Este relato é 100% real, com todos os detalhes possíveis, e tenho autorização dela para publicar. Durante todo esse tempo, procurei um jeito de comer essa mulher, mas ela era casada e convicta do que uma mulher casada não devia fazer.
Meu nome é Alberto, 53 anos, engenheiro mecânico, católico, casado, argentino; ela é Silvia Graciela, 44 anos, judia, engenheira química, casada, três filhos, cabelo ruivo, olhos claros, pele branca, peitos do tamanho certo, mais pra grandes, pernas bonitas e coxas melhores ainda, e uma bunda linda, empinada e firme.
Ambos trabalhamos numa empresa de pesquisa e desenvolvimento em energia nuclear.
O que me atraía nela é que, apesar de ter um corpo gostoso, não gostava de exibi-lo; vinha trabalhar quase sempre de blusas abotoadas e calças.
Eu ficava muito excitado com ela, mas a via tão séria e tão comprometida com o trabalho que nunca imaginei nada especial entre nós.
Depois de uns 6 meses trabalhando juntos, comecei a ter mais contato com a Silvia, sempre por questões de trabalho; íamos juntos a convenções, seminários, cursos, etc.
Durante essas atividades, tínhamos bastante tempo livre pra conversar sobre nossas coisas; ela sempre falava e comentava sobre o casamento, os filhos, o que considerava o mais importante da vida, e não me dava chance pra nada.
Nosso relacionamento foi ficando cada vez mais forte, inclusive em algumas ocasiões nos reunimos os dois casais pra jantar ou ir ao cinema.
Embora não houvesse uma relação muito íntima nem fôssemos grandes amigos, tínhamos uma ótima relação de trabalho e uma boa convivência com o marido dela.
Nunca, nesses primeiros meses, houve qualquer indício de nada, nem da parte dela nem da minha; digamos que éramos ótimos colegas de trabalho.
A partir do sexto mês, já tínhamos confiança suficiente pra ela me contar coisas mais privadas da família, mas ainda eram coisas que só confirmavam a felicidade dela. pela vida que ela tinha.
Cada vez eu gostava mais dela, todos meus colegas comentavam como ela era gostosa e as coisas que fariam com ela, isso me excitava e me incentivava a conseguir que ela fosse minha.
Como sempre acontece na vida, há momentos de virada ou algo especial acontece quando a gente busca alguma coisa; até que um dia a Silvia chegou no trabalho muito triste, percebi que algo estava errado, perguntei e ela não respondeu.
Com minha insistência, ela me contou que tinha sido só uma briga com o marido por questões normais de casal, mas que aquilo a afetava muito.
Ela me contou resumidamente o problema e eu, consolando ela, peguei na mão dela, fiz um carinho e beijei sua bochecha.
Aparentemente ela gostou, porque melhorou e voltou a ser a de sempre.
No dia seguinte, enquanto tomávamos um café, começamos a conversar mais à vontade, ela disse que eu a fiz sentir muito bem, que com minhas palavras ajudei ela a se sentir melhor, e me deu um beijo na bochecha bem perto dos meus lábios.
Devolvi o beijo e, sutilmente, sussurrei no ouvido dela que fazia aquilo porque ela merecia, no final disse que ela era divina como pessoa e como mulher, e que adorava como ela era.
Sussurrei de novo no ouvido dela o quanto eu gostava dela, aí ela entendeu, mas não disse nada e foi para a mesa dela.
No resto da semana, ela parecia meio distante, talvez por causa do que eu tinha dito.
Só depois de duas semanas voltei a tocar no assunto. Naquele dia, a Silvia estava mais linda do que nunca, usava uma blusa branca de botões, saia justa na altura do joelho e saltos altos.
Começamos a conversar sobre quando ela era jovem e sobre o primeiro namorado dela, antes de casar com o marido atual.
Perguntei se ela tinha casado virgem, ela ficou vermelha e, fechando os olhos, disse que sim.
Me aproximei dela e beijei ela na boca, ela se afastou, mas eu segurei ela pela cintura e beijei de novo na boca, ela se separou e disse para eu não fazer mais, porque não era certo.
Eu disse que eu fazia isso porque ela me excitava muito e eu não conseguia aguentar a vontade de fazer.
Percebi que, mesmo tendo afastado a boca dela, ela não tinha desgostado, e perguntei: "Silvia, só me diz se você gostou ou não, se queria fazer ou não". Ela não respondeu nada, e aí entendi que a resposta era SIM.
No dia seguinte, enquanto trabalhávamos juntos, ela percebeu que eu não prestava atenção no que estávamos fazendo. Ela disse: "vamos trabalhar". Respondi que não conseguia e pedi pra ela fechar os olhos. Ela falou "nãooooooo", mas insisti tanto que ela fechou, e eu me aproximei e beijei ela furiosamente na boca, tentando enfiar a língua. Segurava ela pelo pescoço, mas dessa vez ela não tentou se afastar.
Foi um beijo delicioso, ainda mais quando ela abriu os lábios e nossas línguas se encontraram.
No dia seguinte, Silvia estava triste de novo. Me contou sobre mais uma briga com o marido, nada grave, mas essas discussões deixavam ela muito mal.
Depois de ouvir ela, pedi pra me deixar beijá-la, e ela respondeu NÃO. Insisti, insisti até que ela cedeu.
Me aproximei e beijei ela. Pra minha surpresa, ela abriu a boca e, de novo, nossas línguas se tocaram. Paramos de nos beijar, perguntei se ela tinha gostado, e ela respondeu: "muito, muito".
Abracei ela com muito carinho e nos beijamos de novo.
O que eu senti não dá pra explicar. Eu tinha desejado aquele momento por tanto tempo, e agora meu sonho estava se realizando.
Continuei beijando ela e perguntei se ela gostava. Ela disse que sim, que gostava e que a fazia se sentir bem, mas que não era certo o que a gente tava fazendo e que podiam nos ver.
A partir daquele dia, nossa relação mudou completamente. Eu não pressionava ela, esperava que ela se sentisse confortável e disposta a se entregar totalmente.
Dois dias depois, quando terminamos de trabalhar, me levantei, abracei ela e nos beijamos como se fosse um reencontro depois de meses. Senti que ela me beijava com bastante paixão. Então, com uma mão, apertei ela contra meu corpo, e com a outra, enfiei por Por baixo da camiseta dela, ela tirou a minha mão, insisti e coloquei de novo, ela dizia que não mas não tirava.
Passei minha mão pelas costas dela, pela barriguinha, agarrei as bundas dela e apertei ela forte contra mim. Ela sentiu pela primeira vez a dureza do meu pau, no começo fazia um pouco de força pra eu soltar, mas depois, como eu insistia, ela amoleceu e mais, sentia como se ela encostasse a buceta dela na minha poronga dura.
Continuei com as mãos nas bundas dela, depois enfiei por baixo do sutiã dela, ela dizia pra não fazer, que era uma mulher casada e decente, mas não se opunha aos meus carinhos.
Continuei beijando ela até que soltei o sutiã dela e, sem parar de beijar, levantei a camiseta e o sutiã, e toquei pela primeira vez as deliciosas tetas dela.
Continuei apertando forte meu pau nela pra ela sentir bem, ela pediu pra parar, eu parei, ela abaixou o sutiã e a camiseta, me olhou nos olhos e foi embora.
Na quinta-feira, a gente tinha que ir a uma conferência às 15 horas, quando terminamos, ofereci levar ela em casa, ela aceitou sem reclamar nada. Não peguei o caminho pra levar ela, fui pra outro lado, ela perguntou pra onde eu ia e eu disse que precisava entregar uns documentos pra um amigo, ela me olhou nos olhos e não perguntou mais.
Chegamos, pedi pra ela me acompanhar e ela foi, desci com umas pastas. Quando ela viu que eu abria a porta de um apartamento, me olhou estranha, a cara dela era de quem não entendia nada de nada.
Entramos, tranquei a porta, abracei ela e não dei tempo pra ela dizer nada, nem opinar nada, beijei ela várias vezes e ela não se opôs.
A verdade é que se eu não fizesse isso, não conseguiria nada, porque os culpas dela não deixavam ela fazer o que no fundo queria.
Silvia dizia que eu era louco, que não queria fazer nada e que eu deixasse ela ir, eu não respondia e continuava beijando ela, e ela insistia que não queria.
Beijei ela por vários minutos e ela relaxou um pouco, e comecei de novo a beijar ela e comecei a desabotoar a blusa dela. Blusa, ela não dizia nada. Tirei a blusa dela, soltei e removi o sutiã, e ela ficou só com a saia até os joelhos.
Encostei ela na parede e comecei a apertar ela pra sentir a dureza do meu pau na buceta dela.
Me afastei um pouco pra trás pra poder ver os peitos dela. Ela me olhava com vergonha, como se fosse a primeira vez que um homem a via semi-nua. Ver os mamilos dela me excitava ainda mais, eles eram rosados e bem grandes, e estavam durinhos.
Desci o zíper e tirei a saia dela, que caiu no chão ao redor dos pés. A calcinha dela era branca, bem pequena, daquelas que entram na racha da bunda, e comecei a acariciar as nádegas divinas dela.
Ela estava excitada e muito nervosa. Sem soltar ela, levei ela pro quarto, deitei ela na cama de barriga pra cima, só com a calcinha branca. Eu via ela bem nervosa, mas muito excitada. Tirei minha roupa, ficando só de cueca.
Deitei sobre ela e comecei a beijar os peitos e os mamilos dela. Percebia que ela tava gostando do que eu fazia, e da boca dela saíam gemidos leves de prazer.
Depois de chupar ela por uns 10 minutos, passei a língua até chegar na calcinha dela. Comecei a tirar, e ela ajudou levantando a bunda. Assim que sentiu meu hálito na buceta dela, deixou escapar gemidos de prazer.
Ela parecia uma adolescente fazendo pela primeira vez. Tava muito excitada. Quando toquei, ela tava toda molhada e o clitóris dela duro.
Abri as pernas dela, me coloquei entre as coxas dela e comecei a chupar a buceta dela. Ela tinha depilado só nas bordas, e os lábios da buceta dela eram bem abertos e grandes, e isso me excitou ainda mais. Enfiava a língua bem fundo na buceta dela, ela se mexia e molhava ainda mais.
Fiz isso por uns 15 minutos. Depois, deitei ao lado dela e, enquanto voltava a chupar os peitos e mamilos dela, peguei a mão dela e levei até meu pau. Quando ela tocou, fechou os olhos, apertou e começou a acariciar ele todinho. Ao longo do tempo, fui chegando pra acariciar minhas bolas, parecia que há anos ela tava esperando fazer isso.
Eu perguntava no ouvido dela se ela gostava do que tava fazendo, ela ainda de olhos fechados me respondia: "sim, gosto muito".
Perguntei se ela se sentia bem, ela disse que sim, dava pra ver que ela tava fora de si de tanta excitação que sentia.
Ela continuou acariciando minha cock e eu comecei a enfiar os dedos na pussy dela, tirava e colocava na boca dela pra ela chupar e sentir o gosto dos fluidos dela.
Ver a cara de senhora séria chupando os dedos com o próprio fluido me dava uma excitação enorme.
Virei ela e comecei a chupar a pussy dela por trás, e ainda passava a língua até chegar no cuzinho fechado dela.
Levar ela a esse nível de excitação me esquentava mais do que a ideia de comer ela.
Enfiei várias vezes a língua dentro daquele cuzinho precioso dela e depois na pussy molhada e ardente, ela se mexia igual uma louca.
Levantei, tirei ela da cama e pedi pra ela se ajoelhar, eu tava bem dura e ereta, passei a cock nas bochechas e nos lábios dela, deixando o líquido pré-seminal por cima.
Pedi pra ela segurar com as duas mãos, abrir a boca e chupar, ela fez na hora, com uma vontade danada de mamar em mim, passava a língua dos lados como se tivesse desesperada, eu já tava guiando, e cheguei a enfiar as bolas na boca dela pra ela chupar, de vez em quando tirava a cock da boca e passava no rosto e nos mamilos dela.
Consegui enfiar tudo na boca dela até ela engasgar, tirei, deitei ela de costas na cama, fiquei por cima olhando nos olhos dela, pedi pra ela me olhar na cara, quando ela fechava os olhos eu falava de novo pra me olhar e não tirar os olhos do meu rosto, que não deixasse de me olhar e que não ousasse fechar os olhos, enquanto falava isso passava a cabeça da minha cock por toda a pussy dela.
Quando ela começou a me olhar nos olhos, comecei a enfiar. Suavemente, ela tinha um rosto que mostrava o enorme prazer que sentia.
Silvia se acomodou e abriu mais as pernas, comecei a meter e tirar devagar, ela ficava louca de tesão e empurrava a pélvis contra o meu corpo.
Continuei metendo e tirando lenta e suavemente, perguntando se estava bem, ela disse que estava muito bem, mais do que imaginava.
Perguntei se ela se cuidava, respondeu que sim, aí comecei a comer ela um pouco mais forte, ela me apertou pela cintura com as pernas, segurando nas minhas nádegas com as duas mãos.
Gozamos juntos, eu dentro da buceta dela e ela molhou todo o tronco da minha rola com os sucos dela, ela gemia de prazer tentando se controlar e aproveitar, tirei e deixei umas gotas de porra no umbigo dela.
Nos abraçamos bem forte e ficamos assim por um bom tempo, perguntei se ela tinha curtido, ela me beijou de língua e disse: "como nunca na minha vida".
Perguntei se ela tinha gostado da minha rola, sorrindo, ela disse muito, muito, é comprida, grossa e bem dura.
Continuamos conversando um pouco, ela ficou dura de novo e dessa vez ela quis ficar por cima, ela cavalgou por uns 20 minutos até eu encher ela de leite de novo.
Tomamos banho, nos vestimos e levei ela até a casa dela.
Meu nome é Alberto, 53 anos, engenheiro mecânico, católico, casado, argentino; ela é Silvia Graciela, 44 anos, judia, engenheira química, casada, três filhos, cabelo ruivo, olhos claros, pele branca, peitos do tamanho certo, mais pra grandes, pernas bonitas e coxas melhores ainda, e uma bunda linda, empinada e firme.
Ambos trabalhamos numa empresa de pesquisa e desenvolvimento em energia nuclear.
O que me atraía nela é que, apesar de ter um corpo gostoso, não gostava de exibi-lo; vinha trabalhar quase sempre de blusas abotoadas e calças.
Eu ficava muito excitado com ela, mas a via tão séria e tão comprometida com o trabalho que nunca imaginei nada especial entre nós.
Depois de uns 6 meses trabalhando juntos, comecei a ter mais contato com a Silvia, sempre por questões de trabalho; íamos juntos a convenções, seminários, cursos, etc.
Durante essas atividades, tínhamos bastante tempo livre pra conversar sobre nossas coisas; ela sempre falava e comentava sobre o casamento, os filhos, o que considerava o mais importante da vida, e não me dava chance pra nada.
Nosso relacionamento foi ficando cada vez mais forte, inclusive em algumas ocasiões nos reunimos os dois casais pra jantar ou ir ao cinema.
Embora não houvesse uma relação muito íntima nem fôssemos grandes amigos, tínhamos uma ótima relação de trabalho e uma boa convivência com o marido dela.
Nunca, nesses primeiros meses, houve qualquer indício de nada, nem da parte dela nem da minha; digamos que éramos ótimos colegas de trabalho.
A partir do sexto mês, já tínhamos confiança suficiente pra ela me contar coisas mais privadas da família, mas ainda eram coisas que só confirmavam a felicidade dela. pela vida que ela tinha.
Cada vez eu gostava mais dela, todos meus colegas comentavam como ela era gostosa e as coisas que fariam com ela, isso me excitava e me incentivava a conseguir que ela fosse minha.
Como sempre acontece na vida, há momentos de virada ou algo especial acontece quando a gente busca alguma coisa; até que um dia a Silvia chegou no trabalho muito triste, percebi que algo estava errado, perguntei e ela não respondeu.
Com minha insistência, ela me contou que tinha sido só uma briga com o marido por questões normais de casal, mas que aquilo a afetava muito.
Ela me contou resumidamente o problema e eu, consolando ela, peguei na mão dela, fiz um carinho e beijei sua bochecha.
Aparentemente ela gostou, porque melhorou e voltou a ser a de sempre.
No dia seguinte, enquanto tomávamos um café, começamos a conversar mais à vontade, ela disse que eu a fiz sentir muito bem, que com minhas palavras ajudei ela a se sentir melhor, e me deu um beijo na bochecha bem perto dos meus lábios.
Devolvi o beijo e, sutilmente, sussurrei no ouvido dela que fazia aquilo porque ela merecia, no final disse que ela era divina como pessoa e como mulher, e que adorava como ela era.
Sussurrei de novo no ouvido dela o quanto eu gostava dela, aí ela entendeu, mas não disse nada e foi para a mesa dela.
No resto da semana, ela parecia meio distante, talvez por causa do que eu tinha dito.
Só depois de duas semanas voltei a tocar no assunto. Naquele dia, a Silvia estava mais linda do que nunca, usava uma blusa branca de botões, saia justa na altura do joelho e saltos altos.
Começamos a conversar sobre quando ela era jovem e sobre o primeiro namorado dela, antes de casar com o marido atual.
Perguntei se ela tinha casado virgem, ela ficou vermelha e, fechando os olhos, disse que sim.
Me aproximei dela e beijei ela na boca, ela se afastou, mas eu segurei ela pela cintura e beijei de novo na boca, ela se separou e disse para eu não fazer mais, porque não era certo.
Eu disse que eu fazia isso porque ela me excitava muito e eu não conseguia aguentar a vontade de fazer.
Percebi que, mesmo tendo afastado a boca dela, ela não tinha desgostado, e perguntei: "Silvia, só me diz se você gostou ou não, se queria fazer ou não". Ela não respondeu nada, e aí entendi que a resposta era SIM.
No dia seguinte, enquanto trabalhávamos juntos, ela percebeu que eu não prestava atenção no que estávamos fazendo. Ela disse: "vamos trabalhar". Respondi que não conseguia e pedi pra ela fechar os olhos. Ela falou "nãooooooo", mas insisti tanto que ela fechou, e eu me aproximei e beijei ela furiosamente na boca, tentando enfiar a língua. Segurava ela pelo pescoço, mas dessa vez ela não tentou se afastar.
Foi um beijo delicioso, ainda mais quando ela abriu os lábios e nossas línguas se encontraram.
No dia seguinte, Silvia estava triste de novo. Me contou sobre mais uma briga com o marido, nada grave, mas essas discussões deixavam ela muito mal.
Depois de ouvir ela, pedi pra me deixar beijá-la, e ela respondeu NÃO. Insisti, insisti até que ela cedeu.
Me aproximei e beijei ela. Pra minha surpresa, ela abriu a boca e, de novo, nossas línguas se tocaram. Paramos de nos beijar, perguntei se ela tinha gostado, e ela respondeu: "muito, muito".
Abracei ela com muito carinho e nos beijamos de novo.
O que eu senti não dá pra explicar. Eu tinha desejado aquele momento por tanto tempo, e agora meu sonho estava se realizando.
Continuei beijando ela e perguntei se ela gostava. Ela disse que sim, que gostava e que a fazia se sentir bem, mas que não era certo o que a gente tava fazendo e que podiam nos ver.
A partir daquele dia, nossa relação mudou completamente. Eu não pressionava ela, esperava que ela se sentisse confortável e disposta a se entregar totalmente.
Dois dias depois, quando terminamos de trabalhar, me levantei, abracei ela e nos beijamos como se fosse um reencontro depois de meses. Senti que ela me beijava com bastante paixão. Então, com uma mão, apertei ela contra meu corpo, e com a outra, enfiei por Por baixo da camiseta dela, ela tirou a minha mão, insisti e coloquei de novo, ela dizia que não mas não tirava.
Passei minha mão pelas costas dela, pela barriguinha, agarrei as bundas dela e apertei ela forte contra mim. Ela sentiu pela primeira vez a dureza do meu pau, no começo fazia um pouco de força pra eu soltar, mas depois, como eu insistia, ela amoleceu e mais, sentia como se ela encostasse a buceta dela na minha poronga dura.
Continuei com as mãos nas bundas dela, depois enfiei por baixo do sutiã dela, ela dizia pra não fazer, que era uma mulher casada e decente, mas não se opunha aos meus carinhos.
Continuei beijando ela até que soltei o sutiã dela e, sem parar de beijar, levantei a camiseta e o sutiã, e toquei pela primeira vez as deliciosas tetas dela.
Continuei apertando forte meu pau nela pra ela sentir bem, ela pediu pra parar, eu parei, ela abaixou o sutiã e a camiseta, me olhou nos olhos e foi embora.
Na quinta-feira, a gente tinha que ir a uma conferência às 15 horas, quando terminamos, ofereci levar ela em casa, ela aceitou sem reclamar nada. Não peguei o caminho pra levar ela, fui pra outro lado, ela perguntou pra onde eu ia e eu disse que precisava entregar uns documentos pra um amigo, ela me olhou nos olhos e não perguntou mais.
Chegamos, pedi pra ela me acompanhar e ela foi, desci com umas pastas. Quando ela viu que eu abria a porta de um apartamento, me olhou estranha, a cara dela era de quem não entendia nada de nada.
Entramos, tranquei a porta, abracei ela e não dei tempo pra ela dizer nada, nem opinar nada, beijei ela várias vezes e ela não se opôs.
A verdade é que se eu não fizesse isso, não conseguiria nada, porque os culpas dela não deixavam ela fazer o que no fundo queria.
Silvia dizia que eu era louco, que não queria fazer nada e que eu deixasse ela ir, eu não respondia e continuava beijando ela, e ela insistia que não queria.
Beijei ela por vários minutos e ela relaxou um pouco, e comecei de novo a beijar ela e comecei a desabotoar a blusa dela. Blusa, ela não dizia nada. Tirei a blusa dela, soltei e removi o sutiã, e ela ficou só com a saia até os joelhos.
Encostei ela na parede e comecei a apertar ela pra sentir a dureza do meu pau na buceta dela.
Me afastei um pouco pra trás pra poder ver os peitos dela. Ela me olhava com vergonha, como se fosse a primeira vez que um homem a via semi-nua. Ver os mamilos dela me excitava ainda mais, eles eram rosados e bem grandes, e estavam durinhos.
Desci o zíper e tirei a saia dela, que caiu no chão ao redor dos pés. A calcinha dela era branca, bem pequena, daquelas que entram na racha da bunda, e comecei a acariciar as nádegas divinas dela.
Ela estava excitada e muito nervosa. Sem soltar ela, levei ela pro quarto, deitei ela na cama de barriga pra cima, só com a calcinha branca. Eu via ela bem nervosa, mas muito excitada. Tirei minha roupa, ficando só de cueca.
Deitei sobre ela e comecei a beijar os peitos e os mamilos dela. Percebia que ela tava gostando do que eu fazia, e da boca dela saíam gemidos leves de prazer.
Depois de chupar ela por uns 10 minutos, passei a língua até chegar na calcinha dela. Comecei a tirar, e ela ajudou levantando a bunda. Assim que sentiu meu hálito na buceta dela, deixou escapar gemidos de prazer.
Ela parecia uma adolescente fazendo pela primeira vez. Tava muito excitada. Quando toquei, ela tava toda molhada e o clitóris dela duro.
Abri as pernas dela, me coloquei entre as coxas dela e comecei a chupar a buceta dela. Ela tinha depilado só nas bordas, e os lábios da buceta dela eram bem abertos e grandes, e isso me excitou ainda mais. Enfiava a língua bem fundo na buceta dela, ela se mexia e molhava ainda mais.
Fiz isso por uns 15 minutos. Depois, deitei ao lado dela e, enquanto voltava a chupar os peitos e mamilos dela, peguei a mão dela e levei até meu pau. Quando ela tocou, fechou os olhos, apertou e começou a acariciar ele todinho. Ao longo do tempo, fui chegando pra acariciar minhas bolas, parecia que há anos ela tava esperando fazer isso.
Eu perguntava no ouvido dela se ela gostava do que tava fazendo, ela ainda de olhos fechados me respondia: "sim, gosto muito".
Perguntei se ela se sentia bem, ela disse que sim, dava pra ver que ela tava fora de si de tanta excitação que sentia.
Ela continuou acariciando minha cock e eu comecei a enfiar os dedos na pussy dela, tirava e colocava na boca dela pra ela chupar e sentir o gosto dos fluidos dela.
Ver a cara de senhora séria chupando os dedos com o próprio fluido me dava uma excitação enorme.
Virei ela e comecei a chupar a pussy dela por trás, e ainda passava a língua até chegar no cuzinho fechado dela.
Levar ela a esse nível de excitação me esquentava mais do que a ideia de comer ela.
Enfiei várias vezes a língua dentro daquele cuzinho precioso dela e depois na pussy molhada e ardente, ela se mexia igual uma louca.
Levantei, tirei ela da cama e pedi pra ela se ajoelhar, eu tava bem dura e ereta, passei a cock nas bochechas e nos lábios dela, deixando o líquido pré-seminal por cima.
Pedi pra ela segurar com as duas mãos, abrir a boca e chupar, ela fez na hora, com uma vontade danada de mamar em mim, passava a língua dos lados como se tivesse desesperada, eu já tava guiando, e cheguei a enfiar as bolas na boca dela pra ela chupar, de vez em quando tirava a cock da boca e passava no rosto e nos mamilos dela.
Consegui enfiar tudo na boca dela até ela engasgar, tirei, deitei ela de costas na cama, fiquei por cima olhando nos olhos dela, pedi pra ela me olhar na cara, quando ela fechava os olhos eu falava de novo pra me olhar e não tirar os olhos do meu rosto, que não deixasse de me olhar e que não ousasse fechar os olhos, enquanto falava isso passava a cabeça da minha cock por toda a pussy dela.
Quando ela começou a me olhar nos olhos, comecei a enfiar. Suavemente, ela tinha um rosto que mostrava o enorme prazer que sentia.
Silvia se acomodou e abriu mais as pernas, comecei a meter e tirar devagar, ela ficava louca de tesão e empurrava a pélvis contra o meu corpo.
Continuei metendo e tirando lenta e suavemente, perguntando se estava bem, ela disse que estava muito bem, mais do que imaginava.
Perguntei se ela se cuidava, respondeu que sim, aí comecei a comer ela um pouco mais forte, ela me apertou pela cintura com as pernas, segurando nas minhas nádegas com as duas mãos.
Gozamos juntos, eu dentro da buceta dela e ela molhou todo o tronco da minha rola com os sucos dela, ela gemia de prazer tentando se controlar e aproveitar, tirei e deixei umas gotas de porra no umbigo dela.
Nos abraçamos bem forte e ficamos assim por um bom tempo, perguntei se ela tinha curtido, ela me beijou de língua e disse: "como nunca na minha vida".
Perguntei se ela tinha gostado da minha rola, sorrindo, ela disse muito, muito, é comprida, grossa e bem dura.
Continuamos conversando um pouco, ela ficou dura de novo e dessa vez ela quis ficar por cima, ela cavalgou por uns 20 minutos até eu encher ela de leite de novo.
Tomamos banho, nos vestimos e levei ela até a casa dela.
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saludos y gracias por los puntos