Aviso: essa é uma continuação dos meus posts anteriores. Se quiser entender melhor, recomendo ler eles, valeu.
Beleza, agora sim. Eu tava brincando com o buraquinho dela, enquanto chupava a buceta dela, fazia um molinete, metia e tirava. Depois foram dois. Do outro lado, eu tava devorando a xereca dela, passava a língua de cima pra baixo, e de vez em quando, ficava louco e enfiava até o nariz, balançava a cabeça e fazia ela pirar de prazer. Ela, com as mãos, tão tarada que tava, me empurrava de jeito pra dentro da buceta dela, e dizia:
— Mmmmmm, como é gostoso, que delícia senhoooor, aaaah senhoooor aaaahhh
Quando ela falava essas coisas, eu ficava mais excitado ainda e mordia o interior da buceta dela. As outras minas, bom, a loira de rabão tava beijando meu peito, e de repente, ela me olha e fala:
— Senhor, eu também quero aproveitar.
— Tá bom, mas olha ela, coitadinha, não vou parar aqui.
De repente, a que tava em cima de mim se abaixa e me fala. Nessa hora, a Margui, que continuava chupando meu pau como uma deusa, parou e se dedicou a gozar e fazer a irmãzinha gozar.
— Então me fode, não vai me deixar assim.
— Você pediu, tá aí, mas sou bravo, hein.
— É isso que eu procuro.
Ela se ajeitou, me olhando na cara, com meu pau nos lábios dela e, antes de descer pra meter meu pau nela, me agarrou pela nuca com força e me beijou. Louco, louco, louco, mina mortal, muito boa, e fodia muito bem. Fez a tal da Margarita e mordeu o lábio inferior, soltou minha cabeça e desceu, metendo toda a minha pica na buceta dela. Naquela hora, ela fez um gemido de dor e prazer, mas com cara de dor. Me agarrou de novo pela cabeça e começou a pular. No começo, eu só olhava, ela ia devagar, bem devagar, porque tava doendo, mas depois começou a pegar mais velocidade. A cara dela era impagável, mordendo o lábio e, de vez em quando, me dando beijinhos. Depois foi mais rápido e se manteve nessa velocidade. Ela fodia muito bem, no fim das contas, mas faltava prática. A partir daí... Bi, mas com essa carinha angelical, porque a loira tocou meu ombro e me disse:
- Agora é minha vez?
- Sobe, meu amor.
Ela se posicionou no mesmo lugar que a outra mina, que continuava lá, e antes de começar a chupar aquela bucetinha, que tava um luxo e única, sentou a ppk na minha boca e começou a esfregar a buceta na minha cara toda, até nos olhos. Tinha um cheirinho, como dizer, de MULHER, que não dá pra explicar. Ela ficava esfregando a ppk na minha cara em círculo e enquanto fazia isso, falou:
- Para a língua, se...nhô...ôôô...rrr, aaaaaaah.
Eu obedeci, bem firme e molhada. Foi aí que ela sentou de vez e na sequência:
- Agora sim, come...ça...a...a trabalhar.
Eu tava com ela até o fundo, sentindo tudo por dentro. Tirei minhas mãos do quadril da mina que tava me comendo e agarrei a bunda dela com muita força, empurrando ela mais pra dentro da minha língua. Fiz isso duas vezes, depois comecei a fazer o básico, e também o que faço quando fico desesperado: mexi minha língua por todo canto seco, cuspi nela, esfreguei e meti os dedos, tanto na buceta quanto no cuzinho apertado e virgem. Ela gemia igual ou pior que a outra, mas não falava muita coisa, só:
- Siiiiim, assiiiiim iiiik...iiii.
Num momento, senti que a que eu tava comendo se acomodou e parou, com meu pau enfiado. Ela ficou sentada nas minhas pernas e fez o que a cunhada Margui tinha feito comigo na primeira vez: começou a rebolara buceta com o pau dentro, em círculo ou de lado. Ficou assim uns dois minutos, mas eu me desesperei, parei de chupar aquela ppk gostosa e levantei ela, deixando só a cabeça do meu pau enfiada. Agarrei ela bem e comecei a meter rápido e com força, como tem que ser. Minhas bolas batiam no cuzinho dela e ela gritava igual bode amarrado, de prazer, claro. Fiquei um tempão assim, ela me incentivava a meter mais forte, dizendo:
- Uuuuuuuuuh, uuuuuh mais forte, po...por favooor, uuuuuh aaaaah.
- Toma, puta linda, toma, cê gosta?
- Adoro seu pau, adoro...taaaaah. Aaahh
Cansado, e quando deitei pra descansar, a loira que tava em cima de mim tinha se ajoelhado de quatro do meu lado. Óbvio que levantei, e ela me olhou de canto e disse:
— Agora é minha vez
— Você vai ter que ralar
— Vai me fazer gozar
— Já vai provar
Apontei meu pau na buceta dela e, sem frescura, comecei com força e velocidade, acompanhado de uns gemidos. A outra, peitudona, me abraçava e beijava meu pescoço, sussurrando:
— Mmmm, você fode muito bem, vai me comer de novo?
— Óbvio
Eu dava beijos apaixonados nela e continuava comendo a outra, segurando ela pelos lados da bunda, apertando e dando tapas com força e raiva. Me excitava a cara da loira me olhando de canto com cara de orgasmo. Num momento, ela apoiou os cotovelos, levantou a raba, fez eu parar de comer ela e começou a rebolar. Ela se movia pra frente e pra trás, os peitos batendo na própria buceta. A gostosa fazia com força, devagar, mas com força, do jeito que eu gosto. Seis minutos ela trabalhando, aí saiu, e a outra que tava me abraçando me deitou. Eu levantei na hora e falei:
— Agora as anfitriãs, primeiro você, meu amor (me referindo à Clau), vou te destruir.
Ela chegou perto de mim, tava chupando a buceta da Margui, que tava deitada de barriga pra cima, e ficou com a loira. A outra, a que não era tão gostosa, se aproximou, e eu levantei ela na hora, tirei a calcinha fio dental, joguei longe e beijei com paixão. No meio do beijo, enfiei meu pau na buceta dela e, sem parar de beijar, comecei a meter com tudo, sem dó. O pau escapava da buceta, mas eu não parei de beijar. Na mesma hora, ouvi um gemido forte dela:
— IIIIIIIIIUUUUUAAAA! Aaaaaah!
Olhei pra ela um tempo, queria ver a carinha dela, que por sinal tava super arrumada e com uma expressão de prazer-dor. Depois disso, beijei o pescoço dela, fiz vários chupões, não diminuía a velocidade, e sentia uns fluidos escorrendo no meu pau lascivo. Beijei a boca dela de novo e, depois disso, olhei na cara dela e... descontrolo, chupei ela toda, as bochechas, as orelhas, tudo, sem parar a velocidade, já tava com vontade de gozar, então soltei ela dando um beijo na boca, a porca cuspiu na minha boca, falei pra margui
—bebota, é tua vez, ela veio com a cara sorridente de sempre, empurrei ela no sofá, tirei a calcinha fio dental, coloquei as pernas dela nos meus ombros, e comecei devagar por causa do cansaço, cuspindo líquido pré-seminal da minha pica, com uma mão enfiava o dedo no cu dela e com a outra apertava o peito e beijava 4 coisas ao mesmo tempo, malcriada de pau, como sempre faço depois de um tempo, alcanço minha velocidade normal, mas a mina fazia uma cara de puta que me excitava mais que tudo e naquele momento, parecia um flash, de como eu tava comendo ela, ela se esfregava enquanto eu comia, e eu já chupava os peitos dela, depois me concentrei, tirei minha boca e mãos de onde estavam e coloquei na cintura dela, chegando assim no limite da minha velocidade, a pica tava queimando, e ela tinha ao contrário de dor-prazer, tinha PRAZER-risada, tinha um gemido misturado com risada, ao contrário das outras, igual à irmã dela, soltei ela porque deu vontade de gozar e queria guardar leitinho pra todas, pra não deixar elas sem nada, peguei as feias e comi elas um tempo numa posição tipo pernas e ombros nas três, mesmo sem vontade, elas tavam curtindo como cachorrinhas, talvez fossem virgens, porque não sabiam e eram apertadas, além disso, tinham ao invés de dor-PRAZER, DOR-prazer, não sei se entende, doía, mas curtiam, cansei e falei pra elas,
—agora vocês vão me chupar todas
Feito umas escravas, todas se colocaram em volta da minha pica, comecei pela clau, que tava morrendo de vontade, me chupou no modo padrão, com a mão na base, engasgando, ia e voltava, igual um pica-pau, eu gemia de prazer, ela começou a mexer na horizontal dentro da boca dela fazendo bater nas bochechas quentes dela, também me batia punheta quando enfiava a cabeça pra dentro, chupava muito bem parecido com a Irmã, ela continuou chupando do mesmo jeito que vinha fazendo, ia e voltava, tentava comer ela toda, lambia com os lábios abertos e quando chegava na base onde o narizinho frio dela batia nos meus pelos, fechava apertando e voltava pra glande, obviamente engasgando e tossindo, enchendo assim minha pica de baba, pra copiar a irmã dela antes de passar pra do lado, ela cuspiu no meu tronco e me bateu uma punheta forte me olhando com o lábio inferior apertado, chupou meu saco um pouco e parou, passei pra do lado dela, a que me chamava de senhor, a peituda que era mó gostosa, antes de eu colocar minha pica na boca dela, ela pegou ela entre os peitões e começou assim a me bater uma, me fazer a brocha, me apertava bem a pica, e fazia uma cara de puta, começou a me bater uma com velocidade, e rindo, mas isso foi um tempo já que foi lento, pra que quando minha pica passasse entre os peitos dela pudesse chupar, então ela fez isso por uns minutos devagar e depois voltou a pegar velocidade, eu gostava quando ela cuspia entre os peitos dela na minha pica e escorria essa saliva usando os peitos, ela tirou os peitos e pegou minha porra com uma mão só deixando a outra no chão, fez cara de concentrada, e de uma vez comeu ela toda, engasgou feio, tossiu e encheu minha pica de saliva de novo, passei pra próxima que era a loira gostosa que só se dedicou a comer ela toda, pegou e meteu, batendo uma punheta com a língua indo e voltando e depois foi pro final, batendo outro narizinho nos meus pelos, fez pressão com a cabeça e saiu, voltou a comer ela toda com cara de felicidade, aí eu fiz como se fosse uma vadia com minha mão, e puxei um tapa no cabelo dela, aí, arrebentei ela, comecei a meter e tirar com velocidade, se ouviam engasgos e gemidos de sufoco, parei quando tava na base, arrebentei o nariz dela e segurei ela aí uns minutos igual tinha feito com a Margui, ela começou a tossir e me olhar com cara de medo, tirei, respirou um segundo e meti de novo, com Força, ela engasgou e eu passei pra próxima, que era a Margui, que nem preciso falar como ela fez. Porque é basicamente o que a Clau fez antes, a única diferença é que antes de chupar, ela cuspiu em mim e gozou umas quatro vezes. Ahhh, também fiz com ela o mesmo que com a loira: engasguei ela até não aguentar mais, ela brincou com a minha glande, e também me fez um boobs fuck, mais curto, porque ela tem peito pequeno. Me chupou com luxo de detalhes o escroto, e o pau no modo padrão. Aí passei pras feias, que na verdade eu fiz gozar porque, bem, engasguei as três, chuparam no modo padrão. Ahhhh, e as gêmeas me chuparam com duas línguas, amei, duas línguas na minha porra. Fiz elas chuparem minhas bolas e terminei. Terminado isso, eu falei:
— Agora todas entregando a raba, puta, minhas.
Rapidamente todas se ajoelharam de quatro no sofá, se segurando no encosto dele. Em fila, eu atendi. Como antes, Clau primeiro. Coloquei o pau no cuzinho dela já fechadinho e sem fazer muita força, apertando as duas nádegas com muita força. Meti até o fundo, ouvindo um gritinho leve de dor. Aí comecei a massagem, comecei a dedilhar a buceta dela enquanto perfurava o cu. Aproveitei e peguei ela pelo cabelo, puxei bruscamente, fazendo ela olhar pra parede amarela. Me mandei em estampidas, rompendo e abrindo mais a bunda dela.
— Pra mim, rei, você tá me descosturando, aaaaah, aaaaah... aaaaaah.
— Nonono, pequena.
Peguei ela pelo pescoço, quase enforcando, e com fúria meti a todo vapor, em velocidade alta. Soltei e, como despedida, bati na bunda dura dela com meu pau. Dei um beijo na buceta e enfiei sem dó três dedinhos no cu dela, fazendo ela gritar.
— Haaaay, como você me excita.
Isso me fez recuar e meter pela buceta. Levantei ela, sentei, e dei mais duas ou três fodidas, beijando e acariciando, falando no ouvido:
— Te amo, minha menina linda.
— Rei...
Fui embora. Do lado dela, Margui. Bati na bunda dela com força e fúria, ajeitei pra ver ela. o rosto e beijá-la, e meti meu bagre grosso no cuzinho dela, soltando dor, num grito
-HHhhaaaaiiiiaaaa
Não liguei, ela segurava a bunda e eu ia mais forte, quero dizer, duro, com cara de raiva puxo ela pra mim, abraço, beijo e falo no ouvido
-minha Booty favorita, mmmmm vou te comer
Ela riu, depois disso, levantei ela um pouco, e comecei a meter com força, rasgando aquela Booty perfeita, ela se jogava pra trás com o tronco, gritando de dor com os olhos fechados, e eu mordendo os peitos dela e segurando pelo cabelo, chupei o pescoço dela sem parar de arrebentar a buceta dela, e falei
-vai nem conseguir mais andar, vou te arrebentar toda, puta, gostosa, minha puta, de quem você é?
-sss,aaa, sooo sua senhor, de ninguém maaaais aaaah
-assim que eu gosto, minha bebona (metendo um dedo na boca dela, como chupeta)
Chupei a barriguinha dela, e os peitos com tudo que podia, dei tapas tanto nos peitos quanto na Booty enquanto falava
-quem é minha puta, quem?
-haaaaaah, dói, eu eu sou sua puta, sua sua sua puta meu amor
-vou te arrebentar, vou te transformar em merda, continuei mais um pouco e passei pra ruiva que me esperava, a que era gostosa, tava de quatro mas levantei ela
-que se acha o fortão?
-ah é? Agora você vai ver, assim, no ar, uma das posições que mais gosto, meti a pica no cu dela que pra minha surpresa tava fechadinho, olhei ela com cara de raiva, pressionei no orifício, ela me abraçou e fez uma cara de dor-dor impressionante, empurrei, meti minha cabeça até a metade e depois até o fundo, deixei lá, ela me olhou com cara de preocupada
-sim, sim senhor, você é muito forte
Começou a rebolar a Booty com a pica dentro, como fez antes, mas na pussy dela, e gozou pra caralho, orgasmo descontrolado, gemendo como puta no cio, e me olhando com uma cara de puta que me matou e me fez desesperar, como sempre, e abri o cu dela igual um louco, com rapidez e força, cara de raiva e concentração, ela continuava gemendo como puta e com a mesma cara, voltei a atingir minha velocidade máxima e assim fiz ela gozar como uma deusa, não queria parar, deitei ela no sofá, coloquei as pernas nos ombros e continuei metendo um pouco mais forte
— Daaaaleee AAAAASSSSIIIII
— Sou forte? Sou forte?
— Sim sim, meu amor, muito forte
Parei, porque estava perto de gozar e queria dar atenção nos peitões dela, dei um beijo, chupei a buceta dela um pouco, beijei ela e enfiei 2 dedinhos no cu dela, ela me olhou com o lábio apertado e riu, fui pros peitões
— Vou te destruir, aguenta?
— Você é quem manda, eu sou sua putinha
— Muito bem, assim que eu gosto, puta
Sentei e coloquei ela de costas pra mim, enfiei meu pau na entradinha, e estava bem apertadinho, sem medo e com vontade, pressionei e entrou tudo de uma vez, ELA GRITOU DE DOR, vocês não imaginam, na hora pra acalmar ela comecei a meter forte e a apalpar ela, a bunda, os peitos, puxei o cabelo dela pra trás, fiz ela me olhar e falei:
— Essa noite, você é minha
— Sim, sua
Tapa na bunda e continuei metendo, apertei o peito direito dela e na mesma hora, comecei a sentir vontade de gozar, avisei todas, se reuniram em volta, e a peituda me fez uma punheta, quando senti que estava chegando lá, agarrei ela, cinco litros saíram sem dó, mirei direto na boca delas, e deu e sobrou, o que sobrou deixei nos peitos da peituda, e me joguei no chão, as minas tomaram toda a porra e brigaram pra chupar meu pau, todas chuparam e em um minuto, gozei de novo na boca da loira, que estava me chupando.
E essa foi a história, me falaram os nomes delas, a loira se chamava Agustina e a peituda Guada, tipo Guadalupe, a outra loira Irene e as gêmeas Guillermina e Ana. Me falaram pra repetir quando eu quisesse, e minha namorada me disse:
— Você só pode transar com as minas que estão aqui (7), se transar com outra a gente termina, mas com todas elas pode
Muito obrigado por ter lido o post até o final, espero que tenha gostado, se quiser ver mais posts desse tipo, me segue, se o post te curtiu Muito bem, me deixa de molho, me servem pra caralho, teu comentário é muito importante. As perguntas de hoje são: Qual dessas minas você pegaria se tivesse que escolher? Você já tá de saco cheio dessa série, ou das irmãs? Se você quiser a parte quatro, que já tá pronta, a gente precisa alcançar 15 pontos. Se quiser a parte quatro, deixa nos comentários também. Tô indo, um tchau e um abraço (história 100% real).
Beleza, agora sim. Eu tava brincando com o buraquinho dela, enquanto chupava a buceta dela, fazia um molinete, metia e tirava. Depois foram dois. Do outro lado, eu tava devorando a xereca dela, passava a língua de cima pra baixo, e de vez em quando, ficava louco e enfiava até o nariz, balançava a cabeça e fazia ela pirar de prazer. Ela, com as mãos, tão tarada que tava, me empurrava de jeito pra dentro da buceta dela, e dizia:
— Mmmmmm, como é gostoso, que delícia senhoooor, aaaah senhoooor aaaahhh
Quando ela falava essas coisas, eu ficava mais excitado ainda e mordia o interior da buceta dela. As outras minas, bom, a loira de rabão tava beijando meu peito, e de repente, ela me olha e fala:
— Senhor, eu também quero aproveitar.
— Tá bom, mas olha ela, coitadinha, não vou parar aqui.
De repente, a que tava em cima de mim se abaixa e me fala. Nessa hora, a Margui, que continuava chupando meu pau como uma deusa, parou e se dedicou a gozar e fazer a irmãzinha gozar.
— Então me fode, não vai me deixar assim.
— Você pediu, tá aí, mas sou bravo, hein.
— É isso que eu procuro.
Ela se ajeitou, me olhando na cara, com meu pau nos lábios dela e, antes de descer pra meter meu pau nela, me agarrou pela nuca com força e me beijou. Louco, louco, louco, mina mortal, muito boa, e fodia muito bem. Fez a tal da Margarita e mordeu o lábio inferior, soltou minha cabeça e desceu, metendo toda a minha pica na buceta dela. Naquela hora, ela fez um gemido de dor e prazer, mas com cara de dor. Me agarrou de novo pela cabeça e começou a pular. No começo, eu só olhava, ela ia devagar, bem devagar, porque tava doendo, mas depois começou a pegar mais velocidade. A cara dela era impagável, mordendo o lábio e, de vez em quando, me dando beijinhos. Depois foi mais rápido e se manteve nessa velocidade. Ela fodia muito bem, no fim das contas, mas faltava prática. A partir daí... Bi, mas com essa carinha angelical, porque a loira tocou meu ombro e me disse:
- Agora é minha vez?
- Sobe, meu amor.
Ela se posicionou no mesmo lugar que a outra mina, que continuava lá, e antes de começar a chupar aquela bucetinha, que tava um luxo e única, sentou a ppk na minha boca e começou a esfregar a buceta na minha cara toda, até nos olhos. Tinha um cheirinho, como dizer, de MULHER, que não dá pra explicar. Ela ficava esfregando a ppk na minha cara em círculo e enquanto fazia isso, falou:
- Para a língua, se...nhô...ôôô...rrr, aaaaaaah.
Eu obedeci, bem firme e molhada. Foi aí que ela sentou de vez e na sequência:
- Agora sim, come...ça...a...a trabalhar.
Eu tava com ela até o fundo, sentindo tudo por dentro. Tirei minhas mãos do quadril da mina que tava me comendo e agarrei a bunda dela com muita força, empurrando ela mais pra dentro da minha língua. Fiz isso duas vezes, depois comecei a fazer o básico, e também o que faço quando fico desesperado: mexi minha língua por todo canto seco, cuspi nela, esfreguei e meti os dedos, tanto na buceta quanto no cuzinho apertado e virgem. Ela gemia igual ou pior que a outra, mas não falava muita coisa, só:
- Siiiiim, assiiiiim iiiik...iiii.
Num momento, senti que a que eu tava comendo se acomodou e parou, com meu pau enfiado. Ela ficou sentada nas minhas pernas e fez o que a cunhada Margui tinha feito comigo na primeira vez: começou a rebolara buceta com o pau dentro, em círculo ou de lado. Ficou assim uns dois minutos, mas eu me desesperei, parei de chupar aquela ppk gostosa e levantei ela, deixando só a cabeça do meu pau enfiada. Agarrei ela bem e comecei a meter rápido e com força, como tem que ser. Minhas bolas batiam no cuzinho dela e ela gritava igual bode amarrado, de prazer, claro. Fiquei um tempão assim, ela me incentivava a meter mais forte, dizendo:
- Uuuuuuuuuh, uuuuuh mais forte, po...por favooor, uuuuuh aaaaah.
- Toma, puta linda, toma, cê gosta?
- Adoro seu pau, adoro...taaaaah. Aaahh
Cansado, e quando deitei pra descansar, a loira que tava em cima de mim tinha se ajoelhado de quatro do meu lado. Óbvio que levantei, e ela me olhou de canto e disse:
— Agora é minha vez
— Você vai ter que ralar
— Vai me fazer gozar
— Já vai provar
Apontei meu pau na buceta dela e, sem frescura, comecei com força e velocidade, acompanhado de uns gemidos. A outra, peitudona, me abraçava e beijava meu pescoço, sussurrando:
— Mmmm, você fode muito bem, vai me comer de novo?
— Óbvio
Eu dava beijos apaixonados nela e continuava comendo a outra, segurando ela pelos lados da bunda, apertando e dando tapas com força e raiva. Me excitava a cara da loira me olhando de canto com cara de orgasmo. Num momento, ela apoiou os cotovelos, levantou a raba, fez eu parar de comer ela e começou a rebolar. Ela se movia pra frente e pra trás, os peitos batendo na própria buceta. A gostosa fazia com força, devagar, mas com força, do jeito que eu gosto. Seis minutos ela trabalhando, aí saiu, e a outra que tava me abraçando me deitou. Eu levantei na hora e falei:
— Agora as anfitriãs, primeiro você, meu amor (me referindo à Clau), vou te destruir.
Ela chegou perto de mim, tava chupando a buceta da Margui, que tava deitada de barriga pra cima, e ficou com a loira. A outra, a que não era tão gostosa, se aproximou, e eu levantei ela na hora, tirei a calcinha fio dental, joguei longe e beijei com paixão. No meio do beijo, enfiei meu pau na buceta dela e, sem parar de beijar, comecei a meter com tudo, sem dó. O pau escapava da buceta, mas eu não parei de beijar. Na mesma hora, ouvi um gemido forte dela:
— IIIIIIIIIUUUUUAAAA! Aaaaaah!
Olhei pra ela um tempo, queria ver a carinha dela, que por sinal tava super arrumada e com uma expressão de prazer-dor. Depois disso, beijei o pescoço dela, fiz vários chupões, não diminuía a velocidade, e sentia uns fluidos escorrendo no meu pau lascivo. Beijei a boca dela de novo e, depois disso, olhei na cara dela e... descontrolo, chupei ela toda, as bochechas, as orelhas, tudo, sem parar a velocidade, já tava com vontade de gozar, então soltei ela dando um beijo na boca, a porca cuspiu na minha boca, falei pra margui
—bebota, é tua vez, ela veio com a cara sorridente de sempre, empurrei ela no sofá, tirei a calcinha fio dental, coloquei as pernas dela nos meus ombros, e comecei devagar por causa do cansaço, cuspindo líquido pré-seminal da minha pica, com uma mão enfiava o dedo no cu dela e com a outra apertava o peito e beijava 4 coisas ao mesmo tempo, malcriada de pau, como sempre faço depois de um tempo, alcanço minha velocidade normal, mas a mina fazia uma cara de puta que me excitava mais que tudo e naquele momento, parecia um flash, de como eu tava comendo ela, ela se esfregava enquanto eu comia, e eu já chupava os peitos dela, depois me concentrei, tirei minha boca e mãos de onde estavam e coloquei na cintura dela, chegando assim no limite da minha velocidade, a pica tava queimando, e ela tinha ao contrário de dor-prazer, tinha PRAZER-risada, tinha um gemido misturado com risada, ao contrário das outras, igual à irmã dela, soltei ela porque deu vontade de gozar e queria guardar leitinho pra todas, pra não deixar elas sem nada, peguei as feias e comi elas um tempo numa posição tipo pernas e ombros nas três, mesmo sem vontade, elas tavam curtindo como cachorrinhas, talvez fossem virgens, porque não sabiam e eram apertadas, além disso, tinham ao invés de dor-PRAZER, DOR-prazer, não sei se entende, doía, mas curtiam, cansei e falei pra elas,
—agora vocês vão me chupar todas
Feito umas escravas, todas se colocaram em volta da minha pica, comecei pela clau, que tava morrendo de vontade, me chupou no modo padrão, com a mão na base, engasgando, ia e voltava, igual um pica-pau, eu gemia de prazer, ela começou a mexer na horizontal dentro da boca dela fazendo bater nas bochechas quentes dela, também me batia punheta quando enfiava a cabeça pra dentro, chupava muito bem parecido com a Irmã, ela continuou chupando do mesmo jeito que vinha fazendo, ia e voltava, tentava comer ela toda, lambia com os lábios abertos e quando chegava na base onde o narizinho frio dela batia nos meus pelos, fechava apertando e voltava pra glande, obviamente engasgando e tossindo, enchendo assim minha pica de baba, pra copiar a irmã dela antes de passar pra do lado, ela cuspiu no meu tronco e me bateu uma punheta forte me olhando com o lábio inferior apertado, chupou meu saco um pouco e parou, passei pra do lado dela, a que me chamava de senhor, a peituda que era mó gostosa, antes de eu colocar minha pica na boca dela, ela pegou ela entre os peitões e começou assim a me bater uma, me fazer a brocha, me apertava bem a pica, e fazia uma cara de puta, começou a me bater uma com velocidade, e rindo, mas isso foi um tempo já que foi lento, pra que quando minha pica passasse entre os peitos dela pudesse chupar, então ela fez isso por uns minutos devagar e depois voltou a pegar velocidade, eu gostava quando ela cuspia entre os peitos dela na minha pica e escorria essa saliva usando os peitos, ela tirou os peitos e pegou minha porra com uma mão só deixando a outra no chão, fez cara de concentrada, e de uma vez comeu ela toda, engasgou feio, tossiu e encheu minha pica de saliva de novo, passei pra próxima que era a loira gostosa que só se dedicou a comer ela toda, pegou e meteu, batendo uma punheta com a língua indo e voltando e depois foi pro final, batendo outro narizinho nos meus pelos, fez pressão com a cabeça e saiu, voltou a comer ela toda com cara de felicidade, aí eu fiz como se fosse uma vadia com minha mão, e puxei um tapa no cabelo dela, aí, arrebentei ela, comecei a meter e tirar com velocidade, se ouviam engasgos e gemidos de sufoco, parei quando tava na base, arrebentei o nariz dela e segurei ela aí uns minutos igual tinha feito com a Margui, ela começou a tossir e me olhar com cara de medo, tirei, respirou um segundo e meti de novo, com Força, ela engasgou e eu passei pra próxima, que era a Margui, que nem preciso falar como ela fez. Porque é basicamente o que a Clau fez antes, a única diferença é que antes de chupar, ela cuspiu em mim e gozou umas quatro vezes. Ahhh, também fiz com ela o mesmo que com a loira: engasguei ela até não aguentar mais, ela brincou com a minha glande, e também me fez um boobs fuck, mais curto, porque ela tem peito pequeno. Me chupou com luxo de detalhes o escroto, e o pau no modo padrão. Aí passei pras feias, que na verdade eu fiz gozar porque, bem, engasguei as três, chuparam no modo padrão. Ahhhh, e as gêmeas me chuparam com duas línguas, amei, duas línguas na minha porra. Fiz elas chuparem minhas bolas e terminei. Terminado isso, eu falei:
— Agora todas entregando a raba, puta, minhas.
Rapidamente todas se ajoelharam de quatro no sofá, se segurando no encosto dele. Em fila, eu atendi. Como antes, Clau primeiro. Coloquei o pau no cuzinho dela já fechadinho e sem fazer muita força, apertando as duas nádegas com muita força. Meti até o fundo, ouvindo um gritinho leve de dor. Aí comecei a massagem, comecei a dedilhar a buceta dela enquanto perfurava o cu. Aproveitei e peguei ela pelo cabelo, puxei bruscamente, fazendo ela olhar pra parede amarela. Me mandei em estampidas, rompendo e abrindo mais a bunda dela.
— Pra mim, rei, você tá me descosturando, aaaaah, aaaaah... aaaaaah.
— Nonono, pequena.
Peguei ela pelo pescoço, quase enforcando, e com fúria meti a todo vapor, em velocidade alta. Soltei e, como despedida, bati na bunda dura dela com meu pau. Dei um beijo na buceta e enfiei sem dó três dedinhos no cu dela, fazendo ela gritar.
— Haaaay, como você me excita.
Isso me fez recuar e meter pela buceta. Levantei ela, sentei, e dei mais duas ou três fodidas, beijando e acariciando, falando no ouvido:
— Te amo, minha menina linda.
— Rei...
Fui embora. Do lado dela, Margui. Bati na bunda dela com força e fúria, ajeitei pra ver ela. o rosto e beijá-la, e meti meu bagre grosso no cuzinho dela, soltando dor, num grito
-HHhhaaaaiiiiaaaa
Não liguei, ela segurava a bunda e eu ia mais forte, quero dizer, duro, com cara de raiva puxo ela pra mim, abraço, beijo e falo no ouvido
-minha Booty favorita, mmmmm vou te comer
Ela riu, depois disso, levantei ela um pouco, e comecei a meter com força, rasgando aquela Booty perfeita, ela se jogava pra trás com o tronco, gritando de dor com os olhos fechados, e eu mordendo os peitos dela e segurando pelo cabelo, chupei o pescoço dela sem parar de arrebentar a buceta dela, e falei
-vai nem conseguir mais andar, vou te arrebentar toda, puta, gostosa, minha puta, de quem você é?
-sss,aaa, sooo sua senhor, de ninguém maaaais aaaah
-assim que eu gosto, minha bebona (metendo um dedo na boca dela, como chupeta)
Chupei a barriguinha dela, e os peitos com tudo que podia, dei tapas tanto nos peitos quanto na Booty enquanto falava
-quem é minha puta, quem?
-haaaaaah, dói, eu eu sou sua puta, sua sua sua puta meu amor
-vou te arrebentar, vou te transformar em merda, continuei mais um pouco e passei pra ruiva que me esperava, a que era gostosa, tava de quatro mas levantei ela
-que se acha o fortão?
-ah é? Agora você vai ver, assim, no ar, uma das posições que mais gosto, meti a pica no cu dela que pra minha surpresa tava fechadinho, olhei ela com cara de raiva, pressionei no orifício, ela me abraçou e fez uma cara de dor-dor impressionante, empurrei, meti minha cabeça até a metade e depois até o fundo, deixei lá, ela me olhou com cara de preocupada
-sim, sim senhor, você é muito forte
Começou a rebolar a Booty com a pica dentro, como fez antes, mas na pussy dela, e gozou pra caralho, orgasmo descontrolado, gemendo como puta no cio, e me olhando com uma cara de puta que me matou e me fez desesperar, como sempre, e abri o cu dela igual um louco, com rapidez e força, cara de raiva e concentração, ela continuava gemendo como puta e com a mesma cara, voltei a atingir minha velocidade máxima e assim fiz ela gozar como uma deusa, não queria parar, deitei ela no sofá, coloquei as pernas nos ombros e continuei metendo um pouco mais forte
— Daaaaleee AAAAASSSSIIIII
— Sou forte? Sou forte?
— Sim sim, meu amor, muito forte
Parei, porque estava perto de gozar e queria dar atenção nos peitões dela, dei um beijo, chupei a buceta dela um pouco, beijei ela e enfiei 2 dedinhos no cu dela, ela me olhou com o lábio apertado e riu, fui pros peitões
— Vou te destruir, aguenta?
— Você é quem manda, eu sou sua putinha
— Muito bem, assim que eu gosto, puta
Sentei e coloquei ela de costas pra mim, enfiei meu pau na entradinha, e estava bem apertadinho, sem medo e com vontade, pressionei e entrou tudo de uma vez, ELA GRITOU DE DOR, vocês não imaginam, na hora pra acalmar ela comecei a meter forte e a apalpar ela, a bunda, os peitos, puxei o cabelo dela pra trás, fiz ela me olhar e falei:
— Essa noite, você é minha
— Sim, sua
Tapa na bunda e continuei metendo, apertei o peito direito dela e na mesma hora, comecei a sentir vontade de gozar, avisei todas, se reuniram em volta, e a peituda me fez uma punheta, quando senti que estava chegando lá, agarrei ela, cinco litros saíram sem dó, mirei direto na boca delas, e deu e sobrou, o que sobrou deixei nos peitos da peituda, e me joguei no chão, as minas tomaram toda a porra e brigaram pra chupar meu pau, todas chuparam e em um minuto, gozei de novo na boca da loira, que estava me chupando.
E essa foi a história, me falaram os nomes delas, a loira se chamava Agustina e a peituda Guada, tipo Guadalupe, a outra loira Irene e as gêmeas Guillermina e Ana. Me falaram pra repetir quando eu quisesse, e minha namorada me disse:
— Você só pode transar com as minas que estão aqui (7), se transar com outra a gente termina, mas com todas elas pode
Muito obrigado por ter lido o post até o final, espero que tenha gostado, se quiser ver mais posts desse tipo, me segue, se o post te curtiu Muito bem, me deixa de molho, me servem pra caralho, teu comentário é muito importante. As perguntas de hoje são: Qual dessas minas você pegaria se tivesse que escolher? Você já tá de saco cheio dessa série, ou das irmãs? Se você quiser a parte quatro, que já tá pronta, a gente precisa alcançar 15 pontos. Se quiser a parte quatro, deixa nos comentários também. Tô indo, um tchau e um abraço (história 100% real).
2 comentários - La graduacion de la nena parte 3