Esta história é completamente real e aconteceu comigo há uns anos. Muitos detalhes eu custo a lembrar, mas outros eu lembro muito bem. Só agora eu criei coragem pra escrever minha história.
Era janeiro de 2010, quando um dia minha mulher chega e me diz que a mãe dela vai viajar pro Uruguai com o pessoal do trabalho e que o irmão e a irmã dela iam vir ficar uns dias com a gente.
Somos um casal jovem, minha mulher é um ano mais velha que eu, nos conhecemos no vestibular da faculdade e acabamos juntos e tivemos um filho cedo. Então ela veio morar comigo na casa dos meus pais. Voltando ao relato, minha mulher me pergunta se não ia ter problema, aí fomos falar com minha mãe e não teve problema. Então num domingo ela foi buscar eles.
A menina que eu tinha conhecido dois anos atrás tinha se transformado numa mulherão, minha cunhada era uma gostosa de 1,60m, cabelo loiro, lábios carnudos, enfim, uma bomba sensual.
Assim que vi ela, fiquei cheio de tesão, mas era só isso, tesão. Como minha casa não é grande, a gente se organizou assim: minha cunhada ia ficar no quarto da minha irmã e meu cunhado no quarto do nosso filho.
No primeiro dia que ela ficou em casa, lembro que ela tava morrendo de vontade de mandar mensagens pro namoradinho de bairro dela, aí eu, de boa vontade e sem a irmã (minha mulher) perceber, emprestei meu celular pra ela escrever. Ela usou de boa e isso foi o suficiente pra ela confiar em mim e a gente criar uma boa química.
Tenho que admitir que minha cunhada me deixava muito excitado e essa bunda me tirava do sério. Na segunda-feira fui trabalhar com meu pai (na época eu trabalhava na construção civil) e ela me mandou uma mensagem do celular da minha irmã (minha irmã mais nova é minha sombra, sempre nos demos super bem, e pra me ajudar, ela é a pessoa em quem mais confio). E a gente começou a trocar ideia, obviamente antes liguei pra minha irmã pra saber por que ela tava escrevendo do número dela e pra ter certeza de que Não me enche o saco, minha irmã me disse que tava tudo bem e que minha cunhada só pediu pra me escrever, ela topou e falou pra eu ficar tranquilo que ela ia cuidar de apagar todas as mensagens. Resumindo, eu podia falar o que quisesse com minha cunhada sem me preocupar com o que ia rolar com esses papos.
Mensagem vai, mensagem vem, os primeiros três dias foram assim: a gente foi se conhecendo pelo chat praticamente, porque quando eu chegava em casa todo mundo tava junto e não dava pra conversar, muito menos a sós. Cada dia a conversa ia ficando mais profunda, a ponto de a gente falar, obviamente, de sexo — a primeira vez dela, como é a parada com minha mulher e um monte de outras coisas que, sinceramente, me custa lembrar direito.
Questão é que ela acabou dizendo que eu tava afim dela, depois de eu insistir muito. E seguindo nessa conversa, ela soltou: "Olha, não quero arrumar problema com minha irmã, então se você não for contar nada, a gente continua com isso". Óbvio que pra mim caiu como uma luva, nunca passou pela minha cabeça contar isso pra minha mulher, nem fodendo.
— Eu: Mas cê tá me enrolando, certeza.
— Ela: Quando você chegar do trabalho hoje, vai direto pro quarto da sua irmã e vou te mostrar que tô falando sério.
— Eu: Fechou, tenho que ver isso.
Aí, de tarde, quando chego em casa, cumprimento minha mulher, meu filho e minha mãe, e pergunto pela minha irmãzinha (já tínhamos combinado de fazer assim), e minha mãe fala que ela tá no quarto dela.
Vou pra lá e minha cunhada me recebe, me beija de boca aberta e diz:
— Ela: Viu que eu tava falando sério?
A partir daí, pensei: "Tenho que comer essa gostosa", sabendo de tudo que isso envolvia, o risco de estar brincando com fogo.
Tudo era por mensagem de texto, cada vez as conversas ficavam mais quentes.
— Ela: Minha irmã engole quando chupa sua pica?
— Eu: Não, nunca fez isso. (era mentira, só tava de onda) estratégia, já sabia mais ou menos como ia terminar isso).
— ela: quando eu chupar você, vai ver como eu engulo tudo.
Naquela noite a gente transou como nunca, ela tava muito excitada, mas não precisava pensar na minha cunhada, porque minha mulher não fica atrás, aliás, se eu tava fazendo aquilo não era porque não gostava dela, longe disso, era só pelo tesão proibido.
A gente terminou e lá pelas 1h30 da manhã chegou uma mensagem.
— ela: ainda acordado?
— eu: sim, esperava você me escrever (a gente tinha combinado de conversar naquela hora).
— ela: me fala a verdade, você tava comendo minha irmã, né? Nem tenta negar. Vi vocês pela fresta da porta.
— eu: sim, a gente transou, e ainda nem me limpei.
— ela: vem agora pro quarto da sua irmã (minha irmã tava dormindo).
— eu: já vou, espera eu me limpar e vou.
— ela: não, vem assim.
Aí fui e entrei no quarto, ela levantou e me beijou na boca, mordeu meu lábio e disse:
— ela: tô com tesão, quero chupar essa pica.
E foi o que fez, foi direto pro meu pau, eu tava de cueca e não foi difícil tirar minha pica, nessa altura já tava durasso de novo.
— ela: essa pica ainda tá com o mel da minha irmã, e na mesma hora enfiou tudo na boca.
Não sei se era pelo tesão proibido, mas foi o melhor boquete que já tinha recebido até então. Não posso reclamar, tenho um pau de 21cm bem grosso, mas pra minha cunhada isso não importou. Ela passou a língua pelo comprimento todo, com muita saliva no meio. Enfiava tudo e tirava de novo. Não acreditava que uma mina chupasse tão bem a pica com tão pouca idade. Sinceramente, por mais que eu tivesse transado antes, não aguentei muito tempo, o tesão proibido junto com o boquete foda fez eu gozar em poucos minutos. Avisei que ia gozar, ela acelerou o ritmo, e eu gozei completamente na boca, foi incrível pra caralho. Ela terminou de limpar meu pau todinho, e depois me deu um beijo na boca e foi dormir.
Assim foram passando os dias e todas as noites, e com todo o risco que a gente corria, já que meu quarto era separado do quarto da minha irmã só por um corredor, eu ia e minha cunhada me chupava até eu gozar, os boquetes dela eram cada dia melhores.
Na última semana que elas ficaram, com a cumplicidade da minha irmã, a gente combinou de ver um filme de terror no quarto dela. Óbvio, pra não levantar suspeitas, convidei minha mulher pra assistir com a gente (eu sabia que ela não gostava de filme de terror), e ela recusou na hora, por mais que eu insistisse muito. Questão é que a gente começou a ver o filme enquanto o resto da família ia dormir. Aí começamos a nos pegar com minha cunhada, e verdade seja dita, não ligamos muito que minha irmã tava ali. Ela olhava pra gente e sorria. Minha cunhada tava com uma saia curta e uma regata, tava bem gostosa como sempre. Obviamente, num momento a gente parou de ver o filme e tava entretido pra caralho. Percebi que ela não tava de calcinha, e isso me deixou louco. Ela não parava de passar a mão no meu volume.
A gente tava na cama, e minha irmã tava na nossa frente, sentada no chão. Com uns movimentos, ela começou a abaixar o zíper da minha calça e conseguiu tirar meu pau pra fora, começou a fazer uma punheta gostosa. Eu tava a mil por hora. Aí, com um movimento rápido, ela subiu em cima de mim e enfiou tudo naquela buceta molhada. Verdade seja dita, aquele movimento me surpreendeu pra caralho, porque eu não esperava que ela fosse fazer aquilo, já que minha irmã tava ali presente. Mas ela pouco se importou.
Pela tesão que a atitude dela me deu, soltei um gemido baixinho que fez minha irmã se virar e nos ver. A imagem que ela viu naquele momento foi a do irmão dela com minha cunhada lá em cima com a pica completamente dentro, eu vi de relance mas minha cunhada nem percebeu que a gente tava olhando, ela virou como se nada e continuou vendo o filme e pra garantir
aumentou um pouco mais o volume da TV, a gente continuou fodendo como os melhores amantes, ter minha irmã por perto foi muito safado, e eu tava muito tesudo. Minha cunhada fala bem baixinho no meu ouvido pra avisar quando eu fosse gozar, verdade que não precisei esperar muito, e quando eu tava quase lá, nessa altura ela já tinha tido uns dois orgasmos, falei que não aguentava mais.
Ela fez uma coisa que eu não esperava, levanta e chama minha irmã pelo nome, aí ela vira bem na hora que eu tava soltando os primeiros jatos de porra, e ela se jogou pra engolir tudo. Minha irmã ficou olhando aquela cena e eu me surpreendi com a cara de safada que ela fez, mas não passou disso, só sorriu e virou pra continuar vendo o filme.
Quando a gente terminou, eu levantei e fui no banheiro me limpar e depois fui direto pra cama junto com minha mulher que já tava dormindo, mas quando deito, acordo ela e ela pergunta como foi o filme, aí eu falei que fiquei entediado e que não terminei de ver. Então ela se ajeitou como pra ficar de conchinha e eu abracei ela por trás e coloquei uma mão pegando uma teta e a outra enfiando por baixo da calcinha. Ela reagiu na hora e começou a me tocar a pica
por trás. Tenho que admitir que sou bem tarado e que ter na cabeça o que tinha acabado de acontecer e ter minha mulher ali toda entregue fez eu ficar duro de novo. A gente se ajeitou num lindo 69 e nos dedicamos a dar prazer um pro outro. Ficamos assim um tempão até que ela se sentou e falou:
-- minha mulher: Enfia por trás.
-- eu: vou arrebentar esse cu, puta.
Ela ficou de quatro e eu comecei a colocar a ponta da pica na entrada daquela bunda linda, que nessa altura já tava bem lubrificado graças a que enquanto eu tava chupando ela, de vez em quando passava a língua no buraquinho dela e enfiava o dedinho. Ela deu uma rebolada pra trás e metade da minha pica grossa entrou no cu dela, a outra metade fui enfiando até ficar tudo dentro e começamos com um movimento lento, mas que foi aumentando cada vez mais.
Num momento, quando ela tava quase gozando com minha pica no meio do cu dela, ela fala:
-- Minha mulher: Te excita minha irmã, né? Vi como você olhava pra ela. Aposto que tá me comendo pensando na buceta dela.
-- Eu: Isso mesmo, putinha, adoro sua irmã, e já comi ela. (a gente sempre brincava assim quando transava, mas sabia que era mentira, só que dessa vez não era, eu tinha realmente comido a irmã dela)
-- Minha mulher: Me excita muito você falar isso assim. Me come mais forte. Quero que goze dentro da minha bunda. Enche minha bunda de porra.
Não demorou muito depois que ela falou isso, e eu terminei enchendo a bunda dela de uma porra grossa. Foi incrível.
Terminamos exaustos os dois, fomos juntos pro banheiro nos limpar, os dois cobertos com um roupão. Quando saímos do banheiro, minha cunhada tava esperando pra entrar, ela nos vê saindo e me dá um olhar safado e entra no banheiro. A gente foi pra cama.
Mas bem antes de deitar, minha mulher me fala:
-- Minha mulher: Aquela história da minha irmã não é verdade, né?
-- Eu: Como você vai pensar isso? Não sou tão filho da puta assim. Era parte do nosso jogo.
Ela me deu um beijo e se deitou, não sem antes apagar a luz.
Com a luz apagada, o sono não demorou a chegar, eu tava cansado. Não parava de sorrir.
Elas ficaram mais uns dias, mas isso eu conto noutro relato.
Era janeiro de 2010, quando um dia minha mulher chega e me diz que a mãe dela vai viajar pro Uruguai com o pessoal do trabalho e que o irmão e a irmã dela iam vir ficar uns dias com a gente.
Somos um casal jovem, minha mulher é um ano mais velha que eu, nos conhecemos no vestibular da faculdade e acabamos juntos e tivemos um filho cedo. Então ela veio morar comigo na casa dos meus pais. Voltando ao relato, minha mulher me pergunta se não ia ter problema, aí fomos falar com minha mãe e não teve problema. Então num domingo ela foi buscar eles.
A menina que eu tinha conhecido dois anos atrás tinha se transformado numa mulherão, minha cunhada era uma gostosa de 1,60m, cabelo loiro, lábios carnudos, enfim, uma bomba sensual.
Assim que vi ela, fiquei cheio de tesão, mas era só isso, tesão. Como minha casa não é grande, a gente se organizou assim: minha cunhada ia ficar no quarto da minha irmã e meu cunhado no quarto do nosso filho.
No primeiro dia que ela ficou em casa, lembro que ela tava morrendo de vontade de mandar mensagens pro namoradinho de bairro dela, aí eu, de boa vontade e sem a irmã (minha mulher) perceber, emprestei meu celular pra ela escrever. Ela usou de boa e isso foi o suficiente pra ela confiar em mim e a gente criar uma boa química.
Tenho que admitir que minha cunhada me deixava muito excitado e essa bunda me tirava do sério. Na segunda-feira fui trabalhar com meu pai (na época eu trabalhava na construção civil) e ela me mandou uma mensagem do celular da minha irmã (minha irmã mais nova é minha sombra, sempre nos demos super bem, e pra me ajudar, ela é a pessoa em quem mais confio). E a gente começou a trocar ideia, obviamente antes liguei pra minha irmã pra saber por que ela tava escrevendo do número dela e pra ter certeza de que Não me enche o saco, minha irmã me disse que tava tudo bem e que minha cunhada só pediu pra me escrever, ela topou e falou pra eu ficar tranquilo que ela ia cuidar de apagar todas as mensagens. Resumindo, eu podia falar o que quisesse com minha cunhada sem me preocupar com o que ia rolar com esses papos.
Mensagem vai, mensagem vem, os primeiros três dias foram assim: a gente foi se conhecendo pelo chat praticamente, porque quando eu chegava em casa todo mundo tava junto e não dava pra conversar, muito menos a sós. Cada dia a conversa ia ficando mais profunda, a ponto de a gente falar, obviamente, de sexo — a primeira vez dela, como é a parada com minha mulher e um monte de outras coisas que, sinceramente, me custa lembrar direito.
Questão é que ela acabou dizendo que eu tava afim dela, depois de eu insistir muito. E seguindo nessa conversa, ela soltou: "Olha, não quero arrumar problema com minha irmã, então se você não for contar nada, a gente continua com isso". Óbvio que pra mim caiu como uma luva, nunca passou pela minha cabeça contar isso pra minha mulher, nem fodendo.
— Eu: Mas cê tá me enrolando, certeza.
— Ela: Quando você chegar do trabalho hoje, vai direto pro quarto da sua irmã e vou te mostrar que tô falando sério.
— Eu: Fechou, tenho que ver isso.
Aí, de tarde, quando chego em casa, cumprimento minha mulher, meu filho e minha mãe, e pergunto pela minha irmãzinha (já tínhamos combinado de fazer assim), e minha mãe fala que ela tá no quarto dela.
Vou pra lá e minha cunhada me recebe, me beija de boca aberta e diz:
— Ela: Viu que eu tava falando sério?
A partir daí, pensei: "Tenho que comer essa gostosa", sabendo de tudo que isso envolvia, o risco de estar brincando com fogo.
Tudo era por mensagem de texto, cada vez as conversas ficavam mais quentes.
— Ela: Minha irmã engole quando chupa sua pica?
— Eu: Não, nunca fez isso. (era mentira, só tava de onda) estratégia, já sabia mais ou menos como ia terminar isso).
— ela: quando eu chupar você, vai ver como eu engulo tudo.
Naquela noite a gente transou como nunca, ela tava muito excitada, mas não precisava pensar na minha cunhada, porque minha mulher não fica atrás, aliás, se eu tava fazendo aquilo não era porque não gostava dela, longe disso, era só pelo tesão proibido.
A gente terminou e lá pelas 1h30 da manhã chegou uma mensagem.
— ela: ainda acordado?
— eu: sim, esperava você me escrever (a gente tinha combinado de conversar naquela hora).
— ela: me fala a verdade, você tava comendo minha irmã, né? Nem tenta negar. Vi vocês pela fresta da porta.
— eu: sim, a gente transou, e ainda nem me limpei.
— ela: vem agora pro quarto da sua irmã (minha irmã tava dormindo).
— eu: já vou, espera eu me limpar e vou.
— ela: não, vem assim.
Aí fui e entrei no quarto, ela levantou e me beijou na boca, mordeu meu lábio e disse:
— ela: tô com tesão, quero chupar essa pica.
E foi o que fez, foi direto pro meu pau, eu tava de cueca e não foi difícil tirar minha pica, nessa altura já tava durasso de novo.
— ela: essa pica ainda tá com o mel da minha irmã, e na mesma hora enfiou tudo na boca.
Não sei se era pelo tesão proibido, mas foi o melhor boquete que já tinha recebido até então. Não posso reclamar, tenho um pau de 21cm bem grosso, mas pra minha cunhada isso não importou. Ela passou a língua pelo comprimento todo, com muita saliva no meio. Enfiava tudo e tirava de novo. Não acreditava que uma mina chupasse tão bem a pica com tão pouca idade. Sinceramente, por mais que eu tivesse transado antes, não aguentei muito tempo, o tesão proibido junto com o boquete foda fez eu gozar em poucos minutos. Avisei que ia gozar, ela acelerou o ritmo, e eu gozei completamente na boca, foi incrível pra caralho. Ela terminou de limpar meu pau todinho, e depois me deu um beijo na boca e foi dormir.
Assim foram passando os dias e todas as noites, e com todo o risco que a gente corria, já que meu quarto era separado do quarto da minha irmã só por um corredor, eu ia e minha cunhada me chupava até eu gozar, os boquetes dela eram cada dia melhores.
Na última semana que elas ficaram, com a cumplicidade da minha irmã, a gente combinou de ver um filme de terror no quarto dela. Óbvio, pra não levantar suspeitas, convidei minha mulher pra assistir com a gente (eu sabia que ela não gostava de filme de terror), e ela recusou na hora, por mais que eu insistisse muito. Questão é que a gente começou a ver o filme enquanto o resto da família ia dormir. Aí começamos a nos pegar com minha cunhada, e verdade seja dita, não ligamos muito que minha irmã tava ali. Ela olhava pra gente e sorria. Minha cunhada tava com uma saia curta e uma regata, tava bem gostosa como sempre. Obviamente, num momento a gente parou de ver o filme e tava entretido pra caralho. Percebi que ela não tava de calcinha, e isso me deixou louco. Ela não parava de passar a mão no meu volume.
A gente tava na cama, e minha irmã tava na nossa frente, sentada no chão. Com uns movimentos, ela começou a abaixar o zíper da minha calça e conseguiu tirar meu pau pra fora, começou a fazer uma punheta gostosa. Eu tava a mil por hora. Aí, com um movimento rápido, ela subiu em cima de mim e enfiou tudo naquela buceta molhada. Verdade seja dita, aquele movimento me surpreendeu pra caralho, porque eu não esperava que ela fosse fazer aquilo, já que minha irmã tava ali presente. Mas ela pouco se importou.
Pela tesão que a atitude dela me deu, soltei um gemido baixinho que fez minha irmã se virar e nos ver. A imagem que ela viu naquele momento foi a do irmão dela com minha cunhada lá em cima com a pica completamente dentro, eu vi de relance mas minha cunhada nem percebeu que a gente tava olhando, ela virou como se nada e continuou vendo o filme e pra garantir
aumentou um pouco mais o volume da TV, a gente continuou fodendo como os melhores amantes, ter minha irmã por perto foi muito safado, e eu tava muito tesudo. Minha cunhada fala bem baixinho no meu ouvido pra avisar quando eu fosse gozar, verdade que não precisei esperar muito, e quando eu tava quase lá, nessa altura ela já tinha tido uns dois orgasmos, falei que não aguentava mais.
Ela fez uma coisa que eu não esperava, levanta e chama minha irmã pelo nome, aí ela vira bem na hora que eu tava soltando os primeiros jatos de porra, e ela se jogou pra engolir tudo. Minha irmã ficou olhando aquela cena e eu me surpreendi com a cara de safada que ela fez, mas não passou disso, só sorriu e virou pra continuar vendo o filme.
Quando a gente terminou, eu levantei e fui no banheiro me limpar e depois fui direto pra cama junto com minha mulher que já tava dormindo, mas quando deito, acordo ela e ela pergunta como foi o filme, aí eu falei que fiquei entediado e que não terminei de ver. Então ela se ajeitou como pra ficar de conchinha e eu abracei ela por trás e coloquei uma mão pegando uma teta e a outra enfiando por baixo da calcinha. Ela reagiu na hora e começou a me tocar a pica
por trás. Tenho que admitir que sou bem tarado e que ter na cabeça o que tinha acabado de acontecer e ter minha mulher ali toda entregue fez eu ficar duro de novo. A gente se ajeitou num lindo 69 e nos dedicamos a dar prazer um pro outro. Ficamos assim um tempão até que ela se sentou e falou:
-- minha mulher: Enfia por trás.
-- eu: vou arrebentar esse cu, puta.
Ela ficou de quatro e eu comecei a colocar a ponta da pica na entrada daquela bunda linda, que nessa altura já tava bem lubrificado graças a que enquanto eu tava chupando ela, de vez em quando passava a língua no buraquinho dela e enfiava o dedinho. Ela deu uma rebolada pra trás e metade da minha pica grossa entrou no cu dela, a outra metade fui enfiando até ficar tudo dentro e começamos com um movimento lento, mas que foi aumentando cada vez mais.
Num momento, quando ela tava quase gozando com minha pica no meio do cu dela, ela fala:
-- Minha mulher: Te excita minha irmã, né? Vi como você olhava pra ela. Aposto que tá me comendo pensando na buceta dela.
-- Eu: Isso mesmo, putinha, adoro sua irmã, e já comi ela. (a gente sempre brincava assim quando transava, mas sabia que era mentira, só que dessa vez não era, eu tinha realmente comido a irmã dela)
-- Minha mulher: Me excita muito você falar isso assim. Me come mais forte. Quero que goze dentro da minha bunda. Enche minha bunda de porra.
Não demorou muito depois que ela falou isso, e eu terminei enchendo a bunda dela de uma porra grossa. Foi incrível.
Terminamos exaustos os dois, fomos juntos pro banheiro nos limpar, os dois cobertos com um roupão. Quando saímos do banheiro, minha cunhada tava esperando pra entrar, ela nos vê saindo e me dá um olhar safado e entra no banheiro. A gente foi pra cama.
Mas bem antes de deitar, minha mulher me fala:
-- Minha mulher: Aquela história da minha irmã não é verdade, né?
-- Eu: Como você vai pensar isso? Não sou tão filho da puta assim. Era parte do nosso jogo.
Ela me deu um beijo e se deitou, não sem antes apagar a luz.
Com a luz apagada, o sono não demorou a chegar, eu tava cansado. Não parava de sorrir.
Elas ficaram mais uns dias, mas isso eu conto noutro relato.
9 comentários - Mi cuñadita