Viagem a Monte Grande pra conhecer a Yoli

Olá, como de costume, nas minhas andanças pelo chat, conheci a Yoli, uma mulher de Monte Grande, casada, igualzinho eu. Batendo papo, a gente se deu bem e, sem muita enrolação, por causa das nossas situações e da confiança que sentimos uma pela outra, trocamos números de celular. Ficamos nos mandando mensagens por uma semana e combinamos de nos encontrar pra um encontro rápido e ver se rolava continuar ou se era só aquela vez.

Fui buscá-la na estrada de cintura, meio longe de casa, e saímos sem rumo no carro, enquanto falávamos das nossas coisas e vidas. Sabíamos que tudo ia rolar naquele momento. Paramos perto do Dellepiane, e, pra minha surpresa e alegria, ela se jogou no meu short, puxou meu pau pra fora e começou a esfregar com a mão. Ela estava com os lábios pintados de um vermelho intenso, e, claro, já no banco de trás, ela mesma foi tirando meu short e se dedicou a lamber cada parte do meu pau, saco e até meu cu.

Foi algo totalmente novo. Eu não queria que ela fizesse nada, só ela queria ter o controle da situação, lambendo meu pau, e foi exatamente assim. Ela não chupava, só lambia. Tanto meu pau quanto minhas bolas, ela não colocava na boca, não queria fazer isso, mesmo eu pedindo. Só lambia como uma gatinha, mas com uma dedicação admirável (me fez lembrar de quando eu passo minha língua numa buceta, sem esperar nada da outra pessoa, mas dessa vez ela não deixou, hehehe) e muito foco na cabecinha, dizendo que era o que ela mais gostava.

Na minha mente, estava a adrenalina da situação e o medo, porque nunca tinha ficado pelado no carro por completo, e pensar que alguém podia aparecer, não daria tempo de me vestir nem nada. Mas ela queria me ver totalmente assim, não dava pra recusar uma atitude de geisha dessas. Depois de lamber e balançar bem devagar meu pau, ela começou a pedir... — Me dá o leite —, essa atitude me deixou louco. Já conheci mulheres lindas (e digo lindas pela atitude e vontade de curtir sem complicar), mas alguém parecido comigo, que sabe fazer oral e depois não te fazer gozar era surpreendente, hahahaha. Explodi na sua boca, parte caiu na minha barriga e ela, com a língua, se dedicou a lamber o pouco que tinha caído da boca dela em mim. Um verdadeiro prazer ter conhecido ela. A gente se deu uns minutos, muito poucos, acho que 2 ou 3 minutos, e ela disse: "Notei que você não broxou..." Eu falei: "Na verdade, geralmente preciso de uns minutos a mais, mas a adrenalina da situação e sua atitude me dominaram", e ela respondeu... se jogando de novo pra chupar (LAMBER, não chupava, ela lambia e mal colocava a cabeça na boca) e depois de um trabalho duro entre a língua dela nas minhas bolas, no pau e umas agitadas curtas na cabecinha, saiu um segundo jato, e ela disse: "Nunca vi sair tanta porra de um homem" (às vezes as mulheres mentem pra fazer a gente se sentir o máximo, hahahahaha, mas posso jurar que naquele momento até eu me surpreendi com a quantidade que saiu na segunda vez, talvez por estar há 4 dias sem sexo, hahahahaha, será por isso?). A hora já tinha avançado e eu já precisava voltar, pensava isso na minha cabeça, mas não podia ir embora sem ter feito nada com ela, mas também pensava: "a terceira vai demorar..." Não precisou, ela disse: "Vamos, já deu por essa primeira vez, além disso já é tarde e senão vou ter problemas em casa", mas me avisou: "Na próxima... você vai ter que fazer tudo, a bunda pequena se quiser, também!!!". No próximo relato, conto o segundo encontro. Abraços.

4 comentários - Viagem a Monte Grande pra conhecer a Yoli

gubas
Muy bueno,decime en que pagina la conociste