Vocês, leitores, vão ter que julgar com suas próprias mentes o que aconteceu comigo naquela noite. Talvez sintam uma certa repulsa ao ler, ou, pelo contrário, se deixem levar por uma excitação sem limites…
De qualquer forma, tudo começou para mim como teria começado com qualquer outra garota na minha situação. Eu sou aquela garota no primeiro ano da faculdade que encara a primeira das grandes festas organizadas para toda a universidade. Sim, uma daquelas que todas as garotas comentam nervosas pelos corredores durante dias, enquanto os caras sabem que vão encher a cara. Uma semana em que é como se as aulas não existissem, como se tudo de importante se resumisse não a preparar provas, mas sim os modelitos que você vai usar na balada.
Eu não estava vivendo aquilo com muita paixão, pra ser sincera. Quer dizer, até estava um pouco nervosa sobre como tudo ia rolar, mas não levava aquilo como se fosse uma criança. Já fazia um tempo que estávamos na faculdade, eu já conhecia algumas amigas e tinha formado meu grupo, estava feliz. Não ia naquela festa desesperada atrás de mais amigos ou de um namorado, nada disso. Tava animada pra sair pra balada num ambiente novo, mas só.
Os corredores eram um formigueiro, como eu disse. Mas não só as garotas perguntando qual modelito iam vestir e com qual cara queriam se acasalar. Os caras também estavam meio nervosos, isso eu percebia. Quer dizer, eles estão sempre nervosos quando eu passo na frente deles. Eu ouço, sinto eles cochichando e me olhando não exatamente no rosto. Mas naquela semana, eles me olhavam com uma intensidade muito mais forte.
Não duvidava que o desejo de muitos deles era me possuir naquela noite. Eu não deixava minhas emoções transparecerem, nunca fiz isso assim na leve, só quando me importa. Sou uma garota cock, daquelas que andam com um ar de superioridade e só olham pra você se for necessário. Daquelas patricinhas que se reúnem com outras ainda mais patricinhas pra contar coisas da nossa elite. Daquelas que a gente ri da mesma coisa ao mesmo tempo, mesmo que não tenha graça. Daquelas inalcançáveis, por assim dizer.
Enquanto passava graciosamente pelos corredores, batendo forte o salto e com um meio sorriso olhando pro infinito, mais e mais caras iam derretendo além do normal naquela semana…
Eu, enquanto isso, olhava com uma animação moderada pra festa. No fundo, tava afim sim, dava pra entender a empolgação geral.
O dia, ou melhor, a noite, chegou…
Não faz sentido ficar descrevendo um dia frenético de comprar ingresso, marcar encontro em tal lugar, saber se os da outra turma vão mais arrumados… Embora seja bem divertido comentar isso no meu círculo de patricinhas, a gente já tinha certeza do que a gente ia fazer.
A tarde, basicamente, foi um ritual de preparação pra mostrar pro mundo a Flora que reinava na universidade. Sim, me chamo Flora, alguns vão dizer que é um nome de cock que caiu como uma luva. Sou Flora Coslada. Muito prazer em conhecê-los.
O banho é o primeiro passo que uma garota tão vaidosa deve seguir pra sair pra festa. Adoro sentir a água morna, quase quente, escorrendo pela minha pele. Se dependesse de mim, esvaziaria o aquecedor no chuveiro. Assim que me despiro, fico parada, recebendo o jato de água pelo corpo todo… Aposto que muitos daqueles que me olham nos corredores não iam querer perder esse momento.
Porque… sabe? Não sou nada mal. Sou uma garota cock de altura média, cabelo castanho escuro que quase chega no umbigo e que agora fica molhado, grudando na minha pele. Tenho um corpo muito bonito: magra e esbelta, especialmente minhas pernas, que são bem longas e finas, assim como minhas coxas, que ficam divinas. Sempre depiladas e com um brilho especial, minhas pernas são um atrativo mortal pra homens fogosos de qualquer idade, principalmente quando eu mesma decido que elas se movam de um jeito sugestivo, que se abram sem ninguém esperar…
A água Também escorre pelas minhas costas retas e imaculadas, até o começo das minhas pernas. Não tenho uma bunda especialmente grande, mas é bem durinha ao toque, perfeita pro meu gosto. E bem na frente… humm, uma das minhas partes favoritas, o que vou dizer… Minha bucetinha tenra, com a qual me divirto tanto sempre que tenho vontade. Sou uma garota de aparência fria e distante, mas essa não é a verdade do meu caráter. Quando eu quero, fico ardente em questão de segundos. Penso muito em sexo, adoro, é minha paixão, e ainda mais poder praticar com esse corpo gostoso. Já me derreti de forma irreprimível diante daqueles poucos que despertaram minha paixão, e eles aproveitaram o privilégio da minha xota depilada. Embora na real, como eu sempre digo, sou eu quem curto esses caras fáceis e quem abandona eles quando bem entendo. Sou assim, uma garota mimada e altiva, mas com os lábios molhados… Não consigo resistir, nem quero. Mas é que adoro provocar os caras, fazer eles pensarem em mim quando a maioria não vai conseguir nada…
Começo a me ensaboar por onde sempre faço, pelos meus peitos volumosos. Eles têm um tamanho perfeito pra fazer um decote lindo que adoro exibir em dias como o daquela festa. A espuma impregna a pele macia dos meus seios, e acaba cobrindo os pequenos mamilos rosados que coroam minhas glândulas. Passo por eles com cuidado especial, curtindo cada centímetro do meu corpo… Enquanto espalho o sabão, também decido tratar com carinho minha vulva. Não acho que hoje vai rolar um encontro sexual, mas quem sabe…
Depois do banho, saio nua com as gotas ainda escorrendo pela minha silhueta. Me enrolo numa toalha verde e me olho no espelho, adoro ver o brilho dos meus olhos, a expressão delicada do meu nariz e da minha boquinha realçada pelas minhas maçãs do rosto, amo meu rosto. Enrolo outra toalha como turbante na cabeça e arrumo o banheiro.
Já decidi o que vou vestir. Depois vem uma boa sessão de cabelo, Vestido e maquiagem. Passo a chapinha uma e outra vez, pra deixar meu cabelo bem liso e ele fluir se ajustando às minhas curvas de mulher quando cair. Não consigo parar de me admirar de tão bem que ficou hoje.
Vou me vestir do jeito que mais gosto: calcinha preta (claro que fio dental!), um short jeans bem curtinho, quase na altura da minha bunda, e uma blusa vermelha que tenho, com um decote de matar. Escolhi também uns sapatos pretos de salto que valorizam minha silhueta… Me olho de novo no espelho e me acho uma gostosa. Um corpo magro, realçado, com as pernas nuas e firmes, e uns peitos que se destacam de longe na minha blusa. O toque final dou depois, curvando os cílios e passando um batom vermelho intenso, de um jeito que meus lábios ficam da mesma cor da blusa.
Foda-se, pego minha bolsa e saio, tô no horário. Eu e minhas amigas combinamos de beber no parque, imagino que outros da turma vão estar por lá. Outra amiga ficou de comprar a bebida pra gente, então tava tudo nos trinques.
Já no parque, algumas amigas já estavam me esperando, outras foram chegando aos poucos. Todas lindas, bem patricinhas, com corpos bons, é assim que a gente é… As bolsas foram largadas do lado das nossas pernas, enquanto sentávamos no banco pra ficar de boa bebendo e rindo.
Minha amiga Clara falou que eu tinha vido muito bem arrumada, que tava muito gatinha… Essa mina nunca teve um corpo bom e sempre elogiava a gente. Mas ela até ficava com caras, e às vezes a gente ria e pensava que ela tinha um quê de bissexual estranho… Agradeci o elogio porque, verdade, mesmo que a noite não me animasse tanto quanto as outras, eu tinha me arrumado muito gostosa essa noite… e tava vestindo um pouco provocante, pra ser sincera.
A conversa fluía no ritmo dos tragos de rum com Booty. As risadas ficavam cada vez mais frequentes conforme o conteúdo das garrafas ia sumindo. Minhas amigas (e por tabela, eu também) começavam a deixar transparecer, na falta de jeito dos olhares e nas línguas enroladas, o cheiro do etanol… Eu mesma também sentia esses efeitos aos poucos, mas tentava disfarçar com minhas gargalhadas no frio daquela noite inesquecível.
O resto dos bancos do parque, e parte do chão, já estava tomado por outros colegas da faculdade. Na real, conhecíamos a grande maioria, porque somos muito fofoqueiras… Especialmente, o que vou te dizer, se os caras são gostosos. Sempre tem uns poucos pela faculdade e a gente já tem eles na mira. Alguns deles estavam ali, quem sabe durante a noite eu me aproximava de um. Eu mordo o lábio de tesão que isso me dá… De me imaginar num carro, de pernas abertas, quicando em cima de um cara qualquer…
O rum Booty estava subindo na minha cabeça a cada minuto. Comecei a falar um monte de merda, mais do que o normal. A Clara riu de mim quando tentei encher um copo que me pediram e derrubei metade do conteúdo da garrafa. Eu ria da minha falta de coordenação, mas ao ver que quase todas as minhas amigas estavam tão bêbadas quanto ou mais, meus problemas se juntaram aos delas. Já nem sei do que a gente falava, a gente tinha começado a beber que nem louca logo de cara, se tentássemos jogar um jogo de beber, ninguém estava em condições de lembrar as regras. A gente ria, tirava foto fazendo palhaçada ao lado da estátua daquele senhor tão importante do parque, falava dos caras gostosos da facul e de alguns que estavam por perto, tão alto que com certeza estavam nos ouvindo…
Resumindo, quando a gente foi pra balada, essa serva aqui já estava o que se diz bem louca. Eu dançava mais do que andava, e não tinha quem me segurasse parada na pista do lugar. Minhas amigas me acalmaram todas juntas, porque disseram que se percebessem que eu estava tão bêbada, ou talvez drogada, não iam me deixar entrar, nem elas. Por um tempo, tentei parecer normal enquanto esperávamos. Nossa vez, embora na cabeça da Flora tudo dançasse a velocidades alucinantes. Que filas enormes que sempre tem no La Perla Negra, uma balada muito famosa aqui, gigante, com três salas e vários bares. É o lugar onde toda a juventude, principalmente universitária, se concentra. Na real, você tá na Booty e conhece quase todo mundo.
O segurança do La Perla Negra nos olhou de cima a baixo. Esses seguranças são meio falsos, tem dia que entramos de graça e outros que nem fodendo. Parecia ser um dia especial porque no final ele deixou a gente passar sem pagar. O olhar dele parou vários minutos em mim. Tive medo de não me deixarem entrar, como elas tinham me falado, mas no final não rolou. Parece que o segurança gostou de mim, hein. De qualquer forma, um negão, um dia desses, bem pago, eu toparia dar uma pegada, por que não?
O La Perla Negra tava lotado pra caralho. E olha que a gente foi pro fundão, mas tava tão cheio de gente que foi difícil achar um espacinho pra nós. Por sorte a gente tava do lado do bar, e todas pedimos mais um drink. Eu dançava sem olhar pra quem, e quando percebi já tinha bebido o copo inteiro e recarreguei. Tava com uma baita bebedeira que a ressaca já tava garantida desde agora.
Nisso a gente tava, nós tão patricinhas tirando uma selfie quando tocaram um hit do nosso DJ favorito. E bem mixado, com muito grave e pouca letra. Aí você se empolga de repente, fica doida e suas amigas te acompanham, e começamos a pular no ritmo dos acordes. E bom, a gente fez a merda. Também acho que não foi culpa exclusivamente minha, mas eu tava bebada igual a qualquer uma.
Começamos a empurrar talvez demais quem tava atrás. Talvez a gente tenha causado um barulho no meio do barulho. Talvez minha amiga Clara tenha dado uma cotovelada num cara e isso fez com que uns copos quebrassem.
Por isso, não demorou pra virem atrás da gente os seguranças.
O primeiro era o mesmo negão da entrada. Eu tava com tanta cachaça na cabeça que não conseguia parar. Sentada, e acho que por isso eu parecia a mais louca, a que mais tinha causado a confusão. Mas sei que ele não me levou por causa disso, que ele quis me levar retida por razões que só podiam ser vistas na minha anatomia. Sou assim, metida, o que vocês querem que eu diga. O segurança me segurava com força pelo braço, me fez dar o copo pra ele e disse que eu teria que segui-lo. Eu protestei, claro, mas não conseguia resistir nem à autoridade dele, muito menos à força dele, ele era umas cabeças mais alto que eu. Perguntei por que nenhuma das minhas amigas vinha comigo, que naquele momento me olhavam com medo, tentando disfarçar o que a gente tinha aprontado ali todas juntas. “Que vadias”, pensei. E nisso, o segurança me deu um empurrão, pra eu começar a andar. Eu andava com dificuldade, com os saltos que estavam acabando com meus pés, desviando de cacos de vidro e pés de outras pessoas que, essas sim, podiam ficar tranquilas na pista de dança. Ir acompanhada pelo segurança mais que visível fazia as multidões se afastarem no nosso caminho enquanto ele me levava pra onde eu achava que era a saída.
Mas algo estranho estava rolando.
O segurança fortão negro que me puxava sem dificuldade não parecia estar me levando pra porta da balada, que ficava no fundo à direita. Ele estava me levando por trás da mesa do DJ, passando pelos banheiros… Um lugar proibido pro público. Imaginei que devia ter uma saída de emergência mais perto ali.
Ele abriu uma porta preta no fundo e saímos num corredor de paredes cinzentas descascadas. Não me parecia que aquilo fosse saída pra lugar nenhum. Mas ele me puxava com força, minha resistência era inútil, mesmo quando tentei falar alguma coisa.
No fundo do corredor, ao lado de uma porta entreaberta, esperavam outros dois seguranças. Eram de aparência bruta, como aquele que me levava. Os dois eram latinos, de pele morena, e bem altos, era impossível não ficar olhando fixamente pro físico deles. Eles não pararam de olhar pro colega e pro que ele arrastava… que era eu. Ei.
Eles sorriram ao me ver, ao ver meu jeito de bebida e desorientada. Mas mais ainda ao ver o decote que eu tava mostrando e minhas pernas bem torneadas. Sem dizer nada, um deles abriu a porta de leve, que rangeu ao deslizar… O espaço lá dentro tava meio iluminado, ainda não dava pra ver o que tinha.
Eu tava paralisada, e tentei dar meia-volta e voltar pelo corredor pra balada. Mas o segurança que tinha me levado até lá me agarrou com força pela cintura e me levantou no ar. E me carregou pra dentro do quarto, enquanto eu gritava e esperneava sem adiantar nada. Os dois parceiros dele entraram também e a porta bateu com um estrondo.
Lembro como meu corpo caiu quase sem vida em cima de algo macio que tinha dentro daquele quarto, fazendo um barulho seco. Quiquei uma vez na superfície que me lembrou um colchão cheio de rugas. Como vi depois, era isso mesmo: uma cama largada e quase destruída, coberta com um lençol cheio de manchas difíceis de identificar. Na minha frente apareceram três figuras enormes: os três seguranças que tinham me trancado ali. Enquanto minha cabeça rodava por causa do álcool vagabundo daquela balada…
Um dos que tinham esperado na porta riu:
— Pô… a gente não costuma comer nenhuma puta que pareça tão decente assim.
Isso confirmou meus medos… nada difíceis de confirmar. Aqueles caras musculosos tinham me escolhido pra me estuprar naquela noite.
Tentei me levantar assim que ouvi isso, mas encontrei a oposição de meia dúzia de braços cheios de bomba que me impediram e me seguraram contra a cama. Me debatia tentando lutar, mas era mais que claro que uma garota magrela como eu pouco podia fazer contra umas bestas de academia. Os braços fortes deles cravaram minha carne contra minhas costas pressionadas, me causando dor… Gritei, algo que não parecia importar nem um pouco pra eles. No fim das contas, Cabo, a gente tava nos fundos da balada, aquele lugar que só esses trabalhadores conheciam.
Me imobilizaram sem esforço nenhum. Um dos seguranças, o negão, tava na minha frente, quase babando ao olhar meu corpo. De repente, como se fosse o desejo mais profundo dele, me agarrou pelo decote da minha blusa e começou a puxar pra mostrar meus peitos. Eu não conseguia mexer meus braços nem minhas pernas, só minha cabeça, fazendo gestos de negação e dando avisos inúteis pra aquele selvagem.
Imagino que eu devia ser uma visão quente demais pra aqueles três caras… Uma mina meio bêbada, uma verdadeira *cock* de balada de salto alto, mostrando peitos e perna até não poder mais… Uma gostosa como eu, deitada na cama, sendo prisioneira daqueles trabalhadores da noite, prontos pra fazer o que quisessem comigo.
Enquanto os botões da minha blusa vermelha iam perdendo a força e revelando minha nudez, a cara do cara que segurava meus braços chegou perto do meu rosto. Era ele que tinha me sequestrado, que me trouxe até aqui. E eu, tentando resistir, tive que encarar não só ele, mas outros quatro braços que anularam meus movimentos… Todos cooperavam pra me despir, e a camisa no fim arrebentou. Rasgaram aquele tecido tão caro, e os botões voaram pra tudo que é lado, me deixando com os peitos de fora. Peitos que eu sempre uso sem sutiã, porque continuam durinhos e perfeitos na minha idade.
Assim que viu eles, a cara dele se iluminou, porque eu já sei muito bem, de todos os caras que já peguei, que meus peitos tão definidos e suculentos despertam as maiores paixões masculinas. Não demorou pra eu sentir as mãos enormes dos latinos, cheias de anéis, encostando na minha pele sensual, e como apertavam sem piedade, me marcando com o frio dos metais contra minha carne quentinha. Eles se deliciavam amassando essas peças perfeitas da natureza que minha mãe me deu, os peitos que todos os caras olhavam babando na faculdade, viraram brinquedo. Sem valor nas mãos desses animais. Me machucavam ao apertar sem piedade, ao beliscar, ao puxar meus pobres mamilos. Eu reclamava em vão, porque sei como eu estava gostosa naqueles momentos. Mas, por outro lado, enquanto os latinos babavam e apalpavam meus peitos, ele queria mais. Sem tirar meus saltos, desabotoou o short e deixou minha calcinha fio-dental à mostra enquanto puxava com força para tirá-lo. Tentei resistir um pouco, também por causa da minha bunda, que era bem grande e difícil de tirar a calça assim. Mas no momento em que os colegas dele viram que eu estava tentando me despir completamente, decidiram dar uma mão e empurraram meu tronco firme contra o colchão para que eu não pudesse me mexer. E a calça jeans desceu pelas coxas, deixando minha calcinha preta como a única peça que ainda me protegia. Um dos latinos, o que parecia mais musculoso, passou a mão por cima da calcinha. Colocou os dedos obscenos sobre a minha coisinha e afundou o tecido para enfiar um dedo. Comecei a gritar desesperada, me sentia tão humilhada… E ele não demorou a fazer um punho, prendendo o tecido da minha calcinha entre os dedos, e puxou para revelar minha buceta. Minha xoxotinha apareceu diante deles, uma rajada tímida. — Olha como as piquitinhas de hoje em dia se depilam… Os três observaram, quando minha calcinha já estava na altura dos joelhos, como eu tinha depilado a buceta e deixado limpinha, sem um pelo, porque minha intenção era transar com um cara gostoso da faculdade… Mas não com eles. Tiraram a calcinha e jogaram no chão cheio de poeira, e eu fiquei completamente nua na frente desses estupradores desconhecidos. Ainda estava com os saltos vermelhos, contrastando com minha pele pálida e bem cuidada com hidratantes e cremes nada baratos. Vermelha de vergonha, tentava fechar as pernas para proteger um pouco minha buceta dos olhares deles, e com as mãos cobrir uma ínfima parte de meus peitos grandes.
Foi, eu sei, me ver dominada e sem roupa que já os agitou por completo. Os três porteiros começaram como loucos a se livrar das roupas, sem nenhuma inibição. Deixaram suas vestimentas para trás, jogando-as no chão junto com minha roupinha sexy quase destruída. O mais adiantado foi o negro, o primeiro a se livrar da camisa do uniforme e da calça. Lembro bem que seu torso era quase invisível na relativa escuridão daquele quarto, mas que sua figura era enorme como a de um touro, com músculos grossos que certificavam que aquele trabalho de porteiro ele realizava com boas aptidões físicas. Nunca, e juro, um dos meus eventuais parceiros de cama tinha tido um corpão daqueles, e não tenho certeza se eu teria desejado. Ele parecia disposto a me partir inteira…
E eu, parecia hipnotizada olhando seu corpo, pois a cueca na qual sua vestimenta havia se reduzido era ameaçadora para mim.
- Essa piranha com certeza nunca levou uma boa piroca preta. Deixem-me mostrar a ela o que está perdendo…
Essas palavras foram ditas pelo negro, que abaixou a cueca para revelar o que havia anunciado. A própria peça íntima já estava bem deformada antes disso, como se seu membro não conseguisse ficar quieto dentro. Horrorizada, contemplei o aparelho que aquele africano guardava entre as pernas. Me pareceu descomunal, assim digo, o que era aquilo? Olha que eu gostava de sexo e já tinha comido umas quantas, mas nunca tinha visto algo que se parecesse com aquilo. Suas dimensões eram extremas, juro. Que peluda era, tinha tanto pelo e era tão comprida e crespa… Já estava bem ereta, em sua plenitude, e era grossa a ponto de ser inacreditável, e tinha um comprimento que quase podia ser comparado ao de seu braço peludo. Grossas veias percorriam sua dimensão, e a glande estava muito inchada. A piroca inteira do negro pulsava de nervosismo, e a cada pulsação parecia crescer um pouco mais. Iam meter aquilo em mim?
O negro nu se aproximou de mim. com uma cara que me assustava. E naquele momento, sem pensar, ele me deu um beijo. Meus lábios perfeitos e cobertos de gloss encostaram naqueles lábios frios e ásperos como lixa. E não era meus lábios que ele queria, mas enfiar, como fez, até o fundo da minha garganta, a língua dele de boi estava me enchendo de cuspe com cheiro de baseado e eu estava me afogando… Saiu da minha boca, e disse:
- Que pedaço de buceta que eu arrumei hoje à noite… - e riu com uma voz estentórea e rouca que me deu uma sensação imensa de desapego.
Começou a acariciar meu corpo sem muito cuidado, porque eu sabia, desde aquele momento, que ele só queria meter e pronto. Gritei, tentei me soltar, estava com medo… Medo como se fosse uma menina, como se as lembranças da minha primeira vez voltassem a ser reais, com o quanto tinha doído… Mas eram três, lá se aproximaram os outros dois latinos, também corpulentos e pelados, com os paus apontando pro teto, pra me segurar pelas coxas e pulsos e impedir qualquer fuga. Então fiquei ali, presa à força, enquanto sentia eles abrirem meus lábios da buceta e meu pretendente preto se jogou em cima de mim.
Foi realmente doloroso pra mim, embora não fosse nem um pouco virgem. Quando o pau do preto foi abrindo caminho na minha buceta, senti como se estivesse me alargando como nunca um sexo masculino tinha feito por dentro. Era tão grosso que era difícil minha buceta aceitar, é como se minha vulva estivesse rasgando, meus tecidos sexuais não aguentavam a pressão que estavam sofrendo…
E essa sensação aumentava quanto mais ele me invadia. Não consegui evitar soltar uns gemidos enquanto ele me deixava bem aberta, especialmente quando senti que a cabeça dele tinha chegado no fundo da minha buceta e me pressionava, causando uma pontada no fim da minha intimidade.
Meu canal vaginal pulsava nervoso, como se estivesse à beira de um grande perigo com aquele pênis espetacular ancorado em mim. Tremendo de dor, olhei pra minha pubis pra ver como aquele ogro tinha me penetrado de forma tão brutal. Minha buceta apertada estava empalada por aquele pau grosso que com esforço ele tinha conseguido enfiar até o fundo. Mal sobravam uns centímetros pra fora da minha virilha e ele continuava empurrando contra meu canal pra enterrá-los, me machucando… A mata espessa de pelos dele batia contra meu pubis branco e depilado, e eu sentia os dois testículos enormes dele batendo na minha xota.
Não sabia o que era pior: a dor da estocada latejando dentro de mim, ou o fato de não ter nenhuma proteção no meio. Tão acostumada a sempre exigir camisinha, eu nunca tomei a pílula… Talvez agora fosse a hora que eu mais precisasse.
E minhas pernas, abertas ali, aguentando cada estocada que ele logo começou a me dar. Nunca tinham me aberto assim, com tão pouca delicadeza. Aquele preto era uma criatura selvagem que investia contra minha intimidade dolorida sem piedade. A cada empurrão, eu sentia que ele estava me fazendo um dano tremendo, que era anatomicamente impossível ele entrar inteiro, mas ele empurrava e me despedaçava até conseguir, entre tanta e tanta foda. Ele me manuseava como bem queria, minha bucetinha era a casa dele, assim como tinha sido a de tantas putinhas brancas que tinham passado pelas garras dele. E cada empurrão me fazia sentir não só a dureza exagerada do pau dele, mas também o calor abrasador que estava me queimando por dentro.
Mas era tão gostoso…
Sim, é isso que eu digo, Flora. Era tão gostoso. Ele estava me montando e poderia ter destruído a buceta de qualquer uma daquele jeito, e possivelmente a minha também. Mas ele estava me deixando louca, sem sentido. Porra, como ele enfiava o pau até o fundo, com que ritmo… Dava pra ver aquelas horas de academia, aquela força de caçador que quer fazer o serviço direito e não solta a presa. E a presa era eu, nem compatível com a constituição dele, nem com a bravura nem com a idade, mas ele estava me fodendo bem fodida, que é o que importa. Toda mulher precisa e nem sempre encontra. Ali, ali estava eu, a buceta bem aberta, com o púbis levantado pra encaixar todas as porradas dele e me contorcendo de prazer a cada impacto que aquele míssil dava dentro de mim. Eu tava derretendo aos poucos, sentindo um calor tão gostoso no meio do açoite sem fim que o pau dele dava, rasgando o meu… Completamente alucinado, enquanto metia brutalmente na minha xota judiada, eu ouvi uns bufos enormes que o negão soltava enquanto me empurrava cada vez com mais força. E depois de sentir o calor que o ferro dele, ardendo, cravava na minha intimidade, em pânico, comecei a tentar resistir pra ele não dar a descarga final. Mas meu corpinho frágil não conseguia lutar contra aquela montanha escura que me possuía… Em questão de segundos, o negão anunciou gritando que ia gozar. — Não! Não, por favor, isso não, nãooooo! — eu falei com uma agonia danada. Só de me imaginar grávida aos dezenove anos era uma imagem que não combinava comigo. Achava que isso só podia acontecer com gente como a putinha da minha sala, que aos dezesseis já tinha uma barriga enorme e largou o colégio. Eu não queria porra assim, ainda mais vindo daquela situação. Chutei pra resistir, gritei que nem uma louca. O negão enorme agarrou minhas nádegas com as mãos e aproveitou pra enterrar o pau fervendo no fundo da minha buceta. Quase machucando meu útero, o tronco duro e desafiador dele deformava minha xota enquanto meu dono gritava, tomado pelo tesão mais intenso. E sim, da ponta do membro preto dele começaram a sair uns jorros grossos de porra que me molharam toda. Na minha vida, não lembro de uma gozada tão forte dentro de mim, com tanta quantidade de esperma… Parecia pelo menos um litro que aquele selvagem tava ejaculando, rios de substância branca e espessa sendo disparados sem piedade no fundo do meu útero… Eu gemi, em parte de prazer, admito, mas também porque tava enchendo até o topo aquele animal que não parava de gozar, porque a semente quente dele tava irritando minha feminilidade, porque o baita bruto continuava me empurrando pra descarregar toda a masculinidade dele em mim.
Já saturada, porque juro e deixo registrado que a descarga dele não cabia mais nem no útero nem na buceta, e acho que já tava molhando minhas trompas até os próprios ovários, tava realmente assustada de ter sido inseminada daquele jeito.
Depois de uns últimos jatos que já não cabiam em mim, parece que o homem terminou o orgasmo dele e caiu exausto em cima de mim. Senti o peso dele esmagando minhas costelas, e a dureza do pau dele que ainda não tinha saído de dentro de mim, meu púbis molhado por dentro me fazia parecer mais pesada. Empurrei pra afastar o negão de cima de mim, ou pelo menos pra tirar o sexo dele da minha rachinha machucada, mas o pau dele tava entalado em mim e eu não conseguia tirar o negão, que tinha se empenhado em não se mexer. Depois do que acho que foram 5 minutos, depois de sofrer com o líquido ainda fazendo cócegas e me engravidando por dentro, o pau dele começou a perder dureza e volume, e lentamente foi deixando mais espaço na minha buceta. Senti como o mar de sêmen começava a escorrer pelo meu sexo apertado, molhando o dele, e se aproximava dos meus lábios externos. Ao sentir isso, ele também decidiu se afastar, e fixou o olhar ansioso na minha entreperna. Deitado no meu joelho, eles tinham uma boa visão do que tava rolando ali. Ele e os outros dois porteiros.
Eu, com o cabelo completamente bagunçado, jazia sem forças na cama. Escarrapachada como tava depois do coito brutal com aquele garanhão negro, senti minha buceta evacuar quantidades nada desprezíveis daquela creme esbranquiçada. Eles puderam ver como meu sexo pulsava, e a cada pulsação saíam jatos densos de esperma depositado dentro de mim, que se amontoavam na pele dos meus lábios externos rosados e se derramavam de forma obscena e desordenada, como uma cachoeira branca que custa a avançar. Caía o regueiro sobre a lençol sujo cheio de umidade e manchas que eu não ousava decifrar, o esperma com que aquele negro me encheu escorria da minha buceta e se juntava à contribuição de quantas garotas mais tivessem caído nas mãos dele. Sentia que, apesar de estar derramando uma quantidade enorme de porra, ainda me sobrava uma boa reserva dentro de mim, dado o imensurável da gozada dele. O espetáculo se estampava perfeitamente nos rostos dos três porteiros.
Mas não só neles, demorei pra perceber que os outros dois estavam batendo punheta com força, e pelo visto já fazia um tempão, durante toda a transa que o negro e eu tínhamos tido antes. Já se ouviam claramente uns bufos agudos que um deles soltava. Se adiantando na minha direção, mais precisamente, pro meu rosto, ele colocou a pica monstruosa dele na minha cara enquanto mexia a mão quase que convulsivamente. Era um latino, o menos forte fisicamente dos dois, embora isso não significasse lá pouca coisa. Decidi me sentar, sem saber bem o que fazer, fiquei sentada na cama, ainda minha buceta ardia…
De repente, um jato saiu do pau dele e aterrissou na minha cara. Continuou por vários segundos, uma chuva de jorros caudalosos de esperma que batiam nas minhas bochechas e nos meus olhos fechados e escorriam pra baixo.
A temperatura da masculinidade dele ardia no meu rosto maquiado, e a cada gota eu me sentia inundada por um líquido que nunca tinha conhecido em tanta quantidade… As enxurradas de porra cobriam meus lábios e meu queixo, e já algumas gotas caíam manchando meus peitos com uma assinatura gostosa e excitante.
Abri os olhos com dificuldade, porque o esperma tinha grudado nos meus cílios… Depois dessa visão leitosa pude ver a alegria desse porteiro latino depois de ter gozado na minha cara. Eu devia estar dando uma imagem completamente safada, pena não poder me ver. Porque sim, acho que teria adorado poder ver minha cara gozada…
Do lado do porteiro que tinha finalizado a A faena, o outro continuava batendo uma bronha, imaginando que ia acabar gozando em mim igual ao parceiro dele. Mas eu me surpreendia com a resistência dele, porque já devia estar se masturbando há um tempão. Se tinha começado junto com o outro, que também demorou pra caralho antes de gozar, ele não devia estar prestes a gozar também?
Logo vi que não, que pelo menos não era essa a intenção dele. Esse último porteiro também era de origem latina, com a pele bem morena e o rosto marcado por uma pele áspera. Tinha a cabeça raspada e uma suástica gigantesca tatuada no peito. Tudo isso tava me dando um medo interno difícil de esconder, pra ser sincera: uma mina, ainda mais uma patricinha de classe alta como eu, não se vê na frente de caras assim com frequência, e muito menos pelada...
Ele parou a meio metro de mim, observando a porra escorrendo devagar pela minha pele, quase como se pudesse medir a temperatura que tava, como deixava de estar morna pra esfriar na minha pele perfeita... Me intimidava com o olhar fixo, frio. Sem mostrar nenhuma emoção, olhou pra minha buceta, onde ainda escorria um jato de porra que molhava minha virilha... O latino neonazista me encarou, e eu soube sem dúvida que o jogo continuava, e que agora continuava com ele, que eu não podia escapar dali. Um arrepio me percorreu ao lembrar da foda com o preto, que tinha me deixado quase acabada, que tinha sido o sexo mais pesado que eu, Flora Coslada, já tinha levado.
Mas a Flora Coslada, há algumas horas rainha das patricinhas da universidade e inalcançável pra maioria dos caras, tinha gostado daquilo... Senti que uma nova Flora tinha nascido desde que recebi aquela injeção de esperma do preto poderoso. E a nova Flora tava olhando pro neonazista entre o medo e a excitação mais surpreendente.
A Flora que eu não esperava foi a que se ajoelhou, olhou desafiadora nos olhos escuros do latino, e amoleceu a expressão, enquanto passava uma Mão suave pelo meu corpo. Com esse gesto, eu mesma indiquei pro moreno perigoso que tava à disposição dele, e que eu tava exultante, que por favor não demorasse…
Isso pareceu comover o neonazi impotente. Sem largar a pica, deu uma ordem pros dois companheiros dele me segurarem. Na hora, senti os braços musculosos do preto que tinha me fodido e do latino que gozou na minha cara me agarrando pelos braços e ombros, e me viraram pra ficar de bruços, com a cara esfregada no colchão. Doeu um pouco por dentro pensar que agora que eu queria me deliciar com o sexo, agora que eu, acesa pela libido, oferecia meu corpo, meu garanhão não queria saber de nada e preferia continuar me tomando à força. E senti me agarrarem pelas cadeiras, erguendo elas bem acima do meu tronco. Me senti naquela hora uma boneca nas mãos daqueles impiedosos, mas uma boneca gostosa e desejosa do que tava prestes a rolar. Porque eu sabia.
Sabia que aquele cuzão não queria meter a pica no buraco que tava transbordando de porra, ele apontou direto pro meu cu. Eu, nervosa pra caralho, não consegui evitar um espasmo pelo corpo todo, porque apesar da minha submissão totalmente consentida, eu tava diante de algo novo. Nunca ninguém tinha ousado nem me propor meter por trás, minha bunda se mantém totalmente virgem, e sempre cuidei pra que fosse assim. Mas naquele momento… Não me importava de dar minha virgindade anal, o mais sagrado que ainda me restava, nem que fosse pra aquele sujeito de aparência tão nojenta.
Com timidez, entre a queda do meu cabelo sobre os ombros, conseguia ver de quatro o que tava rolando atrás de mim. Via a palidez da minha pele contrastando com a pele morena do latino, via a suástica dele despontando por cima das minhas nádegas e vi a pica enorme dele: do tamanho da do preto, com uma certa falta de higiene, bem dura e cheia de veias grossas por todo lado. tronco, e com pelos grossos e crespos que cobriam os grandes e pesados testíbooties. Essa foi a última imagem que tive do pau dele antes de ficar escondido da minha vista quando começou a cutucar entre minhas nádegas. E sim, eu sentia aquela cabeçona enorme batendo na carne fina das minhas nádegas perfeitas, minhas carnes inchadas começaram a se deformar desde o momento em que a ponta daquele pinto tocou e começou a entrar sem hesitação no meu buraco de cima. Tesa, minhas mãos se crisparam com mais força e agarraram os lençóis como se pudessem rasgá-los, senti minha boca se abrir como reflexo para gritar… E eu só queria saber mais e mais. A rola começou a entrar onde não parecia possível, minha carne apertada reclamava, mas o neonazista não hesitava e me enfiava firme no seu propósito. Os centímetros dele, a grossura do tronco foram se infiltrando no fundo do meu cu. Sentia como se minha alma estivesse se partindo, como se da minha garganta saíssem berros enquanto ele me penetrava sem nenhum cuidado, as lágrimas molhavam meus olhos se misturando com o esperma já quase seco enquanto meu cu se abria com dor. O pobre rabo de uma adolescente despreparada, como eu era, se ressentia, quase dava pra ver que por dentro criava feridas sangrando e um sofrimento intenso, mas eu, no meio da minha ansiedade, resistia estoicamente porque queria vê-lo pleno, cheio dentro de mim. E assim ele meteu, quando já tinha confiança de ter feito um buraco custoso dentro do meu recinto virgem, deu um empurrão monstruoso para enfiar até o fundo de mim. E aí sim eu gritei e chorei como uma verdadeira menina, porque a dor era insuportável, me sentia a maior puta do bairro, a garota mais desprezível que já conheci na vida, a mais suja, com a rola do neonazista fortão cravada até o fundo do meu cu…
E Deus… Como eu tinha ficado com tesão! Minha buceta voltava a pulsar com uma força inédita…
O neonazista, ajoelhado contra meu cu, começou um bombardeio cruel contra mim. O pau dele estava preso entre minhas carnes, mas ele fazia todo o esforço possível para se soltar, para arrastar e roçar de novo meus músculos internos e enfiar o pênis de volta dentro de mim. E depois de um tempo, ele me batia como um objeto inerte, a mim, que tinha desflorado meu cu e provavelmente o tinha destruído para sempre com sua intromissão violenta. Eu me mexia, levada pelo ritmo dele, quicando no colchão nojento, enquanto ele entrava e saía do meu cu uma e outra vez, com muita força. Sentia que ele estava muito, muito duro, e o contato em cada golpe criava um eco enorme que se espalhava por todos os meus nervos. O neonazista, visivelmente contente, pois dava até pra ouvir sua risada sádica, começou a me açoitar com uma das mãos, deixando sua marca dura na minha bela carne, enquanto com a outra mão me segurava firme pela cintura para continuar me comendo. Mas apesar da brutalidade, da destruição que cada golpe e cada penetração causava nas minhas entranhas intestinais, eu percebia que algo estava me agradando cada vez mais, já falei, era a pulsação da minha bucetinha cheia de porra até em cima… E essa sensação de calor interno era compartilhada pelo meu cu dolorido, eu me sentia mais plena do que nunca… Meus gemidos de dor começaram a virar quase silêncio, para depois se transformarem em uma cumplicidade clara. E foi assim que eu mesma, quase paralisada, tirei força de onde não tinha para acompanhar o ritmo das penetrações dele, para fazer com que a força com que o neonazista me empurrava fosse aproveitada ao máximo para que ele metesse o mais fundo possível, para que a pélvis peluda dele batesse bem forte contra minhas nádegas açoitadas. Eu, Flora, estava contribuindo para que me fodessem o cu de forma perfeita. Eu estava completamente dolorida com a lixa que o rabo dele entalado no meu cu estava causando, mas queria mais e mais… Com nenhum dos meus rolos eu tinha experimentado tanta paixão no ato sexual. Nesse ponto, eu já não gemia mais, Gemiava de prazer a cada contato, minhas mãos me faziam cavalgar a cama como se eu fosse a dona do navio, e minha cara olhava desafiadora pros dois porteiros que curtiam minha sodomia. Eu tinha crescido, me sentia finalmente liberta enquanto me arrombavam o cu.
As estocadas, graças à minha sintonia com os movimentos deles, começavam a ficar cada vez mais impiedosas, cada vez mais eles jogavam o peso em cima de mim. Eu ouvia ele ofegar, ele pegava meus peitinhos entre as mãos e os apertava a cada empurrão que me dava, o que fazia meu prazer se misturar deliciosamente entre meus seios e minha entreperna, eu me sentia cada vez mais no céu. O filho da puta cuspiu na minha nuca e a saliva escorreu pelo meu cabelo liso, ele começou a me chamar de tudo (lembro que ele falou várias vezes "foxy!" e "cock slut!", e eu disse que sim, podia me chamar assim), e os dedos hercúleos dele já apertavam meus peitos com tanta pressão que estavam me marcando enquanto eu gritava e sentia as sensações típicas de uma mulher no cio. Sentia, de novo, aquele calor que começava a derreter na minha buceta, que me molhava a jatos, que meu fluido feminino lavava minha cavidade já fertilizada com o esperma do negão enquanto eu experimentava o início de um orgasmo bestial… Sim, eu perdi o controle, e dava pra ver claramente, acho que até dava pra ouvir no bar inteiro, mesmo a gente estando nos fundos, que todos os caras e minas da balada podiam ouvir meu êxtase e meus gritos de puta quando eu gozava. E tomara que tivessem aparecido na porta, naquele quarto imundo, pra me ver e nunca esquecer o melhor dos meus orgasmos.
Isso, claro, também foi percebido pelo meu amante neonazista, e acho que foi o estopim pra gozada dele. Me ver, uma mina tão gostosa, bonitinha e comportada, me derretendo de prazer enquanto levava no cu, deu o sinal verde pra ele gozar. E depois de uma série de estocadas que me deixaram sem fôlego, que marcaram meu interior com a marca indelével do contorno daquele pau enorme, decidi apertar até o fundo do meu cu, e de mim como pessoa enquanto ele cravava o púbis no colchão e se jogava selvagemente nas minhas costas. E é aí que lembro que explodiu. Dentro de mim. Derramou aquela camada grossa e densa de esperma, em jorros potentes e bem carregados, senti o sêmen sendo violentamente expelido e encharcando minha carne machucada, como aquela porra nojenta de tom amarelado e viscoso enchia meu cu por dentro sem parar, e como eu queria que não acabasse. E demorou pra acabar, vários jatos ainda saíram daquele pau pra encher meu cu de esperma até parecer que não cabia mais, e ele tirou o membro ainda gotejando de dentro de mim. Eu deitada, acabada, senti ele pegar minha cara, e caíram do céu as últimas gotas que o aparelho sexual dele ainda ordenhava. A porra manchou de novo meus lábios, minhas pálpebras e minha testa, parte da franja enquanto eu, desejosa, chupava aquele membro divino pra saborear até o último resquício de gosto de homem. Ele sorria, e eu fazia a maior cara de puta que já imaginei enquanto meu cu ardia e ia sarando com o bálsamo do esperma dele, enquanto tinha a bucetinha encharcada de sêmen e sucos, e praticamente o rosto todo coberto de mais porra masculina. E senti os três homens me olhando, a mim, que tinha me rebaixado, e que de pau já não tinha nem o cabelo liso de tão grudento. Me observavam, coberta de branco naquela cama do desejo, enquanto eu aspirava grandes baforadas de ar pra acalmar o calor intenso que inflamava meu corpo, e de vez em quando passava a mão na minha boceta, no meu cu pra pegar mais daquela bacanal de lava branca que me percorria e meter na boca…
Eles, eu sabia, não tinham terminado. E eu, também não.
Rapidamente os paus deles estavam ficando bem duros. E eu, a nova Flora Coslada, peguei uma garrafa que estava jogada no chão enquanto não parava de olhar pra eles, destampada e dei um gole longo de uísque. Pêlo, algo que sempre me fazia tossir, mas não daquela vez. Enquanto sentia os vapores do álcool me entorpecer de novo e me deixar mais dócil, me deitei de pernas abertas na cama, tirei meu cabelo de forma sensual e deixei cair para o lado, sobre minha pele branca e apetitosa, enquanto com um dedo provocava aqueles predadores sexuais a virem de novo me pegar…
E imaginem, de novo, como aqueles seguranças de balada estrangeiros, violentos e de vida bandida, com músculos inchados de anabolizantes e com seus pauzões gigantescos, duros e de grande capacidade de gozar, se aproximavam de mim com a intenção de me dar a foda da minha vida de novo, e todas as que fossem necessárias até de manhã bem entrada. E como vocês poderiam me ver, aquela menina de dezenove anos, aquela patricinha malandra e gostosa, de traços tão doces… como vocês poderiam me ver jogada naquele lençol sujo e naquele ambiente depravado, completamente nua, com o esperma ainda molhado na minha pele e nos meus buracos, e com a língua lambendo meus lábios com gloss, absolutamente louca pra que me arrombassem de novo…
De qualquer forma, tudo começou para mim como teria começado com qualquer outra garota na minha situação. Eu sou aquela garota no primeiro ano da faculdade que encara a primeira das grandes festas organizadas para toda a universidade. Sim, uma daquelas que todas as garotas comentam nervosas pelos corredores durante dias, enquanto os caras sabem que vão encher a cara. Uma semana em que é como se as aulas não existissem, como se tudo de importante se resumisse não a preparar provas, mas sim os modelitos que você vai usar na balada.
Eu não estava vivendo aquilo com muita paixão, pra ser sincera. Quer dizer, até estava um pouco nervosa sobre como tudo ia rolar, mas não levava aquilo como se fosse uma criança. Já fazia um tempo que estávamos na faculdade, eu já conhecia algumas amigas e tinha formado meu grupo, estava feliz. Não ia naquela festa desesperada atrás de mais amigos ou de um namorado, nada disso. Tava animada pra sair pra balada num ambiente novo, mas só.
Os corredores eram um formigueiro, como eu disse. Mas não só as garotas perguntando qual modelito iam vestir e com qual cara queriam se acasalar. Os caras também estavam meio nervosos, isso eu percebia. Quer dizer, eles estão sempre nervosos quando eu passo na frente deles. Eu ouço, sinto eles cochichando e me olhando não exatamente no rosto. Mas naquela semana, eles me olhavam com uma intensidade muito mais forte.
Não duvidava que o desejo de muitos deles era me possuir naquela noite. Eu não deixava minhas emoções transparecerem, nunca fiz isso assim na leve, só quando me importa. Sou uma garota cock, daquelas que andam com um ar de superioridade e só olham pra você se for necessário. Daquelas patricinhas que se reúnem com outras ainda mais patricinhas pra contar coisas da nossa elite. Daquelas que a gente ri da mesma coisa ao mesmo tempo, mesmo que não tenha graça. Daquelas inalcançáveis, por assim dizer.
Enquanto passava graciosamente pelos corredores, batendo forte o salto e com um meio sorriso olhando pro infinito, mais e mais caras iam derretendo além do normal naquela semana…
Eu, enquanto isso, olhava com uma animação moderada pra festa. No fundo, tava afim sim, dava pra entender a empolgação geral.
O dia, ou melhor, a noite, chegou…
Não faz sentido ficar descrevendo um dia frenético de comprar ingresso, marcar encontro em tal lugar, saber se os da outra turma vão mais arrumados… Embora seja bem divertido comentar isso no meu círculo de patricinhas, a gente já tinha certeza do que a gente ia fazer.
A tarde, basicamente, foi um ritual de preparação pra mostrar pro mundo a Flora que reinava na universidade. Sim, me chamo Flora, alguns vão dizer que é um nome de cock que caiu como uma luva. Sou Flora Coslada. Muito prazer em conhecê-los.
O banho é o primeiro passo que uma garota tão vaidosa deve seguir pra sair pra festa. Adoro sentir a água morna, quase quente, escorrendo pela minha pele. Se dependesse de mim, esvaziaria o aquecedor no chuveiro. Assim que me despiro, fico parada, recebendo o jato de água pelo corpo todo… Aposto que muitos daqueles que me olham nos corredores não iam querer perder esse momento.
Porque… sabe? Não sou nada mal. Sou uma garota cock de altura média, cabelo castanho escuro que quase chega no umbigo e que agora fica molhado, grudando na minha pele. Tenho um corpo muito bonito: magra e esbelta, especialmente minhas pernas, que são bem longas e finas, assim como minhas coxas, que ficam divinas. Sempre depiladas e com um brilho especial, minhas pernas são um atrativo mortal pra homens fogosos de qualquer idade, principalmente quando eu mesma decido que elas se movam de um jeito sugestivo, que se abram sem ninguém esperar…
A água Também escorre pelas minhas costas retas e imaculadas, até o começo das minhas pernas. Não tenho uma bunda especialmente grande, mas é bem durinha ao toque, perfeita pro meu gosto. E bem na frente… humm, uma das minhas partes favoritas, o que vou dizer… Minha bucetinha tenra, com a qual me divirto tanto sempre que tenho vontade. Sou uma garota de aparência fria e distante, mas essa não é a verdade do meu caráter. Quando eu quero, fico ardente em questão de segundos. Penso muito em sexo, adoro, é minha paixão, e ainda mais poder praticar com esse corpo gostoso. Já me derreti de forma irreprimível diante daqueles poucos que despertaram minha paixão, e eles aproveitaram o privilégio da minha xota depilada. Embora na real, como eu sempre digo, sou eu quem curto esses caras fáceis e quem abandona eles quando bem entendo. Sou assim, uma garota mimada e altiva, mas com os lábios molhados… Não consigo resistir, nem quero. Mas é que adoro provocar os caras, fazer eles pensarem em mim quando a maioria não vai conseguir nada…
Começo a me ensaboar por onde sempre faço, pelos meus peitos volumosos. Eles têm um tamanho perfeito pra fazer um decote lindo que adoro exibir em dias como o daquela festa. A espuma impregna a pele macia dos meus seios, e acaba cobrindo os pequenos mamilos rosados que coroam minhas glândulas. Passo por eles com cuidado especial, curtindo cada centímetro do meu corpo… Enquanto espalho o sabão, também decido tratar com carinho minha vulva. Não acho que hoje vai rolar um encontro sexual, mas quem sabe…
Depois do banho, saio nua com as gotas ainda escorrendo pela minha silhueta. Me enrolo numa toalha verde e me olho no espelho, adoro ver o brilho dos meus olhos, a expressão delicada do meu nariz e da minha boquinha realçada pelas minhas maçãs do rosto, amo meu rosto. Enrolo outra toalha como turbante na cabeça e arrumo o banheiro.
Já decidi o que vou vestir. Depois vem uma boa sessão de cabelo, Vestido e maquiagem. Passo a chapinha uma e outra vez, pra deixar meu cabelo bem liso e ele fluir se ajustando às minhas curvas de mulher quando cair. Não consigo parar de me admirar de tão bem que ficou hoje.
Vou me vestir do jeito que mais gosto: calcinha preta (claro que fio dental!), um short jeans bem curtinho, quase na altura da minha bunda, e uma blusa vermelha que tenho, com um decote de matar. Escolhi também uns sapatos pretos de salto que valorizam minha silhueta… Me olho de novo no espelho e me acho uma gostosa. Um corpo magro, realçado, com as pernas nuas e firmes, e uns peitos que se destacam de longe na minha blusa. O toque final dou depois, curvando os cílios e passando um batom vermelho intenso, de um jeito que meus lábios ficam da mesma cor da blusa.
Foda-se, pego minha bolsa e saio, tô no horário. Eu e minhas amigas combinamos de beber no parque, imagino que outros da turma vão estar por lá. Outra amiga ficou de comprar a bebida pra gente, então tava tudo nos trinques.
Já no parque, algumas amigas já estavam me esperando, outras foram chegando aos poucos. Todas lindas, bem patricinhas, com corpos bons, é assim que a gente é… As bolsas foram largadas do lado das nossas pernas, enquanto sentávamos no banco pra ficar de boa bebendo e rindo.
Minha amiga Clara falou que eu tinha vido muito bem arrumada, que tava muito gatinha… Essa mina nunca teve um corpo bom e sempre elogiava a gente. Mas ela até ficava com caras, e às vezes a gente ria e pensava que ela tinha um quê de bissexual estranho… Agradeci o elogio porque, verdade, mesmo que a noite não me animasse tanto quanto as outras, eu tinha me arrumado muito gostosa essa noite… e tava vestindo um pouco provocante, pra ser sincera.
A conversa fluía no ritmo dos tragos de rum com Booty. As risadas ficavam cada vez mais frequentes conforme o conteúdo das garrafas ia sumindo. Minhas amigas (e por tabela, eu também) começavam a deixar transparecer, na falta de jeito dos olhares e nas línguas enroladas, o cheiro do etanol… Eu mesma também sentia esses efeitos aos poucos, mas tentava disfarçar com minhas gargalhadas no frio daquela noite inesquecível.
O resto dos bancos do parque, e parte do chão, já estava tomado por outros colegas da faculdade. Na real, conhecíamos a grande maioria, porque somos muito fofoqueiras… Especialmente, o que vou te dizer, se os caras são gostosos. Sempre tem uns poucos pela faculdade e a gente já tem eles na mira. Alguns deles estavam ali, quem sabe durante a noite eu me aproximava de um. Eu mordo o lábio de tesão que isso me dá… De me imaginar num carro, de pernas abertas, quicando em cima de um cara qualquer…
O rum Booty estava subindo na minha cabeça a cada minuto. Comecei a falar um monte de merda, mais do que o normal. A Clara riu de mim quando tentei encher um copo que me pediram e derrubei metade do conteúdo da garrafa. Eu ria da minha falta de coordenação, mas ao ver que quase todas as minhas amigas estavam tão bêbadas quanto ou mais, meus problemas se juntaram aos delas. Já nem sei do que a gente falava, a gente tinha começado a beber que nem louca logo de cara, se tentássemos jogar um jogo de beber, ninguém estava em condições de lembrar as regras. A gente ria, tirava foto fazendo palhaçada ao lado da estátua daquele senhor tão importante do parque, falava dos caras gostosos da facul e de alguns que estavam por perto, tão alto que com certeza estavam nos ouvindo…
Resumindo, quando a gente foi pra balada, essa serva aqui já estava o que se diz bem louca. Eu dançava mais do que andava, e não tinha quem me segurasse parada na pista do lugar. Minhas amigas me acalmaram todas juntas, porque disseram que se percebessem que eu estava tão bêbada, ou talvez drogada, não iam me deixar entrar, nem elas. Por um tempo, tentei parecer normal enquanto esperávamos. Nossa vez, embora na cabeça da Flora tudo dançasse a velocidades alucinantes. Que filas enormes que sempre tem no La Perla Negra, uma balada muito famosa aqui, gigante, com três salas e vários bares. É o lugar onde toda a juventude, principalmente universitária, se concentra. Na real, você tá na Booty e conhece quase todo mundo.
O segurança do La Perla Negra nos olhou de cima a baixo. Esses seguranças são meio falsos, tem dia que entramos de graça e outros que nem fodendo. Parecia ser um dia especial porque no final ele deixou a gente passar sem pagar. O olhar dele parou vários minutos em mim. Tive medo de não me deixarem entrar, como elas tinham me falado, mas no final não rolou. Parece que o segurança gostou de mim, hein. De qualquer forma, um negão, um dia desses, bem pago, eu toparia dar uma pegada, por que não?
O La Perla Negra tava lotado pra caralho. E olha que a gente foi pro fundão, mas tava tão cheio de gente que foi difícil achar um espacinho pra nós. Por sorte a gente tava do lado do bar, e todas pedimos mais um drink. Eu dançava sem olhar pra quem, e quando percebi já tinha bebido o copo inteiro e recarreguei. Tava com uma baita bebedeira que a ressaca já tava garantida desde agora.
Nisso a gente tava, nós tão patricinhas tirando uma selfie quando tocaram um hit do nosso DJ favorito. E bem mixado, com muito grave e pouca letra. Aí você se empolga de repente, fica doida e suas amigas te acompanham, e começamos a pular no ritmo dos acordes. E bom, a gente fez a merda. Também acho que não foi culpa exclusivamente minha, mas eu tava bebada igual a qualquer uma.
Começamos a empurrar talvez demais quem tava atrás. Talvez a gente tenha causado um barulho no meio do barulho. Talvez minha amiga Clara tenha dado uma cotovelada num cara e isso fez com que uns copos quebrassem.
Por isso, não demorou pra virem atrás da gente os seguranças.
O primeiro era o mesmo negão da entrada. Eu tava com tanta cachaça na cabeça que não conseguia parar. Sentada, e acho que por isso eu parecia a mais louca, a que mais tinha causado a confusão. Mas sei que ele não me levou por causa disso, que ele quis me levar retida por razões que só podiam ser vistas na minha anatomia. Sou assim, metida, o que vocês querem que eu diga. O segurança me segurava com força pelo braço, me fez dar o copo pra ele e disse que eu teria que segui-lo. Eu protestei, claro, mas não conseguia resistir nem à autoridade dele, muito menos à força dele, ele era umas cabeças mais alto que eu. Perguntei por que nenhuma das minhas amigas vinha comigo, que naquele momento me olhavam com medo, tentando disfarçar o que a gente tinha aprontado ali todas juntas. “Que vadias”, pensei. E nisso, o segurança me deu um empurrão, pra eu começar a andar. Eu andava com dificuldade, com os saltos que estavam acabando com meus pés, desviando de cacos de vidro e pés de outras pessoas que, essas sim, podiam ficar tranquilas na pista de dança. Ir acompanhada pelo segurança mais que visível fazia as multidões se afastarem no nosso caminho enquanto ele me levava pra onde eu achava que era a saída.
Mas algo estranho estava rolando.
O segurança fortão negro que me puxava sem dificuldade não parecia estar me levando pra porta da balada, que ficava no fundo à direita. Ele estava me levando por trás da mesa do DJ, passando pelos banheiros… Um lugar proibido pro público. Imaginei que devia ter uma saída de emergência mais perto ali.
Ele abriu uma porta preta no fundo e saímos num corredor de paredes cinzentas descascadas. Não me parecia que aquilo fosse saída pra lugar nenhum. Mas ele me puxava com força, minha resistência era inútil, mesmo quando tentei falar alguma coisa.
No fundo do corredor, ao lado de uma porta entreaberta, esperavam outros dois seguranças. Eram de aparência bruta, como aquele que me levava. Os dois eram latinos, de pele morena, e bem altos, era impossível não ficar olhando fixamente pro físico deles. Eles não pararam de olhar pro colega e pro que ele arrastava… que era eu. Ei.
Eles sorriram ao me ver, ao ver meu jeito de bebida e desorientada. Mas mais ainda ao ver o decote que eu tava mostrando e minhas pernas bem torneadas. Sem dizer nada, um deles abriu a porta de leve, que rangeu ao deslizar… O espaço lá dentro tava meio iluminado, ainda não dava pra ver o que tinha.
Eu tava paralisada, e tentei dar meia-volta e voltar pelo corredor pra balada. Mas o segurança que tinha me levado até lá me agarrou com força pela cintura e me levantou no ar. E me carregou pra dentro do quarto, enquanto eu gritava e esperneava sem adiantar nada. Os dois parceiros dele entraram também e a porta bateu com um estrondo.
Lembro como meu corpo caiu quase sem vida em cima de algo macio que tinha dentro daquele quarto, fazendo um barulho seco. Quiquei uma vez na superfície que me lembrou um colchão cheio de rugas. Como vi depois, era isso mesmo: uma cama largada e quase destruída, coberta com um lençol cheio de manchas difíceis de identificar. Na minha frente apareceram três figuras enormes: os três seguranças que tinham me trancado ali. Enquanto minha cabeça rodava por causa do álcool vagabundo daquela balada…
Um dos que tinham esperado na porta riu:
— Pô… a gente não costuma comer nenhuma puta que pareça tão decente assim.
Isso confirmou meus medos… nada difíceis de confirmar. Aqueles caras musculosos tinham me escolhido pra me estuprar naquela noite.
Tentei me levantar assim que ouvi isso, mas encontrei a oposição de meia dúzia de braços cheios de bomba que me impediram e me seguraram contra a cama. Me debatia tentando lutar, mas era mais que claro que uma garota magrela como eu pouco podia fazer contra umas bestas de academia. Os braços fortes deles cravaram minha carne contra minhas costas pressionadas, me causando dor… Gritei, algo que não parecia importar nem um pouco pra eles. No fim das contas, Cabo, a gente tava nos fundos da balada, aquele lugar que só esses trabalhadores conheciam.
Me imobilizaram sem esforço nenhum. Um dos seguranças, o negão, tava na minha frente, quase babando ao olhar meu corpo. De repente, como se fosse o desejo mais profundo dele, me agarrou pelo decote da minha blusa e começou a puxar pra mostrar meus peitos. Eu não conseguia mexer meus braços nem minhas pernas, só minha cabeça, fazendo gestos de negação e dando avisos inúteis pra aquele selvagem.
Imagino que eu devia ser uma visão quente demais pra aqueles três caras… Uma mina meio bêbada, uma verdadeira *cock* de balada de salto alto, mostrando peitos e perna até não poder mais… Uma gostosa como eu, deitada na cama, sendo prisioneira daqueles trabalhadores da noite, prontos pra fazer o que quisessem comigo.
Enquanto os botões da minha blusa vermelha iam perdendo a força e revelando minha nudez, a cara do cara que segurava meus braços chegou perto do meu rosto. Era ele que tinha me sequestrado, que me trouxe até aqui. E eu, tentando resistir, tive que encarar não só ele, mas outros quatro braços que anularam meus movimentos… Todos cooperavam pra me despir, e a camisa no fim arrebentou. Rasgaram aquele tecido tão caro, e os botões voaram pra tudo que é lado, me deixando com os peitos de fora. Peitos que eu sempre uso sem sutiã, porque continuam durinhos e perfeitos na minha idade.
Assim que viu eles, a cara dele se iluminou, porque eu já sei muito bem, de todos os caras que já peguei, que meus peitos tão definidos e suculentos despertam as maiores paixões masculinas. Não demorou pra eu sentir as mãos enormes dos latinos, cheias de anéis, encostando na minha pele sensual, e como apertavam sem piedade, me marcando com o frio dos metais contra minha carne quentinha. Eles se deliciavam amassando essas peças perfeitas da natureza que minha mãe me deu, os peitos que todos os caras olhavam babando na faculdade, viraram brinquedo. Sem valor nas mãos desses animais. Me machucavam ao apertar sem piedade, ao beliscar, ao puxar meus pobres mamilos. Eu reclamava em vão, porque sei como eu estava gostosa naqueles momentos. Mas, por outro lado, enquanto os latinos babavam e apalpavam meus peitos, ele queria mais. Sem tirar meus saltos, desabotoou o short e deixou minha calcinha fio-dental à mostra enquanto puxava com força para tirá-lo. Tentei resistir um pouco, também por causa da minha bunda, que era bem grande e difícil de tirar a calça assim. Mas no momento em que os colegas dele viram que eu estava tentando me despir completamente, decidiram dar uma mão e empurraram meu tronco firme contra o colchão para que eu não pudesse me mexer. E a calça jeans desceu pelas coxas, deixando minha calcinha preta como a única peça que ainda me protegia. Um dos latinos, o que parecia mais musculoso, passou a mão por cima da calcinha. Colocou os dedos obscenos sobre a minha coisinha e afundou o tecido para enfiar um dedo. Comecei a gritar desesperada, me sentia tão humilhada… E ele não demorou a fazer um punho, prendendo o tecido da minha calcinha entre os dedos, e puxou para revelar minha buceta. Minha xoxotinha apareceu diante deles, uma rajada tímida. — Olha como as piquitinhas de hoje em dia se depilam… Os três observaram, quando minha calcinha já estava na altura dos joelhos, como eu tinha depilado a buceta e deixado limpinha, sem um pelo, porque minha intenção era transar com um cara gostoso da faculdade… Mas não com eles. Tiraram a calcinha e jogaram no chão cheio de poeira, e eu fiquei completamente nua na frente desses estupradores desconhecidos. Ainda estava com os saltos vermelhos, contrastando com minha pele pálida e bem cuidada com hidratantes e cremes nada baratos. Vermelha de vergonha, tentava fechar as pernas para proteger um pouco minha buceta dos olhares deles, e com as mãos cobrir uma ínfima parte de meus peitos grandes.
Foi, eu sei, me ver dominada e sem roupa que já os agitou por completo. Os três porteiros começaram como loucos a se livrar das roupas, sem nenhuma inibição. Deixaram suas vestimentas para trás, jogando-as no chão junto com minha roupinha sexy quase destruída. O mais adiantado foi o negro, o primeiro a se livrar da camisa do uniforme e da calça. Lembro bem que seu torso era quase invisível na relativa escuridão daquele quarto, mas que sua figura era enorme como a de um touro, com músculos grossos que certificavam que aquele trabalho de porteiro ele realizava com boas aptidões físicas. Nunca, e juro, um dos meus eventuais parceiros de cama tinha tido um corpão daqueles, e não tenho certeza se eu teria desejado. Ele parecia disposto a me partir inteira…
E eu, parecia hipnotizada olhando seu corpo, pois a cueca na qual sua vestimenta havia se reduzido era ameaçadora para mim.
- Essa piranha com certeza nunca levou uma boa piroca preta. Deixem-me mostrar a ela o que está perdendo…
Essas palavras foram ditas pelo negro, que abaixou a cueca para revelar o que havia anunciado. A própria peça íntima já estava bem deformada antes disso, como se seu membro não conseguisse ficar quieto dentro. Horrorizada, contemplei o aparelho que aquele africano guardava entre as pernas. Me pareceu descomunal, assim digo, o que era aquilo? Olha que eu gostava de sexo e já tinha comido umas quantas, mas nunca tinha visto algo que se parecesse com aquilo. Suas dimensões eram extremas, juro. Que peluda era, tinha tanto pelo e era tão comprida e crespa… Já estava bem ereta, em sua plenitude, e era grossa a ponto de ser inacreditável, e tinha um comprimento que quase podia ser comparado ao de seu braço peludo. Grossas veias percorriam sua dimensão, e a glande estava muito inchada. A piroca inteira do negro pulsava de nervosismo, e a cada pulsação parecia crescer um pouco mais. Iam meter aquilo em mim?
O negro nu se aproximou de mim. com uma cara que me assustava. E naquele momento, sem pensar, ele me deu um beijo. Meus lábios perfeitos e cobertos de gloss encostaram naqueles lábios frios e ásperos como lixa. E não era meus lábios que ele queria, mas enfiar, como fez, até o fundo da minha garganta, a língua dele de boi estava me enchendo de cuspe com cheiro de baseado e eu estava me afogando… Saiu da minha boca, e disse:
- Que pedaço de buceta que eu arrumei hoje à noite… - e riu com uma voz estentórea e rouca que me deu uma sensação imensa de desapego.
Começou a acariciar meu corpo sem muito cuidado, porque eu sabia, desde aquele momento, que ele só queria meter e pronto. Gritei, tentei me soltar, estava com medo… Medo como se fosse uma menina, como se as lembranças da minha primeira vez voltassem a ser reais, com o quanto tinha doído… Mas eram três, lá se aproximaram os outros dois latinos, também corpulentos e pelados, com os paus apontando pro teto, pra me segurar pelas coxas e pulsos e impedir qualquer fuga. Então fiquei ali, presa à força, enquanto sentia eles abrirem meus lábios da buceta e meu pretendente preto se jogou em cima de mim.
Foi realmente doloroso pra mim, embora não fosse nem um pouco virgem. Quando o pau do preto foi abrindo caminho na minha buceta, senti como se estivesse me alargando como nunca um sexo masculino tinha feito por dentro. Era tão grosso que era difícil minha buceta aceitar, é como se minha vulva estivesse rasgando, meus tecidos sexuais não aguentavam a pressão que estavam sofrendo…
E essa sensação aumentava quanto mais ele me invadia. Não consegui evitar soltar uns gemidos enquanto ele me deixava bem aberta, especialmente quando senti que a cabeça dele tinha chegado no fundo da minha buceta e me pressionava, causando uma pontada no fim da minha intimidade.
Meu canal vaginal pulsava nervoso, como se estivesse à beira de um grande perigo com aquele pênis espetacular ancorado em mim. Tremendo de dor, olhei pra minha pubis pra ver como aquele ogro tinha me penetrado de forma tão brutal. Minha buceta apertada estava empalada por aquele pau grosso que com esforço ele tinha conseguido enfiar até o fundo. Mal sobravam uns centímetros pra fora da minha virilha e ele continuava empurrando contra meu canal pra enterrá-los, me machucando… A mata espessa de pelos dele batia contra meu pubis branco e depilado, e eu sentia os dois testículos enormes dele batendo na minha xota.
Não sabia o que era pior: a dor da estocada latejando dentro de mim, ou o fato de não ter nenhuma proteção no meio. Tão acostumada a sempre exigir camisinha, eu nunca tomei a pílula… Talvez agora fosse a hora que eu mais precisasse.
E minhas pernas, abertas ali, aguentando cada estocada que ele logo começou a me dar. Nunca tinham me aberto assim, com tão pouca delicadeza. Aquele preto era uma criatura selvagem que investia contra minha intimidade dolorida sem piedade. A cada empurrão, eu sentia que ele estava me fazendo um dano tremendo, que era anatomicamente impossível ele entrar inteiro, mas ele empurrava e me despedaçava até conseguir, entre tanta e tanta foda. Ele me manuseava como bem queria, minha bucetinha era a casa dele, assim como tinha sido a de tantas putinhas brancas que tinham passado pelas garras dele. E cada empurrão me fazia sentir não só a dureza exagerada do pau dele, mas também o calor abrasador que estava me queimando por dentro.
Mas era tão gostoso…
Sim, é isso que eu digo, Flora. Era tão gostoso. Ele estava me montando e poderia ter destruído a buceta de qualquer uma daquele jeito, e possivelmente a minha também. Mas ele estava me deixando louca, sem sentido. Porra, como ele enfiava o pau até o fundo, com que ritmo… Dava pra ver aquelas horas de academia, aquela força de caçador que quer fazer o serviço direito e não solta a presa. E a presa era eu, nem compatível com a constituição dele, nem com a bravura nem com a idade, mas ele estava me fodendo bem fodida, que é o que importa. Toda mulher precisa e nem sempre encontra. Ali, ali estava eu, a buceta bem aberta, com o púbis levantado pra encaixar todas as porradas dele e me contorcendo de prazer a cada impacto que aquele míssil dava dentro de mim. Eu tava derretendo aos poucos, sentindo um calor tão gostoso no meio do açoite sem fim que o pau dele dava, rasgando o meu… Completamente alucinado, enquanto metia brutalmente na minha xota judiada, eu ouvi uns bufos enormes que o negão soltava enquanto me empurrava cada vez com mais força. E depois de sentir o calor que o ferro dele, ardendo, cravava na minha intimidade, em pânico, comecei a tentar resistir pra ele não dar a descarga final. Mas meu corpinho frágil não conseguia lutar contra aquela montanha escura que me possuía… Em questão de segundos, o negão anunciou gritando que ia gozar. — Não! Não, por favor, isso não, nãooooo! — eu falei com uma agonia danada. Só de me imaginar grávida aos dezenove anos era uma imagem que não combinava comigo. Achava que isso só podia acontecer com gente como a putinha da minha sala, que aos dezesseis já tinha uma barriga enorme e largou o colégio. Eu não queria porra assim, ainda mais vindo daquela situação. Chutei pra resistir, gritei que nem uma louca. O negão enorme agarrou minhas nádegas com as mãos e aproveitou pra enterrar o pau fervendo no fundo da minha buceta. Quase machucando meu útero, o tronco duro e desafiador dele deformava minha xota enquanto meu dono gritava, tomado pelo tesão mais intenso. E sim, da ponta do membro preto dele começaram a sair uns jorros grossos de porra que me molharam toda. Na minha vida, não lembro de uma gozada tão forte dentro de mim, com tanta quantidade de esperma… Parecia pelo menos um litro que aquele selvagem tava ejaculando, rios de substância branca e espessa sendo disparados sem piedade no fundo do meu útero… Eu gemi, em parte de prazer, admito, mas também porque tava enchendo até o topo aquele animal que não parava de gozar, porque a semente quente dele tava irritando minha feminilidade, porque o baita bruto continuava me empurrando pra descarregar toda a masculinidade dele em mim.
Já saturada, porque juro e deixo registrado que a descarga dele não cabia mais nem no útero nem na buceta, e acho que já tava molhando minhas trompas até os próprios ovários, tava realmente assustada de ter sido inseminada daquele jeito.
Depois de uns últimos jatos que já não cabiam em mim, parece que o homem terminou o orgasmo dele e caiu exausto em cima de mim. Senti o peso dele esmagando minhas costelas, e a dureza do pau dele que ainda não tinha saído de dentro de mim, meu púbis molhado por dentro me fazia parecer mais pesada. Empurrei pra afastar o negão de cima de mim, ou pelo menos pra tirar o sexo dele da minha rachinha machucada, mas o pau dele tava entalado em mim e eu não conseguia tirar o negão, que tinha se empenhado em não se mexer. Depois do que acho que foram 5 minutos, depois de sofrer com o líquido ainda fazendo cócegas e me engravidando por dentro, o pau dele começou a perder dureza e volume, e lentamente foi deixando mais espaço na minha buceta. Senti como o mar de sêmen começava a escorrer pelo meu sexo apertado, molhando o dele, e se aproximava dos meus lábios externos. Ao sentir isso, ele também decidiu se afastar, e fixou o olhar ansioso na minha entreperna. Deitado no meu joelho, eles tinham uma boa visão do que tava rolando ali. Ele e os outros dois porteiros.
Eu, com o cabelo completamente bagunçado, jazia sem forças na cama. Escarrapachada como tava depois do coito brutal com aquele garanhão negro, senti minha buceta evacuar quantidades nada desprezíveis daquela creme esbranquiçada. Eles puderam ver como meu sexo pulsava, e a cada pulsação saíam jatos densos de esperma depositado dentro de mim, que se amontoavam na pele dos meus lábios externos rosados e se derramavam de forma obscena e desordenada, como uma cachoeira branca que custa a avançar. Caía o regueiro sobre a lençol sujo cheio de umidade e manchas que eu não ousava decifrar, o esperma com que aquele negro me encheu escorria da minha buceta e se juntava à contribuição de quantas garotas mais tivessem caído nas mãos dele. Sentia que, apesar de estar derramando uma quantidade enorme de porra, ainda me sobrava uma boa reserva dentro de mim, dado o imensurável da gozada dele. O espetáculo se estampava perfeitamente nos rostos dos três porteiros.
Mas não só neles, demorei pra perceber que os outros dois estavam batendo punheta com força, e pelo visto já fazia um tempão, durante toda a transa que o negro e eu tínhamos tido antes. Já se ouviam claramente uns bufos agudos que um deles soltava. Se adiantando na minha direção, mais precisamente, pro meu rosto, ele colocou a pica monstruosa dele na minha cara enquanto mexia a mão quase que convulsivamente. Era um latino, o menos forte fisicamente dos dois, embora isso não significasse lá pouca coisa. Decidi me sentar, sem saber bem o que fazer, fiquei sentada na cama, ainda minha buceta ardia…
De repente, um jato saiu do pau dele e aterrissou na minha cara. Continuou por vários segundos, uma chuva de jorros caudalosos de esperma que batiam nas minhas bochechas e nos meus olhos fechados e escorriam pra baixo.
A temperatura da masculinidade dele ardia no meu rosto maquiado, e a cada gota eu me sentia inundada por um líquido que nunca tinha conhecido em tanta quantidade… As enxurradas de porra cobriam meus lábios e meu queixo, e já algumas gotas caíam manchando meus peitos com uma assinatura gostosa e excitante.
Abri os olhos com dificuldade, porque o esperma tinha grudado nos meus cílios… Depois dessa visão leitosa pude ver a alegria desse porteiro latino depois de ter gozado na minha cara. Eu devia estar dando uma imagem completamente safada, pena não poder me ver. Porque sim, acho que teria adorado poder ver minha cara gozada…
Do lado do porteiro que tinha finalizado a A faena, o outro continuava batendo uma bronha, imaginando que ia acabar gozando em mim igual ao parceiro dele. Mas eu me surpreendia com a resistência dele, porque já devia estar se masturbando há um tempão. Se tinha começado junto com o outro, que também demorou pra caralho antes de gozar, ele não devia estar prestes a gozar também?
Logo vi que não, que pelo menos não era essa a intenção dele. Esse último porteiro também era de origem latina, com a pele bem morena e o rosto marcado por uma pele áspera. Tinha a cabeça raspada e uma suástica gigantesca tatuada no peito. Tudo isso tava me dando um medo interno difícil de esconder, pra ser sincera: uma mina, ainda mais uma patricinha de classe alta como eu, não se vê na frente de caras assim com frequência, e muito menos pelada...
Ele parou a meio metro de mim, observando a porra escorrendo devagar pela minha pele, quase como se pudesse medir a temperatura que tava, como deixava de estar morna pra esfriar na minha pele perfeita... Me intimidava com o olhar fixo, frio. Sem mostrar nenhuma emoção, olhou pra minha buceta, onde ainda escorria um jato de porra que molhava minha virilha... O latino neonazista me encarou, e eu soube sem dúvida que o jogo continuava, e que agora continuava com ele, que eu não podia escapar dali. Um arrepio me percorreu ao lembrar da foda com o preto, que tinha me deixado quase acabada, que tinha sido o sexo mais pesado que eu, Flora Coslada, já tinha levado.
Mas a Flora Coslada, há algumas horas rainha das patricinhas da universidade e inalcançável pra maioria dos caras, tinha gostado daquilo... Senti que uma nova Flora tinha nascido desde que recebi aquela injeção de esperma do preto poderoso. E a nova Flora tava olhando pro neonazista entre o medo e a excitação mais surpreendente.
A Flora que eu não esperava foi a que se ajoelhou, olhou desafiadora nos olhos escuros do latino, e amoleceu a expressão, enquanto passava uma Mão suave pelo meu corpo. Com esse gesto, eu mesma indiquei pro moreno perigoso que tava à disposição dele, e que eu tava exultante, que por favor não demorasse…
Isso pareceu comover o neonazi impotente. Sem largar a pica, deu uma ordem pros dois companheiros dele me segurarem. Na hora, senti os braços musculosos do preto que tinha me fodido e do latino que gozou na minha cara me agarrando pelos braços e ombros, e me viraram pra ficar de bruços, com a cara esfregada no colchão. Doeu um pouco por dentro pensar que agora que eu queria me deliciar com o sexo, agora que eu, acesa pela libido, oferecia meu corpo, meu garanhão não queria saber de nada e preferia continuar me tomando à força. E senti me agarrarem pelas cadeiras, erguendo elas bem acima do meu tronco. Me senti naquela hora uma boneca nas mãos daqueles impiedosos, mas uma boneca gostosa e desejosa do que tava prestes a rolar. Porque eu sabia.
Sabia que aquele cuzão não queria meter a pica no buraco que tava transbordando de porra, ele apontou direto pro meu cu. Eu, nervosa pra caralho, não consegui evitar um espasmo pelo corpo todo, porque apesar da minha submissão totalmente consentida, eu tava diante de algo novo. Nunca ninguém tinha ousado nem me propor meter por trás, minha bunda se mantém totalmente virgem, e sempre cuidei pra que fosse assim. Mas naquele momento… Não me importava de dar minha virgindade anal, o mais sagrado que ainda me restava, nem que fosse pra aquele sujeito de aparência tão nojenta.
Com timidez, entre a queda do meu cabelo sobre os ombros, conseguia ver de quatro o que tava rolando atrás de mim. Via a palidez da minha pele contrastando com a pele morena do latino, via a suástica dele despontando por cima das minhas nádegas e vi a pica enorme dele: do tamanho da do preto, com uma certa falta de higiene, bem dura e cheia de veias grossas por todo lado. tronco, e com pelos grossos e crespos que cobriam os grandes e pesados testíbooties. Essa foi a última imagem que tive do pau dele antes de ficar escondido da minha vista quando começou a cutucar entre minhas nádegas. E sim, eu sentia aquela cabeçona enorme batendo na carne fina das minhas nádegas perfeitas, minhas carnes inchadas começaram a se deformar desde o momento em que a ponta daquele pinto tocou e começou a entrar sem hesitação no meu buraco de cima. Tesa, minhas mãos se crisparam com mais força e agarraram os lençóis como se pudessem rasgá-los, senti minha boca se abrir como reflexo para gritar… E eu só queria saber mais e mais. A rola começou a entrar onde não parecia possível, minha carne apertada reclamava, mas o neonazista não hesitava e me enfiava firme no seu propósito. Os centímetros dele, a grossura do tronco foram se infiltrando no fundo do meu cu. Sentia como se minha alma estivesse se partindo, como se da minha garganta saíssem berros enquanto ele me penetrava sem nenhum cuidado, as lágrimas molhavam meus olhos se misturando com o esperma já quase seco enquanto meu cu se abria com dor. O pobre rabo de uma adolescente despreparada, como eu era, se ressentia, quase dava pra ver que por dentro criava feridas sangrando e um sofrimento intenso, mas eu, no meio da minha ansiedade, resistia estoicamente porque queria vê-lo pleno, cheio dentro de mim. E assim ele meteu, quando já tinha confiança de ter feito um buraco custoso dentro do meu recinto virgem, deu um empurrão monstruoso para enfiar até o fundo de mim. E aí sim eu gritei e chorei como uma verdadeira menina, porque a dor era insuportável, me sentia a maior puta do bairro, a garota mais desprezível que já conheci na vida, a mais suja, com a rola do neonazista fortão cravada até o fundo do meu cu…
E Deus… Como eu tinha ficado com tesão! Minha buceta voltava a pulsar com uma força inédita…
O neonazista, ajoelhado contra meu cu, começou um bombardeio cruel contra mim. O pau dele estava preso entre minhas carnes, mas ele fazia todo o esforço possível para se soltar, para arrastar e roçar de novo meus músculos internos e enfiar o pênis de volta dentro de mim. E depois de um tempo, ele me batia como um objeto inerte, a mim, que tinha desflorado meu cu e provavelmente o tinha destruído para sempre com sua intromissão violenta. Eu me mexia, levada pelo ritmo dele, quicando no colchão nojento, enquanto ele entrava e saía do meu cu uma e outra vez, com muita força. Sentia que ele estava muito, muito duro, e o contato em cada golpe criava um eco enorme que se espalhava por todos os meus nervos. O neonazista, visivelmente contente, pois dava até pra ouvir sua risada sádica, começou a me açoitar com uma das mãos, deixando sua marca dura na minha bela carne, enquanto com a outra mão me segurava firme pela cintura para continuar me comendo. Mas apesar da brutalidade, da destruição que cada golpe e cada penetração causava nas minhas entranhas intestinais, eu percebia que algo estava me agradando cada vez mais, já falei, era a pulsação da minha bucetinha cheia de porra até em cima… E essa sensação de calor interno era compartilhada pelo meu cu dolorido, eu me sentia mais plena do que nunca… Meus gemidos de dor começaram a virar quase silêncio, para depois se transformarem em uma cumplicidade clara. E foi assim que eu mesma, quase paralisada, tirei força de onde não tinha para acompanhar o ritmo das penetrações dele, para fazer com que a força com que o neonazista me empurrava fosse aproveitada ao máximo para que ele metesse o mais fundo possível, para que a pélvis peluda dele batesse bem forte contra minhas nádegas açoitadas. Eu, Flora, estava contribuindo para que me fodessem o cu de forma perfeita. Eu estava completamente dolorida com a lixa que o rabo dele entalado no meu cu estava causando, mas queria mais e mais… Com nenhum dos meus rolos eu tinha experimentado tanta paixão no ato sexual. Nesse ponto, eu já não gemia mais, Gemiava de prazer a cada contato, minhas mãos me faziam cavalgar a cama como se eu fosse a dona do navio, e minha cara olhava desafiadora pros dois porteiros que curtiam minha sodomia. Eu tinha crescido, me sentia finalmente liberta enquanto me arrombavam o cu.
As estocadas, graças à minha sintonia com os movimentos deles, começavam a ficar cada vez mais impiedosas, cada vez mais eles jogavam o peso em cima de mim. Eu ouvia ele ofegar, ele pegava meus peitinhos entre as mãos e os apertava a cada empurrão que me dava, o que fazia meu prazer se misturar deliciosamente entre meus seios e minha entreperna, eu me sentia cada vez mais no céu. O filho da puta cuspiu na minha nuca e a saliva escorreu pelo meu cabelo liso, ele começou a me chamar de tudo (lembro que ele falou várias vezes "foxy!" e "cock slut!", e eu disse que sim, podia me chamar assim), e os dedos hercúleos dele já apertavam meus peitos com tanta pressão que estavam me marcando enquanto eu gritava e sentia as sensações típicas de uma mulher no cio. Sentia, de novo, aquele calor que começava a derreter na minha buceta, que me molhava a jatos, que meu fluido feminino lavava minha cavidade já fertilizada com o esperma do negão enquanto eu experimentava o início de um orgasmo bestial… Sim, eu perdi o controle, e dava pra ver claramente, acho que até dava pra ouvir no bar inteiro, mesmo a gente estando nos fundos, que todos os caras e minas da balada podiam ouvir meu êxtase e meus gritos de puta quando eu gozava. E tomara que tivessem aparecido na porta, naquele quarto imundo, pra me ver e nunca esquecer o melhor dos meus orgasmos.
Isso, claro, também foi percebido pelo meu amante neonazista, e acho que foi o estopim pra gozada dele. Me ver, uma mina tão gostosa, bonitinha e comportada, me derretendo de prazer enquanto levava no cu, deu o sinal verde pra ele gozar. E depois de uma série de estocadas que me deixaram sem fôlego, que marcaram meu interior com a marca indelével do contorno daquele pau enorme, decidi apertar até o fundo do meu cu, e de mim como pessoa enquanto ele cravava o púbis no colchão e se jogava selvagemente nas minhas costas. E é aí que lembro que explodiu. Dentro de mim. Derramou aquela camada grossa e densa de esperma, em jorros potentes e bem carregados, senti o sêmen sendo violentamente expelido e encharcando minha carne machucada, como aquela porra nojenta de tom amarelado e viscoso enchia meu cu por dentro sem parar, e como eu queria que não acabasse. E demorou pra acabar, vários jatos ainda saíram daquele pau pra encher meu cu de esperma até parecer que não cabia mais, e ele tirou o membro ainda gotejando de dentro de mim. Eu deitada, acabada, senti ele pegar minha cara, e caíram do céu as últimas gotas que o aparelho sexual dele ainda ordenhava. A porra manchou de novo meus lábios, minhas pálpebras e minha testa, parte da franja enquanto eu, desejosa, chupava aquele membro divino pra saborear até o último resquício de gosto de homem. Ele sorria, e eu fazia a maior cara de puta que já imaginei enquanto meu cu ardia e ia sarando com o bálsamo do esperma dele, enquanto tinha a bucetinha encharcada de sêmen e sucos, e praticamente o rosto todo coberto de mais porra masculina. E senti os três homens me olhando, a mim, que tinha me rebaixado, e que de pau já não tinha nem o cabelo liso de tão grudento. Me observavam, coberta de branco naquela cama do desejo, enquanto eu aspirava grandes baforadas de ar pra acalmar o calor intenso que inflamava meu corpo, e de vez em quando passava a mão na minha boceta, no meu cu pra pegar mais daquela bacanal de lava branca que me percorria e meter na boca…
Eles, eu sabia, não tinham terminado. E eu, também não.
Rapidamente os paus deles estavam ficando bem duros. E eu, a nova Flora Coslada, peguei uma garrafa que estava jogada no chão enquanto não parava de olhar pra eles, destampada e dei um gole longo de uísque. Pêlo, algo que sempre me fazia tossir, mas não daquela vez. Enquanto sentia os vapores do álcool me entorpecer de novo e me deixar mais dócil, me deitei de pernas abertas na cama, tirei meu cabelo de forma sensual e deixei cair para o lado, sobre minha pele branca e apetitosa, enquanto com um dedo provocava aqueles predadores sexuais a virem de novo me pegar…
E imaginem, de novo, como aqueles seguranças de balada estrangeiros, violentos e de vida bandida, com músculos inchados de anabolizantes e com seus pauzões gigantescos, duros e de grande capacidade de gozar, se aproximavam de mim com a intenção de me dar a foda da minha vida de novo, e todas as que fossem necessárias até de manhã bem entrada. E como vocês poderiam me ver, aquela menina de dezenove anos, aquela patricinha malandra e gostosa, de traços tão doces… como vocês poderiam me ver jogada naquele lençol sujo e naquele ambiente depravado, completamente nua, com o esperma ainda molhado na minha pele e nos meus buracos, e com a língua lambendo meus lábios com gloss, absolutamente louca pra que me arrombassem de novo…
2 comentários - Flora, el capricho de los porteros de la discoteca