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Compêndio IUma das coisas mais complicadas desse trampo é perder os momentos importantes.
Ontem à noite recebi a ligação de sempre da Marisol, mas mais cedo e ela chorando.
"Amor, nossa pequena tá andando!"
Fiquei sem palavras.
A safada podia ter esperado pra surpreender a mãe no Dia das Mães. Mas não: resolveu andar bem quando eu não tava.
"Tava eu e a Lizzie brincando com ela, igual você faz, e ela andou até a Lizzie!"
A brincadeira que faço com as pequenas é a mesma que muitos pais devem fazer: colocar a pequenininha em pé e mandar ela ir ver outro parente.
"E dessa vez, você não empurrou ela?" perguntei.
"Como é que você pensa uma coisa dessas?" respondeu Marisol, toda brava.
Porque essa mesma menina tava quase aprendendo a andar um mês atrás. Mas como eu não tava e a Marisol queria que eu visse pessoalmente, minha esposa empurrava ela pra sentar.
Claro, minha pequenininha ficou meio confusa com a mamãe e perdeu um pouco da confiança pra fazer isso, sem falar que todo o progresso que ela tinha feito foi pro ralo (porque daí em diante, ela só ficava de pé e sentava, sem coragem de andar).
Fiquei meio puto com minha esposa e pedi pra ela não fazer mais isso. É normal, acontece com pais de primeira viagem, especialmente na minha condição de trabalho. Mas que se algo assim acontecesse (aprender a andar ou falar as primeiras palavras), que ela não se preocupasse, porque eu me contentava em ver depois ou, no pior dos casos, na gravação do sistema de segurança.
Além disso, tem minha gordinha linda, que ainda não consegue ficar em pé por muito tempo, mas já quase fala "mamãe".
"Tô com muita saudade de você!" disse meu rouxinol, ainda emocionada.
"Eu também!" respondi, sentindo a mesma vontade de voltar pra perto dela.
"Trata ela bem! Não seja tão bruto!" ela se despediu de mim, sorrindo com lágrimas no rosto.
"Vou tentar!" respondi "E você, não exagera!".
E a Hannah saiu do banheiro, secando o cabelo depois do chuveiro. do trabalho.
“O que aconteceu?” ela me perguntou, ao me ver tão abatido.
“Minha filhinha… aprendeu a andar…”
Ela se preocupou.
“Deixa eu secar bem o cabelo!... Marco, não!”
Tentou se soltar, mas não conseguiu. Ela ria enquanto eu a sequestrava pelo braço até a cama.
Eu a beijava, envolvendo-a com meus braços.
Seus cabelos loiros estavam mornos e molhados, mas eu não ligava em acariciá-la. Ela ainda resistia, mas sabia que era uma batalha perdida.
Me olhava com seus enormes e brilhantes olhos azuis e um sorriso safado, sabendo que não ia escapar.
Precisava de uma mulher ao meu lado. Com a Marisol, me acostumei a celebrar esse tipo de acontecimento transando até cansar, e eu sabia que minha esposa se trancaria no nosso quarto, pegaria seu “ovinho das respostas”, colocaria na potência máxima e se masturbaria pensando em mim, do mesmo jeito que eu transaria com a Hannah, até não aguentar mais.
“Acho… que também não vamos jantar…” ela exclamou, ao ver que eu desabotoava a camiseta dela e ia beijando sua cintura, sua barriga e seus peitos, lambendo com tesão.
Eu enfiava os dedos no meio da calcinha fio dental dela, bisbilhotando pela abertura, arrancando gemidos profundos enquanto meus dedos se enchiam de seus sucos viscosos.
“Se acalma, Marco! Pelo amor de Deus!” ela pedia, tentando manter o controle, preocupada, enquanto eu desabotoava minhas calças com impaciência.
Ao me ver ereto, ela sorriu nervosa.
“Aiii… Meu Deeeeus!” ela exclamou, num gemido longo e prolongado, digno de uma estrela pornô se encomendando à divindade, enquanto eu ia enfiando e alargando seus lábios, aguentando a sensação com um abraço forte e uma respiração ofegante.
“Só se acalma!... Só se acalma!” a Hannah pedia, enquanto eu a empurrava com violência, tentando fazer com que ela me olhasse nos olhos.
Eu a fazia quicar na cama. Não conseguia evitar. Tava quente demais.
No começo, ela ficava irritada por eu ficar assim só porque a Marisol tinha ido bem numa prova. Sem No entanto, quando expliquei que não podia comemorar com minha mulher e vi que ela estava muito mais afetada do que o normal, ela tentava se controlar.
— Se acalma!... ahhh... Você vai me quebrar inteira!...
Eu passava a mão nela sem controle: apertava os peitos dela. Esticava. Chupava com força. Apertava os bicos e ela, gemendo no frenesi.
Beijava ela com paixão, do mesmo jeito que beijo minha Marisol. Ela sabia que naquela noite não ia falar com o marido bundão dela e que ia dar o love até cansar, sem ligar se eu gozava ou não.
— Vamos, Marco!... Solta minha bunda... por favor!... Aaah... Você não pode estar... mais fundo!... e ainda sou sua garota... — ela pedia, já com uns 3 ou 4 orgasmos nas costas.
Mas eu não conseguia parar. Me sentia um touro de verdade naquela hora e só pensava em agarrar a rabeta majestosa dela, beijar o pescoço e as orelhas, que são os pontos fracos dela, e meter o mais fundo possível.
Ela gemia e tentava me afastar, mas minhas mãos e os próprios movimentos da cintura dela a mantinham presa à minha vontade.
Na real, tentei lembrar se ela tinha tomado o remédio naquele dia. Mas, no fundo, pouco me importava naquela hora.
— Ahhh, isso!... Ahhh, isso!... Se acalma, menino bobo!... Se acalma!... Você tá comigo!... Ahh!... Me dá!... Me dá!... Isso!... Aíiiii!... Ahhhhh!... — ela gritava, sorrindo, ao sentir eu gozar dentro dela.
O torso nu dela e os peitinhos pequenos estavam bem durinhos e cheios de tesão. Pra ela, aquilo já bastava.
Mas pra mim...
— Marco!... Você quer... mais? — ela exclamou, surpresa ao ver que a gente nem esperava se desgrudar e eu virava ela, pra ficar por cima.
— Desculpa, mas não é suficiente! — falei, segurando ela pela cintura.
De novo, ela começou a gemer e aguentar o movimento que eu forçava, se enchendo de prazer.
Ela se apoiava na minha cintura, aguentando como podia o vai-e-vem bruto que minhas... Braços na cintura dela.
Mas foram os próprios quadris dela, tomados pelo desejo, que começaram a se mexer sem parar, sentindo orgasmos seguidos, querendo que eu gozasse dentro dela.
Ela se erguia majestosa, com os cabelos se sacudindo loucamente, enquanto eu continuava apertando os peitos dela.
“Assim mesmo!... Assim mesmo!... Aí!... Aí!... Ahh!... Não para!... Não para!...” ela gritava pras quatro paredes, quando eu mal tinha chegado na metade.
De algum jeito, ela roçava o “ponto G” dela e não parava de cavalgar, cada vez mais rápido.
Eu imaginava o que os outros que saíam da pensão estariam pensando.
Era óbvio que Hannah e eu estávamos transando, mas já tinham passado 2 horas (eram 10:15 no relógio do celular) e Hannah continuava gritando daquele jeito.
Sei que uma boa parte desce pro povoado pra comer puta, mas e os outros? Será que tavam ouvindo a gente?
“Chega!... Chega!... Tô morta, Marco!... Me deixa descansar!...” ela pedia, exausta e ofegante, quando eu gozei pela segunda vez dentro dela.
Eu acariciei ela e deixei que se deitasse em cima de mim. Segurava ela pela cintura, enquanto ela se acalmava ouvindo minha respiração.
Ela tava suada e emocionada. Eu tinha arrancado lágrimas de satisfação dela. Cobri ela com o lençol fino, pra não ficar descoberta, enquanto o ar do quarto ficava pesado e quente, com um cheiro forte de sexo, shampoo e sabonete.
Mas quando consegui me afastar, vi que não tava satisfeito. Ainda tava duro e, pior: faminto pra meter de novo.
“Só fica aí! Eu faço tudo!” falei, puxando a cintura dela até a beirada da cama.
“Não, Marco! Não aguento mais! Tô muito cansada!” ela pedia, quase chorando de novo.
Mas eu sabia que se não metesse, ia ficar louco. Já tentei bater uma (algo que Marisol me proíbe, porque acha que é “desperdício de porra”), tomar banho gelado e, no geral, todas As coisas que eu fazia quando era solteiro.
Mas nada adiantava.
“Ohhh… Gooood!” de novo, ao sentir que eu não cansava e continuava tão violento quanto antes.
Ela grunhia e gemia, se firmando no lençol pra aguentar minhas investidas, enquanto eu comia ela de quatro.
Chorava de prazer e sentia a fonte dela escorrer entre minhas pernas, enquanto seus lindos e leitosos quadris se esticavam, como se entregasse o corpo mais uma vez.
Os peitos dela, durinhos e excitados, nem sentiam mais os beliscões e apalpões, depois dos apertões que já tinham levado.
A única coisa que eu pensava era em como me sentia feliz pela minha menininha: Todas aquelas horas de esforço e sacrifício tinham valido a pena e agora, ela tinha crescido um pouco mais.
Se o que vocês leram já não pareceu estranho o bastante, confesso que naqueles momentos em que eu metia bem forte na Hannah, eu chorava de felicidade.
Pra finalizar o delicioso martírio dela, desabei sobre o corpo da Hannah um pouquinho antes da meia-noite.
Imobilizada pelo meu peso, ela ria.
“Seu bobo, meu corpo tá doendo!” reclamava ela, enquanto eu me deitava ao lado dela e ela não parava de me beijar.
“Desculpa!” falei, arrependido, mas ela riu mais ainda.
“Não precisa se desculpar! Já te falei que sou sua garota e se quiser fazer comigo, é só falar e pronto. O que me faz rir é que antes de te conhecer, nunca tinha transado até cansar.” Disse ela, pegando no meu pau debaixo dos lençóis.
“Nem com seu marido?”
Ela riu, toda safada. Tava com vontade de mais e sabia que eu podia dar mais…
“Nem com meu marido… e você fica assim, porque sua filhinha aprendeu a andar.” Respondeu ela, acariciando ele suavemente, pra esquentar. “Tô pensando que desculpa vou dar pro Tom amanhã!”
“Desculpa?” perguntei, enquanto ela me beijava com paixão.
“É. Porque você ainda quer mais, seu menino safado!” respondeu, apertando a cabecinha.
“Bom… a Marisol sempre me deixa gozar atrás…”
Ela riu e virou de costas.
“Coitado do seu esposa!... às vezes, me dá pena que ela tenha que aguentar um marido como você…”
“Como eu?” perguntei, enquanto enfiava a pontinha na bunda dela.
“Claro! Ela deve viver dolorida… mas com um sorriso enorme…”
Na real, é verdade. Mas nunca pensei que minha esposa sorrisse porque eu sei satisfazer ela bem.
Brincamos até uma e meia. No máximo, dormimos 4 horas.
Os dois amanhecemos com o corpo pesado e ela, bem dolorida, mas com um sorriso radiante e, sinceramente, não sei se vai ter ânimo pra me levar pra inspeção daqui a pouco.Post seguinte
4 comentários - Sete por Sete (95): Minha gostosinha andou...