Eu sou feliz, tenho um marido que me ama muito, bonito, atencioso, gentil e que me faz sentir como a mulher mais especial do mundo, e completa meu mundo uma filha maravilhosa, uma diabrete que sempre me faz rir com suas ideias. O trabalho não me agrada muito, mas o salário é bom e me faz sentir independente... mas preciso começar a admitir que há algo, um nó, um peso que nasce no fundo do meu ventre e que faz esse mundo maravilhoso começar a desfocar.
Nunca fui infiel ao Felipe, não tenho nada a me culpar, nunca até agora tive ninguém, nem mesmo passou pela minha cabeça que eu pudesse traí-lo ou que ele me traísse, mas agora me sinto quase como uma traidora. Começamos a namorar muito jovens, então fomos nos moldando um ao outro, ele sempre foi doce e atencioso, na cama sempre funcionamos como um relógio suíço, ele sabendo de cor o caminho do meu prazer, o mapa secreto que foi traçando na minha pele ao longo do tempo e que até agora sempre o levou ao tesouro escondido, e eu, por minha parte, acho que também não fiz tão mal, até agora não houve nenhuma reclamação e sempre pudemos falar sem rodeios sobre o que gostamos e o que não gostamos, mas agora... Não sei... os orgasmos já não são orgasmos sem os olhos fechados, com o outro rosto na minha mente, ou seu pescoço longo, ou aquelas mãos ágeis voando pelo teclado do computador na minha frente no escritório. Sim, na minha frente..., todos os dias..., de segunda a sexta, oito horas por dia. Talvez por isso eu tenha esse rosto enfiado na cabeça. Sim, com certeza é isso, não há mais nada.
Quando nos apresentaram, não dei muita importância, até agora pelo seu cargo já passou muita gente, que não durou mais que um doce na porta de uma escola, o chefe é muito exigente dependendo do que, e essa posição é um vai e vem de pessoas, então aprendi a não me apegar muito a ninguém. Só que agora é diferente, Já passou da fronteira, até então intransponível, dos seis meses e o chefe está contente com o trabalho dele e está se fazendo querer por todo o resto do escritório, então acho que no final, o cargo será definitivamente dele. E isso me preocupa ainda mais. Na minha frente todos os dias, e até maturidade sabe-se quando.
Sim, acho que sim, que tenho um problema. Não consigo parar de olhar para aquelas mãos tão bem cuidadas, ou pior, já diretamente para a bunda quando ele se levanta e fode um dos arquivos que ficam na parte superior do armário, seu pescoço longo quando vira para responder alguma pergunta rápida do chefe que está na sala ao lado, ou o aroma do perfume dele quando passa atrás de mim, e acabo ficando embasbacada, e dia após dia, me descubro com a cabeça em outro lugar que não é exatamente o trabalho pelo qual me pagam. Não posso continuar assim, repito para mim mesma toda vez, que tenho que parar de fazer isso, que um dia ele vai me descobrir e vou morrer de vergonha, e também dia após dia continuo fazendo, primeiro sem perceber e já no final sem conseguir tirar os olhos dele, conscientemente.
E aqui estou eu, sexta-feira à tarde; hoje já não tem mais ninguém no escritório, tudo está em silêncio sem mais barulho que as mãos dele digitando no computador e minha cabeça a mil por hora. Meu trabalho ficou atrasado de tanto devaneio e o chefe, com uma feira na semana que vem, não parou de pedir mais documentação, mais relatórios de vendas, mais Deus sabe o quê, com o que ele teve que ficar também esta tarde, e meu trabalho não avança nem fodendo e cada vez estou mais nervosa. Conforme a tarde passa, o peso na barriga aumenta e o trabalho diminui de velocidade, os papéis passam na minha frente mas sem nenhum tipo de proveito.
Decido me levantar e ir pegar água, pra ver se mudando um pouco essa bobagem passa, termino rápido e posso ir pra casa. E com a segurança que os meus me dão, passar um fim de semana feliz e tranquilo. Quando estou pegando água no cantinho que temos como uma pequena cafeteria no escritório, percebo sua presença atrás de mim e, achando que fui descoberta em Deus sabe o quê, me viro de repente, como se uma mola que eu nem sabia que existia tivesse sido solta, e ficamos muito perto, muito e muito perto, eu não achava que ela estivesse tão perto assim.
Pelo amor de Deus, o corpo dela na minha frente faz meu coração bater a duzentos e sinto o sangue subir de repente até o rosto. Devo parecer um tomate de verdade.
Maria, Maria... Tenho Maria tão perto, meu pescoço travou e não consigo dizer nada, também não sei o que dizer, quero desmaiar, desaparecer, ou não... quero me aproximar ainda mais e abraçá-la, e não como abraço uma das minhas amigas, nem mesmo como abraço o Felipe, não, é diferente. Mil pensamentos passam pela minha cabeça, se amontoando uns sobre os outros, eu nunca me interessei por uma mulher antes, e não sei se me interesso por mulheres, só que eu a desejo, preciso abraçá-la, beijá-la e ainda assim aqui estou eu, paralisada de medo, minha família, meu mundo, tudo diante de mim, e Maria como sua antítese. Consigo sorrir e ela também sorri para mim e ficamos as duas sem saber exatamente o que fazer, como duas bobas.
Ela, hesitante, se aproxima um pouco mais e devagar traz o rosto dela perto do meu, e suavemente encosta os lábios dela nos meus numa tentativa de beijo, e acho que vou morrer. Pareço uma colegial no primeiro beijo e não sei o que devo fazer exatamente, o nó na garganta e o peso na barriga desapareceram, trocados por um calor geral que já não estou acostumada e, nesse momento, o arrependimento e a vergonha tomam conta de mim e me afasto um pouco dela, isso não pode ser. Eu não sou assim, eu não faço essas coisas.
No breve instante em que me separo dela já sinto falta, estou ficando louca, estou prestes a jogar pela janela a confiança que temos com o Felipe, mas meu corpo exige que eu me aproxime de Maria de novo e a beije. Ela ainda está na na mesma posição em que ela ficou quando roçou meus lábios e eu me afastei dela, agora sou eu quem parte para o ataque e roço seus lábios com os meus e depois, ávida por mais, acabo transformando isso num beijo longo e suave, sua língua roça levemente meus lábios e eu me atrevo a brincar com ela, a beijá-la, a chupá-la. Seus lábios, sua língua são macios e doces e a temperatura do ambiente parece ter subido dois ou três graus. Parece que não há volta, que mesmo sendo pele de mulher, não me afasta como eu pensava, e preciso sentir seu corpo, roçando com todo o meu corpo, então a abraço decididamente. Seu corpo se cola ao meu, se encaixando perfeitamente, seus seios entre os meus, se acariciando, a força que irradia da minha virilha me faz perder a pouca sanidade que me resta e me atrevo a descer a mão que tenho em suas costas para baixo, até chegar onde a perde o nome. A saia leve que ela usa me permite sentir perfeitamente sua bunda perfeita e apertada, enquanto ela começou a descer seus beijos pelo meu pescoço e sua mão esquerda, sem eu saber como, pousou em cima do meu peito, que a essa altura já está em pé de guerra. Sinto sua mão por cima do sutiã traçando círculos em cima do mamilo que a essa altura já começa a gritar pedindo um tratamento mais direto. Ela aperta forte o peito, fazendo sair um gemido do fundo do meu ser.
Ela se afasta um pouco e com um sorriso suave me diz.- Parece que hoje nós duas precisamos do mesmo tipo de pausa.Eu não consigo dizer nada e tenho que me contentar em acenar timidamente com a cabeça.
Ela, muito mais ousada que eu, se afasta um pouco mais para que eu possa vê-la por completo e começa a desabotoar a blusa, devagar, botão por botão, depois, sem parar de me olhar nos olhos, abaixa também a saia, ficando só com a calcinha e o sutiã. A Maria tem mais ou menos a minha altura, um pouco mais magra que eu, o que lhe dá o aspecto de uma bonequinha, mas com curvas perfeitas. Não sei o que devo fazer, fico como que paralisada vendo o corpo dessa magnífica deusa. Sem pensar duas vezes, ela também tira o sutiã, devagar, deixando à vista seus pequenos seios brancos, perfeitos, com uma auréola grande e rosadinha. Estou ficando com água na boca, e sem muita hesitação, ela tira também a calcinha branca de algodão, deixando à vista uma deliciosa bucetinha com uma suave e escassa penugem.
Ela se aproxima de mim e, segurando meu rosto com as duas mãos, me dá um beijo profundo que eu retribuo com todo o meu ser. Enquanto nossas línguas brincam apaixonadamente, não sei o que fazer com as mãos e, no final, decido passá-las por trás de suas costas e puxá-la para perto, sentindo seu corpo nu colado no meu. Toco sua bunda agora, sem nenhum receio, sem nada mais entre nós além da minha própria roupa. Faço isso com as duas mãos, avidamente, quase com gula. Sinto sua virilha super quente roçando na minha coxa, o que me deixa definitivamente a mil e desmonta qualquer vestígio de sensatez que me restasse. Mudo um pouco e uma das mãos passa a acariciar seu peito, macio e túrgido, com um mamilo que, diante das minhas atenções, ficou ereto, duro. Enquanto ela me faz enlouquecer acariciando meu rosto, meus lábios, os lóbulos das minhas orelhas, meu pescoço, passando de beijar meus lábios a beijar meu pescoço, por trás das orelhas, descendo até os ombros e voltando a subir em direção ao pescoço. Sua fragrância de mulher me inunda por completo e me dá uma necessidade urgente de me despir, de sentir o atrito das nossas peles sem nenhuma barreira entre nós.
Quase adivinhando o momento, ela começa a descer as mãos pelas minhas costas, fazendo-me sentir uns arrepios tremendos que acabam morrendo na minha nuca. Suas mãos finalmente chegam à minha bunda e começam a levantar o vestido, não sem antes tocá-la como há muito tempo ninguém fazia. Estou muito, muito excitada, um pouco envergonhada ao notar que a umidade da minha buceta está encharcando completamente minha calcinha. Não lembrava que meu corpo pudesse reagir de maneira tão selvagem. No momento em que ela termina de levantar meu vestido, acho que minha calcinha vai cair no chão com o peso dos meus fluidos, que, uma vez passada a primeira barreira, já sinto escorrendo pela parte interna das minhas coxas.
Quase sem perceber, fiquei sem vestido e o sutiã voou. Estou praticamente nua. Ela se ajoelha diante de mim e abaixa minha calcinha. Quando ela está na altura dos meus joelhos, ela aproxima o rosto da minha buceta, sem contemplações, e sinto seu nariz entre os cachos dos meus pelos. Acho que minhas pernas vão ceder, mas consigo manter o equilíbrio segurando sua cabeça. Depois disso, Maria posa os lábios na minha vagina, e a língua faz uma pequena incursão, com suaves passadas pelos lábios maiores. Preciso abrir as pernas, mas minha própria calcinha me impede. Ela, percebendo meus esforços inúteis para abri-las, se levanta e termina de baixá-la. Me dá um beijo quente com cheiro de sexo, do meu sexo, e coloca a mão sobre os pelos púbicos, acariciando-os suavemente. Sinto um dedo brincalhão percorrer à vontade minha buceta encharcada, os lábios maiores primeiro e depois uma incursão em direção aos menores, aproximando-se do meu clitóris ereto, mas sem tocá-lo.
Enquanto isso, eu aproveito para tocar avidamente seus seios, enquanto beijo seu pescoço longo. Ela toca suavemente meu clitóris e acho que vou ter um orgasmo a qualquer momento.
De repente, ela para e me diz:- Vamos ficar mais à vontade.Ele me agarra pela mão e me arrasta, já que minhas pernas praticamente não me respondem, até uma das mesas mais próximas que temos. Me deita de costas com as costas apoiadas na mesa e a bunda na beirada, ela se abaixa, abre minhas pernas e as deixa apoiadas sobre seus ombros. Aproxima o rosto da minha buceta, com a língua afasta os pelos deixando minha caverninha rosada perfeitamente exposta, sinto seu hálito e me abro ainda mais, se possível. Depois de lamber, de sugar toda a umidade, uma vez e outra, com os lábios dá um pequeno beijo no clitóris e, em seguida, sem me deixar respirar, introduz seu dedo indicador dentro de mim e começa a movê-lo para os lados, me abrindo à vontade. No momento em que introduz o segundo dedo, já não aguento mais e um orgasmo avassalador, surgido lá do fundo, me deixa tremendo até os ossos. Começo a chorar, de emoção, foi fantástico e, evidentemente, isso ainda não acabou.
Ela se levanta e me beija, a noto muito excitada e me arrisco: quero que ela goze comigo como eu gozei com ela. Me incorporo vacilante, nunca tive uma garota à minha disposição assim, decido deitá-la em cima da mesa, mas de bruços, deixando aquela bunda que me fez perder a cabeça por tanto tempo perfeitamente exposta.
Me inclino sobre ela e adoro sentir sua bunda colada na minha boceta, começo a beijar suas costas pela parte superior e vou descendo até a altura dos rins. Vou sentindo sua pele arrepiar ao contato dos meus lábios e chego naquela bunda magnífica, que começo a acariciar suavemente. Aproximo meu rosto e, depois de um beijo, não consigo reprimir uma pequena mordidinha naquelas nádegas suculentas, fazendo com que ela solte um pequeno gemido, mais de prazer do que de dor. Beijo a parte afetada pela mordidinha e percebo que ela vai abrindo as pernas aos poucos, me deixando à vontade com sua fenda. Me aproximo devagar, à base de beijos, sinto um pouquinho de receio, mas acabo beijando sua buceta molhada. Seu cheiro e sabor doces me... inunda, e isso me faz voltar a ficar a mil. Ela está completamente aberta e eu me dedico a chupar seus líquidos com toda a avidez, de vez em quando meu nariz roça seu ânus e percebo que ela provoca esse contato, então decido dar um beijinho ali também, e dela escapa um grande gemido de prazer. Decido partir para o ataque pela retaguarda e me dedico a lamber e chupar o ânus, eu também gosto de sexo anal, então não me surpreende que ela curta essa massagem com a língua. Ela parece estar louca e me implora querendo mais, faço de conta que vou penetrar o buraquinho com minha língua enquanto introduzo um dedo em sua buceta. Ela começa a rebolar e os movimentos da minha língua e dedos são acompanhados por seus gemidos, ... ela pede mais, mais... troco de dedo na buceta, penetro com o polegar e tento introduzir a primeira falange do dedo indicador, sinto seu cu completamente dilatado, sem dúvida também não é a primeira vez dela nessas atividades, a primeira falange entra sem dificuldade e então continuo introduzindo o resto do dedo, ela parece já completamente louca e à beira do orgasmo, retiro o dedo de sua buceta e me dedico a uma pequena massagem em seu clitóris inchado e encharcado, e ela explode em um orgasmo muito intenso.
Depois de alguns breves momentos para se recuperar, ela se vira, me coloca entre suas pernas e sinto sua buceta colada na minha, é uma sensação magnífica, e ainda com a respiração ofegante pelo orgasmo, ela me dá um beijo intenso. Nossos sabores se misturam com nossas línguas e me parece delicioso.
E ela me solta, com um grande sorriso em seu rosto delicioso,- Muito melhor do que eu vinha sonhando todos esses mesesNão sei como vou dar conta de tudo isso, mas uma coisa é certa: se depender de mim, vou acabar tendo que trabalhar toda sexta à tarde.
Nunca fui infiel ao Felipe, não tenho nada a me culpar, nunca até agora tive ninguém, nem mesmo passou pela minha cabeça que eu pudesse traí-lo ou que ele me traísse, mas agora me sinto quase como uma traidora. Começamos a namorar muito jovens, então fomos nos moldando um ao outro, ele sempre foi doce e atencioso, na cama sempre funcionamos como um relógio suíço, ele sabendo de cor o caminho do meu prazer, o mapa secreto que foi traçando na minha pele ao longo do tempo e que até agora sempre o levou ao tesouro escondido, e eu, por minha parte, acho que também não fiz tão mal, até agora não houve nenhuma reclamação e sempre pudemos falar sem rodeios sobre o que gostamos e o que não gostamos, mas agora... Não sei... os orgasmos já não são orgasmos sem os olhos fechados, com o outro rosto na minha mente, ou seu pescoço longo, ou aquelas mãos ágeis voando pelo teclado do computador na minha frente no escritório. Sim, na minha frente..., todos os dias..., de segunda a sexta, oito horas por dia. Talvez por isso eu tenha esse rosto enfiado na cabeça. Sim, com certeza é isso, não há mais nada.
Quando nos apresentaram, não dei muita importância, até agora pelo seu cargo já passou muita gente, que não durou mais que um doce na porta de uma escola, o chefe é muito exigente dependendo do que, e essa posição é um vai e vem de pessoas, então aprendi a não me apegar muito a ninguém. Só que agora é diferente, Já passou da fronteira, até então intransponível, dos seis meses e o chefe está contente com o trabalho dele e está se fazendo querer por todo o resto do escritório, então acho que no final, o cargo será definitivamente dele. E isso me preocupa ainda mais. Na minha frente todos os dias, e até maturidade sabe-se quando.
Sim, acho que sim, que tenho um problema. Não consigo parar de olhar para aquelas mãos tão bem cuidadas, ou pior, já diretamente para a bunda quando ele se levanta e fode um dos arquivos que ficam na parte superior do armário, seu pescoço longo quando vira para responder alguma pergunta rápida do chefe que está na sala ao lado, ou o aroma do perfume dele quando passa atrás de mim, e acabo ficando embasbacada, e dia após dia, me descubro com a cabeça em outro lugar que não é exatamente o trabalho pelo qual me pagam. Não posso continuar assim, repito para mim mesma toda vez, que tenho que parar de fazer isso, que um dia ele vai me descobrir e vou morrer de vergonha, e também dia após dia continuo fazendo, primeiro sem perceber e já no final sem conseguir tirar os olhos dele, conscientemente.
E aqui estou eu, sexta-feira à tarde; hoje já não tem mais ninguém no escritório, tudo está em silêncio sem mais barulho que as mãos dele digitando no computador e minha cabeça a mil por hora. Meu trabalho ficou atrasado de tanto devaneio e o chefe, com uma feira na semana que vem, não parou de pedir mais documentação, mais relatórios de vendas, mais Deus sabe o quê, com o que ele teve que ficar também esta tarde, e meu trabalho não avança nem fodendo e cada vez estou mais nervosa. Conforme a tarde passa, o peso na barriga aumenta e o trabalho diminui de velocidade, os papéis passam na minha frente mas sem nenhum tipo de proveito.
Decido me levantar e ir pegar água, pra ver se mudando um pouco essa bobagem passa, termino rápido e posso ir pra casa. E com a segurança que os meus me dão, passar um fim de semana feliz e tranquilo. Quando estou pegando água no cantinho que temos como uma pequena cafeteria no escritório, percebo sua presença atrás de mim e, achando que fui descoberta em Deus sabe o quê, me viro de repente, como se uma mola que eu nem sabia que existia tivesse sido solta, e ficamos muito perto, muito e muito perto, eu não achava que ela estivesse tão perto assim.
Pelo amor de Deus, o corpo dela na minha frente faz meu coração bater a duzentos e sinto o sangue subir de repente até o rosto. Devo parecer um tomate de verdade.
Maria, Maria... Tenho Maria tão perto, meu pescoço travou e não consigo dizer nada, também não sei o que dizer, quero desmaiar, desaparecer, ou não... quero me aproximar ainda mais e abraçá-la, e não como abraço uma das minhas amigas, nem mesmo como abraço o Felipe, não, é diferente. Mil pensamentos passam pela minha cabeça, se amontoando uns sobre os outros, eu nunca me interessei por uma mulher antes, e não sei se me interesso por mulheres, só que eu a desejo, preciso abraçá-la, beijá-la e ainda assim aqui estou eu, paralisada de medo, minha família, meu mundo, tudo diante de mim, e Maria como sua antítese. Consigo sorrir e ela também sorri para mim e ficamos as duas sem saber exatamente o que fazer, como duas bobas.
Ela, hesitante, se aproxima um pouco mais e devagar traz o rosto dela perto do meu, e suavemente encosta os lábios dela nos meus numa tentativa de beijo, e acho que vou morrer. Pareço uma colegial no primeiro beijo e não sei o que devo fazer exatamente, o nó na garganta e o peso na barriga desapareceram, trocados por um calor geral que já não estou acostumada e, nesse momento, o arrependimento e a vergonha tomam conta de mim e me afasto um pouco dela, isso não pode ser. Eu não sou assim, eu não faço essas coisas.
No breve instante em que me separo dela já sinto falta, estou ficando louca, estou prestes a jogar pela janela a confiança que temos com o Felipe, mas meu corpo exige que eu me aproxime de Maria de novo e a beije. Ela ainda está na na mesma posição em que ela ficou quando roçou meus lábios e eu me afastei dela, agora sou eu quem parte para o ataque e roço seus lábios com os meus e depois, ávida por mais, acabo transformando isso num beijo longo e suave, sua língua roça levemente meus lábios e eu me atrevo a brincar com ela, a beijá-la, a chupá-la. Seus lábios, sua língua são macios e doces e a temperatura do ambiente parece ter subido dois ou três graus. Parece que não há volta, que mesmo sendo pele de mulher, não me afasta como eu pensava, e preciso sentir seu corpo, roçando com todo o meu corpo, então a abraço decididamente. Seu corpo se cola ao meu, se encaixando perfeitamente, seus seios entre os meus, se acariciando, a força que irradia da minha virilha me faz perder a pouca sanidade que me resta e me atrevo a descer a mão que tenho em suas costas para baixo, até chegar onde a perde o nome. A saia leve que ela usa me permite sentir perfeitamente sua bunda perfeita e apertada, enquanto ela começou a descer seus beijos pelo meu pescoço e sua mão esquerda, sem eu saber como, pousou em cima do meu peito, que a essa altura já está em pé de guerra. Sinto sua mão por cima do sutiã traçando círculos em cima do mamilo que a essa altura já começa a gritar pedindo um tratamento mais direto. Ela aperta forte o peito, fazendo sair um gemido do fundo do meu ser.
Ela se afasta um pouco e com um sorriso suave me diz.- Parece que hoje nós duas precisamos do mesmo tipo de pausa.Eu não consigo dizer nada e tenho que me contentar em acenar timidamente com a cabeça.
Ela, muito mais ousada que eu, se afasta um pouco mais para que eu possa vê-la por completo e começa a desabotoar a blusa, devagar, botão por botão, depois, sem parar de me olhar nos olhos, abaixa também a saia, ficando só com a calcinha e o sutiã. A Maria tem mais ou menos a minha altura, um pouco mais magra que eu, o que lhe dá o aspecto de uma bonequinha, mas com curvas perfeitas. Não sei o que devo fazer, fico como que paralisada vendo o corpo dessa magnífica deusa. Sem pensar duas vezes, ela também tira o sutiã, devagar, deixando à vista seus pequenos seios brancos, perfeitos, com uma auréola grande e rosadinha. Estou ficando com água na boca, e sem muita hesitação, ela tira também a calcinha branca de algodão, deixando à vista uma deliciosa bucetinha com uma suave e escassa penugem.
Ela se aproxima de mim e, segurando meu rosto com as duas mãos, me dá um beijo profundo que eu retribuo com todo o meu ser. Enquanto nossas línguas brincam apaixonadamente, não sei o que fazer com as mãos e, no final, decido passá-las por trás de suas costas e puxá-la para perto, sentindo seu corpo nu colado no meu. Toco sua bunda agora, sem nenhum receio, sem nada mais entre nós além da minha própria roupa. Faço isso com as duas mãos, avidamente, quase com gula. Sinto sua virilha super quente roçando na minha coxa, o que me deixa definitivamente a mil e desmonta qualquer vestígio de sensatez que me restasse. Mudo um pouco e uma das mãos passa a acariciar seu peito, macio e túrgido, com um mamilo que, diante das minhas atenções, ficou ereto, duro. Enquanto ela me faz enlouquecer acariciando meu rosto, meus lábios, os lóbulos das minhas orelhas, meu pescoço, passando de beijar meus lábios a beijar meu pescoço, por trás das orelhas, descendo até os ombros e voltando a subir em direção ao pescoço. Sua fragrância de mulher me inunda por completo e me dá uma necessidade urgente de me despir, de sentir o atrito das nossas peles sem nenhuma barreira entre nós.
Quase adivinhando o momento, ela começa a descer as mãos pelas minhas costas, fazendo-me sentir uns arrepios tremendos que acabam morrendo na minha nuca. Suas mãos finalmente chegam à minha bunda e começam a levantar o vestido, não sem antes tocá-la como há muito tempo ninguém fazia. Estou muito, muito excitada, um pouco envergonhada ao notar que a umidade da minha buceta está encharcando completamente minha calcinha. Não lembrava que meu corpo pudesse reagir de maneira tão selvagem. No momento em que ela termina de levantar meu vestido, acho que minha calcinha vai cair no chão com o peso dos meus fluidos, que, uma vez passada a primeira barreira, já sinto escorrendo pela parte interna das minhas coxas.
Quase sem perceber, fiquei sem vestido e o sutiã voou. Estou praticamente nua. Ela se ajoelha diante de mim e abaixa minha calcinha. Quando ela está na altura dos meus joelhos, ela aproxima o rosto da minha buceta, sem contemplações, e sinto seu nariz entre os cachos dos meus pelos. Acho que minhas pernas vão ceder, mas consigo manter o equilíbrio segurando sua cabeça. Depois disso, Maria posa os lábios na minha vagina, e a língua faz uma pequena incursão, com suaves passadas pelos lábios maiores. Preciso abrir as pernas, mas minha própria calcinha me impede. Ela, percebendo meus esforços inúteis para abri-las, se levanta e termina de baixá-la. Me dá um beijo quente com cheiro de sexo, do meu sexo, e coloca a mão sobre os pelos púbicos, acariciando-os suavemente. Sinto um dedo brincalhão percorrer à vontade minha buceta encharcada, os lábios maiores primeiro e depois uma incursão em direção aos menores, aproximando-se do meu clitóris ereto, mas sem tocá-lo.
Enquanto isso, eu aproveito para tocar avidamente seus seios, enquanto beijo seu pescoço longo. Ela toca suavemente meu clitóris e acho que vou ter um orgasmo a qualquer momento.
De repente, ela para e me diz:- Vamos ficar mais à vontade.Ele me agarra pela mão e me arrasta, já que minhas pernas praticamente não me respondem, até uma das mesas mais próximas que temos. Me deita de costas com as costas apoiadas na mesa e a bunda na beirada, ela se abaixa, abre minhas pernas e as deixa apoiadas sobre seus ombros. Aproxima o rosto da minha buceta, com a língua afasta os pelos deixando minha caverninha rosada perfeitamente exposta, sinto seu hálito e me abro ainda mais, se possível. Depois de lamber, de sugar toda a umidade, uma vez e outra, com os lábios dá um pequeno beijo no clitóris e, em seguida, sem me deixar respirar, introduz seu dedo indicador dentro de mim e começa a movê-lo para os lados, me abrindo à vontade. No momento em que introduz o segundo dedo, já não aguento mais e um orgasmo avassalador, surgido lá do fundo, me deixa tremendo até os ossos. Começo a chorar, de emoção, foi fantástico e, evidentemente, isso ainda não acabou.
Ela se levanta e me beija, a noto muito excitada e me arrisco: quero que ela goze comigo como eu gozei com ela. Me incorporo vacilante, nunca tive uma garota à minha disposição assim, decido deitá-la em cima da mesa, mas de bruços, deixando aquela bunda que me fez perder a cabeça por tanto tempo perfeitamente exposta.
Me inclino sobre ela e adoro sentir sua bunda colada na minha boceta, começo a beijar suas costas pela parte superior e vou descendo até a altura dos rins. Vou sentindo sua pele arrepiar ao contato dos meus lábios e chego naquela bunda magnífica, que começo a acariciar suavemente. Aproximo meu rosto e, depois de um beijo, não consigo reprimir uma pequena mordidinha naquelas nádegas suculentas, fazendo com que ela solte um pequeno gemido, mais de prazer do que de dor. Beijo a parte afetada pela mordidinha e percebo que ela vai abrindo as pernas aos poucos, me deixando à vontade com sua fenda. Me aproximo devagar, à base de beijos, sinto um pouquinho de receio, mas acabo beijando sua buceta molhada. Seu cheiro e sabor doces me... inunda, e isso me faz voltar a ficar a mil. Ela está completamente aberta e eu me dedico a chupar seus líquidos com toda a avidez, de vez em quando meu nariz roça seu ânus e percebo que ela provoca esse contato, então decido dar um beijinho ali também, e dela escapa um grande gemido de prazer. Decido partir para o ataque pela retaguarda e me dedico a lamber e chupar o ânus, eu também gosto de sexo anal, então não me surpreende que ela curta essa massagem com a língua. Ela parece estar louca e me implora querendo mais, faço de conta que vou penetrar o buraquinho com minha língua enquanto introduzo um dedo em sua buceta. Ela começa a rebolar e os movimentos da minha língua e dedos são acompanhados por seus gemidos, ... ela pede mais, mais... troco de dedo na buceta, penetro com o polegar e tento introduzir a primeira falange do dedo indicador, sinto seu cu completamente dilatado, sem dúvida também não é a primeira vez dela nessas atividades, a primeira falange entra sem dificuldade e então continuo introduzindo o resto do dedo, ela parece já completamente louca e à beira do orgasmo, retiro o dedo de sua buceta e me dedico a uma pequena massagem em seu clitóris inchado e encharcado, e ela explode em um orgasmo muito intenso.
Depois de alguns breves momentos para se recuperar, ela se vira, me coloca entre suas pernas e sinto sua buceta colada na minha, é uma sensação magnífica, e ainda com a respiração ofegante pelo orgasmo, ela me dá um beijo intenso. Nossos sabores se misturam com nossas línguas e me parece delicioso.
E ela me solta, com um grande sorriso em seu rosto delicioso,- Muito melhor do que eu vinha sonhando todos esses mesesNão sei como vou dar conta de tudo isso, mas uma coisa é certa: se depender de mim, vou acabar tendo que trabalhar toda sexta à tarde.
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