Fala, galera da comunidade!
Hoje vou contar pra vocês como foi o reencontro com a minha sogrinha H. Se quiserem ver como as coisas começaram, é só procurar os relatos no meu perfil.
Por causa de um problema de família, a gente ficou meio afastado, eu e H. Ela tinha viajado pra terra natal dela, no norte do país, e essa estadia acabou se estendendo por quase 3 meses. A gente trocava uma mensagem ou outra de vez em quando, mas dava pra perceber que ela tava bem abalada com a situação, então não dava pra ficar provocando ela sexualmente.
Uma tarde, quando voltei com a C (minha esposa), ela me contou que a mãe dela ia voltar naqueles dias. Meu tesão subiu na hora, mas a prudência falou mais alto. Ela tava passando por uma fase complicada, então ia esperar ela dar o primeiro passo.
Fomos buscá-la no terminal. Ela tava bem mais magra, com o rosto cansado. Levamos ela pra casa dela e, depois de uma conversa rápida, fomos embora. Passaram-se vários dias sem notícias. A H tava praticamente o dia inteiro dormindo pra se recuperar. Uma manhã, fui surpreendido por uma mensagem dela, aquela clássica que ela mandava pra começar as conversas:
* Oi, lindo
As coisas começavam a voltar ao normal!
* Oi! Como cê tá? Descansou?
* Tô sim, passei o tempo todo dormindo, mas já tô bem melhor!
* Que bom! E o que cê vai fazer?
* Tenho uns dias complicados pra me organizar aqui, mas depois preciso de uns agrados. Faz tempo que ninguém me mima.
* Quando puder, é só avisar que a gente resolve. Cê sabe que seu genro sempre te mima.
* Cê não sabe como senti falta dos seus agrados. Beijos.
Os dias passaram. Tava chegando a viagem semanal da minha esposa pro interior. Teve um tempero especial: nessa semana, em vez de voltar no sábado de manhã, ela ia voltar só no domingo, porque ia trabalhar o sábado inteiro. Perfeito!! Pensei, era uma boa oportunidade pra me reencontrar com a H. Assim que fiquei sabendo, mandei uma mensagem pra ela, pedindo pra ela resolver as coisas dela pra ficar livre e a gente dar uma voltinha, como antes.
Ela me respondeu que Sim... então pedi no trabalho uns dias de licença que eu tinha pendente pra poder sair assim que minha esposa pegasse o avião.
Aí falei pra C que ia acompanhar um amigo pra resolver um negócio no litoral e que a gente ia ficar lá até domingo, deixei ela como sempre no aeroporto na quinta de manhã e pouco depois passei na casa da H.
Eu esperava na calçada quando vi ela sair, o descanso tinha feito milagre nela! Ela tava totalmente renovada e ainda mais gostosa por causa dos quilos que tinha perdido, a silhueta dela tinha ficado muito mais sexy agora. Ela vestia uma legging cinza claro, bem justa que marcava o contorno da buceta dela na frente e atrás dava pra ver a calcinha fio dental. Em cima, uma blusa com um decote generoso que me trouxe lembranças instantâneas das minhas brincadeiras por ali.
Pouco depois a gente tava na rodovia 2 a caminho de algum lugar do litoral argentino, não fazia ideia de onde a gente ia parar naquele dia, mas sabia exatamente como! Finalmente chegamos na cidade de Las Toninas, aluguei um apartamento nos fundos, sem vizinhos perto, era perfeito!
Ela desceu do carro primeiro, eu peguei as malas dos dois e segui ela, ela me esperou e fechou a porta atrás de mim. Imediatamente me abraçou, eu larguei as malas e a gente começou a se beijar desesperadamente, entre beijos e língua ela falava gemendo:
- Oi meu amor, como eu sentia sua falta....vou ser sua mulherzinha esses dias....me come bem e faz tudo que você quiser que sou sua mulherzinha toda pra você
A gente continuou por um tempo esquentando o clima, eu acariciava ela com tesão por cima da legging e ela respondia mexendo a pélvis pra aumentar a pressão, depois ela se afastou de mim só uns passos, abaixou a legging e a calcinha fio dental e se ajoelhou no sofá com os braços apoiados no encosto, deixando na minha frente aquela buceta e aquele rabo que eu tanto curtia. Ela olhou pra mim por cima do ombro:
- Vem, minha vida, não aguento mais
Na verdade, eu também não aguentava mais! Cheguei perto dela e me ajoelhei, na hora perdi minha boca e língua naquela bunda que me chamava cheio de desejo. Ela levou uma mão até a buceta e começou a esfregar o clitóris enquanto eu saboreava ansioso toda a intimidade dela. Não demorou quase nada pra chegar ao orgasmo, ela realmente tava muito tesuda. Passado aquele primeiro momento de prazer, chegou minha vez, fiquei de pé e penetrei ela sem nenhuma dificuldade, já que tava toda molhada. Esse foi o verdadeiro reencontro! Eu sentia como meu pau ficava mais duro à medida que a gente avançava na foda, os gemidos dela indicavam que tava no auge do êxtase, era o momento perfeito... tirei o pau da buceta dela e ela imediatamente entendeu minhas intenções, abriu as nádegas e confirmou que tinha entendido
- Pelo cu, meu amor, vai fundo que tá apertadinho pra você
Foi uma enculada alucinante, curti como poucas vezes, eu parado praticamente imóvel e ela se movendo pra trás e pra frente no sofá, às vezes parava quando tava penetrada bem fundo, minha pélvis encostada nas coxas dela, então se mexia em círculos aumentando o prazer até a loucura. Agüentei desse jeito até onde deu, quando o momento tava chegando demais, agarrei ela pela cintura e dei uma penetrada forte e funda, fiquei parado um segundo e descarreguei uma quantidade que parecia incrível de gozo dentro da bundinha apertada dela, e foi mesmo porque assim que saí começou a escorrer pela buceta dela, ela curtiu de outro jeito
Sentou no sofá, com as pernas bem abertas e pintou com meu gozo toda a volta e o interior dos lábios da buceta dela, se acariciava suavemente com os olhos fechados, eu observava aquela paisagem linda em silêncio, sentei ao lado dela, ela se recostou no meu peito, me beijava e passava a língua nos meus mamilos, relaxei e curti os carinhos dela até que ela falou no meu ouvido
- Tava morrendo de vontade, cara, todo esse tempo sentindo falta de te sentir assim... você sentiu minha falta ou a sua menina tava te atendendo bem?
- Sua menina sempre me Te atende bem, mas não é igual a você
- Deve ser por isso que você come a sua sogra, moleque. Pelo visto sentiu minha falta... Na minha filha você faz assim no sofá também?
- Que tarada que você é, sempre te excitou saber o que eu faço com ela
- Ela se toca pra você?
- Não, verdade, ela nunca fez isso
- Viu, eu imaginava, minha filha é muito recatada. Depois vou te dar um presente então
(Ela não sabia nada do trio que a gente tinha feito com a minha mulher e o colega)
A gente se ajeitou um pouco, e ela perguntou se podíamos ir um pouco pra praia, queria pegar um sol, e eu aceitei sem problemas.
Não tinha ninguém mesmo, estávamos sozinhos na praia, as pessoas mais próximas que eu via estavam a umas quadras de nós. Mal montamos as cadeiras de praia, ela tirou o short, por baixo estava usando a mesma tanga azul que tinha quando a gente tinha transado um pouco antes, aliás ainda dava pra ver ela molhada na frente. Ela notou minha surpresa e sorriu com cara de safada enquanto tirava a camiseta, ficando só com um top pequeno
- É que esqueci o biquíni, e não tem ninguém pra me olhar... só você, mas você já me conhece assim, então posso ficar um tempo desse jeito.
- Pra mim você está gostosa assim!
E pra ser sincero, não tem muita diferença entre uma tanga e um biquíni fio dental, então acho que quase ninguém teria notado.
- Sabe o que estou com vontade de fazer? Quero chupar esse pau lindo aqui na praia, e tomar todo o seu leite... mas agora não, se quiser a gente volta uma dessas noites... digo, se você topa
- Que louquinha você é, mas adoro, quando quiser a gente faz
- Esse é meu genro! Sempre dá os agrados pra sogra
Ficamos lá até o pôr do sol, depois fizemos o de sempre, voltamos pra casa, banho e saímos pra jantar. Aproveitei o tempo que ela estava na água pra conversar um pouco com minha esposa e fomos embora. Depois do jantar, já de volta em casa, vimos um pouco de TV. Eu tava afim de farra de novo, então falei
- Vamos brincar um pouco antes de dormir?
- Sim!! – respondeu com um sorriso Se eu fosse uma adolescente—me espera na cama que já vou.
Não demorei nada pra chegar no quarto, me despi e fiquei esperando. Ouvi ela se aproximando, tinha colocado salto pelo barulho que fazia ao andar. Quando entrou, pude confirmar: tava usando um body preto, com uma minissaia bem curtinha, uma tanga animal print que atrás deixava pendurado o que seria uma booty que termina num pompom, meia arrastão e salto agulha. Ela se maquiou bem caprichado e tava com o cabelo solto.
— Oi, gato! Gostou? — disse enquanto se inclinava pra me dar um beijo na boca, depois deu uma volta completa como se tivesse desfilando.
— Você é uma deusa...
— Mas tenho um problema, olha... essa calcinha tá pequena e os lábios tão escapando um pouquinho, viu? — falou levantando a minissaia e me deixando ver que, de fato, as bordas da buceta dela apareciam dos lados do tecido.
— Ficou lindo em você.
— Tá falando sério? Porque olha também, tem uma booty como se fosse uma gatinha, viu. — Ela se virou e mexeu a cintura pros lados, fazendo a booty de pano balançar.
— Que booty linda... vai me deixar experimentar?
— Ah, não! Como você fala uma coisa dessas! Não seja tarado! Como é que vai olhar a booty da sua sogra?
Ela falava isso enquanto se requebrava perto de mim, insinuando toda aquela bunda linda atravessada pela tirinha da tanga.
Ela abaixou a minissaia, continuava de costas pra mim e se movendo sensual.
— Que sem-vergonha que você é... como é que vai olhar a bunda da sua sogra?... você tem que olhar só pra sua mulher... ou será que minha booty te excita mais? Porque olha, eu fico bem putinha com você, te entrego tudo... sabia que te entrego todos os meus buraquinhos? Que você pode meter onde quiser? Sua mulher também te dá tudo? Ela toma todo seu leite igual eu tomo?
Minha excitação tava no talo! Ela tava me deixando louco falando daquele jeito tão safado e aumentando ainda mais o tesão de estar com ela.
— Olha... já tô molhada.
Quando estendi minha mão pra tocar nela, ela se afastou.
— Não. seu degenerado...não pode tocar na buceta da sua sogra
- Cê tem razão...não posso fazer nada contigo
- Não...você não pode me tocar, só vou deixar você olhar o que eu faço sozinha...porque você é meu genro e não posso fuder com o marido da minha filha...
Sério...esse jogo tava me esquentando de um jeito alucinante
Ela deu a volta na cama, tirou o body, deixou os peitos livres e sentou na parte mais longe de onde eu tava, levantou as pernas, se ajeitou apontando a buceta na minha direção pra eu poder ver bem os detalhes e começou a se acariciar com uma suavidade que parecia que não tinha contato entre os dedos e o tecido da calcinha fio dental, depois levou os dedos à boca, molhou bem com saliva e ficou se acariciando os mamilos.
Depois desceu uma mão, enquanto a outra continuava se acariciando os peitos, puxou a calcinha pro lado e os dedos começaram a percorrer as bordas dos lábios menores, só pela beirada, não enfiava pra dentro...brincou assim por um tempo, dava pra ver a respiração ficando mais pesada, aí sim, com o dedo indicador e o polegar apertava suavemente o clitóris, levava os dedos à boca, molhava de saliva e voltava pro jogo...
- Olha...viu o que eu tenho que fazer?...porque tô com meu genro e ele não pode fazer nada porque sou a sogra...tenho que me dar prazer sozinha
Os movimentos foram aumentando de intensidade, os dedos já percorriam o interior da buceta dela, o auge chegou quando ela começou a molhar o dedo médio da mão que tava nos peitos...depois levou essa mão junto com a outra, mas o destino daquele dedo era outro, começou a fazer círculos ao redor do cu e aos poucos foi enfiando até os nós dos dedos baterem. Assim, fazendo essa auto dupla penetração, ficou um bom tempo misturando todo tipo de gemido sem parar de me olhar.
Num certo momento, ela esticou o pescoço pra trás, fechou os olhos, aumentou a intensidade das carícias e explodiu num orgasmo daqueles maravilhosos que ela já tinha me dado alguma vez... quando se recuperou, olhou pra mim de novo, eu tava com uma ereção que parecia que a cabeça da minha rola ia estourar.
— Que feio o que você faz... não pode ficar excitado olhando pra sua sogra... você tava me espionando... eu não sabia que você tava me olhando... imagina se a minha filha descobre... imagina se o meu namorado descobre.
— Mas como eu sou uma sogra muito boazinha, vou te ajudar se você prometer que não vai mais me espionar... quer?
Só concordei com a cabeça, não conseguia falar!
Ela chegou perto de mim... eu esperava que ela engolisse meu pau com a boca, mas não... ela segurou com uma mão e começou a me masturbar, fazia devagar e me deixava mais louco.
— De quem é esse pau? do meu genro? que pau duro que o meu genrinho tem... com certeza a minha filha sofre quando você mete nele... você é ruim com a minha filha, rasga a buceta dela com esse pau duro... a buceta da minha filha é pequenininha? vai, me conta, prometo que não vou contar nada.
Eu tava delirando de prazer! gozava como se fosse a melhor foda da minha vida.
— Vai, me conta... a buceta da minha filha é pequenininha?
— Sim...
— Mmmm que gostoso, e com certeza você gosta que seja bem apertadinha... e ela depila tudo ou tem pelinhos?
— Depende... às vezes deixa um pouquinho de pelo, mas quase sempre depila tudo.
— E você gosta de como? assim lisinha igual a minha ou com pelinhos igual a minha filha?
Enquanto a gente tinha esse diálogo fora de qualquer moral, ela tinha começado a se masturbar de novo com a mão que tava livre, com a outra percorria meu pau de ponta a ponta apertando de leve a cabeça quando chegava na ponta.
Ela levou a mão que tava se tocando até minha boca, chupei os dedos dela com vontade.
— A minha filha tem esse gosto?
— Sim, é muito parecido. Falei enquanto saboreava entre os dedos dela com a língua.
— Que linda, a minha filhinha tem a buceta com o mesmo gosto da mamãe... me conta, genro... você pensa na sua sogra quando chupa a sua mulher? ou ela não gosta?
— Ela gosta sim... fica louca quando eu chupo ela.
— Tem Sério? Olha essa puta... não sabia que ela gostava dessas coisas.
Parei um momento de me masturbar, ela se colocou sobre meu pau e deixou cair um jato de saliva, depois começou de novo. Quando chegava na base, ela girava um pouquinho pros lados e subia de novo.
Ela continuou com o interrogatório... eu já não resistia a nada.
— Me conta... ela tem uma bucetinha gostosa? Bem pequenininha e apertada como a minha?
— Ela tem uma buceta linda, mas não gosta muito de fazer pelo cu, só de vez em quando.
— Mmmm, isso é porque você faz ela sentir dor... não seja mau com ela... se você quiser um rabo, sabe que tem o da sua sogra sempre esperando seu pau... eu faço isso pela minha filha, pra ela não sofrer.
— Sua filha fica louca quando eu meto por trás.
Ela começou a falar com voz de menininha:
— Não, não, pussy... não seja mau... não faz mais o cu dela... come só eu por trás.
— Dá pra duas.
— Como você ia gostar de ter nós duas juntas... na mesma cama... e gozar nas duas bucetinhas.
— Eu adoraria... e você com certeza também ia gostar.
Ela respondeu com um sorriso daqueles especiais... e aumentou a velocidade das carícias, me fazendo gozar com uma porra que respingou nas pernas dela.
— Que porco que você é... olha como me sujou toda com seu leite... com certeza não faz isso com sua esposa... ainda bem que você tem uma sogrinha safada que deixa você fazer o que quiser.
Ela se levantou e foi embora sem dizer mais nada... eu fiquei meio confuso, o que foi tudo aquilo? Uma espécie de cena de ciúmes? Um joguinho obsceno?
Depois de alguns minutos, ela voltou pro quarto, tinha trocado de roupa, vestia uma camiseta comprida e uma calcinha normal (não fio dental como sempre usava), se meteu na cama do meu lado, me deu um beijo no rosto e sorriu.
— Gostou do meu presente?
— Sim, foi bem louco isso... você estava muito perguntadeira... você fica excitada pensando na sua filha? Não falo como crítica, é só curiosidade.
— Vou te contar um segredo, quando a C era adolescente e se O namorado dela ficava dormindo em casa, eu morria de tesão ouvindo como ela gemia quando eles transavam. Eles eram cuidadosos, mas eu esperava até de madrugada pra escutar... Morria de vontade de espiar, mas nunca consegui.
- Sério mesmo? E como você fazia?
- Às vezes eu ficava lendo ou vendo TV com o volume baixo, no silêncio da madrugada sempre escutava alguma coisa e percebia, aí eu chegava perto da porta do quarto dela e ficava lá imaginando o que eles faziam.
- E você se tocava?
- Sim, óbvio! Nessas noites eu já colocava uma roupa adequada pra poder me tocar com facilidade.
- E seu marido? Ele também participava?
- Não! Ele nunca acordava, eu ficava tranquila nesse sentido. E depois, um dia, percebi que queria algo mais, não bastava mais me tocar, por isso que avancei no namoradinho dela, queria sentir o que ele fazia ela sentir.
- E com certeza não foi difícil comer ele.
- Não! Imagina, ele era gay, logo eu o tinha onde queria.
- Esse era o que te comia antes da sua família chegar?
{Tem mais detalhes disso no primeiro relato}
- Ah, sim, que gatinho lindo.
- E se pudesse, faria algo com C? Tipo um ménage? Chegaria a isso ou é outra coisa?
- Jamais faria, me excita desde sempre imaginá-la gozando, mas não iria além disso. Você deve achar que sou uma degenerada de merda, com certeza.
- Eu acho que tudo que passa pela sua mente pra te fazer gozar é válido, além do mais, tô aqui na cama com você, não sou o mais indicado pra te criticar!
- Você vai me contar? Outro dia quero que me conte porque me excita muito saber como ela é e o que vocês fazem.
Terminamos aquela noite dormindo algumas horas, num momento acordei, tudo tinha sido genial, mas eu não tinha penetrado ela, então decidi acordá-la colocando a pica entre os peitos dela, óbvio que não foi difícil ela acordar e entrar na brincadeira!
Os dias seguintes passaram sem novidades, a gente transava várias vezes por dia, mas ainda faltava a praia, então Na última noite que íamos ficar lá, eu lembrei pra ela. Já tinha escurecido fazia um tempo. Ela saiu com uma bolsa no ombro e me disse:
- Vamos dar uma volta na praia?
- Óbvio!
Sabendo quais eram nossas intenções, dirigi um pouco até uma das últimas ruas do lugar. Era um completo deserto, só se ouvia o mar ao fundo. Então deixei o carro lá e caminhamos uns metros pela praia. Estava muito escuro, quase não se via nada. Mesmo com o clima bem frio, ela de repente tirou o moletom e a legging, enfiou as mãos por baixo da minha camiseta e a tirou. Nos posicionamos um pouco mais afastados do mar, quase na beira das dunas. Lá, ela tirou minha bermuda, fiquei de cueca, e ela de calcinha e sutiã. Não dava pra ver os detalhes das roupas dela porque realmente estava muito escuro. Sem mais, ela se ajoelhou na minha frente, me beijou por cima do tecido da cueca. Logo em seguida, baixou ela e levou meu pau ainda dormindo pra boca. Com um jogo delicioso e habilidoso, misturando língua e lábios, conseguiu rapidamente me deixar duro. Era como se ela estivesse me degustando, eu sentia ela saboreando cada centímetro da minha pele. Ela envolveu minhas bolas com uma mão e colocou um dedo da mesma mão bem perto da minha área anal. As chupadas foram ficando mais fortes. Senti aquele dedo se apoiar no meu buraquinho e fazer movimentos suaves de um lado pro outro, só isso. Não precisava de mais, porque eu já estava em transe, gozando daquela mamada deliciosa que ela tava me dando. Foram vários minutos dedicados a esse prazer, até que minha gozada inundou a boca dela. Ao perceber, ela enfiou mais fundo e continuou chupando por mais um tempo. Ela se levantou, eu abracei ela e ela sussurrou:
- Tomei tudo, meu amor... não caiu nem uma gotinha... que porra gostosa e quentinha você me deu.
Então ela pulou pra trás, me pegou pela mão e me puxou:
- Vem, vamos pra água.
- Pra água?? Agora?? Não se vê nada!!
- Bom, se você não quiser, vou sozinha.
Falou isso e saiu correndo em direção à água. Eu consegui ver... Entre penumbras, como se mergulhava numa onda. Tive um impulso e a segui... isso sim era loucura!! Eu sei nadar, mas nunca tinha estado no mar à noite. Quando me viu chegar, ela veio até mim, nos beijamos como namorados! Eu não podia acreditar que estava naquela situação. Não foi muito tempo, acho que não mais de dez minutos, e voltamos pro nosso refúgio perto da duna. Ela se enrolou numa toalha, era minha vez de retribuir o favor, então me ajoelhei na frente dela, puxei a calcinha dela pra baixo e percorri aquela buceta linda com minha língua. Ela apertava minha cabeça pra sentir mais intensamente, de repente soltou um gemido contido, que logo virou gritos de prazer. Ela gozou abundantemente, e quando parecia que já tinha acabado, ela disse entre gemidos:
— Meu amor... meu amor...
Ouvi cair um jatinho da buceta dela, foi o fim daquela noite e daquele fim de semana.
Pouco depois, após um banho quente, partimos de volta. No dia seguinte, a C chegava, embora ao meio-dia não quisesse brincar com o tempo tão apertado.
Espero que tenham curtido! Abraços a todos!
Hoje vou contar pra vocês como foi o reencontro com a minha sogrinha H. Se quiserem ver como as coisas começaram, é só procurar os relatos no meu perfil.
Por causa de um problema de família, a gente ficou meio afastado, eu e H. Ela tinha viajado pra terra natal dela, no norte do país, e essa estadia acabou se estendendo por quase 3 meses. A gente trocava uma mensagem ou outra de vez em quando, mas dava pra perceber que ela tava bem abalada com a situação, então não dava pra ficar provocando ela sexualmente.
Uma tarde, quando voltei com a C (minha esposa), ela me contou que a mãe dela ia voltar naqueles dias. Meu tesão subiu na hora, mas a prudência falou mais alto. Ela tava passando por uma fase complicada, então ia esperar ela dar o primeiro passo.
Fomos buscá-la no terminal. Ela tava bem mais magra, com o rosto cansado. Levamos ela pra casa dela e, depois de uma conversa rápida, fomos embora. Passaram-se vários dias sem notícias. A H tava praticamente o dia inteiro dormindo pra se recuperar. Uma manhã, fui surpreendido por uma mensagem dela, aquela clássica que ela mandava pra começar as conversas:
* Oi, lindo
As coisas começavam a voltar ao normal!
* Oi! Como cê tá? Descansou?
* Tô sim, passei o tempo todo dormindo, mas já tô bem melhor!
* Que bom! E o que cê vai fazer?
* Tenho uns dias complicados pra me organizar aqui, mas depois preciso de uns agrados. Faz tempo que ninguém me mima.
* Quando puder, é só avisar que a gente resolve. Cê sabe que seu genro sempre te mima.
* Cê não sabe como senti falta dos seus agrados. Beijos.
Os dias passaram. Tava chegando a viagem semanal da minha esposa pro interior. Teve um tempero especial: nessa semana, em vez de voltar no sábado de manhã, ela ia voltar só no domingo, porque ia trabalhar o sábado inteiro. Perfeito!! Pensei, era uma boa oportunidade pra me reencontrar com a H. Assim que fiquei sabendo, mandei uma mensagem pra ela, pedindo pra ela resolver as coisas dela pra ficar livre e a gente dar uma voltinha, como antes.
Ela me respondeu que Sim... então pedi no trabalho uns dias de licença que eu tinha pendente pra poder sair assim que minha esposa pegasse o avião.
Aí falei pra C que ia acompanhar um amigo pra resolver um negócio no litoral e que a gente ia ficar lá até domingo, deixei ela como sempre no aeroporto na quinta de manhã e pouco depois passei na casa da H.
Eu esperava na calçada quando vi ela sair, o descanso tinha feito milagre nela! Ela tava totalmente renovada e ainda mais gostosa por causa dos quilos que tinha perdido, a silhueta dela tinha ficado muito mais sexy agora. Ela vestia uma legging cinza claro, bem justa que marcava o contorno da buceta dela na frente e atrás dava pra ver a calcinha fio dental. Em cima, uma blusa com um decote generoso que me trouxe lembranças instantâneas das minhas brincadeiras por ali.
Pouco depois a gente tava na rodovia 2 a caminho de algum lugar do litoral argentino, não fazia ideia de onde a gente ia parar naquele dia, mas sabia exatamente como! Finalmente chegamos na cidade de Las Toninas, aluguei um apartamento nos fundos, sem vizinhos perto, era perfeito!
Ela desceu do carro primeiro, eu peguei as malas dos dois e segui ela, ela me esperou e fechou a porta atrás de mim. Imediatamente me abraçou, eu larguei as malas e a gente começou a se beijar desesperadamente, entre beijos e língua ela falava gemendo:
- Oi meu amor, como eu sentia sua falta....vou ser sua mulherzinha esses dias....me come bem e faz tudo que você quiser que sou sua mulherzinha toda pra você
A gente continuou por um tempo esquentando o clima, eu acariciava ela com tesão por cima da legging e ela respondia mexendo a pélvis pra aumentar a pressão, depois ela se afastou de mim só uns passos, abaixou a legging e a calcinha fio dental e se ajoelhou no sofá com os braços apoiados no encosto, deixando na minha frente aquela buceta e aquele rabo que eu tanto curtia. Ela olhou pra mim por cima do ombro:
- Vem, minha vida, não aguento mais
Na verdade, eu também não aguentava mais! Cheguei perto dela e me ajoelhei, na hora perdi minha boca e língua naquela bunda que me chamava cheio de desejo. Ela levou uma mão até a buceta e começou a esfregar o clitóris enquanto eu saboreava ansioso toda a intimidade dela. Não demorou quase nada pra chegar ao orgasmo, ela realmente tava muito tesuda. Passado aquele primeiro momento de prazer, chegou minha vez, fiquei de pé e penetrei ela sem nenhuma dificuldade, já que tava toda molhada. Esse foi o verdadeiro reencontro! Eu sentia como meu pau ficava mais duro à medida que a gente avançava na foda, os gemidos dela indicavam que tava no auge do êxtase, era o momento perfeito... tirei o pau da buceta dela e ela imediatamente entendeu minhas intenções, abriu as nádegas e confirmou que tinha entendido
- Pelo cu, meu amor, vai fundo que tá apertadinho pra você
Foi uma enculada alucinante, curti como poucas vezes, eu parado praticamente imóvel e ela se movendo pra trás e pra frente no sofá, às vezes parava quando tava penetrada bem fundo, minha pélvis encostada nas coxas dela, então se mexia em círculos aumentando o prazer até a loucura. Agüentei desse jeito até onde deu, quando o momento tava chegando demais, agarrei ela pela cintura e dei uma penetrada forte e funda, fiquei parado um segundo e descarreguei uma quantidade que parecia incrível de gozo dentro da bundinha apertada dela, e foi mesmo porque assim que saí começou a escorrer pela buceta dela, ela curtiu de outro jeito
Sentou no sofá, com as pernas bem abertas e pintou com meu gozo toda a volta e o interior dos lábios da buceta dela, se acariciava suavemente com os olhos fechados, eu observava aquela paisagem linda em silêncio, sentei ao lado dela, ela se recostou no meu peito, me beijava e passava a língua nos meus mamilos, relaxei e curti os carinhos dela até que ela falou no meu ouvido
- Tava morrendo de vontade, cara, todo esse tempo sentindo falta de te sentir assim... você sentiu minha falta ou a sua menina tava te atendendo bem?
- Sua menina sempre me Te atende bem, mas não é igual a você
- Deve ser por isso que você come a sua sogra, moleque. Pelo visto sentiu minha falta... Na minha filha você faz assim no sofá também?
- Que tarada que você é, sempre te excitou saber o que eu faço com ela
- Ela se toca pra você?
- Não, verdade, ela nunca fez isso
- Viu, eu imaginava, minha filha é muito recatada. Depois vou te dar um presente então
(Ela não sabia nada do trio que a gente tinha feito com a minha mulher e o colega)
A gente se ajeitou um pouco, e ela perguntou se podíamos ir um pouco pra praia, queria pegar um sol, e eu aceitei sem problemas.
Não tinha ninguém mesmo, estávamos sozinhos na praia, as pessoas mais próximas que eu via estavam a umas quadras de nós. Mal montamos as cadeiras de praia, ela tirou o short, por baixo estava usando a mesma tanga azul que tinha quando a gente tinha transado um pouco antes, aliás ainda dava pra ver ela molhada na frente. Ela notou minha surpresa e sorriu com cara de safada enquanto tirava a camiseta, ficando só com um top pequeno
- É que esqueci o biquíni, e não tem ninguém pra me olhar... só você, mas você já me conhece assim, então posso ficar um tempo desse jeito.
- Pra mim você está gostosa assim!
E pra ser sincero, não tem muita diferença entre uma tanga e um biquíni fio dental, então acho que quase ninguém teria notado.
- Sabe o que estou com vontade de fazer? Quero chupar esse pau lindo aqui na praia, e tomar todo o seu leite... mas agora não, se quiser a gente volta uma dessas noites... digo, se você topa
- Que louquinha você é, mas adoro, quando quiser a gente faz
- Esse é meu genro! Sempre dá os agrados pra sogra
Ficamos lá até o pôr do sol, depois fizemos o de sempre, voltamos pra casa, banho e saímos pra jantar. Aproveitei o tempo que ela estava na água pra conversar um pouco com minha esposa e fomos embora. Depois do jantar, já de volta em casa, vimos um pouco de TV. Eu tava afim de farra de novo, então falei
- Vamos brincar um pouco antes de dormir?
- Sim!! – respondeu com um sorriso Se eu fosse uma adolescente—me espera na cama que já vou.
Não demorei nada pra chegar no quarto, me despi e fiquei esperando. Ouvi ela se aproximando, tinha colocado salto pelo barulho que fazia ao andar. Quando entrou, pude confirmar: tava usando um body preto, com uma minissaia bem curtinha, uma tanga animal print que atrás deixava pendurado o que seria uma booty que termina num pompom, meia arrastão e salto agulha. Ela se maquiou bem caprichado e tava com o cabelo solto.
— Oi, gato! Gostou? — disse enquanto se inclinava pra me dar um beijo na boca, depois deu uma volta completa como se tivesse desfilando.
— Você é uma deusa...
— Mas tenho um problema, olha... essa calcinha tá pequena e os lábios tão escapando um pouquinho, viu? — falou levantando a minissaia e me deixando ver que, de fato, as bordas da buceta dela apareciam dos lados do tecido.
— Ficou lindo em você.
— Tá falando sério? Porque olha também, tem uma booty como se fosse uma gatinha, viu. — Ela se virou e mexeu a cintura pros lados, fazendo a booty de pano balançar.
— Que booty linda... vai me deixar experimentar?
— Ah, não! Como você fala uma coisa dessas! Não seja tarado! Como é que vai olhar a booty da sua sogra?
Ela falava isso enquanto se requebrava perto de mim, insinuando toda aquela bunda linda atravessada pela tirinha da tanga.
Ela abaixou a minissaia, continuava de costas pra mim e se movendo sensual.
— Que sem-vergonha que você é... como é que vai olhar a bunda da sua sogra?... você tem que olhar só pra sua mulher... ou será que minha booty te excita mais? Porque olha, eu fico bem putinha com você, te entrego tudo... sabia que te entrego todos os meus buraquinhos? Que você pode meter onde quiser? Sua mulher também te dá tudo? Ela toma todo seu leite igual eu tomo?
Minha excitação tava no talo! Ela tava me deixando louco falando daquele jeito tão safado e aumentando ainda mais o tesão de estar com ela.
— Olha... já tô molhada.
Quando estendi minha mão pra tocar nela, ela se afastou.
— Não. seu degenerado...não pode tocar na buceta da sua sogra
- Cê tem razão...não posso fazer nada contigo
- Não...você não pode me tocar, só vou deixar você olhar o que eu faço sozinha...porque você é meu genro e não posso fuder com o marido da minha filha...
Sério...esse jogo tava me esquentando de um jeito alucinante
Ela deu a volta na cama, tirou o body, deixou os peitos livres e sentou na parte mais longe de onde eu tava, levantou as pernas, se ajeitou apontando a buceta na minha direção pra eu poder ver bem os detalhes e começou a se acariciar com uma suavidade que parecia que não tinha contato entre os dedos e o tecido da calcinha fio dental, depois levou os dedos à boca, molhou bem com saliva e ficou se acariciando os mamilos.
Depois desceu uma mão, enquanto a outra continuava se acariciando os peitos, puxou a calcinha pro lado e os dedos começaram a percorrer as bordas dos lábios menores, só pela beirada, não enfiava pra dentro...brincou assim por um tempo, dava pra ver a respiração ficando mais pesada, aí sim, com o dedo indicador e o polegar apertava suavemente o clitóris, levava os dedos à boca, molhava de saliva e voltava pro jogo...
- Olha...viu o que eu tenho que fazer?...porque tô com meu genro e ele não pode fazer nada porque sou a sogra...tenho que me dar prazer sozinha
Os movimentos foram aumentando de intensidade, os dedos já percorriam o interior da buceta dela, o auge chegou quando ela começou a molhar o dedo médio da mão que tava nos peitos...depois levou essa mão junto com a outra, mas o destino daquele dedo era outro, começou a fazer círculos ao redor do cu e aos poucos foi enfiando até os nós dos dedos baterem. Assim, fazendo essa auto dupla penetração, ficou um bom tempo misturando todo tipo de gemido sem parar de me olhar.
Num certo momento, ela esticou o pescoço pra trás, fechou os olhos, aumentou a intensidade das carícias e explodiu num orgasmo daqueles maravilhosos que ela já tinha me dado alguma vez... quando se recuperou, olhou pra mim de novo, eu tava com uma ereção que parecia que a cabeça da minha rola ia estourar.
— Que feio o que você faz... não pode ficar excitado olhando pra sua sogra... você tava me espionando... eu não sabia que você tava me olhando... imagina se a minha filha descobre... imagina se o meu namorado descobre.
— Mas como eu sou uma sogra muito boazinha, vou te ajudar se você prometer que não vai mais me espionar... quer?
Só concordei com a cabeça, não conseguia falar!
Ela chegou perto de mim... eu esperava que ela engolisse meu pau com a boca, mas não... ela segurou com uma mão e começou a me masturbar, fazia devagar e me deixava mais louco.
— De quem é esse pau? do meu genro? que pau duro que o meu genrinho tem... com certeza a minha filha sofre quando você mete nele... você é ruim com a minha filha, rasga a buceta dela com esse pau duro... a buceta da minha filha é pequenininha? vai, me conta, prometo que não vou contar nada.
Eu tava delirando de prazer! gozava como se fosse a melhor foda da minha vida.
— Vai, me conta... a buceta da minha filha é pequenininha?
— Sim...
— Mmmm que gostoso, e com certeza você gosta que seja bem apertadinha... e ela depila tudo ou tem pelinhos?
— Depende... às vezes deixa um pouquinho de pelo, mas quase sempre depila tudo.
— E você gosta de como? assim lisinha igual a minha ou com pelinhos igual a minha filha?
Enquanto a gente tinha esse diálogo fora de qualquer moral, ela tinha começado a se masturbar de novo com a mão que tava livre, com a outra percorria meu pau de ponta a ponta apertando de leve a cabeça quando chegava na ponta.
Ela levou a mão que tava se tocando até minha boca, chupei os dedos dela com vontade.
— A minha filha tem esse gosto?
— Sim, é muito parecido. Falei enquanto saboreava entre os dedos dela com a língua.
— Que linda, a minha filhinha tem a buceta com o mesmo gosto da mamãe... me conta, genro... você pensa na sua sogra quando chupa a sua mulher? ou ela não gosta?
— Ela gosta sim... fica louca quando eu chupo ela.
— Tem Sério? Olha essa puta... não sabia que ela gostava dessas coisas.
Parei um momento de me masturbar, ela se colocou sobre meu pau e deixou cair um jato de saliva, depois começou de novo. Quando chegava na base, ela girava um pouquinho pros lados e subia de novo.
Ela continuou com o interrogatório... eu já não resistia a nada.
— Me conta... ela tem uma bucetinha gostosa? Bem pequenininha e apertada como a minha?
— Ela tem uma buceta linda, mas não gosta muito de fazer pelo cu, só de vez em quando.
— Mmmm, isso é porque você faz ela sentir dor... não seja mau com ela... se você quiser um rabo, sabe que tem o da sua sogra sempre esperando seu pau... eu faço isso pela minha filha, pra ela não sofrer.
— Sua filha fica louca quando eu meto por trás.
Ela começou a falar com voz de menininha:
— Não, não, pussy... não seja mau... não faz mais o cu dela... come só eu por trás.
— Dá pra duas.
— Como você ia gostar de ter nós duas juntas... na mesma cama... e gozar nas duas bucetinhas.
— Eu adoraria... e você com certeza também ia gostar.
Ela respondeu com um sorriso daqueles especiais... e aumentou a velocidade das carícias, me fazendo gozar com uma porra que respingou nas pernas dela.
— Que porco que você é... olha como me sujou toda com seu leite... com certeza não faz isso com sua esposa... ainda bem que você tem uma sogrinha safada que deixa você fazer o que quiser.
Ela se levantou e foi embora sem dizer mais nada... eu fiquei meio confuso, o que foi tudo aquilo? Uma espécie de cena de ciúmes? Um joguinho obsceno?
Depois de alguns minutos, ela voltou pro quarto, tinha trocado de roupa, vestia uma camiseta comprida e uma calcinha normal (não fio dental como sempre usava), se meteu na cama do meu lado, me deu um beijo no rosto e sorriu.
— Gostou do meu presente?
— Sim, foi bem louco isso... você estava muito perguntadeira... você fica excitada pensando na sua filha? Não falo como crítica, é só curiosidade.
— Vou te contar um segredo, quando a C era adolescente e se O namorado dela ficava dormindo em casa, eu morria de tesão ouvindo como ela gemia quando eles transavam. Eles eram cuidadosos, mas eu esperava até de madrugada pra escutar... Morria de vontade de espiar, mas nunca consegui.
- Sério mesmo? E como você fazia?
- Às vezes eu ficava lendo ou vendo TV com o volume baixo, no silêncio da madrugada sempre escutava alguma coisa e percebia, aí eu chegava perto da porta do quarto dela e ficava lá imaginando o que eles faziam.
- E você se tocava?
- Sim, óbvio! Nessas noites eu já colocava uma roupa adequada pra poder me tocar com facilidade.
- E seu marido? Ele também participava?
- Não! Ele nunca acordava, eu ficava tranquila nesse sentido. E depois, um dia, percebi que queria algo mais, não bastava mais me tocar, por isso que avancei no namoradinho dela, queria sentir o que ele fazia ela sentir.
- E com certeza não foi difícil comer ele.
- Não! Imagina, ele era gay, logo eu o tinha onde queria.
- Esse era o que te comia antes da sua família chegar?
{Tem mais detalhes disso no primeiro relato}
- Ah, sim, que gatinho lindo.
- E se pudesse, faria algo com C? Tipo um ménage? Chegaria a isso ou é outra coisa?
- Jamais faria, me excita desde sempre imaginá-la gozando, mas não iria além disso. Você deve achar que sou uma degenerada de merda, com certeza.
- Eu acho que tudo que passa pela sua mente pra te fazer gozar é válido, além do mais, tô aqui na cama com você, não sou o mais indicado pra te criticar!
- Você vai me contar? Outro dia quero que me conte porque me excita muito saber como ela é e o que vocês fazem.
Terminamos aquela noite dormindo algumas horas, num momento acordei, tudo tinha sido genial, mas eu não tinha penetrado ela, então decidi acordá-la colocando a pica entre os peitos dela, óbvio que não foi difícil ela acordar e entrar na brincadeira!
Os dias seguintes passaram sem novidades, a gente transava várias vezes por dia, mas ainda faltava a praia, então Na última noite que íamos ficar lá, eu lembrei pra ela. Já tinha escurecido fazia um tempo. Ela saiu com uma bolsa no ombro e me disse:
- Vamos dar uma volta na praia?
- Óbvio!
Sabendo quais eram nossas intenções, dirigi um pouco até uma das últimas ruas do lugar. Era um completo deserto, só se ouvia o mar ao fundo. Então deixei o carro lá e caminhamos uns metros pela praia. Estava muito escuro, quase não se via nada. Mesmo com o clima bem frio, ela de repente tirou o moletom e a legging, enfiou as mãos por baixo da minha camiseta e a tirou. Nos posicionamos um pouco mais afastados do mar, quase na beira das dunas. Lá, ela tirou minha bermuda, fiquei de cueca, e ela de calcinha e sutiã. Não dava pra ver os detalhes das roupas dela porque realmente estava muito escuro. Sem mais, ela se ajoelhou na minha frente, me beijou por cima do tecido da cueca. Logo em seguida, baixou ela e levou meu pau ainda dormindo pra boca. Com um jogo delicioso e habilidoso, misturando língua e lábios, conseguiu rapidamente me deixar duro. Era como se ela estivesse me degustando, eu sentia ela saboreando cada centímetro da minha pele. Ela envolveu minhas bolas com uma mão e colocou um dedo da mesma mão bem perto da minha área anal. As chupadas foram ficando mais fortes. Senti aquele dedo se apoiar no meu buraquinho e fazer movimentos suaves de um lado pro outro, só isso. Não precisava de mais, porque eu já estava em transe, gozando daquela mamada deliciosa que ela tava me dando. Foram vários minutos dedicados a esse prazer, até que minha gozada inundou a boca dela. Ao perceber, ela enfiou mais fundo e continuou chupando por mais um tempo. Ela se levantou, eu abracei ela e ela sussurrou:
- Tomei tudo, meu amor... não caiu nem uma gotinha... que porra gostosa e quentinha você me deu.
Então ela pulou pra trás, me pegou pela mão e me puxou:
- Vem, vamos pra água.
- Pra água?? Agora?? Não se vê nada!!
- Bom, se você não quiser, vou sozinha.
Falou isso e saiu correndo em direção à água. Eu consegui ver... Entre penumbras, como se mergulhava numa onda. Tive um impulso e a segui... isso sim era loucura!! Eu sei nadar, mas nunca tinha estado no mar à noite. Quando me viu chegar, ela veio até mim, nos beijamos como namorados! Eu não podia acreditar que estava naquela situação. Não foi muito tempo, acho que não mais de dez minutos, e voltamos pro nosso refúgio perto da duna. Ela se enrolou numa toalha, era minha vez de retribuir o favor, então me ajoelhei na frente dela, puxei a calcinha dela pra baixo e percorri aquela buceta linda com minha língua. Ela apertava minha cabeça pra sentir mais intensamente, de repente soltou um gemido contido, que logo virou gritos de prazer. Ela gozou abundantemente, e quando parecia que já tinha acabado, ela disse entre gemidos:
— Meu amor... meu amor...
Ouvi cair um jatinho da buceta dela, foi o fim daquela noite e daquele fim de semana.
Pouco depois, após um banho quente, partimos de volta. No dia seguinte, a C chegava, embora ao meio-dia não quisesse brincar com o tempo tão apertado.
Espero que tenham curtido! Abraços a todos!
7 comentários - Reencontro com minha sogra gostosa
Ojala m tocara un a mina asi
Que adrenalina
Si puedes, adornalo con algunas fotografías para que vaya tomando forma.
Además, muchos queremos conocer a la suegra. 🙂