chiara, una puta maravillosa P1

Era uma sexta-feira de verão, tinha combinado com minhas amigas de sair para dançar numa balada chamada Line-out aqui em Salta, uma província no norte da Argentina, aliás, me descrevo antes de começar, meu nome é Chiara, sou loira, tenho olhos castanhos e sou bem pálida, sou meio baixinha, mas não anã, (se é que estamos falando de outra coisa) tenho os peitos meio pequenos, mas sendo sincera, tenho uma bunda espetacular, nem muito grande nem muito pequena, do tamanho perfeito, naquela noite depois de tomar banho decidi colocar uma calcinha vermelha, por cima, estava usando uma camiseta branca que dizia Break Me e uma jaqueta preta, com listras vermelhas, além de um jeans escuro justo que fazia minhas pernas brilharem, e uns saltos vermelhos. Estava maquiada, com os olhos pretos e os lábios vermelhos, sério, queria que acontecesse alguma coisa naquela noite.

Quando terminei de me arrumar ouvi a buzina do carro da minha amiga, ansiosa desci, e me encontrei com elas, estavam lindas as duas, no banco do motorista estava minha melhor amiga Annita, e ao lado dela, minha outra melhor amiga, Agus, Clari de dentro gritou pra mim:

- Sobe, gata, você tá divina!

Passo a descrevê-las, Clari tem a pele espetacular, bronzeada, e macia, tem o cabelo cacheado e preto, e olhos castanhos, naquela noite estava usando um vestido vermelho, que ficou ótimo nela, Clari tem os melhores peitos, do mundo todo, sério, são os que toda garota gostaria de ter e 100% naturais, têm assim como minha bunda, o tamanho perfeito, Agus, por outro lado tem o cabelo castanho e uma franja que cai muito bem nela, tem a pele meio bronzeada e os olhos de cor marrom, tem os peitos, um pouquinho maiores que os meus mas uma bunda incrível. Ela joga hóquei. Na viagem falamos sobre como queríamos que acontecesse alguma coisa com um cara naquela noite, e a viagem passou voando.

Quando chegamos, a balada estava lotada de gente, e preferimos antes de ir dançar, comer alguma coisa, então nos sentamos numa mesa e pedimos saladas, depois disso continuamos conversando sobre a parada dos... caras. Agus: Clari, o que você tá procurando hoje? Eu acho que alguém que seja bonito, de boa, né? Agus: sei lá, um moreno talvez Clari: eu entro em qualquer uma hahaha Depois de continuar conversando um pouco, o garçom se aproxima. Com nossa comida, que acidentalmente cai em cima da gente, Garçom: peço desculpas de todo coração Nós: não se preocupe, E ele continuou limpando, nós fomos ao banheiro nos lavar, ia demorar um bom tempo. Depois de um tempão tirando vinagre da roupa, saímos do banheiro e nos surpreendemos, tinha três caras em fila horizontal e o do meio apontava uma pistola pro chão enquanto o da direita nos dizia: -não falam nada, andam putinhas, ou eu mato vocês Não valia a pena gritar, iam atirar na gente e ninguém ia escutar, então obedecemos Pensei que iam nos assaltar, mas não, na entrada da balada tinha um carro preto com vidro fumê, e um dos caras nos obrigou a entrar, um deles dirigia, nós íamos no meio e nos dois extremos do banco tinha outro. Estávamos nervosas, angustiadas e quase chorando, mas antes que isso acontecesse, o que dirigia nos disse, Não quero que digam nada daqui até chegarmos, obedeçam, sejam boazinhas E nenhuma falou, só eles, sobre nós -que gostosas, loco, gosto dessa loirinha, que safadinha que você é, eu te escolho, você me dá tesão -beleza, eu fico com a cacheada que tem as melhores tetinhas, mmmm, já fiquei duro -ok, não te resta outra, você vem comigo (se referindo à Agus) Quero descrever eles, um era branco, muito branco, careca, magro e tinha óculos e terno, outro era bronzeado, não negro, com barba cavanhaque e terno, e o motorista era branco, com um penteado tipo Beatles e com pelo no queixo. A viagem foi bem longa, o que estava do meu lado, mexia na minha perna e o que estava do lado da Vale se aproximava aos poucos, tenho que admitir, que eram muito gostosos os três, mas iam nos estuprar. Chegamos num descampado onde havia um galpão bem grande, nos obrigaram a descer e antes de entrar, o moreno nos disse: - Agora não têm mais escapatória, vamos brincar. Se quiserem, se divertem; se não, sofrem. E se gritarem, pum. O careca abriu a porta. Havia uma mesa de madeira no meio e, num canto, um sofá vermelho. Além disso, uma porta que parecia levar a outro cômodo. Os três se aproximaram da gente: o moreno foi na Val, o careca veio pra mim e o outro na Clari, respectivamente. Eles rasgaram toda nossa roupa: minha camiseta e jeans, o vestido da Clari e as roupas da Agus. Ficamos só de calcinha e sutiã... (se quiser a segunda parte, a última parte, com tudo que falta, deixa pontos e comenta) Muito obrigada Por ver meu post

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