Nessa ocasião, minha esposa fez uma viagem com as irmãs dela e ficamos sozinhos em casa: eu e minha enteada de 16 anos. Quando voltei do trabalho, encontrei ela de minishorts, camiseta sem manga e sem sutiã, tomando uma cerveja. No começo, fiquei puto por ela estar bebendo sem minha permissão, mas ela disse que estava meio triste porque tinha terminado com o namorado naquele dia. Peguei um drink pra mim e fomos pro meu quarto aliviar o calor com o ar-condicionado. Começamos a conversar sobre besteiras até que o papo pegou um rumo sexual: que o namorado tinha deixado ela muito excitada, que nunca tinha sido penetrada, essas coisas. Eu não conseguia tirar os olhos da buceta dela, que já tinha me deixado de pau duro. Perguntei se ela já tinha ido além do amasso, e ela respondeu que o máximo que tinha feito foram uns beijos de língua. Aproveitei a situação e perguntei se ela queria se sentir mais mulher e aprender umas técnicas melhores pra satisfazer o namorado. Meio na dúvida, meio inocente, ela perguntou que técnicas seriam essas. Coloquei um filme pornô na TV e mostrei cenas de uma mulher engolindo um pauzão. Percebi que ela ficou meio corada, mas ao mesmo tempo começou a esfregar as mãos nas coxas e passar a língua nos lábios. Falei: "Vou te transformar na melhor bocal da escola toda." Naquele momento, meu tesão tava tão grande que eu precisava aliviar a quentura, deixando de lado qualquer princípio moral. Fiquei pelado e encostei meu pau na cara dela. Entre assustada e na dúvida, com os olhos quase saindo da órbita, ela perguntou o que fazer. Com explicações detalhadas, ela começou a passar os lábios dela, até então virgens, na minha cabeça dura e inchada. Depois, enfiou metade do meu pau na boca, passando a língua pontuda na parte de trás do meu tronco, elevando meu tesão a mil. Tirei a cabeça dela do meu pau e falei que um dos maiores prazeres dos homens é engolir a porra. Perguntei que gosto tinha, falei pra ela provar e que ela daria o toque de sabor que mais lhe agradasse. Continuou com o vai e vem da cabeça, me fazendo gozar em poucos segundos, engolindo até a última gota de porra que escorria pelas laterais do meu pau. Ela me diz que se sente molhada na bucetinha dela, então passei um dos meus dedos por fora do shortinho dela, percebendo que estava bem úmido, produto do tesão. Vagarosamente, tirei o short e a calcinha de adolescente dela, afundando minha cara naquele matinho ralo, mas com um cheiro de mulher no cio, enfiando o máximo possível minha língua naquela racha nunca usada, chupando o mais que podia o clitóris dela, o que a fez explodir no que ela disse ser o primeiro orgasmo da vida dela. Pra não abusar daquele botão em flor, falei que ia empalar ela por trás, pra ela manter a virgindade, que deixasse aquilo pro namorado, mas que o prazer que ela ia sentir era um dos mais desejados pelos homens. Pedi pra ela ficar de quatro, com a bunda empinada, e depois de cuspir no meu pau de 22 cm e passar creme no cu, comecei o duro calvário de abrir pela primeira vez aquele buraquinho. Ao sentir minha cabeça, mais inchada ainda pela sacanagem que tava começando, ela soltou um grito que a mãe dela, que tava longe, deve ter ouvido. Quando enfiei mais de um quarto do meu pau, ela chorava implorando pra eu parar, que tava doendo muito. Ao tentar tirar, num movimento involuntário dela, escorreguei e o pau inteiro entrou, até minhas bolas baterem na bunda inchada dela. Tentei sair, mas ela já me proibiu e falou: "Goza dentro de mim, tá doendo, mas sinto gostoso". Comecei o mete e sai, e a cada metida era um grito de dor e prazer que me deixava a mil. Não aguentando mais, soltei jatos de porra, inundando os intestinos dela de cum quente. Tive que esperar a ereção passar pra fazer a saída menos dolorosa. Assim amanhecemos, sendo. acordado por um boquete delicioso, ela me dizendo que já começou a praticar o que aprendeu ontem à noite; agora que ela se casou, me conta que, graças à prática anal, conseguiu as melhores fodas da vida dela e que está em dívida comigo, que um dia a gente vai fazer uma viagem juntos pra me pagar as aulas que a iniciaram no sexo de verdade…
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