Essa fantasia eu quero realizar com a minha futura namorada. É a primeira de muitas.
A gente tinha saído pra dançar com a minha namorada e uns amigos. Era uma noite de verão e ela estava toda arrumada, linda com uma legging e uma daquelas blusas que deixava ver o sutiã. Não estava muito provocante, mas o suficiente pra chamar a atenção de vários caras.
A gente já tinha se encontrado dentro da balada com todos os nossos amigos, que também tinham trazido uns conhecidos. No fim, éramos um montão.
Enquanto a noite passava, a gente bebia, dançava em grupo, um pouco sozinhos, e assim seguia. Mas no decorrer da noite, notei que ela olhava muito pra um dos caras que a gente não conhecia. Era aquele típico boy da academia, com uns um metro e setenta e poucos e o corpo bem definido. O estereótipo clássico de academia e ainda por cima era gato.
Minha namorada tentava disfarçar e não olhar, mas dava pra ver de longe que ela tinha se interessado. Então, pra surpresa dela, joguei na cara que tinha percebido, mas falei que não me incomodava, que ela fosse dançar com ele um pouco pra matar a vontade. Ela mal desconfiava das minhas intenções, mesmo eu já tendo dito várias vezes na cama enquanto fazia amor com ela.
A partir daí, a noite seguiu como eu esperava. Vi os dois dançando, cada vez mais colados, e continuou até que ele já estava se esfregando nela sem vergonha na pista, acariciando o corpo todo dela até onde o ambiente público permitia. Eu, enquanto isso, já imaginava o que podia rolar.
A noite terminou e a gente saiu todo mundo pra fora. Minha namorada se despedia das amigas e pegava o casaco dela no guarda-roupas quando eu aproveitei a oportunidade. Procurei o cara que tinha ficado com ela e perguntei se ele tinha como voltar. Como ele disse que não, ofereci pra ir tomar umas cervejas lá em casa, já que eu morava perto e de lá ele podia ir a pé, afinal eram só umas quadras, e ele topou.
Esperamos minha namorada uns minutos e fomos todos pro carro, destino: minha casa.
Quando chegamos, não demorei. comecei a aumentar o tom da situação. Enquanto entrávamos, comecei a beijar minha mina, tocar ela, apoiar e esquentar o clima. E nisso tudo, nosso amigo tava desconfortável e não entendia nada.
Assim que passamos pela porta, peguei a camisa da minha mina e comecei a desabotoar, e aí o cara quase recuou. Ele perguntou se a gente queria que ele fosse embora, que ele sabia se virar sozinho, mas minha resposta deixou ele ainda mais surpreso. Olhei pra minha mina e falei que o convidado tinha que ser tratado e bem recebido. Que se ele não se importasse, a gente podia mostrar pra ele como a gente se divertia na cama. Ela me olhou com cumplicidade, acho que já sabia há um tempo o que eu ia fazer.
Ela se separou de mim e me deixou com a camisa na mão, andou rápido até ele e empurrou ele sentado no sofá. Desabotoou o cinto dele, baixou a calça e a cueca, e fez o pau dele aparecer, que combinava bem em tamanho e grossura com o resto do corpo. Sem dizer nada, colocou na boca e começou a dar um boquete incrível, do jeito que ela tinha aprendido. Ela sabia usar a boca, olhar nos seus olhos, bater uma nas pausas, e fazia tudo com gosto, enquanto ficava cada vez mais molhada. Nosso novo e surpreso amigo conseguiu tirar a calça, o tênis e a camisa de forma atrapalhada e jogou tudo pela sala.
Ficaram assim por um bom tempo enquanto eu também me despia e observava a cena. Minha única participação foi tirar o sutiã da minha mina e os sapatos dela.
Finalmente, nenhum dos dois aguentou mais a vontade. Ele se levantou. Pegou ela pela cintura e foi empurrando até o quarto. Jogou ela na cama e tirou a calça e a cueca, deixando a gente ver os dois o quanto ela tava molhada. Pegou ela e virou, arrastou ela até a borda da cama e colocou ela de pé com as mãos apoiadas na cama. Pegou o pau dele e, de uma enfiada, meteu. Dava pra ver o prazer nos olhos dela, e conforme ele começou a se mover, via cada vez mais prazer. Ele puxava o cabelo dela, segurava os quadris, acariciava os peitos dela. e cada vez mais gozavam.
Não demorou pra minha namorada querer tomar o controle um pouco e, virando-se, agarrou ele pela cintura e jogou na cama. Subiu e montou nele, deixando-se penetrar ao cair com o próprio peso no pau dele. Agora minha namorada dominava o ritmo.
Acelerava, se movia pra frente e pra trás com os joelhos apoiados e depois de cima pra baixo de cócoras. Pegava ele pelo pescoço e acariciava o peito dele.
Eu, do meu lado, não me aguentei mais e me aproximei pra beijar ela. Sentia a agitação e a excitação dela nos beijos, e cada vez eu ficava mais excitado com tudo aquilo.
Finalmente, meu amigo quis retomar o controle. Virou ela na cama, apoiou as costas dela, colocou as pernas dela no ombro e penetrou violentamente. Desde o começo com um ritmo rápido e forte, enquanto ela com as mãos tentava, em vão, segurá-lo um pouco. Ela começou a gozar, e pela primeira vez vi de lado.
Eu parei atrás pra ver claramente o cu e a penetração da minha mina por um tempo, e esperei sabendo que logo mais veria ela gozar de novo. E foi o que aconteceu, deixando todos os lençóis e o colchão molhados. Eu tava morrendo de excitação e decidi voltar a beijar ela, mas quando me aproximei e dei o primeiro beijo, ela pegou no meu pau e puxou pra boca dela. Enquanto o amante dela a penetrava, ela me fazia um boquete carregado de excitação como poucas vezes antes, tirando a boca só pra gemer quando não aguentava mais.
De repente, ele tirou o pau de dentro dela e apontou pra barriga e pros peitos dela. Descargando uma boa quantidade de porra grossa nela. Exausto, se afastou pra trás e se jogou numa cadeira.
Ela tava exausta, mas sabia que nada tinha acabado. Eu me coloquei sobre ela e beijei, comecei a descer os beijos tendo que desviar da porra dele pelo corpo dela e finalmente comecei a fazer sexo oral nela. Ele não tinha feito, e ela merecia. Senti como ela acendia de novo. Ela segurava minha cabeça, puxava meu cabelo e fazia forcei minha cabeça contra o corpo dela.
Dei um bom tempo de sexo oral nela pra ela recuperar o fôlego e, quando senti que tava pronta, eu penetrei ela. Por sorte, eu não ficava atrás em qualidade comparado ao nosso amigo, mas tava mais excitado. Ver ele gozar nela quase me fez gozar também, mas por sorte o sexo oral me deu tempo de me acalmar.
Arrastei ela até a borda da cama e, sem levantar ela, fiquei de pé e penetrei. Ela ainda tava muito excitada e, assim que eu entrei, ela gozou de novo. Era a primeira vez na vida dela que ela gozava mais de uma vez. Sabia que ela também tava adorando isso.
Segurei os quadris dela e usei como apoio pra meter com mais força. Vi como ela ficava louca por ter um segundo homem dentro dela.
Depois de um tempo, ela começou a pedir pra parar, que não aguentava mais, e foi aí que nosso amigo se interessou de novo. Ele se aproximou pelo lado e colocou o pau na boca dela. Foi de surpresa, mas ela gostou e começou a chupar.
O interessante é que pouco depois ele gozou. Tirou o pau da boca dela e jogou o esperma grosso no rosto da minha mina, que deixou ele fazer isso e acho que curtiu.
Aí sim, isso já era demais pra mim. Fiquei tão excitado vendo minha mina com o brilho branco dele no rosto que gozei, óbvio, dentro dela. Sabia que ela adorava sentir dentro.
Esperei eu e ela terminarmos de aproveitar e tirei pra ver um fio branco saindo dela. Beijei ela com paixão e falei pra esperar, que ia abrir a porta pro nosso amigo.
Quando voltei, ela ainda tava deitada na cama, tão cansada que nem tinha se limpado (ou talvez sabia que eu gostava de ver ela assim e esperou eu voltar pra limpar ela). Peguei uma toalha e limpei primeiro o rosto dela, depois o corpo. Beijei ela com força e agradeci por ela ter topado essa aventura.
Deitei com ela, abracei ela e dormimos até o dia seguinte...
A gente tinha saído pra dançar com a minha namorada e uns amigos. Era uma noite de verão e ela estava toda arrumada, linda com uma legging e uma daquelas blusas que deixava ver o sutiã. Não estava muito provocante, mas o suficiente pra chamar a atenção de vários caras.
A gente já tinha se encontrado dentro da balada com todos os nossos amigos, que também tinham trazido uns conhecidos. No fim, éramos um montão.
Enquanto a noite passava, a gente bebia, dançava em grupo, um pouco sozinhos, e assim seguia. Mas no decorrer da noite, notei que ela olhava muito pra um dos caras que a gente não conhecia. Era aquele típico boy da academia, com uns um metro e setenta e poucos e o corpo bem definido. O estereótipo clássico de academia e ainda por cima era gato.
Minha namorada tentava disfarçar e não olhar, mas dava pra ver de longe que ela tinha se interessado. Então, pra surpresa dela, joguei na cara que tinha percebido, mas falei que não me incomodava, que ela fosse dançar com ele um pouco pra matar a vontade. Ela mal desconfiava das minhas intenções, mesmo eu já tendo dito várias vezes na cama enquanto fazia amor com ela.
A partir daí, a noite seguiu como eu esperava. Vi os dois dançando, cada vez mais colados, e continuou até que ele já estava se esfregando nela sem vergonha na pista, acariciando o corpo todo dela até onde o ambiente público permitia. Eu, enquanto isso, já imaginava o que podia rolar.
A noite terminou e a gente saiu todo mundo pra fora. Minha namorada se despedia das amigas e pegava o casaco dela no guarda-roupas quando eu aproveitei a oportunidade. Procurei o cara que tinha ficado com ela e perguntei se ele tinha como voltar. Como ele disse que não, ofereci pra ir tomar umas cervejas lá em casa, já que eu morava perto e de lá ele podia ir a pé, afinal eram só umas quadras, e ele topou.
Esperamos minha namorada uns minutos e fomos todos pro carro, destino: minha casa.
Quando chegamos, não demorei. comecei a aumentar o tom da situação. Enquanto entrávamos, comecei a beijar minha mina, tocar ela, apoiar e esquentar o clima. E nisso tudo, nosso amigo tava desconfortável e não entendia nada.
Assim que passamos pela porta, peguei a camisa da minha mina e comecei a desabotoar, e aí o cara quase recuou. Ele perguntou se a gente queria que ele fosse embora, que ele sabia se virar sozinho, mas minha resposta deixou ele ainda mais surpreso. Olhei pra minha mina e falei que o convidado tinha que ser tratado e bem recebido. Que se ele não se importasse, a gente podia mostrar pra ele como a gente se divertia na cama. Ela me olhou com cumplicidade, acho que já sabia há um tempo o que eu ia fazer.
Ela se separou de mim e me deixou com a camisa na mão, andou rápido até ele e empurrou ele sentado no sofá. Desabotoou o cinto dele, baixou a calça e a cueca, e fez o pau dele aparecer, que combinava bem em tamanho e grossura com o resto do corpo. Sem dizer nada, colocou na boca e começou a dar um boquete incrível, do jeito que ela tinha aprendido. Ela sabia usar a boca, olhar nos seus olhos, bater uma nas pausas, e fazia tudo com gosto, enquanto ficava cada vez mais molhada. Nosso novo e surpreso amigo conseguiu tirar a calça, o tênis e a camisa de forma atrapalhada e jogou tudo pela sala.
Ficaram assim por um bom tempo enquanto eu também me despia e observava a cena. Minha única participação foi tirar o sutiã da minha mina e os sapatos dela.
Finalmente, nenhum dos dois aguentou mais a vontade. Ele se levantou. Pegou ela pela cintura e foi empurrando até o quarto. Jogou ela na cama e tirou a calça e a cueca, deixando a gente ver os dois o quanto ela tava molhada. Pegou ela e virou, arrastou ela até a borda da cama e colocou ela de pé com as mãos apoiadas na cama. Pegou o pau dele e, de uma enfiada, meteu. Dava pra ver o prazer nos olhos dela, e conforme ele começou a se mover, via cada vez mais prazer. Ele puxava o cabelo dela, segurava os quadris, acariciava os peitos dela. e cada vez mais gozavam.
Não demorou pra minha namorada querer tomar o controle um pouco e, virando-se, agarrou ele pela cintura e jogou na cama. Subiu e montou nele, deixando-se penetrar ao cair com o próprio peso no pau dele. Agora minha namorada dominava o ritmo.
Acelerava, se movia pra frente e pra trás com os joelhos apoiados e depois de cima pra baixo de cócoras. Pegava ele pelo pescoço e acariciava o peito dele.
Eu, do meu lado, não me aguentei mais e me aproximei pra beijar ela. Sentia a agitação e a excitação dela nos beijos, e cada vez eu ficava mais excitado com tudo aquilo.
Finalmente, meu amigo quis retomar o controle. Virou ela na cama, apoiou as costas dela, colocou as pernas dela no ombro e penetrou violentamente. Desde o começo com um ritmo rápido e forte, enquanto ela com as mãos tentava, em vão, segurá-lo um pouco. Ela começou a gozar, e pela primeira vez vi de lado.
Eu parei atrás pra ver claramente o cu e a penetração da minha mina por um tempo, e esperei sabendo que logo mais veria ela gozar de novo. E foi o que aconteceu, deixando todos os lençóis e o colchão molhados. Eu tava morrendo de excitação e decidi voltar a beijar ela, mas quando me aproximei e dei o primeiro beijo, ela pegou no meu pau e puxou pra boca dela. Enquanto o amante dela a penetrava, ela me fazia um boquete carregado de excitação como poucas vezes antes, tirando a boca só pra gemer quando não aguentava mais.
De repente, ele tirou o pau de dentro dela e apontou pra barriga e pros peitos dela. Descargando uma boa quantidade de porra grossa nela. Exausto, se afastou pra trás e se jogou numa cadeira.
Ela tava exausta, mas sabia que nada tinha acabado. Eu me coloquei sobre ela e beijei, comecei a descer os beijos tendo que desviar da porra dele pelo corpo dela e finalmente comecei a fazer sexo oral nela. Ele não tinha feito, e ela merecia. Senti como ela acendia de novo. Ela segurava minha cabeça, puxava meu cabelo e fazia forcei minha cabeça contra o corpo dela.
Dei um bom tempo de sexo oral nela pra ela recuperar o fôlego e, quando senti que tava pronta, eu penetrei ela. Por sorte, eu não ficava atrás em qualidade comparado ao nosso amigo, mas tava mais excitado. Ver ele gozar nela quase me fez gozar também, mas por sorte o sexo oral me deu tempo de me acalmar.
Arrastei ela até a borda da cama e, sem levantar ela, fiquei de pé e penetrei. Ela ainda tava muito excitada e, assim que eu entrei, ela gozou de novo. Era a primeira vez na vida dela que ela gozava mais de uma vez. Sabia que ela também tava adorando isso.
Segurei os quadris dela e usei como apoio pra meter com mais força. Vi como ela ficava louca por ter um segundo homem dentro dela.
Depois de um tempo, ela começou a pedir pra parar, que não aguentava mais, e foi aí que nosso amigo se interessou de novo. Ele se aproximou pelo lado e colocou o pau na boca dela. Foi de surpresa, mas ela gostou e começou a chupar.
O interessante é que pouco depois ele gozou. Tirou o pau da boca dela e jogou o esperma grosso no rosto da minha mina, que deixou ele fazer isso e acho que curtiu.
Aí sim, isso já era demais pra mim. Fiquei tão excitado vendo minha mina com o brilho branco dele no rosto que gozei, óbvio, dentro dela. Sabia que ela adorava sentir dentro.
Esperei eu e ela terminarmos de aproveitar e tirei pra ver um fio branco saindo dela. Beijei ela com paixão e falei pra esperar, que ia abrir a porta pro nosso amigo.
Quando voltei, ela ainda tava deitada na cama, tão cansada que nem tinha se limpado (ou talvez sabia que eu gostava de ver ela assim e esperou eu voltar pra limpar ela). Peguei uma toalha e limpei primeiro o rosto dela, depois o corpo. Beijei ela com força e agradeci por ela ter topado essa aventura.
Deitei com ela, abracei ela e dormimos até o dia seguinte...
4 comentários - Primera vez que entrego a mi novia