Estela e eu fomos convidados naquele sábado para a casa de Mariana e Juan, eles estavam comemorando o aniversário de casamento e, pela primeira vez, resolveram nos chamar, junto com outro casal amigo, Ana e Javier. Então decidimos ir. Comprei um bom vinho, um fernet e tequila, que minha esposa adora, além de um champanhe daqueles que vêm numa caixa de madeira com duas taças e um balde de gelo, mas era para presentear os anfitriões. Nos vestimos decentemente, mas com classe: eu de terno, Estela de vestido preto justo na altura do meio da perna. Ela estava linda demais, bem maquiada como de costume.
Quando chegamos, Mariana já estava nos esperando. Entregamos o presente e as garrafas de bebida, e ela nos fez entrar. Estava quase tudo pronto. Daí saiu Juan e nos cumprimentou. A comida tinha sido feita pela Mariana, mas ela contratou uma moça e um rapaz para servir. Dez minutos depois, Ana e Javi chegaram. Estávamos todos vestidos a caráter. Sentamos à mesa. Depois de um tempo, trouxeram o prato frio. O jantar foi rolando entre risadas e conversas. A gente se conhecia há bastante tempo. Nós, homens, começamos a falar de futebol como sempre, elas de novelas e essas coisas. De vez em quando, alguém soltava uma piada, e todo mundo ria. Os vinhos foram passando um a um. Depois, trouxeram o prato principal. Era uma noite agradável, mas nada fazia prever o que aconteceria mais tarde. Uma hora depois, serviram a sobremesa: taças de sorvete para todo mundo com um fio de uísque por cima. Estava espetacular. Depois que levantaram a mesa, fomos para a sala de estar. Quando tudo ficou limpo, Mariana pagou e dispensou os funcionários que tinha contratado. Enquanto isso, na sala, a gente continuava rindo, ouvindo música e outras coisas.
Estela chegou perto de mim e sussurrou no meu ouvido:
— Amor, tô afim de tomar uns tequilas.
Sem dizer nada, levantei, fui até a Mariana e perguntei onde eu podia arranjar uns copos para preparar as doses. Ela me indicou, e fui para a cozinha. Lá, preparei vários drinks. uns Daiquiris de abacaxi e de morango, vários copinhos de tequila, claro, acompanhados com um pratinho de rodelas de limão e sal, e também uns fernet. Caminhei até a sala com a bandeja cheia de drinks, depois voltei pra pegar as garrafas de bebida e o resto. Todo mundo começou a beber e rir, os anfitriões contavam as histórias do casal, como se conheceram e tal, as risadas e o clima tava bem divertido, o álcool já tava batendo em todo mundo.
De repente, a Mariana levantou e foi lá pra dentro, voltou com uma caixa que colocou na mesa, bateu num copo com uma colherzinha e todo mundo prestou atenção nela, aí ela começou a falar:
— Então, galera, tô feliz que vocês compartilharam esse dia tão especial com a gente. É com vocês, nossos amigos, que a gente queria comemorar mais um ano de casamento, pela amizade, pela confiança, por tudo que passamos juntos há tantos anos. Por essa confiança que a gente tem, eu e o Juan conversamos, pensamos e bolamos o que vou propor daqui a alguns minutos. Não quero que ninguém se ofenda, não quero que nossa amizade fique abalada, só que se vocês não toparem, a gente deixa pra lá e pronto. Tudo bem?
Eu respondi primeiro:
— Mas cê tá deixando a gente curioso, seja lá o que for, melhor falar logo. Somos amigos e não vamos brigar por nada.
— Então, lá vai. No nosso último aniversário, a gente foi pra Europa, passamos por Amsterdã, Roma, Barcelona, Ibiza, etc. Fizemos uns tours de turismo sexual...
Todo mundo ficou surpreso, porque eles sempre foram o tipo família, nada a ver, por exemplo, comigo e a Estela, ou com a Ana e o Javi, que éramos mais liberais.
— ...por favor, deixa eu continuar. Nesses tours, a gente achou esse jogo num sex-shop. É um jogo de sexo, que se joga entre vários casais. A gente ficou com ele um ano, tentamos jogar, mas não dá pra jogar só com um casal, precisa de dois ou mais, ou seja, no mínimo 4 jogadores. A gente conversou com o Juan e não tivemos coragem de... jogar isso com mais ninguém e, depois de tanto pensar, decidimos que quem melhor para compartilhar nossas fantasias do que nossos amigos. Olha, quero deixar claro que, se eles aceitarem, tudo que rolar não vai sair dessas paredes, que é só sexo ou troca de casais, e que não vai ter nenhum tipo de cobrança nem outras coisas, os casamentos têm que continuar como sempre e, acima de tudo, a amizade. O jogo basicamente funciona assim: cada jogador compete em turnos contra todos os outros jogadores do sexo oposto e, em alguns casos, com um do mesmo sexo. Tem três níveis de dificuldade, assim como prêmios ou castigos. O primeiro nível envolve tomar doses e fumar maconha ou cheirar cocaína; se alguém tiver problema com isso, a gente troca tudo por bebida. Isso, segundo o jogo, tem a ver com a desinibição dos participantes. O segundo nível envolve as roupas e algumas brincadeiras entre os participantes. E o terceiro, o mais pesado, é sobre o sexo propriamente dito. Bom, dadas as explicações, vou dar uns minutos pra cada um consultar com seu parceiro ou parceira, e se tiver alguma dúvida comigo ou com o Juan, a gente tá aqui pra responder o que vocês quiserem.
Eu me virei pra Estela e, enquanto ela tomava um tequila, me piscava o olho. Cheguei perto e perguntei:
- Tem certeza? Olha que são amigos, não pode ter nenhum sentimento estranho, porque isso pode destruir casais, e eu não quero isso nem pra gente nem pros nossos amigos.
- Tony, eu sempre quis transar com o Juan ou com o Javi. São dois caras gostosos igual você, e não me diga que você não tem tesão tanto na Mariana quanto na Ana. São duas mulheres lindas que estão pedindo pra ser comidas. Mais ainda, às vezes olho pra elas e dá vontade de beijar na boca ou chupar a buceta de qualquer uma das duas.
- Isso eu não vou negar, mas que fique claro que depois as relações têm que continuar como até agora.
- Fechado. Fala você, eu não tenho perguntas. nem nada, a tequila tá uma delícia.
Virei pra Mariana e falei:
- A gente entra, mas tô com uma dúvida: a gente sempre achou que vocês eram o casal mais tradicional, o que rolou pra experimentar coisas novas?
- O que acontece é que, igual a vocês, a gente tá casado há vários anos, e sempre tivemos um sexo foda, mas como tudo, a rotina começa a ficar chata. Aí, estando na Europa um dia, resolvemos dar umas voltas nas zonas de prostituição. Eu paguei pra ficar com um negão que me arrombou o cu, e o Juan ficou com duas minas: uma loira gostosa e uma negra linda também. Óbvio que a gente assistiu o outro fazendo, e percebemos que a gente gostava, que aquilo nos excitava. Desde então, nossa vida sexual melhorou 500%.
Nessa hora, a Ana tomou a palavra:
- A gente não teve nenhuma dessas experiências, mas tanto eu quanto o Javier fomos infiéis e prometemos nunca mais nos trair. Mas como tamo entre amigos e os dois tão aqui, acho que isso não seria uma traição, então decidimos de comum acordo participar da sua proposta.
Mariana e Juan convidaram a gente pra voltar pra sala de jantar. Sentamos homem e mulher intercalados, mas a única regra, segundo eles, era que não podia ficar do lado do parceiro. A distribuição ficou assim: Mariana, Eu (Tony), Ana, Juan, Estela e Javier, que fechava o círculo do lado direito da Mariana. Mariana começou dizendo que ia explicar o jogo enquanto a gente jogava, pra não ficar chato, dando umas instruções gerais.
- A parada é assim: cada um tem dois dados, então o máximo que pode tirar é 12 e o mínimo é 2. Cada participante vai jogar e competir contra os três do sexo oposto. Vai funcionar assim: primeiro joga o participante tira um número, depois os oponentes do sexo oposto jogam e os resultados que tiverem um número maior, um número menor ou um número igual, quem tirar o número maior pega uma carta, que são divididas em verdes, amarelas e vermelhas, que vão aumentando os níveis respectivamente, quem ganha pega uma carta e quem perde não faz nada, e se der empate, o participante tem que pegar uma carta preta de situação extrema.
Então Mariana disse: vou começar eu pra vocês verem como é o jogo. Aí ela jogou e tirou 7, depois nós, os oponentes masculinos, jogamos: eu tirei 11, Javier tirou 10 e Juan tirou 8, nós três ganhamos, então cada um pegou uma carta verde. Na minha dizia: "deverá armar um baseado de maconha e acender pra participante fumar". A do Javier dizia: "deverá tomar um shot de bebida branca escolhida pelo participante". E a do Juan tinha a mesma ordem que a minha. Como não tínhamos maconha, decidimos que eu acenderia um cigarro comum e a do Juan seria substituída por uma dose. Então Mariana tomou duas doses de tequila seco e fumou um cigarro. Depois foi minha vez, e assim fomos rodando. Na real, era só beber e fumar, nada fora do comum. Em certo momento, acabaram as cartas verdes e seguimos com as amarelas. Justo na vez da Ana, quando as cartas amarelas foram sorteadas, todo mundo já tava bêbado, feliz e fora de si. Ela tirou 4 e os oponentes tiramos 7, 9 e 12. As cartas que pegamos diziam:
1- Tire a saia ou calça do(a) participante.
2- Tire a roupa íntima do(a) participante.
3- Pegue o(a) participante por trás e esfregue seu corpo contra o da outra pessoa. Essa carta foi minha.
Então a Ana não só ficou pelada, mas totalmente excitada, porque quando eu peguei ela por trás, fiz questão de passar meu pau por toda a racha da bunda dela e agarrar os peitos dela com minhas mãos.
Depois As voltas continuaram e assim fomos ficando todos pelados. Algumas cartas mandavam dar beijos de língua, apalpar os peitos, as bundas, etc. Seguimos assim até que as cartas amarelas acabaram. E, como não podia ser diferente, a primeira a participar com as cartas vermelhas foi a Estela. Ela puxou e tirou a carta 7. Muito difícil de ganhar, mas pela lei de Morfi, eu tirei um número baixo e os outros dois ganharam a vez com a minha esposa. Uma das cartas dizia: "Faça sexo oral no participante ou na participante", enquanto a outra dizia: "Receberá sexo oral do participante ou da participante". E foi assim: enquanto minha esposa chupava a rola do Juan, o Javier comia a buceta dela com umas linguadas de filme pornô.
A coisa já estava quente. Só de ver minha mulher chupando a rola do meu amigão e gozando com as linguadas do Javi, outro amigão, eu já estava com a rola dura igual pedra, enquanto de olho via a Ana e a Mariana se lambendo e se tocando nos clitóris. Depois de uns instantes de prazer, voltamos ao jogo. As rodadas passavam e as prendas eram cada vez mais fortes. Num momento, eu empatei com a Mariana e ela teve que tirar uma carta preta, que mandava que, enquanto durasse toda a rodada até o próximo turno dela, ela devia sentar no meu pau, ser penetrada e não sair até cumprir a vez. E assim ela fez. Uma das cartas pretas que a Ana tirou mandava que ela batesse uma punheta para um dos adversários de um lado ou de outro. Ela fez isso. E a minha esposa teve que, enquanto durasse a rodada, fazer sexo oral no adversário que escolhesse. Como ela não podia escolher, para não deixar os caras mal, disse que jogassem os dados e que faria para quem tirasse o número maior. O vencedor foi o Juan.
Segundo o regulamento, os pontos eram dados de acordo com a prenda. E, ao cumprir a prenda, quando algum participante se recusava a cumprir, perdia dois pontos. Assim foram se desenrolando os acontecimentos desse jogo tão quente, com Os pontos estavam mais ou menos equilibrados, já que as tarefas até então eram fáceis de cumprir. Também valiam os pontos por casal, ou seja, os pontos que eu conseguia somavam com os da minha esposa.
Depois de quase três horas de jogo, a parada tava muito, mas muito quente. Nós três homens estávamos com o pau estourando. No meu caso, em alguns momentos eu tentava pensar em algo que me impedisse de gozar.
Em certa hora, chegou minha vez com as três garotas: elas ficaram de quatro, e eu fui penetrando uma por uma por alguns minutos, seja na buceta ou no cu, se elas deixassem. Convencê-las dependia do meu papo, mas só a minha esposa topou. Então consegui alguns pontinhos a mais. A disputa tava acirrada, não estávamos com muita vantagem um sobre o outro. Assim, os cartões iam acabar e, com eles, o jogo, vencendo o casal que fizesse mais pontos.
Quando os cartões vermelhos acabaram, cada participante feminina tinha que tirar um cartão roxo claro, quase lilás, e cada participante masculino, um roxo escuro, na sua vez, sem jogar os dados. Era só tirar o cartão e cumprir o que estava escrito. Se cumprisse, ganhava a pontuação correspondente, e isso encerrava o jogo. E foi assim que aconteceu. O problema é que o casal da Ana e do marido tinha 224 pontos, o casal da Mariana e do marido conseguiu 221 pontos, e eu e a Estela tínhamos 222 pontos. Então, nessa rodada final, dependia de conseguir a maior quantidade de pontos. Chegou a vez da Mariana. Ela tirou um cartão que dizia que ela teria que conseguir uma penetração com o maior número possível de participantes do sexo oposto e, se quisesse, uma ou mais participantes do mesmo sexo com uma cintaralho. Para valer a pontuação, todas as penetrações tinham que ser ao mesmo tempo, dando 7 pontos por penetração vaginal e 15 pontos por dupla penetração vaginal, 10 pontos por penetração anal e 22 pontos por dupla penetração anal, e só 5 pontos por penetração oral. Ela tinha que aguentar 5 minutos assim, mas em movimento. Se algum dos participantes masculinos conseguisse gozar, dava mais 10 pontos pra participante, e por uma dupla penetração anal vaginal, ou seja, dois na buceta e dois no cu, te dava nada mais nada menos que 100 pontos.
A Mariana colocou o marido dela deitado de barriga pra baixo, depois montou em cima, me pediu pra meter no cu dela e foi o que eu fiz, e pediu pro Javier tentar fazer uma dupla penetração no cu, ou seja, ela queria tudo, tentaram várias vezes até que conseguiu, começaram os movimentos, mas a do Javi saiu do lugar, o cu dela não tava preparado pra um ataque duplo daquele, tentaram várias vezes mas sem conseguir manter o ritmo, então no final ela tentou só uma dupla penetração vaginal, e chamou uma das minas mandando ela escolher qualquer uma das cinturongas pra colocar na boca, pelo menos somava mais alguns pontos, assim ficamos os 5 minutos e ela conseguiu a maior pontuação dela, 224 + 15 + 10 + 5, um total de 254.
Depois foi minha vez, puxei meu cartão e ele mandava que todas as participantes femininas me fizessem um boquete compartilhado, se algum participante masculino quisesse também podia, mas obviamente ninguém teve coragem, eu tinha que aguentar 5 minutos sem gozar, se conseguisse terminar o tempo sem gozar, elas ganhavam 10 pontos por cada participante feminina, me deitei no colchão e elas começaram o trabalho, tava no paraíso, mas depois de um minuto a vontade de gozar me acordou e tentei pensar em algo que me levasse pra outro lugar pra não fazer isso, então minha mente doida me levou a pensar na esposa do meu colega de trabalho, que tinha 67 anos, pesava muitos quilos e era feiíssima, imaginei ela numa lingerie bem erótica, me dando um boquete gostoso, isso obviamente me broxou e consegui aguentar todos os minutos necessários e uma boa pontuação, mas eu tava de olho na Estela, consegui 222 + 30, um total de 252. Tava atrás, mas Ficou não só a minha esposa, mas também o marido da Mariana.
Depois foi a vez da Ana, obviamente tirou uma carta igual à da Mariana, ela conseguiu uma dupla vaginal, mais anal e oral, então fez um total de 251 pontos.
Chegou a vez do Juan, infelizmente pra mim, ele teve que sodomizar por 3 minutos cada uma das garotas, e sem gozar, mas tinha que fazer isso deitado enquanto elas se moviam em cima dele. Então a Mariana começou, e ela se mexia, mas dava tapas na bunda dele e provocava pra tirar ele da excitação, falava: "pensa na vitória ou naquelas velhas do teu trabalho". O negócio é que ele conseguiu passar os três minutos. Depois foi a vez da Ana, ela fez normal e o Juan aguentou. E então foi minha esposa, ela sim se comportou, ela é competitiva, então se mexia em círculos, colocava os peitos na cara dele, os mamilos na boca, ele gritava que não aguentava mais, mas tentava, fechava os olhos como se fosse pensar em outra coisa, mas no final conseguiu, passaram os três minutos e ele fez seus 30 pontos, que somados aos 254 davam um total máximo de 284, uma pontuação difícil de superar, mas não impossível.
Agora faltavam a Estela e o Javier, mas o regulamento dizia que se algum participante conseguisse um total de pontos inalcançável de qualquer forma, o jogo terminava imediatamente. Então o Javier estava na expectativa de que a Estela não conseguisse uma pontuação maior que a da Mariana, pra ele pelo menos ficar em segundo lugar.
A Estela tirou a carta dela, obviamente tinha a mesma peça que as anteriores, se levantou toda gostosa.
Chegou a vez da Estela, ela tirou a carta lilás e definitivamente tinha a mesma peça que as anteriores. Então ela se levantou, foi até mim, me olhou nos olhos e disse:
- Amor, vou buscar os 100 pontos.
Mandou o Javier se deitar no colchonete, montou nele fácil, depois pediu pro Juan penetrar ela pelo cu e então me pediu pra tentar uma dupla penetração anal. Aí, olhando pra Ana, perguntou se ela podia se colocar uma... Cinturonga, pedindo pra ela pegar a maior que encontrasse. Foi o que ela fez, mandando ele ficar atrás de todo mundo e meter na buceta dela. Depois de tentar várias vezes, conseguiu. A Estela começou com uns movimentos mansos, a gente sentiu e começou a se mexer devagar também. Dentro dos buracos da minha amada esposa, tudo estava apertado, mas as paredes das partes íntimas dela foram se acomodando aos poucos. Os minutos passavam e ela não cedia, já estava bem penetrada, faltava só um minuto, e os movimentos ficaram mais fortes. Os sucos da excitação dela foram ajudando, e os gemidos e súplicas dela faziam a gente querer meter bem até o fundo. Só faltavam uns segundos e a Mariana começou a contar: 5... 4... 3... 1... 0. A Estela soltou um grito de alegria e excitação, mas disse: "Não saiam daí, já fiz pelo jogo, agora vamos continuar por prazer." Só a Ana saiu, e as bombadas ficaram mais confortáveis. A Mariana chegou perto e sentou na cara do Javier pra ele chupar ela, enquanto apalpava os peitos da Estela e dava umas linguadas que iam mais ou menos até a traqueia dela. A Ana, por trás, tentava chupar os ovos dos três invasores dos buracos da minha amada e excitada mulher, que não aguentou mais e se soltou numa série de orgasmos que sacudiu todo mundo. Depois de umas 6 ou 7, ela caiu rendida nos braços da Mariana, que disse: "Amigos, acho que é minha vez." A gente manteve a mesma posição, mas ela só recebeu uma dupla penetração vaginal, e eu meti no cu dela. Foi mais difícil, já que ela não estava tão acostumada com essas putarias quanto a minha esposa vadia, mas a gente conseguiu. A Ana chupava os peitos dela e dava linguadas, e a Estela, depois de se recuperar, abriu as pernas entre a Mariana e a Ana, que fizeram um trabalho oral na buceta e no cu dela, respectivamente. Os gritos da Mariana mostravam os orgasmos que ela estava tendo, e assim foram passando. A última foi a Ana que recebeu nossas atenções, mas ela quis improvisar uma tripla penetração vaginal, o que conseguiu, embora com um pouco de trabalho, bombando e bombando. O desconforto me fez sair da buceta dela e penetrar pelo cu. A Ana foi a que mais gozou, chegou a um recorde de 13 orgasmos sem problemas.
Depois, as damas se acomodaram no centro da cena e nós, rapazes, nos preparamos para nossas gozadas pra colocar a cereja no bolo. Então, recebemos as cerimônias das bocas e mãos das garotas. Eu fiquei com a Ana, o Juan com a Estela e o Javier com a Mariana. Assim, nossos ovos explodiram numa catarata de porra viscosa, esbranquiçada e quente, que foi parar nas caras, peitos, cabelos e olhos das nossas mulheres. Elas cuidaram de limpar nossas picas, e depois, como era de se esperar, já que são amigas e compartilham tudo, se lamberam e engoliram todo o esperma, se arrumando uma à outra, saboreando cada gota que restava sobre seus corpos cansados.
A Mariana nos convidou pra tomar um banho, mas disse que podíamos nos lavar de dois em dois, mas não com nossos parceiros. E assim fizemos: eu fiquei com a Ana de novo, então lavei ela e ela me lavou. Depois foram a Estela e o Juan, e em seguida a Mariana e o Javier. Quando percebemos, já eram 7 da manhã. Estávamos cansados, mas contentes. Já todos na sala, ficamos comentando sobre o jogo e o quanto nossas esposas foram putinhas, o que, em vez de ofender, as lisonjeava, brigando entre si pra ver quem era a mais puta das três.
A Mariana fez uma ligação e, 20 minutos depois, bateram na porta. Entraram dois garçons com um café da manhã suculento: tinha sucos, frutas, café, leite, chá, salgados, frios, de tudo um pouco. Todos tomamos café, já que estávamos com muita fome depois de tamanha tarefa.
Falando sobre o que aconteceu, combinamos que jogaríamos esse jogo de vez em quando, tipo duas ou três vezes por ano. Mas uma das garotas disse que seria legal convidar mais um ou dois casais, o que a gente curtiu pra caramba, enfim, tudo ficou entre amigos, e não teve cobrança, nem ciúme, nem briga, tudo ficou no sexo e depois cada um foi amar seu parceiro habitual. Porque no fim das contas, o amor é o amor, a amizade é a amizade e o sexo é só isso, sexo.
Quando chegamos, Mariana já estava nos esperando. Entregamos o presente e as garrafas de bebida, e ela nos fez entrar. Estava quase tudo pronto. Daí saiu Juan e nos cumprimentou. A comida tinha sido feita pela Mariana, mas ela contratou uma moça e um rapaz para servir. Dez minutos depois, Ana e Javi chegaram. Estávamos todos vestidos a caráter. Sentamos à mesa. Depois de um tempo, trouxeram o prato frio. O jantar foi rolando entre risadas e conversas. A gente se conhecia há bastante tempo. Nós, homens, começamos a falar de futebol como sempre, elas de novelas e essas coisas. De vez em quando, alguém soltava uma piada, e todo mundo ria. Os vinhos foram passando um a um. Depois, trouxeram o prato principal. Era uma noite agradável, mas nada fazia prever o que aconteceria mais tarde. Uma hora depois, serviram a sobremesa: taças de sorvete para todo mundo com um fio de uísque por cima. Estava espetacular. Depois que levantaram a mesa, fomos para a sala de estar. Quando tudo ficou limpo, Mariana pagou e dispensou os funcionários que tinha contratado. Enquanto isso, na sala, a gente continuava rindo, ouvindo música e outras coisas.
Estela chegou perto de mim e sussurrou no meu ouvido:
— Amor, tô afim de tomar uns tequilas.
Sem dizer nada, levantei, fui até a Mariana e perguntei onde eu podia arranjar uns copos para preparar as doses. Ela me indicou, e fui para a cozinha. Lá, preparei vários drinks. uns Daiquiris de abacaxi e de morango, vários copinhos de tequila, claro, acompanhados com um pratinho de rodelas de limão e sal, e também uns fernet. Caminhei até a sala com a bandeja cheia de drinks, depois voltei pra pegar as garrafas de bebida e o resto. Todo mundo começou a beber e rir, os anfitriões contavam as histórias do casal, como se conheceram e tal, as risadas e o clima tava bem divertido, o álcool já tava batendo em todo mundo.
De repente, a Mariana levantou e foi lá pra dentro, voltou com uma caixa que colocou na mesa, bateu num copo com uma colherzinha e todo mundo prestou atenção nela, aí ela começou a falar:
— Então, galera, tô feliz que vocês compartilharam esse dia tão especial com a gente. É com vocês, nossos amigos, que a gente queria comemorar mais um ano de casamento, pela amizade, pela confiança, por tudo que passamos juntos há tantos anos. Por essa confiança que a gente tem, eu e o Juan conversamos, pensamos e bolamos o que vou propor daqui a alguns minutos. Não quero que ninguém se ofenda, não quero que nossa amizade fique abalada, só que se vocês não toparem, a gente deixa pra lá e pronto. Tudo bem?
Eu respondi primeiro:
— Mas cê tá deixando a gente curioso, seja lá o que for, melhor falar logo. Somos amigos e não vamos brigar por nada.
— Então, lá vai. No nosso último aniversário, a gente foi pra Europa, passamos por Amsterdã, Roma, Barcelona, Ibiza, etc. Fizemos uns tours de turismo sexual...
Todo mundo ficou surpreso, porque eles sempre foram o tipo família, nada a ver, por exemplo, comigo e a Estela, ou com a Ana e o Javi, que éramos mais liberais.
— ...por favor, deixa eu continuar. Nesses tours, a gente achou esse jogo num sex-shop. É um jogo de sexo, que se joga entre vários casais. A gente ficou com ele um ano, tentamos jogar, mas não dá pra jogar só com um casal, precisa de dois ou mais, ou seja, no mínimo 4 jogadores. A gente conversou com o Juan e não tivemos coragem de... jogar isso com mais ninguém e, depois de tanto pensar, decidimos que quem melhor para compartilhar nossas fantasias do que nossos amigos. Olha, quero deixar claro que, se eles aceitarem, tudo que rolar não vai sair dessas paredes, que é só sexo ou troca de casais, e que não vai ter nenhum tipo de cobrança nem outras coisas, os casamentos têm que continuar como sempre e, acima de tudo, a amizade. O jogo basicamente funciona assim: cada jogador compete em turnos contra todos os outros jogadores do sexo oposto e, em alguns casos, com um do mesmo sexo. Tem três níveis de dificuldade, assim como prêmios ou castigos. O primeiro nível envolve tomar doses e fumar maconha ou cheirar cocaína; se alguém tiver problema com isso, a gente troca tudo por bebida. Isso, segundo o jogo, tem a ver com a desinibição dos participantes. O segundo nível envolve as roupas e algumas brincadeiras entre os participantes. E o terceiro, o mais pesado, é sobre o sexo propriamente dito. Bom, dadas as explicações, vou dar uns minutos pra cada um consultar com seu parceiro ou parceira, e se tiver alguma dúvida comigo ou com o Juan, a gente tá aqui pra responder o que vocês quiserem.
Eu me virei pra Estela e, enquanto ela tomava um tequila, me piscava o olho. Cheguei perto e perguntei:
- Tem certeza? Olha que são amigos, não pode ter nenhum sentimento estranho, porque isso pode destruir casais, e eu não quero isso nem pra gente nem pros nossos amigos.
- Tony, eu sempre quis transar com o Juan ou com o Javi. São dois caras gostosos igual você, e não me diga que você não tem tesão tanto na Mariana quanto na Ana. São duas mulheres lindas que estão pedindo pra ser comidas. Mais ainda, às vezes olho pra elas e dá vontade de beijar na boca ou chupar a buceta de qualquer uma das duas.
- Isso eu não vou negar, mas que fique claro que depois as relações têm que continuar como até agora.
- Fechado. Fala você, eu não tenho perguntas. nem nada, a tequila tá uma delícia.
Virei pra Mariana e falei:
- A gente entra, mas tô com uma dúvida: a gente sempre achou que vocês eram o casal mais tradicional, o que rolou pra experimentar coisas novas?
- O que acontece é que, igual a vocês, a gente tá casado há vários anos, e sempre tivemos um sexo foda, mas como tudo, a rotina começa a ficar chata. Aí, estando na Europa um dia, resolvemos dar umas voltas nas zonas de prostituição. Eu paguei pra ficar com um negão que me arrombou o cu, e o Juan ficou com duas minas: uma loira gostosa e uma negra linda também. Óbvio que a gente assistiu o outro fazendo, e percebemos que a gente gostava, que aquilo nos excitava. Desde então, nossa vida sexual melhorou 500%.
Nessa hora, a Ana tomou a palavra:
- A gente não teve nenhuma dessas experiências, mas tanto eu quanto o Javier fomos infiéis e prometemos nunca mais nos trair. Mas como tamo entre amigos e os dois tão aqui, acho que isso não seria uma traição, então decidimos de comum acordo participar da sua proposta.
Mariana e Juan convidaram a gente pra voltar pra sala de jantar. Sentamos homem e mulher intercalados, mas a única regra, segundo eles, era que não podia ficar do lado do parceiro. A distribuição ficou assim: Mariana, Eu (Tony), Ana, Juan, Estela e Javier, que fechava o círculo do lado direito da Mariana. Mariana começou dizendo que ia explicar o jogo enquanto a gente jogava, pra não ficar chato, dando umas instruções gerais.
- A parada é assim: cada um tem dois dados, então o máximo que pode tirar é 12 e o mínimo é 2. Cada participante vai jogar e competir contra os três do sexo oposto. Vai funcionar assim: primeiro joga o participante tira um número, depois os oponentes do sexo oposto jogam e os resultados que tiverem um número maior, um número menor ou um número igual, quem tirar o número maior pega uma carta, que são divididas em verdes, amarelas e vermelhas, que vão aumentando os níveis respectivamente, quem ganha pega uma carta e quem perde não faz nada, e se der empate, o participante tem que pegar uma carta preta de situação extrema.
Então Mariana disse: vou começar eu pra vocês verem como é o jogo. Aí ela jogou e tirou 7, depois nós, os oponentes masculinos, jogamos: eu tirei 11, Javier tirou 10 e Juan tirou 8, nós três ganhamos, então cada um pegou uma carta verde. Na minha dizia: "deverá armar um baseado de maconha e acender pra participante fumar". A do Javier dizia: "deverá tomar um shot de bebida branca escolhida pelo participante". E a do Juan tinha a mesma ordem que a minha. Como não tínhamos maconha, decidimos que eu acenderia um cigarro comum e a do Juan seria substituída por uma dose. Então Mariana tomou duas doses de tequila seco e fumou um cigarro. Depois foi minha vez, e assim fomos rodando. Na real, era só beber e fumar, nada fora do comum. Em certo momento, acabaram as cartas verdes e seguimos com as amarelas. Justo na vez da Ana, quando as cartas amarelas foram sorteadas, todo mundo já tava bêbado, feliz e fora de si. Ela tirou 4 e os oponentes tiramos 7, 9 e 12. As cartas que pegamos diziam:
1- Tire a saia ou calça do(a) participante.
2- Tire a roupa íntima do(a) participante.
3- Pegue o(a) participante por trás e esfregue seu corpo contra o da outra pessoa. Essa carta foi minha.
Então a Ana não só ficou pelada, mas totalmente excitada, porque quando eu peguei ela por trás, fiz questão de passar meu pau por toda a racha da bunda dela e agarrar os peitos dela com minhas mãos.
Depois As voltas continuaram e assim fomos ficando todos pelados. Algumas cartas mandavam dar beijos de língua, apalpar os peitos, as bundas, etc. Seguimos assim até que as cartas amarelas acabaram. E, como não podia ser diferente, a primeira a participar com as cartas vermelhas foi a Estela. Ela puxou e tirou a carta 7. Muito difícil de ganhar, mas pela lei de Morfi, eu tirei um número baixo e os outros dois ganharam a vez com a minha esposa. Uma das cartas dizia: "Faça sexo oral no participante ou na participante", enquanto a outra dizia: "Receberá sexo oral do participante ou da participante". E foi assim: enquanto minha esposa chupava a rola do Juan, o Javier comia a buceta dela com umas linguadas de filme pornô.
A coisa já estava quente. Só de ver minha mulher chupando a rola do meu amigão e gozando com as linguadas do Javi, outro amigão, eu já estava com a rola dura igual pedra, enquanto de olho via a Ana e a Mariana se lambendo e se tocando nos clitóris. Depois de uns instantes de prazer, voltamos ao jogo. As rodadas passavam e as prendas eram cada vez mais fortes. Num momento, eu empatei com a Mariana e ela teve que tirar uma carta preta, que mandava que, enquanto durasse toda a rodada até o próximo turno dela, ela devia sentar no meu pau, ser penetrada e não sair até cumprir a vez. E assim ela fez. Uma das cartas pretas que a Ana tirou mandava que ela batesse uma punheta para um dos adversários de um lado ou de outro. Ela fez isso. E a minha esposa teve que, enquanto durasse a rodada, fazer sexo oral no adversário que escolhesse. Como ela não podia escolher, para não deixar os caras mal, disse que jogassem os dados e que faria para quem tirasse o número maior. O vencedor foi o Juan.
Segundo o regulamento, os pontos eram dados de acordo com a prenda. E, ao cumprir a prenda, quando algum participante se recusava a cumprir, perdia dois pontos. Assim foram se desenrolando os acontecimentos desse jogo tão quente, com Os pontos estavam mais ou menos equilibrados, já que as tarefas até então eram fáceis de cumprir. Também valiam os pontos por casal, ou seja, os pontos que eu conseguia somavam com os da minha esposa.
Depois de quase três horas de jogo, a parada tava muito, mas muito quente. Nós três homens estávamos com o pau estourando. No meu caso, em alguns momentos eu tentava pensar em algo que me impedisse de gozar.
Em certa hora, chegou minha vez com as três garotas: elas ficaram de quatro, e eu fui penetrando uma por uma por alguns minutos, seja na buceta ou no cu, se elas deixassem. Convencê-las dependia do meu papo, mas só a minha esposa topou. Então consegui alguns pontinhos a mais. A disputa tava acirrada, não estávamos com muita vantagem um sobre o outro. Assim, os cartões iam acabar e, com eles, o jogo, vencendo o casal que fizesse mais pontos.
Quando os cartões vermelhos acabaram, cada participante feminina tinha que tirar um cartão roxo claro, quase lilás, e cada participante masculino, um roxo escuro, na sua vez, sem jogar os dados. Era só tirar o cartão e cumprir o que estava escrito. Se cumprisse, ganhava a pontuação correspondente, e isso encerrava o jogo. E foi assim que aconteceu. O problema é que o casal da Ana e do marido tinha 224 pontos, o casal da Mariana e do marido conseguiu 221 pontos, e eu e a Estela tínhamos 222 pontos. Então, nessa rodada final, dependia de conseguir a maior quantidade de pontos. Chegou a vez da Mariana. Ela tirou um cartão que dizia que ela teria que conseguir uma penetração com o maior número possível de participantes do sexo oposto e, se quisesse, uma ou mais participantes do mesmo sexo com uma cintaralho. Para valer a pontuação, todas as penetrações tinham que ser ao mesmo tempo, dando 7 pontos por penetração vaginal e 15 pontos por dupla penetração vaginal, 10 pontos por penetração anal e 22 pontos por dupla penetração anal, e só 5 pontos por penetração oral. Ela tinha que aguentar 5 minutos assim, mas em movimento. Se algum dos participantes masculinos conseguisse gozar, dava mais 10 pontos pra participante, e por uma dupla penetração anal vaginal, ou seja, dois na buceta e dois no cu, te dava nada mais nada menos que 100 pontos.
A Mariana colocou o marido dela deitado de barriga pra baixo, depois montou em cima, me pediu pra meter no cu dela e foi o que eu fiz, e pediu pro Javier tentar fazer uma dupla penetração no cu, ou seja, ela queria tudo, tentaram várias vezes até que conseguiu, começaram os movimentos, mas a do Javi saiu do lugar, o cu dela não tava preparado pra um ataque duplo daquele, tentaram várias vezes mas sem conseguir manter o ritmo, então no final ela tentou só uma dupla penetração vaginal, e chamou uma das minas mandando ela escolher qualquer uma das cinturongas pra colocar na boca, pelo menos somava mais alguns pontos, assim ficamos os 5 minutos e ela conseguiu a maior pontuação dela, 224 + 15 + 10 + 5, um total de 254.
Depois foi minha vez, puxei meu cartão e ele mandava que todas as participantes femininas me fizessem um boquete compartilhado, se algum participante masculino quisesse também podia, mas obviamente ninguém teve coragem, eu tinha que aguentar 5 minutos sem gozar, se conseguisse terminar o tempo sem gozar, elas ganhavam 10 pontos por cada participante feminina, me deitei no colchão e elas começaram o trabalho, tava no paraíso, mas depois de um minuto a vontade de gozar me acordou e tentei pensar em algo que me levasse pra outro lugar pra não fazer isso, então minha mente doida me levou a pensar na esposa do meu colega de trabalho, que tinha 67 anos, pesava muitos quilos e era feiíssima, imaginei ela numa lingerie bem erótica, me dando um boquete gostoso, isso obviamente me broxou e consegui aguentar todos os minutos necessários e uma boa pontuação, mas eu tava de olho na Estela, consegui 222 + 30, um total de 252. Tava atrás, mas Ficou não só a minha esposa, mas também o marido da Mariana.
Depois foi a vez da Ana, obviamente tirou uma carta igual à da Mariana, ela conseguiu uma dupla vaginal, mais anal e oral, então fez um total de 251 pontos.
Chegou a vez do Juan, infelizmente pra mim, ele teve que sodomizar por 3 minutos cada uma das garotas, e sem gozar, mas tinha que fazer isso deitado enquanto elas se moviam em cima dele. Então a Mariana começou, e ela se mexia, mas dava tapas na bunda dele e provocava pra tirar ele da excitação, falava: "pensa na vitória ou naquelas velhas do teu trabalho". O negócio é que ele conseguiu passar os três minutos. Depois foi a vez da Ana, ela fez normal e o Juan aguentou. E então foi minha esposa, ela sim se comportou, ela é competitiva, então se mexia em círculos, colocava os peitos na cara dele, os mamilos na boca, ele gritava que não aguentava mais, mas tentava, fechava os olhos como se fosse pensar em outra coisa, mas no final conseguiu, passaram os três minutos e ele fez seus 30 pontos, que somados aos 254 davam um total máximo de 284, uma pontuação difícil de superar, mas não impossível.
Agora faltavam a Estela e o Javier, mas o regulamento dizia que se algum participante conseguisse um total de pontos inalcançável de qualquer forma, o jogo terminava imediatamente. Então o Javier estava na expectativa de que a Estela não conseguisse uma pontuação maior que a da Mariana, pra ele pelo menos ficar em segundo lugar.
A Estela tirou a carta dela, obviamente tinha a mesma peça que as anteriores, se levantou toda gostosa.
Chegou a vez da Estela, ela tirou a carta lilás e definitivamente tinha a mesma peça que as anteriores. Então ela se levantou, foi até mim, me olhou nos olhos e disse:
- Amor, vou buscar os 100 pontos.
Mandou o Javier se deitar no colchonete, montou nele fácil, depois pediu pro Juan penetrar ela pelo cu e então me pediu pra tentar uma dupla penetração anal. Aí, olhando pra Ana, perguntou se ela podia se colocar uma... Cinturonga, pedindo pra ela pegar a maior que encontrasse. Foi o que ela fez, mandando ele ficar atrás de todo mundo e meter na buceta dela. Depois de tentar várias vezes, conseguiu. A Estela começou com uns movimentos mansos, a gente sentiu e começou a se mexer devagar também. Dentro dos buracos da minha amada esposa, tudo estava apertado, mas as paredes das partes íntimas dela foram se acomodando aos poucos. Os minutos passavam e ela não cedia, já estava bem penetrada, faltava só um minuto, e os movimentos ficaram mais fortes. Os sucos da excitação dela foram ajudando, e os gemidos e súplicas dela faziam a gente querer meter bem até o fundo. Só faltavam uns segundos e a Mariana começou a contar: 5... 4... 3... 1... 0. A Estela soltou um grito de alegria e excitação, mas disse: "Não saiam daí, já fiz pelo jogo, agora vamos continuar por prazer." Só a Ana saiu, e as bombadas ficaram mais confortáveis. A Mariana chegou perto e sentou na cara do Javier pra ele chupar ela, enquanto apalpava os peitos da Estela e dava umas linguadas que iam mais ou menos até a traqueia dela. A Ana, por trás, tentava chupar os ovos dos três invasores dos buracos da minha amada e excitada mulher, que não aguentou mais e se soltou numa série de orgasmos que sacudiu todo mundo. Depois de umas 6 ou 7, ela caiu rendida nos braços da Mariana, que disse: "Amigos, acho que é minha vez." A gente manteve a mesma posição, mas ela só recebeu uma dupla penetração vaginal, e eu meti no cu dela. Foi mais difícil, já que ela não estava tão acostumada com essas putarias quanto a minha esposa vadia, mas a gente conseguiu. A Ana chupava os peitos dela e dava linguadas, e a Estela, depois de se recuperar, abriu as pernas entre a Mariana e a Ana, que fizeram um trabalho oral na buceta e no cu dela, respectivamente. Os gritos da Mariana mostravam os orgasmos que ela estava tendo, e assim foram passando. A última foi a Ana que recebeu nossas atenções, mas ela quis improvisar uma tripla penetração vaginal, o que conseguiu, embora com um pouco de trabalho, bombando e bombando. O desconforto me fez sair da buceta dela e penetrar pelo cu. A Ana foi a que mais gozou, chegou a um recorde de 13 orgasmos sem problemas.
Depois, as damas se acomodaram no centro da cena e nós, rapazes, nos preparamos para nossas gozadas pra colocar a cereja no bolo. Então, recebemos as cerimônias das bocas e mãos das garotas. Eu fiquei com a Ana, o Juan com a Estela e o Javier com a Mariana. Assim, nossos ovos explodiram numa catarata de porra viscosa, esbranquiçada e quente, que foi parar nas caras, peitos, cabelos e olhos das nossas mulheres. Elas cuidaram de limpar nossas picas, e depois, como era de se esperar, já que são amigas e compartilham tudo, se lamberam e engoliram todo o esperma, se arrumando uma à outra, saboreando cada gota que restava sobre seus corpos cansados.
A Mariana nos convidou pra tomar um banho, mas disse que podíamos nos lavar de dois em dois, mas não com nossos parceiros. E assim fizemos: eu fiquei com a Ana de novo, então lavei ela e ela me lavou. Depois foram a Estela e o Juan, e em seguida a Mariana e o Javier. Quando percebemos, já eram 7 da manhã. Estávamos cansados, mas contentes. Já todos na sala, ficamos comentando sobre o jogo e o quanto nossas esposas foram putinhas, o que, em vez de ofender, as lisonjeava, brigando entre si pra ver quem era a mais puta das três.
A Mariana fez uma ligação e, 20 minutos depois, bateram na porta. Entraram dois garçons com um café da manhã suculento: tinha sucos, frutas, café, leite, chá, salgados, frios, de tudo um pouco. Todos tomamos café, já que estávamos com muita fome depois de tamanha tarefa.
Falando sobre o que aconteceu, combinamos que jogaríamos esse jogo de vez em quando, tipo duas ou três vezes por ano. Mas uma das garotas disse que seria legal convidar mais um ou dois casais, o que a gente curtiu pra caramba, enfim, tudo ficou entre amigos, e não teve cobrança, nem ciúme, nem briga, tudo ficou no sexo e depois cada um foi amar seu parceiro habitual. Porque no fim das contas, o amor é o amor, a amizade é a amizade e o sexo é só isso, sexo.
5 comentários - Cena entre amigos e jogos sexuais
pero gracias por postear