Primeiramente, agradecer a boa onda de alguns com a primeira parte do relato. Pra quem se animou a ler, votar, dar pontos e, principalmente, comentar pra eu continuar fazendo isso.
Essa segunda parte também é pra ela, que, desde que entrou no meu quarto, me fez viver orgasmos eletrizantes.
Uma vez lá dentro, já não dava mais pra disfarçar. A siririca tinha que chegar ao fim. Pra bem ou pra mal, já era hora de a primeira parte do jogo acabar, dando lugar à segunda, que ia definir o rumo das coisas que vinham se desencadeando desde que ela saiu do império de suor e prazer do Goliat.
Ela tinha se encostado no guarda-roupa, segurando aquele olhar faminto nos meus olhos. Eu, com a adrenalina a mil, fechei a porta e, sem trancar, fui na direção dela:
"Bom – falei – se você se mexer, posso pegar uns shorts pra você experimentar; ou será que passou o calor que você tava sentindo?"
– "Nada disso; vou ficar paradinha assim você faz o que tem que fazer. Seu amigo não te falou que eu sou obediente? E muito mais quando tô no quarto de um homem. Fede, você é o dono aqui. Eu, por enquanto, uma cutie bem chapada e bebada que precisa de ajuda" – e passou a língua nos lábios, tentando umedecê-los.
"Eu posso ajudar; sinto que essa é minha missão no mundo. E nada melhor do que ajudar cuties chapadas, de lábios carnudos e molhados, no meu próprio quarto." Senti uma vontade louca de me jogar em cima dela, virá-la, tirar aquela calça de seda que marcava tanto a bunda dela e, cuspindo nela, meter até o fundo. Mas rapidamente percebi que essa situação merecia muito mais. Não que precisasse de algo refinado, mas sim de me deliciar com tudo que ela representava e podia oferecer (se é que tava a fim)...
"Cuties chapadas, levemente bêbadas, de lábios carnudos e molhados que dá pra seu amigo" – e me fulminou com uma certa indiferença. Pronto – pensei – a parte do joguinho começou, levando junto o desejo de encher a boca de porra da mina do meu amigo, que eu soube acumular durante a noite.
"Claro, parte muito importante, mas que não deixa de dar valor ao resto, né?" E joguei o primeiro short que encontrei. Paciência não é meu forte, ainda mais quando se trata de histeria besta. Eu já tinha aceitado que, se tivesse que foder a namorada do meu amigo, ia fazer isso. O depois me importava tanto quanto as histórias de vida da minha colega de trabalho.
"Suponho — ela disse — mas tantos elogios e vontade de ajudar da sua parte podem me confundir... E não sei se quero fazer isso."
"Eu tenho vontade de ajudar... foi pra isso que entrei. Não vê como elogio, Pompeia, vê como realidade. É assim que te vejo: primeiro como uma cutie fortíssima, e depois, muito depois, como a cutie que chupa o pau do meu amigo."
"É, já vi. É minha culpa, suponho. Nunca gostei de limites e me divirto pra caralho flertando com você" — e ela piscou um olho enquanto colocava as mãos cruzadas nas costas, como se esperasse algo.
"Me excita; sei que não sou sutil, mas não ligo, minhas intenções são outras. Não consigo parar de olhar seus lábios e desejar, com o mais íntimo do meu ser desprezível, enchê-los de porra..."
... Olhei pra ela e não vi a reação que esperava, ou pelo menos foi o que pensei. E, enquanto pensava se pedir desculpa era uma boa ideia, ela se preparou pra sair do quarto, sem antes dizer:
"Não sei se conseguiria esconder algo do seu amigo. Isso termina aqui. Por enquanto, é melhor." Enquanto passava na minha frente, suspirei direto no pescoço dela, agarrei não muito delicadamente e sussurrei: "Que pena, juro que já tava começando a sentir o gosto da sua buceta na minha boca. Que pena que você não quer ser minha puta pelo que resta do dia."
Optei por não olhar a cara dela, abrir a porta e ir direto pro armário. O reflexo da madeira excelentemente polida fez eu ver a silhueta dela parada, olhando a porta de costas pra mim. Também fiquei parado, de costas pra ela, procurando no armário muito mais do que um simples short. buscando conselhos ou talvez a força necessária pra trancar a porta e fazer ela lutar pela liberdade até que tivesse que me oferecer a carne dela. Enquanto viajava na maionese com o short na mão, a porta fechou e ela saiu do quarto...
Frustrado, apaguei a luz e, depois de me pelar, deitei, mas não sem antes ligar o ar condicionado a 21 graus. O calor e a raiva estavam intensos. O calor e a raiva já não deixavam pensar. Pensar não dava depois que tudo terminasse, depois do jogo em que ela foi tão participante quanto eu. Não, pensar não era uma opção.
Tava doendo meus ovos e eu tava com sede. Merecia um prêmio. Uma coroa gelada de Goliat na geladeira me parecia ideal. Antes de sair, vesti o tal short inerte. A rede interna raspou na cabeça da piroca, mais um desconforto, embora passageiro comparado com a dor persistente nos ovos que parecia não ter fim.
Uma vez na geladeira e já com a cerveja na mão, foi que me veio o porquê da cerveja: Goliat de novo; tão perto de fazer da sua mulher a minha, maldito. Agora vou acabar com suas cervejas e culpar você e sua ressaca absurda do dia seguinte, alegando que foi você quem bebeu tudo, ficando morto na sua cama miserável de solteiro.
..."É seu amigo, infeliz. É seu amigo"... Parecia que a consciência tava sussurrando pra mim.
Ao voltar pro quarto, foi que notei a luz no banheiro, que trouxe um sentimento profundo que não consegui parar de repetir na minha mente, fazendo sumir a frase de que amigos são pra sempre e, uma vez deitado e com a cerveja na mão, foi que cheguei à conclusão do que tava rolando e do que ia rolar. Pra minha desgraça, não faria mais que ofuscar o que teria sido uma noite épica de caça e luxúria... "Porra, a puta foi pro quarto e acordou ele... acordou ele pra ele comer ela. Porra, ela vai gritar pra caralho. Porra, vou ter que ouvir tudo. Porra, que puta sem noção..." E eu ri, resignado.
Nada disso ia acontecer, pelo menos não com os atores que eu imaginei. A porta do meu quarto ia se abrir em alguns minutos, e um tipo de medo percorria meu corpo, tomando conta dos poucos sentidos que ainda funcionavam e estavam em alerta. Foi inútil tentar enxergar na escuridão. Mas foi fácil imaginar o que vinha, e enquanto me sentava na cama, me perguntava se chegaria a ver a cara de raiva do Golias, que com certeza ia atacar com tudo o que restava de mim.
A porta se fechou, soltei a garrafa e falei: "Se for bater, bate forte, viado." Não recebi resposta alguma. Mas recebi, graças ao meu olfato, o propósito do perfume que inundava meu quarto, subia de forma felina (engatinhando de quatro) no meu colchão e abaixava bruscamente o short, fazendo com que ele se encontrasse de novo com meu pau, dessa vez mole. Me arrepiei, mas não tive tempo de reagir. Tava lento, e uma mão segurava meu pau pela base, sentia uma longa cabeleira molhada nas minhas pernas. A comunhão perfeita aconteceu quando, em poucos segundos, ela engoliu meu pau por completo, inundando ele de calor, saliva e desejo.
"Pompeia, você voltou..."
"Shhh, não fala nada. Aproveita." E cuspiu no meu pau pra engolir de novo.
Continua...
Essa segunda parte também é pra ela, que, desde que entrou no meu quarto, me fez viver orgasmos eletrizantes.
Uma vez lá dentro, já não dava mais pra disfarçar. A siririca tinha que chegar ao fim. Pra bem ou pra mal, já era hora de a primeira parte do jogo acabar, dando lugar à segunda, que ia definir o rumo das coisas que vinham se desencadeando desde que ela saiu do império de suor e prazer do Goliat.
Ela tinha se encostado no guarda-roupa, segurando aquele olhar faminto nos meus olhos. Eu, com a adrenalina a mil, fechei a porta e, sem trancar, fui na direção dela:
"Bom – falei – se você se mexer, posso pegar uns shorts pra você experimentar; ou será que passou o calor que você tava sentindo?"
– "Nada disso; vou ficar paradinha assim você faz o que tem que fazer. Seu amigo não te falou que eu sou obediente? E muito mais quando tô no quarto de um homem. Fede, você é o dono aqui. Eu, por enquanto, uma cutie bem chapada e bebada que precisa de ajuda" – e passou a língua nos lábios, tentando umedecê-los.
"Eu posso ajudar; sinto que essa é minha missão no mundo. E nada melhor do que ajudar cuties chapadas, de lábios carnudos e molhados, no meu próprio quarto." Senti uma vontade louca de me jogar em cima dela, virá-la, tirar aquela calça de seda que marcava tanto a bunda dela e, cuspindo nela, meter até o fundo. Mas rapidamente percebi que essa situação merecia muito mais. Não que precisasse de algo refinado, mas sim de me deliciar com tudo que ela representava e podia oferecer (se é que tava a fim)...
"Cuties chapadas, levemente bêbadas, de lábios carnudos e molhados que dá pra seu amigo" – e me fulminou com uma certa indiferença. Pronto – pensei – a parte do joguinho começou, levando junto o desejo de encher a boca de porra da mina do meu amigo, que eu soube acumular durante a noite.
"Claro, parte muito importante, mas que não deixa de dar valor ao resto, né?" E joguei o primeiro short que encontrei. Paciência não é meu forte, ainda mais quando se trata de histeria besta. Eu já tinha aceitado que, se tivesse que foder a namorada do meu amigo, ia fazer isso. O depois me importava tanto quanto as histórias de vida da minha colega de trabalho.
"Suponho — ela disse — mas tantos elogios e vontade de ajudar da sua parte podem me confundir... E não sei se quero fazer isso."
"Eu tenho vontade de ajudar... foi pra isso que entrei. Não vê como elogio, Pompeia, vê como realidade. É assim que te vejo: primeiro como uma cutie fortíssima, e depois, muito depois, como a cutie que chupa o pau do meu amigo."
"É, já vi. É minha culpa, suponho. Nunca gostei de limites e me divirto pra caralho flertando com você" — e ela piscou um olho enquanto colocava as mãos cruzadas nas costas, como se esperasse algo.
"Me excita; sei que não sou sutil, mas não ligo, minhas intenções são outras. Não consigo parar de olhar seus lábios e desejar, com o mais íntimo do meu ser desprezível, enchê-los de porra..."
... Olhei pra ela e não vi a reação que esperava, ou pelo menos foi o que pensei. E, enquanto pensava se pedir desculpa era uma boa ideia, ela se preparou pra sair do quarto, sem antes dizer:
"Não sei se conseguiria esconder algo do seu amigo. Isso termina aqui. Por enquanto, é melhor." Enquanto passava na minha frente, suspirei direto no pescoço dela, agarrei não muito delicadamente e sussurrei: "Que pena, juro que já tava começando a sentir o gosto da sua buceta na minha boca. Que pena que você não quer ser minha puta pelo que resta do dia."
Optei por não olhar a cara dela, abrir a porta e ir direto pro armário. O reflexo da madeira excelentemente polida fez eu ver a silhueta dela parada, olhando a porta de costas pra mim. Também fiquei parado, de costas pra ela, procurando no armário muito mais do que um simples short. buscando conselhos ou talvez a força necessária pra trancar a porta e fazer ela lutar pela liberdade até que tivesse que me oferecer a carne dela. Enquanto viajava na maionese com o short na mão, a porta fechou e ela saiu do quarto...
Frustrado, apaguei a luz e, depois de me pelar, deitei, mas não sem antes ligar o ar condicionado a 21 graus. O calor e a raiva estavam intensos. O calor e a raiva já não deixavam pensar. Pensar não dava depois que tudo terminasse, depois do jogo em que ela foi tão participante quanto eu. Não, pensar não era uma opção.
Tava doendo meus ovos e eu tava com sede. Merecia um prêmio. Uma coroa gelada de Goliat na geladeira me parecia ideal. Antes de sair, vesti o tal short inerte. A rede interna raspou na cabeça da piroca, mais um desconforto, embora passageiro comparado com a dor persistente nos ovos que parecia não ter fim.
Uma vez na geladeira e já com a cerveja na mão, foi que me veio o porquê da cerveja: Goliat de novo; tão perto de fazer da sua mulher a minha, maldito. Agora vou acabar com suas cervejas e culpar você e sua ressaca absurda do dia seguinte, alegando que foi você quem bebeu tudo, ficando morto na sua cama miserável de solteiro.
..."É seu amigo, infeliz. É seu amigo"... Parecia que a consciência tava sussurrando pra mim.
Ao voltar pro quarto, foi que notei a luz no banheiro, que trouxe um sentimento profundo que não consegui parar de repetir na minha mente, fazendo sumir a frase de que amigos são pra sempre e, uma vez deitado e com a cerveja na mão, foi que cheguei à conclusão do que tava rolando e do que ia rolar. Pra minha desgraça, não faria mais que ofuscar o que teria sido uma noite épica de caça e luxúria... "Porra, a puta foi pro quarto e acordou ele... acordou ele pra ele comer ela. Porra, ela vai gritar pra caralho. Porra, vou ter que ouvir tudo. Porra, que puta sem noção..." E eu ri, resignado.
Nada disso ia acontecer, pelo menos não com os atores que eu imaginei. A porta do meu quarto ia se abrir em alguns minutos, e um tipo de medo percorria meu corpo, tomando conta dos poucos sentidos que ainda funcionavam e estavam em alerta. Foi inútil tentar enxergar na escuridão. Mas foi fácil imaginar o que vinha, e enquanto me sentava na cama, me perguntava se chegaria a ver a cara de raiva do Golias, que com certeza ia atacar com tudo o que restava de mim.
A porta se fechou, soltei a garrafa e falei: "Se for bater, bate forte, viado." Não recebi resposta alguma. Mas recebi, graças ao meu olfato, o propósito do perfume que inundava meu quarto, subia de forma felina (engatinhando de quatro) no meu colchão e abaixava bruscamente o short, fazendo com que ele se encontrasse de novo com meu pau, dessa vez mole. Me arrepiei, mas não tive tempo de reagir. Tava lento, e uma mão segurava meu pau pela base, sentia uma longa cabeleira molhada nas minhas pernas. A comunhão perfeita aconteceu quando, em poucos segundos, ela engoliu meu pau por completo, inundando ele de calor, saliva e desejo.
"Pompeia, você voltou..."
"Shhh, não fala nada. Aproveita." E cuspiu no meu pau pra engolir de novo.
Continua...
12 comentários - Meu amigo, a mina dele e eu - Parte 2: Pedido especial
BOMBAAAA +4 más como incentivo amigo. muero por UNA foto de ésta mujer en algun futuro cercano jaja. saludos
Gracias por los puntos y el comentario,también por la buena onda.
Saludos!
lo recomiendo che
pasate por mis post
Un saludo!
!!Gracias x tu comentario!!
Quien recibe un beneficio nunca debe olvidarlo; quien lo otorga, nunca debe recordarlo.
El agradecimiento es la memoria del corazón.
Un beso!
Gracias por pasar
En breves saldrá la tercera parte!
Saludos!
Besos diosa-
Espero hacerte mojar de nuevo!
Pero hacerla corta y con muchas partes como q cansa un toque
Pd: los nombres le bajan mucho el erotismo jejej
Pero pinta buena la cosaa
Goliat es fuerza, ,mi amigo es así. Si lo vieras lo sabrías.
Y el nombre de ella es así; Pompeya... Pompi para sus amigos y/o los que la pueden tener.
Gracias por pasar!