Andei sumido, mas tá tudo escrito e, conforme vou corrigindo, vou postando. Aproveitem.
Aqui as partes anteriores.
PARTE 1http://www.poringa.net/posts/relatos/2592284/Hermana-Marina-Parte-1.html
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PARTE 2http://www.poringa.net/posts/relatos/2592644/Hermana-Marina-Parte-2.html
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PARTE 3http://www.poringa.net/posts/relatos/2594524/Hermana-Marina-Parte-3.html
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PARTE 4http://www.poringa.net/posts/relatos/2596030/Hermana-Marina-Parte-4.html
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PARTE 5
...voltou a lamber a própria mão e fechou os olhos, como se estivesse saboreando o gosto do que tinha feito.
A gente ouviu um barulho e se apressou pra arrumar a roupa, o cabelo, controlar a respiração. Sentamos separados, com a mesa no meio. Fingimos que estávamos conversando enquanto sentíamos alguém se aproximando.
Era a Madre Superiora, passando por ali e veio ver.
HM - Madre Superiora...
G - Oi Madre Superiora, como a senhora está?
MS - Bem, o que vocês dois estão fazendo?
G - A gente tava conversando que a Irmã Marina me ajuda muito com minhas dificuldades e eu tava pedindo pra ela ser minha tutora na escola...
MS - Que ótimo! A senhora aceitou, Sor Marina?
HM - Sim! Tenho notado mudanças muito produtivas no comportamento dele e ele se dedica cada vez mais nas aulas!
G - Ela é muito boa comigo e eu sou muito bom com ela... - Falei, brincando com ela.
MS - Excelente! Vou até a capela preparar os preparativos pra missa das crianças com a congregação. Volto mais tarde e a gente pode falar sobre a tutoria, quer?
HM - Perfeito, Madre!
MS - Até logo!
HM - Até logo!
G - Tchau! - Ela me olhou estranho pela informalidade do meu cumprimento.
A velha horrorosa se afastava enquanto eu pensava no que ia dizer em seguida, quando ela interrompeu meu pensamento...
- Tutora? Não faço nada por você e você não tá melhorando em nada!
- Não importa! Agora a gente tem desculpa pra se ver mais vezes!
- E pra que você quer que a gente se veja mais vezes? - Disse com um sorriso que coloria as bochechas dela...
- Pra continuar nos divertindo juntos... - Falei enquanto me levantava pra sentar perto dela...
- Você gosta de me ver?
- Adoro te ver, te tocar, te beijar....
Ela gemia com minhas palavras enquanto eu acariciava os ombros dela...
Comecei a acariciar mais forte e ela empurrava pra trás, sentindo como eu tava de pau duro...
- Você não me fez gozar como eu fiz em você...
Falei e ela abriu as pernas como um instinto. Eu meti as mãos levantando o vestido, queria ver a buceta dela... Ela se virou e tirou meu pau da calça.
-Irmã... tá se sentindo fora de controle?... não aguenta mais ver esse pau duro?... faz o que quiser...
Ela gemeu enquanto apertava meu pau que já pulsava sem freio. Começou a bater uma pra mim enquanto se lambia. Com a outra mão percorria o corpo dela... tocava um peito e fechava os olhos... roçava o mamilo... batia uma sem parar. Desceu a mão trêmula até a buceta dela, levantou o hábito arregaçando até descobrir a calcinha branca e pura. Puxou levemente a calcinha pro lado, quase me deixando ver a buceta dela que pulsava forte, tava com uma luxúria incontrolável.
-Faz o que quiser, irmã...
Passou a mão devagarzinho do elástico da roupa íntima até o clitóris e tocou com suavidade, imediatamente tirou a mão e deixou o hábito cair. Ela continuava batendo uma pra mim, queria se masturbar mas se segurava. De vez em quando fechava os olhos e se mexia, mostrando que tava sentindo arrepios.
Sentou no banco e acariciava as pernas como se não soubesse o que fazer com a mão que devia estar na buceta dela mas não podia. Sentada, inquieta, sem perceber talvez, tinha meu pau na frente da cara dela e batia uma.
Eu esperava desesperadamente que ela colocasse na boca mas não fazia. Num momento empurrei disfarçadamente pra frente e roçei a cara dela com a ponta do pau enquanto ela tinha a cabeça levemente jogada pra trás e os olhos fechados. Tava curtindo a punheta que tava me dando, como compensando a que não podia bater pra ela mesma.
Quando rocei a bochecha dela com meu pau (deixando um fio transparente que ainda ligava da cara dela até meu pau) senti que ia explodir e falei pra ela...
-Vou gozar, irmã! vou gozar já!
Ela abriu os olhos de repente e levantou o pano branco do hábito que cobre o pescoço dela, assustada mas sabendo o que fazer, colocou o peito pra não receber meu gozo na carinha. Não fez de forma pornográfica, como pedindo meu gozo nos peitos. mas foi como se eu estivesse lidando com a mancha de sêmen com uma parte do hábito que era fácil de disfarçar.
Com a mão trêmula, prestes a gozar, desabotoei os dois botões do peito dela (aqueles que cobrem a parte branca do hábito que vai no rosto). Isso fez com que os peitos dela ficassem um pouco à mostra e comecei a esporrar tudo nos peitos dela, mirando o máximo que podia.
Ao sentir meu esperma fervendo nos peitos puros dela, ela enfiou a mão na calcinha rapidamente e atrapalhadamente e, com dois movimentos, teve um orgasmo que a fez gemer alto e audivelmente.
Eu continuava gozando enquanto ela começava.
Quando terminei de gozar e enquanto ela terminava, deitei ela no banco, levantei o hábito dela com violência, puxei a calcinha dela e lambi da bunda dela até o clitóris com uma só lambida... ela começou a tremer violentamente, até dava medo vê-la se contorcer assim. Ela gemia abafado e, inexperiente, pressionava a própria buceta com os quatro dedos da mão.
Ela ficou deitada um tempo e eu fiquei sentado ao lado dela, usando a mesa como encosto.
Quando nos levantamos, nos beijamos apaixonada mas delicadamente e nos abraçamos (bom, ela abraçou e eu correspondi).
Me despedi dela como se estivesse fingindo pudor ou vergonha pelo que tinha acontecido... queria dar a sensação de que ela estava no controle agora, mas que deveria sentir culpa por isso.
Fui para minha casa "esquecendo" meu celular na mesa...
CONTINUA.
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PARTE 2http://www.poringa.net/posts/relatos/2592644/Hermana-Marina-Parte-2.html
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PARTE 3http://www.poringa.net/posts/relatos/2594524/Hermana-Marina-Parte-3.html
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PARTE 5
...voltou a lamber a própria mão e fechou os olhos, como se estivesse saboreando o gosto do que tinha feito.
A gente ouviu um barulho e se apressou pra arrumar a roupa, o cabelo, controlar a respiração. Sentamos separados, com a mesa no meio. Fingimos que estávamos conversando enquanto sentíamos alguém se aproximando.
Era a Madre Superiora, passando por ali e veio ver.
HM - Madre Superiora...
G - Oi Madre Superiora, como a senhora está?
MS - Bem, o que vocês dois estão fazendo?
G - A gente tava conversando que a Irmã Marina me ajuda muito com minhas dificuldades e eu tava pedindo pra ela ser minha tutora na escola...
MS - Que ótimo! A senhora aceitou, Sor Marina?
HM - Sim! Tenho notado mudanças muito produtivas no comportamento dele e ele se dedica cada vez mais nas aulas!
G - Ela é muito boa comigo e eu sou muito bom com ela... - Falei, brincando com ela.
MS - Excelente! Vou até a capela preparar os preparativos pra missa das crianças com a congregação. Volto mais tarde e a gente pode falar sobre a tutoria, quer?
HM - Perfeito, Madre!
MS - Até logo!
HM - Até logo!
G - Tchau! - Ela me olhou estranho pela informalidade do meu cumprimento.
A velha horrorosa se afastava enquanto eu pensava no que ia dizer em seguida, quando ela interrompeu meu pensamento...
- Tutora? Não faço nada por você e você não tá melhorando em nada!
- Não importa! Agora a gente tem desculpa pra se ver mais vezes!
- E pra que você quer que a gente se veja mais vezes? - Disse com um sorriso que coloria as bochechas dela...
- Pra continuar nos divertindo juntos... - Falei enquanto me levantava pra sentar perto dela...
- Você gosta de me ver?
- Adoro te ver, te tocar, te beijar....
Ela gemia com minhas palavras enquanto eu acariciava os ombros dela...
Comecei a acariciar mais forte e ela empurrava pra trás, sentindo como eu tava de pau duro...
- Você não me fez gozar como eu fiz em você...
Falei e ela abriu as pernas como um instinto. Eu meti as mãos levantando o vestido, queria ver a buceta dela... Ela se virou e tirou meu pau da calça.
-Irmã... tá se sentindo fora de controle?... não aguenta mais ver esse pau duro?... faz o que quiser...
Ela gemeu enquanto apertava meu pau que já pulsava sem freio. Começou a bater uma pra mim enquanto se lambia. Com a outra mão percorria o corpo dela... tocava um peito e fechava os olhos... roçava o mamilo... batia uma sem parar. Desceu a mão trêmula até a buceta dela, levantou o hábito arregaçando até descobrir a calcinha branca e pura. Puxou levemente a calcinha pro lado, quase me deixando ver a buceta dela que pulsava forte, tava com uma luxúria incontrolável.
-Faz o que quiser, irmã...
Passou a mão devagarzinho do elástico da roupa íntima até o clitóris e tocou com suavidade, imediatamente tirou a mão e deixou o hábito cair. Ela continuava batendo uma pra mim, queria se masturbar mas se segurava. De vez em quando fechava os olhos e se mexia, mostrando que tava sentindo arrepios.
Sentou no banco e acariciava as pernas como se não soubesse o que fazer com a mão que devia estar na buceta dela mas não podia. Sentada, inquieta, sem perceber talvez, tinha meu pau na frente da cara dela e batia uma.
Eu esperava desesperadamente que ela colocasse na boca mas não fazia. Num momento empurrei disfarçadamente pra frente e roçei a cara dela com a ponta do pau enquanto ela tinha a cabeça levemente jogada pra trás e os olhos fechados. Tava curtindo a punheta que tava me dando, como compensando a que não podia bater pra ela mesma.
Quando rocei a bochecha dela com meu pau (deixando um fio transparente que ainda ligava da cara dela até meu pau) senti que ia explodir e falei pra ela...
-Vou gozar, irmã! vou gozar já!
Ela abriu os olhos de repente e levantou o pano branco do hábito que cobre o pescoço dela, assustada mas sabendo o que fazer, colocou o peito pra não receber meu gozo na carinha. Não fez de forma pornográfica, como pedindo meu gozo nos peitos. mas foi como se eu estivesse lidando com a mancha de sêmen com uma parte do hábito que era fácil de disfarçar.
Com a mão trêmula, prestes a gozar, desabotoei os dois botões do peito dela (aqueles que cobrem a parte branca do hábito que vai no rosto). Isso fez com que os peitos dela ficassem um pouco à mostra e comecei a esporrar tudo nos peitos dela, mirando o máximo que podia.
Ao sentir meu esperma fervendo nos peitos puros dela, ela enfiou a mão na calcinha rapidamente e atrapalhadamente e, com dois movimentos, teve um orgasmo que a fez gemer alto e audivelmente.
Eu continuava gozando enquanto ela começava.
Quando terminei de gozar e enquanto ela terminava, deitei ela no banco, levantei o hábito dela com violência, puxei a calcinha dela e lambi da bunda dela até o clitóris com uma só lambida... ela começou a tremer violentamente, até dava medo vê-la se contorcer assim. Ela gemia abafado e, inexperiente, pressionava a própria buceta com os quatro dedos da mão.
Ela ficou deitada um tempo e eu fiquei sentado ao lado dela, usando a mesa como encosto.
Quando nos levantamos, nos beijamos apaixonada mas delicadamente e nos abraçamos (bom, ela abraçou e eu correspondi).
Me despedi dela como se estivesse fingindo pudor ou vergonha pelo que tinha acontecido... queria dar a sensação de que ela estava no controle agora, mas que deveria sentir culpa por isso.
Fui para minha casa "esquecendo" meu celular na mesa...
CONTINUA.
8 comentários - Irmã Marina Parte 5