Falaê, poringa boys!!
Esse é meu primeiro post, então me desculpa se eu não me expressar bem ou se não der pra entender algo.
Pra começar nessa parada, quero mandar uma das várias experiências que venho tendo com minha prima.
Pra falar um pouco dela: tem 27 anos, magrinha, morena, uns 1,50m de altura, uma bundinha pequena muito linda e o que mais se destaca: uns peitões DOIDOS, fruto de ser mãe já faz uns 6 anos.
A parada é a seguinte. Com ela sempre tive uma química foda. Quando a gente se juntava quando criança (ela é só uns anos mais velha que eu), a gente brincava de "médico", se beijava, se apalpava, enfim.
Mas é foda, o tempo passou, a gente cresceu e, claro, era só coisa de criança mesmo.
Umas semanas atrás, ela se mudou de novo. No meio da confusão, ela teve um problema com um computador (eu estudo sistemas, então o primeiro que ela chamou fui eu).
Preciso dizer que, depois de adultos, a gente nunca mais ficou sozinho, nem num quarto. Não falávamos de namoro nem nada, embora eu soubesse que ela tinha terminado com o namorado fazia pouco tempo. Eu também tinha saído de um rolo (bom, não era um namoro sério, mas tava muito apaixonado), então a gente tava livre de culpa, pode-se dizer.
A gente se falava pelo WhatsApp. A parada era bem distante, e olha, juro que nunca na minha vida pensei que viveria uma parada dessas. Ela me disse que no sábado à tardinha tava livre, que ia levar o moleque pro futebol e depois ficava na casa da avó, então fui lá como ela mandou.
Cheguei na casa. Ela desceu pra abrir o portão, a gente se cumprimentou. Sempre um clima foda, como se fôssemos melhores amigos. Pra vocês terem uma ideia, ela tava de regatinha branca e uma calça de moletom meio rasgada, tipo pijama.
Resumo: arrumei o que ela precisava, era uma bobagem, e como terminei rápido, ela perguntou se eu queria ficar pra tomar uns mates. Aceitei, e entre um mate e outro, a gente começou a falar da vida... da faculdade... e dos namoros. Ela me contou bem detalhado os pepinos dela, e eu contei os meus. Basicamente, ela tinha brigado com o namorado porque ele não dava atenção pra ela. Eu Disse que fazia uns 6 meses que não levava uma pirocada. E aí começou tudo...
Assim que ela falou isso, solta: "sabe o que eu daria pra encontrar um cara igual você e me foder todinha". Não sei se foi o jeito que ela falou ou o quê, mas me deixou durasso. Eu respondi meio na brincadeira: "e você não sabe o que eu daria pra pegar uma putinha igual você e me fazer esquecer de tudo que passei". Ela começou a morrer de rir e foi se aproximando de mim (eu tava sentado na cadeira na sala de jantar). Sentou no meu colo e, enquanto passava a mão na minha bochecha, disse: "Lembra quando a gente brincava de médico? Éramos tão crianças... bom, você continua sendo um guri." Acho que era a palavra "guri" que me deixava com tesão... nisso eu falo: "você tá uma putinha, sabe como eu adoraria brincar de médico". Ela olhou pro relógio, sentiu que eu tava com o pau a mil e levantou. Pediu pra eu tirar tudo, e eu não recusei. Fiquei totalmente pelado, o pau durasso e bem vermelho, prestes a explodir. Ela me olhou de cima a baixo com uma cara de puta do caralho e disse: "como você cresceu, hein, guri". (Pra vocês terem uma ideia, a última vez que ela me viu pelado eu devia ter uns 10 anos. Hoje, mais de dez anos depois, eu tenho 1,85m, ela me olhava de baixo pra cima com o pau a todo vapor).
A vergonha já tinha ido pro espaço. Então coloquei ela de costas pra mim, com as mãos na pia. Fui puxando o moletom dela pra baixo. Ela não tava de calcinha, então apareceu aquela bundinha pequena que ela tem. Não é uma rabetão, mas como eu comi ela toda, não tem nome. Abri bem com as duas mãos e comecei a meter a língua em cada buraco possível. Ela já começou a gemer bem baixinho e aquela buceta foi ficando molhada aos poucos.
Depois de um tempão enfiando dedo e língua, ela pediu pra parar. Se virou e continuou me olhando com aquela cara de puta do caralho que ela tem. E foi tirando a camisetinha. VOCÊS NÃO TÊM NOÇÃO DO QUE SÃO AQUELES PEITOS. Uns bicos ou "patys" lindos que dão uma vontade de devorar sem dó.
Comecei a morder eles e ela fala bem baixinho: "cresceram um pouco desde... A última vez, né?". Eu comecei a rir pra caralho e, do nada, ela me dá umaTapa.Eu, surpreso, fiquei calado... mas ela pegou e disse "não ri, guy, é pra aproveitar". Começou a fazer um Boobs fuck/francesa ou como quiserem chamar. Vocês não têm ideia da lubrificada que ela deu na minha cock. E depois de uns cuspes bem safados nos peitos dela, eu me masturbei muuuuuito tasty.
Eu já tava muuuito a todo vapor. Perguntei bem discretamente se ela tinha camisinha (eu, pra ser sincero, não tinha) e ela foi buscar. Ela colocou a camisinha enquanto continuava me chamando de guy malvado, com uma cara de slut do caralho. Ela meio sentada na mesa, eu comi de novo aquela pussy yummy que ela tem, e com toda a fúria comecei a bombar. Era uma agarrada naqueles peitões enormes e uma enfiada atrás da outra.
Depois de um tempo assim, ela se levantou de novo, tirou a camisinha. Fez um blow job lindo e disse "vamos ver se você aguenta essa, guy". Ela virou de costas de novo, igual no começo, tiny ass pra cima, enfiou dois dedos no cu e ela mesma colocou minha cock naquela tiny ass apertadinha que ela tem. Bombada e bombada, entre tapas na Booty e agarrada nos peitos, eu falei que queria gozar.
O que a very slut fez naquele momento não tem nome. Ela ficou na minha frente, me olhando fixo com olhos de slut, com uma mão me fez uma masturbação e a outra massageava minhas bolas. Até aí eu não aguentei mais. Enquanto eu gozava, ela espalhava todo o cum pela barriga. Quando joguei tudo, ela começou a espalhar o cum por todos os peitos e pelo corpo. Dedo na boca saboreando o cum e fazendo um "mmmmmmm" espetacular.. ESSA IMAGEM EU NUNCA VOU ESQUECER. SÓ DE LEMBRAR JÁ ME DEIXA DURÍSSIMO.
Depois disso, perguntei se podia ir tomar banho. Duchinha rápida e pedi pra ela descer pra abrir o portão.
No meio do elevador, ela me encostou na parede e disse "disso pra ninguém, guy, hein. Pra ninguém!!!" Falou meio brava, e aí foi o único momento em toda aquela gostosa transa que ela me beijou de boca aberta.
Assim que saí na rua, já "voltamos a ser primos". Beijinho, se cuida e tchau.
Fui andando tranquilo. Naquela tarde "esqueci que tinha uma prima". Sem culpa nem nada.
Minha mente já tinha esquecido o que houve de ruim semanas atrás, e agora eu só pensava numa coisa: Será que isso vai rolar de novo? O que eu faço se encontrar ela de novo?
Acreditem, galera... eu vi ela de novo... e não só ela.
Vai ficar pra segunda parte!
Foi semana passada, então é mais recente.
Espero que esse post tenha boas respostas pra eu melhorar tudo pro próximo (se é que vocês querem que tenha outro).
Falou, galera! Aguardo as opiniões de vocês!
Esse é meu primeiro post, então me desculpa se eu não me expressar bem ou se não der pra entender algo.
Pra começar nessa parada, quero mandar uma das várias experiências que venho tendo com minha prima.
Pra falar um pouco dela: tem 27 anos, magrinha, morena, uns 1,50m de altura, uma bundinha pequena muito linda e o que mais se destaca: uns peitões DOIDOS, fruto de ser mãe já faz uns 6 anos.
A parada é a seguinte. Com ela sempre tive uma química foda. Quando a gente se juntava quando criança (ela é só uns anos mais velha que eu), a gente brincava de "médico", se beijava, se apalpava, enfim.
Mas é foda, o tempo passou, a gente cresceu e, claro, era só coisa de criança mesmo.
Umas semanas atrás, ela se mudou de novo. No meio da confusão, ela teve um problema com um computador (eu estudo sistemas, então o primeiro que ela chamou fui eu).
Preciso dizer que, depois de adultos, a gente nunca mais ficou sozinho, nem num quarto. Não falávamos de namoro nem nada, embora eu soubesse que ela tinha terminado com o namorado fazia pouco tempo. Eu também tinha saído de um rolo (bom, não era um namoro sério, mas tava muito apaixonado), então a gente tava livre de culpa, pode-se dizer.
A gente se falava pelo WhatsApp. A parada era bem distante, e olha, juro que nunca na minha vida pensei que viveria uma parada dessas. Ela me disse que no sábado à tardinha tava livre, que ia levar o moleque pro futebol e depois ficava na casa da avó, então fui lá como ela mandou.
Cheguei na casa. Ela desceu pra abrir o portão, a gente se cumprimentou. Sempre um clima foda, como se fôssemos melhores amigos. Pra vocês terem uma ideia, ela tava de regatinha branca e uma calça de moletom meio rasgada, tipo pijama.
Resumo: arrumei o que ela precisava, era uma bobagem, e como terminei rápido, ela perguntou se eu queria ficar pra tomar uns mates. Aceitei, e entre um mate e outro, a gente começou a falar da vida... da faculdade... e dos namoros. Ela me contou bem detalhado os pepinos dela, e eu contei os meus. Basicamente, ela tinha brigado com o namorado porque ele não dava atenção pra ela. Eu Disse que fazia uns 6 meses que não levava uma pirocada. E aí começou tudo...
Assim que ela falou isso, solta: "sabe o que eu daria pra encontrar um cara igual você e me foder todinha". Não sei se foi o jeito que ela falou ou o quê, mas me deixou durasso. Eu respondi meio na brincadeira: "e você não sabe o que eu daria pra pegar uma putinha igual você e me fazer esquecer de tudo que passei". Ela começou a morrer de rir e foi se aproximando de mim (eu tava sentado na cadeira na sala de jantar). Sentou no meu colo e, enquanto passava a mão na minha bochecha, disse: "Lembra quando a gente brincava de médico? Éramos tão crianças... bom, você continua sendo um guri." Acho que era a palavra "guri" que me deixava com tesão... nisso eu falo: "você tá uma putinha, sabe como eu adoraria brincar de médico". Ela olhou pro relógio, sentiu que eu tava com o pau a mil e levantou. Pediu pra eu tirar tudo, e eu não recusei. Fiquei totalmente pelado, o pau durasso e bem vermelho, prestes a explodir. Ela me olhou de cima a baixo com uma cara de puta do caralho e disse: "como você cresceu, hein, guri". (Pra vocês terem uma ideia, a última vez que ela me viu pelado eu devia ter uns 10 anos. Hoje, mais de dez anos depois, eu tenho 1,85m, ela me olhava de baixo pra cima com o pau a todo vapor).
A vergonha já tinha ido pro espaço. Então coloquei ela de costas pra mim, com as mãos na pia. Fui puxando o moletom dela pra baixo. Ela não tava de calcinha, então apareceu aquela bundinha pequena que ela tem. Não é uma rabetão, mas como eu comi ela toda, não tem nome. Abri bem com as duas mãos e comecei a meter a língua em cada buraco possível. Ela já começou a gemer bem baixinho e aquela buceta foi ficando molhada aos poucos.
Depois de um tempão enfiando dedo e língua, ela pediu pra parar. Se virou e continuou me olhando com aquela cara de puta do caralho que ela tem. E foi tirando a camisetinha. VOCÊS NÃO TÊM NOÇÃO DO QUE SÃO AQUELES PEITOS. Uns bicos ou "patys" lindos que dão uma vontade de devorar sem dó.
Comecei a morder eles e ela fala bem baixinho: "cresceram um pouco desde... A última vez, né?". Eu comecei a rir pra caralho e, do nada, ela me dá umaTapa.Eu, surpreso, fiquei calado... mas ela pegou e disse "não ri, guy, é pra aproveitar". Começou a fazer um Boobs fuck/francesa ou como quiserem chamar. Vocês não têm ideia da lubrificada que ela deu na minha cock. E depois de uns cuspes bem safados nos peitos dela, eu me masturbei muuuuuito tasty.
Eu já tava muuuito a todo vapor. Perguntei bem discretamente se ela tinha camisinha (eu, pra ser sincero, não tinha) e ela foi buscar. Ela colocou a camisinha enquanto continuava me chamando de guy malvado, com uma cara de slut do caralho. Ela meio sentada na mesa, eu comi de novo aquela pussy yummy que ela tem, e com toda a fúria comecei a bombar. Era uma agarrada naqueles peitões enormes e uma enfiada atrás da outra.
Depois de um tempo assim, ela se levantou de novo, tirou a camisinha. Fez um blow job lindo e disse "vamos ver se você aguenta essa, guy". Ela virou de costas de novo, igual no começo, tiny ass pra cima, enfiou dois dedos no cu e ela mesma colocou minha cock naquela tiny ass apertadinha que ela tem. Bombada e bombada, entre tapas na Booty e agarrada nos peitos, eu falei que queria gozar.
O que a very slut fez naquele momento não tem nome. Ela ficou na minha frente, me olhando fixo com olhos de slut, com uma mão me fez uma masturbação e a outra massageava minhas bolas. Até aí eu não aguentei mais. Enquanto eu gozava, ela espalhava todo o cum pela barriga. Quando joguei tudo, ela começou a espalhar o cum por todos os peitos e pelo corpo. Dedo na boca saboreando o cum e fazendo um "mmmmmmm" espetacular.. ESSA IMAGEM EU NUNCA VOU ESQUECER. SÓ DE LEMBRAR JÁ ME DEIXA DURÍSSIMO.
Depois disso, perguntei se podia ir tomar banho. Duchinha rápida e pedi pra ela descer pra abrir o portão.
No meio do elevador, ela me encostou na parede e disse "disso pra ninguém, guy, hein. Pra ninguém!!!" Falou meio brava, e aí foi o único momento em toda aquela gostosa transa que ela me beijou de boca aberta.
Assim que saí na rua, já "voltamos a ser primos". Beijinho, se cuida e tchau.
Fui andando tranquilo. Naquela tarde "esqueci que tinha uma prima". Sem culpa nem nada.
Minha mente já tinha esquecido o que houve de ruim semanas atrás, e agora eu só pensava numa coisa: Será que isso vai rolar de novo? O que eu faço se encontrar ela de novo?
Acreditem, galera... eu vi ela de novo... e não só ela.
Vai ficar pra segunda parte!
Foi semana passada, então é mais recente.
Espero que esse post tenha boas respostas pra eu melhorar tudo pro próximo (se é que vocês querem que tenha outro).
Falou, galera! Aguardo as opiniões de vocês!
13 comentários - Minha prima e eu parte 1
Ojala haya segunda y con fotos!
Abrazo
Punnntos vaaan
Gracias Por Compartir
nosotros comentamos en su post los invitamos a comentar en el nuestro
Julia Y Fernando