Bom, como vocês sabem, o título é sobre a rede Grindr... todo mundo sabe o que é.
No feriadão, fui pra San Luis, visitar uns amigos em Merlo.
Fui de carro, cheguei nos chalés, muito bonitos, lugar lindo demais.
No dia seguinte, encontrei com esses amigos, um casal de caras que se casaram e foram morar juntos: Marcos, de 36, e Luis, de 42. Sou amigo do Luis desde solteiro, mas com o tempo também fiquei muito amigo do Marcos, tenho liberdade pra falar de qualquer assunto, ele não é só o marido de um amigo. Bom, nos passeios pra conhecer lugares, paisagens, ver a vila de Merlo com quem mora lá...
a gente vê lugares que nem todo mundo conhece. No segundo dia, lindo, os caras falam: "vamos pro rio, que tá bonito e dá pra relaxar..."
No outro dia, acordamos cedo, peguei a sunga, os caras passaram pra nos buscar e falaram: "vamos". Depois de um bom tempo, pegamos uma estrada de terra e os caras disseram: "vamos mais pra cima pra ficar tranquilos". Chegamos num lugar lindo, entre as serras, com pedras, num riacho — porque de rio não tinha nada, hahahaha — mas com umas quedas d'água muito bonitas, céu claro, clima ideal, tudo lindo. Quem já foi pra Merlo sabe como é bonito... Bom, descemos, tiramos tudo: geladeira, churrasqueira, Coca, Fernet, tudo...
Montamos a mesa. NINGUÉM, NINGUÉM NO LUGAR. SÓ NÓS.
Luis me fala: "aqui dá pra ficar pelado", sabendo que eu sou naturista e mais de uma vez vou pra praia ficar nu... muito bom.
O dia tava ideal pra ficar sem roupa. Tirei tudo e fui pra água. Na hora, Marcos vem atrás e me fala: "vamos mais pra cima no rio, que tem as melhores quedas d'água". Sinceramente, me chamou a atenção o Luis não vir nem falar nada.
Bom, fomos subindo o rio e caminhando entre as pedras, eu com as sandálias de água — porque naturista sim, mas otário não, não vou lascar os pés nas pedras do rio. Depois de um tempo, já não víamos o Luis, que tava fazendo o fogo pro almoço. Repito: não vou ficar falando que o lugar é lindo. E no dia ideal, a gente chegou nunsas pedras bem lisas onde a água descia e dava pra deitar, colocar as costas e a água molhava tudo, e ficar olhando pro céu. Luis fala: "Fica aqui que eu vou um pouco mais pra cima ver como tá a água lá". Luis tinha uma mochilinha que deixou junto com umas pedras e foi embora.
Eu entro na água e fico de barriga pro sol... que prazer. Passa um tempo, mais ou menos meia hora, e eu quase durmo ouvindo o rio, bem tranquilo, relaxado, em paz, esquecendo de tudo. Aí escuto um celular tocar. Acordo todo desorientado. Toca, toca, toca. Vou lá e vejo que era da mochila do Marcos. Bom, eu olho, tiro o telefone e vejo que eram ligações e mensagens do Luis avisando que o almoço tava pronto, pra gente descer. E vejo que AINDA tinha DUAS MENSAGENS A MAIS... no Grindr.
No feriadão, fui pra San Luis, visitar uns amigos em Merlo.
Fui de carro, cheguei nos chalés, muito bonitos, lugar lindo demais.
No dia seguinte, encontrei com esses amigos, um casal de caras que se casaram e foram morar juntos: Marcos, de 36, e Luis, de 42. Sou amigo do Luis desde solteiro, mas com o tempo também fiquei muito amigo do Marcos, tenho liberdade pra falar de qualquer assunto, ele não é só o marido de um amigo. Bom, nos passeios pra conhecer lugares, paisagens, ver a vila de Merlo com quem mora lá...
a gente vê lugares que nem todo mundo conhece. No segundo dia, lindo, os caras falam: "vamos pro rio, que tá bonito e dá pra relaxar..."
No outro dia, acordamos cedo, peguei a sunga, os caras passaram pra nos buscar e falaram: "vamos". Depois de um bom tempo, pegamos uma estrada de terra e os caras disseram: "vamos mais pra cima pra ficar tranquilos". Chegamos num lugar lindo, entre as serras, com pedras, num riacho — porque de rio não tinha nada, hahahaha — mas com umas quedas d'água muito bonitas, céu claro, clima ideal, tudo lindo. Quem já foi pra Merlo sabe como é bonito... Bom, descemos, tiramos tudo: geladeira, churrasqueira, Coca, Fernet, tudo...
Montamos a mesa. NINGUÉM, NINGUÉM NO LUGAR. SÓ NÓS.
Luis me fala: "aqui dá pra ficar pelado", sabendo que eu sou naturista e mais de uma vez vou pra praia ficar nu... muito bom.
O dia tava ideal pra ficar sem roupa. Tirei tudo e fui pra água. Na hora, Marcos vem atrás e me fala: "vamos mais pra cima no rio, que tem as melhores quedas d'água". Sinceramente, me chamou a atenção o Luis não vir nem falar nada.
Bom, fomos subindo o rio e caminhando entre as pedras, eu com as sandálias de água — porque naturista sim, mas otário não, não vou lascar os pés nas pedras do rio. Depois de um tempo, já não víamos o Luis, que tava fazendo o fogo pro almoço. Repito: não vou ficar falando que o lugar é lindo. E no dia ideal, a gente chegou nunsas pedras bem lisas onde a água descia e dava pra deitar, colocar as costas e a água molhava tudo, e ficar olhando pro céu. Luis fala: "Fica aqui que eu vou um pouco mais pra cima ver como tá a água lá". Luis tinha uma mochilinha que deixou junto com umas pedras e foi embora.
Eu entro na água e fico de barriga pro sol... que prazer. Passa um tempo, mais ou menos meia hora, e eu quase durmo ouvindo o rio, bem tranquilo, relaxado, em paz, esquecendo de tudo. Aí escuto um celular tocar. Acordo todo desorientado. Toca, toca, toca. Vou lá e vejo que era da mochila do Marcos. Bom, eu olho, tiro o telefone e vejo que eram ligações e mensagens do Luis avisando que o almoço tava pronto, pra gente descer. E vejo que AINDA tinha DUAS MENSAGENS A MAIS... no Grindr.
11 comentários - Grindr... (gay)