Foi minha primeira vez com uma mulher e nunca imaginei que seria naquelas circunstâncias. Por algum motivo que desconheço – talvez uma experiência no inconsciente da minha infância – sempre fui atraído por mulheres milf e, especialmente, tive fantasias com minhas tias. Mas isso foi algo que jamais imaginei que aconteceria comigo. Já se passaram vários anos e achei que era algo que devia compartilhar, porque ao ler os relatos na web, dá pra ver que 99% deles não correspondem à realidade, já que às vezes, como neste caso, a realidade supera a fantasia.
Amanda era a esposa do meu tio. Eles tinham se separado fazia uns 12 anos. Ela tinha 48 anos, eu tinha 18, estava começando meus estudos na Universidade da cidade onde ela morava, e pra isso viajei da minha cidade pra viver lá. Nessa mesma cidade também morava minha tia Nohra, cunhada da Amanda, que também tinha lá seus 50 anos. Eu costumava ir muito na casa da minha tia Nohra porque ficava mais perto da faculdade. Lá eu encontrava a Amanda com frequência, já que minha tia era costureira e fazia vestidos pra ela. Durante o primeiro ano, as coisas rolaram sem nada fora do comum. Eu adorava ver a Amanda quando ela virava de costas, porque as bundas redondas dela pareciam bem tentadoras por baixo dos vestidos. Ela não era uma mulher bonita, obviamente tinha o desgaste normal da idade, usava óculos, cabelo meio curto, era bem morena, não era gorda e tinha estatura mediana.
Três dias depois de fazer 18 anos, fui na casa da minha tia Nohra. Como ela lembrava, me cumprimentou e me deu um pedaço de bolo com vinho. Daí a pouco chegou a Amanda, minha tia contou pra ela, e ela me deu um beijo na bochecha, me abraçou bem forte e também tomou um pouco de vinho com bolo. Minha tia contou que eu tava fazendo 18 anos, e ela respondeu: "Nossa, virou um homenzinho completo, já podemos falar de coisas de adulto." As duas riram. Amanda completou, com uma certa malícia, dizendo pra minha tia: "Hoje em dia esses meninos sabem mais do que a gente. ¡ensina a gente! Minha tia Nohra começou a contar sobre um programa de TV que falava da quantidade de jovens grávidas que tinha nos colégios. É que esses moleques ficam com tesão e não se cuidam, ela finalizou. Amanda me olhou e perguntou: você já sabe como se cuidar, né? Eu sorri timidamente e lembrei que ainda era virgem. Amanda continuou: pois nos colégios ensinam isso, mas uma coisa é a aula e outra é estar com vontade, e aí eles esquecem tudo que aprenderam.
Naquele dia, Amanda experimentou uma saia que minha tia estava terminando pra ela. Quando saí com ela, percebi que morava perto da universidade. Ela me perguntou se lá só moravam homens, eu disse que sim. Perguntou se eu morava sozinho, respondi que não, que morava com um amigo, mas que ele já estava terminando o curso e quase não ficava na cidade porque fazia o estágio de veterinária. Ela sorriu e disse que uma amiga contou que a sobrinha dela tinha um namorado que morava nas pensões da universidade e que uma vez que brigaram, ela foi morar com ele por uma semana. Me perguntou se eu também já tinha morado lá com minha namorada. Fiquei meio sem graça e respondi que não, e que além disso não tinha namorada.
Ela me olhou estranho e disse: Nossa, mas já devia ter uma, e aí, o que que houve? Fiquei envergonhado e falei que estudava muito. Ela disse que isso não importava. Teve um silêncio curto, ela me olhou de novo e perguntou enquanto andava até a cozinha levando o copo de café vazio – Mas você já teve namorada ou não? Eu ri sem graça e respondi que sim. Mas se cuidou bem ou não? Ela perguntou. – Como assim? Respondi. – Ora, pra não se meter num problema de nove meses, ela respondeu rindo. Eu ri de novo com vergonha e baixei a cabeça, me sentia bem desconfortável com a conversa, mas no fundo me excitava. Ela se aproximou e disse: já fez ou não? O quê? Respondi. Vamos ver, com o que se cuidou? Ela continuou. Eu ri sem graça, ela percebeu que eu estava envergonhado e riu um pouco e disse: fica tranquilo que você já é maior de idade. e pode falar comigo sobre essas coisas. Ela continuou me perguntando com certa insistência. "Vocês usam camisinha ou fazem na cara e na coragem?" Não respondi, ri de novo com vergonha e olhei para o lado. Ela percebeu meu constrangimento e tentou encerrar dizendo: "Olha, você tem que se cuidar, senão acaba se enrascando com um filho antes da hora. Se precisar de camisinha, me fala que eu e uma amiga minha ajudamos a conseguir, ou se quiser me perguntar ou contar alguma coisa, fique à vontade." Parecia quase inacreditável que Amanda estivesse falando assim comigo. Era uma mistura de vergonha, curiosidade e tesão. Pra completar, ela disse: "Não é como a gente, mulher mais velha, que já não precisa se preocupar com essas coisas."
Me despedi dela, e ela insistiu pra eu voltar quando estivesse entediado ou se precisasse de algo. "Não esquece o que te ofereci", repetiu. Naquela noite, não pensei em outra coisa senão naquela conversa. Bati uma pensando na Amanda e imaginando como ela seria pelada. Não conseguia resistir à vontade de voltar na casa dela.
Os dias passaram, e toda vez que algo me lembrava sexo, eu lembrava da Amanda. Queria ir na casa dela, mas tinha vergonha. Minha vida com as mulheres não ia bem, não conseguia fechar nada com ninguém, e a virgindade aos meus 18 anos me preocupava cada vez mais. Um dia, fui na casa da minha tia Nohra e encontrei a Amanda por lá. Elas começaram a falar de blusas, e Amanda contou que tinha comprado uma blusa que não gostava porque, quando se abaixava, apareciam os peitos. Minha tia Nohra riu e disse que pra isso existiam sutiãs bem apertados. Amanda respondeu que tinha uns que ajudavam a levantar, mas não gostava porque o arame arranhava. Nohra riu de novo e disse que era pra isso que ela tinha os peitos daquele jeito. Essa conversa me deixou muito excitado. Quando fui me despedir, Amanda me pediu pra esperar ela pra acompanhá-la até em casa. Minha tia também falou pra eu ir, porque já estava meio tarde.
Fomos andando até a casa da Amanda, conversando sobre coisas bestas. Quando respondi Suavemente. Você gosta que a gente fale de sexo? Sim? Respondi de novo. Ela riu um pouco e me disse: bom, o que você quiser, eu posso te ajudar a entender, você sabe como ficar com uma mulher ou não? Eu olhei pra ela sorrindo e falei: não muito. Ela se aproximou e sentou no meu colo. Me disse: você sabe como a gente, mulher, gosta de ser acariciada? — Pegou minha mão esquerda e colocou no joelho dela, começou a mover em círculos e foi subindo pela parte interna da coxa sem soltar. A bunda dela apoiava de lado no meu pau, que já começava a endurecer. Continuou subindo minha mão pela coxa dela, por baixo da saia, e parou quase na beirada da calcinha. Seguiu mexendo minha mão em círculos, fazendo com que, de vez em quando, meu polegar tocasse a borda da calcinha. Eu olhava pra coxa dela e meu pau ficava cada vez mais duro. Ela sentiu e se encostou mais em mim.
— Você gosta? — Ela perguntou. Eu respondi: Siimm, com a voz quase apagada. É assim que a gente gosta de ser tocada. Ela disse: Quer sentir mais? — perguntou. Siimm, respondi. De repente, deslizou minha mão e colocou ela direto na buceta dela, e disse: sente isso — e foi mexendo minhas mãos. Eu via minha mão se movendo por cima da calcinha preta dela, sentia o volume da boceta dela e dava pra sentir o formato da rachinha debaixo da minha mão. Depois, tirou minha mão da buceta e subiu até os peitos, esfregou por cima da blusa. Eu sentia aqueles peitos se amassando com minhas mãos. Sentia eles duros e os bicos empinados debaixo da blusa. De repente, me soltou e se levantou. Disse: não, melhor a gente não fazer mais loucura. Quando você já tiver transado com alguma mulher, vem me contar. Eu me levantei meio perturbado, queria falar pra continuarmos o jogo, mas vi que ela tava séria e fiquei com medo. Ela disse: é melhor você ir antes que fique mais tarde.
Aquela noite foi uma mistura de excitação e frustração. De qualquer jeito, me masturbei pensando na Amanda. Os dias passaram e minha vida sexual continuava um zero. Um dia, decidi ir onde Amanda e dizer pra ela me ajudar, que eu não conseguia pegar nenhuma mina e que ainda era virgem. Criei coragem, estimulado pela vontade de ter uma experiência como a da outra noite com ela, e fui na casa dela. Ela tava fazendo faxina e tava com uma roupa bem leve. Aquela blusa que mostrava os peitos dela quando se abaixava e uma calça de moletom bem justa que desenhava a bunda dela de um jeito excitante. Naquele dia, vi ela linda quando se virou pra me receber, na hora o pau subiu. Ela me perguntou por que eu não tinha voltado, se eu tinha ficado com medo, eu ri e respondi que não. Depois de um tempo conversando, enquanto ela limpava o chão e eu tentava ver os peitos dela de disfarce — só via parte do sutiã branco —, ela me perguntou depois de um longo silêncio: — E como cê tá com aquilo que a gente conversou? — Com o quê? Disfarcei. — Com aqueles que você ia me contar — ela respondeu. Senti que era a chance de tocar no assunto. — Não, nada de nada — respondi. Ela me olhou com um sorriso meigo e disse: — Aaah, coitadinho, vou ter que te ensinar mais uns truques. Riu, levantou, foi até o tanque e largou o balde com a água suja. Secou as mãos e parou um tempo lavando o pano. Eu tava adorando ver a bunda gostosa dela debaixo da calça justa.
Fomos pra sala, ela sentou na minha frente e disse: — Sério, nada de nada? — Não respondi. — Deve ser que cê precisa se arriscar um pouquinho mais. A gente, mulher, quando sabe ser aquecida, é muito difícil resistir — disse e começou a dar mordidinhas, bem de leve. Fiz isso. Ela falava: — Ai, que linguinha, isso mesmo, muito bem, aiiii meu deus, aiiii meu deus, que delícia de linguinha. De repente, ela tirou a blusa e soltou o sutiã, se deitou um pouco mais no sofá e disse: — Vem, assim tô mais confortável, chupa mais um pouquinho. Me inclinei sobre os peitos dela e continuei chupando, com uma mão eu tocava um e com a outra me apoiava no sofá.
Ela se deitou um pouco mais de um jeito que fiquei com as duas mãos livre e comecei a esfregar os dois peitos dela enquanto chupava. Isso aí, meu filho, que gostoso que faz, me dá essa linguinha, aiiii, meu Deus, como chupa gostoso. Queria passar a mão na buceta dela, mas tava com medo de assustar e ela parar o jogo. Decidi que faria o que ela mandasse. Continuei chupando os peitos, um depois do outro, enquanto apertava. De repente, ela levantou meu queixo, me olhou e disse: pussy, você tem uma boquinha muito gostosa, me puxou pra perto e falou: olha, assim também é gostoso dar linguinha. Ela esticou a língua e começou a passar nos meus lábios, eu estiquei a minha e começamos a trocar beijo de língua, eu mantinha as mãos nos peitos dela e mexia. Tá vendo? — ela disse — é assim que se esquenta uma mulher. Mas o que não pode é deixar uma mulher esfriar, isso a gente não perdoa nos homens. Ela sentou no sofá e falou: olha, depois de uma chupada de peitos assim, você tem que passar pra outra coisa. Me olhou e riu. Agora pode passar a mão na torta, pegou minha mão e colocou em cima da buceta dela, mexeu devagar e disse: faz assim, mas continua chupando os peitos.
Comecei a tocar a pussy dela de cima pra baixo e a chupar os peitos, ela me abraçou e começou a acariciar meu cabelo. Uffff, vai, vai, ufff assim, vai — ela dizia —, tá me esquentando, que gostoso, ufff, chupa, chupa, assim me toca a pussy, cê gosta, ummm. Simmm, cê gosta, ummm. Simmm, respondi baixinho. De repente, ela pegou minha mão que tava na buceta e levou pra trás, ao mesmo tempo virou e ficou de lado pra mim. Senti que colocou minha mão na bunda dela e disse: assim, aperta minha bunda, assim, forte, chupa, chupa, ufff, aiiii, meu Deus, pussy gostosa!!! Pegou um peito com a mão e começou a passar na minha boca, eu apertava a bunda dela e esfregava de cima pra baixo. Enquanto isso, meu pau doía dentro da calça, sentia que tava me molhando aos poucos.
Ela desceu a mão até minha cintura e me puxou pra perto, senti meu pau encostar nela. A cuca dela começou a empurrar na minha direção, Uiiii!, como ela é gostosa, você ficou de pau duro. Ela disse, e logo em seguida baixou a mão e apertou meu pau por cima da calça. Quase gozei só de sentir aquilo, era a primeira vez que uma mulher pegava na minha rola. Buceta gostosa, tá explodindo, ela falava enquanto passava a mão. – Quer que eu te mostre mais umas coisinhas? Ela perguntou, eu balancei a cabeça que sim. Ela sentou no sofá, me olhou nos olhos com uma puta safadeza e disse. Quer que eu te ensine como se usa a camisinha? Enquanto isso, passava um dedo devagar por cima do meu pau por cima da calça. Eu sentia o coração saindo pela boca e quase tremia um pouco, era uma mistura de prazer e nervosismo. – Você me promete que isso fica entre nós? Que não conta pra ninguém? Siim, respondi. Ela sorriu e disse: claro, com uma mulher madura não precisa de camisinha. He, he, he, a gente curte sem esse problema todo. Vem, vamos lá pra cima. Ela se levantou, me pegou pela mão e subiu as escadas, entrou, abaixou a cabeça e olhou pro meu pau, pegou ele suavemente com uma mão e acariciou de cima pra baixo. Eu sentia ele pulsando. Esse pinto tá de comer, ela disse, puxou o prepúcio pra baixo meio com força, mas percebeu que não descia. Olha esse virgem, quando você já tiver transado ele desce e destapa a cabecinha do pau, baixou a mão e acariciou minhas bolas. – Aqui é onde tá o pó, ela disse. Me olhou e falou: bom, vamos ver como é que se coloca a camisinha. Abriu a embalagem e me passou, falou tira ela, eu tirei, explicou que a ponta tinha que ficar pra fora, mandou eu colocar na ponta e puxar devagar pra baixo, fiz tudo que ela mandou. Pronto, ela pegou meu pau e começou a passar a mão com a camisinha. O que você tá sentindo? Ela perguntou. – Claro que é mais gostoso sem camisinha, mas isso só pode fazer com uma mulher como eu, que já não tem perigo de engravidar, ou se sua namorada toma anticoncepcional. Quando você for transar, tem que ter cuidado. pra não escapar e, ao tirar o pau depois de gozar, tem que segurar ele aqui embaixo, apertar e só então puxar, pra não derramar dentro da bucetinha da mulher. Entendeu ou quer que eu explique melhor? Ela se deitou na cama e me disse: quer experimentar como é transar com camisinha? Respondi que sim, com uma excitação insuportável. Vem cá, ela disse. Baixou o moletom até os joelhos, tira pra mim, falou. Terminei de tirar enquanto olhava pra calcinha dela.
Era azul clara, alta, mas com rendas que deixavam ver a moita escura dos pelos pubianos. Ela pegou minha mão, me olhou e disse: Vou deixar você meter um pouquinho pra treinar a camisinha, mas só uma vez. Promete que nunca vai contar pra ninguém? Sim, fica tranquila, respondi. Certeza, né? Sim, repeti. Ela levou a mão até os quadris e baixou a calcinha, levantou os joelhos e tirou tudo. Quando abaixou as pernas, pude ver aquela buceta linda enfeitada com pelos pretos e crespos, e a rachinha de lábios grossos e molhados. Era a primeira vez que via a buceta de uma mulher. Olha, essa rachinha tem que saber acariciar porque é um tesouro muito delicado. Ela levou a mão até a racha e separou os lábios, mostrou o grelinho e disse: Vê esse grelinho? É o clitóris. Ali a gente gosta muito de ser acariciada, mas tem que ser suave. Vem, me dá o dedinho. Pegou minha mão e colocou na racha dela, assim, assiim, suave. Sente? Eu sentia a racha dela molhada e o grelinho durinho. Ela baixou meu dedo e empurrou: Olha, aqui é onde você tem que meter a piroca. Vem, ela me puxou pra perto, pegou meu pau com a mão, se virou um pouco, fica tocando minha bucetinha um pouquinho, assiim, suave. Colocou os peitos na minha boca e disse: Chupa um pouquinho. Comecei a chupar os peitos dela enquanto tocava a racha, e ela acariciava meu pau. Daí, ela falou: Vem, vamos treinar pra ver como fica. Abriu as pernas e puxou meus quadris pra perto, pegou o pau com a mão e aproximou da racha. Ela me olhou e disse: enfia devagarinho até onde eu mandar, colocou na entrada da rachadura dela e empurrou um pouco meus quadris. Eu sentia como se afundava num buraco apertado e quente.
Ahhhhh gemeu, ufff, tá durona pra caralho, deixei ele parado lá dentro, ela apertou forte meu quadril pra eu não tirar, fechou os olhos e senti a bucetinha dela se fechando no meu pau. Vai devagarinho ela disse, eu tirei e enfiei suave, assiiim, isso, ufff, ai meu deus!! Ela agarrava minhas nádegas e chupava meu peito. Nossa que homem, ele tirou, ela disse, comigo não precisa dessa borrachinha. Acariciou meu pau sozinho, assim fica mais bonito ela disse, puxou meu prepúcio e percebeu que ainda não tinha descido. Esse
capuzinho tá durinho de tirar ela disse.
O que vai fazer com essa coisa tão dura hein? Riu, vai ter que tirar os pózinhos senão fica assim o dia inteiro ha, ha, ha. Quer fazer mais um pouquinho? Siiim eu disse. Gostou? Vem ver como sente assim sem camisinha, deitou de novo e abriu as pernas, tava com a buceta molhada e aberta. Me dá mais um tempo, mas quando for gozar me avisa e tira ela disse. Enfiei forte ela gritou e me segurou pelos ombros, continuei metendo ela empurrava os quadris. Agora podia sentir todo o calor e a umidade do buraquinho dela, tava muito molhada, Assiiim você gosta mais? Ah, siiiim buceta me dá assim tá uma delícia essa pica dura, nossa que pauzão, mete, mete, aii deusss, ufffff, aghhhh, aii que gostoso? Ela mordia meu pescoço com os lábios, — me avisa quando for gozar aghhhh, cê gosta? Assim que se come uma mulher, assiiim, me come, me come assiiim, isssooo, assiiim me dá essa virgindade, tô te desvirgando buceta gostosa, Desci pros peitos dela e chupei, ela gritava aii, assiiim chupa eles, ufffff buceta, parei um momento enquanto chupava, ela empurrou meus quadris. Me come mais, mais. Eu senti que ia gozar e falei, jááá ela me empurrou pra trás, e segurou meu pau com a mão mexendo pra frente e pra trás, me dá, me dá, me dá Esse polvasso, pussy! Gozei em cima da barriga dela, o leite escorreu até os peitos dela, ela mexia a mão e falava: "Huuu, que delícia, que leitada, pussy, assimiii" — terminou limpando a ponta do meu pau com os dedos. Deitei do lado dela, ela tocava minha porra na barriga e nos peitos com os dedos. "Uffa, que gozada! Você tava explodindo." Ela passava o sêmen nos próprios peitos, me olhou e disse: "Isso é bom pra pele, ha ha ha. Nunca pensei que ia te desvirgar." — "Eu também não", respondi, "gostou?" — "Sim, gostei muito", falei. "Bom, tem outras coisas gostosas que dá pra fazer, mas você já tava gozando e eu também tava muito tesuda, tava com muita vontade de comer esse virgulino, ha ha ha. É o segundo virgo que eu como." — "É mesmo?" perguntei, "por quê?" — "Anos atrás, com um vizinho onde a gente morava, ele vivia me espiando no banho pelo quintal deles. Um dia peguei ele e mandei me ajudar a tomar banho, mas quando dei a chance, ele fez um pouquinho, se assustou e foi embora. Depois ficou me procurando, mas eu não quis mais, por besta. Mas se precisava de um rapaz bem gostoso como você, ha ha ha. Cavalo velho, pasto novo, ha ha ha. Bom, isso fica entre nós, não vai contar pra sua namorada que ela não é mais virgem, senão ela se espanta. Outro dia, se quiser, te ensino mais coisinhas." — Acariciou meu pau já mole — "Quer ou não?" — "Sim", respondi, "eu gosto de fazer muitas coisas e demorar mais, mas hoje não dá, a Mariana não demora pra chegar." Amanda levantou e foi pro banheiro, depois voltou e se vestiu. Eu também me vesti, pensando que a Mariana, filha dela que morava em outra cidade, podia mesmo chegar. Mariana era uma mulher meio gordinha, tinha quase 30 anos. Amanda a teve aos 19, também era morena e eu tinha visto uns peitões enormes um dia que ela tava se trocando em casa. Me despedi da Amanda e fui embora sonhando... empurrei um pouco os quadris, sentia como se afundava no buraco apertado e quente dela.
Amanda era a esposa do meu tio. Eles tinham se separado fazia uns 12 anos. Ela tinha 48 anos, eu tinha 18, estava começando meus estudos na Universidade da cidade onde ela morava, e pra isso viajei da minha cidade pra viver lá. Nessa mesma cidade também morava minha tia Nohra, cunhada da Amanda, que também tinha lá seus 50 anos. Eu costumava ir muito na casa da minha tia Nohra porque ficava mais perto da faculdade. Lá eu encontrava a Amanda com frequência, já que minha tia era costureira e fazia vestidos pra ela. Durante o primeiro ano, as coisas rolaram sem nada fora do comum. Eu adorava ver a Amanda quando ela virava de costas, porque as bundas redondas dela pareciam bem tentadoras por baixo dos vestidos. Ela não era uma mulher bonita, obviamente tinha o desgaste normal da idade, usava óculos, cabelo meio curto, era bem morena, não era gorda e tinha estatura mediana.
Três dias depois de fazer 18 anos, fui na casa da minha tia Nohra. Como ela lembrava, me cumprimentou e me deu um pedaço de bolo com vinho. Daí a pouco chegou a Amanda, minha tia contou pra ela, e ela me deu um beijo na bochecha, me abraçou bem forte e também tomou um pouco de vinho com bolo. Minha tia contou que eu tava fazendo 18 anos, e ela respondeu: "Nossa, virou um homenzinho completo, já podemos falar de coisas de adulto." As duas riram. Amanda completou, com uma certa malícia, dizendo pra minha tia: "Hoje em dia esses meninos sabem mais do que a gente. ¡ensina a gente! Minha tia Nohra começou a contar sobre um programa de TV que falava da quantidade de jovens grávidas que tinha nos colégios. É que esses moleques ficam com tesão e não se cuidam, ela finalizou. Amanda me olhou e perguntou: você já sabe como se cuidar, né? Eu sorri timidamente e lembrei que ainda era virgem. Amanda continuou: pois nos colégios ensinam isso, mas uma coisa é a aula e outra é estar com vontade, e aí eles esquecem tudo que aprenderam.
Naquele dia, Amanda experimentou uma saia que minha tia estava terminando pra ela. Quando saí com ela, percebi que morava perto da universidade. Ela me perguntou se lá só moravam homens, eu disse que sim. Perguntou se eu morava sozinho, respondi que não, que morava com um amigo, mas que ele já estava terminando o curso e quase não ficava na cidade porque fazia o estágio de veterinária. Ela sorriu e disse que uma amiga contou que a sobrinha dela tinha um namorado que morava nas pensões da universidade e que uma vez que brigaram, ela foi morar com ele por uma semana. Me perguntou se eu também já tinha morado lá com minha namorada. Fiquei meio sem graça e respondi que não, e que além disso não tinha namorada.
Ela me olhou estranho e disse: Nossa, mas já devia ter uma, e aí, o que que houve? Fiquei envergonhado e falei que estudava muito. Ela disse que isso não importava. Teve um silêncio curto, ela me olhou de novo e perguntou enquanto andava até a cozinha levando o copo de café vazio – Mas você já teve namorada ou não? Eu ri sem graça e respondi que sim. Mas se cuidou bem ou não? Ela perguntou. – Como assim? Respondi. – Ora, pra não se meter num problema de nove meses, ela respondeu rindo. Eu ri de novo com vergonha e baixei a cabeça, me sentia bem desconfortável com a conversa, mas no fundo me excitava. Ela se aproximou e disse: já fez ou não? O quê? Respondi. Vamos ver, com o que se cuidou? Ela continuou. Eu ri sem graça, ela percebeu que eu estava envergonhado e riu um pouco e disse: fica tranquilo que você já é maior de idade. e pode falar comigo sobre essas coisas. Ela continuou me perguntando com certa insistência. "Vocês usam camisinha ou fazem na cara e na coragem?" Não respondi, ri de novo com vergonha e olhei para o lado. Ela percebeu meu constrangimento e tentou encerrar dizendo: "Olha, você tem que se cuidar, senão acaba se enrascando com um filho antes da hora. Se precisar de camisinha, me fala que eu e uma amiga minha ajudamos a conseguir, ou se quiser me perguntar ou contar alguma coisa, fique à vontade." Parecia quase inacreditável que Amanda estivesse falando assim comigo. Era uma mistura de vergonha, curiosidade e tesão. Pra completar, ela disse: "Não é como a gente, mulher mais velha, que já não precisa se preocupar com essas coisas."
Me despedi dela, e ela insistiu pra eu voltar quando estivesse entediado ou se precisasse de algo. "Não esquece o que te ofereci", repetiu. Naquela noite, não pensei em outra coisa senão naquela conversa. Bati uma pensando na Amanda e imaginando como ela seria pelada. Não conseguia resistir à vontade de voltar na casa dela.
Os dias passaram, e toda vez que algo me lembrava sexo, eu lembrava da Amanda. Queria ir na casa dela, mas tinha vergonha. Minha vida com as mulheres não ia bem, não conseguia fechar nada com ninguém, e a virgindade aos meus 18 anos me preocupava cada vez mais. Um dia, fui na casa da minha tia Nohra e encontrei a Amanda por lá. Elas começaram a falar de blusas, e Amanda contou que tinha comprado uma blusa que não gostava porque, quando se abaixava, apareciam os peitos. Minha tia Nohra riu e disse que pra isso existiam sutiãs bem apertados. Amanda respondeu que tinha uns que ajudavam a levantar, mas não gostava porque o arame arranhava. Nohra riu de novo e disse que era pra isso que ela tinha os peitos daquele jeito. Essa conversa me deixou muito excitado. Quando fui me despedir, Amanda me pediu pra esperar ela pra acompanhá-la até em casa. Minha tia também falou pra eu ir, porque já estava meio tarde.
Fomos andando até a casa da Amanda, conversando sobre coisas bestas. Quando respondi Suavemente. Você gosta que a gente fale de sexo? Sim? Respondi de novo. Ela riu um pouco e me disse: bom, o que você quiser, eu posso te ajudar a entender, você sabe como ficar com uma mulher ou não? Eu olhei pra ela sorrindo e falei: não muito. Ela se aproximou e sentou no meu colo. Me disse: você sabe como a gente, mulher, gosta de ser acariciada? — Pegou minha mão esquerda e colocou no joelho dela, começou a mover em círculos e foi subindo pela parte interna da coxa sem soltar. A bunda dela apoiava de lado no meu pau, que já começava a endurecer. Continuou subindo minha mão pela coxa dela, por baixo da saia, e parou quase na beirada da calcinha. Seguiu mexendo minha mão em círculos, fazendo com que, de vez em quando, meu polegar tocasse a borda da calcinha. Eu olhava pra coxa dela e meu pau ficava cada vez mais duro. Ela sentiu e se encostou mais em mim.
— Você gosta? — Ela perguntou. Eu respondi: Siimm, com a voz quase apagada. É assim que a gente gosta de ser tocada. Ela disse: Quer sentir mais? — perguntou. Siimm, respondi. De repente, deslizou minha mão e colocou ela direto na buceta dela, e disse: sente isso — e foi mexendo minhas mãos. Eu via minha mão se movendo por cima da calcinha preta dela, sentia o volume da boceta dela e dava pra sentir o formato da rachinha debaixo da minha mão. Depois, tirou minha mão da buceta e subiu até os peitos, esfregou por cima da blusa. Eu sentia aqueles peitos se amassando com minhas mãos. Sentia eles duros e os bicos empinados debaixo da blusa. De repente, me soltou e se levantou. Disse: não, melhor a gente não fazer mais loucura. Quando você já tiver transado com alguma mulher, vem me contar. Eu me levantei meio perturbado, queria falar pra continuarmos o jogo, mas vi que ela tava séria e fiquei com medo. Ela disse: é melhor você ir antes que fique mais tarde.
Aquela noite foi uma mistura de excitação e frustração. De qualquer jeito, me masturbei pensando na Amanda. Os dias passaram e minha vida sexual continuava um zero. Um dia, decidi ir onde Amanda e dizer pra ela me ajudar, que eu não conseguia pegar nenhuma mina e que ainda era virgem. Criei coragem, estimulado pela vontade de ter uma experiência como a da outra noite com ela, e fui na casa dela. Ela tava fazendo faxina e tava com uma roupa bem leve. Aquela blusa que mostrava os peitos dela quando se abaixava e uma calça de moletom bem justa que desenhava a bunda dela de um jeito excitante. Naquele dia, vi ela linda quando se virou pra me receber, na hora o pau subiu. Ela me perguntou por que eu não tinha voltado, se eu tinha ficado com medo, eu ri e respondi que não. Depois de um tempo conversando, enquanto ela limpava o chão e eu tentava ver os peitos dela de disfarce — só via parte do sutiã branco —, ela me perguntou depois de um longo silêncio: — E como cê tá com aquilo que a gente conversou? — Com o quê? Disfarcei. — Com aqueles que você ia me contar — ela respondeu. Senti que era a chance de tocar no assunto. — Não, nada de nada — respondi. Ela me olhou com um sorriso meigo e disse: — Aaah, coitadinho, vou ter que te ensinar mais uns truques. Riu, levantou, foi até o tanque e largou o balde com a água suja. Secou as mãos e parou um tempo lavando o pano. Eu tava adorando ver a bunda gostosa dela debaixo da calça justa.
Fomos pra sala, ela sentou na minha frente e disse: — Sério, nada de nada? — Não respondi. — Deve ser que cê precisa se arriscar um pouquinho mais. A gente, mulher, quando sabe ser aquecida, é muito difícil resistir — disse e começou a dar mordidinhas, bem de leve. Fiz isso. Ela falava: — Ai, que linguinha, isso mesmo, muito bem, aiiii meu deus, aiiii meu deus, que delícia de linguinha. De repente, ela tirou a blusa e soltou o sutiã, se deitou um pouco mais no sofá e disse: — Vem, assim tô mais confortável, chupa mais um pouquinho. Me inclinei sobre os peitos dela e continuei chupando, com uma mão eu tocava um e com a outra me apoiava no sofá.
Ela se deitou um pouco mais de um jeito que fiquei com as duas mãos livre e comecei a esfregar os dois peitos dela enquanto chupava. Isso aí, meu filho, que gostoso que faz, me dá essa linguinha, aiiii, meu Deus, como chupa gostoso. Queria passar a mão na buceta dela, mas tava com medo de assustar e ela parar o jogo. Decidi que faria o que ela mandasse. Continuei chupando os peitos, um depois do outro, enquanto apertava. De repente, ela levantou meu queixo, me olhou e disse: pussy, você tem uma boquinha muito gostosa, me puxou pra perto e falou: olha, assim também é gostoso dar linguinha. Ela esticou a língua e começou a passar nos meus lábios, eu estiquei a minha e começamos a trocar beijo de língua, eu mantinha as mãos nos peitos dela e mexia. Tá vendo? — ela disse — é assim que se esquenta uma mulher. Mas o que não pode é deixar uma mulher esfriar, isso a gente não perdoa nos homens. Ela sentou no sofá e falou: olha, depois de uma chupada de peitos assim, você tem que passar pra outra coisa. Me olhou e riu. Agora pode passar a mão na torta, pegou minha mão e colocou em cima da buceta dela, mexeu devagar e disse: faz assim, mas continua chupando os peitos.
Comecei a tocar a pussy dela de cima pra baixo e a chupar os peitos, ela me abraçou e começou a acariciar meu cabelo. Uffff, vai, vai, ufff assim, vai — ela dizia —, tá me esquentando, que gostoso, ufff, chupa, chupa, assim me toca a pussy, cê gosta, ummm. Simmm, cê gosta, ummm. Simmm, respondi baixinho. De repente, ela pegou minha mão que tava na buceta e levou pra trás, ao mesmo tempo virou e ficou de lado pra mim. Senti que colocou minha mão na bunda dela e disse: assim, aperta minha bunda, assim, forte, chupa, chupa, ufff, aiiii, meu Deus, pussy gostosa!!! Pegou um peito com a mão e começou a passar na minha boca, eu apertava a bunda dela e esfregava de cima pra baixo. Enquanto isso, meu pau doía dentro da calça, sentia que tava me molhando aos poucos.
Ela desceu a mão até minha cintura e me puxou pra perto, senti meu pau encostar nela. A cuca dela começou a empurrar na minha direção, Uiiii!, como ela é gostosa, você ficou de pau duro. Ela disse, e logo em seguida baixou a mão e apertou meu pau por cima da calça. Quase gozei só de sentir aquilo, era a primeira vez que uma mulher pegava na minha rola. Buceta gostosa, tá explodindo, ela falava enquanto passava a mão. – Quer que eu te mostre mais umas coisinhas? Ela perguntou, eu balancei a cabeça que sim. Ela sentou no sofá, me olhou nos olhos com uma puta safadeza e disse. Quer que eu te ensine como se usa a camisinha? Enquanto isso, passava um dedo devagar por cima do meu pau por cima da calça. Eu sentia o coração saindo pela boca e quase tremia um pouco, era uma mistura de prazer e nervosismo. – Você me promete que isso fica entre nós? Que não conta pra ninguém? Siim, respondi. Ela sorriu e disse: claro, com uma mulher madura não precisa de camisinha. He, he, he, a gente curte sem esse problema todo. Vem, vamos lá pra cima. Ela se levantou, me pegou pela mão e subiu as escadas, entrou, abaixou a cabeça e olhou pro meu pau, pegou ele suavemente com uma mão e acariciou de cima pra baixo. Eu sentia ele pulsando. Esse pinto tá de comer, ela disse, puxou o prepúcio pra baixo meio com força, mas percebeu que não descia. Olha esse virgem, quando você já tiver transado ele desce e destapa a cabecinha do pau, baixou a mão e acariciou minhas bolas. – Aqui é onde tá o pó, ela disse. Me olhou e falou: bom, vamos ver como é que se coloca a camisinha. Abriu a embalagem e me passou, falou tira ela, eu tirei, explicou que a ponta tinha que ficar pra fora, mandou eu colocar na ponta e puxar devagar pra baixo, fiz tudo que ela mandou. Pronto, ela pegou meu pau e começou a passar a mão com a camisinha. O que você tá sentindo? Ela perguntou. – Claro que é mais gostoso sem camisinha, mas isso só pode fazer com uma mulher como eu, que já não tem perigo de engravidar, ou se sua namorada toma anticoncepcional. Quando você for transar, tem que ter cuidado. pra não escapar e, ao tirar o pau depois de gozar, tem que segurar ele aqui embaixo, apertar e só então puxar, pra não derramar dentro da bucetinha da mulher. Entendeu ou quer que eu explique melhor? Ela se deitou na cama e me disse: quer experimentar como é transar com camisinha? Respondi que sim, com uma excitação insuportável. Vem cá, ela disse. Baixou o moletom até os joelhos, tira pra mim, falou. Terminei de tirar enquanto olhava pra calcinha dela.
Era azul clara, alta, mas com rendas que deixavam ver a moita escura dos pelos pubianos. Ela pegou minha mão, me olhou e disse: Vou deixar você meter um pouquinho pra treinar a camisinha, mas só uma vez. Promete que nunca vai contar pra ninguém? Sim, fica tranquila, respondi. Certeza, né? Sim, repeti. Ela levou a mão até os quadris e baixou a calcinha, levantou os joelhos e tirou tudo. Quando abaixou as pernas, pude ver aquela buceta linda enfeitada com pelos pretos e crespos, e a rachinha de lábios grossos e molhados. Era a primeira vez que via a buceta de uma mulher. Olha, essa rachinha tem que saber acariciar porque é um tesouro muito delicado. Ela levou a mão até a racha e separou os lábios, mostrou o grelinho e disse: Vê esse grelinho? É o clitóris. Ali a gente gosta muito de ser acariciada, mas tem que ser suave. Vem, me dá o dedinho. Pegou minha mão e colocou na racha dela, assim, assiim, suave. Sente? Eu sentia a racha dela molhada e o grelinho durinho. Ela baixou meu dedo e empurrou: Olha, aqui é onde você tem que meter a piroca. Vem, ela me puxou pra perto, pegou meu pau com a mão, se virou um pouco, fica tocando minha bucetinha um pouquinho, assiim, suave. Colocou os peitos na minha boca e disse: Chupa um pouquinho. Comecei a chupar os peitos dela enquanto tocava a racha, e ela acariciava meu pau. Daí, ela falou: Vem, vamos treinar pra ver como fica. Abriu as pernas e puxou meus quadris pra perto, pegou o pau com a mão e aproximou da racha. Ela me olhou e disse: enfia devagarinho até onde eu mandar, colocou na entrada da rachadura dela e empurrou um pouco meus quadris. Eu sentia como se afundava num buraco apertado e quente.
Ahhhhh gemeu, ufff, tá durona pra caralho, deixei ele parado lá dentro, ela apertou forte meu quadril pra eu não tirar, fechou os olhos e senti a bucetinha dela se fechando no meu pau. Vai devagarinho ela disse, eu tirei e enfiei suave, assiiim, isso, ufff, ai meu deus!! Ela agarrava minhas nádegas e chupava meu peito. Nossa que homem, ele tirou, ela disse, comigo não precisa dessa borrachinha. Acariciou meu pau sozinho, assim fica mais bonito ela disse, puxou meu prepúcio e percebeu que ainda não tinha descido. Esse
capuzinho tá durinho de tirar ela disse.
O que vai fazer com essa coisa tão dura hein? Riu, vai ter que tirar os pózinhos senão fica assim o dia inteiro ha, ha, ha. Quer fazer mais um pouquinho? Siiim eu disse. Gostou? Vem ver como sente assim sem camisinha, deitou de novo e abriu as pernas, tava com a buceta molhada e aberta. Me dá mais um tempo, mas quando for gozar me avisa e tira ela disse. Enfiei forte ela gritou e me segurou pelos ombros, continuei metendo ela empurrava os quadris. Agora podia sentir todo o calor e a umidade do buraquinho dela, tava muito molhada, Assiiim você gosta mais? Ah, siiiim buceta me dá assim tá uma delícia essa pica dura, nossa que pauzão, mete, mete, aii deusss, ufffff, aghhhh, aii que gostoso? Ela mordia meu pescoço com os lábios, — me avisa quando for gozar aghhhh, cê gosta? Assim que se come uma mulher, assiiim, me come, me come assiiim, isssooo, assiiim me dá essa virgindade, tô te desvirgando buceta gostosa, Desci pros peitos dela e chupei, ela gritava aii, assiiim chupa eles, ufffff buceta, parei um momento enquanto chupava, ela empurrou meus quadris. Me come mais, mais. Eu senti que ia gozar e falei, jááá ela me empurrou pra trás, e segurou meu pau com a mão mexendo pra frente e pra trás, me dá, me dá, me dá Esse polvasso, pussy! Gozei em cima da barriga dela, o leite escorreu até os peitos dela, ela mexia a mão e falava: "Huuu, que delícia, que leitada, pussy, assimiii" — terminou limpando a ponta do meu pau com os dedos. Deitei do lado dela, ela tocava minha porra na barriga e nos peitos com os dedos. "Uffa, que gozada! Você tava explodindo." Ela passava o sêmen nos próprios peitos, me olhou e disse: "Isso é bom pra pele, ha ha ha. Nunca pensei que ia te desvirgar." — "Eu também não", respondi, "gostou?" — "Sim, gostei muito", falei. "Bom, tem outras coisas gostosas que dá pra fazer, mas você já tava gozando e eu também tava muito tesuda, tava com muita vontade de comer esse virgulino, ha ha ha. É o segundo virgo que eu como." — "É mesmo?" perguntei, "por quê?" — "Anos atrás, com um vizinho onde a gente morava, ele vivia me espiando no banho pelo quintal deles. Um dia peguei ele e mandei me ajudar a tomar banho, mas quando dei a chance, ele fez um pouquinho, se assustou e foi embora. Depois ficou me procurando, mas eu não quis mais, por besta. Mas se precisava de um rapaz bem gostoso como você, ha ha ha. Cavalo velho, pasto novo, ha ha ha. Bom, isso fica entre nós, não vai contar pra sua namorada que ela não é mais virgem, senão ela se espanta. Outro dia, se quiser, te ensino mais coisinhas." — Acariciou meu pau já mole — "Quer ou não?" — "Sim", respondi, "eu gosto de fazer muitas coisas e demorar mais, mas hoje não dá, a Mariana não demora pra chegar." Amanda levantou e foi pro banheiro, depois voltou e se vestiu. Eu também me vesti, pensando que a Mariana, filha dela que morava em outra cidade, podia mesmo chegar. Mariana era uma mulher meio gordinha, tinha quase 30 anos. Amanda a teve aos 19, também era morena e eu tinha visto uns peitões enormes um dia que ela tava se trocando em casa. Me despedi da Amanda e fui embora sonhando... empurrei um pouco os quadris, sentia como se afundava no buraco apertado e quente dela.
1 comentários - Amanda, Minha Tia e Outras Gostosas da Família