Como era óbvio, assim que tive a experiência que já contei, falei pras minhas amigas no colégio, e como também era previsível, muitas delas ficaram excitadas, igual a vocês, seus safados. Minha melhor amiga Luli pediu licença, logo depois que eu contei minha experiência, pra ir ao banheiro. Não sei se foi pra ir se masturbar ou o quê, mas algo me dizia que sim. Eu fiquei na sala exibindo o pauzão do meu namorado e a habilidade foda dele pra transar. Quando bateu o sinal do recreio, fui atrás da Luli, que ainda tava no banheiro, sem avisar nada, e na ponta dos pés, bem, bem silenciosamente, me aproximei do banheiro pra espiar ela. Efetivamente, ela tava se dedando. Uns gemidos bem baixinhos, de intensidade e volume muito fracos, davam pra ouvir atrás da porta do vaso onde ela se escondia. Pra vocês saberem, porque sei que interessa, vou descrever a Luli: Lúcia é bem alta e tem a pele bem branquinha, cabelo liso preto com as pontas loiras, olhos verdes que costumam encantar os caras. Ela é magrinha que nem eu e também joga hóquei comigo há muito tempo, então tem uma bunda bem grande, que é o que mais se destaca nela. Não sei se é durinha, nunca apalpei, mas parece que sim, porque ela tá sempre firme e bem empinada. Nunca vi a bunda dela balançar, tá sempre no mesmo lugar, com a mesma estrutura. Enfim, não atrapalhei ela, deixei ela continuar se esbaldando e, assim como fui, voltei meio desconcertada e com um sorrisinho maroto no rosto. Fiquei conversando com minhas outras amigas e com meu namorado até a Luli sair do banheiro. Me aproximei dela, deixando os outros sozinhos, e me afastei pro lado dela. Sim, tava com um cheirão de buceta na roupa, mas não falei nada. Fomos pra um canto bem longe dos nossos colegas, e aí a Luli me pediu, por favor, pra continuar contando detalhes do encontro sexual que eu tive. Parece que ela tinha gostado. Às ordens dela, continuei. Dei vários detalhes sobre o volume do pau dele e as manobras que ele usava pra me dar. prazer, continua, dava pra ver que ela tava mais que excitada, os bicos dos peitos dela estavam durinhos que nem dois botões. num momento eu parei e, sem medo, falei pra ela:
– você tava se masturbando no banheiro, né?
Ela se assustou pra caralho e, como era óbvio, negou tudo, mas eu, no papel de melhor amiga, falei:
– te ouvi, luli, confia em mim, me conta, eu ontem também me toquei com o que você me contou. não precisa ter medo, fala logo, vacilona.
Ela fez uma pausa longa me olhando com cara de séria e depois de um tempo me disse:
– TÁ BOM, SIIIM, amiga, me ajuda, acho que nasci pra ser uma puta, não sei o que fazer.
Ela falou meio nervosa.
– puta por se tocar??
– não, vacilona, é que eu amei quando o Alex (namorado da luli) me comeu, comecei a fazer isso com qualquer um que aparece.
– conhecidos??
– alguns sim, outros não.
– tipo, você comeu desconhecidos??
– sim, dei mole e depois eles me levavam pra cama.
Ela falava sussurrando pra ninguém ouvir.
– AAAAH, nesse caso eu sou mais puta que você, pode ficar tranquila.
Falei mentindo.
– mentira, não mente.
– não tô mentindo, adoro que me comam.
Isso tinha muito de verdade.
– eu também, achava que era a única otária.
– sim, você não é a única, eu sou mais puta que você.
– você, pfff, duvido.
– sério, quantos você já comeu?
– 6.
– só 6? E quantos conhecidos e quantos desconhecidos?
– 2 desconhecidos e 4 conhecidos, e você, quantos??
– eu 8.
Falei mentindo cada vez mais, sei lá por quê.
– e como eu sei que é verdade?
– e como EU SEI QUE É VERDADE?
Falei desafiando ela.
– não tenho nenhuma prova.
– bom, eu também não.
Essa parada de ser comida por desconhecidos me excitava um pouco, mas me assustava, não sei por que eu tinha me metido nessa merda. no fim, as duas éramos umas putas, e o pior é que a gente gostava.
– bom, vamos fazer uma aposta pra ver quem é a mais puta.
A APOSTA MAIS IDIOTA QUE FIZ NA MINHA VIDA.
– Fechou, kkk, mas é sério, né??
– sim, claro.
– fechado, a primeira que comer três homens ganha.
– fechado, mas se forem desconhecidos vale mais.
Falei eu.
– BOA, foxy kkkk.
Era uma aposta de verdade. Éramos duas putinhas, entre ajeitar tudo tocou a campainha pra voltar pra aula, a gente se olhou na cara e concordou ao mesmo tempo, e entramos na última aula do dia. Quando cruzamos a porta da sala, ela me disse:
- JURA QUE TE FALO NÃO
- Siiim, eu sou mais que você, foxy
A aula começou, mas passou super rápido, porque não prestei atenção, só fiquei pensando no que ia fazer com a aposta, e decidi esperar a Luli foder primeiro pra ter certeza de que era verdade. Quando a gente tava saindo, eu falei:
- Pra confirmar, a gente manda fotos?
E ela respondeu entre gargalhadas:
- Óbvio, vaca, senão não vamos saber se é verdade ou não
Então, decidi esperar. Quando a Luli me mandasse a foto, eu começaria a foder que nem uma louca, então ela tinha que dar o primeiro passo.
Pulando pra parte divertida, e pulando todos os dias que tive que esperar, a Luli me manda uma mensagem no WhatsApp, que dizia:
- Mmmmm, parece que eu vou primeiro
Eu pergunto por mensagem:
- Por quê, quem você comeu, vaca?
- Um colega meu do instituto de inglês
- Aaaah, beleza, você conhece ele, manda foto
Na foto, aparecia ela, na verdade só o rosto dela, todo cheio de porra, com um pau bem grandinho que mal tocava os lábios dela, ela tava com os olhos fechados, porque tinha muita porra em cima deles, tinha um sorrisão no rosto, e umas gotinhas de sêmen, que parecia bem grosso, nos dentes dela. Eu me surpreendi, apesar de me excitar aquela ideia de foder por uma aposta com desconhecidos e também conhecidos, mas nunca acreditei que o que a Luli me dizia era verdade. Na verdade, sempre achei que eu e ela íamos ser as mais virgens da turma por anos, então me surpreendeu. No entanto, minha tentação por transar e ganhar essa aposta era maior que a dignidade e a reputação que eu dava a mim mesma, então acabei me convencendo de que era uma boa ideia e que no fim das contas ia aproveitar e gozar. O que mais me excitava, quando eu era... Mas, girl, era pra fazer a cabeça dos caras, mas só com um touch and go, nunca com um fogo puro, mas eu tinha que tentar, tava meio quente por causa da foto que a Luli tinha me mandado no mensagem, a carinha de putinha dela cheia de porra me fez corar e também, por que não admitir, me molhar, mas respondi na mensagem:
— Beleza, você começou putinha, mas eu vou ganhar de você, já vai ver.
Ela não respondeu. Eu tava em casa, tinha acabado de comer, tava no meu quarto, olhando a tal foto, me toquei um pouco, tenho que admitir, mas não me masturbei, minha buceta tava fervendo, mas me segurei, todo aquele prazer, queria guardar pra aposta. Naquele dia, à tarde, eu ia ter aula de educação física no colégio de novo, então me troquei rapidinho. Como tava um pouco frio, coloquei uma calça comprida azul, bem justa que destacava minha tão amada raba e marcava um pouco minha buceta, camiseta de manga curta branca e jaqueta. Esperei dar a hora de ir pra ginástica, vendo um pouco de TV e arrumando meu quarto. Quando deu 2:30, saí de casa pra pegar o ônibus, fui até o ponto, que fica na esquina da minha casa, e sentei no poste, peguei meu celular e comecei a olhar as mensagens. Enquanto fazia isso, vejo um cara moreno, meio baixinho, um malandro, que tava com uma jaqueta esportiva, um boné, calça preta e de capuz, muito rápido se aproximou de mim e, sim, pra minha surpresa, ERA UM LADRÃO.
— Passa o celular, gatinha, obedece ou te queimo.
— Ele falou apontando pra minha buceta com um revólver que tava escondido.
— Nãão, por favor, tenho todos meus contatos, não me rouba, por favor.
— CALA A BOCA E ENTREGA TUDO, obedece ou as coisas vão ficar feias.
Resignada, entreguei o celular nas mãos dele, e ele respondeu:
— Valeu, putinha, assim que eu gosto.
Ele se afastou sem correr, e quando passou no meio da quadra, me veio à cabeça de um jeito bem putinha que aquele malandro podia ser meu primeiro fogo pra aposta, mesmo que ele cheirasse mal e fosse um ladrão lixo, valia. Valia mais que um conhecido, já sei, sou uma puta, hahaha, enfim, quando tava no meio da quadra, gritei, morrendo de medo e tremendo:
— AMIGOOOO!!! Espera aí!
— O vagabundo assustado se virou, mas quando viu que era eu chegando perto, se acalmou, mas ao mesmo tempo não.
— O que você quer agora, patricinha? Não falei pra ficar na sua?
— Nãooo, calma, a gente pode negociar, me escuta.
— O que você quer?
— Você me devolve o celular, que eu preciso, e eu pago com um favorzinho.
— Falei com voz de preocupada, mas misturada com voz de puta safada.
— Fala, gata, desembucha.
— Ah, sei lá, com o que você quer que eu pague?
Falei com voz de safadinha, levantando disfarçadamente um peito meu com a mão esquerda.
— Aaaaah, parece que temos uma patricinha puta aqui, hein.
— Posso ser o que você quiser, mas se me devolver o celular, pliss.
— Mmmm, tô gostando da situação, toma.
Ele falou me entregando o celular na mão.
— Mas se tentar fugir, te dou um tiro na nuca, viu que as balas são mais rápidas que você.
Eu tava morrendo de medo, mas escondia pra parecer mais puta e confiante.
— Relaxa, tranquilo, não vou fugir, quero ele mais que você.
— Aaah, você é bem puta mesmo.
Ele me agarrou bem forte pelo braço e falou:
— Vem, aqui a gente vai se divertir. Me levou bem disfarçadamente por um monte de quadras, até chegar numa casa que parecia abandonada, era feita de tijolos sem pintar no meio de uma favela, tinha porta e telhado de zinco e tava cheia de lixo ao redor, madeiras, metais, etc.
Ele abriu a porta e falou:
— Agora você vai me obedecer, entra, putinha.
Eu tava tremendo, não conseguia parar de tremer, mas entrei. Acho que devia estar doida naquele momento, ia dar pra um moleque que tinha acabado de me roubar, tipo, entreguei meu corpo por um celular. Quando entrei, encontrei tudo bagunçado, era um espaço muito, muito pequeno, só tinha uma cozinha, com todas as coisas espalhadas, e uma porta que levava pra outro cômodo. Ele abriu essa porta e a gente entrou no quarto dele. Parecia uma ratoeira, era minúsculo, só tinha uma cama e um armário, além de feder terrivelmente a porra. O cara bateu a porta com força e na hora me disse:
— Hmmm, agora vamos ver, a qualidade da carne, mamãe.
Ele me pegou pela cintura e, bem bruscamente, me virou, apoiando minhas mãos no armário. Eu estava muito nervosa, assustada, me sentindo uma idiota, mas fazer o quê, já não dava mais pra voltar atrás. O fdp se ajoelhou na altura da minha bunda, que eu empinava pra ficar mais atraente e durinha. Por outro lado, já sentia que tava me molhando um pouco e, ao mesmo tempo, meus bicos ficavam duros. Então, olhando pra porta do armário, mordi bem forte meu lábio inferior por causa do tesão que tava. O cara começou a massagear minha bunda, abrindo e fechando. Quando fechava, sentia o dedo indicador dele se enfiar bem de leve na minha buceta, o que fez eu me molhar ainda mais rápido. O moleque tava pasmo, dava pra ver pelo jeito que ele apalpava minha bunda. Além disso, via de canto de olho a cara de excitação dele e ao mesmo tempo ouvia o que ele dizia, que me levava ao céu dos orgasmos:
— Hmmmm, que bunda linda que você tem, bem durinha, do jeito que eu gosto. Uuh, como vou te foder, sua bunda é bem clarinha.
Meus bicos pareciam duas campainhas e eu tava mais quente que uma panela. Disfarçadamente, comecei a esfregar meus peitos. O mano tinha prós e contras, mas os contras pesavam mais. Por um lado, era muito feio de cara, daqueles caras tirados da favela, mas era todo bombado, os músculos eram impressionantes, e tinha uma força incrível que me fazia babar. Mas tinha um fedor de suvaco impressionante, parecia que não tinha tomado banho há mais de um mês e que tinha acabado de sair de um jogo de futebol. Tava vestido com uma jaqueta esportiva e calça de moletom. De canto de olho, dava pra ver um volume duro, que não era lá muito grande. O fdp tava três vezes mais excitado que eu, era óbvio — se eu fosse ele, estaria morrendo de prazer. enfim, num instante ele para e para de massagear minha bunda com muita força, coloca as duas mãos no elástico da calça de ginástica e me fala
—quero ver ao vivo e a cores, cheta
Muito bruscamente puxa o elástico deixando minha calcinha à mostra, que nesse caso não era uma fio dental, mas daquelas que são tipo boxer feminina, não lembro bem o nome, era rosa e tinha bolinhas brancas espalhadas pelo tecido! Fiquei apavorada pra caralho, até soltei um gritinho, e o moleque respondeu
—não se assusta ainda, que ainda não tirei o bagre
Comecei a engolir saliva, o safado parou um momento pra olhar enquanto babava, minha bunda volumosa, eu tava mais assustada do que nunca, não parava de tremer, o cara parou de olhar pra minha raba, que eu tentava deixar cada vez mais à mostra, e continuou massageando com mais força, num instante, ele jogou a mão pra trás e com toda força do mundo me deu dois tapas na bunda, um em cada nádega, doeu pra caralho, tanto que soltei um grito que a vila inteira deve ter acordado, depois desse grito, virei a cabeça pra olhar na cara dele, ele tava babando olhando como as mãos dele massageavam minha bunda dura, mas quando viu que eu tava olhando, focou o olhar em mim, eu, do jeito mais idiota possível, fiz uma carinha de "tem piedade por favor", e o moleque respondeu com mais violência, me dando tapas na minha bunda bronzeada com mais força, eu gritava que nem louca, doía mas no fundo eu adorava, era uma parada de masoquismo talvez? não sei. O negão começou a me dar tapas mais seguidos enquanto falava
—cê gosta de levar palmada na bunda não é chetita putinha, de levar chicotada do johnii, cê adora né
E eu não respondia nada mas sentia um prazer imenso, ele parou, me agarrou pela cintura e encostou o pau dele, que ainda tava guardado na calça, na minha calcinha, bem no buraquinho da minha bunda, e fez uma Pequena pressão, o cock dele tava mais que duro, mas dava pra sentir que não era comprido igual o do meu namorado. O negão fez esse movimento umas vezes mais e depois se ajoelhou e colocou a boca na frente da minha pussy que tava tampada pelo tecido da minha calcinha. Sem tirar a calcinha, começou a passar a língua bem no meu clitóris, me deixou super excitada. Com as duas mãos apertava forte minhas duas nádegas e com a língua toda acariciava minha pussy tampada pela calcinha, era um prazer incrível. Mil vezes eu tinha me masturbado, mas nunca um homem tinha usado a língua na minha buceta pra me dar prazer, então era minha primeira vez e tava uma delícia. Ele não parava de fazer, não parava, mas eu gostava que ele fizesse, então não falava nada. E foi assim que meu medo foi se transformando numa relação gostosa pra mim e pro wachiturro.
- Mmmmmmm, tem cheirinho de morango sua calcinha, ou sua mmmmm pussy mmmm
- Aaah, aah sim, sempre perfumo ela mmmm, ahh
Já começava a gemer.
- Que que você perfuma, putinha mmmmm, sua pussy ou sua calcinha mmmmmm?
- Mmmmm, as mmmmm, as duas aaaah, continua, continua, não para, não para, por favor, que mmmme adorohhh
- Quer que eu continue, puta, puta?
- Sim, não para que eu adorohhh, não paraaa
Ele agarrou com muito mais força minha cintura e puxou ela rápido pra boca dele, assim mexendo a mandíbula descontroladamente, fazendo um brrrrr na minha pussy que me fez pular de prazer e soltar um grito orgásmico único.
- Isso você vai gostar mais
Ele falou, se levantou e encostou o cock dele super duro em cima da minha calcinha, depois pegou minha calcinha e com um puxão só tirou ela, e me ajeitou tirando completamente a calça e a calcinha. Em seguida gemeu um pouco enquanto apalpava toda minha bunda e pela cintura me levantou pra me levar até a cama dele, onde me deitou de barriga pra cima e abriu minhas pernas.
- Parece que você gosta de chuparem sua pussy, não é, putinha?
Eu concordei com a cabeça fazendo cara de puta nervosa e ao mesmo tempo inocente. O safado não Espero mais de uma. Ela lançou a língua na minha buceta e mexeu de um lado pro outro descontroladamente, e eu morri de prazer. Senti o melhor prazer do mundo e só consegui responder com um gemido intenso e palavras que incentivassem ela a fazer melhor:
— Aaaaaah, ahhu, aaahu, siiiim, sou sua putinha, aaaah, cê gosta da minha buceta, né? Cê ama o gosto da sua buceta?
— Mmmmsim, tá uma delícia, puta arrombada.
— Jijiji, haaaay, continua, não para, filho da puta.
Eu falava enquanto tentava continuar incentivando ele. Depois de uns minutos, me empolguei de vez e agarrei ele com muita força pela nuca, empurrando a cabeça dele até minha vagina, como se quisesse devorar ela. O negão não recuou, talvez estivesse até mais excitado que eu, então não hesitou em comer minha buceta. Meus olhos reviraram e um sorrisinho safado, cheio de gemidos e prazer puro, ficou estampado na minha cara de puta arrombada. Eu tava de pernas bem abertas, aproveitando o que o guri fazia de melhor.
Depois de alguns minutos, o guri se jogou em cima de mim e começou a me beijar. O filho da puta babou minha boca toda, e o pau dele, mais duro que nunca, roçava gostoso na minha buceta pelada. Eu continuei agarrando ele pela nuca, e ele me segurou pelas costas e começou a descer a boca babada e cheia de luxúria. Primeiro no meu pescoço, o que me deu ainda mais prazer, e depois no meu peito, não nas tetas, no meu peito. Ele me olhou e disse:
— Agora vou dar uma olhada nessas tetinhas, puta.
Sem medo, me levantei e tirei a camiseta, fiquei só de sutiã. O negão se jogou em cima de mim e, sem pensar duas vezes, com as duas mãos apertou minhas duas tetas com força, enquanto aproximava a boca da minha e me beijava com muita luxúria e excitação. Meus gemidos não paravam, só dobravam e triplicavam. Num puxão só, o neguinho arrancou meu sutiã com força, deixando minhas tetas à mostra e meu corpo, quase virgem, exposto. Ele me agarrou pelos bicos dos peitos, sem apertar forte, e disse:
— Mmmm, lindas, são do Tamanho perfeito, e são todas pro papai, né?
- Mmmm, sim, são todas pro senhor, papai
- Mmm, e ainda por cima tão cheias de pintinhas, hmm, minhas preferidas
De novo, voltaram a falar das sardas que tinham nos meus dois peitos. Me excitava que os homens, no sentido sexual da palavra, ficassem excitados com aquilo nos meus seios, então eu também ficava, e muito. Sem mais delongas, o safado, como era de se esperar, começou a brincar com elas, e com a boca dele. Eu não falei nada, porque o calorzinho da língua dele nas minhas tetinhas sardentas fazia meu prazer e luxúria aumentarem. Não durou muito, pelo visto, o pau dele excitado e preso na calça exigia liberdade e prazer, então ele saiu da cama e se levantou, abaixando a calça, ficando só de cueca.
- Vem aqui, gostosa, você vai conhecer o amigo
Empolgada e feito uma puta no cio, desci e me ajoelhei na frente da linguiça dele.
- Posso conhecer?
- Sim, putinha, abre a porta pra ele
Apoiei a bochecha na perna dele e, bem devagar e putamente, comecei a puxar a cueca dele. Baixei o elástico até que... SAS!!! A piroca preta, dura e grossa dele bateu na minha bochecha, fazendo um barulho que arrancou um gemido profundo do meu macho. Fiquei um pouco decepcionada ao ver que o pau daquela época era menor que o do meu namorado, mas isso logo mudaria.
- Vem, faz um boquete em mim
Ele falava enquanto se masturbava e abria as pernas. Me posicionei pra fazer igual um pica-pau: me ajoelhei, deixando bem na frente do meu nariz frio aquele volume extremamente ereto, e na altura dos meus lábios ardentes, as bolinhas dele, ou como eu chamo, os gêmeos. Sem mais enrolação, enfiei a cabeça do pau na minha boca-buceta bem babada, prendi o cabelo e, pra dar um prazer do caralho, comecei a ir pra cima e pra baixo, com todo luxo de detalhes e manobras com minha língua carnuda, da cabeça à base e da base à cabeça, repetindo sem parar, enquanto minha mão direita ia e vinha no ritmo da minha boca e a esquerda... Na palma da mão, eu apalpava e pesava os ovos dele. No fundo, só se ouvia os sons de excitação do negão, e umas putarias que, claro, ele me dizia:
— Aiii, que puta que você é, mmm, não é possível ser tão puta, mas você chupa tão gostoso que compensa.
Meus olhos bem abertos fitavam com atenção os olhos semicerrados do negão, pra dar um boquete melhor e mais satisfatório, mas pra minha surpresa, o volume dele não parava por aí. A excitação que minha língua babada, quentinha e ardente causou no pau tão sensível dele fez o cock dele crescer ainda mais, e por isso ficou mais difícil de controlar pra senhora língua. Já não podia mais me dar ao luxo de fazer caras sexy pra ele ficar mais excitado, ou talvez sim. Coloquei uma cara de concentração da porra e, no ritmo da minha mão que ia e voltava por todo aquele pau, girando e sentindo as veias, chupei o volume dele, agora mais corrosivo, com uma intensidade grande e prazerosa. Depois de uns minutos, onde só se ouviam os gemidos do negão e os sons de engasgo que eu soltava, quebrei o silêncio com um suspiro profundo ao tirar minha garganta profunda daquele cock melado, buscando ar que não tinha.
— Quem mandou parar? Continua mamando, puta arrombada.
Como a boa puta que sou, me deixei dominar e cumpri as ordens dele. Passei minha língua na parte de baixo do pau dele umas duas vezes, depois fiz o mesmo na parte de cima e, pra finalizar, lambi bem devagar a glande dele. É importante e acho que é meu dever explicar o estado do cock que eu tava chupando. Primeiro, tenho que dizer que, por estar suado, tinha um gosto forte e ruim, era salgado e bem sujo, mas era o que menos me importava. Por outro lado, era extremamente peludo. Tinha uma mata em cima do pau dele, alguns pelos soltos nas bolas, muitos no peito, nas axilas e nos braços, e na bunda também. Isso me agradava por um lado, me dava a vibe de que eu tava dando pra um macho alfa completo, mas me incomodava. pra chupar, e por último, vale dizer que as veias do pau dele saltavam muito, ao mesmo tempo que pulsavam sem parar dentro da minha boca, mas enfim era um pau bom. Depois de lamber a glande enorme dele, quis caprichar ainda mais no tronco, então enfiei a glande inteira na boca e quando estava prestes a meter tudo até o fundo, meu wachiturro me parou
— aaaah, para, puta, foxy, vou te ensinar a fazer um boquete direito
Ele me pegou pela cabeça, agarrando meu cabelo, e sem respirar cuspiu o pau dele e começou a meter e tirar com força aquele pauzão, sem se importar com meus engasgos constantes e murmúrios pedindo pra parar, mas ele não parou, só repetia excitado
— aaaay simmmm simmmm simmmm
Depois de uns minutos, meus engasgos aumentaram, e minha maquiagem borrou por causa das lágrimas que escorriam dos meus olhos pela intensidade e força com que ele tava me metendo. Num certo momento, ele para, deixando minha nuca e minha boca presas no final do caminho daquele pinto enorme, colando meu nariz nos pelos da barriga dele, enquanto eu continuava de olhos fechados tentando não chorar. O preto filho da puta continuava fazendo pressão na minha nuca, mesmo eu querendo me soltar, mas não consegui, a força dele era maior. O que se ouvia dele era
— aaaah aaaaaaaaaah
Com raiva, enquanto eu dizia
— mmeemmmmemmmm, smmoltcgjame solmghtame
Depois de alguns segundos, ele me soltou. De mim só saiu um suspiro buscando ar e um longo filho da puuuuuta
— viu, é assim que se faz boquete, entendeu?
— sim, entendi, filho da puta
— hahaha, o que te espera, levanta, gostosa
De novo obedeci, e me levantei arqueando minhas costas nuas, pra mostrar a bunda e os peitos, enquanto com uma mão segurava meu cabelo, porque tava doendo muito por causa dos puxões que o preto índio selvagem tinha dado, e com cara de braba olhei pra ele e falei
— o que você quer, otário?
— olha, agora você é minha gatinha, e agora vou te foder, patricinha, então vai fazer o que eu mandar
— e o que Quer, fala
- Quero te comer, mas você vai vestir isso
Vou até o armário dele e, com um movimento brusco, tiro de lá uma camiseta do Boca, que parecia de criança de 3 anos. Pra quem não sabe, Boca Juniors é um time de futebol argentino, bem conhecido, e a camiseta é azul e amarela. E esse filho da puta queria que eu vestisse aquilo. Eu falei:
- Não, para. Porra, me come e vou embora
- Não, você veste ou eu arrebento teu cu, escolhe
- Tá bom, então
- Assim que eu gosto, sempre quis foder uma putinha do Boca, por isso guardo a camiseta
Haha, o pior de tudo é que eu sou torcedora do Boca e ia foder uma puta do River Plate (galinha). Coloquei a camiseta, tive que me esforçar pra caralho pra vestir, porque era extremamente pequena e muito, muito apertada, mas entrou. Era tão, mas tão pequena, que nem chegava no meu umbigo, só cobria meus peitos, e nem isso direito, porque o tecido era uma merda em qualidade e meio transparente. Então, se olhasse bem, dava pra ver meus mamilos claramente. Além disso, era tão apertada que meus peitos se destacavam ainda mais do que se estivessem nus, principalmente meus mamilos, que pareciam duas campainhas duras, dava pra ver em alta definição a até 50 metros de distância. Como já falei, essa camiseta de merda só cobria meus seios, era tipo um sutiã azul e amarelo com mangas, muito, muito apertado, que me incomodava pra caralho. Pra terminar, prendi meu cabelo num rabo de cavalo minúsculo com uma chula vermelha que eu tinha e fiquei de pé, sem parar de arquear minhas costas. Minha bunda parecia muito maior assim, arqueando as costas — devia usar isso mais vezes no sexo. Além disso, também empinei o peito. Enfim, já pronta como uma puta profissional, falei:
- Assim? Já tá?
- Viu, não ficou lindo em você, gatinha gostosa?
- Sei lá, é muito desconfortável
- Mmmm, mas olha como destaca seus peitos
Enquanto isso, com as duas mãos, ele apertava e beliscava com força meus dois peitos apertados.
- É, sim, tá bom
- Dei pra ele gostei, meu objetivo era excitá-lo, então eu dava o gosto
- beleza, puta gostosa, gatinha, já era, então sobe na cama e fica de quatro, que vou te foder até amanhã e gozar toda nessa sua carinha de puta (com ênfase) que você tem
Ele falava isso enquanto acariciava o queixo e o queixo dele, como vocês já sabem, não recusei e de uma vez me joguei naquela cama estreita do vagabundo e me ajeitei de quatro, arqueando minhas costas de novo, o negão chegou perto da minha boca e disse
- chupa um pouquinho mais, pra não doer tanto
- ah, o que você tá querendo
- você me obedece, puta
Olhei nos olhos dele, cuspi na ponta da rola e masturbei um pouco, depois chupei a rola toda com vontade até o fundo, e pra terminar chupei cada ovo dele por uns segundos
- aaaaah, valeu, agora sim, se ajeita, puta imunda
Sem mais delongas, ele subiu na cama e ficou atrás de mim, chupou o dedo e passou com suavidade nos meus lábios da buceta, o que deu um puta cócegas de prazer, continuou com duas lambidas na minha buceta e aí sim, se ajeitou pra me penetrar, parecia que ia me matar, primeiro esfregou a pica ereta na minha buceta e depois colocou a cabeça, e eu respondi com um gemido digno
- aaah, parece que você já começou a gostar, eu te falei
- ah,... cala a boca
- mmmjajaja
SAK, ELE METEU DE UMA VEZ, COM MUITA FORÇA DESTRUINDO MINHAS ILUSÕES, não me matou, me desmontou, só de meter, gritei como era óbvio, depois começou a meter e tirar constantemente e cada vez mais rápido, de vez em quando cuspia na pica e batia nas minhas nádegas com tapas fortes e pesados, também apertava meus quadris com a força que só ele tinha, sem parar um minuto, sem diminuir a velocidade, era perfeito *-*, ele tinha razão, se eu não chupasse ia doer, e muito, porque o sexo que ele me dava era áspero mas prazeroso, que não ligava pra minha satisfação, embora tenha sido completamente coberta, só na dele, que pelo visto também terminou em êxtase, minha excitação, meus gemidos se misturavam com os dele, que repetia com raiva siiiim, siiiim, além disso também dava pra ouvir bem claramente como as bolinhas molhadas dele, por causa da minha saliva, batiam no meu corpo, soltando um som estranho. Ficou assim por um bom tempo, pra ser sincera, a posição de quatro, o doggy style, funcionava bem pra mim, e era a posição que eu mais gostava, porque sentia mais a intensidade das picas, e me sentia mais puta, haha. No fim, parece que os caras também gostam dessa posição, já que podem olhar com uma visão clara e apreciar uma boa bunda, por onde a pica vai entrar. Além disso, o negão me segurava por um nó que ele tinha feito na camiseta e de lá puxava pra ele, cada vez mais forte. Enfim, ficamos assim uns minutos e ele disse:
— Vem, gatinha, quero ver suas tetinhas quicando com essa camiseta linda.
— Mm, bora.
Ele se deitou na cama, de barriga pra cima, óbvio, e abriu um pouco as pernas, me pegou pelas mãos e disse:
— Vem, você tem que pular.
— Sim, eu sei.
— Mas pula direito, hein, senão eu rasgo essa sua bunda.
— Minha bunda você não toca.
— Tá bom, tá bom, um dia vou desvirginar essa bunda linda que você não aproveita.
— NÃO.
— Tá bom, pula, querida.
Primeiro eu sentei na pica dele deitada e esfreguei na minha buceta, rebolando minha bunda de um jeito bem sexy que parece que ele adorou, tanto que fiquei fazendo isso por vários minutos enquanto olhava pra ele, mordendo os lábios. Enfim, coloquei a pica dele na ponta e sem esperar, enfiei tudo até o fundo, soltando de novo um gemido profundo. Comecei a pular que nem louca, pulava e pulava com muita rapidez e prazer, era lindo, sentia as veias da pica dele pulsando dentro de mim e também ficava molhada com meus fluidos, minhas tetas quicavam que nem molas, e pareciam muito maiores com aquela camiseta. Pra não quicarem tanto, de vez em quando eu segurava e apertava elas, assim como de vez em quando eu parava com a pica toda dentro da minha buceta e rebolava toda a minha bunda nua do jeito que ele gostava. Outras vezes, acho que só uma vez, o negão me pegou pelos braços e me puxou pra beijar, sem parar de me beijar, e eu respondi com um beijo cheio de uma intensidade bem gostosa. No meio do coito, quando meu êxtase já tava satisfeito, o maluco me fala:
— Mmmmm, aaaaaaah, aaaaahh, tô gozando, tô gozando, ajoelha agora!
Obedeci, e bem rápido me ajoelhei no chão, na frente da pica dele que ainda tava soltando um cheiro forte e ele tava batendo uma pra todo o esperma, que queria liberdade, jorrar feito tiro na minha cara. Era a primeira vez que iam gozar na minha cara, e eu não tinha medo de provar. Na real, os líquidos pré-seminais do meu namorado já tinham me agradado, então queria provar o esperma, feito uma puta. Olhei pra cara dele com os olhos semicerrados e coloquei a língua pra fora. Ele não demorou, com um movimento rápido e forte da mão, e um gemido bem profundo de macho, despejou uma porrada de esperma na minha cara e na minha língua. Minha testa, nariz, bochechas e boca ficaram todas meladas com o esperma que não parava de sair. Provei o esperma, tinha um gosto estranho, peculiar, mas não ruim. Ele adorou que eu engoli o esperma dele, então, como troféu, me disse:
— Que puta gostosa que você é, que gatinha!
Me levantei e, antes de a gente começar a se trocar, lembrei que tudo que eu tinha feito seria em vão se não tivesse provas pra mostrar pra Luli que era verdade. Então falei pro moleque:
— Espera aí!!!
— O que, o que foi, gostosa?
— Não tem coragem de me comer mais um pouquinho pra eu tirar uma foto?
— Uma foto?
— É, primeiro me devolve o celular.
Ele obedeceu, assim como eu obedeci aos pedidos dele antes.
— Me deixa tirar uma foto transando com você ou não?
— Haha, ok, mas me manda depois pra eu bater umas punhetas.
— Ok.
— Mas só um pouquinho, porque tô de saco cheio, gatinha.
— É, só uma foto.
Com a cara toda cheia de porra, sem lavar, me ajeitei de novo na cama do negão de quatro, empinando a bunda. O negão se ajeitou e colocou a pica dele. pau dura parada em cima da minha buceta sem enfiar, ele disse que era pra rola dele aparecer, enfim, tirei a foto, nela aparecia uma gatinha gostosa com uma camiseta, digo, um sutiã boca, mostrando um rabão enorme, que por sua vez tinha uma pauzuda enorme e grossa apoiada, de um negão que a fez sua, além disso, tinha a carinha toda melada e aquela cara típica de foto, cara de pato, enfim, tirei a foto e mandei pra Luli e também pro Marcelo, o negão que me comeu, depois que mandei, o negão me comeu de novo porque se excitou e me comeu a pussy a pausadas, mas dessa vez gozando no meu Booty, mas isso é outra história, enfim, depois da minha foto, Luli me mandou:
– filha da puta, quem você comeu?
– um negão ladrão
– nãoooo, não acredito
– sim, não acredita?
Depois disso, mandei uma selfie com o Marce pelado
– hahaha, você é muito puta, mas a aposta não acaba aqui
– não não, óbvio
– que pau que o negão tem, adoro *-*
– haha, é meuuuu
– não, passa o número, vou dar pra ele já
– não, é meu
– ok
– aham
– tanta gozo que você gozou?
– sim, muita muita gozo
– e você provou?
– sim, sim, gostoso, delicioso
– filha da puta, a aposta não acaba aqui
Muito bem amigos, até aqui chega o post, espero que tenham gostado, se gostou, me dá pontos e comenta, também coloca nos favoritos, se quiser a terceira parte comenta, e opina sobre o post, muito obrigado, tchau
– você tava se masturbando no banheiro, né?
Ela se assustou pra caralho e, como era óbvio, negou tudo, mas eu, no papel de melhor amiga, falei:
– te ouvi, luli, confia em mim, me conta, eu ontem também me toquei com o que você me contou. não precisa ter medo, fala logo, vacilona.
Ela fez uma pausa longa me olhando com cara de séria e depois de um tempo me disse:
– TÁ BOM, SIIIM, amiga, me ajuda, acho que nasci pra ser uma puta, não sei o que fazer.
Ela falou meio nervosa.
– puta por se tocar??
– não, vacilona, é que eu amei quando o Alex (namorado da luli) me comeu, comecei a fazer isso com qualquer um que aparece.
– conhecidos??
– alguns sim, outros não.
– tipo, você comeu desconhecidos??
– sim, dei mole e depois eles me levavam pra cama.
Ela falava sussurrando pra ninguém ouvir.
– AAAAH, nesse caso eu sou mais puta que você, pode ficar tranquila.
Falei mentindo.
– mentira, não mente.
– não tô mentindo, adoro que me comam.
Isso tinha muito de verdade.
– eu também, achava que era a única otária.
– sim, você não é a única, eu sou mais puta que você.
– você, pfff, duvido.
– sério, quantos você já comeu?
– 6.
– só 6? E quantos conhecidos e quantos desconhecidos?
– 2 desconhecidos e 4 conhecidos, e você, quantos??
– eu 8.
Falei mentindo cada vez mais, sei lá por quê.
– e como eu sei que é verdade?
– e como EU SEI QUE É VERDADE?
Falei desafiando ela.
– não tenho nenhuma prova.
– bom, eu também não.
Essa parada de ser comida por desconhecidos me excitava um pouco, mas me assustava, não sei por que eu tinha me metido nessa merda. no fim, as duas éramos umas putas, e o pior é que a gente gostava.
– bom, vamos fazer uma aposta pra ver quem é a mais puta.
A APOSTA MAIS IDIOTA QUE FIZ NA MINHA VIDA.
– Fechou, kkk, mas é sério, né??
– sim, claro.
– fechado, a primeira que comer três homens ganha.
– fechado, mas se forem desconhecidos vale mais.
Falei eu.
– BOA, foxy kkkk.
Era uma aposta de verdade. Éramos duas putinhas, entre ajeitar tudo tocou a campainha pra voltar pra aula, a gente se olhou na cara e concordou ao mesmo tempo, e entramos na última aula do dia. Quando cruzamos a porta da sala, ela me disse:
- JURA QUE TE FALO NÃO
- Siiim, eu sou mais que você, foxy
A aula começou, mas passou super rápido, porque não prestei atenção, só fiquei pensando no que ia fazer com a aposta, e decidi esperar a Luli foder primeiro pra ter certeza de que era verdade. Quando a gente tava saindo, eu falei:
- Pra confirmar, a gente manda fotos?
E ela respondeu entre gargalhadas:
- Óbvio, vaca, senão não vamos saber se é verdade ou não
Então, decidi esperar. Quando a Luli me mandasse a foto, eu começaria a foder que nem uma louca, então ela tinha que dar o primeiro passo.
Pulando pra parte divertida, e pulando todos os dias que tive que esperar, a Luli me manda uma mensagem no WhatsApp, que dizia:
- Mmmmm, parece que eu vou primeiro
Eu pergunto por mensagem:
- Por quê, quem você comeu, vaca?
- Um colega meu do instituto de inglês
- Aaaah, beleza, você conhece ele, manda foto
Na foto, aparecia ela, na verdade só o rosto dela, todo cheio de porra, com um pau bem grandinho que mal tocava os lábios dela, ela tava com os olhos fechados, porque tinha muita porra em cima deles, tinha um sorrisão no rosto, e umas gotinhas de sêmen, que parecia bem grosso, nos dentes dela. Eu me surpreendi, apesar de me excitar aquela ideia de foder por uma aposta com desconhecidos e também conhecidos, mas nunca acreditei que o que a Luli me dizia era verdade. Na verdade, sempre achei que eu e ela íamos ser as mais virgens da turma por anos, então me surpreendeu. No entanto, minha tentação por transar e ganhar essa aposta era maior que a dignidade e a reputação que eu dava a mim mesma, então acabei me convencendo de que era uma boa ideia e que no fim das contas ia aproveitar e gozar. O que mais me excitava, quando eu era... Mas, girl, era pra fazer a cabeça dos caras, mas só com um touch and go, nunca com um fogo puro, mas eu tinha que tentar, tava meio quente por causa da foto que a Luli tinha me mandado no mensagem, a carinha de putinha dela cheia de porra me fez corar e também, por que não admitir, me molhar, mas respondi na mensagem:
— Beleza, você começou putinha, mas eu vou ganhar de você, já vai ver.
Ela não respondeu. Eu tava em casa, tinha acabado de comer, tava no meu quarto, olhando a tal foto, me toquei um pouco, tenho que admitir, mas não me masturbei, minha buceta tava fervendo, mas me segurei, todo aquele prazer, queria guardar pra aposta. Naquele dia, à tarde, eu ia ter aula de educação física no colégio de novo, então me troquei rapidinho. Como tava um pouco frio, coloquei uma calça comprida azul, bem justa que destacava minha tão amada raba e marcava um pouco minha buceta, camiseta de manga curta branca e jaqueta. Esperei dar a hora de ir pra ginástica, vendo um pouco de TV e arrumando meu quarto. Quando deu 2:30, saí de casa pra pegar o ônibus, fui até o ponto, que fica na esquina da minha casa, e sentei no poste, peguei meu celular e comecei a olhar as mensagens. Enquanto fazia isso, vejo um cara moreno, meio baixinho, um malandro, que tava com uma jaqueta esportiva, um boné, calça preta e de capuz, muito rápido se aproximou de mim e, sim, pra minha surpresa, ERA UM LADRÃO.
— Passa o celular, gatinha, obedece ou te queimo.
— Ele falou apontando pra minha buceta com um revólver que tava escondido.
— Nãão, por favor, tenho todos meus contatos, não me rouba, por favor.
— CALA A BOCA E ENTREGA TUDO, obedece ou as coisas vão ficar feias.
Resignada, entreguei o celular nas mãos dele, e ele respondeu:
— Valeu, putinha, assim que eu gosto.
Ele se afastou sem correr, e quando passou no meio da quadra, me veio à cabeça de um jeito bem putinha que aquele malandro podia ser meu primeiro fogo pra aposta, mesmo que ele cheirasse mal e fosse um ladrão lixo, valia. Valia mais que um conhecido, já sei, sou uma puta, hahaha, enfim, quando tava no meio da quadra, gritei, morrendo de medo e tremendo:
— AMIGOOOO!!! Espera aí!
— O vagabundo assustado se virou, mas quando viu que era eu chegando perto, se acalmou, mas ao mesmo tempo não.
— O que você quer agora, patricinha? Não falei pra ficar na sua?
— Nãooo, calma, a gente pode negociar, me escuta.
— O que você quer?
— Você me devolve o celular, que eu preciso, e eu pago com um favorzinho.
— Falei com voz de preocupada, mas misturada com voz de puta safada.
— Fala, gata, desembucha.
— Ah, sei lá, com o que você quer que eu pague?
Falei com voz de safadinha, levantando disfarçadamente um peito meu com a mão esquerda.
— Aaaaah, parece que temos uma patricinha puta aqui, hein.
— Posso ser o que você quiser, mas se me devolver o celular, pliss.
— Mmmm, tô gostando da situação, toma.
Ele falou me entregando o celular na mão.
— Mas se tentar fugir, te dou um tiro na nuca, viu que as balas são mais rápidas que você.
Eu tava morrendo de medo, mas escondia pra parecer mais puta e confiante.
— Relaxa, tranquilo, não vou fugir, quero ele mais que você.
— Aaah, você é bem puta mesmo.
Ele me agarrou bem forte pelo braço e falou:
— Vem, aqui a gente vai se divertir. Me levou bem disfarçadamente por um monte de quadras, até chegar numa casa que parecia abandonada, era feita de tijolos sem pintar no meio de uma favela, tinha porta e telhado de zinco e tava cheia de lixo ao redor, madeiras, metais, etc.
Ele abriu a porta e falou:
— Agora você vai me obedecer, entra, putinha.
Eu tava tremendo, não conseguia parar de tremer, mas entrei. Acho que devia estar doida naquele momento, ia dar pra um moleque que tinha acabado de me roubar, tipo, entreguei meu corpo por um celular. Quando entrei, encontrei tudo bagunçado, era um espaço muito, muito pequeno, só tinha uma cozinha, com todas as coisas espalhadas, e uma porta que levava pra outro cômodo. Ele abriu essa porta e a gente entrou no quarto dele. Parecia uma ratoeira, era minúsculo, só tinha uma cama e um armário, além de feder terrivelmente a porra. O cara bateu a porta com força e na hora me disse:
— Hmmm, agora vamos ver, a qualidade da carne, mamãe.
Ele me pegou pela cintura e, bem bruscamente, me virou, apoiando minhas mãos no armário. Eu estava muito nervosa, assustada, me sentindo uma idiota, mas fazer o quê, já não dava mais pra voltar atrás. O fdp se ajoelhou na altura da minha bunda, que eu empinava pra ficar mais atraente e durinha. Por outro lado, já sentia que tava me molhando um pouco e, ao mesmo tempo, meus bicos ficavam duros. Então, olhando pra porta do armário, mordi bem forte meu lábio inferior por causa do tesão que tava. O cara começou a massagear minha bunda, abrindo e fechando. Quando fechava, sentia o dedo indicador dele se enfiar bem de leve na minha buceta, o que fez eu me molhar ainda mais rápido. O moleque tava pasmo, dava pra ver pelo jeito que ele apalpava minha bunda. Além disso, via de canto de olho a cara de excitação dele e ao mesmo tempo ouvia o que ele dizia, que me levava ao céu dos orgasmos:
— Hmmmm, que bunda linda que você tem, bem durinha, do jeito que eu gosto. Uuh, como vou te foder, sua bunda é bem clarinha.
Meus bicos pareciam duas campainhas e eu tava mais quente que uma panela. Disfarçadamente, comecei a esfregar meus peitos. O mano tinha prós e contras, mas os contras pesavam mais. Por um lado, era muito feio de cara, daqueles caras tirados da favela, mas era todo bombado, os músculos eram impressionantes, e tinha uma força incrível que me fazia babar. Mas tinha um fedor de suvaco impressionante, parecia que não tinha tomado banho há mais de um mês e que tinha acabado de sair de um jogo de futebol. Tava vestido com uma jaqueta esportiva e calça de moletom. De canto de olho, dava pra ver um volume duro, que não era lá muito grande. O fdp tava três vezes mais excitado que eu, era óbvio — se eu fosse ele, estaria morrendo de prazer. enfim, num instante ele para e para de massagear minha bunda com muita força, coloca as duas mãos no elástico da calça de ginástica e me fala
—quero ver ao vivo e a cores, cheta
Muito bruscamente puxa o elástico deixando minha calcinha à mostra, que nesse caso não era uma fio dental, mas daquelas que são tipo boxer feminina, não lembro bem o nome, era rosa e tinha bolinhas brancas espalhadas pelo tecido! Fiquei apavorada pra caralho, até soltei um gritinho, e o moleque respondeu
—não se assusta ainda, que ainda não tirei o bagre
Comecei a engolir saliva, o safado parou um momento pra olhar enquanto babava, minha bunda volumosa, eu tava mais assustada do que nunca, não parava de tremer, o cara parou de olhar pra minha raba, que eu tentava deixar cada vez mais à mostra, e continuou massageando com mais força, num instante, ele jogou a mão pra trás e com toda força do mundo me deu dois tapas na bunda, um em cada nádega, doeu pra caralho, tanto que soltei um grito que a vila inteira deve ter acordado, depois desse grito, virei a cabeça pra olhar na cara dele, ele tava babando olhando como as mãos dele massageavam minha bunda dura, mas quando viu que eu tava olhando, focou o olhar em mim, eu, do jeito mais idiota possível, fiz uma carinha de "tem piedade por favor", e o moleque respondeu com mais violência, me dando tapas na minha bunda bronzeada com mais força, eu gritava que nem louca, doía mas no fundo eu adorava, era uma parada de masoquismo talvez? não sei. O negão começou a me dar tapas mais seguidos enquanto falava
—cê gosta de levar palmada na bunda não é chetita putinha, de levar chicotada do johnii, cê adora né
E eu não respondia nada mas sentia um prazer imenso, ele parou, me agarrou pela cintura e encostou o pau dele, que ainda tava guardado na calça, na minha calcinha, bem no buraquinho da minha bunda, e fez uma Pequena pressão, o cock dele tava mais que duro, mas dava pra sentir que não era comprido igual o do meu namorado. O negão fez esse movimento umas vezes mais e depois se ajoelhou e colocou a boca na frente da minha pussy que tava tampada pelo tecido da minha calcinha. Sem tirar a calcinha, começou a passar a língua bem no meu clitóris, me deixou super excitada. Com as duas mãos apertava forte minhas duas nádegas e com a língua toda acariciava minha pussy tampada pela calcinha, era um prazer incrível. Mil vezes eu tinha me masturbado, mas nunca um homem tinha usado a língua na minha buceta pra me dar prazer, então era minha primeira vez e tava uma delícia. Ele não parava de fazer, não parava, mas eu gostava que ele fizesse, então não falava nada. E foi assim que meu medo foi se transformando numa relação gostosa pra mim e pro wachiturro.
- Mmmmmmm, tem cheirinho de morango sua calcinha, ou sua mmmmm pussy mmmm
- Aaah, aah sim, sempre perfumo ela mmmm, ahh
Já começava a gemer.
- Que que você perfuma, putinha mmmmm, sua pussy ou sua calcinha mmmmmm?
- Mmmmm, as mmmmm, as duas aaaah, continua, continua, não para, não para, por favor, que mmmme adorohhh
- Quer que eu continue, puta, puta?
- Sim, não para que eu adorohhh, não paraaa
Ele agarrou com muito mais força minha cintura e puxou ela rápido pra boca dele, assim mexendo a mandíbula descontroladamente, fazendo um brrrrr na minha pussy que me fez pular de prazer e soltar um grito orgásmico único.
- Isso você vai gostar mais
Ele falou, se levantou e encostou o cock dele super duro em cima da minha calcinha, depois pegou minha calcinha e com um puxão só tirou ela, e me ajeitou tirando completamente a calça e a calcinha. Em seguida gemeu um pouco enquanto apalpava toda minha bunda e pela cintura me levantou pra me levar até a cama dele, onde me deitou de barriga pra cima e abriu minhas pernas.
- Parece que você gosta de chuparem sua pussy, não é, putinha?
Eu concordei com a cabeça fazendo cara de puta nervosa e ao mesmo tempo inocente. O safado não Espero mais de uma. Ela lançou a língua na minha buceta e mexeu de um lado pro outro descontroladamente, e eu morri de prazer. Senti o melhor prazer do mundo e só consegui responder com um gemido intenso e palavras que incentivassem ela a fazer melhor:
— Aaaaaah, ahhu, aaahu, siiiim, sou sua putinha, aaaah, cê gosta da minha buceta, né? Cê ama o gosto da sua buceta?
— Mmmmsim, tá uma delícia, puta arrombada.
— Jijiji, haaaay, continua, não para, filho da puta.
Eu falava enquanto tentava continuar incentivando ele. Depois de uns minutos, me empolguei de vez e agarrei ele com muita força pela nuca, empurrando a cabeça dele até minha vagina, como se quisesse devorar ela. O negão não recuou, talvez estivesse até mais excitado que eu, então não hesitou em comer minha buceta. Meus olhos reviraram e um sorrisinho safado, cheio de gemidos e prazer puro, ficou estampado na minha cara de puta arrombada. Eu tava de pernas bem abertas, aproveitando o que o guri fazia de melhor.
Depois de alguns minutos, o guri se jogou em cima de mim e começou a me beijar. O filho da puta babou minha boca toda, e o pau dele, mais duro que nunca, roçava gostoso na minha buceta pelada. Eu continuei agarrando ele pela nuca, e ele me segurou pelas costas e começou a descer a boca babada e cheia de luxúria. Primeiro no meu pescoço, o que me deu ainda mais prazer, e depois no meu peito, não nas tetas, no meu peito. Ele me olhou e disse:
— Agora vou dar uma olhada nessas tetinhas, puta.
Sem medo, me levantei e tirei a camiseta, fiquei só de sutiã. O negão se jogou em cima de mim e, sem pensar duas vezes, com as duas mãos apertou minhas duas tetas com força, enquanto aproximava a boca da minha e me beijava com muita luxúria e excitação. Meus gemidos não paravam, só dobravam e triplicavam. Num puxão só, o neguinho arrancou meu sutiã com força, deixando minhas tetas à mostra e meu corpo, quase virgem, exposto. Ele me agarrou pelos bicos dos peitos, sem apertar forte, e disse:
— Mmmm, lindas, são do Tamanho perfeito, e são todas pro papai, né?
- Mmmm, sim, são todas pro senhor, papai
- Mmm, e ainda por cima tão cheias de pintinhas, hmm, minhas preferidas
De novo, voltaram a falar das sardas que tinham nos meus dois peitos. Me excitava que os homens, no sentido sexual da palavra, ficassem excitados com aquilo nos meus seios, então eu também ficava, e muito. Sem mais delongas, o safado, como era de se esperar, começou a brincar com elas, e com a boca dele. Eu não falei nada, porque o calorzinho da língua dele nas minhas tetinhas sardentas fazia meu prazer e luxúria aumentarem. Não durou muito, pelo visto, o pau dele excitado e preso na calça exigia liberdade e prazer, então ele saiu da cama e se levantou, abaixando a calça, ficando só de cueca.
- Vem aqui, gostosa, você vai conhecer o amigo
Empolgada e feito uma puta no cio, desci e me ajoelhei na frente da linguiça dele.
- Posso conhecer?
- Sim, putinha, abre a porta pra ele
Apoiei a bochecha na perna dele e, bem devagar e putamente, comecei a puxar a cueca dele. Baixei o elástico até que... SAS!!! A piroca preta, dura e grossa dele bateu na minha bochecha, fazendo um barulho que arrancou um gemido profundo do meu macho. Fiquei um pouco decepcionada ao ver que o pau daquela época era menor que o do meu namorado, mas isso logo mudaria.
- Vem, faz um boquete em mim
Ele falava enquanto se masturbava e abria as pernas. Me posicionei pra fazer igual um pica-pau: me ajoelhei, deixando bem na frente do meu nariz frio aquele volume extremamente ereto, e na altura dos meus lábios ardentes, as bolinhas dele, ou como eu chamo, os gêmeos. Sem mais enrolação, enfiei a cabeça do pau na minha boca-buceta bem babada, prendi o cabelo e, pra dar um prazer do caralho, comecei a ir pra cima e pra baixo, com todo luxo de detalhes e manobras com minha língua carnuda, da cabeça à base e da base à cabeça, repetindo sem parar, enquanto minha mão direita ia e vinha no ritmo da minha boca e a esquerda... Na palma da mão, eu apalpava e pesava os ovos dele. No fundo, só se ouvia os sons de excitação do negão, e umas putarias que, claro, ele me dizia:
— Aiii, que puta que você é, mmm, não é possível ser tão puta, mas você chupa tão gostoso que compensa.
Meus olhos bem abertos fitavam com atenção os olhos semicerrados do negão, pra dar um boquete melhor e mais satisfatório, mas pra minha surpresa, o volume dele não parava por aí. A excitação que minha língua babada, quentinha e ardente causou no pau tão sensível dele fez o cock dele crescer ainda mais, e por isso ficou mais difícil de controlar pra senhora língua. Já não podia mais me dar ao luxo de fazer caras sexy pra ele ficar mais excitado, ou talvez sim. Coloquei uma cara de concentração da porra e, no ritmo da minha mão que ia e voltava por todo aquele pau, girando e sentindo as veias, chupei o volume dele, agora mais corrosivo, com uma intensidade grande e prazerosa. Depois de uns minutos, onde só se ouviam os gemidos do negão e os sons de engasgo que eu soltava, quebrei o silêncio com um suspiro profundo ao tirar minha garganta profunda daquele cock melado, buscando ar que não tinha.
— Quem mandou parar? Continua mamando, puta arrombada.
Como a boa puta que sou, me deixei dominar e cumpri as ordens dele. Passei minha língua na parte de baixo do pau dele umas duas vezes, depois fiz o mesmo na parte de cima e, pra finalizar, lambi bem devagar a glande dele. É importante e acho que é meu dever explicar o estado do cock que eu tava chupando. Primeiro, tenho que dizer que, por estar suado, tinha um gosto forte e ruim, era salgado e bem sujo, mas era o que menos me importava. Por outro lado, era extremamente peludo. Tinha uma mata em cima do pau dele, alguns pelos soltos nas bolas, muitos no peito, nas axilas e nos braços, e na bunda também. Isso me agradava por um lado, me dava a vibe de que eu tava dando pra um macho alfa completo, mas me incomodava. pra chupar, e por último, vale dizer que as veias do pau dele saltavam muito, ao mesmo tempo que pulsavam sem parar dentro da minha boca, mas enfim era um pau bom. Depois de lamber a glande enorme dele, quis caprichar ainda mais no tronco, então enfiei a glande inteira na boca e quando estava prestes a meter tudo até o fundo, meu wachiturro me parou
— aaaah, para, puta, foxy, vou te ensinar a fazer um boquete direito
Ele me pegou pela cabeça, agarrando meu cabelo, e sem respirar cuspiu o pau dele e começou a meter e tirar com força aquele pauzão, sem se importar com meus engasgos constantes e murmúrios pedindo pra parar, mas ele não parou, só repetia excitado
— aaaay simmmm simmmm simmmm
Depois de uns minutos, meus engasgos aumentaram, e minha maquiagem borrou por causa das lágrimas que escorriam dos meus olhos pela intensidade e força com que ele tava me metendo. Num certo momento, ele para, deixando minha nuca e minha boca presas no final do caminho daquele pinto enorme, colando meu nariz nos pelos da barriga dele, enquanto eu continuava de olhos fechados tentando não chorar. O preto filho da puta continuava fazendo pressão na minha nuca, mesmo eu querendo me soltar, mas não consegui, a força dele era maior. O que se ouvia dele era
— aaaah aaaaaaaaaah
Com raiva, enquanto eu dizia
— mmeemmmmemmmm, smmoltcgjame solmghtame
Depois de alguns segundos, ele me soltou. De mim só saiu um suspiro buscando ar e um longo filho da puuuuuta
— viu, é assim que se faz boquete, entendeu?
— sim, entendi, filho da puta
— hahaha, o que te espera, levanta, gostosa
De novo obedeci, e me levantei arqueando minhas costas nuas, pra mostrar a bunda e os peitos, enquanto com uma mão segurava meu cabelo, porque tava doendo muito por causa dos puxões que o preto índio selvagem tinha dado, e com cara de braba olhei pra ele e falei
— o que você quer, otário?
— olha, agora você é minha gatinha, e agora vou te foder, patricinha, então vai fazer o que eu mandar
— e o que Quer, fala
- Quero te comer, mas você vai vestir isso
Vou até o armário dele e, com um movimento brusco, tiro de lá uma camiseta do Boca, que parecia de criança de 3 anos. Pra quem não sabe, Boca Juniors é um time de futebol argentino, bem conhecido, e a camiseta é azul e amarela. E esse filho da puta queria que eu vestisse aquilo. Eu falei:
- Não, para. Porra, me come e vou embora
- Não, você veste ou eu arrebento teu cu, escolhe
- Tá bom, então
- Assim que eu gosto, sempre quis foder uma putinha do Boca, por isso guardo a camiseta
Haha, o pior de tudo é que eu sou torcedora do Boca e ia foder uma puta do River Plate (galinha). Coloquei a camiseta, tive que me esforçar pra caralho pra vestir, porque era extremamente pequena e muito, muito apertada, mas entrou. Era tão, mas tão pequena, que nem chegava no meu umbigo, só cobria meus peitos, e nem isso direito, porque o tecido era uma merda em qualidade e meio transparente. Então, se olhasse bem, dava pra ver meus mamilos claramente. Além disso, era tão apertada que meus peitos se destacavam ainda mais do que se estivessem nus, principalmente meus mamilos, que pareciam duas campainhas duras, dava pra ver em alta definição a até 50 metros de distância. Como já falei, essa camiseta de merda só cobria meus seios, era tipo um sutiã azul e amarelo com mangas, muito, muito apertado, que me incomodava pra caralho. Pra terminar, prendi meu cabelo num rabo de cavalo minúsculo com uma chula vermelha que eu tinha e fiquei de pé, sem parar de arquear minhas costas. Minha bunda parecia muito maior assim, arqueando as costas — devia usar isso mais vezes no sexo. Além disso, também empinei o peito. Enfim, já pronta como uma puta profissional, falei:
- Assim? Já tá?
- Viu, não ficou lindo em você, gatinha gostosa?
- Sei lá, é muito desconfortável
- Mmmm, mas olha como destaca seus peitos
Enquanto isso, com as duas mãos, ele apertava e beliscava com força meus dois peitos apertados.
- É, sim, tá bom
- Dei pra ele gostei, meu objetivo era excitá-lo, então eu dava o gosto
- beleza, puta gostosa, gatinha, já era, então sobe na cama e fica de quatro, que vou te foder até amanhã e gozar toda nessa sua carinha de puta (com ênfase) que você tem
Ele falava isso enquanto acariciava o queixo e o queixo dele, como vocês já sabem, não recusei e de uma vez me joguei naquela cama estreita do vagabundo e me ajeitei de quatro, arqueando minhas costas de novo, o negão chegou perto da minha boca e disse
- chupa um pouquinho mais, pra não doer tanto
- ah, o que você tá querendo
- você me obedece, puta
Olhei nos olhos dele, cuspi na ponta da rola e masturbei um pouco, depois chupei a rola toda com vontade até o fundo, e pra terminar chupei cada ovo dele por uns segundos
- aaaaah, valeu, agora sim, se ajeita, puta imunda
Sem mais delongas, ele subiu na cama e ficou atrás de mim, chupou o dedo e passou com suavidade nos meus lábios da buceta, o que deu um puta cócegas de prazer, continuou com duas lambidas na minha buceta e aí sim, se ajeitou pra me penetrar, parecia que ia me matar, primeiro esfregou a pica ereta na minha buceta e depois colocou a cabeça, e eu respondi com um gemido digno
- aaah, parece que você já começou a gostar, eu te falei
- ah,... cala a boca
- mmmjajaja
SAK, ELE METEU DE UMA VEZ, COM MUITA FORÇA DESTRUINDO MINHAS ILUSÕES, não me matou, me desmontou, só de meter, gritei como era óbvio, depois começou a meter e tirar constantemente e cada vez mais rápido, de vez em quando cuspia na pica e batia nas minhas nádegas com tapas fortes e pesados, também apertava meus quadris com a força que só ele tinha, sem parar um minuto, sem diminuir a velocidade, era perfeito *-*, ele tinha razão, se eu não chupasse ia doer, e muito, porque o sexo que ele me dava era áspero mas prazeroso, que não ligava pra minha satisfação, embora tenha sido completamente coberta, só na dele, que pelo visto também terminou em êxtase, minha excitação, meus gemidos se misturavam com os dele, que repetia com raiva siiiim, siiiim, além disso também dava pra ouvir bem claramente como as bolinhas molhadas dele, por causa da minha saliva, batiam no meu corpo, soltando um som estranho. Ficou assim por um bom tempo, pra ser sincera, a posição de quatro, o doggy style, funcionava bem pra mim, e era a posição que eu mais gostava, porque sentia mais a intensidade das picas, e me sentia mais puta, haha. No fim, parece que os caras também gostam dessa posição, já que podem olhar com uma visão clara e apreciar uma boa bunda, por onde a pica vai entrar. Além disso, o negão me segurava por um nó que ele tinha feito na camiseta e de lá puxava pra ele, cada vez mais forte. Enfim, ficamos assim uns minutos e ele disse:
— Vem, gatinha, quero ver suas tetinhas quicando com essa camiseta linda.
— Mm, bora.
Ele se deitou na cama, de barriga pra cima, óbvio, e abriu um pouco as pernas, me pegou pelas mãos e disse:
— Vem, você tem que pular.
— Sim, eu sei.
— Mas pula direito, hein, senão eu rasgo essa sua bunda.
— Minha bunda você não toca.
— Tá bom, tá bom, um dia vou desvirginar essa bunda linda que você não aproveita.
— NÃO.
— Tá bom, pula, querida.
Primeiro eu sentei na pica dele deitada e esfreguei na minha buceta, rebolando minha bunda de um jeito bem sexy que parece que ele adorou, tanto que fiquei fazendo isso por vários minutos enquanto olhava pra ele, mordendo os lábios. Enfim, coloquei a pica dele na ponta e sem esperar, enfiei tudo até o fundo, soltando de novo um gemido profundo. Comecei a pular que nem louca, pulava e pulava com muita rapidez e prazer, era lindo, sentia as veias da pica dele pulsando dentro de mim e também ficava molhada com meus fluidos, minhas tetas quicavam que nem molas, e pareciam muito maiores com aquela camiseta. Pra não quicarem tanto, de vez em quando eu segurava e apertava elas, assim como de vez em quando eu parava com a pica toda dentro da minha buceta e rebolava toda a minha bunda nua do jeito que ele gostava. Outras vezes, acho que só uma vez, o negão me pegou pelos braços e me puxou pra beijar, sem parar de me beijar, e eu respondi com um beijo cheio de uma intensidade bem gostosa. No meio do coito, quando meu êxtase já tava satisfeito, o maluco me fala:
— Mmmmm, aaaaaaah, aaaaahh, tô gozando, tô gozando, ajoelha agora!
Obedeci, e bem rápido me ajoelhei no chão, na frente da pica dele que ainda tava soltando um cheiro forte e ele tava batendo uma pra todo o esperma, que queria liberdade, jorrar feito tiro na minha cara. Era a primeira vez que iam gozar na minha cara, e eu não tinha medo de provar. Na real, os líquidos pré-seminais do meu namorado já tinham me agradado, então queria provar o esperma, feito uma puta. Olhei pra cara dele com os olhos semicerrados e coloquei a língua pra fora. Ele não demorou, com um movimento rápido e forte da mão, e um gemido bem profundo de macho, despejou uma porrada de esperma na minha cara e na minha língua. Minha testa, nariz, bochechas e boca ficaram todas meladas com o esperma que não parava de sair. Provei o esperma, tinha um gosto estranho, peculiar, mas não ruim. Ele adorou que eu engoli o esperma dele, então, como troféu, me disse:
— Que puta gostosa que você é, que gatinha!
Me levantei e, antes de a gente começar a se trocar, lembrei que tudo que eu tinha feito seria em vão se não tivesse provas pra mostrar pra Luli que era verdade. Então falei pro moleque:
— Espera aí!!!
— O que, o que foi, gostosa?
— Não tem coragem de me comer mais um pouquinho pra eu tirar uma foto?
— Uma foto?
— É, primeiro me devolve o celular.
Ele obedeceu, assim como eu obedeci aos pedidos dele antes.
— Me deixa tirar uma foto transando com você ou não?
— Haha, ok, mas me manda depois pra eu bater umas punhetas.
— Ok.
— Mas só um pouquinho, porque tô de saco cheio, gatinha.
— É, só uma foto.
Com a cara toda cheia de porra, sem lavar, me ajeitei de novo na cama do negão de quatro, empinando a bunda. O negão se ajeitou e colocou a pica dele. pau dura parada em cima da minha buceta sem enfiar, ele disse que era pra rola dele aparecer, enfim, tirei a foto, nela aparecia uma gatinha gostosa com uma camiseta, digo, um sutiã boca, mostrando um rabão enorme, que por sua vez tinha uma pauzuda enorme e grossa apoiada, de um negão que a fez sua, além disso, tinha a carinha toda melada e aquela cara típica de foto, cara de pato, enfim, tirei a foto e mandei pra Luli e também pro Marcelo, o negão que me comeu, depois que mandei, o negão me comeu de novo porque se excitou e me comeu a pussy a pausadas, mas dessa vez gozando no meu Booty, mas isso é outra história, enfim, depois da minha foto, Luli me mandou:
– filha da puta, quem você comeu?
– um negão ladrão
– nãoooo, não acredito
– sim, não acredita?
Depois disso, mandei uma selfie com o Marce pelado
– hahaha, você é muito puta, mas a aposta não acaba aqui
– não não, óbvio
– que pau que o negão tem, adoro *-*
– haha, é meuuuu
– não, passa o número, vou dar pra ele já
– não, é meu
– ok
– aham
– tanta gozo que você gozou?
– sim, muita muita gozo
– e você provou?
– sim, sim, gostoso, delicioso
– filha da puta, a aposta não acaba aqui
Muito bem amigos, até aqui chega o post, espero que tenham gostado, se gostou, me dá pontos e comenta, também coloca nos favoritos, se quiser a terceira parte comenta, e opina sobre o post, muito obrigado, tchau
4 comentários - Tetitas Pecosas Ep 2 :La apuesta, el wachiturro y la cheta