Amigas son las amigas...

Depois daquela noite de love que passei com o Damián, minha amiga, a Negra, me ligou. Queria me chamar pra tomar um café. Depois da mão que ela me deu, não dava pra dizer não, então a gente se encontrou depois do trabalho. Óbvio que a gente falou dos nossos problemas e da experiência de cada uma no terreno lamacento da infidelidade. Não me surpreendi em saber que minha amiga é uma chifradeira de carteirinha, igual a vossa servidora, o que permitiu que a gente conversasse com total e absoluta franqueza.

Naquela época eu ainda tava com o Damián, então contei como a gente se conheceu e como a nossa relação foi evoluindo.
—Mano, você comeu com três?! —ela exclamou, surpresa, ao ouvir como conheci meu amante naquela orgia memorável com os pintores.
—Eu não sei se teria coragem —ela respondeu, pensativa —Bah, sei lá, se o Gustavo (Gustavo é o amante dela) trouxer uns amigos, quem sabe eu topo, mas até agora não rolou.
—E faz quanto tempo que vocês tão juntos? —perguntei, interessada.
—A gente se conhece há um tempão, mas como vizinhos, a gente se via nas reuniões de condomínio, haha, como amantes começou faz pouco, uns cinco, seis meses.
—E aí, como é?
—Incrível! —ela exclamou, fazendo uma cara de babona —Acho que nunca vou me cansar dele, ele me come como um deus.
—Pra isso que servem os amantes, né? Pra gente ser comida como nossos maridos não comem —eu comentei.
—Sim, mas... —ela pensou um instante e continuou —Olha, antes de casar eu tive vários caras, e depois de casada também, haha, mas posso te garantir que o Gustavo me fode melhor que qualquer um.
—Parabéns, então —falei —Cuida dessa joia.
—Bom, mas imagino que o seu também não deve ser nada mal, né —ela observou.
—Você não faz ideia —falei, mas logo me corrigi —Bom, sim, com certeza você imagina, haha.
—E aí? Como foi aquela noite? —ela perguntou, interessada.
—Alucinante, não sei quantas gozadas a gente deu, perdi a conta, e quando acordamos, o tesão matinal mais lindo que já que já tive—deixa eu te contar.
A gente continuou conversando por mais um tempo, até que nos despedimos, prometendo nos encontrar de novo pra continuar falando dos homens das nossas vidas... que não são nossos maridos, haha.
Quase tinha esquecido daquela conversa, quando uns dias atrás ela me liga de novo.
— Hoje por você, amanhã por mim — ela canta no telefone quando atendo, como se estivesse entoando o refrão de uma música.
— Como? Não entendi — falo, surpresa.
— Já tá na hora de você me pagar o favor que te fiz na outra noite — ela me lembra.
— O que você precisar — me comprometo.
Achei que fosse algo parecido, tipo cobrir ela com o marido, ou ficar cuidando das crianças enquanto ela se encontrava com o vizinho, mas acabou sendo algo totalmente diferente.
Acontece que ela tinha contado pro amante dela sobre mim, e ele tinha se empolgado tanto com a história que pediu pra me conhecer, mas ao mesmo tempo ela queria conhecer o Damián, então eles conversaram e decidiram que não cairia mal, como experiência, um encontro de quatro.
— Topa? — ela perguntou animada — Olha, com o Gustavo você não vai passar nada mal.
— Hã... não sei — hesito pela surpresa do convite — Preciso consultar meu amigo.
— Fala sério, você acha que ele vai dizer não pra oportunidade de comer outra gostosa? Mostra minhas fotos do Facebook, as desse verão, e vai ver como ele se joga de cabeça — ela diz.
Minha dúvida, na verdade, era por não estar mais com o Damián, mas logo percebi que nunca tinha mencionado o nome dele pra ela, então, em vez de Damián, podia muito bem ser... Mario, o taxista.
— Ok, falo com ele e depois te aviso — prometo.
— Fechou, vê se é pra esse fim de semana, que o time do meu marido vai jogar em (alguma província do norte) então a casa vai estar livre — ela me informa.
Assim que desligo com ela, ligo pro Mario.
— Oi, o que cê tá fazendo? — cumprimento.
— Trabalhando, mas se você quiser foder, é só falar onde a gente se vê e eu tô lá — ele propõe.
— Muito tentador, mas hoje não dá, meu Minha sogra tem médico, então tenho que chegar cedo em casa — aviso.
— Pena, tem alguém aqui babando por você — ele diz.
— Haha... — rio — Já imagino quem, manda um beijinho pra ele —
— Preferia que você mesma desse — insiste.
— Não vai faltar oportunidade — prometo.
— É? Isso significa que você gostou do outro dia — ele percebe.
— Não só gostei, amei, não te falei? — respondo com voz melosa.
— Falei, sim, mas às vezes parece frase de compromisso. Mas você me ligar tão rápido significa que curtiu de verdade —
— Te falei e vou falar de novo, amei — repito.
— Fala de novo, mas me diz o que você gostou — ele pede.
— Tô no trabalho, bobo, não posso falar muito — aviso.
— Só uma vez, please — insiste.
Me afasto um pouco das minhas colegas e, baixando a voz, falo:
— Amei como você me comeu —
— Que puta que você é! — exclama.
— Haha, e você, gostou do Boobs fuck que eu te fiz? — pergunto quase sussurrando.
— Foi alucinante... puta — confirma.
— Olha, te liguei porque quero falar uma coisa com você, dá pra passar no escritório um pouco? Fala pro seu chefe que esqueci de tirar umas fotos —
— Ok, daqui a pouco te vejo, beijos — se despede.
— Beijos pra você também —
Depois de uma hora, ele já está no escritório.
— Desculpa te fazer vir, mas as fotos do motor não saíram, tenho que tirar de novo — falo assim que ele entra, pra minhas colegas ouvirem e não terem dúvidas sobre a visita tão rápida. Por sorte, Tamara não estava naquele momento, que era quem tinha mandado as fotos e, portanto, sabia que não tinha erro nelas.
— Sem problema, já tava por aqui — ele confirma.
— Quer esperar aqui e fazer um café enquanto eu tiro as fotos? — sugiro.
— Não, obrigado, melhor ir com você, assim que terminar as fotos já volto a trabalhar — responde.
— Ok, vamos — falo pegando a câmera.
Saímos do escritório e caminhamos juntos até onde ele deixou o carro. Estacionei o táxi.
—O que você queria me dizer? — ele pergunta enquanto levanta o capô.
Enquanto tiro fotos do motor, conto sobre a Negra e a proposta dela. Pego meu celular, entro no Facebook e mostro as fotos da minha amiga, especialmente as deste verão na praia, posando de fio dental. Óbvio que ele nem pensa duas vezes.
—Quando e onde a gente encontra? — ele pergunta, já todo empolgado.
—Olha, ela vai estar com um amigo também. É uma festa de quatro — explico.
—Sem problema, gostosa, vou adorar ver você sendo comida enquanto eu arrebento o cu da sua amiga.
—Por que você tem que ser tão grosso? — pergunto, sem conseguir evitar um sorriso com as palavras dele.
—Porque você gosta — ele responde.
E ele tem razão, eu gosto.
—Passa me buscar sábado à uma, mas não me espera aqui, e sim em... — digo, mencionando uma esquina perto do meu trabalho.
—Ok, e agora você não tem tempo nem pra um boquete? — ele pergunta como se estivesse me oferecendo um café.
—Por acaso você espera que eu chupe o seu pau aqui mesmo na frente do escritório? — pergunto em tom de brincadeira.
—Não seria ruim — ele responde com aquele sorriso safado que já me fazia mijar na calcinha fio dental.
“Verdade, não seria nada ruim”, penso eu também.
Na esquina do escritório tem um estacionamento, é privado, mas o manobrista deixa a gente usar alguns lugares quando é pra inspeções mais detalhadas. Não seria bem na frente do escritório, mas a poucos metros.
—Por que você não me espera no estacionamento ali na esquina? Falta pouco pro horário do almoço — sugiro. — Saio e...
—...e me faz um boquete — ele se anima.
—Boquete, espanhola, o que você quiser — eu me animo também. — Fala pro manobrista que é de nossa parte, pra uma inspeção.
—Fechou, te espero, mas não demora — ele diz.
Volto pro escritório, cuido de uns papéis, recebo umas parcelas, até que recebo a mensagem dele:
“Tô no subsolo do estacionamento.” Perfeito, penso. Nessa hora do dia, o subsolo deve estar quase vazio.
Deixo o que estou fazendo e aviso minhas colegas que vou almoçar. Corro praticamente até a garagem da esquina. Falo pro frentista que vou ver o sócio que entrou há pouco, que tenho que fazer uma revisão completa, embora o que eu tenha em mente é medir o óleo dele, haha.

Chego no subsolo e entro no táxi pela porta de trás, já que ele está me esperando no banco de trás. Ele tem uma mão enfiada dentro da calça, se tocando sem vergonha, saboreando de antemão o que eu estou prestes a saborear. Me aproximo e beijo ele na boca enquanto enfio minha mão onde a dele já estava trabalhando.

– Mmmm...! Isso, gostosa... cê vem com vontade de chupar ele? – ele pergunta todo safado.

Concordo com a cabeça, mordendo o lábio inferior.

Ele mesmo desabotoa a calça e põe pra fora aquela gordura viril que tanto me impressionou dias atrás. Já tá dura, grossa e cabeçuda, destilando aquele cheiro de tesão e perversão que tudo pode. Pego ele com uma mão, enrolando na base, e bato uma punheta, me deliciando com a forma, o som, a exuberância... me inclino sobre ele, passo a língua pela cabeça, mordo arranhando com os dentes, e dou um chupão barulhento. Agora passo a língua pelos lados, lambendo com a ponta o delicioso suquinho que escorre do buraco no meio ou seguindo as veias azuladas pulsantes que percorrem toda a superfície.

– Piranha... piranha... cê é muito piranha... vem, chupa minhas bolas que tão sujas e cheirosas pra você! – ele fala, empurrando o pau contra a barriga e oferecendo elas em todo o esplendor.

E dessa vez ele não tava falando só por ser tarado, mas, de fato, elas estavam grudadas, pegajosas, embora longe de me intimidar, aquilo me atraía ainda mais. Chupei e rechucei elas, passando a língua em cima, embaixo, pelos lados, num momento até enterrei o nariz no meio dos dois bolões e aspirei fundo. me drogando com esse cheiro tão incisivo e penetrante.
Volto a percorrer com a língua o caminho de subida, lambendo tudo no meu caminho, dedicando umas boas beijocas e lambidas na cabeça, pra depois ir chupando de pouco em pouco, enchendo a boca com esse fruto natural que parece se dissolver no meu paladar.
Mario me segura com as duas mãos na cabeça e me puxa ainda mais pra perto dele, não força demais, só o suficiente pra eu engolir um pouco mais da metade do volume dele. Os cantos dos meus lábios esticam ao máximo por causa da grossura do que tô chupando. Chupo com gula e entusiasmo, sempre mantendo bem firme, os cabelos arrepiados enroscados entre meus dedos.
— Os peitos... quero foder seus peitos! — grita desesperado.
Desabotoo a camisa e abro, tô usando um daqueles sutiãs que têm um botão na frente, então solto ele, afasto as taças e envolvo a pica dele com meus peitos, pressiono toda minha carne em volta da dele, e começo a bater uma punheta com as tetas. Os suspiros e gemidos do Mario enquanto a espanhola esquenta são de cinema, ele tá todo vermelho, com o suor escorrendo pela cara toda.
— Isso... issssooooo... assim... não para... ahhhhh...! — berra o taxista, o olhar fixo na mistura de carne que se espalha na frente dos olhos dele.
Não paro, continuo, ligada no tom cada vez mais avermelhado que a cabeça dele vai pegando. Mais, mais, mais, até que... a porra começa a jorrar como se tivesse destampado um refrigerante depois de chacoalhar por um bom tempo, com a mesma empolgação. Não quero voltar pro escritório toda manchada de sêmen, então meto na boca e engulo tudo que o taxista solta. Bom, quase tudo, porque não consigo evitar que um pouco de porra escorra pelos meus lábios.
— Uhh...! isso... deixa eu ver a boquinha, vai, me mostra — ele pede quando solto ele.
Abro a boca e mostro meu paladar cheio de esperma... o esperma dele.
— Agora engole, engole toda a porra, vai...! Insiste em mim.
Fecho a boca, inspiro fundo e engulo tudo, até a última gota.
— Mostra aí... — ele pede de novo.
Abro a boca e mostro o céu da boca vazio, já sem nenhum vestígio de porra.
— Você é muito puta, Mary, recontra puta — ele consegue dizer entre suspiros exaustos.
Sorrio satisfeita, passando a língua pelos lábios, me lambendo igual uma gatinha depois de um banquete de leite.
Abotoo o sutiã, a camisa, e vou pro banco da frente. No espelho do retrovisor, arrumo o cabelo, e só então percebo uns pingos de esperma que caíram na lapela do meu uniforme. Limpo com um lenço de papel que tem no porta-luvas e cubro a mancha com o cachecol.
— Então a gente se vê sábado — lembro ele enquanto saio do táxi.
— Ok, passo pra te pegar onde a gente combinou — ele confirma.
Mando um beijo voando e saio da garagem. Não perco tempo em dar a notícia pra minha amiga. Ligo pra ela e falo que meu "amigo" tá livre no sábado e que tá louco pra conhecê-la.
— Haha! E o meu tá louco pra te conhecer também, não sei, mas acho que esses dois vão deixar a gente de muleta — ela ri.
— Tô contando com isso — falo e, entre risadas, completo: — Nega, da sua casa me tiram de maca ou nunca mais te faço outro favor.
— Fica tranquila, gata, você vai ser recompensada.
— Tô pegando sua palavra — falo, já animada com esse encontro duplo.
A Negra, o Gustavo, o Mario e eu, todos casados, mas não entre a gente. Cada uma com seu amante, pronta pra provar o amante da outra. Pra isso servem as amigas, né?

12 comentários - Amigas son las amigas...

marita algun dia cojete a alguno de tus seguidores, ver esas tetas en persona debe ser mejor que cojerse a cinthia fernandez
Terrible paja que me hice en el laburo, marita siempre te sigo, leo tus relatos pero este es el primero en comentar. Felicitaciones sos increible
IMPRESIONANTE, yo no tengo taxi... me haces la misma cobertura? 😛 😛 😛 😛
drf_yo -1
Te sigo desde el primer relato, pero este del encuentro es reposteado! Bsos
ludaza
Nah, como me volas la tapa de los sesos con esta previa del próximo relato
Leí a uno de tus seguidores que le gustaría que alguno de nosotros te diéramos murra. Tengo una idea, un sorteo: 1er Premio, un turno en un buen telo con la famosísima @maritainfiel para garchotear como poseídos. Como siempre @maritainfiel me dejaste más caliente que una pipa.
Excelente relato, bahhh... como siempre.
Creo ser el playero de ese Garage, la próxima te dejo limpiar en el baño. Eso sí, favor con favor se paga...
Hummmm. van a jugar a "las cambiaditas" como decimos por acá, espero con ansias esa "fiestita de a cuatro" querida. Y como siempre me dejaste caliente como "bombilla de cuyano" Marita... jajajaja

Amigas son las amigas...