Depois de muito tempo, voltei. Aconteceram muitas coisas na minha vida, mas quero contar uma principalmente. Como vocês já sabem que trabalhei e trabalho com médicos, isso aconteceu comigo mais ou menos 1 ano atrás.
Entrei pra trabalhar numa clínica no bairro de Recoleta. Uma clínica muito chique e bonita, onde aprendi rápido o esquema e o trabalho que tinha que fazer. Fui pra um setor onde eram todos Doutores, homens, imaginem eu como secretária de 6 caras. Pois é, era assim. Eu ia e vinha mostrando minha bunda e meus peitos pra quem quisesse me olhar, e eles adoravam. Eu percebia quando me olhavam e como faziam isso. Tinha de todas as idades, desde velhos, VELHOS... até caras com uns anos a mais que eu. E eu, que sou toda sorrisos e risadinhas, percebi que alguns me deixavam com tesão, com alguns passava manhãs inteiras, com outros só um tempinho, uns eu via mais que outros. Mas tinha quatro na minha mira...
Os dias passavam e eu ia me firmando cada vez mais na clínica, e comecei a pegar confiança com os Doutores, mas com um era algo além da confiança, já era um jogo... Jogo de risadas, de sedução, cada coisa que a gente falava era com duplo sentido, e eu, que não ficava calada, entrava na dele claramente. Esse Doutor tinha 42 anos, mas era tudo que eu gostava: alto, com um sorriso lindo, os olhos mais bonitos que já vi, e uma barriga sexy de coroa de 40 e poucos.
O nome dele era Máximo. Máximo era tudo de doce e simpático, e claro, adorável, etc, etc, etc, que podia existir. E foi assim que comecei a reparar nele. De piada em piada mais picante, até chegar a me falar coisas que me faziam ficar VERMELHA. Sim, eu que sou a mais brincalhona, esse homem me fazia corar com as piadas dele.
Máximo me reivindicava pra ele, e eu só o via duas vezes por semana, mas quando ele vinha, a gente já sabia o que a manhã ia render. Numa dessas manhãs, tivemos que fechar a clínica mais cedo por causa da desinfecção. Máximo, entre piadas, me disse que a gente tinha que achar algo pra fazer porque tínhamos horas livres, o que nunca acontecia. E eu falei que sim, mas que cada um com certeza tinha algo pra fazer. Os outros Drs. já tinham planos, um ia no banco, outro na casa de algum tio, outro pra casa dele descansar e o Máximo e eu, não tínhamos planos. Em Buenos Aires naquela época de verão, fazia um calor do caralho, e quando a gente saiu, o Maxi me perguntou se eu queria que ele me levasse até em casa, por causa do calor. Como era um horário tranquilo e não tinha ninguém, eu falei que sim.
Fomos até o estacionamento pegar o carro, e quando a gente ia entrar, ele me fala:
- Sabe que se você entrar, daqui pra frente vai mudar tudo, né?
- Não, por quê? Você só tá me levando pra minha casa -
- Catalina, se você entrar, eu não sei do que sou capaz -
Eu rindo, entro no carro.
Quando ele entra, me olha e começa a rir. A gente mora bem longe da zona da Recoleta, então ele ligou o ar condicionado, colocou o rádio e me perguntou o que eu tava a fim de fazer. Eu olhei pra ele e perguntei se ele não ia me levar pra minha casa, e ele respondeu que não.
- Vamos ir pra algum lugar nos beijar, ficar pelados e nos conhecer mais intimamente - ele falou. E eu rindo, ele me perguntou se eu queria que ele me levasse pra casa ou ir pra algum lugar nos conhecer melhor. Falei que conhecia um hotel muito bonito na região, que a gente podia ir e tomar alguma coisa. Ele me olhou completamente impressionado, achando que eu ia recuar. ELE NÃO ME CONHECIA.!!!!
Chegamos no hotel, pedimos um quarto que era quase uma SUÍTE, e eu falei que ia tomar um banho porque tava cansada do dia inteiro de trampo. Quando saí, em vez de vestir minha roupa, coloquei minha tanga e um roupão do hotel. NADA MAIS.
Máximo me olhou e não conseguia acreditar no que tava rolando. Ele tinha me servido uma taça de champanhe, colocado uma música e abaixado as luzes. A gente sentou nuns sofás e começou a falar de umas merdas TÃO IDIOTAS. Eu tava morrendo de vontade de pular em cima dele, e dava pra ver que ele tava nervoso. De Toda aquela segurança da clínica, não sobrou nada.
Máximo me perguntou o que eu queria com tudo aquilo, e eu falei a mesma coisa que pra você. Ou seja, NADA... Ele é casado, tem sua família feliz, e eu tenho meus projetos na cabeça e uma vida pela frente. Então falei isso pra ele, que eu não queria nada sério, só me divertir (mesmo por dentro morrendo de vontade de dizer que ele era um dos poucos caras que me deixava nervosa)...
Quando começamos a relaxar mais por causa do álcool, ele disse que ia tomar um banho rápido. Quando voltou (SÓ DE ROUPÃO), sentou do meu lado, tirou a taça da minha mão e me deu o beijo mais lindo e suave que poderia ter dado. Fiquei literalmente sem ar, pensando que era lindo, e devolvi o beijo. Nossas línguas se encontraram, e tudo que não tínhamos dito se materializou naquele beijo.
Maxi arrancou meu roupa-fora, e começou a beijar meu pescoço, enquanto mexia nos meus peitos, primeiro um mamilo, depois o outro, e a boca dele inspecionava cada centímetro da minha pele. Eu tava louca de amor, de luxúria, passava a mão no cabelo dele e pedia pra ele continuar me chupando, me tocando... Ele colocou um mamilo na boca, mordeu, e eu me contorcia igual um peixe fora d'água, queria que chegasse a hora de transar. Mas ele se fez de difícil...
Quando tentei levar minha mão até o pau dele, ele tirou e disse pra esperar. Continuou me beijando devagar, mordia um mamilo, depois o outro, e voltava pro pescoço. Eu passava a mão no cabelo dele e respirava entrecortada. Queria sentir, beijar, chupar, foder ele.
Ele me jogou no sofá e começou a descer pela minha barriga até chegar na minha pélvis, parou ali e foi pras pernas, passando bem perto da minha buceta. Só a respiração dele já dava cócegas no fundo da minha alma... Até que chegou na minha buceta, e com a língua começou a chupar, lamber, morder. Eu sentia que ia gozar na hora, e quando falei isso, ele parou.
Me levantou, me levou pra cama e me colocou de quatro. Eu fiquei Eu disse que queria chupar a pica dele, mas ele falou que ia ter tempo pra isso. Enfiou de uma vez, e eu, com a buceta tão molhada, só consegui suspirar. Foi o momento de conexão total e de decidir que esse homem sabia tudo o que fazia. Ele começou a me foder com força, tirando e metendo, rápido, rápido e depois devagar. Me segurava pelo quadril e me machucava, e eu não tava nem aí, pedia pra ele continuar me comendo, muito. Maximo tava louco, cuspia na minha buceta enquanto me comia, e me chamava de linda. Gozei com um grito de prazer, fiquei fraca, com as pernas bambas. E ele, quando sentiu todo o meu calor, tirou a pica e gozou nas minhas costas, espalhando todo o leite dele no meu corpo. Deitou do meu lado e disse que eu era a coisa mais linda que tinha acontecido com ele em muito tempo. A gente dormiu, eu toda suja e ele tocando minha bunda.
Acordei porque senti ele me limpando com uma toalha. Levantei, abracei ele e falei pra irmos tomar banho juntos. Já tinham passado duas horas, mas fomos. A gente se beijava como dois adolescentes se conhecendo, meio tímidos e meio sem freio. E quando estávamos debaixo da água, me ajoelhei e comecei a chupar a pica dele, que já tava bem dura, mas ficou durona de vez quando sentiu minha saliva. Uma pica grossa e comprida, linda... Comecei a chupar como se fosse um sorvete, fazendo a sonsa, e falei que ele era lindo. Ele me agarrou pelo cabelo e enfiou na minha boca. Mmmmm que pica gostosa!!! Ele metia tudo até a garganta, tirava, lambia, mordia a pontinha... Levantei e chupei os ovos dele, e mais pra baixo... Ele ficou louco, segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a me foder pela boca. Metia e tirava com tanta força que eu engasgava várias vezes. Me levantou e me encostou na parede do chuveiro, e ali mesmo enfiou. Acho que não duramos nem cinco minutos, mas foi tão intenso que a gente aproveitou ao máximo. Lavamos bem, Rimos um pouco e fomos embora. No carro, o Máximo falou que queria continuar me vendo, que amava meu corpo, minha bunda, meus peitos... Que queria fazer de tudo comigo. E eu disse que sim, a gente se beijou no carro e esquentou de novo, comecei a passar a mão nele, por cima da calça, e ele apalpava meus peitos... Falei pra ele parar porque senão a gente ia ter que voltar pro hotel, e ele disse que precisava que eu chupasse ele ali na rua, no carro, no consultório, em qualquer lugar. Então eu tirei o pau dele da calça e comecei a chupar, ele pediu pra eu parar porque senão ia gozar tudo em mim, e eu falei que não. Que a gente precisava voltar pro hotel. Já era tarde, então combinamos de ir outro dia. Ele me deixou em casa, a gente se beijou de novo feito dois adolescentes e se pegou mais um pouco, ele beijou meus peitos e me mordia. Até que eu falei que tinha que ir... Então ficamos com tesão... Aconteceu muito mais coisa com o Maxi, mas isso vai ser história de outro conto. Não quero entediar vocês!! Espero seus comentários, elogios, críticas... Tudo soma e me ajuda a escrever melhor... Lanena_cathy
Entrei pra trabalhar numa clínica no bairro de Recoleta. Uma clínica muito chique e bonita, onde aprendi rápido o esquema e o trabalho que tinha que fazer. Fui pra um setor onde eram todos Doutores, homens, imaginem eu como secretária de 6 caras. Pois é, era assim. Eu ia e vinha mostrando minha bunda e meus peitos pra quem quisesse me olhar, e eles adoravam. Eu percebia quando me olhavam e como faziam isso. Tinha de todas as idades, desde velhos, VELHOS... até caras com uns anos a mais que eu. E eu, que sou toda sorrisos e risadinhas, percebi que alguns me deixavam com tesão, com alguns passava manhãs inteiras, com outros só um tempinho, uns eu via mais que outros. Mas tinha quatro na minha mira...
Os dias passavam e eu ia me firmando cada vez mais na clínica, e comecei a pegar confiança com os Doutores, mas com um era algo além da confiança, já era um jogo... Jogo de risadas, de sedução, cada coisa que a gente falava era com duplo sentido, e eu, que não ficava calada, entrava na dele claramente. Esse Doutor tinha 42 anos, mas era tudo que eu gostava: alto, com um sorriso lindo, os olhos mais bonitos que já vi, e uma barriga sexy de coroa de 40 e poucos.
O nome dele era Máximo. Máximo era tudo de doce e simpático, e claro, adorável, etc, etc, etc, que podia existir. E foi assim que comecei a reparar nele. De piada em piada mais picante, até chegar a me falar coisas que me faziam ficar VERMELHA. Sim, eu que sou a mais brincalhona, esse homem me fazia corar com as piadas dele.
Máximo me reivindicava pra ele, e eu só o via duas vezes por semana, mas quando ele vinha, a gente já sabia o que a manhã ia render. Numa dessas manhãs, tivemos que fechar a clínica mais cedo por causa da desinfecção. Máximo, entre piadas, me disse que a gente tinha que achar algo pra fazer porque tínhamos horas livres, o que nunca acontecia. E eu falei que sim, mas que cada um com certeza tinha algo pra fazer. Os outros Drs. já tinham planos, um ia no banco, outro na casa de algum tio, outro pra casa dele descansar e o Máximo e eu, não tínhamos planos. Em Buenos Aires naquela época de verão, fazia um calor do caralho, e quando a gente saiu, o Maxi me perguntou se eu queria que ele me levasse até em casa, por causa do calor. Como era um horário tranquilo e não tinha ninguém, eu falei que sim.
Fomos até o estacionamento pegar o carro, e quando a gente ia entrar, ele me fala:
- Sabe que se você entrar, daqui pra frente vai mudar tudo, né?
- Não, por quê? Você só tá me levando pra minha casa -
- Catalina, se você entrar, eu não sei do que sou capaz -
Eu rindo, entro no carro.
Quando ele entra, me olha e começa a rir. A gente mora bem longe da zona da Recoleta, então ele ligou o ar condicionado, colocou o rádio e me perguntou o que eu tava a fim de fazer. Eu olhei pra ele e perguntei se ele não ia me levar pra minha casa, e ele respondeu que não.
- Vamos ir pra algum lugar nos beijar, ficar pelados e nos conhecer mais intimamente - ele falou. E eu rindo, ele me perguntou se eu queria que ele me levasse pra casa ou ir pra algum lugar nos conhecer melhor. Falei que conhecia um hotel muito bonito na região, que a gente podia ir e tomar alguma coisa. Ele me olhou completamente impressionado, achando que eu ia recuar. ELE NÃO ME CONHECIA.!!!!
Chegamos no hotel, pedimos um quarto que era quase uma SUÍTE, e eu falei que ia tomar um banho porque tava cansada do dia inteiro de trampo. Quando saí, em vez de vestir minha roupa, coloquei minha tanga e um roupão do hotel. NADA MAIS.
Máximo me olhou e não conseguia acreditar no que tava rolando. Ele tinha me servido uma taça de champanhe, colocado uma música e abaixado as luzes. A gente sentou nuns sofás e começou a falar de umas merdas TÃO IDIOTAS. Eu tava morrendo de vontade de pular em cima dele, e dava pra ver que ele tava nervoso. De Toda aquela segurança da clínica, não sobrou nada.
Máximo me perguntou o que eu queria com tudo aquilo, e eu falei a mesma coisa que pra você. Ou seja, NADA... Ele é casado, tem sua família feliz, e eu tenho meus projetos na cabeça e uma vida pela frente. Então falei isso pra ele, que eu não queria nada sério, só me divertir (mesmo por dentro morrendo de vontade de dizer que ele era um dos poucos caras que me deixava nervosa)...
Quando começamos a relaxar mais por causa do álcool, ele disse que ia tomar um banho rápido. Quando voltou (SÓ DE ROUPÃO), sentou do meu lado, tirou a taça da minha mão e me deu o beijo mais lindo e suave que poderia ter dado. Fiquei literalmente sem ar, pensando que era lindo, e devolvi o beijo. Nossas línguas se encontraram, e tudo que não tínhamos dito se materializou naquele beijo.
Maxi arrancou meu roupa-fora, e começou a beijar meu pescoço, enquanto mexia nos meus peitos, primeiro um mamilo, depois o outro, e a boca dele inspecionava cada centímetro da minha pele. Eu tava louca de amor, de luxúria, passava a mão no cabelo dele e pedia pra ele continuar me chupando, me tocando... Ele colocou um mamilo na boca, mordeu, e eu me contorcia igual um peixe fora d'água, queria que chegasse a hora de transar. Mas ele se fez de difícil...
Quando tentei levar minha mão até o pau dele, ele tirou e disse pra esperar. Continuou me beijando devagar, mordia um mamilo, depois o outro, e voltava pro pescoço. Eu passava a mão no cabelo dele e respirava entrecortada. Queria sentir, beijar, chupar, foder ele.
Ele me jogou no sofá e começou a descer pela minha barriga até chegar na minha pélvis, parou ali e foi pras pernas, passando bem perto da minha buceta. Só a respiração dele já dava cócegas no fundo da minha alma... Até que chegou na minha buceta, e com a língua começou a chupar, lamber, morder. Eu sentia que ia gozar na hora, e quando falei isso, ele parou.
Me levantou, me levou pra cama e me colocou de quatro. Eu fiquei Eu disse que queria chupar a pica dele, mas ele falou que ia ter tempo pra isso. Enfiou de uma vez, e eu, com a buceta tão molhada, só consegui suspirar. Foi o momento de conexão total e de decidir que esse homem sabia tudo o que fazia. Ele começou a me foder com força, tirando e metendo, rápido, rápido e depois devagar. Me segurava pelo quadril e me machucava, e eu não tava nem aí, pedia pra ele continuar me comendo, muito. Maximo tava louco, cuspia na minha buceta enquanto me comia, e me chamava de linda. Gozei com um grito de prazer, fiquei fraca, com as pernas bambas. E ele, quando sentiu todo o meu calor, tirou a pica e gozou nas minhas costas, espalhando todo o leite dele no meu corpo. Deitou do meu lado e disse que eu era a coisa mais linda que tinha acontecido com ele em muito tempo. A gente dormiu, eu toda suja e ele tocando minha bunda.
Acordei porque senti ele me limpando com uma toalha. Levantei, abracei ele e falei pra irmos tomar banho juntos. Já tinham passado duas horas, mas fomos. A gente se beijava como dois adolescentes se conhecendo, meio tímidos e meio sem freio. E quando estávamos debaixo da água, me ajoelhei e comecei a chupar a pica dele, que já tava bem dura, mas ficou durona de vez quando sentiu minha saliva. Uma pica grossa e comprida, linda... Comecei a chupar como se fosse um sorvete, fazendo a sonsa, e falei que ele era lindo. Ele me agarrou pelo cabelo e enfiou na minha boca. Mmmmm que pica gostosa!!! Ele metia tudo até a garganta, tirava, lambia, mordia a pontinha... Levantei e chupei os ovos dele, e mais pra baixo... Ele ficou louco, segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a me foder pela boca. Metia e tirava com tanta força que eu engasgava várias vezes. Me levantou e me encostou na parede do chuveiro, e ali mesmo enfiou. Acho que não duramos nem cinco minutos, mas foi tão intenso que a gente aproveitou ao máximo. Lavamos bem, Rimos um pouco e fomos embora. No carro, o Máximo falou que queria continuar me vendo, que amava meu corpo, minha bunda, meus peitos... Que queria fazer de tudo comigo. E eu disse que sim, a gente se beijou no carro e esquentou de novo, comecei a passar a mão nele, por cima da calça, e ele apalpava meus peitos... Falei pra ele parar porque senão a gente ia ter que voltar pro hotel, e ele disse que precisava que eu chupasse ele ali na rua, no carro, no consultório, em qualquer lugar. Então eu tirei o pau dele da calça e comecei a chupar, ele pediu pra eu parar porque senão ia gozar tudo em mim, e eu falei que não. Que a gente precisava voltar pro hotel. Já era tarde, então combinamos de ir outro dia. Ele me deixou em casa, a gente se beijou de novo feito dois adolescentes e se pegou mais um pouco, ele beijou meus peitos e me mordia. Até que eu falei que tinha que ir... Então ficamos com tesão... Aconteceu muito mais coisa com o Maxi, mas isso vai ser história de outro conto. Não quero entediar vocês!! Espero seus comentários, elogios, críticas... Tudo soma e me ajuda a escrever melhor... Lanena_cathy
3 comentários - Voltar pra Buceta
Date una vuelta por mi post
http://www.poringa.net/posts/relatos/2684095/Mi-amiga-amante-la-Doc-1.html
Gracias por compartir 👍