vez em quando brigava com minha namorada, Lina a mesma coisa com o marido dela, e a gente conversava sobre esses assuntos tranquilamente, podíamos contar qualquer coisa um pro outro, e dávamos conselhos.
Num fim de semana, daqueles que eu volto pra minha cidade, minha namorada tinha ficado na cidade dela, a irmã dela tinha viajado com o namorado, e meu sogro estava naqueles típicos "fins de semana de pescaria com os amigos", então Lina estava sozinha, essa situação se repetia várias vezes por ano, e eu aproveitava pra passar um tempo a sós com Lina, a gente jantava junto e coisas assim.
Sábado à tarde, combinamos de jantar juntos, ela cozinha muito gostoso, ou pelo menos eu gosto, e ela me prometeu um dos meus pratos favoritos, então combinei de ir pra casa dela umas 20:00 pra ajudar com a mesa e tudo mais.
Naquela mesma tarde, depois de jogar futebol e tomar umas cervejas com os amigos, ritual do terceiro tempo do racha, acabou ficando tarde, então fui pra casa tomar um banho e me preparar pra ir dar uma mão pra Lina.
Cheguei, ela estava me esperando pra tomar uma taça de vinho, enquanto cozinhava, então ela ficou um pouco brava pela espera, mas tudo bem, arrumei a mesa rapidinho, enquanto ela dava uma segurada pra empratar o jantar, comemos, tomamos um vinho gostoso (Syrah pra quem quiser recriar o sabor na imaginação, dá cor e aroma à história), entre conversas e risadas.
Mesmo tendo chegado tarde, tirei um tempo pra observar a Lina, ela estava mais gostosa do que em qualquer outra noite, e tão elegante quanto sempre, usava um vestido entre vinho e roxo, justo naquela cintura sensual dela, a pele bronzeada e os ombros aparecendo por cima de um decote reto na frente, e as costas de fora atrás, as Pernas, visíveis desde um pouco acima dos joelhos, desciam elegantes até seus saltos altos, que elevavam o rosto dela quase até a minha altura. Ela usava o cabelo castanho claro preso num coque alto, e seu perfume, como sempre, hipnotizante. Realmente, a mulher dos meus sonhos — e acho que também dos sonhos de mais de um...
Lina tinha tomado duas taças de vinho, e como não era uma mulher acostumada a beber, aquilo causou nela um efeito de desinibição. Eu já vinha com as cervejas do futebolzinho, então também não tava ligando pra nenhum freio nas minhas ações. Lina sugeriu um brinde pelo jantar que estávamos dividindo. Na minha pressa pra não chegar tão tarde, esqueci minha parte: levar a sobremesa. Por isso, Lina, rindo, destacou meu amadorismo. Levantei a mesa, Lina trouxe as taças e o champanhe, coloquei uma música suave, baixei as luzes e acendi umas velas. Lina, ao ver a cena:Lina—"Bom, acho que me enganei sobre você ser inexperiente, haha" e me olhou com aquela cara safada dela.
Eu—"Quero que o brinde seja completo, hahaha. Senta aí e me espera que já volto com alguma guloseima"
Lina—"Hahahahaha, olha só você hein! Vai, não se empolga, que aposto que volta com uns docinhos finos, hahaSaí no carro atrás daquelas massas finas, naquela hora era a única coisa que podia me salvar, e na cidade não tem muitas lojas de doces. Fui na mais movimentada, e, embora a viagem de ida e volta leve 10 minutos, tive que esperar na fila uns 15 ou 20 minutos a mais.
Voltei o mais rápido que pude, não queria deixar a Lina sozinha. A conversa tava pegando fogo e eu não queria que apagasse tudo. Abrimos o champanhe, olhamos nos olhos um do outro, brindamos pela noite que tivemos e continuamos conversando. O clima da conversa tava cada vez mais quente, o brinde continuou fazendo efeito nos dois, até que a Lina achou que já era tarde, e ela ia dormir, e eu com meus amigos. Nos despedimos, dei um beijo no pescoço dela, bem abaixo da orelha, o perfume dela me envolvia, eu tava doido por ela.
Depois que fui embora, percebi que tinha deixado meu celular na casa dela. No estado de êxtase que eu tava, nem notei. Voltei pra buscar, as luzes ainda estavam acesas, e tentei a porta, que ainda estava aberta, então entrei. Que surpresa tive ao ver a Lina sentada num sofá, chorando, com as mãos no rosto, angustiada. Me ajoelhei aos pés dela e olhei pra ela...Eu—"Deixa eu ver você, o que foi? Por que você tá chorando? Eu fiz alguma coisa??"
Lina—"Não, você não, pelo contrário, você faz tudo muito bem."
Eu—"Então? Por que você tá chorando? Não gosto de te ver assim, me conta."
Lina—"Acabaram de me ligar, era uma voz de mulher, ela disse que meu marido não tá pescando, e que ele tá com ela."
Eu—"Mas você me disse que já sabia há muito tempo que ele tem uma amante, e na verdade você falou que também já teve uns casos."
Lina—"Sim, não é isso que me angustia, o que me angustia é que tenho que fingir que tá tudo bem com ele por causa do que vão dizer, e eu tô cansada, além disso me sinto confusa."
Eu—"Confusa??? Com o quê?"
Lina—"Com você, faz anos que ninguém me trata assim, ou me desperta esses sentimentos, aliás, não tenho certeza se já senti algo assim antes, e eu sei que é errado, mas eu te vejo como um homem, e tenho desejos de mulher por você.Olhei fixamente pra ela, meu coração batia a mil, sequei as lágrimas dela com minhas mãos, eu tremia, ela também. Aproximei devagar da boca dela, comecei a beijar seus lábios, suavemente, com minhas mãos acariciando o cabelo e a nuca dela. Ela se entregava cada vez mais pra mim. A gente se levantou, os saltos altos dela deixavam a gente continuar se beijando confortavelmente. O cabelo preso dela liberava a nuca e as costas pra eu acariciar de leve. A gente se sincronizou, num movimento só, juntos. Eu sabia o que ela queria, ela sabia o que eu queria. Ela me pegou pela mão, fomos pro quarto dela. Ela deixou eu soltar o zíper do vestido na cintura dela, e com um movimento simples consegui puxar ele pra baixo. Ela abriu minha camisa, com as unhas dela percorrendo minhas costas me deixava cada vez mais louco. Continuei beijando ela, mas parava uns segundos pra admirar o corpo dela de lingerie, não acreditava no que tava rolando. Ela me fez deitar na cama, sentou em cima de mim, beijou minha boca, meu pescoço, minhas orelhas. Eu ouvia a respiração dela, o perfume dela me envolvia, as mãos dela faziam minha pele arrepiar. Ela beijou meu peito, foi descendo, soltou meu cinto e eu tirei a calça. A boca dela roçava minha área íntima, só de cueca no meio, eu não aguentava mais. Ela me olhava nos olhos, eu me segurava com força. Ela continuou com os jogos de roçadas, o tempo não passava pra mim, mas acho que ela percebeu minha situação. Voltou a me beijar na boca e se deitou do meu lado. Eu me coloquei por cima dela, beijei ela, percorri cada centímetro do corpo dela com minha boca, deixei ela nua, com a pele à flor da pele. Continuei explorando cada parte do corpo dela, me perdi na barriga dela, sentia prazer nisso, a sensação de comer a fruta mais gostosa, de beber da fonte mais pura. Notei que ela tava super excitada, com o olhar dela me convidou a avançar. Beijei os lábios dela, tomei posição por cima dela, finalmente a gente se uniu. A gente era como uma onda do mar, nos misturamos num corpo só. Eu tremia inteiro, conseguia sentir cada sensação lá no fundo, textura, temperatura, umidade, experimente sensações incríveis, ela mordia de leve minha orelha, e gemia sutilmente, marcando o ritmo, sentia a satisfação dela, fazia força pra aguentar e esperar ela, chegamos ao clímax juntos, não podia acreditar, fiquei por cima dela, ela desenhava com as unhas das mãos arranhando de leve minhas costas, dormimos assim.......
Bom, se vocês leram o relato anterior, sabem que aquilo terminou naquele beijo doce de pré-adolescentes com a Lina, minha sogra na época, feito dois namoradinhos no primeiro beijo, mesmo que pareça mórbido por ser minha sogra e pela diferença de idade — foi assim que senti, e acho que ela também.
Logo depois de nos beijarmos, nos olhamos e, implicitamente, fizemos um pacto de silêncio. A situação ficou meio estranha, a gente se deixou levar, sensações confusas, desejo proibido, e tudo mais que vocês possam imaginar que estava rolando. O dia foi passando, quase nem nos olhávamos, acho que sentíamos um pouco de vergonha, e do mesmo jeito seguiram os poucos dias que ainda ficamos no apartamento da minha então namorada.
Voltamos nós dois sozinhos pra cidade, sem falar nada. Eu não queria deixar ela desconfortável, e ela com certeza também não queria me deixar. Ela me deixou em casa, me cumprimentou friamente e foi embora.
Chegou a hora de voltar pra cidade onde eu estudava. Era segunda-feira, a Lina sabia que eu viajava e me mandou uma mensagem desejando uma boa semana e boa viagem. Embora a mensagem soasse fria, pelo menos o gelo de não nos falarmos sobre nada já tinha quebrado.
Passaram-se alguns dias e, timidamente, voltamos a conversar, sobre vários assuntos, piadas e brincadeiras, como se nada tivesse acontecido. Eu sentia que a confiança ainda estava lá, e ficava muito curioso pra saber o que ela tinha sentido. Então, com comentários um tanto sutis e outros nem tanto, fui puxando o assunto...Eu—"Supõe que tá errado, quem é que diz o que é certo e o que não é?"
Lina—"Não se faz de bobo, você sabe como as coisas são."
Eu—"Eu gostei, e ninguém saiu ferido disso, além disso nunca me senti assim."
Lina—"Hahahaha, vou acreditar nessa!!! Mas chega, não é certo a gente falar dessas coisas."
Eu—"Qual é, relaxa, vai me dizer se eu já parei de ser um MOL E QUE?"
Lina—"Hahahaha, você é demais!! Claro que já não é mais um moleque, e eu também nunca me senti assim na vida, mas agora você tem que me mostrar que é um HOMEM e isso não sai daqui, por favor, pode ser? E vamos mudar de assunto."
Eu—"Pode deixar, adoro saber disso."
Lina—"Eu também, mas vamos mudar de assunto, tá bem?A conversa continuou e fomos mudando de assunto, aquela conversa foi muito necessária, me fez saber que ela tinha gostado que eu a beijasse, e que, embora fosse errado, o fato de termos um segredo entre nós dois ia nos unir ainda mais.
Passaram-se alguns meses, onde tudo seguia seu rumo normalmente, eu de vez em quando brigava com minha namorada, Lina a mesma coisa com o marido dela, e a gente conversava sobre esses assuntos tranquilamente, podíamos contar qualquer coisa um pro outro, e dávamos conselhos.
Num fim de semana, daqueles que eu volto pra minha cidade, minha namorada tinha ficado na cidade dela, a irmã dela tinha viajado com o namorado, e meu sogro estava naqueles típicos "fins de semana de pescaria com os amigos", então Lina estava sozinha, essa situação se repetia várias vezes por ano, e eu aproveitava pra passar um tempo a sós com Lina, a gente jantava junto e coisas assim.
Sábado à tarde, combinamos de jantar juntos, ela cozinha muito gostoso, ou pelo menos eu gosto, e ela me prometeu um dos meus pratos favoritos, então combinei de ir pra casa dela umas 20:00 pra ajudar com a mesa e tudo mais.
Naquela mesma tarde, depois de jogar futebol e tomar umas cervejas com os amigos, ritual do terceiro tempo do racha, acabou ficando tarde, então fui pra casa tomar um banho e me preparar pra ir dar uma mão pra Lina.
Cheguei, ela estava me esperando pra tomar uma taça de vinho, enquanto cozinhava, então ela ficou um pouco brava pela espera, mas tudo bem, arrumei a mesa rapidinho, enquanto ela dava uma segurada pra empratar o jantar, comemos, tomamos um vinho gostoso (Syrah pra quem quiser recriar o sabor na imaginação, dá cor e aroma à história), entre conversas e risadas.
Mesmo tendo chegado tarde, tirei um tempo pra observar a Lina, ela estava mais gostosa do que em qualquer outra noite, e tão elegante quanto sempre, usava um vestido entre vinho e roxo, justo naquela cintura sensual dela, a pele bronzeada e os ombros aparecendo por cima de um decote reto na frente, e as costas de fora atrás, as Pernas, visíveis desde um pouco acima dos joelhos, desciam elegantes até seus saltos altos, que elevavam o rosto dela quase até a minha altura. Ela usava o cabelo castanho claro preso num coque alto, e seu perfume, como sempre, hipnotizante. Realmente, a mulher dos meus sonhos — e acho que também dos sonhos de mais de um...
Lina tinha tomado duas taças de vinho, e como não era uma mulher acostumada a beber, aquilo causou nela um efeito de desinibição. Eu já vinha com as cervejas do futebolzinho, então também não tava ligando pra nenhum freio nas minhas ações. Lina sugeriu um brinde pelo jantar que estávamos dividindo. Na minha pressa pra não chegar tão tarde, esqueci minha parte: levar a sobremesa. Por isso, Lina, rindo, destacou meu amadorismo. Levantei a mesa, Lina trouxe as taças e o champanhe, coloquei uma música suave, baixei as luzes e acendi umas velas. Lina, ao ver a cena:Lina—"Bom, acho que me enganei sobre você ser inexperiente, haha" e me olhou com aquela cara safada dela.
Eu—"Quero que o brinde seja completo, hahaha. Senta aí e me espera que já volto com alguma guloseima"
Lina—"Hahahahaha, olha só você hein! Vai, não se empolga, que aposto que volta com uns docinhos finos, hahaSaí no carro atrás daquelas massas finas, naquela hora era a única coisa que podia me salvar, e na cidade não tem muitas lojas de doces. Fui na mais movimentada, e, embora a viagem de ida e volta leve 10 minutos, tive que esperar na fila uns 15 ou 20 minutos a mais.
Voltei o mais rápido que pude, não queria deixar a Lina sozinha. A conversa tava pegando fogo e eu não queria que apagasse tudo. Abrimos o champanhe, olhamos nos olhos um do outro, brindamos pela noite que tivemos e continuamos conversando. O clima da conversa tava cada vez mais quente, o brinde continuou fazendo efeito nos dois, até que a Lina achou que já era tarde, e ela ia dormir, e eu com meus amigos. Nos despedimos, dei um beijo no pescoço dela, bem abaixo da orelha, o perfume dela me envolvia, eu tava doido por ela.
Depois que fui embora, percebi que tinha deixado meu celular na casa dela. No estado de êxtase que eu tava, nem notei. Voltei pra buscar, as luzes ainda estavam acesas, e tentei a porta, que ainda estava aberta, então entrei. Que surpresa tive ao ver a Lina sentada num sofá, chorando, com as mãos no rosto, angustiada. Me ajoelhei aos pés dela e olhei pra ela...Eu—"Deixa eu ver você, o que foi? Por que você tá chorando? Eu fiz alguma coisa??"
Lina—"Não, você não, pelo contrário, você faz tudo muito bem."
Eu—"Então? Por que você tá chorando? Não gosto de te ver assim, me conta."
Lina—"Acabaram de me ligar, era uma voz de mulher, ela disse que meu marido não tá pescando, e que ele tá com ela."
Eu—"Mas você me disse que já sabia há muito tempo que ele tem uma amante, e na verdade você falou que também já teve uns casos."
Lina—"Sim, não é isso que me angustia, o que me angustia é que tenho que fingir que tá tudo bem com ele por causa do que vão dizer, e eu tô cansada, além disso me sinto confusa."
Eu—"Confusa??? Com o quê?"
Lina—"Com você, faz anos que ninguém me trata assim, ou me desperta esses sentimentos, aliás, não tenho certeza se já senti algo assim antes, e eu sei que é errado, mas eu te vejo como um homem, e tenho desejos de mulher por você.Olhei fixamente pra ela, meu coração batia a mil, sequei as lágrimas dela com minhas mãos, eu tremia, ela também. Aproximei devagar da boca dela, comecei a beijar seus lábios, suavemente, com minhas mãos acariciando o cabelo e a nuca dela. Ela se entregava cada vez mais pra mim. A gente se levantou, os saltos altos dela deixavam a gente continuar se beijando confortavelmente. O cabelo preso dela liberava a nuca e as costas pra eu acariciar de leve. A gente se sincronizou, num movimento só, juntos. Eu sabia o que ela queria, ela sabia o que eu queria. Ela me pegou pela mão, fomos pro quarto dela. Ela deixou eu soltar o zíper do vestido na cintura dela, e com um movimento simples consegui puxar ele pra baixo. Ela abriu minha camisa, com as unhas dela percorrendo minhas costas me deixava cada vez mais louco. Continuei beijando ela, mas parava uns segundos pra admirar o corpo dela de lingerie, não acreditava no que tava rolando. Ela me fez deitar na cama, sentou em cima de mim, beijou minha boca, meu pescoço, minhas orelhas. Eu ouvia a respiração dela, o perfume dela me envolvia, as mãos dela faziam minha pele arrepiar. Ela beijou meu peito, foi descendo, soltou meu cinto e eu tirei a calça. A boca dela roçava minha área íntima, só de cueca no meio, eu não aguentava mais. Ela me olhava nos olhos, eu me segurava com força. Ela continuou com os jogos de roçadas, o tempo não passava pra mim, mas acho que ela percebeu minha situação. Voltou a me beijar na boca e se deitou do meu lado. Eu me coloquei por cima dela, beijei ela, percorri cada centímetro do corpo dela com minha boca, deixei ela nua, com a pele à flor da pele. Continuei explorando cada parte do corpo dela, me perdi na barriga dela, sentia prazer nisso, a sensação de comer a fruta mais gostosa, de beber da fonte mais pura. Notei que ela tava super excitada, com o olhar dela me convidou a avançar. Beijei os lábios dela, tomei posição por cima dela, finalmente a gente se uniu. A gente era como uma onda do mar, nos misturamos num corpo só. Eu tremia inteiro, conseguia sentir cada sensação lá no fundo, textura, temperatura, umidade, experimente sensações incríveis, ela mordia de leve minha orelha, e gemia sutilmente, marcando o ritmo, sentia a satisfação dela, fazia força pra aguentar e esperar ela, chegamos ao clímax juntos, não podia acreditar, fiquei por cima dela, ela desenhava com as unhas das mãos arranhando de leve minhas costas, dormimos assim.......
5 comentários - A mãe da minha ex parte II