Intimidades de mi esposa, su primer vez.

A primeira vez que fiquei com meu namorado, antes disso ele me perguntou se eu já tinha ficado com algum homem, eu disse que não e desde aquele dia ele começou a encher o saco, falando que queria que a gente ficasse junto, já que ele também nunca tinha ficado com ninguém.

Ele dizia que ia ser muito bom, já que nós dois éramos virgens, supostamente. Ele sempre insistia, mas eu falava que não queria porque tinha muito medo, já que quase todas as minhas amigas estavam engravidando e eu não queria decepcionar minha mãe. Toda vez que ele tinha oportunidade, voltava no assunto e dizia que a gente ia fazer tudo com segurança, que nada ia acontecer.

Cansada de tanta encheção de saco, eu falei: "Beleza, então arruma tudo". Planejamos um passeio com as primas e a irmã, cada um com o namorado. A gente foi, ele tinha os preservativos e tudo que precisava. Éramos várias pessoas, um grupo grande, mais ou menos, não lembro exatamente quantas. Entramos e fomos procurar um rio. Tudo estava normal, mas eu e ele estávamos com segundas intenções.

Chegamos num rio. Ele tinha me dito que seria muito mais romântico se a gente fizesse num rio, algo especial. Então a gente se sentou num lugar, todo mundo se acomodou e começamos a nadar. Depois de um tempo, a gente fingiu que ia caminhar pra conhecer o lugar, começamos a subir pelas pedras e chegamos num lugar onde não tinha ninguém. Tinham várias pedras grandes e decidimos fazer ali.

Começamos a nos beijar e perguntei se ele tinha os preservativos. Ele disse que sim. A gente se beijava, dava pra ouvir os passarinhos e o rio descendo. Era um lugar muito gostoso, não tinha ninguém e não se ouvia barulho de gente. Então a gente se beijava, no começo normal, como qualquer casal de namorados. Os beijos foram ficando muito gostosos e a gente foi se empolgando. Continuamos nos beijando e não parávamos mais. Já estávamos excitados e começou a apalpação.

A gente se tocava por cima da roupa. Dava pra sentir o pau dele duro e eu ficava passando a mão enquanto a gente se beijava. nós nos acariciávamos, ele me apalpava os peitos e a buceta, e ficava esfregando. Depois de um tempo ali, ele tirou uma camisinha de onde tinha escondido, abriu ela, então puxou o pau pra fora e colocou. Eu olhava pra todo lado e falava que podiam nos ver, se alguém resolvesse ir pra lá. Ele dizia que aquele lugar era muito isolado e que quase ninguém passava por ali.

Aí eu me deitei numa pedra grande que tinha, voltamos a nos beijar e nos tocar. Eu subi um pouco na pedra e abri as pernas, ele se colocou no meio das minhas pernas, mas até aí só estávamos nos beijando. Ele tinha o pau pra fora e ficava roçando na minha buceta, esfregando e esfregando enquanto a gente se beijava. Nisso, ele puxou minha calcinha de lado e começou a esfregar o pau até ir enfiando bem devagar. Eu pedia pra ele ir com calma porque tava doendo muito. Então ele começou a meter com cuidado, e doía, sentia que tava raspando. Eu falava: "devagar, devagar, que dói".

Aí ele foi enfiando e enfiando, começou a se mexer suavemente, mas pra mim a sensação era horrível, uma dor terrível. Eu pensava: "por que será que o povo gosta tanto disso, se dói tanto? Se é assim, nunca mais vou fazer isso". Pedia pra ele tirar, que não queria mais, que tirasse porque era muito ruim. Mas ele falava pra eu esperar só mais um pouquinho. Ele se mexia e eu: "ai, ai, ai, dói, dói". Aí ele tirou.

Eu disse que não queria mais porque tava doendo. Então ele falou pra gente terminar, que nele também tava ardendo, mas que a gente terminasse, que logo ia parar de doer. Voltamos a nos beijar, e eu tava de pé, virei de costas, fiquei tipo de quatro. Pedi pra ele, por favor, acabar logo com aquilo porque a ardência era insuportável. Aí me apoiei na pedra, ele puxou um pouco minha calcinha, se apoiou nas minhas costas e começou a meter de novo na minha buceta. Depois começou a se mexer, e que ardor horrível. Eu pedia pra ele se apressar porque já não aguentava mais. Então... Ele começou a se mexer rápido, rápido, cada vez mais rápido até gozar na camisinha. Eu levantei a bermuda e falei que aquilo era muito feio, que não queria fazer de novo nunca mais. Ele me abraçou, me deu um beijo, e a gente entrou na água. E aí tudo acabou.

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