Gangbang na Clau (parte 1)

Aviso, esta é uma sequência dos meus posts anteriores. Se você quer entender melhor, recomendo dar uma olhada neles, muito obrigado.

Era um sábado de feriadão, pelo menos aqui na Espanha. Eu e Valentino, um dos meus parças, estávamos vendo um jogo de futebol na TV no meu apê. Os outros tinham saído pra dar uma volta e comprar coisas pra cozinhar. Gabi tinha ido com a namorada dele. Era um jogo entre Sevilla e Elche, obviamente eu tava torcendo pro Sevilla, porque meus pais são sevilhanos. Ao mesmo tempo, eu ficava pensando em como podia retribuir o grande presente que as irmãzinhas tinham me dado uns dias atrás. Nisso, Tomi chega em casa e abre a porta com a chave dele, vinha junto com Emiliano e Gian. Logo depois, ele se aproximou de mim e falou:

— Vai lá ver o Gabi, ele tá lá embaixo no lobby. Parece que aconteceu algo com a namorada.
— Ok, já vou.

Na hora, eu e Valentino descemos de elevador e vimos ele deitado num sofá. Não tava chorando, mas tava triste.
— O que cê tá fazendo aí, otário? Sobe, não vai resolver nada assim.
— Já vou.
— O que aconteceu?
— É uma puta.
— A Mili?
— Sim, Milagros, quem mais?
— Mas o que houve?
— Ela me deu um golpe, a vagabunda?
— Acontece.
— Juro que vou dar em cima da primeira que aparecer na minha frente.

Essa frase ficou gravada na minha cabeça, e a mente acendeu. Ela me fez transar com 7 gostosas ao mesmo tempo, por que não fazer uma bukakke com meus parças? Nós 6 contra ela. Como ia ser um a menos, a gente tinha que se esforçar mais.

— Vem cá, Gabi, tive uma ideia.

Ele subiu sem muita vontade e, chegando no apê, sentou no sofá. Os outros estavam jogando PS3, concentrados, mas tudo mudou quando eu falei alto:

— Quem de vocês quer foder a minha namorada, a Clau?

Todos se surpreenderam e ao mesmo tempo falaram:

— Que porra cê tá dizendo, é sua namorada, caralho.
— E daí?

Depois eu expliquei sobre a minha orgia, e todos ficaram boquiabertos e disseram:

— A sua namorada a gente vai arrebentar.
— Ok. Vamos pra casa dela.
—Já broxei aqui.

Subimos na casa rodante dos sonhos e em menos de 15 minutos chegamos na casa dela. Antes de tocar a campainha, mandei uma mensagem pra ver se ela tava em casa. Por sorte, respondeu que sim, mas tava quase indo pra academia. Não importava, porque depois da trepada, ela não ia mais.

Toquei a campainha, e saiu minha amoooooor. Vestidinha pra ir pra academia, com aquelas regatas cavadas que as mulheres usam, azul, e uma legging preta comprida que fazia a bunda dela parecer a da Samantha Saint, com tênis esportivo fluorescente, maquiada como sempre. Ela se surpreendeu ao nos ver e disse:

— O que vocês tão fazendo aqui, meu amor?
— Viemos te devolver o favor.
— O quê, todos vocês vão me... vão me...
— Sim, vamos te foder como nunca.

Ela fez carinha de puta assustada e começou a recuar. Nós avançamos. Quando todos entraram, Emiliano fechou a porta. Formamos uma roda com ela no centro. Gabi se aproximou e, com um puxão, arrancou a regata dela, rasgando tudo (coitadinha, toda vez que como ela, rasgo a roupinha). Minha bebê ficou de sutiã e calcinha, porque ao mesmo tempo, Tomi arrancou a legging dela. Ela tava de roupa íntima branca. Os dois sentaram no sofá da sala e disseram:

— Tamos de pau mole. Faz a gente endurecer, puta. Começa a dançar.

Todos sentamos no sofá, e a puta começou a dançar streep dance, igual uma profissional. Mexia a cintura, com a bunda toda, como uma árabe, de cima pra baixo. Ela se aproximou do Gian, que tava sentado no meio, mordeu o lábio inferior, sentou no joelho dele, tirou o sutiã tampando os mamilos, e aproximou os lábios dos lábios do Gian. Quando ia beijar ele, recuou e se levantou sem mostrar os peitos. Continuou dançando. Se aproximou do Tomás, que tava numa ponta, sentou a bunda linda dela no pau dele, que tava guardado na calça, e começou a rebolá-la enquanto abraçava ele, mostrando os peitos e exibindo os mamilos, deixando o Tomi pegar neles. chupei um pouco, ela saiu de novo e foi com o gabi, rebolando a bunda no rosto dele, subindo e descendo a calcinha branca, mal dava pra ver o cu dela. O gabi dava uns tapas e mordidas, e a clau dava uns gritinhos rindo, ela saiu de novo e veio pra mim, sentando na minha pica, rebolando a bunda e me beijando. O gabi se desesperou e tirou a camisa e a calça, ficando totalmente pelado, não sou gay, mas ele tinha um pouquinho maior que o meu, tem que admitir, ele levantou do sofá e pegou ela pela cabeça pra jogar no chão, ela ficou de joelhos, e sem pensar em nós, ele falou:
—agora você vai chupar
Ela fez a cara de puta de sempre, com medo, e disse:
—todas?
—o que você acha?
Deu um tapinha nela, enquanto isso, a gente tirava a roupa e batia punheta, eu e o gabi éramos os que tinham as maiores, o gabi cuspiu na boca dela e disse:
—começa a trabalhar
Segurou ela pela nuca e, sem culpa, enfiou a pica dele goela abaixo, dava pra ver a baba escorrendo da boca dela e pingando no pau dele, a gente ficou em volta enquanto ela engasgava, o gabi pegou ela pelo cabelo e tirou, e começou a meter e tirar com rapidez e firmeza, dava pra ouvir o engasgo da clau, ela se tocava na buceta, esfregando o clitóris, o gabi não parava de fazer a mesma coisa, depois de um tempo, ele tirou e disse:
—agora é a vez dos ovinhos, não vai parar até deixar tudo cheio de baba
—ok
Ela começou a chupar o ovo direito dele por um tempo, depois tirou, cuspiu e chupou o esquerdo, deixando cheio de babinha, o gabi encostava o pau na testa dela enquanto ela chupava os ovos, a clau parou de chupar os ovos e cuspiu no pau dele, espalhou a baba com a mão e masturbou ele. Depois passou pro meu pau, eu deixei ela fazer sozinha, sem afogar nem nada, deixei ela aplicar as técnicas dela, ela pegou na base, lambeu minha cabeça um pouquinho e depois beijou o lado esquerdo, ela sozinha, com carinha de concentrada, apertou minha base e engoliu ele todinho. Fazendo umas boquetinhas, mas a boquinha dela tava moldada no meu pau, não engasgou, mas a baba dela transbordava e caía no tapete da sala dela. Ficou um tempão empurrando a garganta pra continuar entrando, tava deixando ele bem molhadinho. Voltou até a metade do meu pau, chupando um pouco, voltou pra minha glande, chupou ela como se fosse um pirulito e foi pro pau do Gian. Pra minha surpresa, não chupou ele. O Gian cuspiu nos peitos dela e a Clau espalhou a saliva por eles. Sem pensar duas vezes, colocou o pau entre os peitos médios da Clau e ela trabalhou nele, por bem pouco tempo. Olhava com cara de putinha sorridente por uns dois minutos, de um jeito repetitivo, mas cada vez mais rápido. De vez em quando apertava mais os peitinhos contra o pau dele e cuspia, mas comparado com a nossa vez, foi bem pouco. Passou pro "pau" do Tomi, com o qual brincou um pouquinho com as mãos, depois cuspiu, espalhou a babinha por toda a pica dele. Feito isso, masturbou ele, com muita rapidez, mordendo os lábios e com carinha de brava. De repente, meteu ele de uma vez, sem engasgar porque era pequeno, chegava até o fundo com a língua, sem fazer nem um ânsia. Isso parecia entediá-la, mas continuou um tempo colocando e tirando o pau dele com lentidão mas precisão, lambeu a glande dele e, sem olhar pra trás, foi pro pau do Valentino, que era grandinho. Fez a mesma coisa que comigo, segurou a base, mas em vez de chupar a glande, foi direto pro fundo. Dava pra ver que chegava até a entrada da garganta dela, via e ouvia os engasgos. Ela se apalpava e beliscava os peitos, se soltou do pau dele, com uma respiração acelerada por causa do sufoco. Respirou um pouco, chupou a glande dele e voltou pro fundo por um tempinho, e aí o Valentino agarrou ela pela nuca e começou a meter e tirar com mais ou menos rapidez no começo, mas mais rápido depois. Aí começaram as estocadas: ele tirava, apontava o pau na boca aberta dela e metia, sem errar a boca. inteirinha e firme, umas três ou quatro vezes, enquanto elas se dedavam com dois dedos, saiu e passou pra última piranhita dela, onde se deparou com uma grande surpresa: era a rola do Emiliano, que era média, mas ele pediu:
— Vamos ver se tu tem a boquinha treinada.
Me chamou e disse:
— Vamos arrebentar a boca dela, nós dois ao mesmo tempo.
Clau falou:
— Vocês são malucos.
— Obedece, puta.
Ela fez cara de medo, colocou minha rola no lado esquerdo da boca, batendo minha pica na bochecha dela, e com muita pressão, depois de várias tentativas falhas, enfiou o pau do Emiliano no lado direito da boca dela, aguentando um engasgo enorme. Foi empurrando a cabecinha dela, e pra minha surpresa, e acho que pra sua também, ela chegou até o fundo dos dois ao mesmo tempo, derramando a baba com cheiro de rola no tapete de um jeito impressionante. Depois de um engasgo brabo, soltou os dois, respirando muito ofegante, e me disse:
— Você é um filho da puta, mas eu gosto que você seja assim, e te amo. Agora vamos foder.
Infelizmente, como costuma acontecer nos meus relatos, não tenho tempo de terminá-los no mesmo dia, por isso tá dividido em partes. Não tô postando porque morreu alguém muito importante da minha família, e tô na bad. Espero que tenham gostado do post tanto quanto eu. Se gostaram, por favor, me deixem pontos. Pra parte 2, preciso de 30 pontos, mas se for mais, melhor. Seus comentários também são muito úteis, porque me ajudam a melhorar a qualidade dos posts. A pergunta de hoje é: — De que tema vocês gostariam que eu fizesse um post? O comentário mais votado ou mais comentado será o próximo depois desse. Também comenta se a série das irmãs tá te enchendo o saco. Pode compartilhar com seus amigos ou seguidores, seria uma honra. Muito obrigado por ver o post até o fim. TCHAU.

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