Olá, sou relativamente novo no P!, curto contos eróticos, e me animei a escrever o primeiro...
Vou contar uma história pessoal, aconteceu comigo há um tempo e é daquelas coisas que marcam pra sempre.
Sou casado, agora tenho 35, mas aconteceu quando eu tinha 30, com uma esposa fiel, de ferro, com dois filhos lindos. O melhor sexo, reconheço, é com minha mulher — eu ensinei tudo pra ela, fiz dela minha putinha pessoal, mas quem é safado...
Tava desempregado, obcecado e desesperado, sem perspectiva de saída rápida, buscando soluções e encontrando decepções... enfim, no desespero, entrei num grupo de um partido político "novo", peronistas, no final mais do mesmo, mas isso é outra história. O que importa é que entre reuniões e reuniões, a gente se encontrava de noite, na casa de alguém, num salão. Iam homens e mulheres, de todas as classes sociais e idades. Conheci gente boa e gente mala, interesseiros, falastrões, miseráveis, pilantras, puxa-sacos, etc. Mas tinha um par de veteranas que prometiam. Lembro que fazia frio e elas vestiam jeans ou leggings, e uma delas é a Rita, a protagonista da minha história. Uns 42 anos, solteirona, sempre ia acompanhada da mãe e de uma amiga. Não era muito bonita de rosto, mas tinha um corpão espetacular...
Usava leggings azuis, que marcavam bem a raba e a buceta. Tinha uma daquelas xotas que dá gosto de olhar, bem formadinha, mas além disso tinha atitude — o que mais esquenta. Vozinha fina, bem de puta, mas não se dava fácil.
Sempre olhava pra ela, me chamava atenção, mexia comigo. Os companheiros comentaram que ela tinha suas histórias. Eu suspeitava que era uma daquelas vadias chupadoras de pica dos políticos, mas a ideia era comer ela se rolasse.
A gente costumava conversar sobre assuntos banais, besteiras, e um dia fizeram uma lista de contatos do grupo, então trocamos números.
Me nomearam chefe de imprensa do grupo, então andava de besta nos eventos com a câmera e quase sempre A gente se encontrava nos atos políticos com a Rita, ela era a representante das mulheres peronistas.
Até aí tudo tranquilo, eleições, o candidato perde, já era esperado, mas os cargos eram negociados, pagaram pros chefes do grupo e a gente ficou na mão, um pé na bunda.
Fui feito de trouxa, usado, então vazei e arrumei um trampo, de metalúrgico numa empresa em expansão. Uma semana depois de entrar no novo serviço, a gente viajou pro interior pra montar uns galpões, então eu saía segunda e voltava sexta pra casa, tinha tempo pra mim, trabalhava até as 5 e depois descansava. No meio do mato, quase sem sinal, entediado, comecei a olhar os contatos e encontrei a Rita! "Ah, foda-se", pensei, "vou mandar mensagem, total..."
Mandei uns textos, ela lembrou quem eu era, fui chegando de mansinho, perguntei o que ela fazia, blá, blá, blá, e a conversa caiu no sexo.
Não me acho um pegador, mas tenho habilidades, então fui na base do formiguinha, descobri as taras sexuais dela, tudo isso sem encostar num peito na semana. Já na quarta-feira, tava de pau duro o dia inteiro!!! Aos poucos começamos a nos ligar, falávamos por duas horas deitados, contando coisas, e sempre caíamos no sexo. Comecei a falar as sacanagens que faria com ela e a conversa ficava excitante pra caralho, no final já não aguentava mais, tava doido pra pegar ela!
O problema é que minha mulher sabia bem meus horários, então não tinha margem! Criei coragem, falei pra minha mulher que a gente tinha que ficar um dia a mais, porque ia chegar um caminhoneiro com materiais. Ela reclamou, mas disse: "Tá bom, pai, cuida do trampo..." "Sim, óbvio, mãe, de qualquer forma a gente chega cedo, é um caminhoneiro que vem de Buenos Aires, não sabemos se chega sexta, se chegar a gente descarrega mesmo que seja de noite e sai pra lá!"
"Tá bom, pai, te amo, beijos, tô com saudade!" "Eu mais! A gente se vê!"
E assim consegui dar o jeito pra escapada...
Chega sexta-feira, a gente chegou na empresa às 5 da tarde, já no caminho eu tava organizando o encontro, parecia um moleque, todo empolgado! Não tinha roupa, então saí da empresa, peguei a moto, fui direto comprar uma bermuda e umas camisetas, pedi pro cara da loja se podia trocar de roupa, ele foi super gente boa, "fala, pode ficar à vontade". daí, fui buscar a gata, já era quase 8 da noite, verão, clima gostoso. combinamos de nos encontrar na Cruz Vermelha, em frente à praça, 8 e meia. cheguei, ela desceu do remis quase junto comigo:
-oi! como você tá!- ela tava radiante, ou eu tava muito tarado! -como você tá, beijo formal e saímos andando.
- aonde a gente vai? tomar algo? jantar?
- a gente vê... ela falou.
Andamos uma quadra juntos, eu tava morrendo de nervoso, medo de alguém me ver, passa um monte de coisa na cabeça, mas a vontade de comer ela já era maior! olhei pra ela e falei:
- você me prometeu uma coisa nas mensagens, do jeito que me encheu de conversa!
- é? o que eu prometi?
- que ia me beijar de língua assim que a gente se visse!
e ela me pegou pela mão, me puxou e a gente se beijou como se fosse a primeira vez de dois apaixonados! que tesão que a gente tava, eu fiquei duro na hora, ela percebeu e falou:
- o que foi, rindo.
- imagina, uma semana no acampamento só com homem...
- calma, gatinho, ela falou.
Rimos, continuamos andando. Fomos pro parque perto do rio, é grande, cheio de gente, sentamos nuns bancos de cimento, tomamos chimarrão, conversamos, e nos beijamos de novo, muito agarrados, já tava quente pra caralho, nessa altura já eram 10 da noite...
ela falou: -vamos?
- já? pensei que você fosse ficar mais um pouco, me fazendo de bobo.
- me leva pra algum lugar...
- ok
nessa hora, deve ser a adrenalina, ou eu lembrei de um hotel no próprio parque, bem escondido, hotel ARENAS, baratinho, mas hotel é hotel.
- vamos. falei
andamos, chegamos na porta, ela já foi esperta:
- você vai se cuidar?
- não tenho camisinha, que idiota!
uma banca do lado me salvou. entramos juntos, a pior coisa que eu podia ter feito foi entrar andando num hotel!!!
pedi o quarto e entramos, deixei o celular no mudo, as camisinhas, larguei a mochila numa cadeira, e abracei ela, começamos a nos beijar sem parar, desci minhas mãos até a bunda dela, imaginem, mina, 50 quilos, Bem paradinha, suave, a legging ajudava pra caralho. Joguei ela em cima da cama enquanto puxava a legging pra baixo, e tirava minha bermuda, tudo ao mesmo tempo, não dava conta das mãos!
A gente se beijou de novo, num momento ela para, se levanta, e termina de tirar a legging e uma regata tipo top que ela tava usando. Me ofereceu um striptease que, mamma mia, eu deitado olhando enquanto tirava a bermuda que tinha ficado enroscada nos meus pés. Joguei a camiseta no chão e fiquei admirando aquele espetáculo! Peitinhos bem empinados apesar dos 42 anos, booty bem firme, a barriga meio flácida, mas muito bem disfarçada pela academia.
Ela vem andando na minha direção e monta em mim, e diz:
— Neném, hoje você vai ver o que é foder!
Sozinha ela se ajeita, devagarzinho, esfrega a cabeça do meu pau na racha da buceta, bem depilada. Molha os dedos com saliva, lubrifica meu pau e continua esfregando. Eu tava flutuando, não queria fechar os olhos pra não perder nenhum detalhe. Devagarzinho ela enfia a cabecinha, e começa a gemer. Eu pensava: filha da puta, se você já comeu tanta pica, por que tanto espalhafato? Mas não, de verdade, ela tava apertada!
Ela enfiava e tirava a cabeça, até que eu dei um empurrão e entrou metade. Não acreditava que ela tava tão apertada, quase virgem! Ela se joga em cima de mim e me beija enquanto eu agarro a bunda dela, e começo a acariciar, mas não queria entrar mais, faltava lubrificação. Então viro ela devagar enquanto beijo e vou tirando, beijo o pescoço dela, os peitos, a barriguinha, vou descendo devagar e sigo pelas coxas, monte de vênus, continuo pelas coxas, e ela se contorcia gemendo. Vou me aproximando devagar dos lábios e passo a ponta da língua no clitóris, ela deu um espasmo e devagar comecei a lamber toda a buceta dela, enfiava a língua o mais fundo possível, enquanto ela segurava minha cabeça e bagunçava meu cabelo.
Fiquei assim um bom tempo e comecei a subir de novo, ela já tava toda molhada por dentro, mais meu pré-gozo que escorria do meu pau. Comecei a enfiar ele missionário.
devagar entro toda, chegando até a borda do útero, de verdade estava fechada, e não fiz mete e sai, mas sim empurrava ela levantando com a pica enfiada até o fundo. Juro que nunca vi uma mulher gozar tanto, ela teve um orgasmo na hora, mas segurava um pouco, não queria gritar, só gemia.
Cansou a posição, e falo sobe, me viro de lado, e antes dela subir, entre beijo e beijo, toco a buceta e tava bem molhada, puxo ela pro meu lado empurrando pela cintura e meto a língua na racha, chupei todos os sucos, me deixava louco como brilhavam os lábios da buceta molhados pelo fluxo dela!
Nem lerda nem preguiçosa começou a me dar um boquete que me fazia ver estrelas, sabia bem o que fazia, aliás, não é dessas novinhas que afrouxam logo, tava doendo minha mandíbula de tanto lamber e ela continuava com mais vontade de chupar!
Passava a língua nela, às vezes descansava e enfiava um dedinho na buceta e com a outra mão passava a mão na bunda, bem limpinha por sinal, me deixava louco!
Falei pra ela subir, ela monta de uma vez, já dilatada, e sentou como numa cadeira, entrava até o fundo, eu não queria terminar, e ela me cavalgava sentada me olhando sem fazer nenhum gesto, até que começou a gemer forte, apoiava as mãos no meu peito e acelerava o ritmo, até que gozou se deitando em mim...
Faltava eu, beijei ela um tempo, perguntei se gostou e ela tava feliz, dava pra ver e respondia fugindo do óbvio, e você o que acha? ela dizia...
Ficamos assim mais um tempo, ela em cima, abaixei ela e pedi pra ficar de quatro. De novo começo a meter devagar, e aos poucos acelerando as metidas, já tava louco, queria gozar nela! Ficava dedando a bunda dela, cuspia nela, bombava forte e não aguentava mais, tava quase, ela falava, sim, buceta, me dá a porra, me dá, me dá!! Me deixava louco quando pedia, empurrei bem fundo e segurando firme na cintura deixei ela cravada enquanto gozava fechando. os olhos, tava no céu! que transa gostosa! tirei devagar e ficou tudo de porra dentro, deitamos abraçados nos beijando, ela cruzou uma perna em cima do meu pau enquanto eu acariciava a bunda dela, respirando fundo, recuperando o fôlego... de repente, olho pro criado-mudo, o celular com 50 mil chamadas perdidas e a camisinha aberta....
Espero que vocês gostem, desculpa se é longo, mas é o detalhe que dá o sabor, isso continua, queria que dessem a opinião de vocês e repito, aconteceu de verdade. Valeu a todos.
Vou contar uma história pessoal, aconteceu comigo há um tempo e é daquelas coisas que marcam pra sempre.
Sou casado, agora tenho 35, mas aconteceu quando eu tinha 30, com uma esposa fiel, de ferro, com dois filhos lindos. O melhor sexo, reconheço, é com minha mulher — eu ensinei tudo pra ela, fiz dela minha putinha pessoal, mas quem é safado...
Tava desempregado, obcecado e desesperado, sem perspectiva de saída rápida, buscando soluções e encontrando decepções... enfim, no desespero, entrei num grupo de um partido político "novo", peronistas, no final mais do mesmo, mas isso é outra história. O que importa é que entre reuniões e reuniões, a gente se encontrava de noite, na casa de alguém, num salão. Iam homens e mulheres, de todas as classes sociais e idades. Conheci gente boa e gente mala, interesseiros, falastrões, miseráveis, pilantras, puxa-sacos, etc. Mas tinha um par de veteranas que prometiam. Lembro que fazia frio e elas vestiam jeans ou leggings, e uma delas é a Rita, a protagonista da minha história. Uns 42 anos, solteirona, sempre ia acompanhada da mãe e de uma amiga. Não era muito bonita de rosto, mas tinha um corpão espetacular...
Usava leggings azuis, que marcavam bem a raba e a buceta. Tinha uma daquelas xotas que dá gosto de olhar, bem formadinha, mas além disso tinha atitude — o que mais esquenta. Vozinha fina, bem de puta, mas não se dava fácil.
Sempre olhava pra ela, me chamava atenção, mexia comigo. Os companheiros comentaram que ela tinha suas histórias. Eu suspeitava que era uma daquelas vadias chupadoras de pica dos políticos, mas a ideia era comer ela se rolasse.
A gente costumava conversar sobre assuntos banais, besteiras, e um dia fizeram uma lista de contatos do grupo, então trocamos números.
Me nomearam chefe de imprensa do grupo, então andava de besta nos eventos com a câmera e quase sempre A gente se encontrava nos atos políticos com a Rita, ela era a representante das mulheres peronistas.
Até aí tudo tranquilo, eleições, o candidato perde, já era esperado, mas os cargos eram negociados, pagaram pros chefes do grupo e a gente ficou na mão, um pé na bunda.
Fui feito de trouxa, usado, então vazei e arrumei um trampo, de metalúrgico numa empresa em expansão. Uma semana depois de entrar no novo serviço, a gente viajou pro interior pra montar uns galpões, então eu saía segunda e voltava sexta pra casa, tinha tempo pra mim, trabalhava até as 5 e depois descansava. No meio do mato, quase sem sinal, entediado, comecei a olhar os contatos e encontrei a Rita! "Ah, foda-se", pensei, "vou mandar mensagem, total..."
Mandei uns textos, ela lembrou quem eu era, fui chegando de mansinho, perguntei o que ela fazia, blá, blá, blá, e a conversa caiu no sexo.
Não me acho um pegador, mas tenho habilidades, então fui na base do formiguinha, descobri as taras sexuais dela, tudo isso sem encostar num peito na semana. Já na quarta-feira, tava de pau duro o dia inteiro!!! Aos poucos começamos a nos ligar, falávamos por duas horas deitados, contando coisas, e sempre caíamos no sexo. Comecei a falar as sacanagens que faria com ela e a conversa ficava excitante pra caralho, no final já não aguentava mais, tava doido pra pegar ela!
O problema é que minha mulher sabia bem meus horários, então não tinha margem! Criei coragem, falei pra minha mulher que a gente tinha que ficar um dia a mais, porque ia chegar um caminhoneiro com materiais. Ela reclamou, mas disse: "Tá bom, pai, cuida do trampo..." "Sim, óbvio, mãe, de qualquer forma a gente chega cedo, é um caminhoneiro que vem de Buenos Aires, não sabemos se chega sexta, se chegar a gente descarrega mesmo que seja de noite e sai pra lá!"
"Tá bom, pai, te amo, beijos, tô com saudade!" "Eu mais! A gente se vê!"
E assim consegui dar o jeito pra escapada...
Chega sexta-feira, a gente chegou na empresa às 5 da tarde, já no caminho eu tava organizando o encontro, parecia um moleque, todo empolgado! Não tinha roupa, então saí da empresa, peguei a moto, fui direto comprar uma bermuda e umas camisetas, pedi pro cara da loja se podia trocar de roupa, ele foi super gente boa, "fala, pode ficar à vontade". daí, fui buscar a gata, já era quase 8 da noite, verão, clima gostoso. combinamos de nos encontrar na Cruz Vermelha, em frente à praça, 8 e meia. cheguei, ela desceu do remis quase junto comigo:
-oi! como você tá!- ela tava radiante, ou eu tava muito tarado! -como você tá, beijo formal e saímos andando.
- aonde a gente vai? tomar algo? jantar?
- a gente vê... ela falou.
Andamos uma quadra juntos, eu tava morrendo de nervoso, medo de alguém me ver, passa um monte de coisa na cabeça, mas a vontade de comer ela já era maior! olhei pra ela e falei:
- você me prometeu uma coisa nas mensagens, do jeito que me encheu de conversa!
- é? o que eu prometi?
- que ia me beijar de língua assim que a gente se visse!
e ela me pegou pela mão, me puxou e a gente se beijou como se fosse a primeira vez de dois apaixonados! que tesão que a gente tava, eu fiquei duro na hora, ela percebeu e falou:
- o que foi, rindo.
- imagina, uma semana no acampamento só com homem...
- calma, gatinho, ela falou.
Rimos, continuamos andando. Fomos pro parque perto do rio, é grande, cheio de gente, sentamos nuns bancos de cimento, tomamos chimarrão, conversamos, e nos beijamos de novo, muito agarrados, já tava quente pra caralho, nessa altura já eram 10 da noite...
ela falou: -vamos?
- já? pensei que você fosse ficar mais um pouco, me fazendo de bobo.
- me leva pra algum lugar...
- ok
nessa hora, deve ser a adrenalina, ou eu lembrei de um hotel no próprio parque, bem escondido, hotel ARENAS, baratinho, mas hotel é hotel.
- vamos. falei
andamos, chegamos na porta, ela já foi esperta:
- você vai se cuidar?
- não tenho camisinha, que idiota!
uma banca do lado me salvou. entramos juntos, a pior coisa que eu podia ter feito foi entrar andando num hotel!!!
pedi o quarto e entramos, deixei o celular no mudo, as camisinhas, larguei a mochila numa cadeira, e abracei ela, começamos a nos beijar sem parar, desci minhas mãos até a bunda dela, imaginem, mina, 50 quilos, Bem paradinha, suave, a legging ajudava pra caralho. Joguei ela em cima da cama enquanto puxava a legging pra baixo, e tirava minha bermuda, tudo ao mesmo tempo, não dava conta das mãos!
A gente se beijou de novo, num momento ela para, se levanta, e termina de tirar a legging e uma regata tipo top que ela tava usando. Me ofereceu um striptease que, mamma mia, eu deitado olhando enquanto tirava a bermuda que tinha ficado enroscada nos meus pés. Joguei a camiseta no chão e fiquei admirando aquele espetáculo! Peitinhos bem empinados apesar dos 42 anos, booty bem firme, a barriga meio flácida, mas muito bem disfarçada pela academia.
Ela vem andando na minha direção e monta em mim, e diz:
— Neném, hoje você vai ver o que é foder!
Sozinha ela se ajeita, devagarzinho, esfrega a cabeça do meu pau na racha da buceta, bem depilada. Molha os dedos com saliva, lubrifica meu pau e continua esfregando. Eu tava flutuando, não queria fechar os olhos pra não perder nenhum detalhe. Devagarzinho ela enfia a cabecinha, e começa a gemer. Eu pensava: filha da puta, se você já comeu tanta pica, por que tanto espalhafato? Mas não, de verdade, ela tava apertada!
Ela enfiava e tirava a cabeça, até que eu dei um empurrão e entrou metade. Não acreditava que ela tava tão apertada, quase virgem! Ela se joga em cima de mim e me beija enquanto eu agarro a bunda dela, e começo a acariciar, mas não queria entrar mais, faltava lubrificação. Então viro ela devagar enquanto beijo e vou tirando, beijo o pescoço dela, os peitos, a barriguinha, vou descendo devagar e sigo pelas coxas, monte de vênus, continuo pelas coxas, e ela se contorcia gemendo. Vou me aproximando devagar dos lábios e passo a ponta da língua no clitóris, ela deu um espasmo e devagar comecei a lamber toda a buceta dela, enfiava a língua o mais fundo possível, enquanto ela segurava minha cabeça e bagunçava meu cabelo.
Fiquei assim um bom tempo e comecei a subir de novo, ela já tava toda molhada por dentro, mais meu pré-gozo que escorria do meu pau. Comecei a enfiar ele missionário.
devagar entro toda, chegando até a borda do útero, de verdade estava fechada, e não fiz mete e sai, mas sim empurrava ela levantando com a pica enfiada até o fundo. Juro que nunca vi uma mulher gozar tanto, ela teve um orgasmo na hora, mas segurava um pouco, não queria gritar, só gemia.
Cansou a posição, e falo sobe, me viro de lado, e antes dela subir, entre beijo e beijo, toco a buceta e tava bem molhada, puxo ela pro meu lado empurrando pela cintura e meto a língua na racha, chupei todos os sucos, me deixava louco como brilhavam os lábios da buceta molhados pelo fluxo dela!
Nem lerda nem preguiçosa começou a me dar um boquete que me fazia ver estrelas, sabia bem o que fazia, aliás, não é dessas novinhas que afrouxam logo, tava doendo minha mandíbula de tanto lamber e ela continuava com mais vontade de chupar!
Passava a língua nela, às vezes descansava e enfiava um dedinho na buceta e com a outra mão passava a mão na bunda, bem limpinha por sinal, me deixava louco!
Falei pra ela subir, ela monta de uma vez, já dilatada, e sentou como numa cadeira, entrava até o fundo, eu não queria terminar, e ela me cavalgava sentada me olhando sem fazer nenhum gesto, até que começou a gemer forte, apoiava as mãos no meu peito e acelerava o ritmo, até que gozou se deitando em mim...
Faltava eu, beijei ela um tempo, perguntei se gostou e ela tava feliz, dava pra ver e respondia fugindo do óbvio, e você o que acha? ela dizia...
Ficamos assim mais um tempo, ela em cima, abaixei ela e pedi pra ficar de quatro. De novo começo a meter devagar, e aos poucos acelerando as metidas, já tava louco, queria gozar nela! Ficava dedando a bunda dela, cuspia nela, bombava forte e não aguentava mais, tava quase, ela falava, sim, buceta, me dá a porra, me dá, me dá!! Me deixava louco quando pedia, empurrei bem fundo e segurando firme na cintura deixei ela cravada enquanto gozava fechando. os olhos, tava no céu! que transa gostosa! tirei devagar e ficou tudo de porra dentro, deitamos abraçados nos beijando, ela cruzou uma perna em cima do meu pau enquanto eu acariciava a bunda dela, respirando fundo, recuperando o fôlego... de repente, olho pro criado-mudo, o celular com 50 mil chamadas perdidas e a camisinha aberta....
Espero que vocês gostem, desculpa se é longo, mas é o detalhe que dá o sabor, isso continua, queria que dessem a opinião de vocês e repito, aconteceu de verdade. Valeu a todos.
6 comentários - As vantagens da política
Gracias por compartir.