Duas décadas de sexo (15): Os dois

Antes mesmo de ler o brilhanterelatode @Lady_GodivaII, a gente tava lembrando dessa história:

– Toda mulher devia ter essa experiência pelo menos uma vez na vida – falo pra Maria.

Ela concordou, mas disse que todo homem também. Claro que sim. Tudo começou com uma viagem, como outras vezes. A gente morava no Brasil, mas tinha voltado pro Uruguai pra passar as férias. No fim delas, eu viajei antes da Maria pra resolver nossa moradia pro ano seguinte. Fui na casa da Fernanda, esperando maliciosamente que a gente fosse passar uns dias agitados, mas acontece que ela tava começando um relacionamento com o José, que tinha se mudado pra lá com ela. Com orçamento curto, eu tava falhando nas minhas tentativas de arrumar um lugar pra morar. Nisso, a Fernanda descobriu que ia passar dois anos na Europa. Quando a Maria chegou, combinamos de morar os quatro juntos por uns meses e, quando ela fosse embora, a gente alugaria a casa dela. Bem inocente, né?

Bom, como a Fernanda contou pro José que eu e ela tínhamos uma história ao mesmo tempo amigável e erótica, ele se sentiu à vontade pra paquerar a Maria, criando uma atmosfera bem sensual naquela casa. Teve um dia que eles estavam sozinhos e ele entrou no banheiro com uma desculpa boba enquanto a Maria tomava banho. Não tinha cortina, então a nudez esplendorosa da minha amada aparecia por inteiro e ali começaram os primeiros flertes, que continuaram com os acontecimentos que deram origem à primeira história que contei no final daIntroduçãoPor um tempo, a tensão se manteve, sempre crescendo, mas adiando o desfecho. Espontaneamente, a gente tinha combinado, sem nem comentar, de manter um certo mistério e discrição na relação com a contraparte do outro casal, mas nem por isso deixávamos de paquerar, esquentando a situação aos poucos com beijos furtivos, apalpadelas ousadas e algum contato bucogenital rápido (especialmente por parte da Maria). Mas o vulcão não entrava em erupção de vez, apesar de que, pelo menos na intimidade, a gente dava vazão às nossas fantasias. E a da Maria, a vida inteira, era ter dois caras na cama dela!

Uma noite de outono, a gente jantou tranquilo — eu, a Maria e o José — enquanto a Fernanda tinha saído pra um negócio do trabalho. Na sobremesa, a gente tava vendo uma revista pornô das que a Fernanda guardava, que mostrava um trio H-M-H. A Maria virava as páginas toda animada, comentando como aquela gostosa devia estar se sentindo bem, sendo servida por dois caras. Eu e o José nos olhamos com um brilho insano nos olhos, suor frio escorrendo pela testa, um nó no estômago de cada um. Só faltava alguém dar o primeiro passo, porque era óbvio que, na menor faísca, a fogueira ia pegar e nos consumir.

Nisso, a Maria levantou da mesa e foi na cozinha pegar alguma coisa. Fixando o olhar no José, falei “Agora!”, dando uma batida leve, mas firme, com a palma da mão na mesa. Fui atrás da Maria. Agarrei ela por trás, esfregando a bunda dela no meu volume, que pulsava no mesmo ritmo e intensidade que meu coração. Meti a mão por baixo da roupa dela e alcancei aqueles peitões enormes bem na hora que o José entrava. Levantei a camiseta da Maria, mostrando os peitos dela, e olhei pra ele, cúmplice. Como ele ainda hesitava, chamei ele com um aceno de cabeça. A última resistência dele caiu.

Pegamos a Maria cada um por uma mão, numa caminhada nupcial promíscua e tumultuada. Levamos ela pra cama, despimos ela entre beijos, a Acariciamos com delicadeza, com ansiedade, com paixão tanto tempo contida. A razão e as roupas perdidas, ela devolvia beijos e carícias. Como sou tarado, me afastei um pouco pra ver como se reviravam num febril 69. Depois de se divertir um tempinho saboreando o José, a Maria, sem parar de fazer uma masturbação magistral nele, virou de barriga pra cima, o corpo vibrando igual corda de violão, igual folha no vento. Montei com gosto na minha gostosa, que nunca soltou o chicote do outro cavaleiro. Seguimos por um bom tempo. Pra que detalhar o que todo mundo já sabe? No final, como numa sintonia afinada, os três gozamos cheios de prazer, de emoção, de alegria de viver. Depois levamos ela pro chuveiro (onde tudo tinha começado!) e lavamos com cuidado as marcas dos pecados duplos que cometemos nela.

12 comentários - Duas décadas de sexo (15): Os dois

Muy buena historia... una de mis fantasías, la de Maria..
Gracias, maestra. ¡No te faltará quien esté interesado en ayudarte a cumplirla! Después, claro, están las circunstancias que lo permiten o no.
Chica afortunada su Maria! me saco el sombrero pervberto!
Agradezco particularmente el comentario de un experto en el tema. Las debe de haber más afortunadas que María, claro que sí, pero yo dejo el alma en la cancha (dije "en la cAncha") para que lo sea cada vez más.
Una genia María, cazadora admirable 👏 👏 👏
Y yo soy muy afortunado de ser su presa principal.
@Pervberto sin dudas...y gracias por la mención!
Lo bueno de cumplir fantasías, es que otras nuevas vendrán a reemplazar las que se concretaron y de esa manera el órgano sexual más importante no para más... trabaja, elucubra y tira línea sobre cual será la siguiente... Aplausos para vos, que le cumpliste el sueño a ella. El Pepe de Uruguay
No fue un gran sacrificio... ¡Gracias, Pepe!
tfy01 +1
Que suerte ha tenido Maria en la vida.... coincidir....
Gracias por tu coentario pero debo agregar que el afortunado soy yo.
La llevamos a la cama, la desnudamos entre besos, la acariciamos con delicadeza, con ansiedad, con pasión tanto tiempo contenida.

Creo que ya lo habia dicho.. Que suerte la de Maria! Excelente forma de contarlo, como siempre.
👏👏👏👏👏👏👏

Todo lo que no dijo...
Mi cabeza Lo proyecto 😍
Usted tendrá el conocimiento que hace falta...
Usted tendrá el conocimiento que hace falta...
Somos siempre aprendices.