Familia Incestuosa.Capitulo III: Al fin se la metí.

Família Incestuosa.

Capítulo III: A solidão da mamãe, finalmente enfiei nela.

Depois daquela tarde de tempestade em que a mamãe me contou como perdeu a virgindade nas mãos do tio dela, descobrindo sobre aquela relação incestuosa, as coisas mudaram completamente entre nós dois. Às vezes, mamãe entrava no meu quarto depois de tomar banho só com a toalha enrolada no corpo, andava com pouca roupa quando minhas irmãs estavam no quarto delas ou não estavam em casa. Eu não perdia a oportunidade de apertar os melões ou as bundas dela por cima da roupa, e ela, por sua vez, esfregava meu pau com uma alegria única enquanto ninguém nos via.

O fim de semana chegou, mamãe pediu que a deixássemos descansar, tomando conta do negócio nós mesmos. No sábado, tomamos café da manhã juntos e depois disso minhas irmãs e eu partimos para o trabalho, deixando mamãe sozinha em casa. A manhã passou normalmente, ao meio-dia mamãe chegou no local com a comida para nós três, ela foi embora nos deixando sozinhos de novo, dava pra ver que ela estava ansiosa e feliz.

A relação que tenho com minhas irmãs sempre foi boa, a ponto de elas me contarem algumas coisas íntimas delas. Naquela tarde, enquanto estávamos sentados atrás do balcão, Brenda disse algo que me fez pensar em confessar as coisas.

- Vocês não acham que mamãe deveria arrumar um namorado? Ela sempre anda sozinha e, pra falar a verdade, ela tá bem gostosa pra idade dela! Ou não? – disse minha irmã.

Tania e eu nos olhamos, incrédulos. Depois, os três explodimos numa crise de riso. Logo depois que passou, Tania respondeu.

- Sim, né! Mas a decisão é dela! Além do mais, você acha que ela não tem um membro pra entreter ela? Que a gente não saiba é outra coisa! – exclamou minha outra irmã.

Os três rimos de novo, sem parar. As duas me olharam como dizendo que era minha vez de argumentar algo.

- Por que tão me olhando? – disse.

- Não vem com essa, dá sua opinião como macho alfa da família! – disse Tania.

- É, né! Não seja bundão! É a mamãe, mas ela não tá uma bem, ainda! – exclamou Brenda – - A real, a real! Sim! Até o Saúl e o Mariano fantasiam com ela! – falei sem pensar – As duas se olharam com completa incredulidade. - Neta, mano! Seus amigos pervertidos querem mamar a mamãe! – disseram as duas ao mesmo tempo – - Já falei demais! – respondi – - Nada, mano! Agora você conta! Tudo! – exclamaram minhas irmãs – Contei o que tinha acontecido aquela tarde enquanto estava em casa com meus dois amigos, elas riam surpresas e ao mesmo tempo se perguntavam quem pegaria mamãe. As risadas pararam quando contei que eles também queriam comer vocês. As duas fizeram caretas e esqueceram do assunto. A hora de fechar chegou, os três voltamos para casa. Ao chegar, mamãe não estava, então cada um fez coisas diferentes, Tania foi lavar sua roupa, Brenda a arrumar seu quarto e eu fiquei vendo televisão na sala. Por volta das 20h30, mamãe chegou em casa, ao entrar notei que ela trazia muitas sacolas de lojas de roupa, então perguntei. - Ah! A senhora foi fazer compras? Mamãe sorriu, me olhou e respondeu. - Aham! E nem reclama que você vai gostar do que comprei! – enquanto subia as escadas – Durante todo o caminho, meus olhos a seguiram concentrando-se na sua bunda, passaram-se alguns minutos até que ouvi mamãe falar com minhas irmãs no andar de cima da casa, depois ela voltou a descer e entrou na cozinha. - O que vamos jantar, papi? O que vocês estão com vontade? – perguntou mamãe – Sem pensar, minhas palavras responderam. - Você! – virando para ver mamãe – Ela se mostrou satisfeita, adotando uma pose sexy. - Já vai começar a esquentar! – murmurou para os dois – Nesse momento minhas irmãs desceram para jantar, os quatro conversamos sobre o que tinha acontecido no dia na loja, de repente Brenda exclamou. - Mamãe! Você não tem namorado? – disse sem a menor preocupação – Todos nos olhamos surpresos, já que a conversa estava centrada em outras coisas e a pergunta da minha irmã estava um pouco fora do assunto. - Por que a Pergunta? Nena?... – respondeu mamãe olhando para minha irmã –
- Só tô falando porque você ainda tá muito gostosa, mãe! E não acho justo o papai ter alguém e você ficar sozinha! – afirmou minha irmã –
- Bom, namorado não! Mas tem alguém com quem eu me sinto bem! – respondeu mamãe calma –
Pela tranquilidade da resposta dela, pensei que realmente havia alguém mais na vida dela e que eu era só a diversão, a aventura.
- Mas não vou contar ainda quem é! Isso ia surpreender muito vocês e até poderia virar um problema! – disse mamãe num tom brincalhão –
Nós quatro ficamos surpresos com a afirmação dela, e começamos a nos perguntar a quem ela se referia, depois ela me dedicou um olhar carinhoso e eu entendi tudo, ela estava falando de mim. Minhas irmãs começaram a soltar nomes da baixaria sem sucesso em descobrir de quem se tratava. Depois do jantar, minhas irmãs foram para o quarto, mamãe subiu para o dela e eu fiquei embaixo vendo TV.
Poucos minutos depois, a voz dela no final da escada disse:
- Vic! Pode me ajudar!
Me levantei do sofá e subi as escadas, não vi mamãe no final delas, então espreitei no quarto das minhas irmãs e disse:
- E a mãe? – falei parado na porta –
- No quarto dela! – respondeu Brenda –
Virei para ir ao quarto de mamãe, quando minha irmã pediu para eu fechar a porta, fiz isso e dei alguns passos até a porta de mamãe, o quarto dela é o maior e o último da casa, com banheiro e closet próprios.
- O que foi, mãe!? – perguntei parado na porta –
- Entra e fecha a porta! – respondeu ela espiando a cabeça do closet –
Isso me deixou nervoso, mamãe não queria que minhas irmãs descobrissem nossas coisas sexuais, mas ao mesmo tempo a curiosidade do que poderia acontecer me consumia por dentro. Me acalmei e comecei a pensar que era uma lâmpada queimada ou algum conserto de última hora.
Caminhei até a entrada do closet, o que vi me deixou sem palavras, mamãe estava na frente do espelho com uma fantasia de colegial, o que consistia numa saia xadrez de tabuinhas, uma blusa branca amarrada acima do umbigo, por baixo um top preto, sem sutiã, meias-calças pretas sem cinta-liga e descalça.
- E aí?... Como tô?... Gostou? – perguntou a mamãe –
Naquele momento não soube o que dizer, gaguejei uma resposta.
- Muuuuito!! Mainha!! – falei –
- Haha! Já vi que gostou mesmo!!! Hahaha! – exclamou rindo –
Meus olhos não acreditavam no que viam, seus melões debaixo daquele top pareciam imensos. Suas pernas torneadas deixavam a vista mais que deliciosa sob aquela saia curtinha. Admirei-a por mais alguns instantes até que, ao se abaixar para pegar algo das sacolas, notei que ela não estava usando calcinha. Pela primeira vez pude ver sua buceta ao vivo e a cores: sua fenda era rosadinha, com lábios grossos e alguns pelinhos bem curtos, seu cuzinho também, bem apertado. Alguns segundos depois, ela flexionou os joelhos, limitando a visão da sua xota, sem saber que tinha me presenteado com a melhor imagem da noite. Comecei a esfregar meu pau por cima da roupa, não aguentando mais, me aproximei de onde ela estava, abraçando-a pelos peitos.
- Vic! Ah! Pai! Nããão!! Aqui não! E menos ainda quando suas irmãs estão no quarto! – exclamou mamãe –
Mas ela não fazia muito para se soltar do abraço, minhas mãos amassavam seus enormes melões, enquanto o bundão da mamãe procurava desesperadamente meu pau duro. Tive que flexionar um pouco os joelhos para que ela pudesse sentir meu piru no seu rabão.
- Pai! Não! Por favor, para já! – começou a gemer mamãe –
- Paro? Hmm? – disse sussurrando no seu ouvido –
- Não! Bom, sim! Ah! – dizia mamãe –
Uma das minhas mãos desceu até seu púbis, meus dedos abriram caminho até seu clitóris, roçando-o levemente.
- Uhh! Chega! Por favor, Vic! Suas irmãs vão ouvir! Para, pai! – gemia e dizia mamãe –
Enquanto sua bunda se esfregava no meu pau, que estava duríssimo e pronto. De repente, mamãe conseguiu girar, ficando de frente para mim, tentei beijá-la, mas o que ganhei foi um tapa daqueles.
- Eu te disse Chega! – disse em tom sério –
Levei a mão à bochecha pela dor, olhando para ela com expressão de dor e raiva, me afastei e saí do quarto dela. Naquela noite não consegui dormir, pensando no porquê ela tinha feito aquilo, se estávamos nos divertindo tanto. Na manhã seguinte acordei cedo, fui correr levando o cachorro comigo, voltei para casa, minhas irmãs estavam se arrumando para um passeio no campo com as amigas, mamãe estava na cozinha, passei por ela sem nem cumprimentar, tomei banho, me vesti, saí de novo com meus amigos, passei a manhã inteira e parte da tarde com eles. Ao voltar para casa, notei que nem minhas irmãs, nem mamãe estavam em casa.
Sentei na sala para ver televisão, preparei um lanche e me estiquei no sofá. Devia ser umas 17h quando o portão da garagem se abriu, indicando que mamãe tinha chegado. Desliguei a TV, peguei o prato do lanche e subi para o meu quarto. Mamãe não subiu as escadas, pouco tempo depois ouvi o barulho da televisão no andar de baixo. Sem alternativa e morrendo de sede, tive que descer para encarar a situação – na verdade não tinha intenção nenhuma, mas estava com uma sede desgraçada.
– Ah! Você estava aqui? – disse mamãe ao me ver descendo as escadas –
Não respondi nada, entrei na cozinha. Mamãe me acompanhava com o olhar em tudo que fazia. Peguei um suco da geladeira, abandonando a cozinha. Mamãe me viu desaparecer nas escadas, sem dizer uma palavra.
Me senti mal por não responder ou dizer algo, mas a verdade é que estava chateado e constrangido. Talvez meus sentimentos por ela tivessem ultrapassado o limite permitido. Por isso devia ter levado a lição. Enfim, entrei no meu quarto, me joguei na cama. Alguns minutos depois, batidas na porta do meu quarto indicavam que mamãe queria conversar ou me bater de novo.
– Sim? – disse energicamente –
– Posso entrar? Pai! Preciso falar com você! – exclamou mamãe –
– Ok, está aberto! – disse sério –
Mamãe abriu a porta do meu quarto, fechou-a atrás de si; ficando de pé a pou metros de onde eu estava. - Só queria me desculpar pelo que aconteceu ontem à noite! Sei que não devia ter te batido, mas… nada, só sinto muito! – disse a mamãe saindo do meu quarto – Fiquei em silêncio tentando decifrar mentalmente o que aquele "mas…" significava. Depois de alguns minutos de reflexão, sentei na frente do computador tentando não pensar no que havia acontecido. Cerca de 30 minutos se passaram quando a porta do meu quarto se abriu e fechou novamente. Pela tela do computador, consegui ver mamãe parada atrás de mim. - Ainda está bravo? – perguntou – Não dei resposta. - Poxa, Vic! Não quero que fique bravo comigo! – disse num tom de birra – - Não tô bravo! – finalmente respondi – - Só tô confuso! Não sei se você realmente quer isso ou se só tá me achando um garoto tarado e burro! – falei sério – A expressão no rosto da mamãe pelo reflexo na tela era de surpresa. Ela saiu do meu quarto deixando a porta aberta. Quando me levantei para fechá-la, achando que mamãe tinha ficado chateada com meu comentário, a vi voltando correndo. Ela segurou a porta com uma mão enquanto com a outra me empurrou de volta para dentro do quarto, entrou e trancou a porta. - Tá bom, papai! Sei que você tá bravo, confuso e tudo mais! Mas eu sei como fazer tudo isso sumir da sua cabeça! – exclamou mamãe enquanto desabotoava a blusa – Fiquei parado na frente dela sem conseguir dizer nada, só observando enquanto a blusa se abria. Comecei a pensar que ela só ia abrir pra me deixar ver seus melões, como era de costume até então. Mas não foi assim – ela tirou não só a blusa, mas toda a roupa, ficando completamente pelada. - O que você tá fazendo, mãe? – perguntei incrédulo – - Tô fazendo o que eu quero fazer! – respondeu na hora – - Agora tira a sua! – exclamou depois – Sem parar de admirar o corpo nu da mamãe, me despi. Meu pau já estava apontando pra ela. Assim que tirei toda a roupa, ela pediu que eu me sentasse na cadeira da escrivaninha e Abri as pernas, assim como ela pediu, e num instante mamãe se ajoelhou na minha frente, pegou meu pau com uma mão e começou a chupar minha ferramenta. A umidade da boca dela era naquele momento a melhor sensação que eu já tinha experimentado na vida, os lábios dela apertavam meu pau enquanto a garganta dela dava leves engasgadas pela profundidade das mamadas. Eu sentia os lábios dela roçando meu púbis e minhas bolas, ela estava realmente engolindo meu pau por completo. Meu corpo se arqueava de prazer com o que mamãe fazia com a boca. Depois de um tempo, ela soltou minha ferramenta da garganta.
— Gostou, papi? Tô chupando bem? — perguntou.
— Como ninguém! — exclamei.

A boca dela voltou a engolir meu pau, e a cada chupada a vontade de gozar aumentava. Tenho que dizer que mamãe é uma especialista em chupar pênis, a mão dela massageava minhas bolas enquanto a outra mão livre acariciava meu peito. Aquela cena era realmente excitante e cheia de tesão, nenhum de nós lembrava das minhas irmãs. Só estávamos concentrados no prazer que sentíamos e no que ainda estava por vir.
— Mami! Que delícia de chupada! Ah! Mamita! Sua boca é a melhor! — disse entre gemidos.

Mamãe parou a boca por alguns segundos e, tirando meu pau lubrificado de dentro dela, falou:
— Adoro que você goste, papi! Eu já tô toda molhada! — disse enquanto a mão que estava no meu peito descia até a buceta.

Ela me mostrou a mão molhada depois de tocar o púbis dela, e isso me deixou ainda mais excitado.
— Quero te comer, ma! — gritei.

Os olhos dela, cheios de prazer, piscaram como resposta enquanto a boca continuava ocupada com meu pau. Ela tirou minha ferramenta da boca de novo e exclamou:
— Quer? Mmm! A gente vai ver como você se comporta!

Enquanto a boca dela deixava a saliva escorrer entre os peitos, ela colocou meu pau entre eles e usou as tetas para me masturbar. Minhas mãos a seguraram pelos ombros por um instante, depois juntei as mãos às dela para aumentar a pressão no meu membro latejante.
— Ma! Ah! Mãe! Que delícia! Não para, por favor! - eu gemia enquanto mamãe continuava subindo e descendo com os peitos no meu pau -
- Você gosta das tetas da mamãe? Hein? Gosta mais do que da boca dela? Uhn? - ela dizia, gemendo, enquanto beijava minha glande quando ela saía de entre seus melões -
- Aham! Eu gosto de você toda! Completa! Ah! Continua, mãe! Uh! - eu respondia, gemendo -

Devido à pressão sobre meu pau, a sensação de gozar começou a ficar mais forte. Mamãe, ao perceber, apertou minhas bolas, e a dor causada por isso fez a vontade de gozar desaparecer completamente.
- Acho que você já está pronto! Para a mamãe! - ela exclamou, deixando meu pau sair de entre seus melões -

Ela se levantou de novo, olhou para todos os lados: a cama, a escrivaninha, a cadeira onde eu estava sentado, o tapete, e então disse:
- Onde você quer fazer, papai?

Eu a olhei cheio de desejo, respondendo:
- Onde você quiser! Mãe!

Ela virou para pegar algo do bolso da calça e, ao se virar de novo, vi que era uma camisinha.
- Põe isso, não queremos um bebê nessa altura, né? - ela exclamou -

Finalmente meu sonho estava se realizando. Coloquei o preservativo o mais rápido que pude, porque mamãe estava se aproximando rapidamente de onde eu estava.

Mal tive tempo de terminar de colocar a camisinha quando mamãe levantou uma perna por cima do meu pau, começando a sentar nele. Ela colocou seus melões na frente da minha boca, então minha mão agarrou um imediatamente, buscando chupar seu mamilo. A mão de mamãe apontou meu pau para seu buraco e, com suavidade, foi enfiando aos poucos.
- Oh! Uhm! Caramba! Deus! Que delícia! Você é grande, papai! Uhm! - ela disse entre gemidos -

Senti meu pau abrindo caminho dentro de mamãe. Com meu pau completamente enfiado na buceta, mamãe ficou imóvel por um momento, enquanto minha boca chupava seus mamilos, excitando-os para a tarefa. Mamãe se segurou nos meus ombros, começando a subir e descer no meu pau. O calor da sua buceta era indescritível, os fluidos femininos e a lubrificação... A camisinha facilitava as penetrações, os peitos da mamãe balançavam devagar.
- Me agarra pela bunda, papi! – gemeu mamãe –
Agarrei suas nádegas, enquanto ela subia e descia em cima do meu pau. Sua bunda é macia como dois pêssegos, mas tem uma peculiaridade, está sempre muito gelada, quem sabe por quê. Minha língua continuava lambendo seus mamilos e peitos, que se moviam no ritmo das sentadas.
- Oh! Vic! Minha vida, que pau gostoso! Não sei como não comi antes! Ah! – dizia entre gemidos mamãe –
Pouco a pouco a velocidade e profundidade das sentadas aumentavam, meu pau dobrava às vezes por causa da rapidez com que mamãe o devorava, minha mãe jogou a cabeça para trás e arqueou as costas pelo prazer que sentia. Minutos depois as sentadas pararam, dando lugar a movimentos de quadril para frente e para trás, o que fazia meu pau dobrar dentro da vagina da mamãe.
- Maa!! Assim! Que delícia como você rebola! Uh! Você fode como uma deusa! – eu dizia entre gemidos de prazer –
Mamãe continuou se mexendo em cima de mim por mais alguns minutos, até parar completamente.
- Quer trocar? Sobe em mim, gostosa! – exclamou mamãe –
Ela se levantou de cima de mim, deitando-se na cama. Abriu as pernas enquanto as segurava com as mãos por trás dos joelhos.
- Vem, Vic! Enfia esse pauzão na minha buceta! – pediu mamãe, ronronando –
Me levantei e me aproximei dela, segurando meu pau com a mão, apontei para seu buraco, com muito tesão vi como meu pau afundava dentro de mamãe.
- Oh! Gostosa! Assim, papi! Me fode gostoso! – exclamava mamãe –
Depois que enfiei tudo, agarrei mamãe pelos peitos. Comecei a me mover devagar, mamãe gemia a cada penetração que eu dava, meu pau entrava até o fundo da boceta da mamãe, que estava encharcada e quente, até então pude ver seu clitóris inchado pela excitação do momento.
- Me dá com força, amor! Eu gosto que fodam minha buceta com força! – exclamou mamãe – – Num instante, a dureza e a força das penetrações aumentaram, o som clássico da minha barriga batendo na buceta, as coxas e minhas bolas quicando nas suas nádegas, começou a ecoar pelo quarto. Mamãe gemia às vezes, enquanto em outras sufocava os próprios gemidos na garganta, rosnava e se agitava como uma minhoca prestes a ser esmagada.
- Ah! Vic! Assim! Me come com força, ah! Não para! Ah! Adoro seu pau! Mete tudo! Quero ele inteiro! Uh! Uh! – mamãe gemia e dizia –
- Ah! Mãe! Que gostosa você está! Uh! Gosta do pau? Hmm? Gosta de pau jovem? – perguntei à mamãe com malícia –
- Ah, sim! Adoro seu pau jovem e gostoso! Me dá ele todo! Ah! Uhmm! Assim, assim, come a mamãe gostosa! Uhmm! Ah! Ahh! – ela respondeu à minha pergunta –
Naquele momento, seus peitos não podiam mais ser contidos pelas minhas mãos pequenas, balançavam como gelatinas meio firmes. As mãos da mamãe agarravam meus peitorais, brincando um pouco com meus bicos, estávamos realmente curtindo, eu pela perversão da fantasia que era comer minha mãe, e ela pelo tempo prolongado que havia passado sem uma ferramenta masculina dentro de sua xota.
- Oh! Uh! Papai! Isso! Isso! Que delícia! Hmm! Tava com tanta saudade de um pau duro dentro da minha bucetinha! Uh! Continua! – disse mamãe –
Nós havíamos esquecido completamente do mundo que ainda existia fora daquele quarto, nos entregando totalmente aos nossos desejos carnais. Mamãe continuava pedindo para eu penetrá-la, até que atingiu seu primeiro orgasmo, seu corpo estremeceu por inteiro, seus mamilos endureceram e se levantaram como dois pinos de bola, seu quadril se elevou arqueando as costas, um gemido longo e suave saiu de sua boca.
- Uuuuhhhhhhhhhmmmmm!!! amor! uuuuuuuuuhhhhhmmmmm!!! – mamãe gemeu –
Colocando a mão sobre meu púbis, ela interrompeu as penetrações. Para saborear o orgasmo alcançado. Por alguns segundos, os dois ficamos imóveis, eu ofegante e ela trêmula como um animal assustado, depois dos quais, e fazendo alarde de sua grande flexibilidade Puxei meu pau até a beirada da glande, girando até colocá-la na posição de cachorrinha, esfregando os peitos no edredom por completo e esticando os braços sobre a cama.
- Vai, papi! Mete esse pau na mamãe! Uh, isso! Quero mais desse pau gostoso! Adoro tê-lo dentro de mim! – exclamou mamãe –
Segurando-a pelos quadris, penetrei até o fundo, e sem mais pedidos ou sinais da parte dela, comecei a meter com força e intensidade, suas nádegas macias se moviam pouco devido à firmeza, mas os peitos balançavam como pêndulos, às vezes batendo no rosto dela.
- É assim que você gosta, mamãe?... Gosta assim?... Uh! Que gostosa você está! Não brinca! Que delícia! – disse cheio de tesão –
- Ah! Não gosto! Mm! Adoro! Continua, papi! – respondeu –
- Tava precisando de um pau, né, ma? Uh! Mas agora nunca mais vai faltar! Tá disposta a qualquer coisa?... Uhm? – perguntei –
- Aham! Qualquer coisa! Papi! Me dá pau agora! – exclamou, imperativa –
Continuei metendo brutalmente, sem dar trégua por vários minutos, minhas mãos a seguravam pelos quadris, depois tentavam controlar aqueles peitos que balançavam loucamente. Até que, inesperadamente:
- Bate na minha bunda, papi! Aperta meus peitos com força! Ah! Ah! Ah! Ah! Me dá pau! Uh! Ah! – exclamou mamãe, já perdida no desejo –
Até então, a única que eu tinha dado um tapa na bunda foi uma colega da faculdade, com resultados ruins. Dei um tapa suave, enquanto apertava um peito devagar; a verdade é que, até aquele momento, mesmo estando metendo o pau na minha mãe, ainda tinha um pouco de respeito por ela.
- Mais forte, cabrão!! Mais forte! – gritou mamãe –
Com aquele grito, todo o respeito que eu tinha por ela naquele momento desapareceu.
- Plaff! Ahhh! Assim! Outra! – exclamou, já gritando de prazer –
Desferi um tapa violento na bunda dela, seguido de um aperto fenomenal no peito, seus gritos ficaram mais altos, e ela teve seu segundo orgasmo. Dessa vez, não parei. de jeito nenhum, embora eu tenha diminuído a intensidade das enfiadas. Mamãe apertou as nádegas, um claro sinal de prazer, o que fez com que eu estrangulasse meu membro dentro delas.
- Plaf! Plaf! Ahhh! Ahhh! ahhhh! – mamãe gritava a cada palmada que eu dava –
Suas nádegas já avermelhadas pelos meus contínuos embates pareciam excitantes, assim como seus peitos. Me atrevi a mais e puxei um mamilo, mamãe estremeceu e gritou.
- Uyyy!!! Cabrão! Aaahhh que delícia!! Assim, papai! – completamente louca de prazer –
Uma ideia maluca me veio de repente à cabeça, será que mamãe era sado?... enfim. Continuei dando a ela o que merecia, às vezes devagar e em outros momentos com tudo que eu tinha.
- Buceta! Buceta! Já termina! Suas irmãs… ah! Estão para chegar! – disse mamãe –
Foi só então que percebi onde estávamos, mamãe tinha razão, minhas irmãs a qualquer momento chegariam em casa, mas eu ainda não tinha vontade de gozar. Por isso me concentrei nessa tarefa. Continuei dando palmadas e apertando seus peitos de forma brutal, até que meu pau não aguentou mais e eu exclamei.
- Vou gozar, mãe!
Mamãe saiu rápido daquela posição, girando para ficar de frente para mim.
- Goza nos meus peitos, amor! goza já! – exclamou sentando na beirada da cama –
Usando a mão direita, ela arrancou a camisinha, com tempo suficiente para que meu sêmen jorrasse até seus melões avermelhados.
- Ahhhhh!!! Está quentinho! Ahhh! Assim, papai! Ahhh! – mamãe exclamava enquanto jatos de sêmen caíam em seus peitos –
Um jato de sêmen atingiu seu rosto, mas mamãe não disse nada. Eu estremecia a cada jato que lançava, enquanto me masturbava com força para fazer sair todo o meu sêmen. Assim que terminei de expelir minha carga de creme sobre minha mãe, ela pegou meu pau e o limpou por completo com a língua.
- Está gostoso! Papai! Que bom amante você se mostrou! Vou te ensinar mais coisas! E com o tempo você será um garanhão, amor! – disse mamãe enquanto lambia meu membro –
Enquanto mamãe continuava lambendo meu pau, que se... Eu mantinha uma semi ereção, quando ouvi a porta da frente se fechando e a voz da Tania, minha irmã, gritando:
— Quem tá aí?…

Mamãe se levantou da cama, soltou meu pau, pegou suas roupas e saiu correndo para o quarto dela, com a bunda vermelha e os peitos totalmente cobertos de porra. Eu coloquei um moletom e uma camiseta, arrumei a cama e me sentei em frente ao computador.

A Tania subiu alguns minutos depois, me cumprimentou e perguntou pela mamãe. Respondi que ela estava no quarto. Mais tarde, nós quatro nos encontramos durante o jantar. Havia algo que tanto mamãe quanto eu estávamos desconfiados: o olhar da Brenda, minha outra irmã.

Na correria dos minutos anteriores, nunca suspeitamos que a Tania tinha chegado sozinha. A Brenda tinha chegado antes e, como já devem imaginar, tinha nos descoberto!…

Continua!…

17 comentários - Familia Incestuosa.Capitulo III: Al fin se la metí.

Excelente cada vez quedo mas intrigado..... Se vendrá un trio con brenda.... Espero ancioso la continuación.
se ve buena la continuación , mientras van puntos.
15x3
que buen relato espero mas gracias¡¡¡¡¡
Excelente relato. Encontré el Capítulo 4 en la web. El capítulo 5 no lo pude encontrar.
https://www.cuentorelatos.com/relato/9447-familia-incestuosa-04/
20-ole
Buenas, alguien sabe de los capítulos siguientes a este? Acabo de iniciar leer esta historia y quedé hasta esta sin encontrar el siguiente. Agradecería la ayuda.