Chapeuzinho Vermelho e o Lobo 16
Dormi mais um pouco e finalmente me levantei do sofá, quero dormir na minha cama, pensei. Tomei um banho e me preparei para ir depilar, realmente me excitava a ideia. Por sorte, fui atendida de novo pela mesma moça, era uma morena de lábios grossos e cara sensual. Ela me mandou entrar e tirar a roupa, meu pau já estava durinho. Achei que ela sorriu, enquanto me depilava as pernas, em algum momento roçou meu membro, que agora estava bem duro, como por acidente. De novo me deixou muito excitada ao depilar minha bunda e a parte de trás das minhas pernas. Depois de depilar minha bunda, ela ficou massageando com óleo, é um mimo da casa, ela disse. Mesmo assim, fiz um esforço para não gozar. Quando voltei para casa, as duas ainda dormiam. Me troquei, preparei uma bolsa para o futebol e fui passear. Fui almoçar num restaurante, depois pensava na noite com as duas cachorrinhas para mim. Finalmente algo bom, pensei. No futebol, meus amigos zoaram de novo por causa das minhas pernas depiladas, mas dessa vez nem comentei nada.
Quando cheguei em casa, eram quase oito horas. Tinha ficado tomando umas cervejas com os caras. Myriam me disse para ir tomar banho, que no banheiro tinha roupa para mim. Tomei banho e quando vi a roupa, era uma tanga. Coloquei e saí do banheiro, as duas se maquiavam, rindo e brincando entre si.
— Pra que a tanga? Perguntei... vou ser o machinho de vocês hoje... — As duas ficaram em silêncio, depois Myriam falou.
— Eu te falei que não tínhamos sido claras... Nissi vai me apresentar ao Tomy hoje... ele é nosso machinho... mas queremos te dar o privilégio de assistir nossa festinha... se quiser, até pode tirar fotos...
Senti uma pontada no peito, achava que era um dia de festa para mim, mas o pior é que mesmo assim me excitava vê-las com Tomás. Ele tinha adiantado a volta para ficar com as duas, como Denisse me contou depois. Quando ele chegou, eu abri a porta de calcinha, ele apertou minha mão e entrou, não aguentei... acreditando que a mulher era a Myriam. Logo as duas o rodearam e começaram a acariciar e beijar ele, ninguém mais falava, as roupas foram sumindo, depois as duas estavam de joelhos chupando a pica do Tomás. Depois de um tempo, ficaram de quatro com o corpo sobre o sofá e as bundas oferecidas, começaram a se beijar entre elas, Tomás primeiro colocou na Denisse e começou uma bombada suave, depois tirou e se ajeitou atrás da Myriam, as duas amigas gemiam e ele alternava entre uma e outra. Myriam falou comigo.
—Traz um lubrificante pros nossos cuzinhos... certeza que o Tomy quer provar... —Myriam fez com que eu lubrificasse as duas e depois lubrificasse bem a pica do Tomás, as duas me olhavam enquanto eu fazia e Myriam disse.
—Cê gosta dessa pica, hein...? já tá pensando como vai ser chupar ela...? se dá tanto prazer pra sua mulher e pra amiga dela... Myriam deitou no chão e a Denisse ficou num 69 em cima dela, Denisse ficou com a bunda oferecida e o Tomás aproveitou, Myriam chupava as bolas e o pau dele quando saía e não descuidava da buceta da Denisse.
—Eu também quero te sentir no meu cuzinho... e quero que você goze dentro... porque hoje sou a convidada... Inverteram as posições, agora a Denisse tava deitada e a Myriam recebendo pelo cu. Ele agarrou ela forte pela cintura.
—Que bunda linda você tem, gringa...
—Sou argentina... que bom que você gostou...
—Pra mim você é gringa... e bem putinha...
—Sabia que eu também fui namorada do Darío...?
—Parece que ele sempre escolhe as mais vadias...
—É, pra outro comer e ele só olhar... olha como tá o volume do masturbador... vai, bate uma, masturbador... mostra pro nosso machinho como uma menininha bate punheta com a calcinha enfiada no cu... —Ouvi a risada da Denisse.
—Que malvada você é, Myr... faz meu marido sofrer... e depois ele fica excitado e goza pra caralho... coloca uma camisinha pra não sujar nada hoje... vai, se mexe...
—Tô quase lá... —disse o Tomás—
—E enche o cu da putinha... não espera... dá bem nela fundo...
—A Denisse tava dizendo que ela tava de joelhos agora se masturbando. Tomás gemeu enquanto gozava, e Denisse também começou a chegar lá, depois as duas foram chupar a rola dele, limparam ela de joelhos, as duas na frente dele. Depois se levantaram, me pediram pra trazer algo pra beber, que queriam descansar um pouco.
Myriam disse pro Tomás que ela tinha um namorado tão corno quanto eu, e que se ele topasse visitar eles na Espanha, ela ia mandar o corno dela juntar grana pra pagar a passagem de um macho que tinha comido ela na Argentina, que ele não se preocupasse com os gastos, e que podia ficar com eles, nunca tinha tido um macho na casa dela, mas achava que era um bom momento pra isso. A rola do Tomás ficou bem dura com a sugestão da Myriam, acharam que era um bom momento pra continuar a festa na nossa cama de casal, ficaram variando de posições, testando tudo que vinha na cabeça. Tomás encheu o cu da Denisse de porra, enquanto ele tava fazendo isso, Myriam veio por trás de mim, me abraçou, tirou a camisinha que eu tava usando e me punhetava devagar enquanto falava no meu ouvido.
—Olha bem como enchem o cu da Nissi de porra... e você nem sequer fez isso, hein... seu maricona... e ainda queria ficar com a gente... só merece porra assim, igual um masturbador, enquanto sua mulher recebe porra de um homem de verdade... —Minha rola cuspiu um monte de porra.— Se goza assim... com o fio da calcinha no cu... maricona... isso, me dá tudo... não sei quem é mais promíscua... se você ou meu namorado... —e ela apertava bem forte e continuava me punhetando. Eu também não perdi a ereção.
—Olha, Nissi... seu marido tá tão tesudo que gozou e continua bem duro... ele gosta que seu amigo encha seu cu de porra... uma hora você vai ter que ensinar ele a te limpar quando te enchem... você tá mal educando ele... tá virando uma corna cheia de problemas... se fosse eu, largava ele se não fizer o que mando... precisa de mão firme... senão ele te Vai voltar uma punheteira viciada...
Elas queriam terminar a noite a sós com ele depois. Então desci, me deitei no sofá e tentei dormir, acordei meio-dia, o Tomás já tinha ido embora, de tarde a Myriam ia embora e a gente tinha que levar ela. Fomos pro aeroporto e eu não acreditava que ela finalmente tava indo, voltamos pra casa tranquilos. A Denisse me disse:
-Faz tempo que você não me come... quero que sinta o que tá perdendo... ela se despiu e deitou na cama- tira a roupa e vem... enfia em mim... -eu enfiei sem camisinha nem nada, a buceta dela era uma delícia como sempre.- agora coloca uma camisinha e me come direito... mas lembra que se um dia você gozar dentro... mesmo de camisinha... vou te deixar um mês de castigo... e vou colocar aquele aparelho que a Myriam me deixou... aquele cinto de castidade... tá claro, né?... você sempre fora... não tem direito de gozar dentro de mim... -as palavras dela me deixavam louco de tesão, pura droga.
-Tô muito perto... me excita o que você tá falando...
-Tira a camisinha e bate uma pra mim... em pé do lado da cama... vai... eu te falo quando pode gozar... -e eu fiz- isso foi tipo uma despedida de solteira... vou te contar umas histórias dessas duas semanas selvagens... mas agora vou me organizar... vamos nos organizar... vou aprofundar minha relação com o Sergio... ele vai ser meu macho... e você meu marido corno... termina se quiser... e os jatos de porra voaram do meu pau.
Dormi mais um pouco e finalmente me levantei do sofá, quero dormir na minha cama, pensei. Tomei um banho e me preparei para ir depilar, realmente me excitava a ideia. Por sorte, fui atendida de novo pela mesma moça, era uma morena de lábios grossos e cara sensual. Ela me mandou entrar e tirar a roupa, meu pau já estava durinho. Achei que ela sorriu, enquanto me depilava as pernas, em algum momento roçou meu membro, que agora estava bem duro, como por acidente. De novo me deixou muito excitada ao depilar minha bunda e a parte de trás das minhas pernas. Depois de depilar minha bunda, ela ficou massageando com óleo, é um mimo da casa, ela disse. Mesmo assim, fiz um esforço para não gozar. Quando voltei para casa, as duas ainda dormiam. Me troquei, preparei uma bolsa para o futebol e fui passear. Fui almoçar num restaurante, depois pensava na noite com as duas cachorrinhas para mim. Finalmente algo bom, pensei. No futebol, meus amigos zoaram de novo por causa das minhas pernas depiladas, mas dessa vez nem comentei nada.
Quando cheguei em casa, eram quase oito horas. Tinha ficado tomando umas cervejas com os caras. Myriam me disse para ir tomar banho, que no banheiro tinha roupa para mim. Tomei banho e quando vi a roupa, era uma tanga. Coloquei e saí do banheiro, as duas se maquiavam, rindo e brincando entre si.
— Pra que a tanga? Perguntei... vou ser o machinho de vocês hoje... — As duas ficaram em silêncio, depois Myriam falou.
— Eu te falei que não tínhamos sido claras... Nissi vai me apresentar ao Tomy hoje... ele é nosso machinho... mas queremos te dar o privilégio de assistir nossa festinha... se quiser, até pode tirar fotos...
Senti uma pontada no peito, achava que era um dia de festa para mim, mas o pior é que mesmo assim me excitava vê-las com Tomás. Ele tinha adiantado a volta para ficar com as duas, como Denisse me contou depois. Quando ele chegou, eu abri a porta de calcinha, ele apertou minha mão e entrou, não aguentei... acreditando que a mulher era a Myriam. Logo as duas o rodearam e começaram a acariciar e beijar ele, ninguém mais falava, as roupas foram sumindo, depois as duas estavam de joelhos chupando a pica do Tomás. Depois de um tempo, ficaram de quatro com o corpo sobre o sofá e as bundas oferecidas, começaram a se beijar entre elas, Tomás primeiro colocou na Denisse e começou uma bombada suave, depois tirou e se ajeitou atrás da Myriam, as duas amigas gemiam e ele alternava entre uma e outra. Myriam falou comigo.
—Traz um lubrificante pros nossos cuzinhos... certeza que o Tomy quer provar... —Myriam fez com que eu lubrificasse as duas e depois lubrificasse bem a pica do Tomás, as duas me olhavam enquanto eu fazia e Myriam disse.
—Cê gosta dessa pica, hein...? já tá pensando como vai ser chupar ela...? se dá tanto prazer pra sua mulher e pra amiga dela... Myriam deitou no chão e a Denisse ficou num 69 em cima dela, Denisse ficou com a bunda oferecida e o Tomás aproveitou, Myriam chupava as bolas e o pau dele quando saía e não descuidava da buceta da Denisse.
—Eu também quero te sentir no meu cuzinho... e quero que você goze dentro... porque hoje sou a convidada... Inverteram as posições, agora a Denisse tava deitada e a Myriam recebendo pelo cu. Ele agarrou ela forte pela cintura.
—Que bunda linda você tem, gringa...
—Sou argentina... que bom que você gostou...
—Pra mim você é gringa... e bem putinha...
—Sabia que eu também fui namorada do Darío...?
—Parece que ele sempre escolhe as mais vadias...
—É, pra outro comer e ele só olhar... olha como tá o volume do masturbador... vai, bate uma, masturbador... mostra pro nosso machinho como uma menininha bate punheta com a calcinha enfiada no cu... —Ouvi a risada da Denisse.
—Que malvada você é, Myr... faz meu marido sofrer... e depois ele fica excitado e goza pra caralho... coloca uma camisinha pra não sujar nada hoje... vai, se mexe...
—Tô quase lá... —disse o Tomás—
—E enche o cu da putinha... não espera... dá bem nela fundo...
—A Denisse tava dizendo que ela tava de joelhos agora se masturbando. Tomás gemeu enquanto gozava, e Denisse também começou a chegar lá, depois as duas foram chupar a rola dele, limparam ela de joelhos, as duas na frente dele. Depois se levantaram, me pediram pra trazer algo pra beber, que queriam descansar um pouco.
Myriam disse pro Tomás que ela tinha um namorado tão corno quanto eu, e que se ele topasse visitar eles na Espanha, ela ia mandar o corno dela juntar grana pra pagar a passagem de um macho que tinha comido ela na Argentina, que ele não se preocupasse com os gastos, e que podia ficar com eles, nunca tinha tido um macho na casa dela, mas achava que era um bom momento pra isso. A rola do Tomás ficou bem dura com a sugestão da Myriam, acharam que era um bom momento pra continuar a festa na nossa cama de casal, ficaram variando de posições, testando tudo que vinha na cabeça. Tomás encheu o cu da Denisse de porra, enquanto ele tava fazendo isso, Myriam veio por trás de mim, me abraçou, tirou a camisinha que eu tava usando e me punhetava devagar enquanto falava no meu ouvido.
—Olha bem como enchem o cu da Nissi de porra... e você nem sequer fez isso, hein... seu maricona... e ainda queria ficar com a gente... só merece porra assim, igual um masturbador, enquanto sua mulher recebe porra de um homem de verdade... —Minha rola cuspiu um monte de porra.— Se goza assim... com o fio da calcinha no cu... maricona... isso, me dá tudo... não sei quem é mais promíscua... se você ou meu namorado... —e ela apertava bem forte e continuava me punhetando. Eu também não perdi a ereção.
—Olha, Nissi... seu marido tá tão tesudo que gozou e continua bem duro... ele gosta que seu amigo encha seu cu de porra... uma hora você vai ter que ensinar ele a te limpar quando te enchem... você tá mal educando ele... tá virando uma corna cheia de problemas... se fosse eu, largava ele se não fizer o que mando... precisa de mão firme... senão ele te Vai voltar uma punheteira viciada...
Elas queriam terminar a noite a sós com ele depois. Então desci, me deitei no sofá e tentei dormir, acordei meio-dia, o Tomás já tinha ido embora, de tarde a Myriam ia embora e a gente tinha que levar ela. Fomos pro aeroporto e eu não acreditava que ela finalmente tava indo, voltamos pra casa tranquilos. A Denisse me disse:
-Faz tempo que você não me come... quero que sinta o que tá perdendo... ela se despiu e deitou na cama- tira a roupa e vem... enfia em mim... -eu enfiei sem camisinha nem nada, a buceta dela era uma delícia como sempre.- agora coloca uma camisinha e me come direito... mas lembra que se um dia você gozar dentro... mesmo de camisinha... vou te deixar um mês de castigo... e vou colocar aquele aparelho que a Myriam me deixou... aquele cinto de castidade... tá claro, né?... você sempre fora... não tem direito de gozar dentro de mim... -as palavras dela me deixavam louco de tesão, pura droga.
-Tô muito perto... me excita o que você tá falando...
-Tira a camisinha e bate uma pra mim... em pé do lado da cama... vai... eu te falo quando pode gozar... -e eu fiz- isso foi tipo uma despedida de solteira... vou te contar umas histórias dessas duas semanas selvagens... mas agora vou me organizar... vamos nos organizar... vou aprofundar minha relação com o Sergio... ele vai ser meu macho... e você meu marido corno... termina se quiser... e os jatos de porra voaram do meu pau.
2 comentários - Minha mulher e minha ex na farra com o amante