El fin o comienzo con Ana, nuevamente

Era uma da manhã de uma sexta-feira quente, típica de verão. Da Ana não tinha notícias há duas semanas, então decidi esquecer ela. Peguei quatro cervejas bem geladas e comecei a beber. Por dentro, pensava que era justo dividir minhas cervejas com alguém, então comecei a procurar no WhatsApp. Liguei pra minha vizinha e, claro, ela me mandou pastar, dizendo que tava entrando numa balada e que nem fodendo ia sair. Tentei falar com a Luli, mas obviamente não atendeu. Pensava e pensava, mas ninguém aparecia, nem minha prima. Todos os caminhos levavam à Ana. Meu álcool no sangue já tava alto demais e nesse estado, rapaz, todo mundo perde a cabeça. Não pensei duas vezes e liguei direto pra casa dela...

Ana: Alô... — atendeu com voz de sono.

EU: Quero ficar com você, gordinha — minha língua travava, típico de bêbado. Enquanto isso, o otário do namorado dela perguntava quem era.

Ana: — É um paciente, amor — e ele, surpreso ao fundo, perguntou: "A essa hora liga?" — Tá muito sem noção ligar a essa hora — respondeu —, claro que eu não conseguia seguir esse jogo.

EU: Quero te ver! Larga esse otário! — gritava cada vez mais alto e mais bêbado.

Ana: Moleque, você tá... — não terminou de falar e ficou em silêncio. Na hora, o Sebastião pegou o telefone.

Sebastião: Filho da puta! Tá de pau duro pra minha mulher pra ligar a essa hora? — tava tão puto que me fez reagir pior, talvez como nunca.

EU: Tua mulher? Tua mulher o caralho, otário, é minha mulher. Eu comi ela outro dia quando você foi embora, corno. Não percebeu quando deu um beijo nela que tava com cheiro da minha porra? — tava muito bêbado e dava pra perceber a 10 quilômetros de distância.

Sebastião: Ha ha, sabe o que esse idiota tá dizendo? — se afastou do telefone pra falar com a Ana (grande erro meu, eu sabia que a Ana não sabe mentir). Ela respondeu lá no fundo que ele tinha dito que te comeu e até chupou sua pica. Fez-se um silêncio, ela não riu, ele... Também, com certeza tava olhando fixo pra ela - Filha da puta! - Ouviu-se meio de longe. Esse filho da puta tem razão, e comigo você não chupa a pica, mas com ele sim - Gritava, e Ana pedia pelo amor de Deus pra ele se acalmar, que era mentira, mas ele não tava nem aí - Agora você vai chupar a minha pica, sua puta - Ana gritava, implorando por piedade, nisso ele pega o telefone - Escuta como ela chupa a pica, cara - Ana implorava, até que começo a sentir ela chorar e ao mesmo tempo engasgar, o negócio já tinha começado. Segundos depois, ele desligou a ligação.

Nessa hora, eu não sabia o que fazer, não reagia, não entendia se era traição contra mim, se era estupro, ou se era traição seguida de estupro, não fazia ideia. Comecei a andar pela casa toda, tentando me livrar do álcool, ligava pra Ana mas ninguém atendia. Depois de 10 minutos, meu celular toca, era ela...

Ana: Por favor, vem - pediu chorando e repetia a mesma coisa sem parar.

Eu: Já vou pegar um Uber e ir praí - respondi, sabendo que ela precisava de mim.

Consegui chamar um carro que chegou depois de um tempo, de nervoso tive dificuldade de dar o endereço, então fui guiando pelo caminho mais fácil. Chegamos, paguei (ele viu minha cara de desespero e me arrancou a cabeça), desci e nem cheguei a bater na porta, Ana saiu com um cobertor por cima, chorando, e se jogou em cima de mim pedindo um abraço. Abracei ela e pedi pra entrarmos, que queria pedir desculpas. Sentamos, ela me conta que foi embora, peço perdão umas mil vezes e ela diz: "Shh - enquanto passa o dedo nos meus lábios pra eu calar a boca e deixar ela falar - Quer saber por que ele foi embora?" Respondi que sim com a cabeça e ela se aproximou da minha boca, virei o rosto e ela perguntou: "O que cê tá fazendo, por que virou o rosto?" Surpresa com minha reação, olho pra ela e respondo: "Cê lavou a boca? Não quero nem sentir o cheiro de pica daquele otário", enquanto ela se levantava ia me xingando, claramente não tinha lavado. Voltou, parou debaixo da porta que fica comedor do banheiro, e ela estava linda, com a camiseta longa e a tanga branca. A gente se olhou, devagar fui me aproximando e nos fundimos num beijo de cinema, nossos lábios ficaram molhados na hora, nem sabíamos de quem era cada língua. Minhas mãos foram percorrendo os braços dela devagar, passei pelo rosto, continuei pelo contorno dos peitos e já dava pra sentir eles durinhos, segui pelas coxas, antes passando pela cintura linda dela e finalmente cheguei com delicadeza na bunda que ela tanto gosta que eu toque, meio que massageando. Ficamos assim uns minutos até que uma das minhas mãos foi direto no clitóris dela e ela começou a gemer. Não foi nada devagar e logo ela tirou minha calça pra me masturbar suavemente. A gente se afastou um do outro sem parar de se tocar e ela me diz: "Faz amor comigo, não quero sexo" foi tão doce, tão sutil, ela pediu como quando a gente estava apaixonado.

Fomos pro quarto dela, ela se deitou e devagar fui tirando a pouca roupa que ainda tinha. Beijei ela da boca até as pernas, passei minha língua com suavidade pra deixar ela louca e isso deu pra notar, porque já dava pra ouvir os gemidos: "Ah... Mmmm" cada vez mais alto. Parei na pussy dela, chupei os lábios e logo ela pegou minha cabeça pra chupar tudo. Foi tão rápido e intenso que logo ela começou a se contrair e arquear as costas gritando: "Sim, mmm sim... Vem, por favor". Nem lento nem preguiçoso, subi em cima e enfiei a cock devagar, sentindo cada centímetro entrando. Cheguei no fundo e nós dois soltamos um forte: "aaaah" que estávamos cheios de prazer. Aos poucos fui aumentando o ritmo enquanto beijava os lábios dela e os peitos lindos, as enfiadas eram cada vez mais rápidas, mais fortes e profundas. A gente tava muito excitado, a ponto de num movimento só ela sair e me colocar embaixo pra me dominar. Tava na minha frente talvez a mulher mais gostosa que já vi na vida, os peitos durinhos balançando no ritmo da melhor música. O cabelo liso dela, recém-saído do salão, balançando levemente com a brisa, e aquele rostinho lindo, com aqueles olhos maravilhosos que me fizeram me apaixonar tanto. Ana cavalgava sem parar, implorava pra eu esperar, que ela ia gozar, "me dá o leite" ela pedia aos berros, possessa, e eu negava. De repente, de novo, ela se arqueou forte e começou a apertar meu peito, sinal que tinha gozado mais uma vez. Tirei meu pau, "O que cê tá fazendo?" perguntei surpreso, eu tava prestes a soltar tudo: "Shh" ela me calou de novo enquanto pegava meu pau e colocava na bunda dela. "Aaaih" ela gemeu enquanto entrava tudo. Começou a se mexer devagar e, de um jeito que nunca tinha feito, me olhava lá de cima e falava: "Sabe por que ele foi embora?" eu respondi que não com a cabeça, "ai, mmm si- gozava enquanto falava e se mexia- porque eu percebi que com você eu era tudo e com ele eu não era nada... Aii, mmm" meus olhos se arregalaram, eu não aguentava mais segurar o gozo, mas aquele momento era tão puro e profundo que eu não podia desperdiçar, "Pra ele eu não entreguei meu corpo inteiro, isso... esse bum é seu... Aii, me dá o leite agora, papai" eu gozava e minha respiração acelerava enquanto ela aumentava o ritmo, "Assim... assim que eu gosto, me dá como ninguém nunca me deu. Faz amor com a minha bunda também, papai... Mmmm sim, tô sentindo" ela sussurrava ofegante. Não aguentei mais um segundo, agarrei a cintura dela, bombei duas vezes e gozei no fundo que eu jamais imaginei gozar.
Ficamos assim por um instante, ela deitada em cima de mim. Ninguém disse nada por um tempo, acho que não precisavam de palavras, ou talvez não soubéssemos o que dizer. "A gente podia?" perguntei, "Cê tá dizendo, de novo?" respondeu, de novo o silêncio, e eu falei: "É, vamos tentar de novo, dessa vez do jeito certo". Senti uma lágrima caindo dos olhos dela enquanto um sorriso lindo se formava no rosto dela, "E o que seria o jeito certo?" ela retrucou. Respirei fundo e respondi: "Eu vou morar com você aqui".

3 comentários - El fin o comienzo con Ana, nuevamente

MattQ
Excelente, como siempre, qué pasó con ustedes?
SNM666
Que buena historia!!! Nos interesa saber como sigue!!