A vizinha gostosa, Dona Júlia

Bom, pra não perder o costume, vou deixar mais uma narração minha. Espero que vocês gostem. Se gostarem, me ajudem a saber o que é ruim e o que é bom pra eu continuar melhorando... Espero que os pontos sejam generosos.

Faz muito tempo que aconteceu o que vou contar. Eu morava numa casa com quintal, daquelas de vizinhos. Na frente da nossa casa ficava a do José, meu melhor amigo na época.

A mãe do José era uma mulher gostosa, grande, uns 38 anos na época, que morava com o marido doente do pulmão, o Sr. Ángel. A mãe se chamava Júlia.

Naqueles anos, anos de pobreza, os banheiros das casas ficavam no quintal. Lá estava o nosso e também o dos nossos vizinhos.

A Senhora Júlia exercia uma atração imensa sobre mim. Eu via as coxas poderosas dela quando ela costurava numa cadeirinha pequena, espiava ela quando, no verão, se lavava na cozinha. Admirava as axilas levemente peludas, os braços brancos e, principalmente, os peitos dela, grandes, duros e levemente sardentos no começo. Pra mim, ela era muito superior às meninas da minha idade.

O banheiro dos vizinhos tinha numa lateral uma janelinha que servia pra ventilação. Minha ilusão era subir nuns sacos que ficavam apoiados na parede e permitiam uma visão do cubículo bem satisfatória. Não era fácil, porque tinha que coincidir de não ter ninguém no quintal e a janelinha estar só encostada. Isso segundo era o mais comum, mas o primeiro era mais difícil.

Um domingo de primavera, no meio da tarde, eu tava sozinho em casa lendo um romance juvenil quando ouvi os cantarolares da Júlia no quintal. Tava calor e ela só usava um vestido leve branco, de alças. Tava perfeita, sensual. Ela se esticava pra pendurar a roupa e a saia subia até o meio da coxa, que se adivinhava macia e escorregadia pelo suor. A calcinha, escura, também se adivinhava pelo contraste com o branco do vestido. Eu sentia meu pau engrossar com aquela visão e roçava ele por cima. da calça, aumentando o formigamento e o tesão que eu sentia diante daquele panorama excitante.

Pendurei a roupa e entrei correndo em casa, o espetáculo tinha acabado, ou pelo menos era o que eu pensava, mas não era bem assim — naquele dia os deuses estavam comigo.

Não conseguia me concentrar na leitura, então ia sair pro quintal quando vejo Julia saindo de casa de novo. Ela vai devagar, leva uma revista debaixo do braço e, lentamente, com um olhar estranho, abre a porta do quartinho, entra e ouço ela fechar o trinco.

É a minha chance. Não tem ninguém no quintal, nem na minha casa, nem na dela, porque sei que meu amigo José a essa hora levou o doente Sr. Angel pro passeio diário num parque perto.

Aproximo os sacos, subo com todo cuidado do mundo, empurro suavemente a janelinha e, cheio de excitação, olho pra dentro.

Julia está sentada na privada. De onde estou, só vejo o cabelo lindo dela. Ela está com a cabeça inclinada sobre a revista que está lendo — são fotos coloridas, e parecem homens e mulheres de biquíni o que ela está olhando. Vejo o começo dos peitos dela e uma mão, a direita, num deles, fazendo círculos bem suaves. Sinto a respiração dela: é funda e um pouco acelerada. ELA ESTÁ SE ACARICIANDO UM PEITO — não tenho a menor dúvida. A Senhora Julia está se acariciando enquanto vê os corpos seminus da revista. Meu pau, apesar do desconforto da posição, luta pra sair da calça; acaricio ele por cima do tecido e continuo sem perder nenhum detalhe do que rola lá embaixo.

Julia passou a mão direita por baixo da revista e vejo ela se mexer — sem dúvida, ela está se tocando com o dedo na buceta enquanto a mão esquerda continua amassando o peitão direito. A Senhora Julia está se masturbando, e eu me preparo pra imitá-la.

O movimento da mão fez a revista cair, e minha visão melhora. A calcinha está nos tornozelos, é preta como eu imaginava, e a saia, por cima das coxas, mal cobre a mão. que num vai e vem rápido, ela continua mexendo na buceta da mulher gostosa.

A respiração dela acelera, a alça do vestido caiu e já dá pra ver o peito todo, enquanto os dedos da Julia puxam o mamilo escuro e redondinho. Eu tô no paraíso, prestes a gozar tudo na cueca.

Julia murmura:

HUMM... HUM... Que gostoso...

Ela joga a cabeça pra trás, os olhos semicerrados, a boca molhada, entreaberta.

...Tô gozando... humm...

Eu também gozei, mordendo os lábios pra não me entregar.

A respiração de Julia se acalmou, a mão esquerda largou o peito e agora descansa na cintura, a outra mão continua se mexendo por baixo do vestido, mas bem mais devagar.

...que delícia... humm...

De repente, os olhos que estavam fechados se abrem e eu vejo neles uma expressão de susto e surpresa. ELA ME VIU.

Com medo, pulo dos sacos, corro pra minha casa e entro no meu quarto, onde, pelas frestas da janela, fico de olho no pátio.

No começo, não acontece nada. Uns cinco minutos depois, sinto a porta do quarto abrir e a Julia sai com a revista dela e entra na casa dela. Tento pensar no que pode rolar, mas não imagino nada grave. Ela vai ficar puta comigo, mas acho que não vai contar nada pros meus pais, porque duvido que ela se orgulhe do que eu vi.

Volto pro meu livro do Alexandre Dumas, mas não consigo me concentrar. Não tiro da cabeça nem os peitos nem as coxas da Dona Julia.

Não passou nem meia hora e vejo a Julia sair de casa pro pátio. Não tá mais de vestido branco, tá de roupão florido, mais recatado, mas que cai superbem nela. Ela atravessa o pátio, vem até minha casa e bate na porta.

Não sei o que fazer. Ela sabe que eu tô aqui, então não tenho escolha: abro.

...OI, Roberto.

...oi, Dona Julia, sua mãe não tá.

...Já sei. Posso entrar?

...Claro.

Eu me afasto. E ela entra, cheira muito bem a colônia, hein mulher...

...Olha, Robert, não gostei do que você fez antes.

...Desculpa... mas é que eu gosto tanto da senhora... era uma ocasião tão boa... me perdoa...

Ela sorriu, não parecia muito brava.

...Que garoto... bom, você gostava antes, agora depois do que viu, deve ter percebido que não passo de uma mulher mais velha e pouco atraente.

Julia, a senhora é a mulher mais linda do mundo.

Ah, é? E o que te atrai em mim?

Tudo, os lábios, as pernas... os peitos, a bunda.

Ei, a bunda você não viu.

Hoje não, mas vi outro dia, quando a senhora tava se limpando depois de cagar.

Então você já fez isso outras vezes.

Não muitas... umas duas... mas hoje foi a melhor.

Bom, não faça de novo. Todos precisamos de privacidade, eu tenho algumas necessidades, você não entende agora, mas o Sr. Anjo tá doente e, enfim, às vezes preciso fazer algo como o que você viu pra me acalmar, entende.

Eu tava disposto a arriscar tudo.

Entendo sim, comigo também acontece, olha só.

E juntando ação à palavra, baixei de uma vez calça e cueca e fiquei na frente dela nu da cintura pra baixo, com uma ereção apontando direto pros peitos dela.

Mas Roberto...

Os olhos da Sra. Julia ficaram fixos na minha pica, ela fez um gesto de engolir saliva e deu um passo na minha direção.

Mas Roberto, filho, você não deve, não deve me mostrar isso.

Enquanto falava, ela se aproximava de mim e, com uma mão, tocava suavemente minha pica.

Hooo... que pintinho mais duro você tem...

Eu tinha pegado ela pela cintura e minhas mãos apalpavam a bunda dela enquanto minha cabeça se enfiava no decote dela, lambendo o começo daqueles peitões.

Você tá bem durinho, hummm... que macio.

Eu não conseguia falar, minhas mãos tinham levantado o robe dela e eu acariciava entre a calcinha e as nádegas, e continuava chupando o pescoço e os peitos dela por cima do robe.

Bom, vou te ajudar um pouquinho pra você se acalmar. Mas Roberto

Me diga, Sra. Júlia

Você não pode contar isso pra ninguém, vou te fazer uma punheta só pra você se acalmar

As mãos dela começaram a percorrer meu pau enquanto a outra acariciava minhas nádegas, insinuando um dedo na racha do cu.

A respiração da Júlia tinha acelerado, como quando ela tava no banheiro. Num certo momento, ela se afastou um pouco de mim sem parar de me bater uma e abriu o roupão, deixando à vista os dois peitões brancos, firmes e cheirosos

Chupa um pouquinho meus bicos, menininho, que você vai me dar muito prazer

Fiz isso, e a Júlia soltou uns suspiros leves

...como você me deixa, guri... Vou te fazer papai, hummm...

Meu dedo indicador se insinuava no cu dela, que tava úmido, talvez de cocô ou dos líquidos da buceta dela, que eu não conseguia alcançar por causa da posição que a gente tava

Deixa eu te foder, Sra. Júlia

Não, me foder não, continua enfiando o dedo no meu cu, coloca um pouquinho assim, um pouquinho mais, hummm, que gostinho mais gostoso...

Vem

A Sra. Júlia tinha soltado meu pau, que balançava igual um joão-teimoso no ar. Ela tinha se sentado numa mesa da cozinha e, com um gesto, tinha tirado a calcinha. A voz dela tava rouca

Vem, querido, vem e me dá prazer, você gosta do que eu tô te mostrando?

Enquanto falava isso, ela abriu a buceta, rodeada de pelos pretos que brilhavam, e me mostrava uma cavidade rosada onde dava pra ver escorrendo um líquido viscoso e cheiroso

Sim, eu gosto da sua buceta, Sra. Júlia

Você comeria? Lamberia um pouquinho meu coelhinho? Vai, por favor, eu preciso muito

Não respondi. Me joguei igual um peregrino sedento pra chupar e lamber aquela flor cheirosa. Nunca tinha feito aquilo. O cheiro era familiar, de quando eu cheirava as calcinhas da minha mãe e da minha irmã quando podia, e o sabor me encantou

Assim, assim, come-buceta... Você é um porco come-buceta, ai, ai, assim, assim, chupa o cu, enfia a língua, porco, e não bate uma que depois você tem que me dar todo o seu leite, punheteiro, chupa, chupa que eu vou gozar me corro ai ai ai.... ai mete um dedo no meu cu assim ai que gozada gostosa chupa porco chupa chupa que eu vou gozar.....

Julia tinha dado como um estertor e da buceta dela escorria néctar que eu bebia com deleite

Ai que gostoso, que bom ai ai

Julia tinha se levantado e me deu um beijo na boca

Você me fez muito feliz, meu garotinho, agora vai me foder como se eu fosse uma puta, hein?

Ela se apoiou na mesa e me colocou atrás dela, aproximou minha pica da buceta dela por trás e me disse

Empurra, querido, me dá pica, dá o teu pauzão pra minha coelhinha faminta, me fode, pequenininho, assim, assim

Toma, putona, toma meu gozo, porca

Dá pra mim, dá pra essa puta, ai, vou gozar de novo, ai que gozo gostoso tão quentinho

Ai que bom, gozei de novo, ai que puta que eu sou, e com um garoto da idade do meu filho, ai que safada que eu sou

Eu não dizia nada, passava a mão nas costas dela e me lambia do prazer recebido.

Julia vestiu a calcinha e fechou o roupão

Você gostou, Robert?

Ela me dizia com um olhar malicioso

Sim, muito. Vamos fazer de novo?

Depende de você. Seja discreto, não fale nada, e vamos fazer isso de novo e coisas melhores. Eu vou te ensinar, mas ninguém pode saber, ok?

Ok.

Sim, fizemos muitas vezes e com outras pessoas. O filho dela, José, também se envolveu, e o Sr. Angel também recebeu sua dose de prazer, mas isso é outra história...

3 comentários - A vizinha gostosa, Dona Júlia

Bien contada, entre inocente y sensual, muy bueno...
liosas
Muchas gracias espero y sigan siendo de su agrado mis locas narraciones saludos
Excelente. Me encantan estas historias bien desarrolladas y sobre todo que sean de maduritas vs. jovencitos. Felicitaciones y gracias por compartir. Te sigo y van puntos. Vamos por mas!