Olá! Esta é minha primeira postagem, mas espero que não seja a última.
Não fui eu que escrevi, mas quero compartilhar de um site que visito há muito tempo. Espero que gostem... e se não gostarem... bem, não venham reclamar comigo, hehe, porque não fui eu que escrevi, hehe.
Primeiro, vou me descrever: sou alta (1,72), morena com cabelos longos, e pele também morena, como se tomasse sol o ano todo, olhos castanho-mel e puxados, com lábios carnudos que geralmente destaco com um brilho. Não sou magrinha, visto um 44, mas com base em malhação tenho pernas muito bem torneadas, uma bunda firme e uns peitos herança da minha mãe, tamanho 100.
Com 23 anos recém-formada, a única coisa que consegui foi um estágio que entrei por indicação do meu tio.
Estava há meses procurando emprego como economista, mas só me salvavam as noites que trabalhava como extra num bar e as vezes que fazia babá para os filhos dos meus vizinhos, senão estaria dependendo dos meus pais para tudo. Um dia, meu tio me disse que o amigo dele, Alfredo, me oferecia um período de estágio de 3 meses, não remunerado, mas onde eu poderia aprender na prática o que é contabilidade e administração de uma empresa.
No meu primeiro dia, estava nervosa pra caralho, não sabia o que vestir, então optei por uma saia lápis, daquelas de cintura alta, com uma blusa branca de gaze que, embora discretamente, deixava entrever o sutiã cinza pérola. Meia-calça cor da pele e salto médio preto.
Quando cheguei, me apresentei ao Dom Alfredo, o amigo do meu tio. Era um senhor de 55 anos, alto e grisalho, que desde o início foi muito gentil comigo. Me disse onde seria meu escritório e me apresentou a uma garota que ia me ensinar minhas funções, que no começo seriam de contabilidade básica. Ele se desculpou por não poder me pagar no momento pelo estágio e disse que tentaria me compensar de alguma forma. Com essa frase, minha mente foi longe.
Sempre fui muito fantasiosa em todos os sentidos. O caso é que, depois de... Um par de semanas, o senhor Alfredo me chamou no escritório dele. Disse que a secretária pessoal dele tinha adoecido e que ficaria uns dois meses ausente, e que tinha pensado em mim: se eu estivesse disposta a fazer algumas horas a mais, ele poderia me pagar por essas horas como substituta da secretária, e ainda continuar aprendendo minhas funções. Claro que aceitei a ideia.
Alfredo me transferiu para o escritório dele, onde eu tinha que redigir cartas, cuidar da agenda e fazer as tarefas próprias do cargo. Me adaptei bem ao posto e logo Alfredo quis me dar mais tarefas, que incluíam ir com ele a alguns almoços de negócios. Em um deles, um dos colegas dele disse: "Puxa, Alfredo, cada vez você arruma umas mais novinhas". Alfredo só me sorriu, mas vi no olhar dele um desejo que até então não tinha visto. Esse olhar fez com que eu molhasse minha calcinha e que na minha mente entrasse a opção de "cobrar meu estágio". Quando terminamos de comer e voltamos para o escritório, aproveitei no carro para jogar a isca.
Discretamente, levantei o vestido até a metade da coxa, onde começavam minhas meias. Tirei o paletó, deixando à mostra meu decote. Vi como o senhor Alfredo lambeu os lábios e algo começava a crescer dentro da calça dele. Sempre fui meio puta e sempre adorei chupar pica, então decidi que naquele dia ia ter sobremesa.
— Senhor Alfredo, o senhor nunca tira uma tarde de folga?
— Isso depende dos planos, Elenita.
— Bom, às vezes os planos a gente tem que buscar na hora.
— Você tem algo em mente que queira fazer e precisa da tarde livre?
— Bom, pensei que o senhor poderia me compensar um pouco pelo estágio.
— Já te disse que agora não posso te pagar mais dinheiro além do que já te pago pela licença.
— Eu falei em dinheiro?
Naquele momento, minha mão, sem disfarce, apoiei sobre o pau dele já duro e massageei por cima da calça do terno. Ele deu uma guinada com o carro, e eu soube que era meu.
Estacionamos num motel perto da estrada que dava para os escritórios. Antes de sair do estacionamento, ele enfiou a mão por baixo da minha saia e... ver o quanto ela estava molhada, um sorriso se desenhou no rosto dele.
Ao entrar no quarto, ele me pediu pra terminar o que tinha começado. Abaixei a calça e a cueca dele, e me surpreendi que, na idade dele, o pau ainda tivesse aquela capacidade de ereção. Passei a língua nos lábios e comecei a chupar, devagar, aproveitando, engolindo inteiro. Parava, chupava as bolas, apertava o ritmo, voltava a ir devagar.
— Porra, Elena, você tá me deixando louco, que puta você tá, vou gozar.
Naquele momento, acelerei meus ritmos até fazer ele gozar na minha boca sem deixar escapar uma gota. Ele me levantou, me jogou na cama do quarto e, sem tirar meu vestido, levantou minha saia e começou a chupar minha buceta.
Deus, era a única coisa que eu conseguia dizer, estava no sétimo céu. A língua dele brincava com meu clitóris enquanto enfiava dois dedos na minha racha e me fazia gozar uma vez atrás da outra.
Quando terminou e sem que eu esperasse, ele me penetrou de uma só vez e começou a bombar sem parar. Ficamos a tarde inteira assim até anoitecer.
Acredite, não foi a última tarde que tiramos pra gente.
Não fui eu que escrevi, mas quero compartilhar de um site que visito há muito tempo. Espero que gostem... e se não gostarem... bem, não venham reclamar comigo, hehe, porque não fui eu que escrevi, hehe.
Primeiro, vou me descrever: sou alta (1,72), morena com cabelos longos, e pele também morena, como se tomasse sol o ano todo, olhos castanho-mel e puxados, com lábios carnudos que geralmente destaco com um brilho. Não sou magrinha, visto um 44, mas com base em malhação tenho pernas muito bem torneadas, uma bunda firme e uns peitos herança da minha mãe, tamanho 100.
Com 23 anos recém-formada, a única coisa que consegui foi um estágio que entrei por indicação do meu tio.
Estava há meses procurando emprego como economista, mas só me salvavam as noites que trabalhava como extra num bar e as vezes que fazia babá para os filhos dos meus vizinhos, senão estaria dependendo dos meus pais para tudo. Um dia, meu tio me disse que o amigo dele, Alfredo, me oferecia um período de estágio de 3 meses, não remunerado, mas onde eu poderia aprender na prática o que é contabilidade e administração de uma empresa.
No meu primeiro dia, estava nervosa pra caralho, não sabia o que vestir, então optei por uma saia lápis, daquelas de cintura alta, com uma blusa branca de gaze que, embora discretamente, deixava entrever o sutiã cinza pérola. Meia-calça cor da pele e salto médio preto.
Quando cheguei, me apresentei ao Dom Alfredo, o amigo do meu tio. Era um senhor de 55 anos, alto e grisalho, que desde o início foi muito gentil comigo. Me disse onde seria meu escritório e me apresentou a uma garota que ia me ensinar minhas funções, que no começo seriam de contabilidade básica. Ele se desculpou por não poder me pagar no momento pelo estágio e disse que tentaria me compensar de alguma forma. Com essa frase, minha mente foi longe.
Sempre fui muito fantasiosa em todos os sentidos. O caso é que, depois de... Um par de semanas, o senhor Alfredo me chamou no escritório dele. Disse que a secretária pessoal dele tinha adoecido e que ficaria uns dois meses ausente, e que tinha pensado em mim: se eu estivesse disposta a fazer algumas horas a mais, ele poderia me pagar por essas horas como substituta da secretária, e ainda continuar aprendendo minhas funções. Claro que aceitei a ideia.
Alfredo me transferiu para o escritório dele, onde eu tinha que redigir cartas, cuidar da agenda e fazer as tarefas próprias do cargo. Me adaptei bem ao posto e logo Alfredo quis me dar mais tarefas, que incluíam ir com ele a alguns almoços de negócios. Em um deles, um dos colegas dele disse: "Puxa, Alfredo, cada vez você arruma umas mais novinhas". Alfredo só me sorriu, mas vi no olhar dele um desejo que até então não tinha visto. Esse olhar fez com que eu molhasse minha calcinha e que na minha mente entrasse a opção de "cobrar meu estágio". Quando terminamos de comer e voltamos para o escritório, aproveitei no carro para jogar a isca.
Discretamente, levantei o vestido até a metade da coxa, onde começavam minhas meias. Tirei o paletó, deixando à mostra meu decote. Vi como o senhor Alfredo lambeu os lábios e algo começava a crescer dentro da calça dele. Sempre fui meio puta e sempre adorei chupar pica, então decidi que naquele dia ia ter sobremesa.
— Senhor Alfredo, o senhor nunca tira uma tarde de folga?
— Isso depende dos planos, Elenita.
— Bom, às vezes os planos a gente tem que buscar na hora.
— Você tem algo em mente que queira fazer e precisa da tarde livre?
— Bom, pensei que o senhor poderia me compensar um pouco pelo estágio.
— Já te disse que agora não posso te pagar mais dinheiro além do que já te pago pela licença.
— Eu falei em dinheiro?
Naquele momento, minha mão, sem disfarce, apoiei sobre o pau dele já duro e massageei por cima da calça do terno. Ele deu uma guinada com o carro, e eu soube que era meu.
Estacionamos num motel perto da estrada que dava para os escritórios. Antes de sair do estacionamento, ele enfiou a mão por baixo da minha saia e... ver o quanto ela estava molhada, um sorriso se desenhou no rosto dele.
Ao entrar no quarto, ele me pediu pra terminar o que tinha começado. Abaixei a calça e a cueca dele, e me surpreendi que, na idade dele, o pau ainda tivesse aquela capacidade de ereção. Passei a língua nos lábios e comecei a chupar, devagar, aproveitando, engolindo inteiro. Parava, chupava as bolas, apertava o ritmo, voltava a ir devagar.
— Porra, Elena, você tá me deixando louco, que puta você tá, vou gozar.
Naquele momento, acelerei meus ritmos até fazer ele gozar na minha boca sem deixar escapar uma gota. Ele me levantou, me jogou na cama do quarto e, sem tirar meu vestido, levantou minha saia e começou a chupar minha buceta.
Deus, era a única coisa que eu conseguia dizer, estava no sétimo céu. A língua dele brincava com meu clitóris enquanto enfiava dois dedos na minha racha e me fazia gozar uma vez atrás da outra.
Quando terminou e sem que eu esperasse, ele me penetrou de uma só vez e começou a bombar sem parar. Ficamos a tarde inteira assim até anoitecer.
Acredite, não foi a última tarde que tiramos pra gente.
20 comentários - Meu primeiro emprego
gracias por comentar
Buen post 🤘