
E AÍ, GALERA P, O PROFESSOR VOLTA COM MAIS UMA DAS MINHAS AVENTURAS, ESPERO QUE CURTAM!Comecei um novo semestre e peguei uma turma bem unida, mas meio preguiçosa. A novidade era a Mary, a líder da turma, uma mulher espetacular de 22 anos, alta, magra e com um rosto extremamente sexy. Eu tinha prometido me comportar, mas o futuro me reservava outra coisa.
Naquele dia cheguei na universidade cansado, era sexta-feira e eu não queria trabalhar, mas o senso de responsabilidade me obrigou a ir. Quando cheguei na sala, notei que não tinha ninguém, o que achei muito estranho. Alguns minutos depois, bateram na porta. Era a Mary. Ela apareceu com um shortinho provocante que deixava ver uma calcinha fio-dental bonita, uma blusa transparente que marcava o sutiã e seus peitinhos lindos — nada espetaculares, mas firmes e bem proporcionais ao corpo dela. Ela bateu na porta e abriu.
— Dá pra entrar, professor?
— Pode entrar, Mary. Que surpresa.
— Vim avisar que não vamos ter aula hoje porque estamos montando nosso altar para o Dia dos Mortos, já que amanhã é o concurso. Falei pros alunos que não precisavam vir todos, mas sabe como é, eles são meio preguiçosos.
— Não se preocupa, mas entra, não fica aí fora.
Ao vê-la, meu pau deu um pulo porque, mesmo sendo magra, ela tem um corpo muito bem proporcionado (ainda mais agora que ela me proporcionou). Notei que ela estava com uma expressão triste, até a maquiagem dos olhos estava borrada.
— O que foi, Mary? Te achei triste.
— Nada, professor, são umas loucuras minhas.
— Você não é louca, é uma aluna excelente. Mas se eu puder ajudar em algo, sou seu amigo também.
Ela desabou a chorar e sentou numa cadeira em frente à minha mesa.
— É que não sei por onde começar, professor, tenho muita vergonha.
— Fica tranquila, só deixa sair. Às vezes é isso que a gente precisa, alguém pra nos ouvir.
— É que… eu tenho, ou melhor, tinha um namorado. A gente tinha planos de casamento e tudo mais, e, como bons namorados, já tínhamos tido um pouco de intimidade. Tudo ia bem, mas no fim de semana a gente "fugiu" pra um hotel na Riviera Maya — eu disse em casa que ia numa viagem de estudos. O hotel era muito bonito e só para casais, então dava pra andar… topless e "fazer amor" na praia aos olhos de todos.
- Eu conheço eles, acredite, eu conheço eles.
E ela começou a chorar com tanta emoção que só consegui me aproximar, pegar sua mão e confortá-la.
- Chora, Mary, é o melhor que você pode fazer, solta toda essa raiva. Acho que seu namoradinho é muito idiota por não perceber como você é linda e o quanto vale.
- Você só está dizendo isso para me consolar, não é?
- De jeito nenhum, você é a mais linda da turma.
- Prove, professor, me beije ou não vou acreditar.
Obviamente, a carne é fraca. Plantei um beijo nela, nossas línguas se entrelaçaram e acabei cheio de seu batom. Só fechei a porta da sala para evitar interrupções. Os beijos continuaram e, aos poucos, ela sentou em cima de mim. Aproveitei para beijar seu pescoço e ela gemeu de prazer.
- Ooh, sim, professor, é tão bom. Você sabe mesmo como tratar uma mulher. Jure que vai me fazer sua.
- Se parar de me chamar de "senhor", juro que vou te dar uma foda que nunca vai esquecer.
Isso a deixou ainda mais excitada. Ela desceu pelo meu pescoço, levantou minha camisa, beijou meu peito e começou a desabotoar minha calça. Eu estava com o pau bem duro, então ajudei a tirá-lo para fora.
- Professor, que pau lindo você tem. Nunca imaginei que fosse tão grande.
- E hoje é todo seu, minha linda. Pode fazer o que quiser com ele.
Mary começou a lamber a cabeça, depois enfiou tudo, até onde conseguiu (mais da metade). Chupava com tanto entusiasmo que não pude evitar começar a acariciar sua bunda. Quando percebemos, o short dela estava no chão e só a calcinha impedia que eu massageasse seu bumbum como queria. Então, avisei:
- Para, senão vou gozar na sua boca.
- É isso que eu quero, seu leite. Você me fode outro dia, mas hoje quero seu leite desse pau gostoso. O do meu ex-babaca não é tão bom quanto o seu.
- Mary, vou gozar, para, para!
Mas ela me ignorou, chupando com mais força. Não aguentei mais e enchi sua boca com meu leite. Para minha surpresa, ela não deixou escapar uma gota, engoliu todo o creme.
Ao terminar, sorriu enquanto... ela puxou o short pra cima, eu me vesti na hora e disse: - Pelo menos podia ter me deixado chupar esses peitos lindos - São muito pequenos - Nada a ver, são lindos e firmes Aproveitei pra puxar a blusa dela pra cima e com a outra mão desabotoar o sutiã, chupei os peitos e deixei um chupão em cada um - Essa é a marca pra você lembrar que ainda não te comi, mas não passa do fim do mês pra você ser minha - Fim do mês? Melhor dizer na próxima semana, vamos combinar e a gente some o dia todo, você me diz, de agora em diante vou ser toda sua, sei que você é meu professor e tem compromissos, mas vou ser uma tumba, só quero um homem de verdade Nos beijamos mais um pouco, enquanto ela abotoava a blusa, e saímos conversando sobre o famoso tema dos altares como se nada tivesse acontecido. Semanas depois eu estava fechando o notebook quando apareceu a Mary, enfiada numa blusa semitransparente e uma saia curta que deixava ver e admirar suas pernas lindas e finas, brancas e lindas. Não pude fazer nada além de ficar atônito admirando. - Oi professor, boa tarde - Ehem, boa tarde Mary, sabe de uma coisa? Não tem aula!! - Ah que preguiça, e eu que paguei taxi pra vir pra escola - Se quiser posso te dar uma carona pra casa, é só você me dizer - Claro que sim, senão vou ter que esperar alguém vir pra escola, que na verdade tá semivazia Guardei minhas coisas e coloquei a mochila no ombro - Ai professor, se eu soubesse nem vinha - Mas que bom que você veio, porque assim você alegra minha tarde Ela ficou corada - O senhor só diz isso pra me fazer sentir bem - Nada mamita, você me fez sentir bem, e eu não te retribuí, além do mais estamos em confiança, então fala "você" comigo - Bom, mas não vai ficar bravo hein? A verdade é que naquele dia fiquei muito "excitada", chegando em casa tive que recorrer a um "brinquedinho" - Falta de confiança, podia ter me dito e eu te emprestava o meu de carne e osso Rimos da piada e bem discretamente, depois de virar pra ver se não tinha "ninguém na área", passei meu braço pela sua costa
- Você não tem medo de sermos vistos, safado?
- Nada, sou discreto mas não consigo esconder que você me deixa louco. Com essa saia, assim que você entrou a primeira coisa que pensei foi "que pernas lindas, a que horas elas abrem?"
- Bom, se você não fizer besteira, elas abrem pra você daqui a pouco. Posso chegar em casa só daqui a 4 horas sem levantar suspeitas. Você que manda.
- Sério? Porra, tô tão excitado que te levo num motel agora mesmo.
- Então vamos, mas agora você tem que me satisfazer.
Subimos no carro e aproveitei pra beijá-la. Aqueles lábios carnudos tinham gosto de mel, nossas línguas se entrelaçaram e minhas mãos acariciavam aquelas pernas finas, o que já me deixou com o pau duro. Aproveitei pra colocar a mão dela no meu volume e disse:
- Tá com vontade?
- Tô, mas dentro de mim. Me fode, me despedaça.
Dirigi pro motel mais próximo, paguei e entramos no quarto.
Ao entrar no quarto não resisti: abracei-a, beijei-a, enfiei a língua até sua garganta e agarrei aquele par de bundas firmes, de bom tamanho, e levantei sua saia. Por baixo da saia tinha uma calcinha boxer.
- Ah, traiçoeira! Veio protegida.
- Sim, mas contra você não tenho proteção. Me despe.
Sem perder tempo, abri os botões da blusa e logo apareceu um sutiã branco pequeno, revelando uns peitinhos pequenos, mas firmes, com aréolas e mamilos cor de canela, que chupei e mamou imediatamente como um bebê com fome.
Depois desci pelo seu ventre e desabotoei a saia, deixando uma calcinha boxer branca e provocante à minha disposição. Tirei-a, revelando uma vulva totalmente depilada com lábios rosados.
- Nossa, veio depiladinha.
- Sempre. Não gosto de andar com matagal. Gostou?
- Adorei.
E me joguei sobre aqueles lábios vaginais, chupando e lambendo seu clitóris, ao que ela respondia com gemidos e apertando minha cabeça com as pernas. Fiquei assim pelo menos 10 minutos, até que ela quase arrancou minha cabeça, apertando tão forte e soltando um grito:
- Tô gozando, tô gozandooooooo aaaaaaaaah! Porra, professor, você é muito foda, nunca tinha gozado assim. com uma mamada
- E ainda falta muito!!
Para isso, eu comecei a desabotoar a camisa, ela não teve pena e desabotoou minha calça, baixando ela junto com minha cueca, meu pau estava duro, e sem hesitar, ela começou a me chupar
- Assim mesmo Mary, assim, você é bem putinha e isso me excita
- Sou sua putinha, e de mais ninguém, pros meus colegas sou comportadinha
- Isso minha love, mas não para de chupar
Peguei ela pela nuca e fiz ela engolir tudo, ela não aguentou mais que uns 10 segundos
- Ai, espera, chega na campainha, e me dá vontade de vomitar, eu mesma
Assim continuou por uns 5 minutos num vai e vem... aproveitei pra colocar ela num 69 e nos demos prazer mútuo por mais 5 minutos
- Professor, quero que você me faça sua mulher, me come agora mesmo, tô nem aí se não trouxe camisinha, me coooome
Tirei minhas camisinhas infalíveis (homem prevenido vale por dois), coloquei uma e me deitei
- Vem putinha, monta no seu professor
Ela imediatamente montou, apontei o pau e de uma estocada deixei ir quase tudo até o fundo
- Aaagh, cabrão, esse pau me enche mesmo, continua, continua
- Mata sozinha, você sabe se se joga nele
Então ela montou, até engolir tudo e começou a cavalgar, ver como os peitinhos dela balançavam e ela fazia uma cara de excitada era uma visão linda pra mim.
Depois coloquei ela de quatro, deixando ir tudo de uma estocada, dando palmada na bunda e aproveitando para, discretamente, brincar com seu cu
- Por aí não professor, sou virgem do cu e não acho que aguento você dentro, por favor, não mete o dedo
- Hoje você escapa, mas em troca vou te dar palmadas
Comecei a dar palmadas nela
- Aaagh, assim, me come cabrão, me dá palmada, sou sua, sou sua putinha!!!
Isso fez meu pau ficar mais duro e bombar mais forte
- AAAAAh vou gozar de novo, vou gozar.
Da intensidade, ela dobrou as pernas, a puxada fez eu não aguentar mais e comecei a gozar dentro dela... foi uma gozada incrivelmente gostosa, pois a estreiteza dela me fazia sentir completo, uma deliciosa rola
Depois de gozar eu disse..
- Olha como você está suada, não pensa que Tomar um banho? -Sim, mas na minha casa, não confio nos banheiros daqui -Como quiser, na verdade eu adoro ver seu corpo, você é magra mas tá gostosa pra caralho, vadia, e transa deliciosamente, acho que vamos ter que repetir -Claro que sim, mas vamos ser discretos, você sabe que as santinhas da sala depois ficam comentando merda -Não se preocupa, meu amor, vou ser uma tumba -Ai, eu adoro quando você me chama de meu amor... e quando me come... que me chama de putinha -Vou fazer isso, minha vida, não se preocupe Nos vestimos, e saímos como 2 namoradinhos, deixei ela a 2 quarteirões de casa num parque e dirigi de volta pra casa.COMO SEMPRE AGRADEÇO SEUS COMENTÁRIOS, PONTOS E O CARALHO A QUATRO
6 comentários - Minha Aluna Favorita